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sexta-feira, 19 de junho de 2015

ÓVNI no ABC Paulista


A partir das 19h 30m do dia 22 de junho de 1974, moradores do ABC e dos bairros da zona sul de São Paulo começaram a ver uma estranha luminosidade no céu, fotografada por Kenji Honda, do jornal "O Estado de São Paulo" e descrita das maneiras mais controvertidas em diferentes locais. Clóvis Cranchi Sobrinho, um fotógrafo residente no Bom Pastor, bairro de Santo André, viu assim a luz estranha: "parecia um enorme balão, com o formato de charuto, que emitia uma luminosidade forte, mas constante, e de coloração alaranjada. Ela se movimentava mas desaparecia de vez em quando, acredito que por causa de algumas nuvens que a encobria". 
Essa descrição coincide com a da maioria das pessoas que viram o fenômeno. Mas há uma outra que se generalizou entre os moradores do bairro Eldorado, às margens da represa Billings, em Diadema, local de onde a luz pode ser vista com maior nitidez: 
"Havia duas luzes. Uma delas era vermelha, forte e a outra azul. A vermelha apagava-se de vez em quando e então a azul quase nem podia ser notada". 
O cabo Alimari, da Polícia Rodoviária, e mais dois colegas viram duas vezes o objeto quando passavam com a viatura pela estrada velha de Santos, por volta das 22 horas de quinta-feira, e na sexta-feira de manhã: "eram duas luzes fortes e brancas, como as de um helicóptero muito grande. Nossa viatura chegou a trocar sinais giroflexo com eles. Nós não chegamos a parar a viatura, nós apagamos e acendemos o giroflexo diversas vezes. Em todas elas o estranho aparelho respondeu, acendendo e apagando uma luz vermelha muito forte". 
Na Faculdade de Engenharia Industrial, em São Bernardo, alguns alunos viram a mesma luminosidade e acrescentaram uma outra característica ao fenômeno: "ouvimos um barulho mais ou menos forte, como o de um jato vindo bem alto. Olhamos então para o céu e vimos aquela luz alaranjada, misteriosa, mas muito bonita". 
A partir das 21 horas do dia 21 de junho de 1974, a luz pode ser vista de quase todos os pontos do ABC. Muitos tinham a impressão que caminhava em direção à Diadema. 
Para essa cidade se dirigiram vários carros, seguindo para a afastada localidade de Sete Praias, ao lado do bairro Eldorado, às margens da Represa Billings. Até as 2 horas da madrugada, carros do ABC, Santo Amaro e da Zona Sul de São Paulo eram vistos se dirigindo a Eldorado, com os ocupantes olhando o ponto luminoso no céu. Houve muita excitação e conversas sobre aparições de Discos Voadores e alguns jornalistas foram levados a procurar crateras no meio do mato seguindo indicações de que o "Disco Voador aterrissou aqui perto e chegou a abrir uma vala de 15 metros de diâmetro" o que não foi confirmado. 
Para os cientistas brasileiros que participaram do Simpósio Internacional de Pesquisas Espaciais, no Parque Anhembi, a luminosidade nada mais foi do que conseqüência de um fenômeno natural com infinitas explicações. Uma delas seria um dos balões meteorológicos que o aeroporto solta diversas vezes durante o dia, inclusive quase no mesmo horário em que foi visto o  "disco". Um dos que não acreditavam na história do "disco", um estudante da Fundação Santo André, deu a seguinte explicação científica para o fenômeno: "nuvens cristalizadas que funcionam como uma espécie de espelho, refletindo a luminosidade da chama da Petroquímica de Capuava". 
A versão é coincidente com a do Sargento Newton, da torre de congonhas, pois alguns aviões da FAB sobrevoaram o ABC e não localizaram nenhum aparelho estranho. O "espelho" explicaria também as respostas aos sinais luminosos emitidos pelos policiais rodoviários na estrada velha de Santos. Muitos 
não acreditaram nessa história "porque se nuvens se cristalizam, algum avião já teriam batido nelas e não sabemos de histórias desse tipo até hoje". 

(Jornal Correio Popular - junho 1974) 

Aquilo é uma pirâmide no planeta anão Ceres?

Se os ainda inexplicados pontos brilhantes do planeta anão Ceres já estavam causando um burburinho entre cientistas e leigos, agora temos mais um mistério para nos intrigar: uma foto divulgada pela NASA na última quarta-feira (17) mostra uma estrutura proeminente na superfície rochosa que se assemelha a uma pirâmide. Os adeptos da teoria dos astronautas antigos piram. A imagem foi tirada no dia 6 de junho pela sonda Dawn a uma distância de 4,4 mil quilômetros do pequeno astro, o maior objeto do cinturão de asteroides, localizado entre as órbitas de Marte e Júpiter.
A NASA estima que a “pirâmide” tenha uma altura de quase cinco quilômetros, o que equivale a mais da metade da altitude do monte Everest. Pra se ter uma ideia, a maior das três pirâmides de Gizé, no Egito, mede cerca de 140 metros - então é bem pouco provável que a estrutura seja algum tipo de pirâmide ou construção alienígena. Mas isso de forma alguma a torna desinteressante, muito pelo contrário. A existência de uma montanha relativamente alta pode ser um indício de que aquela curiosa bola de pedra esconde um passado - ou presente - geológico interessante, o que já é bastante animador para os cientistas. A foto também revela a presença de mais pontos brilhantes na superfície de Ceres.
Como até agora não foi possível determinar ao certo a composição dos pontos, a NASA trabalha com a hipótese de que eles sejam feitos de gelo ou sal. Outra possibilidade considerada é o criovulcanismo, um tipo de atividade vulcânica na qual, ao invés de lava, são expelidas substâncias voláteis como água e metano. Mas a verdade é que ninguém sabe o que é aquilo, tanto que o pessoal do Jet Propulsion Laboratory criou uma enquetepara todo mundo votar na hipótese que mais gosta. É claro que, depois dessa foto da suposta “pirâmide”, muita gente vai achar que alguma espécie alienígena já deixou sua marca ali. Quem sabe? Só teremos alguma certeza nos próximos meses, conforme a sonda Dawn for se aproximando do planeta anão.

