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quinta-feira, 9 de julho de 2015

Observam pela primeira vez um anel de pedra em torno de uma estrela


Uma equipe de astrônomos do Reino Unido têm descoberto em torno de uma estrela distante um anel de substância rochosa capaz de formar um planeta no futuro.

A estrela DG Tauri  está localizada a 450 anos-luz da Terra na constelação de Touro. Os cientistas detectaram este material rochoso a uma distancia da estrela mais ou menos equivalente a  distancia entre a Terra e o anel de Júpiter.
 Estima-se que a idade da estrela seria de cem mil anos, de acordo com uma publicação de " Science News ".

O tamanho das pedras do anel supera os centímetros. De acordo com as atuais teorias de formação planetária em alguns milhões de anos, essas pedras poderiam formar um grande corpo celeste.

O anel foi descoberto usando interferômetro de rádio e-MERLIN representa um conjunto de sete telescópios localizados na parte central do Reino Unido, a uma distância de cerca de 217 km entre si. Ao estudar as ondas de rádio de 4,6 centímetros de comprimento, da DG Tauri, a equipe descobriu que eles poderiam ver uma banda de material em torno da estrela. Estas ondas de rádio, podem ser produzidas por rochas circundantes, um centímetro de tamanho.

Segundo os cientistas, esta é a primeira vez que se foi capaz de detectar uma estrutura intermédia entre o pó e um grande planeta perto de uma estrela.
RT

Houve chinês na América 2800 anos antes da chegada de Cristóvão Colombo?


Arqueólogo americano John Ruskamp descobriu no National Monument Albuquerque, Novo México, uma série de petroglifos antigos chineses de 3.300 anos

As descobertas notáveis foram registrados na área do monumento que protege uma grande quantidade de recursos naturais e culturais: cinco cones vulcânicos, centenas de sítios arqueológicos e aproximadamente 25.000 imagens criadas pelos povos indígenas e imigrantes espanhóis  relata 'The Epoch Times ' .
A equipe de especialistas que colaboraram com Ruskamp concluiu que os petroglifos foram provavelmente escrito por alguns exploradores chineses da época da dinastia Shang, que governou a China entre os séculos XI e XVII aC. Isto significa que os chineses vieram para o território atual dos EUA quase 2.800 anos antes da chegada de Colombo à América .



Os cientistas conseguiram decifrar algumas das inscrições encontradas. A forma e o conteúdo das imagens apoiam a visão de que os petróglifos são originais. Um artigo científico  de Ruskamp dedicada à investigação atualmente está em revisão.

quarta-feira, 8 de julho de 2015

Alienígenas e a antiga Suméria


A antiga Suméria tem sido assunto de debate por muitos anos. De acordo com a teoria do astronauta antigo, é lá, na antiga Mesopotâmia, onde tudo começou.
Entre as histórias de encontros incríveis, deuses, e tecnologia que são parte da cultura antiga da Suméria, há várias histórias que apontam em direção a uma origem extraterrestre.
Então veio o Dilúvio e após o Dilúvio o reinado novamente desceu do céu.
Após o reinado ter decido do céu“, começa a nossa Lista de Reis; havia cinco cidades “antes do Dilúvio” cujos oito fabulosos reis reinaram por não menos do que 241.200 anos.
Após a hegemonia  destas cinco cidades antes do Dilúvio, a documentação nos conta:
O Dilúvio varreu por sobre tudo.  Após o Dilúvio ter varrido tudo, e o reinado ter mais uma vez descido do céu, Kish se tornou o trono do reinado.
Os antigos sumérios viviam na Mesopotâmia, entre os rios Tigre e Eufrates, e representavam uma forma de cultura superior.  Eles possuíam muito conhecimento astronômico avançado e eram capazes de desempenhar cálculos com 15 dígitos, isto é, com números acima de 100 trilhões.
Para compará-los com outras civilizações, basta dizer que os gregos não podiam contar acima de 10.000.  Os sumérios que predatam os babilônios, estabeleceram uma civilização e cultura modernas, como as conhecemos.
A história nos conta que os primeiros dez reis sumérios viveram um total de 456.000 anos, que nos dá uma longevidade média de 45,6 mil anos de vida para cada um.  Cada cidade suméria era protegida por um “deus”.
Os vários tabletes de argila que têm sido recuperados da região, descrevem uma tecnologia e história incríveis, e um trajeto que não pode ser compartilhado com a arqueologia e história padrão.

