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quinta-feira, 10 de setembro de 2015

Será que a Lua de sangue em Setembro é um prenúncio do fim do mundo? A NASA dá a resposta

Será que a 'lua de sangue' é um prenúncio do fim do mundo?  NASA responde em comunicado

Nos últimos meses têm sido fortes os rumores que circulam na Internet sobre a 'Lua de Sangue', especula-se que ela poderia ser o prenúncio de um asteróide gigante  que vai atingir a Terra em setembro, causando um apocalipse. Especialistas da NASA foram forçados a comentar sobre essas crenças.

O mundo pode dormir em paz. Os rumores não têm base científica, diz a Administração Nacional de Aeronáutica e Espaço EUA (NASA), citado pelo 'Mirror'. Sob o sistema Sentry  da organização, todos os asteróides conhecidos até agora tem menos de 0,01% de chance de acertar nosso planeta ao longo dos próximos 100 anos.
"Na verdade, não há grandes objetos que possam colidir com a Terra a centenas de anos"
Inúmeros blogs e publicações da web têm afirmado nos últimos meses que a Lua de Sangue pressagiava um asteróide que irá atingir a Terra em algum momento entre 15 e 28 de Setembro . E falou  que afirma que um asteróide vai bater no planeta azul perto da costa de Puerto Rico, causando um terremoto e tsunami que destruirá as Américas, provavelmente gerando um apocalipse. 
Os autores desta teoria apocalíptica segundo 'Mirror', são pastores cristãos John Hagee e Mark Biltz, dos EUA. Suas hipóteses originais afirma que a tétrade de eclipses e 'luas de sangue' consecutivas que começaram em Abril de 2014 nos alerta do fim dos tempos que se descreve em Atos 2:20  e Apocalipse 06:12 da Bíblia.


Na verdade, a 'Lua de Sangue' é puramente um efeito óptico que ocorre quando o nosso planeta passa entre o Sol e a Lua, e o satélite está na parte mais escura da sombra da Terra. Em outras palavras, ocorre um eclipse lunar total. Nestes casos, a Lua é manchada com um vermelho escuro devido à difração de luz solar que passa através da atmosfera celeste do nosso planeta.

quarta-feira, 9 de setembro de 2015

NASA divulga imagem detalhada dos pontos brilhantes de Ceres

exposição de uma das fotos foi otimizada para os pontos e a da outra para os arredores (Foto: NASA/JPL-Caltech/UCLA/MPS/DLR/IDA)
Há meses os misteriosos pontos brilhantes do planeta anão Ceres vêm intrigando tanto cientistas quanto leigos. Desde as primeiras fotos tiradas pela sonda Dawn no começo do ano, ainda a uma distância considerável do pequeno astro, eles já se destacavam e estimulavam nossa imaginação. Seriam vulcões de água? Depósitos de sal ou de gelo? Um tipo esquisito de pedra? São as hipóteses cogitadas pela NASA até o momento. Mas a foto que você está vendo aqui em cima, que mostra a cratera batizada de Occator, pode finalmente trazer algumas respostas à questão que permanece envolta em especulações.
A imagem foi divulgada nesta quarta-feira (9) pela agência e mostra detalhes inéditos dos pontos brilhantes, graças à alta resolução que revela características da superfície e do relevo nos arredores. O problema até agora foi que, por serem muito mais brilhantes que as demais regiões de Ceres, os pontos ficavam "estourados" nas fotos. Em fotografia, essa disparidade na emissão de luz representa um desafio, pois fica muito difícil retratar a área mais iluminada e a mais escura em uma mesma composição.
Para driblar a dificuldade, o time de cientistas da missão Dawn juntou na imagem acima duas fotos tiradas com tempos de exposição diferentes - uma com foco nos pontos brilhantes, e a outra otimizada para a região escura. E o resultado deve fornecer aos cientistas os instrumentos necessários para decifrar o enigma que já se arrasta por meses. "Logo, a análise científica vai revelar a natureza geológica e química desse cenário extraterrestre misterioso e hipnotizante", disse em comunicado Marc Rayman, engenheiro-chefe e diretor da missão, sediada no Jet Propulsion Laboratory da NASA.
As imagens foram tiradas da órbita atual da sonda, a 1470 quilômetros da superfície de Ceres. Segundo a agência, a resolução é três vezes melhor que a verificada nas fotos tiradas na órbita de junho, e dez vezes superior às de abril e maio. Em sua altitude atual, a Dawn já completou dois ciclos de 11 dias mapeando a superfície do planeta anão, e entra hoje em seu terceiro. Cada ciclo exige 14 órbitas, e ao longo dos próximos dois meses, Ceres inteiro será mapeado seis vezes. Com isso, os cientistas conseguirão desenvolver mapas tridimensionais da superfície.