Carl Gustav Jung – Um Gnóstico Moderno


Primeiro psicanalista a afirmar a que a psicologia humana é religiosa por natureza, Carl Gustav Jung foi fundador da psicanálise analítica e promotor do resgate dos clássicos do Gnosticismo antigo. 
Um dos pioneiros na exploração dos sonhos, Jung dedicou seus estudos a temas variados, como a Alquimia, a Astrologia, a Filosofia Oriental, a Literatura e as Artes.
Seu interesse pela psiquiatria teve origem no estudo das psicoses como doenças da personalidade. Para Jung, esta foi uma grande oportunidade de unir dois campos de estudo de seu interesse: a biologia e a espiritualidade. Tanto que, após sua graduação em medicina pela Universidade de Basel, publicou um trabalho intitulado Sobre a Psicologia e a Patologia dos Chamados Fenômenos Ocultos.
Mais tarde Jung conheceu Sigmund Freud, pai da psicanálise e pioneiro no estudo do inconsciente humano, e o relacionamento dos dois estendeu-se por alguns anos. A cooperação entre estas duas grandes mentes ocidentais, bem como sua amizade, chegou ao fim em 1912, com a publicação da obra Psicologia do Inconsciente, na qual Jung apresenta conceitos divergentes daqueles presentes na teoria freudiana.
Ao longo de seu trabalho clínico, Jung compreendeu a existência de um propósito espiritual para a vida do ser humano, que se estendia para mais além das conquistas materiais. A tarefa de todo indivíduo seria descobrir e realizar seu potencial espiritual inato através de uma jornada de transformação que Jung descobriu ser parte integrante e fundamental de todas as religiões. Esta jornada foi chamada de Individuação.
Ao contrário de Freud, Jung mantinha a religiosidade e a espiritualidade em alta estima, creditando a elas um papel fundamental na aquisição de bem-estar integral. Ao contrário de seu antigo amigo, colega e mentor, que se detivera na estereotipação da religião judaica, Jung dedicou longos estudos às antigas tradições místicas, tal como o Cristianismo, o Hinduísmo, o Budismo, o Taoísmo e o Gnosticismo.
Jung possuía um interesse muito especial pelo Gnosticismo. Em um de seus livros mais enigmáticos, Os Sete Sermões aos Mortos, usa uma linguagem arquetípica fundamentada nos mitos gnósticos. Neste breve tratado místico, Jung adota a identidade de Basílides, um dos expoentes do Gnosticismo Clássico, e posiciona a divindade gnóstica Abraxas como o maior entre todos os deuses.
Até mesmo nos eventos que envolveram a recuperação dos livros da Biblioteca de Nag Hammadi, Jung teve participação decisiva, ainda que indireta. Um dos livros que formam esta preciosa coleção estava sendo negociado por mercadores de antiguidades. Gilles Quispel, amigo de Jung, acabou adquirindo o livro em nome do Instituto Jung de Zurique, com o intuito de presenteá-lo. Por este motivo, esta parte da Biblioteca de Nag Hammadi é conhecida como Codex Jung.
Entre seus trabalhos mais controversos figura o livro Psicologia e Alquimia, onde analisa a simbologia alquímica com o intuito de demonstrar sua íntima e profunda relação com o processo analítico. Para Jung, a alquimia é uma metáfora para o processo de Individuação, e através desta arte somos capazes de transformar as impurezas da alma (chumbo) em uma alma perfeita (ouro).
Texto levemente alterado do original de Giordano Cimadon
Sociedade Gnóstica Internacional
http://www.sgi.org.br/psicologia/carl-gustav-jung/

Antes de ser assassinado, John F. Kennedy exigiu informações à CIA sobre extraterrestres


Documentos abertos recentemente geraram suspeitas em torno dos motivos que desencadearam o assassinato de John F. Kennedy, assim como a possibilidade de um complô para ocultar a existência de seres extraterrestres. O ex-presidente teria solicitado à CIA uma documentação secreta sobre óvnis dez dias antes de ser assassinado, de acordo com relatórios obtidos por meio do Ato de Liberdade de Informação dos EUA (FOIA, na sigla em inglês).
Trata-se de duas cartas redigidas pelo então presidente dos EUA: uma ao diretor da CIA e outra à NASA, solicitando o estabelecimento de um programa de cooperação espacial com a União Soviética. Elas vieram novamente à tona graças ao trabalho do escritos William Lester, enquanto ele reunia informações para um livro sobre a vida de Kennedy. “Uma de suas preocupações era que muitos dos óvnis estavam sendo avistados na URSS e ele estava preocupado que os russos interpretassem esses objetos não identificados como uma agressão norte-americana, acreditando que fosse parte de nossa tecnologia”, afirmou Lester em uma entrevista.
Esses dados colocam novamente em evidência um suposto memorando da CIA, que teria sido queimado, no qual havia uma resposta à carta de Kennedy sobre as questões alienígenas. Robert Wood, ex-diretor de uma das maiores empresas de aeronáutica contratadas pelo governo americano, afirma ter acessado esse memorando e que ele faria parte dos documentos Majestic-12.
Os Majestic-12 são um suposto grupo de elite do governo norte-americano, encarregado de cuidar de assuntos extraterrestres. No memorando, estaria escrito o seguinte: “Como você deve saber, Lancer fez algumas perguntas com relação às nossas atividades, o que não podemos permitir. Por favor, me diga sua opinião antes de outubro. Sua ação nesse assunto é crítica para a continuidade do grupo”. Lancer é o nome que utilizavam dentro dos serviços secretos para se referir a Kennedy.
VÍDEO: 
Fonte: Pijamasurf 

O que aconteceria se você caísse em um buraco negro?


