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segunda-feira, 20 de junho de 2016

O inquietante mistério das gêmeas Pollock: um caso de reencarnação documentado pela ciência

Ian Stevenson, doutor em medicina e professor universitário de psiquiatria canadense, estudou mais de 3 mil casos de crianças que pareciam se lembrar de vidas passadas.

Um dos mais significativos foi o das gêmeas Pollock. O dia 5 de maio de 1957 amanheceu com um sol esplêndido em Whitley-Bay, no Reino Unido, às margens do Mar do Norte. Como todos os domingos, as famílias locais se dirigiam apressadas à igreja, para celebrar a missa. As duas pequenas filhas da família Pollock, Joanna e Jacqueline, de 11 e seis anos, respectivamente, foram antes de seus pais para garantir um lugar. 

Quando dobravam uma esquina, uma carruagem com cavalos desenfreados as atropelou, matando-as instantaneamente. Seus corpos ficaram praticamente destruídos, assim como o coração de seus pais ao receber a trágica notícia. Mas eles não sabiam que o destino traria um dos casos mais estranhos de que já se houve notícia. 

Mais de um ano após o acidente, os Pollock voltaram a ter filhos, dessa vez, as gêmeas Gillian e Jennifer, nascidas em 4 de outubro de 1958. Quando tinham somente três anos, as pequenas começaram a falar e, então, seus pais notaram que acontecia algo estranho. Incrivelmente, elas eram capazes de lembrar eventos passados da vida de suas irmãs, falecidas em 1957. 

Elas mostravam conhecer à perfeição cada canto da casa e as pessoas da cidade. E também praticavam hábitos e costumes idênticos aos de suas irmãs e, inclusive, falavam do mesmo jeito. Embora fossem gêmeas, uma parecia ser maior e protegia a outra, que aceitava o papel de irmã menor. 

Enquanto Gillian recordava a vida de sua irmã Joanna, morta aos 11 anos, Jennifer recordava a de Jacqueline, de seis. Elas conheciam as brincadeiras de suas irmãs e colocavam nas bonecas exatamente os mesmos nomes. Houve uma vez em que seus pais as ouviram falar do acidente, descrevendo sensações e a lembrança do sangue saindo de suas bocas. Além disso, demonstravam uma fobia a veículos que passavam pela rua. 

Entretanto, precisamente aos cinco anos, idade em que os cientistas coincidem em apontar um limiar para a recordação de vidas passadas, as pequenas deixaram de experimentar esses comportamentos estranhos. O caso teve tanto impacto que foi publicado no livro European Cases of the Reincarnation Type. 


terça-feira, 16 de fevereiro de 2016

Sai Baba, o Iogue Reencarnado


A ciência moderna considera os milagres religiosos coisas do passado. Assim, eles podem ser comodamente desconsiderados, como produtos de uma era mais ingênua.
Não obstante, discípulos de inúmeros líderes religiosos testemunhavam eventos paranormais que remontam aos profetas e messias de outras eras. A mais conhecida dessas divindades contemporâneas era Sai Baba, um iogue que afirmava ser a reencarnação de seu homônimo, Sai Baba, de Shirdi, que morreu em 1918, oito anos antes de seu nascimento na província de Puttaparti.
O segundo Sai Baba levou uma vida relativamente normal até atingir a idade de 14 anos, quando sofreu um derrame cerebral debilitante, durante o qual ele periodicamente cantava e recitava passagens poéticas da filosofia védica. Emergindo da doença, que o deixou em uma espécie de transe, Sai Baba de repente anunciou para seus pais que era um avatar, ou uma reencarnação divina, do famoso homem santo que morrera quase uma década antes de seu próprio nascimento.
Outros iogues declararam ter conseguido realizar um ou dois milagres mediúnicos durante suas carreiras públicas. Sai Baba, por outro lado, realizava milagres com a mesma facilidade com que muitos de nós conferimos o saldo bancário ou escrevemos uma carta.
Entre os atos de fé supostamente realizados por Sai Baba estão o tele-deslocamento, a levitação, a telecinésia e a manifestação de objetos materiais - ele parece ter uma distinta preferência por pétalas de rosas - que surgem do nada. Dizem que Sai Baba também já ressuscitou mortos e multiplicou alimentos uma centena de vezes.