quarta-feira, 2 de setembro de 2015

Curiosity encontra uma 'colher' em Marte


Com a sonda Curiosity, da Nasa, rondando por Marte, nós acabamos recebendo várias imagens interessantes e curiosas para analisar aqui na Terra. Durante o mês de agosto, houve relatos da batida de uma nave alienígena e de que uma mulher foi vista andando pelo planeta vermelho.
No último domingo (30/8), membros do fórum virtual Unmanned Space Flight apontaram mais uma aparição estranha nas imagens enviadas pela Curiosity: a de uma colher na superfície.
Como em Marte a atmosfera é mais fina, a gravidade é fraca, fazendo com o que os processos de erosão sejam mais raros e criem estruturas mais sofisticadas do que as da Terra. A atividade do vento cria dunas, vales, e pequenos excedentes, como essa colher.
Tem um outro fator que é necessário considerar neste caso: a pareidolia. Trata-se de um fenômeno que faz com que o cérebro associe uma imagem aleatória a algum padrão ou objeto — como coelhinhos em nuvens, por exemplo. Logo, pode ser que a colher seja coisa das nossas cabeças. Ainda assim, essa imagem também serve de lembrete de que as formações rochosas de Marte podem ser delicadas, e que ainda há muito a descobrir sobre elas.
Via Discovery

segunda-feira, 31 de agosto de 2015

O planeta anão Ceres, como como nunca visto


A sonda Dawn da NASA, fotografou a superfície de Ceres, o menor planeta anão no sistema solar, revelando características orográficas com uma precisão sem precedentes, como a presença de uma montanha cônica e restos de crateras.

A montanha é de 6000 metros e está localizada no hemisfério sul. "Dawn está funcionando perfeitamente nesta nova órbita, levando a cabo a sua exploração ambiciosa", confirmou Marc Rayman, diretor da missão.

Em sua atual altitude orbital de 1.470 quilômetros, Dawn terá 11 dias para tirar fotografias e recolher dados que permitirão aos cientistas entender melhor que os minerais estão na superfície, de acordo com a NASA.
RT

#Naty

sexta-feira, 28 de agosto de 2015

Apenas um país apreciará o eclipse solar total de 2017


Apenas um país vai testemunhar um dos maiores espetáculos no céu: um eclipse solar total que vai deslumbrar 12 milhões de pessoas em 21 de agosto de 2017.

Em dois anos, haverá um eclipse impressionante, mas visível apenas em um país. O 'escolhido' é os Estados Unidos, e o fenômeno é chamado de "o grande eclipse americano". Ainda assim, p Science World Report informou que no país norte-americano poderão desfrutar do eclipse apenas 12 milhões de pessoas.

Esta é a primeira vez que a imagem projetada por uma sombra do eclipse cobre apenas o território de um país, mas especialistas dizem que o alcance é enorme, porque em seu caminho vai deixar nas sombras uma extensão do Oregon a Carolina do Sul e atingirá o pico quando passar sobre Missouri e Kentucky ocidental.

A NASA  já criou um mapa da rota que mostra o trajeto precisamente do eclipse solar total, um fenômeno de 2017.
RT

#Naty

O telescópio Hubble 'caça' uma impressionante 'mariposa' galáctica


O telescópio Hubble capturou uma nova imagem espetacular da nebulosa 'Butterfly Wings'. A imagem pode apreciar a complexidade dos nós da nebulosa de gás em expansão, com um nível surpreendente de detalhe.

A última fotografia tirada pelo Hubble é uma imagem surpreendente de 'Butterfly Wings "ou" M2-9 ", uma nebulosa planetária na constelação de Ophiuchus, cerca de 2.100 anos-luz da Terra, que recebe este nome por causa de sua semelhança com uma borboleta.

O grande aglomerado estelar não só expulsou suas asas para o exterior, mas também o núcleo que brilha, criando um espetáculo deslumbrante de luzes translúcidas, relata Ciência World Report.

A coisa interessante sobre esta nebulosa é a natureza bipolar. Nebulosas planetárias comuns tem uma estrela no centro, enquanto a bipolar têm duas em um sistema estelar binário.

