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segunda-feira, 11 de janeiro de 2016

Stephen Hawking pode ter solucionado paradoxo sobre buracos negros


No ano passado, o físico teórico (e celebridade pop) Stephen Hawking anunciou que estava trabalhando em um artigo que poderia solucionar um mistério científico: o paradoxo da informação em buracos negros. De acordo com a Teoria Geral da Relatividade de Einstein, toda informação que cruza a fronteira do buraco negro, chamada horizonte de eventos, é perdida para sempre. Nem mesmo a luz é exceção a isso.
Em 1970, Hawking propôs que o Universo seria cheio de "partículas virtuais" que, de acordo com o que sabemos sobre mecânica quântica, aparecem e desaparecem simultaneamente, além de aniquilarem umas às outras quando entram em contato – a não ser que estejam em diferentes extremidades de um horizonte de eventos de um buraco negro. Nesse cenário, teoricamente, uma das partículas seria engolida – e a outra sobreviveria, radioativa. Essa radiação que escapou, em tese, tiraria uma certa quantidade de energia do buraco; logo, ele estaria fadado a desaparecer também. De acordo com o cálculo de Hawking, escreveu Devin Powella única informação que fica para trás de um buraco negro é radiação – e ela não contém nenhuma informação sobre como o buraco negro se formou. Logo, essa informação também se perdeu para sempre, o que é um problemão para a mecânica quântica, que afirma que informação simplesmente não desaparece. Esse é o paradoxo que Hawking vem tentando esmiuçar – e aparentemente, está mais perto da resposta. 

Agora, Hawking – acompanhado de seus colegas Malcolm J. Perry e Andrew Strominger – está tentando aprofundar sua linha de raciocínio e encontrar provas "palpáveis" . Strominger anunciou à Scientific American que quando uma partícula carregada entra dentro de um buraco negro, adiciona um tipo de fóton a ele, gerando os tais "cabelos". Essas partículas deixam uma espécie de impressão holográfica e bidimensional no horizonte de eventos. Tudo que é físico desaparece por completo no buraco negro, menos essas "impressões" que foram deixadas; logo, as informações sobre o buraco negro – como o que ele comeu, por exemplo – não morrem. Depois da publicação de Hawking, os estudiosos da física quântica se dividiram. Alguns passaram a defender a teoria de que buracos negros têm "cabelo": na verdade, seriam deformidades de minutos no espaço-tempo, que poderiam conter essas informações de alguma forma. Hawking sempre foi um defensor da teoria dos "cabelos" e, agora, essa seria a solução do paradoxo. Em agosto de 2015, Hawking fez uma palestra onde dizia que as deformidades não se encontravam dentro do buraco negro, mas na fronteira mencionada ali em cima, o horizonte de eventos. "Buracos negros não são prisões eternas como pensávamos. Coisas podem escapar do buraco negro por qualquer um dos lados – e talvez saiam em outro Universo", explicou na ocasião. 
Mas as partículas de informação não ficam ali, paradas, na fronteira do buraco negro. Por conta de um fenômeno apelidado de "radiação de Hawking", elas são expelidas com toda a força para longe dali. "A informação está ali, mas toda misturada e caótica", explicou Hawking. Isso resolve o mistério da informação que não pode desaparecer – mas ainda não é uma resposta definitiva.
Agora que o artigo está online, comentários da comunidade científica são encorajados e já estão aparecendo. Há quem diga que o artigo está incompleto, uma vez que não traz uma solução para a perda de informação caso o buraco negro desapareça – afinal, se tudo depende dos tais "cabelos", que irão desaparecer com a morte do buraco negro, onde fica a informação armazenada quando tudo acabar? E qual o limite de armazenamento de informação dos "cabelos"? Perry, outro colega de Hawking, admitiu que ainda não estão totalmente seguros de todas as respostas, mas chegando mais perto. "É um passo na direção correta", comentou o físico.  
(Via Science Alert

Nasa cria gabinete de defesa planetária


Se o medo de que um asteroide destrua o planeta atrapalha seu sono, temos uma ótima notícia para você. A Nasa acaba de inaugurar um programa de detecção de asteroides e defesa planetária.
O Gabinete de Coordenação de Defesa Planetária – PCDO, sigla em inglês – vai administrar todas as tentativas da Nasa de reconhecer possíveis ameaças à Terra, além de trabalhar em parceria com agências governamentais internacionais para proteger o planeta, caso alguma dessas ameaças se torne realidade.