Um OVNI na história da antiga Suméria?
Bem, se você pensou que a antiga Suméria e OVNIs são duas coisas que não possuem nada em comum… você está errado.  Os textos antigos que relatam a lenda do Rei Eana, encontrados em Nineveh, na biblioteca de Ashurbanipal, mencionam uma ocorrência muito interessante do passado distante.
A ascensão do Rei Etana é mostrada nesta imagem.
Etana era um rei sumério da cidade de Kish, na antiguidade.  De acordo com a lista de reis sumérios, ele reinou após o Dilúvio.  Ele está listado como o sucessor de Arwium, filho de Mashda.
A lista também chama Etana como “o pastor que ascendeu ao céu e consolidou todos os países estrangeiros”, e declara que ele reinou por 1560 anos (algumas cópias relatam 635) antes de ser sucedido pelo seu filho Balih, que teria reinado por 400 anos.
Etana aparece na Lista de Reis Sumérios como sendo o décimo terceiro rei da Primeira Dinastia Kish, que foi estabelecida após o grande Dilúvio.  ele foi “aquele que ascendeu ao céu“.
Sua história é bem descrita pelo historiador italiano, Alberto Fenoglio: “Rei Etana viveu há aproximadamente 5.000 anos, era chamado de Rei Deus e foi levado como convidado de honra abordo de um navio voador com o formato de um escudo, o qual pousou atrás do Palácio Real, cercado de chamas em redemoinho.
Alienígenas Anunnaki com a árvore da vida e um OVNI pairando sobre ela.
Deste navio voador vieram homens altos, loiros e com a pele escura, vestidos de branco, que dizem ter sido lindos como deuses.  Eles convidaram o Rei Etana para ir com eles.  Os conselheiros do Rei Etana tentaram dissuadi-lo de entrar no objeto voador.
Num redemoinho de chamas e fumaça ele subiu tão alto que a Terra com seus mares, ilhas e continentes pareciam com um pequeno pão num cesto, depois desapareceu de vista.


“Veja, meu amigo, como a terra parece!
Olha o mar e os lados da Montanha Casa:
A terra se tornou verdadeiramente uma mera colina,
O largo mar é somente como uma banheira.”
Com este “navio voador”, o Rei Etana foi capaz de alcançar a Lua, Marte e Vênus, e após a ausência de duas semanas, quando as pessoas de seu reino estavam preparados para nomear um novo rei, acreditando que os “deuses’  tinham levado seu rei anterior com eles, o Rei Etana sobrevoou a cidade e pousou, acompanhado por um dos “homens loiros”, que ficou como convidado do rei.

Seis acidentes com OVNIs / UFOs que ocorreram antes de Roswell


Alguns céticos querem que você acredite que o foi o acidente com OVNI em Roswell que deu início às reportagens deste tipo de eventos estranhos. Mas isso não é verdade. Objetos voadores não identificados tem caído dos céus anos antes.
Aqui estão 6 dos casos mais intrigantes (todas as fotos são meramente ilustrativas):

6. Aurora, Texas (EUA) – 1897

Uns bons 50 anos antes do evento de Roswell já havia começado uma sequência de vários acidentes. Um enorme OVNI alegadamente caiu na pequena cidade de Aurora, no Texas. O objeto era prateado e tinha o formato de charuto. De acordo com um artigo publicado no Dallas News, o OVNI perdeu altitude quando atingiu o moinho do Juíz Proctor. A explosão destruiu a torre do moinho e espalhou destroços por uma grande área.
O artigo também relatou que um poço havia sido danificado no acidente e sua água contaminada, o que levou as pessoas a tapá-lo com terra.
O artigo dizia: “O piloto da nave seria o único abordo e, apesar de seus restos mortais estarem totalmente desfigurados, partes suficientes do corpo restaram para mostrar que ele não era habitante deste mundo“.
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Uma pequena cerimônia foi celebrada no cemitério local, onde o corpo do pequeno alienígena foi enterrado. A lápide foi roubada em 2012, mas as fotos existentes mostram claramente o formato de charuto com janelas.
Infelizmente para todos, na época do acidente uma epidemia de febre atingiu a região, e o evento rapidamente foi esquecido.
Outro aspecto interessante foi que em 1945 a propriedade do Juíz Proctor foi comprada por Brawley e Etta Oates. Toda a família Oates começou a sofrer sérios problemas de saúde, porque tinham escavado o poço novamente. Antes de sua morte, Etta ficou convencida que a água era radioativa.