Especialistas dizem que uma dessas estrelas está chegando ao fim de seu ciclo, porque é uma antiga estrela de baixa massa.
RT

#Naty

Tóquio e Flórida sob a água: NASA alerta para uma catástrofe iminente


O nível do mar está subindo em todo o mundo e os dados de satélite mais recentes indicam que um aumento de um metro ou mais é inevitável nos próximos 100 ou 200 anos, alegaram cientistas da NASA  nesta quarta-feira.

Os peritos da agência norte-americana anunciaram quarta-feira que as costas mundiais, sem dúvida, serão muito diferentes nos próximos anos. "Neste momento, haverá um aumento de mais de um metro do nível do mar", disse Steve Nerem cientista citado pela  AFP. "É provável que se agrave no futuro", acrescentou.

As camadas de gelo na Groenlândia e da Antártida estão derretendo mais rápido do que nunca, e os oceanos estão se aquecendo e expandindo muito mais rápido do que nos últimos anos. De acordo com Michael Freilich, diretor da Divisão de Ciências da Terra da  NASA, a subida do nível do mar terá um "impacto profundo" em todo o mundo.

Assim, os estados baixos dos EUA, como a Flórida poderia desaparecer, como algumas das principais cidades do mundo, como Singapura e Tóquio. " Pode eliminar completamente algumas nações insulares do Pacífico", disse o cientista.

Ao mesmo tempo, incluem cientistas da NASA, a maior incerteza é em prever o quão rápido as calotas polares vão derreter.

Dados da NASA mostram que os oceanos do mundo aumentaram uma média de quase 7,6 centímetros desde 1992. Grande parte da água adicional vem do derretimento do gelo e geleiras. Os cientistas estão particularmente preocupados com a camada de gelo da Groenlândia, que perde uma média de 303 gigatoneladas de gelo por ano ao longo da última década.
RT

#Naty

quarta-feira, 26 de agosto de 2015

Corra enquanto há tempo! Nasa irá levar seu nome a Marte

Você talvez você nunca viaje para Marte, mas o seu nome poderá ter uma chance. Já pensou? Isso pode estar mais perto do seu alcance do que você pensa. Basta participar de um programa de “milhagem” da Nasa.
A agência norte-americana espacial gravará o nome de 1,3 milhão de participantes em um chip de silício que será enviado na nave InSight ao Planeta Vermelho. A missão será lançada em março de 2016 na Califórnia.
Para o seu nome viajar ao espaço é preciso se inscrever até o dia 8 de setembro no Mars Boarding Pass. Os participantes poderão juntar pontos ao longo das missões e imprimir o cartão de embarque de cada uma com direito a código de barras e tudo. 
O custo previsto da missão é de US$ 425 milhões. Serão enviados a Marte vários instrumentos científicos para estudos do planeta. A nave levará sete meses para chegar ao seu destino.
A missão InSight é a segunda oportunidade dos fãs para enviar o nome a Marte. A Orion EFT-1, missão não tripulada, lançada em 5 de dezembro de 2014, levou 1,38 milhão de nomes ao espaço. Esta foi a primeira chance para os participantes acumularem pontos no “Journey to Mars”. A Orion, a cápsula da Nasa, deverá transportar humanos ao Planeta Vermelho em 2030.

Como no Egito, mas no planeta Ceres: a "pirâmide" espetacular que a NASA captou.


A Sonda espacial Dawn lançado pela NASA para estudar a superfície do planeta anão Ceres, lançou novas imagens da superfície do planeta. Nestas fotografias inéditas e muito mais perto, você pode ver uma montanha em forma de cone e várias crateras.

A nave espacial Dawn da NASA  lançou luz sobre uma "pirâmide" estranha em  Ceres. Uma nova imagem tirada de cerca de 1.470 km da montanha revelou um nível de detalhe sem precedentes, mostrando sua forma cônica e os lados brilhantes. Os cientistas calcularam que a montanha tem 6.000 metros de altura e está localizada no hemisfério sul.
Outra foto mostra a forma incomum da cratera Gaue. "A sonda Dawn está funcionando perfeitamente nesta nova órbita e leva a cabo a sua exploração ambiciosa", disse Marc Rayman, engenheiro-chefe da sonda e gerente da missão, publica a NASA.
Na sua altitude orbital de 1,470 km, a sonda tem 11 dias para fazer e enviar imagens de toda a superfície do planeta. Cada ciclo de 11 dias é composto por 14 órbitas. Durante os próximos dois meses, a nave irá mapear toda a superfície seis vezes.
.NASA
Para capturar as imagens, a sonda usa sua câmera de enquadramento para mapear de forma abrangente a superfície, permitindo a modelagem 3D. Cada imagem da sua órbita tem uma resolução de 450 pés (140 metros) por pixel, e cobre menos de 1% da superfície de Ceres.
.NASA
Além disso, o mapeador de sonda espectrômetro visível e infravermelho de Dawn, coleta  dados que permitirá aos cientistas a entender melhor sobre os minerais encontrados na superfície de Ceres. Engenheiros e cientistas também refinam as suas medições do campo gravitacional do planeta anão, que ajudarão a planejar as próximas missões da sonda.  
.NASA
.NASA