Os objetivos de defesa planetária da Nasa incluem o desenvolvimento de tecnologia capaz de desviar ou redirecionar objetos em rota de colisão com a Terra. Uma técnica potencial é usar o “método trator de gravidade”, que usa a massa de outro objeto para atrair o asteroide e tirá-lo da direção da Terra. Se essa estratégia se provar ineficiente, a agência espacial norte-americana irá fornecer aconselhamento, conhecimento e ajuda financeira para qualquer agência governamental que desenvolva uma resposta emergencial para qualquer impacto e consequência.“O estabelecimento do PCDO evidencia que a agência está comprometida em assumir um papel de liderança, nacional e internacionalmente, nos esforços para detectar qualquer risco de impactos naturais vindos do espaço, além de estar engajada na estratégia de evitar acidentes, caso a defesa planetária se faça necessária”, escreveu Lindley Johnson, principal executivo do programa, em um comunicado.
A fundação do PCDO é mais um esforço do Programa de Objetos Próximos à Terra da Nasa. O investimento neste programa saltou de 4 milhões de dólares (cerca de R$ 16 milhões), em 2009, para 40 milhões de dólares (R$ 161 milhões), em 2014.

Nibiru – Google Sky libera área censurada pela NASA!


Google Sky acaba de tornar visível uma área no espaço que anteriormente havia sido censurado pela NASA, nesta área estava escondido o que parece ser o Planeta X, também conhecido como Nibiru, de acordo com estudos recentes, supostamente dirigi-se em direção à Terra!
A NASA está mentindo! Eles poderiam estar mentindo para nós até sobre outros eventos que as pessoas ainda não saibam? A resposta é sim!
Estamos caminhando para um evento apocalítico vindo de, “fora deste mundo”, algo inconcebível para nossa humanidade atual, pois o que temos de lembranças sobre ele está em nossos subconsciente de vidas passadas e nos registros de diversos povos que afirmam uma mesma coisa. Ele é o causador do fim de diversas eras em nosso mundo; como Atlântida, Lemúria e outros; que a humanidade guardou sobre a figura de dilúvios universais.


O curioso caso da lua manchada de “sangue”


Curvando por sobre a superfície de Tétis, uma das luas de Saturno, há listras vermelhas, e os cientistas não têm a menor ideia de que material elas sejam feitas, ou de como elas apareceram lá.
“Está claramente pintado na superfície, de forma que não ainda compreendemos”, diz Paul Schenk, do Instituto Lunar e Planetário, que apresentou suas observações na reunião anual da União Geofísica Americana. “Basicamente temos um pequeno mistério.”
Com um pouco mais de 1.000 quilômetros de diâmetro, Tétis é uma lua de tamanho médio e é feita quase que exclusivamente de gelo.  Além dos arcos de ‘sangue’, sua superfície é muito normal para uma lua da parte externa do sistema solar: Há algumas crateras, inclusive uma gigantesca de 450 quilômetros de diâmetros chamada de Odysseus, e muitas fraturas.  E então há as listras, que tem alguns quilômetros de largura e centenas de quilômetros de comprimento.
As listras vermelhas eram pouco visíveis em imagens anteriores da sonda Cassini da NASA, que passou pelo sistema de Saturno em 2004.  Mas não foi até abril que a Cassini conseguiu olhar mais de perto a este trabalho de arte extraterrestre.  Agora, após um voo aproximado em novembro, cientistas podem ver ainda mais de perto essas manchas.  E o que eles estão descobrindo não faz sentido.
Tétis (no fundo) e Encélado (na frente) ficaram alinhadas para a câmera da sonda Cassini. (NASA/JPL-Caltech/SSI)
Tétis (no fundo) e Encélado (na frente) ficaram alinhadas para a câmera da sonda Cassini. (NASA/JPL-Caltech/SSI)
Tétis (no fundo) e Encélado (na frente) ficaram alinhadas para a câmera da sonda Cassini. (NASA/JPL-Caltech/SSI)
Você não vê quaisquer traços de escarpas, desfiladeiros ou depressões…“, disse Schenk, o que significa que não há nenhuma formação de terra associada às manchas – ou pelo menos nada que seja grande o suficiente para ser visto na resolução atual da Cassini.  Algumas das crateras próximas possuem um material escuro e estranho dentro delas, mas não está claro que material seja, como chegou lá, ou se está de alguma forma associado às listras.
Ao invés disso, parece que alguém pintou a lua de vermelho.
“Se não fosse pela cor, você não saberia que elas estavam lá”, disse Schenk.
Talvez a melhor pista sobre de onde as listras estão vindo pode ser encontrada através do traçado de suas localizações na lua.  Quando Schenk mapeou as linhas na superfície daquela lua, ele viu um padrão que sugeria que a lua está sendo espremida e deformada por algum tipo de estresse global – tal como uma rotação irregular, uma órbita variável, ou a migração de seus pólos. Mas as simulações desses processos não produzem acidentes geográficos que se alinham com onde as listras estão.
Porém, uma coisa está claro:  As listras são relativamente novas. Normalmente, a poeira do anel E de Saturno e as partículas carregadas do espaço apagariam as listras.  Mas elas ainda estão lá.  E elas estão desenhadas no topo da bacia de Odysseus, o que significa que a cratera veio primeiro.  Os cientistas não têm certeza da idade de Odysseus, mas Schenk sugere que ela poderia estar lá por mais de 2 bilhões de anos.
A enorme cratera Odysseus em Tétis tem 450 quilômetros de diâmetro e quase 10 quilômetros de profundidade. (NASA/JPL-Caltech/SSI)
A enorme cratera Odysseus em Tétis tem 450 quilômetros de diâmetro e quase 10 quilômetros de profundidade. (NASA/JPL-Caltech/SSI)
A enorme cratera Odysseus em Tétis tem 450 quilômetros de diâmetro e quase 10 quilômetros de profundidade. (NASA/JPL-Caltech/SSI) 
A melhor proposta de Schenk agora é a de que as listras são associadas com fraturas que a sonda Cassini não pode ver, e que essas fraturas estão atualmente se formando, ou foram reativadas recentemente, expondo material que poderia não ser gelo, como o resto da superfície.
À medida que terminas os dias de exploração da sonda Cassini a Saturno, cientistas esperam resolver este pequeno mistério, e espiar um punhado de enigmas extraterrestres associados com o gigante planeta anelado e suas luas.
Via..Ovni Hoje