quarta-feira, 27 de janeiro de 2016

Transtornos Mentais Podem ser Reflexo de Vidas Passadas


No Brasil, estima-se que 23 milhões de pessoas precisam de algum atendimento em saúde mental. Pelo menos 5 milhões sofrem com transtornos graves e persistentes.
Para a medicina tradicional, uma questão genética, complexa, que pode ser, talvez, causada por alterações químicas no cérebro. E que, apesar de tantos estudos, ainda não se sabe ao certo a causa deles. Mas para os médicos espíritas, os transtornos mentais têm, sim, explicações. Essa área da medicina, inclusive, é a que mais se distancia da medicina tradicional. Questões emocionais desta e de outras vidas entram em jogo. “O transtorno mental é um indicio do passado”, define o presidente da Associação Mineira dos Médicos Espíritas, Andrei Moreira, apontando aí as vidas passadas como ponto de partida para essa discussão.
 De acordo com dados da Organização Mundial de Saúde, as doenças mentais e neurológicas atingem aproximadamente 700 milhões de pessoas no mundo. No Brasil, estima-se que 23 milhões de pessoas precisam de algum atendimento em saúde mental. Pelo menos 5 milhões sofrem com transtornos graves e persistentes.
20130826092455184815eSegundo o psiquiatra e director técnico do Hospital André Luís, Roberto Lúcio Vieira, a psiquiatria é a área da medicina em que os ensinamentos espíritas mais conseguem aparecer. Isto porque, segundo ele, além de levar em consideração questões genéticas, assim como a medicina tradicional, os médicos espíritas, diante de um paciente com transtorno mental grave, levam em conta as vidas passadas. “O adoecer é o caminho para cura. Temos percebido que muitos males, como os quadros graves de esquizofrenia, geralmente são de espíritos que, em outras vidas, abusaram muito do poder que tinham, cometeram homicídios ou tentaram o suicídio várias vezes. Quando eles adoecem nesta vida, é porque bateu a culpa da vida anterior”, explica Roberto.
Também membro da Associação Mineira Médico Espírita, Roberto, num artigo escrito no portal da entidade, diz que a doutrina espírita tem mostrado que os processos mentais seriam frutos da atividade espiritual, com repercussão na estrutura física cerebral. “Sendo assim, o cérebro seria apenas o instrumento. No entanto, para ocorrer essa integração entre a essência espiritual, a sua manifestação e a estrutura física, é necessária a existência de um elemento que seja intermediário, tanto na função quanto em sua composição. Esse corpo é chamado espiritual ou perispírito”, define.
MATÉRIA 
O perispírito, de acordo com o conhecimento espírita, é envoltório fluídico que uniria a alma humana ao corpo físico e, através do qual, o espírito actuaria na matéria. Mas, antes de mais nada, é preciso compreender que, para o espiritismo, somos seres em constante evolução e estar encarnado é o processo para evoluir. No livro a Cura e Auto-Cura, uma visão médico espírita, do homeopata Andrei Moreira, ele explica que a reencarnação é a lei biológica natural, “instrumento da evolução, em que o ser experimenta o contacto com a diversidade e desenvolve aptidões necessárias ao progresso.” Ele diz que a reencarnação devolve ao homem o fruto de suas escolhas, “em mecanismos naturais de reencontros, saúde ou doença.”
Segundo explica o psiquiatra espírita Jaider Rodrigues, o paciente da psiquiatria é visto por dois viés: “Levamos em conta a influência espiritual, que pode ser do próprio paciente, ou seja, questões do próprio espírito e, também, as influências externas, que podem ser de outros espíritos que passam a influenciar no quadro mental do paciente”, explica, acrescentando que todos os casos são passivos de auxílio. “Usamos os recursos da ciência, acrescidos da compreensão espírita.”
Jaider recorda o caso de uma paciente que lhe chamou a atenção. Muito bonita e,  no máximo com 30 anos, essa mulher, de BH, desenvolveu um quadro de esquizofrenia grave, sem motivo aparente. “Ela entrou em um quadro psicótico e tivemos que interná-la no Hospital André Luiz, pois estava agressiva, falava coisas sem sentido. Durante as sessões mediúnicas que fazemos para os pacientes, apareceu um espírito dizendo ter sido escravo na vida anterior e contou que aquela mulher, na sua última vida, tinha sido casada com um senhor de engenho e abusava muito dos escravos, com requinte de crueldade. Nesta vida, esses espíritos a perturbaram”, conta, dizendo que o espírito avisou ainda que seria difícil livrá-la dessas influências externas, e que por mais que os médicos fizessem, nada ia adiantar. “Por um tempo, ela conseguiu melhorar. Mas não durou muito e faleceu”, lamenta Jaider.
Processo de evolução
Geralmente, os transtornos quando se manifestam, é a culpa do que se fez em outra vida, como apontam os estudos espíritas. Mas, de acordo com os médicos, não se trata de um castigo divino. Faz parte do processo de evolução daquele espírito. Ouvir vozes, de acordo com Jaider, pode ser, sim, um espírito a falar. A obsessão, de acordo com o precursor do espiritismo, Alan Kardec, é a ação persistente que um espírito mau exerce sobre um indivíduo. “Apresenta caracteres muito diversos, desde a simples influência moral sem perceptíveis sinais exteriores até a perturbação completa do organismo e das faculdades mentais”, diz em seu livro, o Evangelho segundo o espiritismo. Ele diz que a obsessão ocorrerá toda vez que alguém, encarnado ou desencarnado, exercer sobre o outro constrição mental negativa.
De acordo com Kardec, há vários tipos de obsessão, sendo o mais grave o de subjugação, em que o obsessor interfere e domina o cérebro do encarnado. A subjugação pode ser psíquica, física ou fisiopsíquica. Assim, as doenças mentais ou físicas podem, sim, de acordo com o conhecimento espírita, sofrer influências externas. Um dos tratamentos indicados são os passes, idas ao centro espírita e sessões de desobsessão, em que os médicos médiuns ajudam os espíritos desencarnados e encarnados envolvidos no processo a receber esclarecimentos, para que ambos tenham bases sólidas para mudar hábitos e atitudes, condicionando-se a atitudes mentais mais saudáveis. Segundo escreveu Francisco Cândido Xavier, ao psicografar a obra de André Luíz, Mundo maior, “o processo obsessivo não é, na realidade, uma doença, é simplesmente um reflexo de mentes doentias que se unem. Ele não é uma causa, é o efeito de um ‘mal’ anterior”.
REBELDES 
Nesses casos de transtornos mentais, além do conhecimento espírita, medicamentos são usados. Kardec acreditava que somente medicação não traria alívio. No Hospital André Luiz, em BH, que tem 45 anos de funcionamento, sendo referência para casos psiquiátricos, os pacientes, de acordo com o director, Roberto Lúcio Vieira, são de todas as crenças, sendo o diferencial da unidade o tratamento espiritual. Segundo ele, há no hospital 350 funcionários que trabalham voluntariamente. “Com autorização do paciente ou da família, aplicamos os conhecimentos do espiritismo.” De acordo com ele, algumas doenças psiquiátricas, geralmente, são de indivíduos mais rebeldes.
É o caso, por exemplo, da depressão, que afeta cerca de 35 milhões de pessoas no Brasil. “É uma doença que demarca a grande rebeldia do espírito”, diz Roberto. Segundo Jaider, geralmente, é o espírito não se contentando com a vida que Deus lhe deu. “É como se dissesse ‘já que não tenho a vida que quero, não aceito a vida que tenho’. Se o paciente der espaço, a gente estimula a relação com Deus e o hábito da oração”, conta. Os pensamentos negativos também contribuem para o quadro.
Outro mal apontado pelos médicos é o de Alzheimer. Segundo Roberto, assim como a medicina tradicional vem tentando entender essa doença que afecta a memória do paciente, o espiritismo também busca suas explicações. Um dos esclarecimentos para a causa da enfermidade é que a grande maioria dos portadores da doença foi culturalmente pobre durante a vida, se prendeu a questões materiais e dificuldades de relacionamento. “Quando ocorre o Alzheimer, é como se fosse uma oportunidade para que essa pessoa chegue mais “limpa” espiritualmente no outro plano. E para os familiares, é uma prova de paciência.”
Uma nova visão
Transtorno mental
Os médicos espíritas passaram a perceber, por meio de estudos e casos clínicos, que muitos pacientes que desenvolvem algum transtorno mental sofrem influência da sua vida anterior. No caso da esquizofrenia grave, por exemplo, tem-se percebido que esses espíritos, em vidas passadas, cometeram alguma transgressão às leis divinas e, nesta vida, sentiram o peso da culpa. O paciente pode, sim, sofrer ainda influência de outros espíritos que tiveram alguma ligação com ele nas outras vidas.
Mal de Alzheimer
Assim como a medicina tradicional estuda as causas do Mal do Alzhemeir, a doutrina espírita começa a perceber que as pessoas portadoras do mal, geralmente, foram pessoas apegadas a bens materiais e muito vaidosas, que precisam do desapego, do “esquecimento”, marca da doença, para evoluir e fazer uma limpeza na alma.
Depressão
Para os médicos espíritas, a depressão atinge aqueles espíritos rebeldes, que não estão satisfeitos com a vida que Deus lhe deu. Assim, se abrem para os pensamentos negativos e as influências externas que podem contribuir para o agravamento do quadro.

