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sábado, 14 de março de 2015

Menino de 3 anos recorda vida passada, identifica assassino e localiza corpo enterrado

Foto de arquivo de uma criança apontando (Thinkstock)


Um menino de 3 anos de idade, da região das Colinas de Golã, perto da fronteira entre a Síria e Israel, afirma que foi assassinado com um machado em sua vida passada. Ele mostrou para os adultos de sua aldeia o local onde o assassino enterrou seu corpo, e incrivelmente, eles encontraram o esqueleto de um homem lá. Ele também indicou aos adultos onde a arma do crime estava, e através de escavações, eles encontraram um machado no local.
Em seu livro, “Children Who Have Lived Before: Reincarnation Today” (Crianças que Viveram Antes: A Reencarnação Hoje), o terapeuta alemão Trutz Hardo conta a história deste menino, junto com outras histórias de crianças que aparentemente recordaram suas vidas passadas com precisão verificada. A história do menino foi testemunhada pelo Dr. Eli Lasch, que é conhecido por desenvolver um sistema médico de Gaza como parte de uma operação do governo israelense na década de 1960. O Dr. Lasch, que morreu em 2009, relatou a surpreendente história para o Sr. Hardo.
O menino pertence à etnia drusa, e em sua cultura, a existência da reencarnação é aceita como fato. Sua história, no entanto, teve o poder de surpreender sua comunidade.
Ele nasceu com uma longa e vermelha marca na cabeça. Os drusos acreditam, assim como algumas outras culturas, que marcas de nascença estão relacionadas com a morte em vidas passadas. Quando o menino tinha idade suficiente para falar, ele relatou à sua família que havia sido assassinado com um golpe de machado na cabeça.
É um costume os adultos levarem as crianças, com 3 anos, para a casa de sua vida anterior, caso a criança recorde o local. O menino sabia em qual aldeia ele havia morado, deste modo eles foram até lá. Ao chegarem à aldeia, o garoto lembrou qual era seu nome em sua vida passada.
Os moradores do vilarejo disseram que o homem que o menino afirmava ser a sua reencarnação tinha sido dado como desaparecido quatro anos antes. Os amigos e família pensavam que ele poderia ter se perdido no território hostil das proximidades, como era costumeiro acontecer.
O menino também lembrou o nome completo do seu assassino. Quando confrontado com as alegações, o rosto do suposto assassino ficou branco, segundo Lasch, no entanto, ele não confessou o assassinato. O menino então disse que poderia levar os adultos ao local onde o corpo foi enterrado. No local, eles encontraram o esqueleto de um homem que possuía um ferimento na cabeça, que correspondia à marca de nascença do garoto. Eles também encontraram o machado, a arma do crime.
Diante desta evidência, o assassino admitiu o crime. Dr. Lasch, o único não pertencente à etnia druso, esteve presente ao longo de todo o processo.
Para conhecer mais histórias como esta, leia o trabalho do Sr. Hardo, “Children Who Have Lived Before” (As Crianças que Viveram Antes).