Os buracos negros são misteriosos e sua interação com simples mortais, como nós, é um pouco difícil de imaginar. Mas o que exatamente aconteceria se uma pessoa caísse em um buraco negro? O primeiro problema é que teríamos que deixar de pensar em “uma” pessoa, já que, ao cair em um buraco negro, a realidade seria dividida em duas: em uma delas, a pessoa morreria incinerada imediatamente, enquanto, na outra, ficaria submersa, sem lhe acontecer nada. E isso é possível? Os cientistas diriam que é, ao mesmo tempo, possível e impossível.
Quando um objeto é muito denso, ele pode deformar o espaço-tempo até criar um buraco através de sua própria realidade. Isso pode acontecer, por exemplo, com uma grande estrela sem combustível, que se fragmenta e implode, gerando um campo gravitacional tão potente que nem a luz pode escapar a ele. O que seria, então, de uma pobre pessoa que caia lá dentro? Ao se aproximar da beira do buraco (o chamado “Horizonte de Eventos”), a pessoa seria esticada e contraída e começaria a avançar cada vez mais devagar. Ao chegar ao Horizonte, ficaria imóvel e, nele, o fogo a devoraria. Em outra realidade, ela sofreria uma queda livre para sempre, sem gravidade e sem dor, através da descontinuidade entre espaço e tempo – no caso de um buraco grande. Se fosse um pequeno, a diferença da gravidade entre os pés e a cabeça produziria um estiramento insólito.
A pergunta que fica no ar é: qual das duas pessoas (a que morreu incinerada ou a que vive dentro do buraco) é a real? Nenhuma, ou ambas: cada uma é verdadeira em sua realidade. Já que a capacidade de assumir a existência de duas dimensões reais pode parecer impossível para a nossa mente, a pergunta permanece sem resposta.
Fonte: ABC
Imagem: NASA/CXC/M.Weiss

Nave 'Star Trek': A NASA teria descoberto acidentalmente como superar a velocidade da luz


A NASA testou de forma bem-sucedida o funcionamento de um propulsor inovador, o revolucionário EM Drive, capaz de alcançar a Lua em apenas quatro horas. Um motor tipo “warp”, no estilo “Star Trek”, será realidade em não muito tempo.

A agência espacial norte-americana já havia testado esse tipo de propulsor no ano passado, mas, desta vez, realizou o mesmo experimento em condições de vácuo absoluto. O sucesso alcançado demonstrou que o propulsor pode funcionar perfeitamente no espaço, o que abre as portas para uma nova era na exploração espacial.
Desse modo, a NASA apresentou o projeto para a construção da nave WarpStar-1, equipada com o propulsor EM Drive, que, segundo os cientistas, pode chegar à Lua em não mais de quatro horas. Além disso, um voo para Marte levaria 70 dias, em vez de sete meses, como ocorre atualmente.
A descoberta dos princípios da construção do motor warp pode ter sido descoberta acidentalmente. Segundo afirmaram fontes oficiais, quando um laser foi disparado na câmara de ressonância do EM Drive, alguns fótons viajaram a uma velocidade maior que a da luz, o que significa que o propulsor produziu uma bolha warp que permitirá que naves viajem tão rapidamente quanto a de “Star Trek”.
Fonte: News Max 
Crédito da Imagem: Carlos Romero / Shutterstock.com

Poderia um buraco negro haver criado um holograma da Terra sem darmos conta?


Um cientista da Ohio State University (EUA) afirma que os buracos negros não são mortais como sustenta a teoria atual "firewall", mas sim fabricantes de hologramas imperfeitos .

O cientista Samir Mathur, professor de física na Universidade Estadual de Ohio (EUA), argumenta que, com base em sua teoria da bola de cotão ('fuzzball'), os buracos negros não têm uma superfície mortal e destrutivo , mas eles são imperfeitos  hologramas de todos aqueles objetos espaciais com as quais entram em contacto, sem deixar de existir como antes, relata " The Daily Mail ".

Seguindo esta proposta, o nosso planeta poderia ter entrado em contato com um buraco negro e um holograma imperfeito do mesmo ter sido criado sem que se tenha notado . "Eles vêem os buracos negros não como assassinos, mas sim como fotocopiadoras benignos", diz o pesquisador Gorder Pam da Universidade Estadual de Ohio (EUA).

Esta hipótese, que alimenta a possibilidade de que o universo é realmente um holograma, iria afastar-se da teoria corrente dominante e sustentando que os buracos negros são 'firewall'  que faz a cada objeto que entra em contato com eles seja destruído.

Em 2003 Mathur primeiro formulou sua teoria, com base na cadeia e argumenta que os buracos negros são, na verdade, "bolas" de emaranhados de cordas cósmicas . De acordo com o cientista, cada buraco negro é um produto exclusivo, resultando a partir do material com o qual acaba encontrando considerando que o material não cai dentro destes corpos mas sim sobre eles.
RT

De onde vem a gigante nuvem de poeira que rodeia a Lua?


Um estudo científico recente, graças a um instrumento da NASA identificou que os cometas são a fonte da nuvem de poeira que existe permanentemente ao redor da lua.

Um grupo internacional de cientistas demonstrou que a lua está rodeada por uma nuvem constante de poeira formada por cometas, que indo através do nosso sistema solar, perdem muitas partículas. Posteriormente, estas partículas atingem a Lua e fazer o pó da superfície lunar levantar temporariamente para o espaço , como explica pesquisadores em seu estudo publicado na "Nature" .

Os novos dados, recolhidos através do instrumento da NASA  LDEX (de sua nave espacial Ladee ) sugerem que cerca de 120 quilos de pó, rodam em média, em torno da Lua, a qualquer momento . Estas partículas são libertadas para o céu lunar e permanecem no ar durante dez minutos. As partículas tomam metade do tempo a subir cerca de 100 quilômetros acima da superfície e a outra metade a descer.