5. Oceano Índico setembro de 1862

Este acidente foi reportado em 2 de Maio de 1897, na edição do The Houston Daily Post, que foi centrado na história contada por um dos poucos homens que sobreviveu para contar – um marinheiro holandês.
Ele fazia parte da tripulação a bordo de um navio chamado Christine. No outono de 1862, após uma tempestade no oceano Índico, o navio afundou. Os membros da tripulação que tiveram sorte suficiente para sobreviver, de repente se encontraram numa pequena ilha deserta, completamente desprovida de vida.
naufrágioEnquanto estiveram na ilha, eles testemunharam um evento extraordinário: Um OVNI gigante caiu do céu, batendo contra um penhasco. Ele era tão grande quanto um navio de batalha e tinha 4 enormes asas nas suas laterais.
Os homens agregaram coragem para examinar os destroços e encontraram os corpos de vários homens de 3 metros e 60 centímetros de altura, usando roupas estranhas e com barbas sedosos da cor de bronze. Esta ameaçadora descoberta foi demais para estes homens famintos e desesperados, e alguns deles ficaram loucos.
Somente um punhado deles sobreviveu até serem resgatados por um navio russo, dentre eles o marinheiro holandês.
Embora isto possa parecer como nada mais do que uma história de marinheiro, trata-se de algo muito estranho.


4. Stavropol (Rússia) – Final da década de 1800

Na década de 1960, o serviço soviético de investigação descobriu pistas sobre um acidente de OVNI que ocorreu no final do século 19. Várias testemunhas relataram que “uma estranha aparição” caiu por sobre o vilarejo da Província de Stavropol, e seus passageiros tinham sobrevivido ao acidente.
Três homens com pele escura saíram do objeto.  Eles estavam respirando com dificuldade, fazendo sinais e logo morreram, já que não podiam respirar o ar.  Os moradores do vilarejo rapidamente desmontaram o objeto que havia pousado.
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À medida que a investigação progrediu, as autoridades começaram a receber cartas corroborando a história.  Uma mulher chamada Irina Danilova relembrou a história contada por seu avô, que tinha pessoalmente testemunhado o evento.
De acordo com o avô de Danilova, a nave tinha o formato de uma ponta de flecha e foi rapidamente desmontada pelos moradores locais, que usaram o metal para fabricar itens domésticos.
Os corpos foram enterrados sem cruz ou ritual.

3. Carolinas (EUA) – 1941

Este relato vem do livro UFO Crash/Retrievals: Search for Truth in a Hall of Mirrors (Acidentes/Resgates de OVNIs: A Procura pela Verdade na Sala de Espelhos – trad. livre do título: n3m3)do afamado pesquisador de OVNIs, Leo Stringfield.  O pesquisador encontrou e conversou com a mãe de Guy Simeone, um soldado da 26ª Divisão de Infantaria, antes do envolvimento dos Estados Unidos na Segunda Guerra Mundial.
Em outubro de 1941, Simeone estava fazendo parte de uma manobra militar “nas Carolinas” (Carolina do Norte e do Sul – EUA), quando um objeto não identificado caiu na área.  Os interesses rapidamente mudaram em direção ao resgate do “objeto metálico redondo acidentado” e “os pequenos corpos mortos do espaço“.
A nave foi levada para um posto do exército próximo do local.  Ela media aproximadamente 4,5 metros de diâmetro, por 3 metros de altura, e continha uma sala de controle com quatro assentos.  O OVNI prateado tinha inscrições tanto em seu exterior, quando na parte interior.alienígenas mortos
Os quatro corpos foram descritos como sendo pequenos, com olhos grandes similares a insetos.
Infelizmente, há pouca evidência para apoiar este incidente, a não ser os relatos de testemunhas.  Ninguém sabe o que aconteceu à nave, ou aos corpos de seus passageiros.


2. Condado de Dundy, Nebraska, 1884

A edição de 8 de junho de 1884, do The Nebraska State Journal publicou um artigo sobre a queda de um misterioso objeto, e o subsequente resgate de destroços muito anormais.
De acordo com o jornal, o fazendeiro John Ellis e outros moradores da região testemunharam um objeto em chamas, similar a um meteoro, caindo do céu.  Os homens montaram em seus cavalos e foram até a área do acidente.  Quando chegaram, eles encontraram um grande número de objetos incandescentes espalhados pelo local do acidente.
OVNIs e vaqueiros
Os objetos estavam tão quentes e eram tão brilhantes enquanto queimavam, que os homens não se atreveram a se aproximar deles.  Os fazendeiros resolveram voltar no dia seguinte.
Quando retornaram, os homens notaram que os objetos eram na verdade partes mecânicas, semelhantes a engrenagens, rodas e lâminas de hélices.  Todas as peças pareciam ter sido feitas de um metal durável e extremamente leve.  Nenhum corpo foi encontrado.
Ninguém sabe o que aconteceu com os destroços.