sexta-feira, 8 de janeiro de 2016

Terra entrou em uma nova era geológica, segundo cientistas


As provas de que a Terra entrou em uma nova era geológica devido ao impacto da atividade humana já são "arrasadoras", segundo um novo estudo elaborado por uma equipe internacional de cientistas liderada pela Universidade de Leicester (Inglaterra).
A entrada nesta nova era geológica, batizada de Antropoceno, pode ter acontecido em meados do século passado e foi marcada pelo consumo em massa de materiais como alumínio, concreto, plástico e pelas consequências dos testes nucleares em todo o planeta, segundo a pesquisa publicada na revista "Science".
A isso é preciso somar o aumento das emissões de gases que provocaram o efeito estufa, assim como uma invasão sem precedentes de espécies em ecossistemas diferentes do seu.
Os cientistas levantam em seu estudo até que ponto as ações humanas registradas são mensuráveis nas camadas geológicas e até que ponto esta nova era geológica se diferencia da anterior, o Holoceno, que começou há 11.700 anos, quando aconteceu o retrocesso das geleiras após a última glaciação.
No Holoceno as sociedades humanas aumentaram a produção de alimentos com o desenvolvimento da agricultura, construíram assentamentos urbanos e aproveitaram os recursos hídricos, minerais e energéticos do planeta.
Por outro lado, o Antropoceno é uma época de rápidas mudanças ambientais provocadas pelo impacto de um aumento da população e pelo consumo, sobretudo após a chamada "grande aceleração" de meados do século 20, segundo os pesquisadores.
"Os humanos estão há algum tempo afetando o meio ambiente, mas recentemente aconteceu uma rápida propagação mundial de novos materiais como alumínio, concreto e plásticos, que estão deixando sua marca nos sedimentos", disse no estudo o professor Colin Waters, do Instituto Geológico Britânico.
Jan Zalasiewicz, cientista da Universidade de Leicester que é um dos líderes do grupo de trabalho, afirmou que a queima de combustíveis fósseis disseminou pelo ar partículas de cinzas por todo o mundo, ao que é preciso somar os radionuclídeos dispersados pelos testes de armas nucleares.
"Tudo isto demonstra que há uma realidade subjacente no conceito Antropoceno", declarou Zalasiewicz, também diretor do chamado Grupo de Trabalho Antropoceno, integrado por 24 cientistas.
Segundo o estudo, os humanos mudaram em tal medida o sistema da Terra que deixaram uma série de sinais nos sedimentos e no gelo dos polos, suficientemente diferentes para justificar o reconhecimento da passagem para uma nova época geológica.
O Grupo de Trabalho Antropoceno quer este ano reunir mais provas desta mudança para ver se pode formalizar esta nova época e estabelecer recomendações.

A Lua vai desaparecer temporariamente no dia 9 de janeiro


De repente, durante a noite, você olha para o céu e não encontra sequer um traço da Lua. Essa noite sem Lua pode até servir como elemento poético em diferentes músicas, mas o fenômeno é real e seu ápice ocorrerá nesse mês, na noite do dia 9 de janeiro.
Calma, a Lua não vai sumir de verdade. O início da Lua Nova fará com que ela desapareça temporariamente do nosso olhar. Por volta das 23h30 (horário de Brasília), a Lua se posicionará exatamente entre o Sol e a Terra e não receberá nenhuma incidência significativa de luz solar. Assim, teremos a impressão de que ela vai se apagar do céu. O fenômeno ocorrerá às 23h30 (horário de Brasília).
O “sumiço” da Lua não inspira somente cantores sertanejos. Para o mundo científico, é um momento excelente para pesquisar o universo porque o brilho da Lua não ofusca os instrumentos de observação.