terça-feira, 26 de janeiro de 2016

A Rodovia da Recordação


Déjà vu em francês significa, literalmente, "já visto". A expressão se manifesta na forma de uma sensação intensa de familiaridade com uma situação ou um lugar, embora a pessoa jamais a tenha experimentado ou tenha estado ali antes. Muitos especialistas dizem que tais incidentes poderiam ser causados por pequenos derrames cerebrais, mas alguns casos ultrapassam os limites da psicologia, sugerindo que o paranormal está agindo.

Um caso fascinante relatado pelo parapsicólogo D. Scott Rogo serve para ilustrar essa afirmação. Em 1985, uma mulher de Nova Jersey escreveu-lhe contando sobre uma viagem que ela fizera pela região conhecida como New Jersey Turnpike. A paisagem era estranhamente familiar, e a mulher finalmente virou-se para sua companheira de viagem e disse:

- Sabe, eu nunca estive aqui antes, mas acho que se seguirmos uns 2 quilômetros por esta estrada encontraremos uma casa onde eu já morei.
A mulher continuou o relato:
- Uns 5 quilômetros mais adiante, eu disse à minha amiga que depois da próxima curva chegaríamos a uma pequena cidade localizada bem perto da barreira do pedágio. Contei-lhe que as casas teriam paredes brancas, seriam sobrados, e construídas umas muito perto das outras. Senti que já havia morado ali quando tinha 6 anos de idade, mais ou menos, e que costumava ficar sentada com minha avó na frente da casa. As lembranças foram ficando cada vez mais fortes, e pude lembrar até de ficar sentada no balanço, enquanto minha avó amarrava meus sapatos.
Quando a mulher chegou à cidade, reconheceu a casa imediatamente, muito embora já não existisse mais o balanço. Ela lembrou que costumava caminhar duas quadras para chegar a uma lanchonete com um balcão alto de mármore branco, onde pedia uma limonada. Seguindo de carro pela rua, as mulheres encontraram o edifício, já coberto com tábuas e semidemolido, mas ainda lá.
As duas amigas continuaram com o carro, já saindo da cidade, e a mulher teve sua próxima experiência de déjà vu.
- Daqui a umas três quadras, chegaremos a uma pequena ladeira que leva a um cemitério, e foi ali que eu fui enterrada.
O cemitério estava ali, mas a amiga da mulher, nessa altura já totalmente em pânico, recusou-se a parar e procurar o túmulo.

segunda-feira, 28 de dezembro de 2015

A Estranha Visita de Mary Roff



Na questão longamente debatida da reencarnação, um dos casos mais recentes de que se tem notícia é também o mais surpreendente. Trata-se da história de Mary Lurancy Vennum que, aos 13 anos de idade, em 1877, sofreu alguns ataques de epilepsia com estranhos resultados.

A primeira evidência da reencarnação de Vennum emergiu após um ataque que a deixou inconsciente por cinco dias. Quando voltou a si, ela contou a seus pais que visitara o Paraíso e conversara com um irmão e com uma irmã que já haviam morrido. Mary Vennum não tinha irmãos nem irmãs, e para seus pais ela parecia destinada a parar não no Paraíso, mas em um hospício, particularmente depois que começou a falar com as vozes estranhas de um homem e de uma mulher.
Mas Asa Roff, um amigo da família, interveio. A filha de Roff morrera dezesseis anos antes durante um ataque epiléptico, e ele conhecia um médico que podia ajudar. O dr. E. W. Stevens foi chamado e encontrou Mary Vennum em transe mediúnico, incorporando primeiro o homem e depois a mulher.
Stevens prontamente hipnotizou a menina, que contou-lhe que havia sido possuída por maus espíritos. Quando o médico sugeriu que seria necessário um outro espírito do além para ajudá-la a se livrar daquelas entidades, a própria Mary fez uma sugestão: propôs que Mary Roff, a filha morta de Asa Roff, fosse chamada. Ele concordou sem perda de tempo.