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terça-feira, 25 de agosto de 2015

NASA: saiba mais sobre a agência espacial americana


NASA é uma sigla em inglês para National Aeronautics and Space Admnistration (Administração Nacional da Aeronáutica e Espaço). É uma agência pública vinculada ao governo federal dos Estados Unidos que tem a missão de desenvolver tecnologias e conhecimentos científicos relacionados ao espaço através de programas sistemáticos de exploração. Criada em julho de 1958 pelo então presidente Dwight D. Eisenhower, o ato teria sido uma resposta direta dos EUA ao sucesso do programa espacial soviético com o lançamento do Sputnik 1, primeiro satélite artificial da história, pouco menos de um ano antes.
Apesar de ter nascido com o objetivo claro de manter os Estados Unidos na frente da União Soviética na corrida espacial e tecnológica da Guerra Fria, com o tempo a NASA se mostrou muito mais que um mero instrumento político. Durante as décadas seguintes à sua criação, a agência se firmou como um dos principais centros de pesquisa do mundo e ainda virou a maior referência para assuntos sobre o espaço. A excelência e o rigor do conhecimento que produz a tornaram uma das fontes de informação científica mais confiáveis da atualidade.
Atuando frequentemente em áreas de fronteira e explorando o desconhecido, suas atividades expandem em diversas frentes o entendimento dos pesquisadores sobre o Universo. Um verdadeiro arsenal de sondas e satélites monitoram de perto a Terra e muitos outros corpos vizinhos: vários planetas e suas luas, asteroides e cometas, planetas anões e o próprio Sol. Instrumentos sofisticados também fornecem dados valiosos sobre objetos e estruturas muito distantes, tornando possível não apenas o reconhecimento do Sistema Solar, como também a investigação de questões fundamentais sobre a origem e o destino do Universo, a formação e a evolução de galáxias e a busca pela vida em outros mundos.
Abaixo, selecionamos algumas das grandes realizações da NASA ao longo de suas seis décadas de existência. Confira:
Apollo: projeto que durou de 1961 a 1972 e culminou no pouso dos primeiros seres humanos na Lua, em julho de 1969.
Voyager: duas naves lançadas em 1977 para explorar os gigantes gasosos do Sistema Solar. A Voyager 1 acabou se tornando o único objeto humano a chegar ao espaço interestelar.
Ônibus espaciais: veículos espaciais reutilizáveis de grande porte que começaram a ser usados no início dos anos 1980 e perduraram por 30 anos. Fizeram centenas de voos e foram essenciais para a construção de projetos como a Estação Espacial Internacional e o telescópio espacial Hubble.
Hubble: é o mais bem-sucedido telescópio espacial já criado. Revolucionou a astronomia e nossa compreensão sobre o Universo.
Kepler: outro telescópio espacial de grande importância, pois foi um dos instrumentos pioneiros no estudo de exoplanetas, identificando milhares deles.
Exploração de Marte: desde os anos 1970, a NASA enviou uma série de missões a Marte e aumentou muito o conhecimento que temos sobre o planeta vermelho. Nos últimos quinze anos, três sondas robóticas exploraram a superfície marciana: Spirit, Opportunity e Curiosity.
Revista Galileu

Vídeo: A última "lua de sangue" iluminará os céus em Setembro


A noite de 27-28 de Setembro, as Américas, Europa e parte da África vão ver a lua entrar na sombra da Terra, criando um eclipse lunar total. Este é o último eclipse da série de quatro visível no hemisfério ocidental, após um lapso de 18 meses e amplamente conhecido como "luas de sangue".

Um eclipse lunar total enfeitará o céu em 27 de setembro, informa a  NASA. Este é um fenômeno celestial especial, que será o quarto e último em uma  série  de eclipses lunar total tétrada conhecida como as luas de sangue ", que começou em abril de 2014. Durante isso, o satélite da Terra ficará vermelha devido à refração da luz solar na atmosfera do nosso planeta.

O evento será apreciado em diferentes partes do mundo, incluindo a América do Sul e a maior parte da América do Norte e América Central. A agência espacial dos EUA disse que para observar não precisa de nenhum equipamento especial : o fenômeno impressionante será visto a olho nu.