"Muita gente acredita que a fase da Lua Cheia é a melhor fase para se usar o equipamento. Pelo contrário, para ver a Lua, sem telescópio é ótimo. Mas os melhores detalhes tanto da Lua quanto de outros planetas ocorre nas fases de Lua Minguante ou Lua Crescente”, explica.De acordo com o presidente da Associação Riograndense de Astronomia (Anra),  professor Antônio Araújo Sobrinho, é claro que a Lua não some. O “sumiço” da Lua é algo comum durante a fase da Lua Nova. Nesse período, explica o cientista, é que devemos mirar os telescópios para o céu com o intuito de observar melhor outros corpos celestes.
Para aproveitar o suprassumo do que os outros astros podem oferecer, é muito melhor uma noite sem a Lua visível. “A luz que reflete durante a Lua Cheia ofusca muito as lentes dos telescópios. E a vantagem da noite sem lua é observar todos os demais astros com mais detalhes”.
O professor Antônio Araújo também dá outra dica aos amantes do universo: o fenômeno da noite sem lua será estratégico para observar o planeta Vênus e os anéis de Saturno. Tudo bem que os dois podem ser vistos a olho nu e a conjunção (sobreposição visual dos dois) que começou nessa quinta-feira (7) já é um grande espetáculo à parte, mas a falta de Lua será uma mão na roda para que "até mesmo telescópios de pequeno porte consigam ver os detalhes desses dois astros", confirma Araújo.

A Agência Espacial Europeia construirá uma base na Lua até 2030


É possível que, daqui cerca de 14 anos, astronautas passem meses em uma vila construída com aparelhagem 3D na Lua. Pelo menos é o que sugeriram duzentos especialistas, entre eles cientistas e engenheiros, no Simpósio Internacional sobre a Lua 2020-2030, que ocorreu em dezembro de 2015 na Holanda.
No mesmo evento, a Agência Espacial Europeia (ESA) anunciou que essa base lunar poderia ser construída já nos próximos cinco anos.
A NASA está bem interessada em ver isso acontecer: em 2030, a agência espacial americana pretende mandar uma missão tripulada para Marte – e a Lua seria uma parada estratégica no meio do caminho.

A ideia da Agência Espacial Europeia é começar a enviar robôs para a Lua a partir de 2020, para que eles construam as instalações da base
. Em 2013, a agência fez uma parceria com várias empresas de construção para testar quais seriam os melhores materiais a serem usados no satélite. Por fim, os materiais feitos por meio de impressão 3D foram considerados os mais adequados para a tarefa. Cientistas do Instituto de Tecnologia de Massachusetts, nos Estados Unidos, calcularam que os astronautas da missão poderiam chegar na Terra com 68% a menos de massa caso coletassem a maior parte de seus combustíveis e líquidos pesados na base lunar. Além disso, a NexGen Space LLC, empresa consultora da NASA, estimou que essa base de abastecimento reduziria em US$ 10 bilhões (R$ 40 bi) ao ano o custo de mandar humanos para o planeta vermelho. 
"No momento, nossa impressora imprime cerca de dois metros por hora. A nossa próxima geração de produtos provavelmente imprimirá três metros e meio por hora, podendo completar um prédio inteiro em apenas uma semana", explicou Enrico Dini, fundador da empresa Monolite, em 2013. 
Base Lunar (Foto: ESA)
O projeto atual é que o ~vilarejo lunar possuia uma cúpula que proteja os astronautas de micrometeoros e da radiação espacial. Com a presença da estrutura no satélite, também será possível estudar melhor a Lua e seus recursos. 
Os próximos 14 anos, definitivamente, serão bem interessantes. 

quinta-feira, 7 de janeiro de 2016

Novo telescópio ‘poderia salvar a Terra da colisão com asteroide’


Um novo telescópio poderia proporcionar um alerta vital antecipado sobre o impacto devastador de um asteroide, mas seu projeto enfrenta um ‘pequeno’ problema.

O projeto NEOCam precisa de meio bilhão de dólares — sem esses recursos, seria impossível.
O telescópio espacial infravermelho não seria utilizado para procurar os asteroides gigantes, verdadeiros ‘exterminadores de planetas’ —, como o que supostamente eliminou os dinossauros — já que os telescópios atuais se encarregam de vasculhar o espaço em busca de objetos celestes.
Em vez disso, ele seria usado principalmente para observar os objetos menores próximos à Terra — o telescópio infravermelho seria capaz de detectar um número dez vezes maior de pequenos asteroides que cruzam a órbita terrestre.
Calcula-se que milhões de pequenos asteroides, presentes no sistema solar, ainda não foram detectados.
Uma explosão causada por um impacto menor poderia arrasar uma cidade — em 1908, ocorreu o fenômeno conhecido como “Evento de Tunguska”, causando a devastação de uma área florestal de aproximadamente 64 quilômetros de largura, depois que um meteoro explodiu no ar.
O projeto NEOCam é uma das cinco propostas que concorrem ao financiamento do programa NASA Discovery.
O projeto está sendo analisado e conta com uma equipe responsável pela execução de seu design conceitual.
Em setembro de 2016, a NASA anunciará sua decisão final. 