Quaisquer que possam ter sido os distúrbios psicológicos daquela menina, o fato é que a ciência da psicologia dificilmente poderá explicar o que aconteceu a seguir. No dia seguinte, Mary Vennum pareceu transformar-se em Mary Roff, e quando a sra. Roff e uma filha foram visitá-la, Mary chamou a irmã pelo nome, embora as duas jamais tivessem se visto, abraçou as duas e chorou. Ela voltou com as duas à casa dos Roff e pareceu reconhecer tudo e todos na vizinhança, constantemente recordando incidentes da infância de Mary Roff. Interrogando-a a fundo, o próprio Stevens convenceu-se de que a menina sabia tudo sobre a vida de Mary Roff.
Após algum tempo, a menina disse à família Roff que só podia ficar ali alguns meses. Posteriormente, anunciou o dia exato em que partiria e, finalmente, despediu-se. Depois disso, ela voltou ao lar dos Vennum, onde o sr. e a sra. Vennum ficaram felizes ao ver que sua filha Mary Lurancy Vennum voltara para sempre - e completamente curada da epilepsia.





quarta-feira, 16 de dezembro de 2015

Reencarnação: a garota que diz se lembrar de suas 10 vidas passadas

Com apenas 3 anos de idade, a pequena Joey Verwey já impressionava sua família com os detalhes minuciosos sobre, o que ela dizia ser, suas vidas passadas. Sua fala era tão convincente que seus familiares não entendiam como uma criança tão pequena poderia inventar tudo aquilo. 
Em menos de dois anos, ela já estava se reunindo com professores de psicologia, gurus da reencarnação e jornalistas investigativos. Em sua maioria, os especialistas afirmaram que a garota é a prova de que reencarnação existe.
Em sua “primeira vida”, Joey diz se lembrar que viveu em uma caverna há milhões de anos. Incrivelmente, ela foi capaz de levar os investigadores a cavernas na África do Sul que ela nunca havia visitado anteriormente. Estas eram as mesmas cavernas onde o paleontólogo Robert Broom disse ter descoberto o elo perdido entre macacos e humanos. 


Joey também descreveu com facilidade e convicção sua vida como escravo egípcio, explicando sobre as técnicas de pavimentação de estradas feitas na época. Além disso, afirmou ter sido um cristão perseguido pelo imperador romano Nero durante o século I e que conheceu São Pedro.
Causando ainda mais espanto, a pequena se encontrou com uma mulher idosa e disse que ela foi sua filha em uma vida anterior. Elas conversaram por um longo período e a senhora disse que lembrou muito da própria mãe.

***

Por ser um caso antigo, ocorrido na década de 60, não há muitas informações sobre a vida de Joey Verwey. Encontramos algumas citações em jornais, mas nada aprofundado. Continuamos buscando e, assim que encontrarmos, a matéria poderá ser atualizada.

quinta-feira, 15 de outubro de 2015

As Vidas de Shirley MacLaine


Em uma carreira cinematográfica com muitos altos e baixos, Shirley MacLaine transformou-se de repente em grande estrela. Versátil e talentosa, ela dança, canta e representa. Depois de várias vezes indicada para o grande prêmio da Academia, ela finalmente ganhou um Oscar, em 1983, por sua atuação no filme Laços de Ternura; mas ela previu que isso aconteceria.
- Enquanto eu me preparava para o filme - diz ela -, tive uma visão de como seriam os eventos futuros, que se confirmaram: o filme foi um sucesso, ganhei o Oscar, e depois escrevi um livro sobre minhas experiências mediúnicas: Minhas Vidas.
Durante toda sua longa carreira, Shirley MacLaine sempre sofreu o nervosismo de estréia, ou o medo de representar, fato muito comum entre os atores. Mas ela conseguiu curar-se, consultando um acupunturista no deserto do Novo México. Após ser submetida a um tratamento, Shirley MacLaine, como muitos dos clientes do acupunturista, lembrou-se de vidas passadas.
- Na verdade - declarou -, em uma de minhas vidas passadas eu fui um bobo da corte, morto decapitado após uma apresentação em particular para o rei.
Ela afirmou que em sua experiência de regressão, conseguiu ver a cabeça do bobo da corte rolando pelo chão.
- Não admira que eu tivesse medo de representar - concluiu.
A visão ajudou-a a superar o problema, e contribuiu para seu futuro sucesso.

segunda-feira, 21 de setembro de 2015

Lembranças de Vida e Morte Anteriores


Os hipnotizadores freqüentemente fazem com que adultos regridam à infância. Muitos adeptos do mesmerismo - teoria segundo a qual toda pessoa tem um magnetismo animal que pode transmitir aos outros para fins terapêuticos - já conseguiram levar a regressão mais além, usando a força hipnótica para ajudar as pessoas a lembrar-se de vidas anteriores.
O hipnotizador inglês Henry Blythe, por exemplo, começou a realizar experiências com uma mulher chamada Naomi Henry, de Exeter. Sob hipnose, ela declarou ser uma fazendeira irlandesa do século 18 chamada Mary Cohen, e passou a descrever toda sua vida anterior, inclusive sua juventude, seu casamento problemático com um fazendeiro violento, e até mesmo sua morte.
Naomi descreveu o último momento de Mary Cohen, um acontecimento muito doloroso, quando de repente ficou em silêncio. Blythe entrou em pânico ao perceber que o rosto da mulher tornava-se pálido. Pouco tempo depois, ela parava de respirar e ele não conseguia encontrar seu pulso.
- Você está em segurança - Blythe repetia, apreensivo.
Finalmente, após vários segundos, seu pulso retornou e ela começou a respirar outra vez. Lentamente, Naomi voltou ao estado normal.
Todos se sentiram aliviados, e Blythe declarou que Naomi Henry contara-lhe sobre uma outra vida como uma garota inglesa no início deste século.

quarta-feira, 9 de setembro de 2015

O caso de Renata



O psiquiatra Tcheco Stanislov Grof, especialista no uso de alucinógenos, trabalha atualmente no famoso Esalem Institute em Big Sur, EUA. Antes de sair de sua pátria, Stanislov tratou de uma jovem dona de casa chamada Renata (minha xará), em avançado processo de autodestruição.