O fato que fez os autores do estudo pensar que foram precisamente os cometas e não os asteroides a causa principal do fenômeno dessa nuvem assimétrica. No entanto asteróides que viajam através do sistema solar também perdem partículas, poeira que se forma muitas vezes colocados em órbitas circulares que não geram muita força no momento do impacto. Por outro lado, os cometas passam através do sistema solar de forma aleatória, produzindo partículas que causam impacto considerável.
RT

"Os extraterrestres sabem onde estamos pelas alterações que causamos a Terra"


O ex-astronauta da NASA John Grunsfeld garante que os extraterrestres podem detectar seres humanos pelas mudanças que a atividade humana tem sobre o meio ambiente da Terra.

"Nossas assinaturas atmosféricas que garantem que alguém com um grande telescópio de 20 anos luz de distância pode nos detectar ", declarou Grunsfeld en una Conferencia sobre Astrobiología celebrada Chicago. "Se há vida lá fora, vida inteligente, eles sabem que estamos aqui", disse ele.

Em abril passado, os cientistas da NASA  afirmaram  que a primeira descoberta de vida extraterrestre será cumprida dentro de uma década e teremos "provas conclusivas" em 20 ou 30 anos. " Nós sabemos para onde olhar. Sabemos como pesquisar.  Na maioria dos casos nós temos a tecnologia e estamos no caminho para aplicá-la ", disse o diretor científico Ellen Stofan.
RT

As cinco espécies que poderiam herdar a Terra


Os robôs humanóides com inteligência artificial ou animais que pensam como seres humanos ou personagens que podem parecer ficção científica, mas os cientistas advertem que, mais cedo ou mais tarde, os seres humanos já não serão os "donos" da Terra. Estas são as cinco espécies que poderiam nos suceder.
Homo sapiens é a espécie biológica mais desenvolvida na Terra. No entanto, alguns especialistas reconhecidos dizem que algum dia teremos que dar este título para outros 'herdeiros', alguns dos quais teriam sido inventados pela própria humanidade. O portal Listverse  compilou uma lista de espécies que em um futuro distante poderia viver em Nosso planeta.

Animais 'inteligentes'

Alguns especialistas, como George Dvorsky, biotécnico canadense acreditam que os seres humanos têm um imperativo moral para aumentar o nível de inteligência de outros seres biológicos quando temos as ferramentas necessárias. Segundo Dvorsky, o monopólio humano sobre o pensamento racional é uma vantagem injusta sobre outras criaturas e, portanto, é necessário ajudar os animais a aprenderem a razão . Os críticos da idéia dizem que, neste caso, teriam que fazer alterações no nível do DNA fetal, causando inevitáveis ​​tentativas fracassadas antes de alcançar o sucesso. Além disso, os animais podem sofrer desvios e até mesmo a morte prematura devido à intervenção humana. 

Praga Cinza 

De acordo com a hipótese de gosma cinzenta, o crescente desenvolvimento da nanotecnologia molecular poderia acabar com a raça humana. Um conjunto de robôs desse tipo começariam a se auto-replicar de forma incontrolável e consumir toda a matéria viva na terra  para criar e manter mais robôs. No final, toda a matéria do universo se tornaria uma enorme massa de nanomáquinas incontroláveis.
Grey goopixabay.com

Castas genéticas

De acordo com o cientista político americano Francis Fukuyama, as idéias de transumanismo, ou seja, a melhoria das capacidades através da tecnologia, são extremamente perigosas. O desenvolvimento do ser humano geneticamente modificado significa o fim das idéias liberais e da igualdade, supõe o especialista. O acesso à tecnologia genética iria gerar castas genéticas, como por exemplo as pessoas com recursos materiais elevados poderia criar 'design' de uma criança com capacidades superiores.

Inteligência artificial

Alguns especialistas de renome mundial, incluindo Elon Musk e Stephen Hawking,expressaram  preocupação com a inteligência artificial que pode substituir os seres humanos. "As formas primitivas de inteligência artificial foram úteis. Mas considerar o seguinte desenvolvimento da inteligência artificial significaria o fim da humanidade. As pessoas, em sua lenta evolução biológica não seriam capaz de competir e serão substituídos ", prevê Hawking . Além disso, alguns cientistas rejeitam esses temores e garantem que a inteligência artificial não vai destruir a humanidade, mas sim complementar.
Inteligência artificialdeviantart.com / oxygenbarker

Várias espécies humanas

Se o processo de evolução humana continuar, é possível que, dentro de milhões de anos possa aparecer novas espécies , embora muitos cientistas consideram improvável. No entanto, no caso de a humanidade atingir viagens e habitar outros planetas e sistemas estelares, exista a possibilidade de que apareçam novas espécies para adaptar às diferentes condições. 
RT

quinta-feira, 18 de junho de 2015

Rússia abre investigação sobre viagem dos EUA à Lua em 1969


Parece que estamos falando dos tempos da Guerra Fria, mas é uma notícia contemporânea: a Rússia abriu uma investigação sobre a veracidade da viagem dos Estados Unidos à Lua em 1969. Segundo um artigo no jornal Izvestia, o governo argumenta que tal investigação poderia revelar novos “insights” sobre as viagens espaciais históricas. As informações são do The Independent.

O representante do governo no Comitê de Investigações Vladimir Markin afirma que foi também requerido um inquérito sobre o desaparecimento das imagens originais da primeira viagem do homem ao satélite natural, além do pedido sobre o paradeiro e as condições em que se encontram pedras lunares, trazidas durante as missões.

“Não estamos afirmando que os Estados Unidos não foram à Lua, e apenas feito um filme sobre isso. Mas todos esses artefatos científicos – ou talvez culturais – são legados da humanidade, e seu desaparecimento sem vestígios é uma perda para todos nós”, disse.

O “desaparecimento” das imagens originais foi admitido pela Nasa em 2009, quando a agência espacial americana afirmou ter apagado as gravações originais e outras 200 mil fitas de vídeo para “economizar dinheiro”. Entretanto, a Nasa teria restaurado as cópias da viagem espacial, usando gravações de outras fontes, tais como as realizadas pela CBS News. A agência ainda defendeu que a qualidade dessas imagens seria superior à original que havia sido perdida.