sábado, 28 de fevereiro de 2015

Engenheira relata experiência de quase morte

Na minha infância e adolescência, eu tive extraordinárias experiências que não conseguia explicar. Não me atrevia a contar aos outros, temendo ser ridicularizada por pessoas com pensamentos materialistas. Eu sou uma engenheira, e vivi minha vida com um amor pela matemática e física, mas eu nunca rejeitei a ideia de que esta não é a única vida que vivi.
Após muitos anos pensando, tive a sorte de encontrar a explicação para essas experiências em antigos ensinamentos chineses, mas isso é outra historia.
Eu nasci em um país comunista do Leste Europeu, onde a perspectiva materialista era muito forte. Minha primeira memória é de estar debaixo da mesa da casa de meus avós, quando a família se sentou em volta. Eu pensei comigo mesma: “Quem são essas pessoas? Esta família não é minha”.
Outra lembrança é de estar deitada em minha cama quando criança, e apertando minha mão para ver se esta vida não era um sonho. Eu tinha entre dois e três anos, e nada parecia real para mim. Com essa mesma idade, eu me lembro de pensar que meus verdadeiros pais viriam para me levar para casa, ou que eu iria acordar de um sonho, deixando essa família que eu não reconhecia como sendo minha. “É claro que meus verdadeiros pais vão vir me buscar”, eu pensava.
Imagem de uma criança deitada na cama via Shutterstock
Imagem de uma criança deitada na cama via Shutterstock
Este sentimento de certa forma me seguiu, a vida toda.
Quando eu tinha 22 anos, eu tive uma experiência extraordinária: Eu estava clinicamente morta, e então revivi. Durante o tempo em que vivenciei esta experiência de quase morte, eu estava sofrendo uma grande carga mental. Sentia uma luta interior com muitos pensamentos que surgiam.
Eu estava no metro e parecia que os meus pensamentos estavam se acelerando, como um grande motor trabalhando cada vez mais rápido, de repente, eu sabia que ia ser o fim.
Eu senti todas as funções do meu corpo parar uma por uma, e meu último pensamento foi que eu tinha que sair do trem do metrô. Eu tinha que chegar à plataforma, dando um grande passo para atravessar o espaço entre o trem e a plataforma. Saindo do trem, tudo se tornou negro em minha mente, e há um lugar vazio na minha memória.
Em seguida, eu vi meu corpo inerte, deitado sobre as cadeiras na estação de metro, com muitas pessoas ao meu redor, tentando me trazer de volta a vida.
Eu estava observando tudo de algum lugar acima, e ouvi as pessoas me chamando e falando comigo. Uma vizinha da minha mãe estava no meio da multidão, e me viu ali. Ela me chamou pelo nome que minha família me chama.
Eu vi e escutei tudo, mas eu não queria voltar. Por quê? Porque eu estava em uma dimensão especial, um mundo especial, sem medo, sem sofrimento, sem dor. Senti apenas uma felicidade que é difícil de explicar.
Livre de medo, dor e sofrimento.
Não era como as emoções experimentadas na vida, porque as emoções costumam variar de intensidade, para cima e para baixo. O que eu sentia era mais como um estado permanente de mente e coração. Se eu pudesse fazer um “gráfico da alma”, seria como um sentimento linear no ponto mais alto da felicidade, mas uma felicidade que transcende a felicidade terrena. Foi libertador.
Vendo todos tentando me trazer de volta à vida, eu disse: “Eu não tenho a menor intenção de voltar”.
Senti-me no meio, olhando para o meu corpo, e depois para um caminho de luz se estendendo para um céu muito azul. No final deste caminho, eu vi uma dama vestida de branco, com cabelos longos e pretos acenando para mim. A equipe de emergência ainda não tinha chegado e meu corpo começou a se tornar frio, duro e púrpura, as pessoas tentaram tudo o que podiam para me reanimar.
Depois de tentar medidas de primeiros socorros, alguém tentou alguns cheiros fortes, então um homem sem nada a perder, como último recurso, me deu um tapa forte no rosto. Acordei com o impacto.
Retorno à vida
Lembro-me da tristeza que senti quando eu voltei. Toda aquela felicidade se transformou em tristeza e ódio para com a pessoa que me trouxe de volta, e as lágrimas começaram a rolar pelo meu rosto.
Eu comecei a sentir o sangue circular, um monte de formigamento no meu corpo, e eu vi como meu corpo estava roxo. Meu corpo começou a voltar à cor normal. Eu não tinha forças para levantar. Meu coração estava tão pesado e eu só sentia tristeza por estar de volta a este mundo.
Apenas depois de uma década que eu entendi, olhando para trás, o porquê de eu ter voltado à vida. E posso ver que minha vida aqui ganhou sentido e eu valorizo muito a oportunidade que me foi dada pelo divino.

terça-feira, 24 de fevereiro de 2015

Reencarnação: mito ou verdade?


Diversas evidências coletadas fizeram os cientistas refletirem sobre a reencarnação (Shutterstock)