segunda-feira, 28 de dezembro de 2015

NASA suspende missão espacial que iria a Marte em 2016

Modelo do InSight, que seria enviado a Marte em 2016 (Foto: NASA JET PROPULSION LABORATORY / via SCIENCEMAG)
A NASA anunciou na noite da última terça-feira (22) o cancelamento de sua missão espacial InSight, que tinha como objetivo medir e ouvir tremores em Marte para obter novas informações sobre o interior do planeta. A nave seria enviada em 2016, mas um instrumento de medição sísmica, feito por uma equipe francesa, apresentou problemas e não pode ser consertado a tempo.
Em 3 de dezembro, o laboratório JPL, responsável por grandes avanços de robótica para a NASA e organizador da missão, confirmou que havia um vazamento em uma esfera selada a vácuo que continha três sismômetros. Fornecido pela agência espacial francesa CNES, o instrumento - apelidado de SEIS - pousaria na superfície de Marte para capturar os sons emitidos pelo interior do planeta. Os esforços para reparar o vazamento não foram suficientes e, em 20 de dezembro, depois de uma bateria de testes, o instrumento vazou mais uma vez.   
A notícia, é claro, abalou bastante a comunidade científica, uma vez que o experimento era bastante aguardado. Lisa Pratt, chefe de um dos comitês responsáveis por missões até Marte, definiu que a equipe responsável está "devastada". E não apenas por conta da ansiedade de saber mais sobre o interior do planeta, mas também, é claro, por conta dos custos - que só aumentam quando uma empresa internacional entra na conta. "Ninguém deseja que uma parceria internacional tão vibrante como esta seja abalada dessa forma", contou ela. A missão custaria 675 milhões de dólares e estava dentro do programa Discovery, que oferece missões de baixo custo e altamente competitivas. A InSight foi escolhida entre diversas candidatas; uma delas sugeria que uma nave fosse enviada à lua Titã de Saturno. 
A organização espacial ainda não confirmou uma nova data de lançamento, mas estima-se que seja necessário esperar 26 meses para uma nova tentativa de envio, por conta das órbitas de ambos os planetas. É esperar para ver - e torcer para dar certo na próxima. 

NASA captura nova imagem da Terra vista da Lua - e é deslumbrante

Nova imagem da Terra foi capturada da órbita da Lua (Foto: Divulgação / NASA)
Em certas situações, uma imagem realmente pode dizer mais do que mil palavras. Que tal esse ângulo privilegiado da Terra vista da Lua? A foto foi capturada pelo LRO, oOrbitador de Reconhecimento Lunar da NASA, que atualmente se encontra orbitando nosso satélite. A imagem faz referência à emblemática foto tirada pelo astronauta Harrison Schmitt durante a missão Apollo 17, há quarenta e três anos.
Na imagem, vemos a Terra pelo horizonte lunar. Em destaque, está o continente africano - a mancha amarronzada, no topo à direita, representa o deserto do Saara e parte da Arábia Saudita. Desde sua instalação, em 2009, a LRO já capturou inúmeras imagens deslumbrantes - para termos uma ideia, a espaçonave "testemunha" doze "earthrises" por dia -, mas ver nosso pálido ponto azul deste ângulo é realmente especial.
 

sexta-feira, 18 de dezembro de 2015

7 coisas que comprovam que você e o cosmos estão intimamente conectados!