Sobre o solo lunar e as pedras recolhidas, a agência espacial dos EUA afirmou que “se diferem aos encontrados na Terra em muitos diferentes aspectos”, e que a maior parte do material está guardada.

quarta-feira, 17 de junho de 2015

Caso Maurício Ramos Bessa


Introdução
O Caso Maurício Ramos Bessa é um dos muitos casos investigados pela Sociedade Brasileira de Estudos de Discos Voadores (SBEDV). Ocorreu em 12 de janeiro de 1953, por volta das 13 horas de um dia nublado, nas proximidades da fazenda Guarará, em Santana dos Montes, Minas Gerais. O episódio foi divulgado no Boletim da SBEDV, nº 55/59, de agosto de 1967, cuja transcrição segue abaixo:
"O fato se deu em 12 de janeiro de 1953, às 13 hors (foto nº 11) e foi relatado pelo seu protagonista, Maurício Ramos Bessa, ao Sr. Eber Silvestre, irmão do nosso sócio da SBEDV, Elder Silvestre, que se mudou agora para Brasília. Foi Eber que localizou a testemunha e fez o interrogatório, assistido por nós em alguns dos pormenores. Maurício tem hoje 39 anos, é casado, sabe ler e escrever e trabalha no biotério em dos grandes hospitais do Estado da Guanabara, há 8 anos, tendo nascido aqui mesmo no Rio.
Santana dos Montes dista 3 horas, de automóvel, de Conselheiro Lafayette, e Maurício, depois do seu casamento (lua de mel?) hospedou-se na casa de um colono (parente de criação por parte da Senhora Henriqueta Nogueira de Almeida) da fazenda Guarará, que fica ainda uma légua e meia de Santana. Naquele dia tinha ido ao lugarejo para fazer compras, e na volta, saindo da estrada a meia légua, para atravessar o portão da fazenda, tomou um corte que abreviava bastante o caminho (n° 15) que conduzia através de terreno plano com capim (veja seta no desenho n° 12, de Maurício), perto de um estábulo de vacas e um bambuzal e eucaliptal, quando viu uma coisa luminosa, mais adiante, que o deixou surpreso.
Perdeu o objeto de vista devido ao terreno. Meia hora depois, já à distância de 6 metros, o viu pela segunda vez. Era um veículo menor que um Volks, de cor metalica, brilhante, a 1,30 m do chão, achatado embaixo, ovalado em cima. Ele ficou a observar. Estava agora a 2 metros do veículo, quando, após esperar 2 minutos, de repente, apareceu um vão quadrado, e, em um movimento basculante, uma porta de deslocou para cima. Duas personagens pularam para o chão, que naquele lugar não apresentava capim. Eles tinham roupa cor de chumbo, a qual porém brilhava como um metal, e tinham uma bola brilhante na ponta dos pés, acima do sapato (que parecia ter mais uma forma quadrada, conforme desenho n° 10, de Maurício). O disco deu um balanço para baixo, porém a porta não encostou no chão. Mesmo assim eles entraram no disco, apesar de não terem dado um pulo para cima. Maurício apenas achava que deviam ter prática. Não viu mais a porta fechar, nem o disco subir, porque a dor de cabeça estava tão forte, que nada mais via. Quando a pressão da cabeça de repente cesso, nada mais se via do disco. Foi para a casa com toda a naturalidade, nada mais sentindo no dia seguinte.
Entrando em pormenores, disso o Sr. Maurício, que dentro do disco, através da porta, tinha visto outro tripulante, mas todo imóvel, que parecia olhar para fora. A roupa deles parecia inteiriça; não parecia ter fecheclair, nem bolsas, nem bainhas, com as mãoes e dedos também ainda envolvidos no material individualmente. Até o pescoço e o rosto eram cobertos pelo materialm cm um buraco no meio do rosto, mas não viu os olhos. Os homens tinham 1,30 a 1,40m de altura e no peito, um quadrado brilhante de 3x5 cm aproximadamente. A cabeça parecia mais achatada em relação à nossa. Os movimentos dos homens eram mais rápids que os nossos, especialmente aquele que recolheu o barro. Foi ver depois o buraco no chão, que tinha uma profundidade de 5 cm com uma abertura circular de 3 cm. Não se viam entretanto pegadas dos homens no chão de barro seco. Não escutou conversa entre eles, mas um deles dirigiu-se com movimentos de cabeça ao outro, talvez umas três vezes. Maurício nenhuma pergunta fez a eles, por senti-los superiores À ele, mas achou que eles o convidaram para entrar no aparelho, porém, ficou com medo, sem saber o que responder. O céu daquele dia era nublado. Em 1954 relatou o acontecimento ao reporter do Globo, Homem Rodrigues.
Maurício Ramos Bessa, na época do contato
Mapa da região onde o caso ocorreu

HOMENS DE PRETO


É igualzinho ao filme, só que eles são menos engraçados e mais sinistros. A lenda dos MIB (Men in Black) começou nos anos 1950. Segundo os ufólogos, os Homens de Preto sempre aparecem depois de um disco voador é avistado para pressionar e ameaçar testemunhas. Eles se vestem de preto, usam carros pretos e HELICÓPTEROS PRETOS.Dizem que trabalham para o governo, mas não apresentam nenhuma identificação. Os MIB seriam a polícia secreta do pacto forjado entre os americanos e os alienígenas GREYS. Mas, ao que tudo indica, eles atuam no mundo inteiro. Jacques Bergier, editor da revista francesa Planète, denunciou a presença de MIB nas palestras que promovia sobre esoterismo e ocultismo. "Penso que esses homens vestidos de negro são tão antigos como a civilização (...). A meu ver, seu papel é impedir uma difusão mais rápida e mais compreensível do saber, difusão que conduziu à destruição de civilizações passadas”, escreve Bergier em Os Livros Malditos (Hemos).
Os MIB também estiveram em VARGINHA quando aquele famoso ET foi supostamente capturado por militares brasileiros.­ O filme MIB - Homens de Preto nada mais é que uma manobra de desinformação, pois transforma em piada uma realidade aterradora. Assim como o filme ET - O Extraterrestre, ­de Steven Spielberg (uma visão açucarada dos nossos­ conquistadores) e a série de TV ARQUIVO X (que faz da conspiração alienígena uma peça de ficção). Tudo faz parte de um plano complexo de dominação mundial. 