A  NASA  já oferece a oportunidade de desfrutar o evento através de uma animação mostrando a mudança de aparência da Lua à medida que viaja dentro e para fora da sombra da Terra. Além disso, no vídeo você pode apreciar o tempo aproximado que o fenômeno irá ocorrer.


RT


#Naty

terça-feira, 18 de agosto de 2015

FOTO: NASA captura um gigante e misterioso espectro vermelho sobre o México


Um astronauta da NASA capturou a partir da Estação Espacial Internacional uma imagem impressionante de um vasto e misterioso espectro vermelho no céu noturno sobre o México.

Conforme relatado pelo portal Discovery News, esta fotografia linda capturada na noite de 10 de Agosto mostra uma vista orbital de tempestades sobre as luzes de uma cidade no sul. Mas, além do forte relâmpago, no lado direito da imagem mostra um grupo de flâmulas vermelhas e roxas brilhantes que aumentam sobre um flash blue-ray.

Segundo os cientistas, são espectros  vermelho, muito breves de lampejos de atividade óptica que normalmente aparecem como tentáculos ramificados vermelhos acima da área de um relâmpago excepcionalmente forte. Estas descargas elétricas pode se estender até 90 quilômetros de altura na atmosfera com a região mais brilhante em torno de altitudes de 65-75 km.

Nota-se que os espectros vermelhos não duram muito tempo, apenas entre 3 e 10 milésimos de segundo, no máximo, para ter conseguido capturar com a câmera é uma verdadeira sorte, e, neste caso, uma grande surpresa.


RT

#Naty

segunda-feira, 17 de agosto de 2015

7 passos para descobrir a existência de vida alienígena

Oque por muito tempo pareceu ser apenas enredo de ficção científica agora está cada vez mais próximo de se tornar realidade. Graças a várias descobertas realizadas nos últimos anos - vide os exoplanetas (alô, Kepler-452b) e outras luas no sistema solar -, a existência de vida alienígena deixou de parecer algo absurdo e distante.
Ellen Stofan, cientista chefe da NASA, acredita que encontraremos outras formas de vida muito em breve. “Temos fortes indícios que a vida além da Terra existe e acredito que encontraremos evidências disso ao longo das próximas duas décadas”, afirma. “Nós sabemos onde procurar, como procurar e, na maioria dos casos, temos tecnologia para tal.”
Com isso, astrônomos planejam missões e passam a pesquisar mais sobre os exoplanetas que possivelmente contêm as novas formas de vida que tanto procuramos. Saiba quais passos eles tomarão para descobri-las:
1 - Mapear os oceanos do sistema solar
Por oceanos queremos dizer planetas ou luas que são gélidos na superfície, mas que abrigam oceanos de água quente dentro de si. A maioria dos planetas do sistema solar estão longe ou perto demais do Sol, mas um planeta com um oceano pode ser uma exceção, pois pode atingir a temperatura certa para a existência de vida. 
Já sabemos que Ganímedes, Europa, Titã e Encélado, duas luas de Júpiter e duas de Saturno, respectivamente, possuem oceanos abaixo de suas superfícies. Para conhecê-los melhor, a NASA lançará a missão Europa Clipper, que deve ser lançada por volta de 2020.
2 - Fazer uma segunda inspeção nesses oceanos
A Europa Clipper não vai conseguir dizer logo de cara se já é possível existir vida nas luas de Júpiter. Isso porque a missão precisa investigar melhor o que já há por ali para poder realizar coletas e análises mais profundas.
Em um primeiro momento, o objetivo da Europa Clipper é entender a composição do oceano da lua Europa e criar mapas de alta resolução de sua superfície. A partir desses dados, uma nova missão pode ser lançada para estudar o gelo e a água diretamente e, em um terceiro momento, procurar por vida.
Tudo isso pode levar um tempo, não só por conta das investigações, mas pelos custos de cada missão - a intenção é realizar a primeira na Europa, e depois outras em Ganímedes, Titã e Encélado.
3 - Trazer amostras da água dos oceanos para a Terra
Chances são que, se os oceanos de fato contiverem algum tipo de vida, elas sejam organismos microscópicos. Se esse for o caso, seria mais fácil recolher amostras de água para eles serem analisados na Terra.
Não são poucos os desafios dessa tarefa: ainda não existe uma tecnologia que consiga recolher e trazer as amostras; há a possibilidade de contaminação da Terra com essas espécies desconhecidas que, além de tudo, podem não sobreviver a viagem - ou a estadia aqui. 
4 - Descobrir planetas em outros sistemas solares
Para descobrir vida em outros sistemas solares, é necessário encontrar exoplanetas nos quais ela poderia existir. Para isso, os cientistas usam o “método do trânsito”, que funciona da seguinte forma: imagine uma estrela a uma distância considerável. Se houver um exoplaneta orbitando aquela estrela, ocasionalmente ele passará entre você e a estrela, bloqueando sua visão desta. A partir disso, os astrônomos conseguem detectar a presença de exoplanetas.
5 - Fazer uma lista dos exoplanetas que podem ser habitados
A maioria dos exoplanetas já encontrados são grandes, gasosos ou quentes demais para serem habitados. Considerando o que sabemos sobre a vida na Terra, o esperado é encontrar um exoplaneta mais rochosos que orbita na zona habitável de uma estrela (assim há calor o suficiente para água, mas não deixa a temperatura impossível para a sobrevivência).
Kepler-452b, descoberto em julho, é um candidato com potencial. Ele é 60% maior que a Terra e, apesar da alta gravidade, seria habitável, de acordo com os cientistas. “A sensação seria muito parecida com a que sentimos na Terra. Além disso, as plantas terrestres poderiam fazer fotossíntese nem problema algum”, afirma Jon Jenkins, um dos responsáveis pela nave Kepler que encontrou o exoplaneta.
6 - Examinar a atmosfera dos exoplanetas
A maioria dos exoplanetas fica longe demais para serem visitados até mesmo por missões destripuladas, logo, a melhor forma de analisar seus espectros é passando por suas atmosferas. Assim é possível saber quais são os gases presentes.
Ainda não existem telescópios com capacidade para analisar a atmosfera de planetas menores como a Terra. Segundo a NASA, o Telescópio Especial James Webb, que será lançado em 2018, terá capacidade de realizar a tarefa.
7 - Procurar sinais de vida nessas atmosferas
Os gases presentes nas atmoferas podem dar indícios da existência de vida alienígena nesses exoplanetas. Por enquanto, o único planeta conhecido com vida é a Terra, então os cientistas estão utilizando o modelo desta para determinar quais são os gases necessários para a presença de vida.