1. Inglaterra – Segunda Guerra Mundial

O ex-oficial da inteligência e editor da revista Flying Saucer Review, Gordon Creighton, lançou uma investigação sobre o acidente de um OVNI em solo britânico, no auge da Segunda Guerra Mundial.  Os destroços da nave foram, alegadamente, resgatados e estudados pelas autoridades britânicas.
Ele descobriu sobre o incidente num artigo publicado em 1955 pelo Los Angeles Examiner, escrito pela jornalista Dorothy Kilgallen.  Aqui está um trecho do artigo:

Hoje eu posso reportar sobre uma história que é positivamente assombrosa, sem mencionar assustadora.  Os cientistas e pilotos britânicos, após examinarem os destroços de uma misteriosa nave, estão convencidos de que estes estranhos objetos aéreos não são ilusões de óptica ou invenções soviéticas, mas sim discos voadores originários de outro planeta.”
“A fonte da minha informação é um oficial britânico, que prefere não se identificar.  Acreditamos, com base em nossos questionamentos até agora, que os discos sejam tripulados por homens pequenos – provavelmente com menos de 1,20 m de altura.  É assustador, mas não há como negar que os discos voadores vêm de outro planeta.
Este oficial fez uma citação dos cientistas como tendo dito que uma nave voadora deste tipo não poderia ter sido construída na Terra.  Eu descobri que o governo britânico está segurando um relatório oficial sobre o exame do disco voador agora, possivelmente porque não deseja assustar o público.”
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Após o artigo ter sido publicado, Creighton tentou entrar em contato com Dorothy Kilgallen e perguntá-la por maiores informações.  Ela morreu logo após, levando o pesquisador a acreditar que “ela havia sido efetivamente silenciada“.  Mas Kilgallen não era a única fonte de informação a respeito deste incidente.
O pesquisador brasileiro de OVNIs, Olavo T. Fontes, também alegou ter descoberto sobre este incidentes de fontes dentro da Inteligência Naval do Brasil, mas tinha somente alguns detalhes esparsos.  Um outro detalhe interessante foi revelado em 1988 pelo piloto da CIA, John Lear.  Suas fontes revelaram que o OVNI tinha sido “amarrado a um Boeing B-17 e transportado para os Estados Unidos“.
Parece que o governo britânico conseguiu manter ‘a tampa fechada’ para este acidente enigmático, porque nada mais se sabe sobre ele.

 Fontelocklip.com

JACQUES VALLEE


No filme Contatos Imediatos do Terceiro Grau, de Steven Spielberg, tem um cientista francês chamado CIaude La Combe, interpretado pelo diretor da Nouvelle Vague François Truffaut. Bem, La Combe é baseado em um personagem real: Jacques Vallee, astrofísico, folclorista, sociólogo, projetista de computadores e obcecado por discos voadores.
Francês naturalizado americano, ele consegue a rara proeza de ser um herege entre os hereges. Suas teorias causam estranheza até na comunidade ufológica, que costuma abraçar as teses mais estapafúrdias.
Jacques Vallee acredita que os discos voadores são um fenômeno psicossocial não muito diferente das outras mitologias humanas. Nisso ele concorda com as teses de Carl Gustav Jung (veja JUNG E OS DISCOS VOADORES), que afirma que os OVNI’s são uma manifestação do inconsciente coletivo. Mas as semelhanças param aí. Vallee vai do ceticismo militante à paranóia delirante em segundos. Especula, por exemplo, que OVNI’s sejam um “mecanismo de controle” para manipular a humanidade.