Objeto luminoso deixa cidade em pânico


Nas pequenas vilas do Nordeste o povo saia assustado de casa: falava-se no fim do mundo. 
No telefone, nervoso, o prefeito de uma pequena cidade do norte do Ceará, insistia em falar com o governador César Cals: era urgente, urgentíssimo. Em Ibiau, sudoeste da Bahia, o prefeito Hildebrando Nunes mandava um comunicado urgente à 6.ª Região Militar. 
Na estrada para Feira de Santana, o trânsito parou: filas enormes de caminhões de cargas, carros particulares e centenas de motoristas de olho no céu. 
No Ceará, dois aviões Xavante, da FAB, levantaram vôo para uma missão incomum; perseguir um estranho objeto que tanto podia ser azul ou vermelho, conforme a hora que cortava os céus do nordeste, numa longa viagem para o sul. 
São algumas histórias de discos voadores. Em fevereiro de 1974 eles foram vistos em cinco estados - Bahia, Pernambuco, Ceará, Piauí, Alagoas - durante três horas. E todos contaram quase a mesma história: era um objeto de forma oval, que mudava de cor e tamanho, com um brilho  tão forte que queimava a vista.  
Tribuna do Ceará, primeira página: "Objeto luminoso deixa a cidade em pânico". Como a Tribuna, quase todos os jornais de Fortaleza esgotaram cedo nas bancas: todo mundo queria detalhes sobre a viagem do estranho objeto que subiu nos céus da cidade às 18h 30m de um Domingo de fevereiro de 1974. 
Nos bairros mais nobres, o OVNI foi recolhido como um sinal do fim do mundo: assustado, o povo saía de casa e corria em direção à rua. Logo que o objeto apareceu, os dois aviões da FAB levantaram vôo, mas regressaram à base pouco depois: o OVNI havia sumido. 
Os telefones das redações dos jornais de Fortaleza tocaram a noit
e inteira: eram pessoas ligando do interior do estado, para falar da passagem do "Disco Voador". O prefeito que ligou para o governador César Cals deixou um recado falando sobre a invasão dos OVNIs: o governador não estava no palácio. 
O depoimento dos que viram: era um objeto de forma oval, ora parecia como uma lua cheia, ora bem maior. Enredava do amarelo para o vermelho, para o azul, para o verde. 
Em Teresina, muita gente saiu às ruas entre 19 e 19h 30m para ver o objeto "que cortava o céu da cidade irradiando uma luz muito branca. Tinha quarenta centímetros de diâmetro e desapareceu na direção norte, deixando uma nuvem esbranquiçada". 
O astrônomo Cláudio Pamplona, do Observatório Hercel Eistein, que no momento da aparição estava na fundação de Meteorologia e Chuvas Artificiais, acha que o fenômeno foi causado por um bólido, isto é, um meteoro explosivo.  
Isso - segundo ele - acontece quando um meteoro entra na atmosfera, num ângulo aproximado da linha vertical, ganhando uma velocidade muito grande que provoca a sua explosão. 
Normalmente, explicou, o bólido deixa um rastro de ionização, fragmentos de sua desintegração. Neste caso específico, "observou-se um rastro que durou dez minutos, perto da constelação de Carneiro, um pouco ao sul do planeta Marte". 
Em Feira de Santana, Bahia, o astrônomo Augusto César Orrico, do Observatório de Antares, desde a aparição tornou-se um homem sem sossego: todos queriam ver as fotos que ele tirou do objeto que viajou pelos céus da cidade durante trinta minutos. 
Augusto César usou um filme de 400 asas, mas as fotos 
não ficaram nítidas. 
Orrico tinha duas hipóteses para explicar o fenômeno: o ingresso de um satélite artificial na atmosfera ou a explosão de uma estrela. Ele disse que o objeto foi observado por centenas de pessoas em Feira de Santana: no começo, parecia uma estrela fixa de Segunda grandeza, soltando uma luz muito branca; depois aumentou de tamanho, passando a soltar uma luz azul, para finalmente, dividir-se em duas nuvens que se desintegraram. 
No Recife, Nélia Noronha Pimentel, 17 anos, estudante do Colégio São João, voltava para casa no bairro da Várzea quando descobriu o OVNI. Correu para casa e poucos minutos depois, o bairro inteiro estava na rua, acompanhando a viagem do disco. Durante três minutos, ele sobrevoou o bairro, crescendo de tamanho para depois desaparecer, deixando uma sombra azul no espaço. 
Em Caruaru, a 130 quilômetros de Recife, muita gente conta que também viu o disco: ele ficou parado durante muito tempo sobre o céu da cidade, com um brilho intenso. 
Em Limoeiro, 80 quilômetros a noroeste do Recife, o comerciante Inácio Roberto Queiroz disse que "viu o sinal luminoso no céu às 18h 5m, com uma cauda de grande luminosidade". O padre holandês Jorge Polman, do Colégio São João Recife, desmentiu a opinião do astrônomo Augusto César, da Bahia: 
"não era um satélite artificial. E tampouco a explosão de uma 
estrela." 
Em Viçosa, a 92 quilômetros de Maceió, João Guedes, técnico em eletrônica, estava trabalhando quando viu o objeto aparecendo por "trás de uma nuvem branca": João foi uma das pessoas que ligaram para as redações dos jornais de Maceió dando a notícia da passagem do OVNI por Alagoas. 
Em Maceió, o objeto começou a ser observado depois das 18 horas e foi visto durante muito tempo no bairro do Farol, na rua Pará e avenida Fernades Lima. No Colégio São José, o padre Sarmento contava às freiras como tinha visto o disco, "de forma oval, brilhando como uma grande estrela". 