Grof pediu a sua paciente que recordasse seu doloroso passado com o auxílio de LSD (Dietilamida do Ácido Lisérgico) e, em pouco tempo, ela começou a relatar cenas da cidade de Praga no século 17. Descreveu corretamente a arquitetura, o vestuário, e até mesmo as armas daquele período. Ela guardava lembranças vividas da invasão da Boêmia pelo império Austro-Húngaro dos Habsburgo. E chegou inclusive a descrever a decapitação de um jovem nobre pelos Habsburgo.

Grof tentou entender as visões com todas as ferramentas terapêuticas de que dispunha, mas não conseguiu encontrar nenhuma explicação psicológica. Ele partiu para os EUA antes que o caso pudesse ser solucionado. Mas, dois anos mais tarde, recebeu uma carta de sua antiga paciente. Acontece que Renata encontrara seu pai, a quem não via desde a infância. Durante suas conversas, ela ficara sabendo que seu pai fizera um estudo genealógico da família até o século 17 - chegando a um nobre decapitado pelos Habsburgo durante a ocupação do que mais para frente seria a antiga Tchecoslováquia.

Como Renata conseguiu "lembrar" essa informação continua um mistério, pois seu pai, aparentemente, fez essas descobertas após abandonar sua família. Renata acredita que suas impressões emergiram de alguma forma de lembrança "herdada".
O próprio Grof afirma que as lembranças de Renata originam-se de uma vida anterior em Praga.

segunda-feira, 17 de agosto de 2015

Um menino na Tailândia pode alegadamente recordar de detalhes específicos de sua vida anterior como uma serpente.


Em um aparente caso de reencarnação animal, um menino tailandês chamado Dalawong tinha três anos quando ele conheceu um conhecido de seu pai, o Sr. Hiew, pela primeira vez.

Apesar de nunca ter conhecido o homem antes Dalawong foi capaz de descrever em explícita detalhes de um confronto entre o Sr. Hiew, que era um caçador, e uma cobra que ele tinha matado em uma caverna.

Aos três anos de idade, ele apresentou um relato preciso de como a cobra tinha sido encurralada por dois cães de Hiew antes de ser morta e preparada para Comida.

Ele mesmo descreveu como seu pai tinha comido um pedaço da cobra, um fato que ambos os homens foram mais tarde capaz de verificar.

A notável lembrança desses eventos de Dalawong foi atribuído ao fato de que ele acreditava ter vivido a vida dessa mesma cobra em sua encarnação anterior.

O menino ainda sofria de uma rara condição da pele que cobria a parte inferior do corpo em escamas como as encontradas em cobra.

O caso peculiar foi investigado por Francis Story, um associado do falecido Dr. Ian Stevenson e cujas conclusões foram posteriormente colocar em papel em um livro sobre reencarnação pelo Dr. Jim Tucker.