Reencarnação. Fato, falácia, superstição ou simples coincidência? Essas histórias de pessoas com super mentes; mentes que mergulham no passado, que têm o poder de mover objetos e perceber coisas que o resto de nós não consegue perceber com os sentidos comuns; mentes que operam de forma independente do corpo. Desde tempos antigos, esses enigmas têm intrigado as pessoas. Porém, foi apenas na década de 70 que os cientistas, os detetives da mente, começaram a entender algo sobre os mistérios do que ocorre dentro de nós.
Nós temos apenas uma vida, ou várias? Você já experimentou a sensação de déjà vu ou uma sensação de “estive aqui antes”? De acordo com os detetives da mente, nós temos vivido muitas vidas anteriores a esta e vamos nascer novamente, em outras formas, até chegarmos a um estado absoluto.
Aqui estão três casos interessantes da experiência de especialistas sobre o tema de reencarnação.
Caso 1 – As gravações de Bloxham
Diversas evidências de reencarnação foram relatadas no livro "Mais do que uma vida?" escrito por Jeffrey Iverson
Diversas evidências de reencarnação foram relatadas no livro “Mais do que uma vida?” escrito por Jeffrey Iverson (Divulgação)
Arnall Bloxham era um hipnoterapeuta galês da década de 70 que, ao longo de um período de 20 anos, hipnotizou algumas centenas de pessoas, e registrou o que parecia ser descrições de vidas anteriores. As gravações de Bloxham comprovam a reencarnação ou elas podem ser explicadas de alguma outra maneira? Arnall Bloxham é um especialista em algo que os hipnotizadores chamam de “regressão de vidas passadas”. Sob hipnose, ele pode levar uma pessoa de volta ao momento em que ela nasceu, ou até além disso. Bloxham era o presidente da Sociedade Britânica de Hipnoterapeutas, e ele usava a hipnose para curar pessoas com transtornos físicos, como por exemplo, fumar.
O que acontece durante seus experimentos em regressão hipnótica desafia a lógica humana. Seus clientes podiam relatar, em mínimos detalhes, vidas de pessoas que existiam há centenas de anos atrás.
Por incrível que possa parecer. Bloxham produziu cerca de 400 gravações de indivíduos hipnotizados revivendo suas vidas anteriores. Além disso, muitos registros detalhados e referencias cruzadas destas gravações, foram comprovadas como fatos. De acordo com Bloxham, esta significativa evidência apoia fortemente a antiga crença de que a reencarnação é verdade.
Um dos casos de maior repercussão de Bloxham é o de Jane Evans. A regressão de Jane em suas vidas passadas começou em 1971, quando viu um cartaz que dizia: “Arnall Bloxham diz que reumatismo é psicológico”. Jane, uma dona de casa galesa, de 32 anos, que sofria de artrite reumatoide, achou a declaração incrível, então ela decidiu entrar em contato com o homem responsável por este cartaz. E ela o fez, através de um amigo de seu marido. E, finalmente, entrou em contato com seis de suas vidas passadas. Elas eram: a esposa de um tutor durante o tempo dos Romanos; uma Judia que foi massacrada no século 12 em York; um servo de um príncipe do mercado medieval Francês; uma dama de honra de Catherine De Aragon; um pobre servo em Londres durante o reinado da Rainha Anne; e uma freira que vivia na América no século 19.
A história de Jane Evans, e vários outros exemplos de reencarnação, foram trazidos à luz pelo produtor de televisão da BBC, Jeffrey Iverson em seu livro “Mais do que apenas uma vida?”. Em 1975, na busca de verificação da teoria da reencarnação, Iverson perguntou pela permissão de Jane para que Bloxham a hipnotizasse novamente em regressão, desta vez com a presença de uma câmera da BBC. Iverson em seguida, partiu para descobrir se ela teve, de fato, mais vidas do que uma.
Iverson pesquisou o detalhe destas vidas e verificou que os detalhes das regressões de Jane Evans foram realmente fundados em fatos. No final do livro, ele considera que os vinte anos de trabalho de Bloxham significou um forte apoio para o conceito de reencarnação. Ele também produziu um documentário para a BBC, chamado “As gravações de Bloxham”.
Caso 2 – Os Cátaros de Arthur Guirdham
O Dr. Guirdham reuniu um grupo de pessoas que acreditavam ser membros da seita cátaros durante a Idade Média
O Dr. Guirdham reuniu um grupo de pessoas que acreditavam ser membros da seita cátaros durante a Idade Média (Reprodução)
Os céticos atribuem a este fenômeno o que os detetives da mente chamam de “criptomnésia”, um termo que significa lembrar de fatos que você nem lembrava que conhecia! Se uma memoria tão distante pode ser selecionada da mente de alguém, isso poderia explicar logicamente a suposta “reencarnação” de Jane Evans.
No entanto, para o Dr. Arthur Guirdham, outra grande autoridade Britânica da reencarnação, esta explicação não pode contar com os casos que ele viu e ouviu. O Dr. Guirdham relatou essas experiências em seus livros, “Somos outro alguém”, “Os Cátaros e a Reencarnação” e sua autobiografia, “Um pé em dois mundos”.
Dr. Guirdham, um Psiquiatra da Saúde Nacional aposentado do Reino Unido, lidera um pequeno grupo de pessoas que acreditam que eles eram Cátaros em suas vidas passadas, um grupo religioso herético que existiu na área de Languedoc, no sudoeste da França, no século 13.
O incidente que trouxe a teoria da reencarnação do Dr. Guirdham começou em Bath, em 1962, no ambulatório de um hospital, onde o Dr. Guirdham trabalhava como psiquiatra. Seu ultimo paciente, em um dia peculiar, era uma atraente jovem que tinha um pesadelo recorrente, desde a sua adolescência, mas agora estava experimentando isso de duas a três vezes por semana. Em seu sonho, ela estava deitada de costas no chão, enquanto um homem se aproximava dela por trás. Ela não sabia o que ia acontecer, mas ficava absolutamente aterrorizada.