Outros fenômenos bizarros e aparentemente distintos (milagres, aparições da Virgem, visões de seres estranhos) seriam ações do mesmo “mecanismo”. Vallee suspeita que dividimos o planeta com uma raça superior que se mantém oculta e vigia de perto a nossa evolução espiritual. É como se alguém tivesse acesso ao inconsciente coletivo (Vallee prefere o termo “Database Cósmica”) e resolvesse produzir crenças sob encomenda. Mas nem por isso ele duvida da existência física dos discos voadores. Au contraire, O fenômeno é real e, segundo Vallee, envolve campos magnéticos e pulsos de microondas. Esta combinação afetaria o cérebro humano, provocando alucinações. Vallee acha que a ABDUÇÃO ALIENÍGENA nada mais é do que uma alucinação induzida. O conspirólogo, no entanto, tem o cuidado de nunca afirmar nada. Ele apenas fornece as pistas e, espertamente, deixa as conclusões para o leitor. Ou, nas palavras do próprio Jacques Vallee, “o importante não é oferecer respostas, é fazer as perguntas certas”.

Caso do tratorista Toríbio


No dia 30 de junho de 1974, quando todas as atenções se voltaram para o jogo entre Brasil e Argentina, dois homens, um médico e um filósofo - tomaram o rumo da rodovia Castelo Branco e viajaram 150 quilômetros até a cidade de Tietê. Ali passaram praticamente o dia, interrogando um fazendeiro, fazendo anotações e olhando minuto a minuto o horizonte que se estendia - claro e límpido - em direção a Porto Feliz, Cerquilho, Capivari, Campinas, Viracopos. 
Como veteranos pesquisadores que não mais traem suas emoções diante do mais fantástico relato, eles fizeram o fazendeiro repetir dezenas de vezes a sua história, ouviram os seus filhos - estudantes  e vizinhos, levando-os a repetir novamente detalhes que, aparentemente, para os interrogados, não tinham o efeito de impressionar os dois homens como eles imaginaram. 
—Mas já disse aos senhores que eu vi. E minha falecida esposa, os filhos, todos viram. O que estou lhes contando é a verdade, a mais pura verdade. Ali, da direção de Viracopos. 
Sempre das 18h 30m às 19 horas e em maior número às quartas e sábados. Arredondados,metálicos, parecendo deslizar no espaço. Até já responderam aos meus sinais de lanterna. 
Os dois homens sorriam complacentemente, mas. "Vamos ver de novo. A que distância mesmo? Por favor, estique os braços e junte os dedos no tamanho exato. Ali, sempre de sul para norte. A luz emitida, de que tamanho mesmo? Amarela? Azul? Vermelha? Fixa ou móvel? E os objetos, isolados ou em formação? A que altura? 
—Mas eu já disse. Ora, conheço bem aviões. Sim, sei que é rota para Viracopos. E eu sei diferenciar. As luzes vermelhas e verdes, dos que vi, ficavam a uma distância bem menor. A dos aviões piscam mais depressa. E eles responderam aos meus sinais. Não, não eram aviões. Eu conheço, ora. 
Acho que os senhores não estão acreditando em mim. (Um pouco sem graça). Mas, esta é a verdade. 
E o fazendeiro somente viu diminuída a sua decepção - 
"Mas os senhores não trazem instrumentos, lunetas, radares móveis?" - quando um dos homens, ainda sorrindo, lhe disse que o seu caso "merece em princípio ser pesquisado e estudado com maior profundidade, dado o grau de confiabilidade e estranheza que encerra".  
Max Berezovski, o médico, e Guilherme Wirz, o filólogo, acabavam de completar ali, numa fazenda às margens da Rodovia Marechal Rondon, em Tietê, mais uma investigação preliminar, sobre o aparecimento nos céus do estado de São Paulo de mais um "objeto aéreo não identificado", os OANIs, mundialmente conhecidos como Discos Voadores. 
Desde que reuniram em 1968 - junto com outros médicos, psiquiatras, engenheiros, técnicos e interessados - para fundar a ABECE (Associação Brasileira de Estudo das Civilizações Extraterrestres), que já receberam a denúncia de milhares de casos, viajaram mais de dez mil quilômetros para investigar uns 30, encontraram-se em dúvida com relação a uns dez e deram o 
seu veredicto de "real e verdadeiro" a apenas uma meia dúzia. 