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O que antes pertencia ao domínio da religião e do mito está, cada vez mais, tornando-se consenso na ciência: todas as coisas do Universo estão profundamente relacionadas umas com as outras.
Acredite: conforme os cientistas vão escavando os mistérios da realidade, fica cada vez mais evidente que parece haver uma profunda interdependência entre as coisas. Esta convicção, que já foi muitas vezes trazida à tona pela intuição humana, tem ganhado cada vez mais espaço na comunidade científica.
Existem certos fatos, já familiares à ciência, que podem dar origem a uma espécie de espiritualidade, similar àquela proporcionada pela religião. São descobertas grandiosas que nos recordam que fazemos parte de um grande todo, do qual somos inseparáveis. Elas reforçam a ideia de que a velha distinção homem versus natureza não faz sentido algum.
Separamos sete destes fatos, que têm grande impacto filosófico e podem te fazer olhar de outra forma para a realidade ao seu redor. Confira:
1 – Somos todos poeira das estrelas
A frase, tornada famosa pelo astrônomo Carl Sagan, significa basicamente que todos os elementos que formam os seres humanos, os vegetais, as rochas e tudo o mais que existe no planeta foram formados há bilhões de anos, durante a explosão de estrelas a anos luz de distância daqui. É isso mesmo: elementos pesados como o ferro que corre no nosso sangue, ou o ouro que compõe as nossas jóias, só podem ser sintetizados na natureza em condições extremas de temperatura e pressão – ou seja, quando uma estrela morre e explode violentamente, virando uma supernova. O material formado, então, se espalha pelo espaço interestelar, podendo dar origem a novas estrelas e planetas.
2 – Os átomos do seu corpo já pertenceram a outros seres vivos
A Terra é praticamente um sistema fechado – a matéria que existe aqui não escapa naturalmente para o espaço sideral. Logo, podemos concluir que todos os átomos existentes no planeta estiveram aqui desde o início, e circularam ao longo das eras por incontáveis ciclos químicos e biológicos. Isto quer dizer que os elementos que hoje compõem nossos corpos podem, perfeitamente, ter feito parte de um tiranossauro rex no passado, ou de uma árvore, uma pedra, ou até mesmo de outros seres humanos.
3 – Toda a vida na Terra tem um grau de parentesco
Quando olhamos para a exuberante biosfera que existe em nosso planeta, é difícil acreditar que, nos primórdios da vida, o único ser se resumia a um organismo unicelular. Ao longo de bilhões de anos de evolução, as espécies foram se diferenciando e se adaptando a diferentes ambientes. Mas, por mais distintas que pareçam, todas têm um grau de parentesco umas com as outras, sem exceção. Todas tiveram um ancestral comum em algum momento.
4 – Quimicamente, animais e plantas se complementam
As árvores são nossas “primas”, e podem ser compreendidas como complexas fábricas naturais que sintetizam o gás carbônico, eliminando o oxigênio. No nosso caso, o processo é reverso – nós respiramos o oxigênio e expelimos gás carbônico. Podemos dizer então que os vegetais e os animais são, evolutivamente falando, perfeitos uns para os outros, e mantém uma relação de interdependência.
5 – Seu corpo é perfeitamente adaptado para viver na Terra
Não apenas o corpo humano, mas todos os seres vivos do planeta, são minuciosamente moldados para sobreviver no ambiente terráqueo. Se vivêssemos em um lugar com maior gravidade, por exemplo, nossos músculos e estrutura óssea teriam de ser bem mais resistentes para aguentar a pressão. O implacável processo de seleção natural se encarrega de escolher as espécies mais aptas à sobrevivência. De certa forma, toda a vida que conhecemos tem a cara da Terra, porque é perfeita para ela.
6 – No nível quântico, não existem objetos sólidos
Quando tocamos em qualquer objeto, sentimos claramente que se trata de algo sólido, palpável. No entanto, a sensação não passa de um engano de nossos sentidos: são apenas as nuvens de elétrons dos átomos de nossa pele interagindo com as nuvens eletrônicas do objeto. O que se pode chamar de sólido é o núcleo dos átomos, mas eles jamais se tocam. Os átomos são compostos quase que inteiramente de vazio.
7 – Partículas subatômicas podem estar conectadas mesmo a milhões de anos luz uma da outra
Não importa que uma das partículas esteja na Via Láctea e a outra na vizinha Andrômeda – se houver entre elas o chamado entrelaçamento quântico, uma é parte indissociável da outra. Elas se influenciam instantaneamente, superando até mesmo a velocidade da luz. Isto é possível pois o princípio sugere que a matéria universal esteja interligada por uma rede de “forças”, sobre a qual pouco conhecemos, que transcende até mesmo nossa concepção de tempo e espaço.

Asteroide vai passar próximo à Terra na noite de Natal


Neste ano, não vai ser o Papai Noel quem vai cruzar os céus na noite do dia 24 de dezembro; o visitante noturno será o asteroide 2003 SD220, também conhecido como 163899, que fará sua maior aproximação da Terra até hoje. Já adiantamos que a “passadinha” do corpo celeste não vai estragar a festa de ninguém; o 163899 estará há cerca de 11 milhões de quilômetros de nós, cerca de 28 vezes a distância do nosso planeta à Lua.
Contudo, há dois fatos interessantes sobre o asteroide. O primeiro é seu tamanho – com aproximadamente dois quilômetros de comprimento, é uma rocha de tamanho impressionante. O segundo são os rumores que circulam sobre ele: há quem diga que a aproximação do 163899 causaria terremotos na Terra, o que não passa de uma tremenda lorota. Eddie Irizarry, autor do site EarthSky, comentou o rumor em seu artigo sobre o asteroide natalino: “mesmo que o 2003 SD220 passasse mais perto de nós, é questionável que terremotos pudessem acontecer. Na verdade, não existem evidências científicas de que a passagem de um asteroide possa causar qualquer atividade sísmica, a menos que ele se chocasse com a Terra – o que claramente não é o caso”.
Infelizmente, o objeto está tão distante de nós que será difícil enxergá-lo na noite de Natal: apenas astrônomos profissionais e amadores, com equipamentos adequados, serão capazes de capturar imagens do objeto. O 2003 SD220 deve se aproximar da Terra mais uma vez, em 2018, mas bastante afastado – os pesquisadores da NASA garantiram que o objeto permanecerá longe por, no mínimo, duzentos anos.
(Via Gizmodo)

Essas botas são o símbolo do fim da era de exploração humana da Lua


Na última segunda-feira (14), comemorou-se o aniversário de retorno da última expedição à Lua feita por humanos.Harrison Schmitt e Eugene Cernan passaram três dias explorando a região de Taurus-Littrow para a missão Apollo 17, após meses de treinamento em terra. As botas acima foram feitas especialmente para Cernan; o astronauta as calçava por cima da bota acoplada ao seu traje espacial, para formar uma camada extra de proteção contra mudanças térmicas e pedras lunares especialmente pontiagudas. 
A missão Apollo 17, conhecida por ter investido pesadamente em exploração científica, foi a única que fez investigações geográficas sobre o campo de gravidade lunar e suas propriedades elétricas. A dupla de astronautas também ficou famosa – talvez não da melhor forma – por ter consertado danos em seu lunar rover (um carrinho lunar, em tradução livre) usando um mapa e fita adesiva
As botas de Cernan, atualmente, fazem parte do Museu do Ar e do Espaço (National Air and Space Museum, ou NASM), em Washington, nos Estados Unidos. Mais informações aqui.
(Via Gizmodo)