Via Vox

Astronauta da missão Apollo afirma: Ovnis evitaram a guerra nuclear

Edgar Mitchell, participante da missão Apollo 14 e o sexto homem a caminhar na Lua, afirmou em uma entrevista recente que acredita que aliens pacifistas visitaram a Terra. O objetivo era impedir que ataques nucleares acontecessem durante a Guerra Fria. Isso, de acordo com ele, explicaria os avistamentos de Ovnis perto de bases militares na época.
“Falei com muitos oficiais da força aérea que trabalharam nessas estações durante a Guerra Fria. Eles me contaram que os Ovnis eram vistos com frequência e que eram capazes de desligar seus mísseis. Outros oficiais da costa do Pacífico contaram que os mísseis eram derrubados com frequência por naves alienígenas”, afirmou Mitchell.
Não é de hoje que sabemos que o astronauta acredita em visitas extraterrestres. Anteriormente ele já havia declarado crenças similares sobre a presença de ETs em Roswell. Ele cresceu no Novo México, próximo a Roswell, onde as primeiras bombas nucleares foram testadas. “Os ETs estavam por lá porque queriam saber da nossa capacidade militar”, afirmou.

sexta-feira, 14 de agosto de 2015

NASA testou o 'Super Motor' que nos levará a Marte


Stennis Space Center da NASA em Saint Louis (Mississippi) foi testemunha do teste bem sucedido desta semana do funcionamento do poderoso motor RS-25, que fará parte do Sistema de Lançamento Espacial (SLS, por sua sigla em Inglês)  tripulado para o planeta Marte.
O teste, que consistia de montagem, ignição e motor de combustão subsequente impressionou os mais de 1.200 participantes que testemunharam durante 535 segundos a operação e implantação de uma enorme cortina de fumaça,  informou a Nasa em seu site oficial .
O RS-25 é caracterizado pela sua energia: procura alcançar um poder maior que qualquer elevação de nave espacial atual. O sistema de acionamento de mais de 70 toneladas, no futuro, permitirá velocidades de até 35.500 quilômetros por hora.
O seu design, que se assemelha aos propulsores usados ​​no ônibus espacial, é reforçado, tem eficiência e demonstrou alto desempenho em todos os testes até agora.
Os SLS, que terá quatro motores da mesma categoria, fará parte do sistema de propulsão do veículo de exploração espacial Orion, que em 2018 fará missões no espaço profundo e, eventualmente, em Marte.
RT Ruptly
RT Ruptly