Arquivo UFO

#Naty

sexta-feira, 14 de agosto de 2015

Em busca da Quinta Dimensão


Michio Kaku é um físico teórico estadunidense. É professor e co-criador da Teoria M, um ramo da Teoria das Cordas. Formou-se como bacharel pela Universidade de Harvard em 1968. Em 1972, ele dirigiu-se ao Berkeley Radiation Laboratory na Universidade de Berkeley para receber o PhD. Em 1973, tornou-se membro da Universidade de Princeton. E atualmente é professor da City University of New York e escreve vários artigos técnicos envolvendo a teoria das cordas, a supergravidade, supersimetria e hádrons. Seus estudos se concentram na Teoria M como uma possibilidade de unificação entre o micro e o macro, que pode levar a “Teoria do Tudo”.
A Física tem dois pilares que são mutuamente incompatíveis: Teoria Quântica de Campos e Teoria da Relatividade Geral. A unificação desses pilares pode exigir 11 dimensões, sendo que uma delas mostra que o Universo é uma brana, ele está em pleno movimento no multiverso e a colisão de 2 branas pode responder o maior problema da cosmologia: o que foi o Big Bang? Este trabalho apresenta a Teoria M como uma possibilidade de unificação entre o micro e o macro, que pode levar a Teoria do Tudo.
Palavras chaves: Relatividade, Teoria Quântica de Campos, Supercordas, Teoria M.
Um mundo é a soma total de todas as situações espirituais em um planeta, que determina como será a vida, a energia predominante que exercerá, movimento, ação e tipo de matéria.
Um planeta é a base física para esses diversos mundos. É o plano material onde as diversas vidas são vividas em seus respectivos planos. Um planeta pode ter vários mundos em anexo trabalhando no mesmo espaço físico.
Os “mundos” anexados a um planeta especifico são chamados de mundos paralelos.
Nós, os humanos, somos chamados de “seres multidimensionais”.
Existe um numero infinito de realidades paralelas, todas existindo simultaneamente e seres multidimensionais são seres que vivem em diversas dimensões paralelas simultaneamente.
Nossas escolhas e aprendizados interferem nos nossos outros “eus” espalhados nas outras dimensões, assim como nossos outros “eus” interferem no eu da terceira dimensão, essa qual eu escrevo.
Todos esses “eus” juntos formam nossa essência, o que somos, o que aprendemos e onde estamos e onde vamos estar.
Existe um “tipo de frequência” para cada mundo e se estamos nesse mundo da terceira dimensão (Mundo/Terra), é para experienciar situações que estejam de acordo com essa frequência.
Não podemos mudar o mundo em que estamos inseridos, mas você pode mudar a sua frequência para estar de acordo com o mundo que você prefere experienciar, num mundo (Terra) paralelo, que já existe num outro nivel de frequência e, todos na mesma frequência estarão nesse mundo.
Fala-se muito da ascensão da Terra para um mundo da quinta dimensão, mas entenda, o mundo da terceira dimensão não deixará de existir num passe de magica, pois zilhões de seres vibram nesta frequência e precisam ou vão escolher (inconscientemente e conscientemente) continuar a reencarnar nesse mundo de ilusões, polaridades, dualidades.
Porque reencarnar? Vamos ter que “morrer” nesse processo todo? Com certeza! Mas, você já sabe que a morte não existe e que cada um irá despir-se da carne da forma que precisa ou pode salvar sua pele, embarcando numa das “naves” que com certeza estarão visíveis, seguir Jesus, Maomé, Buda, Asthar Sheran, Miguél, etc,. A escolha é sua!
Não entendeu? Apenas continue estudando. Não é possível entender tudo de imediato. Primeiro absorvamos as informações e com o auxilio da intuição o entendimento acontece naturalmente mais tarde.
Você precisa escolher o caminho que é um pouco mais difícil, porque demanda empenho para compreender o que ainda não compreendeu ou escolher o caminho mais fácil e manter-se iludido, pois montar o quebra cabeça dá um trabalho danado e temos a tendencia de focar nossa atenção apenas num ponto, ou em alguns pontos: família, trabalho, dinheiro, entretenimento, religião, pois isso é a matrix.
Focados apenas nesses pontos, não conseguimos ver o cenário todo, apenas enxergarmos algumas pecinhas, aquelas que eles desejam que vejamos.
Ficamos limitados quando focamos nosso aprendizado apenas em um ponto, por isso estudar um pouco de tudo é importante para conhecer todos os lados do mesmo ou de vários pontos e assim alcançar entendimento para nos libertar da vivencia nessa frequência.
Sempre me questionam se eu não acredito no auxilio de seres mais evoluídos, e eu sempre respondo do mesmo jeito. Claro que acredito!
Eles estão por ai, sempre estiveram e sempre estarão, nos auxiliam sutilmente, nos levam ao conhecimento, nos ajudam a encontrar respostas, basta sentir. O que você precisa se perguntar é: que tipo de auxilio quer?
Estes seres preocupam-se com o nosso crescimento através da experimentação, pois sabem que para crescer é preciso aqui na terceira dimensão compreender o dualismo, as polaridades e buscar o equilíbrio, enxergar nível de informação ao invés de certo ou errado, bom ou mau. Eles já passaram por isso.
Naves, tecnologia, resgate, interferência brusca são necessários para nos proteger ou nos auxiliar na terceira dimensão, para aqueles preocupados com a matéria.
Na quinta dimensão não existe matéria densa que estamos acostumados, tudo é construído através do pensamento e das informações contidas no fluido universal, de acordo com a consciência de quem cria.
Não precisa de naves ou qualquer outro meio de transporte, não é necessário tecnologia de qualquer tipo, não é necessário se alimentar, dormir ou mesmo falar.
O tempo é ilusório, é um meio de controle necessário quando se está na terceira dimensão, mas na quinta dimensão tudo simplesmente acontece de acordo com o que se pensa.
Tempo é como medimos a velocidade e o percurso entre um ponto A e B, ou por exemplo, o tempo de percurso da Terra em volta do Sol.
O conceito de tempo só existe, porque há necessidade de medir, é como nos orientamos, criamos o tempo e/ou ele nasceu com a matrix que sustentamos, por isso é um conceito.
A física quântica diz que não devemos olhar para o tempo, pois se olhamos para ele, ele já não está mais lá.
Medimos a distancia ou percurso do ponto A ao B, através da velocidade, não existe nave ou tecnologia mais veloz que o nosso pensamento.
Na quinta dimensão não se faz o percurso e nem mede-se a distancia, pois cria-se através do pensamento. Você deseja estar, estará. Cria-se o que pensa, tudo é realizado no presente, no agora.
A matrix é um estado de consciência, ou melhor, de nossa inconsciência. Conforme expandimos nossa consciência, modificamos esse estado.
Não é só uma questão de ciclos, as mudanças estão acontecendo e acontecerão em larga escala, porque a grande maioria deseja mudanças.
Criamos individualmente e coletivamente, atraímos o que pensamos, desejamos. A cada aceleração daquilo que percebemos como o tempo, nossa consciência se amplia, porque o fluxo de informações está acelerado e, por isso também, percebemos essa aceleração.
As informações sempre estiveram aqui, mas só agora estamos percebendo e organizando-as E sempre que organizamos algo, muita coisa é descartada ou substituída.
Você não precisa morrer acreditando no caminho da salvação através de outros, porque seremos salvos do que? De nós mesmos, de nossas criações e de estados de consciência?
Estou focando nesse ponto, pois essa crença é a mais difícil de ser alterada, pois fomos muito bem doutrinados nesse aspecto e é preciso ter humildade para mudar de opinião, de ponto de vista, etc.
Assim, como na terceira dimensão as informações estão disponíveis, basta que desejemos acessá-las e haja empenho na busca, igualmente existem informações nas outras dimensões, a diferença é que há mais liberdade (sem influencia ou controle) para acessar esse outro vasto campo.
Não ha guias, professores, alunos, mãe, pai, filho, esposa ou marido, apenas consciências em sintonia e em crescimento, todos se ajudam pensando, criando, buscando no campo universal ilimitado as informações e respostas que precisam sem manipulação de nenhum tipo.
Seres que ainda permanecem na vibração da matéria que se preocupam em proteger seus corpos de carne e osso e, igualmente seres que se preocupam com nossos corpos de carne e osso, é que desejam salvá-los.
A Terra da terceira dimensão irá continuar após inúmeros cataclismos, os sobreviventes povoarão esse mundo novamente cumprindo a transição para a Era de Aquário, vivendo entre os “deuses” e suas tecnologias, novamente esses serão seus guias, e aqueles que se sintonizarem com a vibração dessa Era, estarão realmente vivendo uma Era de Ouro.
Não existe verdade, existe ou não é a sintonia entre o que eu percebo e o que você percebe. Ninguém precisa convencer ninguém ou travar brigas de egos, pois cada um sintoniza seu radinho na estação de musicas que mais lhe agrada.
Provas sobre manipulação e conspiração? Provas sobre OVNIs e alienígenas? Para quê?
Quem sintoniza seu radinho nessa estação, não precisa de provas, porque já consegue ver, porque se já processou a informação é outra estoria. Os avistamentos de OVNIs se intensificarão ainda mais, faz parte da agenda dos seres que comandam o show na terceira dimensão, faz parte da transição.
Reais, fakes, militares ou não eles já estão aqui e outros estão chegando trazendo um novo “perfil de espiritualidade”.
Para viver a espiritualidade basta se conectar com o Cosmo, que nada mais é que um imenso campo informacional, onde todas as respostas estão disponíveis, informações que passam pelo filtro do coração, filtro cheio de bloqueios, preconceitos, crenças, medos, apegos, egos inflamados.
Espiritualidade não é religião, doutrina, dogmas, comunicação psicografada ou canalizada, tudo isso é apenas mais filtros.
Espiritualidade é uma filosofia de vida, é viver para ser, se encontrar, se conhecer, se amar, reconhecer em si a Divindade, a Luz e a Criação.
“Ó homem, conhece-te a ti mesmo e conhecerás os deuses e o universo” – Inscrição no Oráculo de Delfos, atribuída aos Sete Sábios (650 a.C. – 550 a.C.)
A resposta está sempre na simplicidade, simplifique: busque-a por você.
Você está mais para o mundo do pensamento ou para o mundo da tecnologia?
As informações contidas neste texto constam no livro que este autor escreveu, com o titulo de “Mundos Paralelos”.