Astrônomos capturam em foto uma das galáxias mais antigas do Universo


 

Nasa divulgou recentemente a descoberta de uma das galáxias mais antigas do Universo. De acordo com os pesquisadores, a foto revela um dos objetos estelares com luminosidade mais fraca de que se tem notícia – um indicativo de que teria se formado há cerca de 13,1 bilhões de anos, sendo apenas 700 milhões de anos mais jovem que o Universo.
Apelidado de Tayna, que significa “primogênito” em aimará (idioma falado nas regiões do Andes e Altiplano na América do Sul), o objeto foi encontrado graças a uma combinação de mapeamentos dos telescópios Hubble e Spitzer. Essas tecnologias combinadas estãorevolucionando a forma que entendemos as origens do Universo, já que possibilitam que identifiquemos objetos de pouquíssima luminosidade, inexplorados até então.

Para os pesquisadores, a Tayna teria um tamanho similar à Grande Nuvem de Magalhães (ou Large Magellanic Cloud, conhecida como LMC), uma pequena galáxia-satélite da nossa Via Láctea. Os cientistas apostam que ainda há muitas galáxias parecidas com Tayna, e talvez tão antigas quanto, apenas esperando para serem descobertas. E isso não está muito longe de acontecer – em 2018, com o lançamento do telescópio James Webb, estaremos ainda mais perto de encontrar pistas para o início do Universo.Além da tecnologia utilizada pelos telescópios, os astrônomos confiaram em um fenômeno conhecido como lente gravitacional. Ele acontece quando a luz de uma determinada fonte sofre distorção por conta da presença de uma estrutura massiva entre a fonte e o observador (no caso, a gente). Neste caso, a estrutura era um aglomerado de galáxias chamado MACS J0416.1-2403. Por conta desse fenômeno, a luz da galáxia ficou 20 vezes mais intensa do que o esperado para objetos como este. De acordo com a coloração da luz, estima-se que o aglomerado esteja a cerca de 4 bilhões de anos-luz de distância do nosso sistema solar.
Mais detalhes da descoberta podem ser encontrados no The Astrophysical Journal (em inglês).

NASA divulga imagem colorida de Plutão


New Horizons captou imagens incríveis de Plutão ao passar por ele em julho. No início da semana, a NASA divulgou algumas delas que mostram detalhes da superfícierochosa e congelada do planeta anão.

Veja a imagem em seu tamanho real:E na última quinta-feira (10), a agência espacial americana revelou mais uma imagem da superfície de Plutão, dessa vez em cores e altíssima resolução. O retrato foi capturado a uma distância de 17 mil quilômetros e mostra a beleza e a complexidade das formações geológicas desse corpo celeste.
plutão (Foto: NASA)

Descobrem a causa da 'dança estranha' de um sistema planetário


A peculiaridade da órbita de um planeta faz supor a existência de um outro corpo celeste em sua proximidade.

Um grupo Estadounidense de cientistas descobriu a causa da singularidade de um sistema planetário localizado na constelação de Cetus. (Constelação da Baleia)
A peculiaridade deste planeta descoberto em 2011 que circula em torno da estrela HD 7449 tem uma massa oito vezes maior do que a de Júpiter órbita,  que faz supor que um outro corpo celeste girava ao seu redor. "A pergunta que surgiu foi se era um planeta ou uma anã", disse Timothy RODIGAS, do Instituto Carnegie.
Usando os telescópios Magalhães  para imagens extremamente de alta resolução, os pesquisadores determinaram que é uma estrela anã, que detém 20% da massa do Sol e se encontra a 18 unidades astronômicas -distância média entre Terra-Sol da estrela.
Segundo os cientistas, a gravidade desse planeta anão se influenciam mutuamente por milhões de anos, daí a inclinação orbital peculiar do astro.
A equipe vai continuar a estudar este fenômeno, mas disse que "é difícil prever o que vai acontecer ao longo do tempo, mas você pode dizer que o planeta 'dança' entre as duas estrelas". 

quarta-feira, 16 de dezembro de 2015

Seríamos alienígenas em nosso próprio planeta?