(Jornal da Tarde - Fevereiro 1974) 

Sinais de vida em Marte? Encontraram metano em meteoritos do planeta


Uma pesquisa da Universidade de Yale coloca a possibilidade de encontrarmos sinais de vida em Marte de volta em questão. Após analisar amostras de seis meteoritos marcianos, cientistas descobriram que elas contêm gases na mesma proporção e composição que a atmosfera do planeta vermelho. Todas as amostras continham metano.
Por que o metano é tão significativo? Porque ele pode ser usado como fonte de energia (alimento) para formas primitivas de vida na superfície marciana - afinal, há micróbios na Terra que fazem o mesmo.
Agora novas tentativas de replicar o resultado dos estudos estão sendo feitas. Enquanto isso, astrobiólogos tentarão entender se, hoje, é possível que formas rudimentares de vida sobrevivam debaixo da superfície do planeta vermelho. 
De acordo com o professor de geofísica de Yale, Sean McMahon, que é co-autor do estudo, mesmo se o metano identificado em rochas marcianas não alimentar micróbios, ele sinalizaria um ambiente quente e úmido onde poderia existir vida.
Via Yale News

A ALQUIMIA INTERIOR


Introdução
Na Idade Média, surgiram escritos ocultistas correlacionados a alquimia, advindos de sociedades secretas que diziam ter conseguido a reprodução da Pedra Filosofal, bem como a confecção do Elixir da Longa Vida. Tais sociedades, muitas vezes grafavam em pranchas iconoclásticas e em textos simbólicos, os procedimentos descritivos das vias, dos processos e elementos utilizados para atingir a Magnum Opera, tentando dar um caminho gnósticos a possíveis buscadores, de forma a isolar os chamados sopradores. Estes registros se tornaram muitas vezes indescritíveis para o leigo, parecendo até mesmo para sérios estudiosos ocultistas, verdadeiros solilóquios indecifráveis, ou grandes embustes.
A maneira descritiva dos alquimistas medievais revelava um caminho solitário, fruto do desvelamento místico que o buscador opera na medida em que se aproxima do encontro com o Sagrado Anjo Guardião. Neste encontro, o simbolismo místico interior, flui por sua própria via, desvelando para a consciência objetiva, o trabalho alquímico subjetivo de retorno a fonte de vida universal. A este processo, Carl Gustave Jung chamou de individuação, termo psicológico que representa a transcendência da consciência para os planos do inconsciente coletivo, identificando-se com os arquétipos originais, que encontram no indivíduo um canal de desvelamento próprio na constituição do chamado Self.
Vitriol
Esta dialética entre consciência e inconsciência, foi registrada continuamente pelos alquimistas medievais e se tornava uma linguagem obscura para aqueles que não compreendiam os princípios básicos alquímicos. O Ser Humano se transformou no sagrado cadinho, contendo os 7 elementos alquímicos, que através das influências cósmicas, experimenta no viver e nas relações propiciadas por ela, as diversas formas de manifestação de seu Ego, transmutando-se na Pedra Filosofal que tudo sublima. Foi a este processo que Basile Valetim batizou de V.I.T.R.I.O.L..
A tradução ocultista do Vitriol é "Visitae Interiore Terrae et Retificando Invenias Ocultum Lapidem", isto é, Visita o Interior da Terra e Retificando-te, Encontrarás a Pedra Filosofal". A primeira vista tal expressão nos remeteria a um complicado processo alquímico, ou até mesmo a subjacente intenção de Valentim a representar uma substância alquímica... Não podemos descartar este fato!!! No entanto, nem mesmo a concepção vulgar que atribui uma acepção física ao Templo de Salomão é satisfatória, se não surgir de imediato uma analogia ao processo de integração da consciência do próprio indivíduo. Vitriol representa o incômodo mergulho nas profundezas do Ego, daquilo que é objetivado nas paixões através do desejo, e que simbolicamente nos remete a concepção mítica dos diabos e demônios que deveriam ficar excluídos no Inferno.
O contato com a "Terra" e a "Retificação do Humano" para "Encontrar a Pedra Filosofal", encerra uma sutiliza alquímica desapercebida pelos curiosos. Apenas encontramos a Pedra Filosofal, quando compreendemos, aceitamos e encaminhamos a "materialidade" que nos compõem, porque enquanto sujeitos, a auto-imagem que compomos do nosso Ser, é um conjunto do Enxofre (matéria), do Sal (Alma) e do Mercúrio (Espírito), e somente através da alquimia interior é que podemos juntar o partido, transformando a Pedra Filosofal.
A Pedra Filosofal e A Iluminação
Foi assim que יחאזח encontrou Lúcifer (o portador da Luz) e Satanás (o adversário), conseguindo emanar de si a personalidade fruto do seu processo pessoal de Alquimia Interior, fazendo-o atingir o seu verdadeiro estado de Ser. Mas, Jóshua ou Iéschuá, não foi o único iluminado a descobrir as propriedades da Alquimia Interior... Se buscarmos referências dos chamados avátares em nosso orbe, veremos que todos eles buscaram a sagrada Alquimia entre a Terra e o Céu que nós somos, ascendendo as velas no Templo Interior da Alma, para que pudesse ocorrer a ascese mística, o estado de plenitude que nos faz vibrar em Harmonia, Amor, Verdade e Justiça.
Cada um utilizou o laboratório que teve em suas mãos... Montanha, deserto, abismos ou mar... O abismo ou mar representando o mergulho profundo em sua própria alma, levando o indivíduo a Iniciação. A montanha representando a necessidade de enxergar além, propiciando ao indivíduo a Elevação. O deserto representando a expansão de domínios, remetendo-nos a Exaltação.
Observa-se que todos eles traziam em si a marca da Pedra Filosofal... Dizem que eles eram capazes de realizar milagres, dizem que conseguiam alterar as propriedades da matéria, dizem que conseguiam ludibriar a morte... Tudo isto é possível de ser verdade, mas nada disto é significativo quando falamos de Alquimia Interior. O sentido de identificação e a noção de reintegração destas consciências consigo mesmo e com o universo ao seu redor, é que parecia que dava mais sentido a elas de buscarem a sua integração com o Todo, fazendo-as atingirem estados de consciência que propiciavam a noção de Unidade. Isto é o que equivale ao ditame alquímico medieval: "Transmutati in lapis philosophorum".
Jung comentava em seu livro "Psicologia e Alquimia", que a Humanidade tem uma natural propensão aos estados alquímicos que lhe remetem a individuação. O inconsciente coletivo tende a se tornar cada vez mais convidativo a consciência, que nesta dialética permite que extrave nos sonhos, o simbolismo sagrado da sua jornada interior, condensação.
Quanto mais esta dialética se torna clara, mais criativo se torna este indivíduo, dando a sua marca pessoal em suas produções, pois permite extravasar de si o conjunto sintagmático subjetivo que o compõe e o define. Foi exatamente isto que os alquimistas medievais grafaram em seus trabalhos alquímicos como resultado da experimentação desta relação, tanto através da prática quanto da filosofia alquímica, da chamada Senda Mística ou Union Mistique.
A pedra filosofal é o resultado desta busca, fruto do casamento alquímico entre Marte e Vênus, conjunction, que resulta em Mercúrio, sublimatio. Não surge como por encanto, é o resultado de uma busca incessante, gradual, que deve ser orientada por um Mestre e vivenciada por um Aprendiz, mesmo que estes papéis sejam apenas aspectos da própria personalidade, que busca a psicosíntese.
O transeunte da Senda não é um iluminado, muito menos uma Pedra Filosofal, porque na conciliação das diferenças, ele deixa extravasar de si as diferenças, as confusões, os abismos mais profundos, as montanhas mais elevadas e os desertos mais isolados. Não raro nos deparamos com posturas díspares de um suposto iluminado... O senso comum opta pelo mais fácil, o julgamento, a estereotipação. O estudante ocultista vê nisto a oportunidade de compreender o seu próprio caminho, retirando através da reflexão o ensinamento necessário para dar o próximo passo em direção a sua verdadeira Vontade. A crítica por si só não é um instrumento valioso para um buscador, porque através dela surge o olhar enviesado pela perspectiva de uma crença, impedindo a verdade, que é pluridimensional, de surgir. A verdade não se apresenta como um recorte, ou como uma perspectiva, mas justamente pela integração destas.
Conclusão
O buscador reflete através de seus pensamentos, palavras e sentimentos, atitudes que revelam a sua relação consigo mesmo. Tais relações apontam para a Jornada Mística ou Alquimia Interior que foram registradas pelos alquimistas através das suas pranchas e de seus escritos alquímicos. É bem verdade que a prática alquímica continha um caminho prático e uma filosofia, tornando-se muitas vezes obscura a sua interpretação, e em função disto, estas concepções traduziam muito mais a percepção e a experiência de um alquimista ou um grupo de alquimistas, do que uma escola de pensamento alquímico.
O estudante contemporâneo das práticas alquímicas deve ter o cuidado ao olhar tais princípios, compreendendo que a alquimia traduzia também uma concepção especulativa de viver, além de uma prática manipulativa de elementos e uma forma operativa de processos. Ciente disto, é possível que o estudante alquimíco se transforme em um verdadeiro buscador e não um Soprador seduzido pelo "ouro dos tolos".
Texto: FRC Aleph
ocultura.org.br