terça-feira, 11 de agosto de 2015

Assassinado e Reencarnado


O dr. Ian Stevenson é o mais notável conhecedor de reencarnação do mundo, um especialista em sair ao encalço de casos de crianças que parecem se lembrar de vidas passadas. Particularmente surpreendentes são os casos em que a criança nasce com marcas de nascença aparentemente herdadas de sua existência anterior. Um de seus casos mais dramáticos o de Ravi Shankar, que nasceu na cidade de Kanauj, Estado de Uttar Pradesh, Índia, em 1951.
Desde sua infância, Ravi afirmava que, na verdade, era filho de um homem chamado Jageshwar, um barbeiro que morava em um distrito nas redondezas. Ele dizia também que fora assassinado. Seu pai da vida presente não acreditava em uma só palavra do que dizia, e começou a espancá-lo para fazer com que parasse de falar bobagens. Os castigos corporais de pouco adiantavam para reprimir as lembranças de Ravi, e ele ficou ainda mais obcecado com as revivificações de sua vida passada à medida que ia ficando mais velho. Chegou mesmo a desenvolver a estranha ilusão de que seus assassinos da vida anterior ainda estavam querendo pegá-lo. Embora a história toda fosse fantástica, Ravi nascera com uma bizarra marca. Era uma cicatriz de 5 centímetros de comprimento sob o queixo, que lembrava um tipo de ferimento feito por faca.
As lembranças e a idéia fixa de Ravi finalmente foram associadas a um assassinato ocorrido naquela região, seis meses antes de seu nascimento. No dia 19 de julho de 1951, o jovem filho de Jageshwar Prasad - um barbeiro local - foi assassinado por dois homens, que o decapitaram. Os homens, na verdade parentes da vítima, queriam herdar os bens imóveis do pai do rapaz. Embora os assassinos tenham sido presos, tiveram de ser libertados, devido a um recurso jurídico impetrado pelo advogado.
Quando Jageshwar Prasad ficou sabendo das declarações de Ravi, decidiu visitar a família Shankar para verificar os relatos pessoalmente. O barbeiro conversou com Ravi durante um longo tempo, e o rapaz, gradativamente, reconheceu-o como seu pai de uma vida anterior. Ravi chegou até a dar-lhe informações detalhadas sobre seu assassinato, informações conhecidas apenas por Jageshwar e pela polícia. E, mesmo nos dias de hoje, Ravi ainda exibe aquela estranha marca de nascença sob seu queixo, um indício de seu assassinato em uma vida anterior na índia.