Embora o Dr. Guirdham tenha permanecido calmo e distante, ele teve que esconder sua surpresa ao ouvir que sua nova paciente estava descrevendo o mesmo pesadelo que também atormentava-o há mais de 30 anos. O médico ficou intrigado, mas não disse nada à sua paciente. Ela nunca teve o pesadelo novamente, e o Dr. Guirdham acabou com o pesadelo dentro de uma semana atendendo essa paciente.
Suas reuniões continuaram. O Dr. Guirdham estava certo que não havia nada de errado mentalmente com sua paciente e seu conhecimento do passado o intrigou. Mais tarde, ela lhe deu uma lista de nomes de pessoas que haviam existido no século 13 e descreveu coisas que aconteceram a eles. Ela também disse ao Dr. Guirdham, que ele também estava vivo e era chamado de Rogiet de Cruisot.
Como psiquiatra, o Dr. Guirdham tinha recolhido algumas informações básicas sobre a teoria da reencarnação, mas nunca teve muito interesse no assunto. No entanto, intrigado por este caso, ele decidiu investigar. Ele descobriu que os nomes dados a ele pela sua paciente eram de fato precisos, mas eram apenas mencionados em registros obscuros da Idade Média. Esses registros estavam escrito em francês, e nunca tinham sido traduzidos para o inglês. As pessoas que a paciente do Dr. Guirdham descreveu eram todas membros da seita Cátaros, um grupo que havia florescido no sul da França e no norte da Itália durante a idade média. Entre outras coisas, os cátaros acreditavam em reencarnação. Ao longo do tempo, o Dr. Guirdham encontrou mais e mais pessoas, 11 no total, que tiverem suas memórias de suas vidas passadas juntas em um grupo de cátaros.
Nenhum dos indivíduos foram drogados ou hipnotizados; nomes e incidentes simplesmente apareciam em suas mentes, disse o Dr. Guirdham. Ele também produziu uma das obras mais notáveis da evidencia que ele tinha. Era o bloquinho de notas de uma menina de sete anos de idade, com desenhos de uma época passada. O bloco também contém muitos nomes de membros da seita Cátaros. Espantado, Dr. Guirdham disse, “Está além de mim como uma criança de sete anos poderia saber esses nomes, já que não há nenhum especialista de história medieval na Inglaterra”.
A enorme quantidade de memórias, nomes e contatos convenceram o médico de que ele e seu grupo haviam vivido juntos, e não apenas uma, mas várias vidas anteriores. Ele disse: “Com 40 anos de experiência na medicina, ou eu sei diferenciar a experiência de um clarividente com a de um esquizofrênico ou eu sou um psicótico. Nenhuma das pessoas em meu grupo é louca, e nenhum de meus colegas me acha psicótico”.
 Caso 3 – Dr. Ian Stevenson, Universidade de Virgínia
O falecido Dr. Ian Stevenson, Fundador da Divisão de Estudos Perceptuais (Universidade de Virginia, Divisão de Estudos Perceptuais)
O falecido Dr. Ian Stevenson, Fundador da Divisão de Estudos Perceptuais (Cortesia/Universidade de Virginia)
Se fôssemos listar os maiores especialistas em reencarnação, o Dr. Ian Stevenson, professor de psiquiatria da Universidade de Virgínia, certamente estaria nessa lista. Ele tem viajado por todo o mundo para investigar vários relatos de reencarnação, e criou um rigoroso teste para detectar se é fraude, criptomnésia ou outra coisa. De 200, apenas 20 casos sobreviveram a este duro teste do Dr. Stevenson e foram dados como possíveis casos de reencarnação. Sete destes casos ocorreram na Índia, três no Sri Lanka, dois no Brasil, um no Líbano e sete numa tribo de índios no Alasca.
Tomemos o caso de uma menina muito jovem, nascida em 1956, no centro do Sri Lanka, chamada Gnantilleka Baddewithana. Assim que ela aprendeu a falar, ela começou a mencionar outros pai e mãe e também outros dois irmãos e muitas irmãs.
A partir dos detalhes que a menina deu, seus pais foram capazes de ajustar as descrições dela a uma família em uma cidade não muito longe. Eles descobriram que essa família tinha perdido um filho em 1954. Quando Gnantilleka foi levada para visitar esta família, ela disse que era o filho morto deles e reconheceu corretamente sete membros de “sua” família. Porém, até então, as famílias nunca tinham se encontrado antes.
Conclusão
Os céticos podem descartar a ideia de que a teoria da reencarnação seja falsa, enquanto os desacreditados podem defini-la como uma superstição infundada.
Independente de você acreditar ou não, desde tempos imemoriais, as religiões orientais, como o budismo e o taoismo, têm defendido a teoria da reencarnação. Eles acreditam na teoria da causalidade, ou seja, a conexão entre a causa e o efeito. Eles acreditam que as pessoas terão de prestar conta de todas as boas e más ações cometidas nesta vida presente. Porém, quem é o responsável por tomar nota de todas as ações?
A teoria diz que as forças naturais da lei Cósmica, também chamada de lei da natureza, toma conta disto. As ações de uma pessoa, sejam ela boas ou más, irão manifestar seus efeitos na vida presente ou numa próxima, como boa fortuna ou retribuição, e assim por diante, de acordo com o caso em si.
Os ateus provavelmente considerem essa teoria como um exemplo de “síndrome fatalista”. Os ateus acreditam que a vida é o que se faz dela; o destino de alguém está em suas próprias mãos.
Ao contrário, Taoistas acreditam que uma pessoa colhe o que semeou. Talvez, isso explique uma das teorias do Taoismo sobre os oito tipos de destino da reencarnação; tais como, a riqueza vs pobreza, honra vs humildade, longevidade vs vida curta, e assim por diante.
Talvez esta também seja a razão do Budismo ter promovido a teoria dos “seis caminhos do samsara(reencarnação)”, começando há cerca de 2,5 mil anos atrás até os dias de hoje.
E também essa pode ser a razão de um conselho muitas vezes dado pelos nossos antepassados e pais: “Boas ações serão recompensadas com virtude e más ações trarão retribuição”.