A teoria chamada panspermia continua a levantar questões sobre a origem da vida na Terra.
Esta teoria, que data de século V, declara que a vida pode pular entre planetas, inclusive sistemas estelares, para fertilizá-los com formas de vida.  Então, se a Terra pudesse enviar astronautas para explorar Marte, poderíamos descobrir as origens da vida na Terra, o que seria uma das maiores descobertas científicas, reportou o Business Insider.
Uma vez que a exploração de Marte tivesse êxito para descobrir respostas sobre esta teoria, ela impactaria nossa identidade como espécie na Terra, diz a reportagem.
Isto está em acordo com a crença de que, de acordo com cientistas planetários, Marte uma vez foi morno e úmido. Suas condições planetárias poderiam sustentar a vida, simplesmente através do estudo da atmosfera e da composição de solo daquele planeta.
É por isto que muitos cientistas dizem que uma missão tripulada até Marte é necessária.
Bill Nye disse em seu novo livro, “Unstoppable: Harnessing Science to Change the World” (Incessável: Colhendo a Ciência para Mudar o Mundo – título de trad. livre n3m3) que a descoberta de micróbios em Marte, que sejam claramente relacionados à Terra, mudaria a história humana, adicionou a reportagem.
Mas de acordo com Linda Billings, consultora para os Programas da Nasa de Astrobiologia e Objetos Próximos à Terra, tal descoberta não virá repentinamente.  Billings disse que a descoberta de vida extraterrestre seria um processo prolongado, porque seria sujeita à revisão por pares pela comunidade científica, pois eles irão procurar por mais evidências sobre tal descoberta, reportou o Yahoo News.
Linda Billings explica bem parte da razão da NASA ser tão relutante em declarar que já descobriu vida extraterrestre. 
http://ovnihoje.com/
Fonteen.yibada.com

'Avatar': Cientista russo propõe colonizar a Lua com um inovador robô



Cientista russo Oleg Saprykin introduziu uma idéia de colonização lunar inovadora com a ajuda de um robô-avatar que representa o corpo humano. O humanóide seria dirigido a partir da Terra ou do espaço.

O chefe de programas tripulados desenvolvidas pela agência espacial russa  Roscosmos, Oleg Saprykin, acredita que no trabalho na superfície lunar poderia ser usado avatares robóticos que seriam geridos por um homem da Terra ou do espaço. Os cientistas poderiam controlar um robô-avatar mecânico através de um exoesqueleto com acoplamento cinemático inverso. O exoesqueleto iria replicar o corpo humano.
"Com a utilização de um robô deste tipo, seria possível viajar através do sistema solar. E na superfície da Lua ele seria muito interessante " diz Saprykin para  RIA Novosti.

O que fará a gestão deste robô na Lua? 

Na verdade, graças a atrasos na comunicação de ida e volta entre o satélite natural da Terra e em tempo real, o robô exercerá todas as ações que indicam a distância com uma diferença de não mais de quatro segundos, de acordo Saprykin que disse durante a conferência de imprensa dedicada à missão espacial tripulada a Marte. Mais cedo, o chefe do Centro de Treinamento de Cosmonautas Yuri Lonchakov, informou que robô russo seria enviado para a Estação Espacial Internacional (ISS).
O robô humanóide russo SAR-401 foi desenvolvido pela Associação de Produção Científica e nomeado "tecnologia Android 'pelo Instituto Central de Engenharia Mecânica. Ele foi apresentado  em novembro de 2013, no Centro de Treinamento de Cosmonautas Yuri Gagarin, em Star City, nos arredores de Moscou. Em seguida, a empresa criou um modelo de teste, capaz de realizar até 50 operações em espaço aberto.


Impressionante: NASA publica fotografia espetacular de Vênus


A imagem foi capturada pelo astronauta japonês Kimiya Yui da ISS, utilizando a sonda  japonesa Akatsuki, que esta semana entrou com sucesso na órbita de Vênus, relata NASA.
Na fotografia, o segundo planeta do sistema solar aparece no topo a brilhar como uma estrela na superfície da Terra, iluminado por milhares de luzes de uma metrópole.

Estamos vivendo em um holograma? Um experimento fornece a resposta


Um grupo de físicos do laboratório de física de altas energias Fermilab em Illinois, EUA, decidiu testar uma das mais controversas  idéias,  na física teórica: a noção de uma área da teoria das cordas que o nosso universo poderia ser um enorme holograma.
Como diz os relatórios de Science ', depois de anos sondando o tecido do espaço-tempo em busca de um sinal do princípio holográfico, os pesquisadores não encontraram nada.
O principal autor do experimento, Craig Hogan, determinou em 2009 que a utilização do dispositivo conhecido como interferômetro óptico poderia detectar o 'ruído holográfico ", o que corrobora com a idéia. No entanto, no final, não encontrou qualquer evidência desse efeito.
O princípio holográfico é nascido do estudo teórico dos buracos negros. De acordo com a teoria, um buraco negro tem um monte de lixo ou proporcional a sua área de entropia na superfície. A entropia está relacionado com o conteúdo de informação, que alguns cientistas sugeriram que uma ligação à área de informação pode ser estendido a qualquer volume adequadamente definido de espaço e tempo.
Isto significa que a quantidade máxima de informação contida numa região do espaço 3D seria proporcional à superfície a 2D. Neste caso, o universo agiria como um holograma em que um padrão de 2D inclui uma imagem 3D.