Vídeo sugestivo:


Teoria da Evolução em risco: são descobertos animais terrestres com 333 milhões de anos


Uma equipe de pesquisadores do Museu de Queensland, na Austrália, chegou a uma conclusão surpreendente e de consequências científicas inesperadas. Ao analisar os restos fósseis da fêmea de um tetrápode Ossinodus pueri, eles constataram que o animal havia sofrido uma fratura que só poderia ser causada por uma forte queda no solo. O fato não seria inusitado se a datação dos restos não indicasse que eles possuem 333 milhões de anos de idade. Ou seja, o animal teria vivido antes dos primeiros tetrápodes saírem da água para habitar na terra, segundo afirmam todas as teorias sobre a evolução dos vertebrados.

O diretor da pesquisa publicada pela revista Plos One, Peter Bishop, explica que, além do que se pode deduzir da fratura e da queda, características ósseas e dos vasos sanguíneos sugerem que o espécime teria passado bastante tempo na terra. Essa descoberta pode ter implicações muito importantes para o estudo dos contextos temporais, biogeográficos e fisiológicos na evolução dos vertebrados, cuja história oficial – agora ameaçada – indica que eles migraram da água para a Terra.
Fontes: PlosOne , La Gran Época
Crédito da imagem: P.J. Bishop et al., PLoS ONE 2015

México: Decifram o nome do túmulo do rei maya Pakal


Mais de 60 anos após a descoberta da cripta do rei maya Pakal, que governou em uma área que está atualmente no estado mexicano de Chiapas, os investigadores revelaram que o nome do túmulo é 'La Casa de las Lanzas da Sharp Nine' .

Pesquisadores do Centro de Estudos Maya (CEM) Instituto de Pesquisa de Filologia da Universidade Nacional Autônoma do México (UNAM)decifrou o glifo maya T514 , que significa "borda". Guillermo Bernal Romero, que apresentou a descoberta, explicou que há 63 anos, este glifo foi encontrado em uma parte do Templo das Inscrições em Palenque, sítio arqueológico que abriga a cripta do Rei K'inich Janaab Pakal " La Jornada ".

Além disso, o pesquisador afirmou que, revelando o significado do símbolo também decifrou o nome do túmulo de Pakal: La Casa de las Nueve Lanzas Afiladas (A casa das Nove Lanças Afiadas) . Bernal acrescentou que era "uma designação representando nove guerreiros que estão desenhados nas paredes da tumba."

Pakal Janaab Rei K'inich ', nascido no século VII, realizou um governo bem-sucedido na antiga cidade de Palenque, e acredita-se estar por trás da construção de sua arquitetura impressionante.
RT