quarta-feira, 11 de fevereiro de 2015

Crianças com memórias de vida passada apresentam estresse pós-traumático


O psiquiatra e pesquisador Haraldsson notou que as crianças que relatavam mortes traumáticas em vidas passadas frequentemente reviviam o trauma e tinham explosões de raiva (Ambrozinio/iStock/Thinkstock)

As crianças que relatam memórias de mortes violentas em vidas passadas podem sofrer de transtorno de estresse pós-traumático (TEPT), de acordo com o psicólogo Dr. Erlendur Haraldsson, professor emérito da Universidade da Islândia, em Reykjavik.
Desde as idades de 2 a 6 anos, as crianças têm maior propensão a falar sobre serem outra pessoa, frequentemente alguém que experimentou algum trauma, como por exemplo, um soldado que morreu na linha de fogo, um piloto de avião que caiu ou uma vítima de assassinato. Depois dos 6 anos de idade, muitas vezes elas perdem o interesse ou até mesmo esquecem o que tinham dito anteriormente. As memórias, sejam realmente de uma vida passada ou imaginadas, podem ter um impacto psicológico negativo sobre a criança.
Algumas se tornam ansiosas e angustiadas por terem deixado sua outra família ou casa, querendo voltar. Algumas têm fobias debilitantes, aparentemente relacionadas com a morte traumática da qual elas se lembram. Outras são assombradas pelos traumas de suas supostas vidas passadas em flashbacks ou pesadelos.
Os sintomas podem ser muito semelhantes àqueles vivenciados pelos soldados que retornam da guerra com TEPT.
O Dr. Haraldsson citou os critérios da Organização Mundial da Saúde para o diagnóstico de TEPT em seu artigo “Children Who Speak of Past-Life Experiences: Is There a Psychological Explanation?” (Crianças que Falam de Experiências de Vida Passada: Há uma Explicação Psicológica?)”:
1. O paciente foi exposto a uma situação ou evento estressante, de natureza excepcionalmente ameaçadora ou catastrófica.
2. Deve haver lembranças persistentes, revivendo o estresse em “flashbacks” intrusivos ou memórias vívidas.
3. Há uma incapacidade de recordar, ou sintomas persistentes do aumento da sensibilidade psicológica e excitação representados por pelo menos dois dos fenômenos seguintes: dificuldade em adormecer ou em permanecer dormindo, irritabilidade ou surtos de raiva, dificuldade de concentração, hiper vigilância, e uma resposta de sobressalto exagerada.
Um estudo em dezenas de crianças que relataram memórias de vidas passadas, no Líbano e em Sri Lanka (dois lugares com tantas diferenças origens culturais que seriam suficientes para remediar esse fator no comportamento das crianças, de acordo com o psicólogo), Haraldsson notou que eles frequentemente reviviam o trauma e tinham explosões de raiva.
Algumas também tinham maior dificuldade de concentração, alterações bruscas de humor e agressividade, quando comparadas aos seus pares.
O Dr. Jim Tucker, pesquisador sobre reencarnação da Universidade de Virginia, escreveu em seu livro “Return to Life: Extraordinary Cases of Children Who Remember Past Lives” (Retorno à vida: Casos extraordinários de crianças que se lembram de vidas passadas): “Nos casos em que a pessoa anterior teve uma morte não natural, mais de 35% das crianças apresentam um medo intenso do tipo de morte sofrida, um comportamento de esquiva que faz parte do Manual Diagnóstico e Estatístico oficial para critérios de TEPT”.
Seu livro inclui o exemplo de uma criança branca que parecia lembrar-se de ter sido uma garota afro-americana de cerca de 7 anos de idade. A menina se viu caminhando ao longo de uma estrada em um dia quente, observando que suas mãos secas pareciam “cinzas”, e depois se observou ser sequestrada por dois homens caucasianos em um carro antigo que a estupraram e depois a mataram.
Ela tinha uma resposta de sobressalto intensificada, que pode ser relacionada a essas memórias ou visões que ela vivenciava. Ela também apresentava persistentes lembranças diurnas e pesadelos do evento traumático.
Epoch Times