quinta-feira, 13 de agosto de 2015

NUNCA FOMOS À LUA


Os livros de História mentem. Os livros de ciência também. ­Nós nunca fomos à lua e a frase famosa de Neil Armstrong ("Este é um pequeno passo para o homem, mas um grande salto para a humanidade") foi pronunciada num estúdio de TV, no deserto de Nevada.
Essa tese foi defendida, entre outros, pelo escritor Bill Kaysing, autorde We never went to the moon (Health Research, 1997). Kaysing trabalhou para a Rocketdyne Research Department que, por sua vez, prestou serviços para o Projeto Apollo. Segundo ele, a Nasa não tinha tecnologia para colocar o homem na lua em 1969. Mas a corrida espacial com os russos obrigava os americanos a fazer isso, de uma forma ou de outra. A ApoIlo 11 foi realmente lançada, mas pousou no Pólo Sul, algumas horas depois. Os astronautas Neil Armstrong, Edwin Aldrin e Michael Collins foram então levados para o tal estúdio de TV secreto e encenaram a conquista da Lua, com frases de efeito, bandeiras americanas e tudo o mais. Segundo Kaysing, as imagens veiculadas pela televisão são evidentemente falsas. As principais pistas são:
1. Não há estrelas no céu. Se não existe atmosfera na Lua, as estrelas deveriam ser visíveis.
2. Não existe nenhuma cratera em cena e a Lua, como se sabe, é cheia de crateras.
3. As sombras dos astronautas no chão não são paralelas e, em alguns casos, apontam para direções opostas, como se existissem duas fontes de luz. Mas só existe uma: o Sol.
4. O módulo lunar não deixou marcas profundas no solo, embora pesasse mais de 13 quilos.
5. Uma das pedras que aparece em cena estaria marcada com a letra "C”. Talvez seja uma pista deixada pelos conspiradores.
James Oberg, engenheiro espacial da Rockwell lnternational, que também trabalhou no Projeto Apollo, contesta todas as afirmações de Kaysing. "Toda época de exploração gera seus mitos, dos fenícios a Marco Polo", explica. "Parte da humanidade sempre nega que a jornada tenha sido realizada, fantasiando sobre criaturas fantásticas e coisas assim. O que me surpreende é que essa crença tenha tão poucos adeptos”.
Bill Kaysing contra-argumenta afirmando que Oberg faz parte da conspiração orquestrada pela Nasa para esconder a verdade.

terça-feira, 11 de agosto de 2015

Novo OVNI teria sido filmado por câmera da Estação Espacial Internacional


Outro OVNI foi avistado próximo da Estação Espacial Internacional, alegam teóricos da conspiração.+
Uma filmagem supostamente feita pela NASA mostra um objeto rosa e branco pairando no espaço.  Este último avistamento segue um outro vídeo da NASA, feito da Estação Espacial em junho passado, o qual mostra luzes misteriosas deixando a Terra, antes da filmagem ser cortada pela agência espacial.+

De acordo com Streetcap1, um usuário do YouTube, o vídeo prova que a NASA está tentando evitar o máximo possível de sabermos sobre a realidade extraterrestre. Contudo, uma explicação mais mundana que pode ser apresentada pela NASA é a de que podem ocorrer cortes de filmagem causados por problemas na câmera, ou por um fragmento de lixo espacial.  Mas a NASA se recusou a comentar sobre esta filmagem.+
Streetcap1 menciona no vídeo: “Durante um período quando a câmera está se movendo por volta de dois minutos, a NASA captura um objeto rosa e dourado à distância.  Capturado em 3 de agosto de 2015.  Precisamos que eles comecem a apontar as câmeras da ISS par fora e parem de nos tratar como crianças”.+
+

Muitos comentaristas acusam a Streetcap1 de ter manipulado a filmage.  Streetcap1 admite ter ajustado o brilho para ‘realçar’ e ‘clarificar’ certas qualidades da imagem, mas insiste que o restante é produto da NASA.+


 Fonte das informações: www.dailymail.co.uk

Cientista revela evidências de vida em Marte, e assunto é alvo de polêmica dentro da NASA