O caso do fazendeiro de Tietê - cujo nome preferiram não divulgar por questão de ética - ficou entre os arquivados para posteriores investigações. Mas garantiram que o seu grau de estranheza era baixo, ao contrário das experiências - fascinantes e investigadas inclusive pela Aeronáutica - de Maria Cintra a enfermeira de Lins; de Toríbio Pereira, o tratorista também de Lins; de Tiago Santos, o vendedor de frutas de Pirassununga; e de Caetano Sérgio Santos, o vigia noturno de Caconde. 
—De tudo o que aparecia e que era visto, apenas um por cento se ficava sabendo. 
A declaração foi do Prof. Wirz, citando todos os casos de aparecimento de objetos aéreos não identificados nos céus de todo o mundo. Entretanto, desse um por cento conhecido, já foi possível aos especialistas em Discos Voadores estabelecer uns tantos pontos básicos a seu respeito. 
Por exemplo, a maior incidência de OVNI, verificada até 1974 - pelo menos desde que se estudava com profundidade o assunto - ocorreu em outubro de 1954 (a razão pelo menos ninguém diz saber). 
Eles sempre são vistos, com maior intensidade, das 18 às 19 horas e das 21 às 24 (registro mínimo, das 13 às 15 horas; absolutamente nenhum caso, das 15 às 16 horas). 
Já foram avistados nos céus OANIs de até 300 metros de diâmetro (naves - mãe), mas segundo a ABECE, os tipos mais freqüentes são os de oito, quinze e trinta e cinco metros de diâmetro; quanto ao seu contorno, a maioria das descrições dão conta de que são duas bacias juntas; em forma de um chapéu de Napoleão; ovóide vertical; charuto horizontal e chapéu com tripé (caso de Pirassununga). 
Quanto à descrição de seus ocupantes, o estudioso Jáder Pereira, do Rio Grande do Sul, baseando-se no relato de 333 testemunhas, assim os classificou: 95,8% de formas humanas e 4,2% de formas não humanas (à medida em que se entende por humano o padrão estético normal). 
Os seres que mais se aproximaram da forma humana tinham entre 1,20 a 2 metros de altura; saíram de suas naves, uns encapuçados, outros não, outros ainda portanto máscaras de respiração(?). 
Os não humanos, segundo o artigo de Jader Pereira, publicado em uma revista inglesa, tinham uns, orelhas pontudas, outros a pele enrugada, outros ainda cabeça proeminente "em síntese, fugiam do padrão".  
Para o Prof. Guilherme Wirz, que desde 1954 estudava os OANIs, o caso, entretanto, "mais real e fantástico" que teve a oportunidade de pesquisar - "e que, inclusive, motivou a criação do CIONI (Centro de Investigações de Objetos Não Identificados) da 4.ª Zona Aérea, sob a chefia do Brigadeiro José Vaz da Silva e da supervisão do então Major Zani" - foi ocorrido com o tratorista Toríbio Pereira, funcionário da prefeitura de Lins. 
Em outubro de 1968 (algumas semanas depois da aventura de Maria Cintra), Toríbio, então com 40 anos, "um caboclo índio, forte e troncudo", caminhava às 6h 25m em direção ao seu trator, encostado a alguns metros de um barranco no limite norte da cidade. 
Ao subir na esteira, percebeu então do outro lado, entre o trator e o barranco, "um Karmann Ghia". E acocorados no chão três pessoas pequenas, de 1,50 metros, vestidas de uma espécie de capuz comprido, que descia até os joelhos e, por baixo, uma camisa. 
—Tinham rostos finos e humanos e não se diferenciavam. Eram mais iguais entre si que as minhas duas filhas gêmeas. 
Do que me recordou a seguir, o Toríbio, que nas semanas seguintes chegou a perder 15 quilos, lembra-se de que ao serem pressentidos um dos homenzinhos sacou da manga de sua capa "uma espécie de mandril" (peça mecânica) e projetou contra o seu tronco, uma luz branca, que o imobilizou instantaneamente. 
Em seguida, correram para o "Karmann Ghia" (Toríbio nunca se afastou dessa imagem durante todo o interrogatório), fecharam a porta e o aparelho desapareceu com um leve zumbido. 
Quando o seu caso chegou aos jornais, o tratorista Toríbio, por ordem das autoridades, foi retirado para uma fazenda. 
Perdeu quinze quilos e em São Paulo foi submetido a tratamento no estômago, no local atingido pela luz branca, onde dizia sentir "uma leve dorzinha". 