Escritora alega ter vivido no Antigo Egito e relata fatos confirmados por arqueólogos




Já ouvimos falar de paranormais auxiliando a polícia a resolver crimes, mas e quanto aos que alegam se lembrar de vidas passadas – poderiam ajudar arqueologistas a resolverem os mistérios da história?
Joan Grant ficou famosa após escrever, em 1937, o livro “Winged Pharaoh” (Faraó Alada), no qual contou a história de Sekeeta, filha de um faraó – a qual alega ter sido uma de suas reencarnações de vida passada. O que ela conta sobre o Antigo Egito parece corresponder bem com o que os arqueologistas sabem, e inclusive adiciona novas descobertas que ainda não haviam sido feitas. Apesar disto, a história antiga é incerta e esta não pode ser utilizada como uma prova de que ela viveu em tempos antigos.
Neste mesmo sentido, um estudante de Oxford contou, sob estado de hipnose, sobre uma vida passada como um carpinteiro egípcio que trabalhava no túmulo do faraó Den. O relato parece correto, e muitos dizem ser improvável que ele soubesse desta informação detalhada por meios normais.
O célebre autor H. G. Wells, simpatizante de Grant, uma vez a disse: “É importante que você se torne uma escritora”. Ele disse que ela deveria manter seus segredos guardados até que fossem “…fortes o suficiente para que ela pudesse tolerar satirizações feitas por bobos”.
A recordação de Joan Grant
Joan Grant foi filha de J. F. Marshall, um respeitado entomologista britânico, e de Blanche Marshall, uma médium que alegava ter previsto o naufrágio do Titanic.
Em mais de 100 sessões espíritas de recordação, Grant afirma ter ditado os capítulos de “Winged Pharaoh”. Em um tipo de estado de transe, ela coletou essas memórias, e as montou posteriormente em narrativa cronológica.
Jean Overton Fuller (1915-2009), um poeta e artista especializado em escrever biografias, contatou egiptologistas e estudou hieróglifos para verificar o que Grant “viu” após de passar uma semana com ela em meados de 1940. Fuller juntou suas descobertas e experiências com Grant em um artigo publicado após a morte de Grant, em 1989. Foi editado por James A. Santucci do Departamento de Estudos Religiosos da Universidade do Estado da Califórnia, e publicado pela Sociedade Teosófica, da qual Fuller era membro. A Sociedade Teosófica é conhecida pelo seu estudo do oculto. De acordo com seu website, os membros podem “pertencer a qualquer religião ou a nenhuma”, e estão reunidos pelo “desejo de estudar verdades religiosas e divulgar suas descobertas com os demais membros”.
O marido de Grant, Leslie Grant, era arqueologista. Quando ela o acompanhava em escavações no Iraque, ela olhava os artefatos e explicava informações sobre eles que se tornaram muito úteis, disse Fuller. Ela foi com ele ao Egito, mas não obteve nenhuma experiência significante desta viagem. Após 18 meses, ela passou a recordar diariamente sua conexão antiga com o Egito.
Ela foi a filha do faraó, uma sacerdotisa treinada em práticas místicas, incluindo como relembrar vidas antigas. Posteriormente, passou a ser faraó também.
Joan Grant fora a primeira figura feminina a ser Faraó?
Fuller tentou encontrar alguma figura histórica que se enquadrasse nas descrições de Grant.
No Antigo Egito, uma pessoa podia ser conhecida por inúmeros nomes. Grant afirmou que seu nome de batismo era Meri-neyt, e inclusive escreveu um capítulo intitulado “A tumba de Meri-neyt”, no qual ela assistiu à construção de sua própria tumba, enquanto ainda estava viva. Sekeeta observou o local onde seria enterrada sob o nome de Meri-neyt.
Uma rainha de nome similar, Meryet-Nit, permanece uma figura de controvérsia na Egiptologia. Ela viveu durante a primeira dinastia do Egito, mas ainda é incerto se governou de fato e de direito. Se positivo, seria a primeira faraó mulher e a primeira rainha regente conhecida pela história.
O egiptologista Walter Emery (1902-1971) ficou fascinado pela tumba da rainha Meryet-Nit, pois, conforme pontua Fuller, “sua tumba era grande e importante, de modo que indicava ter sido uma Rainha Regente”.
Os primeiros quatro ou cinco faraós da Primeira Dinastia Egípcia (começando em torno de 5.000 anos atrás) são normalmente listados desta forma:
1. Narmer/Menes/Hor-Aha (estes três nomes ainda permanecem um pouco confusos para os historiadores, pois os egiptólogos ainda não sabem se todos pertenciam à mesma pessoa ou se eram pessoas diferentes)
2. Djer
3. Djet
4. Den
Acredita-se que Meryet-Nit teria sido filha de Djer ou a esposa de Djer. Fuller especula que ela pode ter sido inclusive Djet. Grant escreveu que o nome de Horus de Sekeeta, Zat, era representado em hieróglifo por uma cobra. Djet é também representado como cobra.
Traduções anteriores deste hieróglifo soletram Zet, o que é próximo ao Zat de Grant. Carol A. R. Andrews do Departamento de Egiptologia do Museu Britânico respondeu ao questionamento de Fuller neste ponto, desta forma: “Você deve ter notado que o nome Djet, ainda pode ser contestado. Tudo o que está realmente na serekh (um recinto retangular que indica que os hieróglifos são de nomes reais) é a serpente, que é normalmente traduzida como DJ ou possivelmente sjt.”
Colocando à parte o hieróglifo da serpente, Fuller acredita que Grant possa mesmo ter sido a Djet, pois o próximo faraó na linha é Den, o qual Grant afirma ter sido filho da Sekeeta.
Se a visão ou história de Grant for verdade, resolveria a controvérsia de Narmer/Menes/Hor-Aha. No livro “Winged Pharaoh”, ela explica que Narmer reinou no Sul antes de Menes ter reunido o Alto e Baixo Egito, tornando-se o primeiro faraó da dinastia. Os descendentes de Menes respeitavam Narmer, de acordo com o relato de Grant. Assim, Fuller acredita que Hor-Aha possa ter sido a mesma pessoa que Menes, uma vez que a palavra egípcia “men” significa “estabelecido”. O “es” foi adicionado à Menes no texto grego, de onde conhecemos o nome.