Os cientistas da equipe Curiosity colocaram em pauta um relatório recente sobre potenciais icnofósseis vistos em imagens feitas pela sonda Curiosity da NASA, nas rochas Gillespie, em Marte. A publicação desse assunto gerou muita controvérsia, e por isso, a revista Astrobiology estendeu a mão para a equipe e para o autor do estudo, pedindo que eles comentassem sobre o assunto, e quem sabe, trouxessem informações adicionais.
Em um artigo publicado no mês passado na revista Astrobiology, a geobióloga Nora Noffke chamou a atenção para os indícios que podem ser observados em rochas marcianas, que sugerem uma impressionante semelhança com traços de fósseis de tapetes microbianos da Terra.
rocha Gillespie
Mas nem todos concordaram com a sua interpretação, como por exemplo o cientista projetistas da sonda Curiosity, Ashwin Vasavada. Ele explicou a outros meios de comunicação que a equipe avaliou as características e, segundo eles, seriam traços não-biológicos, que foram provavelmente moldados pela erosão ou pela passagem de areia e água. Ashwin também indagou a decisão de se levantar um relatório sobre tal questão.
A revista Astrobiology pediu ajuda para outros integrantes da missão Curiosity, e para alguns profissionais da área, permitindo que todos dessem suas opiniões a cerca desse assunto tão polêmico.
“Estou intrigado com o tema, porém cético quanto a interpretação”, disse Jack Farmer, um geobiólogo da Universidade do Arizona e membro da equipe Curiosity. “Queremos que a ciência seja orientada por hipóteses, mas devemos sempre nos esforçar para refutar nossas próprias hipóteses”, acrescentou. “Precisamos de muitas evidências para dizer que os recursos tenham origem biológica“.
Linda Kah, uma geobióloga da Universidade do Tennessee e co-investigadora da equipa Curiosity, disse que a equipe investiga cuidadosamente todos os detalhes, e que as rochas de Gillespie não têm nada que não possa ser explicado através de processos não biológicos.
Rochas na regiçao de Yellowknife Bay em Marte
No entanto, Nora Noffke argumenta que seu relatório mostra as explicações não-biológicas para essas estruturas, mas também explica por que as evidências apontam para uma possível origem biológica.
Ela também observa que os padrões de distribuição de estruturas microbianas na Terra variam dependendo de onde eles são encontrados, e também mudam ao longo do tempo. Ela argumentou que os padrões de distribuição das estruturas marcianas são consistentes com os padrões de estruturas microbianas na Terra.
Então existem evidências de vida microbiana em Marte?
“Mais uma vez, eu não tenho a pretensão de ter encontrado vida fóssil em Marte”, disse ela. “Meu papel é enquadrar e estudar essa hipótese, e só ir tão longe quanto os dados me permitem”.
Os corredores da NASA não estão pra brincadeiras
A decisão de publicar o artigo e de mencionar “hipótese de vida microbiana em Marte” causou um certo desconforto entre os integrantes da equipe da missão Curiosity. “Ficamos surpresos que uma publicação tão ousada foi parar na literatura científica”, disse Ashwin. “Ela é interessante, mas não a ponto de ser descrita num documento que tem tanto alcance”.
Afinal, a publicação tem ou não evidências concretas? Qual a conclusão final?
revista Astrobiology pediu ajuda do Journal Astrobiology (que não tem ligação com ela), para que eles fornecessem uma visão mais profunda sobre o assunto.
Sua editora editora-chefe, Sherry Cady, é uma biogeoquímica e especialista em interação de micróbios em sedimentos. Ela também serve como cientista-chefe do Laboratório National Pacific Northwest e de um centro de pesquisas em Richland, em Washington.
Ela comentou: “O processo de revisão dessa polêmica publicação foi profundo, com os mais altos padrões de qualidade e veracidade. O manuscrito original foi enviado para cinco juízes experientes e especialistas na área. O papel passou por quatro revisões finais, até que tudo fosse verificado. O documento foi então editado e revisado novamente por mim e pelo editor sênior, Norm Sleep”.
“O trabalho de Nora Noffke propõe uma hipótese testável, com base em três linhas de evidência, com imagens que mostram suas particularidades”, acrescentou Sherry. “Especialistas na área que desejam esclarecer questões do conteúdo científico de trabalhos publicados na Astrobiology, estão livres para apresentarem suas observações para publicação na revista”.
“Desta forma, os cientistas da missão, assim como peritos de todo mundo, podem juntar esforços para contribuir com a ciência de maneira significativa”, completou Sherry.
Ao que parece, esse assunto não terá uma conclusão aceita por todos, pelo menos não tão logo.Mas tudo bem, afinal, é assim que a ciência é feita.
Fonte: Space / Astrobiology Magazine / Journal of Astrobiology
Imagens: NASA / JPL-Caltech / MSSS / Curiosity