quarta-feira, 15 de julho de 2015

Expert fala sobre evidências de reencarnação e vidas passadas



O Dr. Jim Tucker teve o privilégio de ser lecionado por estudiosos reconhecidos mundialmente. Seu antecessor em estudos de reencarnação na Universidade de Virgínia, o Dr. Ian Stevenson (1918-2007), ganhou o respeito da Comunidade Americana de Ciência por suas análises sóbrias, mesmo que não tenha convencido a todos de que a reencarnação definitivamente exista.
Mesmo estando nos EUA, grande parte de suas pesquisas foram realizadas na Ásia. Agora, o Dr. Tucker está trazendo a pesquisa para a América, um movimento com tantos benefícios quanto desafios.
Aqui você não encontra facilmente um Budista disposto a falar sobre vidas passadas, ou alguém disposto a ouvir o que seu filho tem a dizer sobre vidas passadas.
O Dr. Stevenson documentou milhares de casos de crianças que pareciam lembrar de suas vidas passadas, e algumas ‘lembranças’ eram tão precisas que Stevenson pôde rastrear as encarnações passadas. Ele encontrou relatórios médicos e outros documentos que confirmam os relatos que as crianças deram sobre suas vidas passadas. Estes são chamados de casos de reencarnação “resolvidos”.
Entretanto, os casos asiáticos convincentes correm o risco de serem rotulados na América como sendo influenciados psicologicamente pela crença local.
Nos EUA, se uma criança fala sobre outra mãe, neto ou sobre o fogo no qual ela morreu, os pais não são tão ágeis para pensar que é uma possível memória de vidas passadas.
A preocupação de que a família pode ter influenciado a criança com perguntas ou conversas sobre vidas passadas não acontece nos EUA. “Nós não temos a preocupação com fatores culturais, que são grandes influenciadores em casos asiáticos”, disse o Dr. Tucker.
Quando ninguém está procurando por memórias de vidas passadas, elas são mais difíceis de serem encontradas. Porém, o Dr. Tucker já realizou grandes estudos nos EUA, incluindo alguns casos resolvidos que podem ser comparados com aqueles encontrados pelo Dr. Stevenson na Ásia.
Longe de promover conversas sobre vidas passadas, algumas famílias americanas que o Dr. Tucker trabalhou já foram totalmente contra essa crença. Só depois de surgir evidências convincentes sobre memórias de vidas passadas, evidências fortes o suficiente para fazer pais céticos acreditarem, que o Dr. Tucker passou ouvi-los.
Por exemplo, um cristão evangélico em Louisiana, que era completamente resistente à ideia de reencarnação, foi convencido pelo seu filho a partir de detalhes que ele deu.
Quando seu filho, James Leininger, tinha 2 anos de idade, ele começou a ter pesadelos horríveis com quedas de avião. O menino disse que foi derrubado pelos japoneses, que seu avião decolou do navio Natoma, e que ele tinha um amigo chamado Jack Larson. Ele também identificou o local onde caiu o avião, na ilha Iwo Jima, através de uma foto.
Iwo Jima é uma ilha que os EUA lutou para capturar em 1945. O Natoma estava realmente envolvido na batalha pela Iwo Jima. Um piloto morreu nesta batalha, e um outro piloto chamado Jack Larson também estava em Iwo Jima.
Leininger começou dizendo que ele era o terceiro James. O piloto que morreu na batalha por Iwo Jima era chamado James Huston Jr. Isso tornaria James Leininger o terceiro James, se ele realmente for a reencarnação do piloto.
Dr. Tucker teve uma criação católica. Quando questionado sobre como sua família se sente sobre sua pesquisa, ele disse, “eu não sei ao certo como eles se sentem sobre isso”. Sua mãe dá suporte, embora ele ache que ela não está convencida de que a reencarnação exista. Sua esposa e seus filhos dão todo apoio.
Ele  também tem sorte de trabalhar com colegas que o apoiam. A divisão de estudos sobre Percepção na Universidade de Virginia reúne pesquisadores que investigam experiência de quase morte, aparições, visões no leito da morte e outros temas relacionados à consciência humana.
“Você nunca sabe quem vai ser receptivo sobre isso”, disse o Dr. Tucker. “É diferente, com certeza, mas eu acho que estamos abordando o tema a partir de uma perspectiva racional e funciona assim para qualquer abordagem científica de curiosidade, tentando aprender sobre o que está acontecendo sem ter qualquer ideia preconcebida.”
Ele também realiza pesquisas convencionais ao lado de seus estudos sobre reencarnação. Os métodos convencionais de investigação científica são capazes de medir fenômenos com uma certa certeza, mas o Dr. Tucker disse que há muitos assuntos importantes que não se estuda da maneira convencional. No entanto, eles ainda devem ser explorados.
Os benefícios da pesquisa sobre reencarnação
A pesquisa sobre reencarnação pode ajudar algumas crianças que estão passando por momentos difíceis a lidar com memórias de vidas passadas. Tais crianças podem até mesmo experimentar sintomas de transtorno de estresse pós-traumático, causados por suas visões do momento de sua morte. Alguns têm fobias relacionadas com estas visões traumáticas, e algumas simplesmente sentem tanta falta de seus familiares antigos que se tornam muito agitadas. Em muitos casos, as crianças que visitaram as famílias de suas encarnações passadas conseguiram resolver seus problemas.
O Dr. Trucker explicou que, às vezes, isso pode ajudar porque as memórias da criança foram validadas, ou porque a criança pode ver que a antiga família mudou e que aquela vida está no passado. De qualquer maneira, as crianças costumam parar de falar sobre suas vidas passadas em torno de 6 ou 7 anos.
Outra forma na qual a pesquisa pode ajudar os americanos, é que ela confirma a crença na vida após a morte. O Dr. Tucker disse que sua pesquisa pode ajudar as pessoas a tratar melhor uns aos outros, embora ele diga que qualquer crença espiritual, seja em reencarnação ou não, pode ajudar nesse sentido.
Será que algum dia os americanos serão tão abertos à ideia de reencarnação como as pessoas da cultura oriental? “Eu não vejo a cultura americana necessariamente se movendo nessa direção”, disse o Dr. Tucker. Cerca de 20% dos americanos acreditam que a reencarnação pode existir, e segundo ele não há nenhuma indicação de que este número esteja aumentando. Porém, talvez os americanos passem a acreditar em reencarnação depois de exemplos dentro de sua própria cultura de crianças que se lembram de vidas passadas, em vez de exemplos em aldeias do outro lado do mundo.
Quanto aos vários detalhes que as crianças dão de suas vidas passadas que correspondem com pessoas reais que morreram, o Dr. Tucker diz que “isso desafia o entendimento de que esses casos são apenas coincidências”.
Ele deu o exemplo de uma mulher no Líbano, que deu o nome de 25 pessoas que ela lembrava de vidas passadas, e uma descrição de seus relacionamentos. Em seu livro, “Return to Life: Extraordinary Cases of Children Who Remember Past Lives” (De Volta à Vida: Casos Extraordinários de Crianças que Lembraram de Vidas Passadas), o Dr. Tucker deu vários exemplos de crianças nos EUA e no exterior, cuja aparente lembrança de vidas anteriores confirmaram sua crença em vida após a morte.