Narmer teria sido o faraó pré-dinástico e Hor-Aha teria sido o primeiro faraó da dinastia, e também aquele que reuniu o Alto e Baixo Egito, tornando assim o nome “estabelecido” adequado. A teoria de que Menes reuniu o baixo e alto Egito geralmente é bem aceita, apesar de haver ainda alguns debates.
O que impressionou Fuller é que a concepção de Narmer como um faraó pré-dinástico veio 24 anos antes de Emery apresentar esta teoria. “Não poderia ter sido de Emery que Joan encontrou esta teoria, uma vez que ele somente a publicou 24 anos depois que ela; e nem ele, como um estudioso, teria consultado o que ele provavelmente considerava como um romance.” Os livros de Grant foram escritos como ficção histórica, apesar de estar claro pela sua autobiografia e outros escritos de que representam exatamente o que ela acreditava ser em sua vida passada. Ela alegava se lembrar de inúmeras vidas passadas ao longo dos tempos.
O pente de Sekeeta é relatado em livros de história
Grant descreveu alguns dos seus objetos durante sua vida como Sekeeta. Ela escreveu: “No templo eu tinha apenas um pente e um pequeno espelho, no qual meu reflexo aparecia borrado. Agora meus pentes de marfim foram esculpidos com o meu selo de faraó Alado, o falcão treinado sobre o barco triunfante e, abaixo deste, o meu nome Horus, Zat, escrito como uma cobra, ao lado da chave da vida e ladeado por duas hastes de poder, poder exercido sobre a Terra e longe da Terra.”
Folheando o livro de Emery, “Egito Arcaico”, relembra Fuller, “Levei um susto quando vi pela primeira vez um desenho representando exatamente o que ela descreve”. Foi nomeado como “Pente de Uaji”. “Uaji”, também escrito como Wadji, é um outro nome para Djet, o faraó. Desta forma, Fuller encontrou mais semelhanças com a história de Grant.
Em relação à descrição de Grant deste artefato, Fuller escreveu: “Mas será que foi uma recordação ou ela poderia ter visto isso?”
Em uma revisão de um dos livros de Grant, Claire Armitstead escreveu: “Uma possível leitura de Grant é que ela foi vítima de sua própria memória fotográfica, que tenha devorado histórias e regurgitado-as como suas próprias.”
Armistead e muitos outros afirmam que Grant apenas possui grandes habilidades de contar histórias e nada mais. Seus livros têm cativado muitos, e não só pelo interesse na reencarnação. Quando “Winged Pharaoh” foi publicado pela primeira vez, o New York Times chamou de “um livro incomum que brilha com o fogo”.
Anacronismos?
Grant descreveu outros objetos de Sekeeta como sendo feitos de prata. Na época em que Grant escrevia o livro, era desconhecido o uso da prata pelos egípcios deste período. Isto foi descoberto posteriormente, e Fuller escreveu: “Então eles realmente utilizavam prata, só que os Egiptologistas não sabiam disso na época em que Joan descreveu o fato.”
Outro anacronismo aparente na escrita de Grant foi o uso de cavalos e carruagens. Acreditava-se que os cavalos apenas haviam aparecido no Egito quando foram trazidos da Ásia, durante o período Hicsos (1600 D.C), ou seja, 1500 anos após a era de Sekeeta.
O marido arqueólogo de Grant queria colocar sua história no período dos Hicsos, e após ter conhecimento sobre os cavalos e a prata, Fuller entendeu o porquê. Fuller viu a determinação de Grant em manter o cronograma durante a Primeira Dinastia, já que estavam sendo descobertas algumas evidências em favor da veracidade de sua história. “Sua persistência não era um pecado de ignorância, mas uma persistência firme, apesar dos protestos contrários de seu marido.”
Apesar da alegação de que os cavalos apenas foram introduzidos no Egito depois de 1600 d.C. não ter sido provada como falsa nem verdadeira, disse Fuller: “A primeira referência, para eles, foi encontrada em conexão com as invasões dos Hicsos. No entanto, não encontraram nada dizendo que ‘neste ano os cavalos foram descobertos’. É sempre perigoso impor o negativo na ausência de provas positivas. No entanto, o problema desaparece quando se observa uma passagem em “Winged Pharaoh” dizendo que eles tinham seus cavalos de Zumas, que só poderiam ser trocados por garanhões.”
Outro caso de recordação do Egito Antigo?
Sob hipnose, um estudante cego da Universidade de Oxford alegou ter sido um carpinteiro no Antigo Egito. Ele estava participando de um estudo conduzido pelo Sr. Cyril Burt (1883-1971) e pelo professor William McDougall, que estavam interessados em pesquisa mediúnica, mas não possuíam interesse em conduzir sessões de regresso a vidas passadas.
Burt era um estudante não graduado de Oxford na época, e mais tarde tornou-se professor emérito de psicologia na Universidade de Londres. William McDougall foi um psicólogo americano proeminente.
O aluno “disse-lhes que tinha de esculpir inscrições ‘no túmulo oco do Rei Den’ e começou a descrever o túmulo, mencionando um deus com uma coroa branca brilhante”, explicou Roy Stemman em seu livro “The Big Book of Reincarnation: Examining the Evidence that We Have All Lived Before” (O grande livro de Reencarnação:  examinando a evidência de que todos nós já vivemos antes).
Stemman continuou: “Alguns meses mais tarde, os dois pesquisadores leram sobre escavações que haviam sido recentemente conduzidas pelo Sr. Flinders Petrie (considerado por alguns o maior egiptólogo da Grã-Bretanha), que estava investigando o cenotáfio do Rei Smti, cujo nome de Hórus era Den. Eles perceberam que alguns dos detalhes de suas descobertas coincidem com as descritas pelo estudante de Oxford (Den, aliás, era o filho que Joan Grant alegou ter dado à luz em sua vida como Sekeeta). A coroa branca mencionada pelo aluno foi encontrada em uma viga, utilizada por Osiris, e as descrições da câmara também correspondiam.
“Quando questionado, o estudante disse que sabia pouco sobre o Egito antigo, exceto o que havia lido na Bíblia.”
Epoch Times em Português