Guerra Fria – A Parapsicologia em uso por militares


Ainda que seja negado pelos governos e militares, as informações dão conta de que houve, nas décadas de 1950 e 60, uma verdadeira corrida em busca do desenvolvimento de capacidades psíquicas para uso militar.
Ubiratan Schulz
Entre as duas guerras mundiais houve um interesse crescente pelas chamadas ciências paranormais. Assim como ocorria com a população em geral, os militares também procuravam respostas nessas ciências, mesmo numa época de grande avanço tecnológico. Mas bem antes do século 20, lideres políticos já tentavam utilizar, na prática, os estranhos poderes que a mente humana possui.
Um dos primeiros relatos que chegaram a nós está no Velho Testamento, no Livro dos Reis, em que o profeta Eliseu adverte o povo de Israel sobre o avanço das tropas dos arameus (ou assírios), um fato que foi visto não com os olhos, mas com a mente. Assim, consta na Bíblia que, graças às visões de Eliseu, por várias vezes o povo de Israel deixou de sofrer derrotas militares, enquanto o monarca assírio buscava, entre os seus homens, delatores que estivessem passando os segredos militares de seu exército.
Em A Arte da Guerra, tratado escrito por volta de 500 a.C., o general chinês Sun Tzu conta a respeito da torça denominada pelos chineses de tchi, uma espécie de energia vital essencial para o sucesso nas batalhas. Ali, ele ensina o controle do fluxo de tchi através do corpo do guerreiro, que, completando com táticas de guerra convencional, poderia provocar alucinações e fraqueza na mente do inimigo. Um soldado assim treinado conseguiria um perfeito domínio de si próprio e, mesmo no caos de uma batalha, seria capaz de tirar proveito de uma pequena falha do inimigo.
Na Idade Média, reis e governantes também tiveram paranormais a seu serviço para se defenderem de possíveis opositores, mas foi na Segunda Guerra Mundial que o envolvimento de paranormais chegou ao auge, quando as potências em luta empregaram sensitivos para pesquisas, espionagem e outras operações tidas como secretas.
NA DÉCADA DE 1960 HOUVE UM GRANDE AVANÇO no uso da parapsicologia durante a chamada “guerra fria” entre os Estados Unidos e a União Soviética. A edição de fevereiro de 1960 da revista francesa Science et Vie informava aos seus leitores sobre as últimas novidades no campo da informação militar.
Em 1959, o novo e primeiro submarino nuclear americano, o USS Nautilus, estava em missão sob a camada polar no Ártico, região inacessível até aquele momento, onde transmissões de rádio e detectores não podiam atravessar a grossa camada de gelo. Segundo Gerald Messadié, editor da revista, em momento algum o submarino deixou de receber e enviar mensagens ao território americano, transmitidas por um tenente da Marinha em contato telepático com um marinheiro a milhares de quilômetros de distância.
Quem já teve a oportunidade de ler O Despertar dos Mágicos, escrito por Jacques Bergier e Louis Pauwels, conheceu mais detalhes sobre o episódio do submarino Nautilus. Segundo eles, a experiência teve inicio em 25 de julho de 1959, e durou 16 dias. No laboratório da Westinghouse, em Friendship, Maryland, Estados Unidos, estava o marinheiro, chamado apenas de Smith; a bordo do Nautilus, o receptor era conhecido como tenente Jones. Segundo se diz, duas vezes por dia, em horários previamente combinados, Smith se colocava em frente de uma máquina que embaralhava milhares de cartas, marcadas com um quadrado, uma cruz, uma estrela, um circulo ou linhas onduladas (conhecidas como cartas Zener e utilizadas em experiências de telepatia na Universidade Duke).
Cada vez que se pressionava um botão, o aparelho depositava cinco cartas na mesa, uma por vez, a intervalos regulares de um minuto; eram colocadas em frente de Smith, que era instruído a transmitir o que estava vendo, se concentrando em memorizá-las e também desenhando os símbolos num papel Ao terminar o tempo marcado, os desenhos eram colocados em um envelope lacrado, que por sua vez era trancado em um cofre. Ao mesmo tempo em que ele tentava transmitir telepaticamente os símbolos, a bordo do submarino o tenente Jones procurava captar as imagens na mesma seqüência, desenhando a série em um papel, que também era guardado em envelope lacrado e entregue ao capitão do navio, William Anderson, que os trancava em seu cofre.
DURANTE TODO O TEMPO, NENHUM DOS DOIS HOMENS TINHA contato com outras pessoas, inclusive as que lhes traziam alimentação e que eram proibidas de lhes dirigir a palavra. Ao final da missão, quando os resultados foram comparados e foi feita a tabulação, mais de 70% combinava perfeitamente, e esse resultado está muito acima dos 20% que se pode esperar obter pelo acaso.