segunda-feira, 9 de fevereiro de 2015

Mãe é surpreendida após filho de 5 anos afirmar lembrar que era uma mulher morta num incêndio na vida passada


Uma mãe foi surpreendida após as afirmações do filho de 5 anos. A criança afirma ter sido uma mulher que morreu em um incêndio na vida passada.
Luke Ruehlman, morador de Cincinnati, Ohio, nos EUA, está convencido de que era uma mulher negra de 30 anos, chamada Pam, e faleceu em 1993 ao saltar de um prédio em chamas. A criança acredita ter reencarnado, e se lembra de ser acordada pelos novos pais sendo chamada de Luke.
A mãe, Erika, conta que o menino começou a fazer diversas referências a suposta vida anterior. “Ele costumava dizer: ‘quando eu era uma menina, tinha cabelos pretos. Eu costumava usar brincos assim quando era menina’”.
Mãe é surpreendida após filho de 5 anos afirmar lembrar que era uma mulher morta num incêndio em vida passada
Uma mãe foi surpreendida após as afirmações do filho de 5 anos. A criança afirma ter sido uma mulher que morreu em um incêndio na vida passada.
A mãe disse que, quando confrontado sobre quem era Pam, o menino alegou que era ele próprio, e se lembra de um processo de reencarnação quando “teria sido empurrado de volta para à terra como um recém-nascido”.
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“Eu era Pam, mas morri. Fui para o céu, vi Deus e ele me empurrou de volta para baixo. Quando acordei eu era um bebê e você me chamava de Luke”, disse o filho à mãe.
Após a revelação, a mãe encontrou uma notícia sobre a morte de Pamela Robinson, em um hotel no ano de 1993. Uma investigação realizada por um programa de TV relacionado a atividades paranormais provou a veracidade da história de Luke.
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A criança teria participado do programa, e, entre uma série de imagens de mulheres negras de 30 anos, uma delas era Pamela Robinson. Foi pedido que Luke escolhesse uma imagem, e ele apontou exatamente para a imagem da mulher que dizia ser.



Fonte: Daily Mail