Essa experiência foi negada pela Marinha dos Estados Unidos, mas foi amplamente divulgada na Europa. Era uma poderosa capacidade, com uso militar, pronta para ser aplicada em comunicações impossíveis de serem detectadas. Mais tarde, o editor da revista francesa disse ter verificado que tudo não passou de uma farsa, lamentando ter escrito a matéria, mas isso não convenceu os soviéticos de que havia algo no ar, causando grande alvoroço.
Um respeitadíssimo físico soviético, Leonid Vasiliev (1891-1966) catedrático de fisiologia da Universidade de Leningrado, membro da Academia Soviética de Medicina, laureado com o Prémio Lenin, disse que se os americanos estavam realmente realizando essas experiências telepáticas para uso militar, o fato nada tinha de chocante, mas sim teria de ser festejado. Desde a década de 1920 esse cientista soviético estava testando os efeitos das sugestões mentais a distancia, bem como a idéia de que a radiação eletromagnética serviria como veículo para a telepatia, idéia descarta em seguida.
Então, seu principal interesse passou a ser a possibilidade de influenciar pensamentos ou atos de outras pessoas por meio da telepatia, e um possível uso militar para isso seria o controle da mente dos inimigos.
Sabemos que os comunistas ortodoxos negam a existência de tudo que possa estar ligado a um mundo espiritual, de modo que o estudo das forças paranormais era terminantemente proibido e considerado contra-revolucionário. Assim, noticias como essa, vindas da América do Norte, traziam esperança para pessoas como Leonid. “É preciso”, disse Vasiliev, “que voltemos a nos dedicar à exploração desse campo vital. […] A descoberta da energia subjacente à percepção extra-sensorial será equivalente à descoberta da energia atômica”.
POR FIM, VASILIEV RECEBEU A APROVAÇÃO OFICIAL da Universidade de Leningrado e ganhou a chefia de um laboratório especial de parapsicologia para a pesquisa dos fenômenos telepáticos.
Assim, algumas grandes potências acharam ser vantajoso contratar os serviços de paranormais. Diz-se que o famoso israelense Uri Geller teve uma reunião com funcionários do governo norte-americano, na qual pode lhes contar o que sabia sobre o desenvolvimento soviético no assunto. Nessa época, Uri Geller estava ganhando muito dinheiro com pesquisas paranormais para a localização de minérios.
Diz-se ainda que estudos secretos da CIA, com nomes codificados como Pássaro Azul, Alcachofra e Mk-Ultra, tinham o objetivo de desenvolver habilidades paranormais confiáveis.
Na Guerra do Vietnã, o corpo de Fuzileiros Navais dos Estados Unidos se deparou com os túneis e esconderijos usados pelos vietcongues. A partir da orientação do rabdomante Louis Matacia, que também era geólogo, e usando-se um par de fios em forma de “L” tirados de um cabide de roupas, seria possível detectar esses túneis. Em testes retratados no livro A Mão Divinatória (1979), do investigador paranormal Christopher Bird, os resultados foram surpreendentes, e Matacia afirmou aos fuzileiros que qualquer pessoa poderia manejar as varetas, exceto doentes, retardados mentais ou céticos.
No jornal The Observer, publicado para as tropas americanas no Vietnã, surgiu a notícia de que os fuzileiros estavam começando a usar oficialmente as varetas de rabdomancia nos campos de batalha com algum sucesso. Após cinco meses, o programa foi cancelado porque, segundo o comando americano, “exigia habilidades técnicas fora do alcance da média dos fuzileiros”.
NO COMEÇO DA DECADA DE 1950, o departamento de estado americano realizava em seus funcionários exercícios que aumentavam a capacidade intuitiva. Memorandos internos, inclusive da CIA, recomendavam que se direcionassem pesquisas “para aplicações confiáveis aos problemas práticos de segurança”.
Mas, certamente, a procura por soluções só foi maior quando os resultados e notícias das pesquisas soviéticas tomaram corpo, resultando numa clássica corrida armamentista, se assim podemos chamar, com cada lado reagindo ao que temia que o outro estivesse fazendo.
Esse processo aumentou ainda mais com a publicação do livro Descobertas Psíquicas Atrás da Cortina de Ferro, em que as jornalistas Sheila Ostrander e Lynn Schroeder afirmavam que, na década de 1960, indícios crescentes indicavam que os soviéticos realizavam pesquisas sobre a paranormalidade; em jornais e conferencias acadêmicas, alguns dos mais importantes homens de ciência do pais estavam discutindo as possíveis aplicações da telepatia.
Estudos publicados em 1972 afirmavam que o sucesso dos soviéticos nesse campo permitia à União Soviética conhecer o conteúdo de documentos secretos norte-americanos, a movimentação de tropas, localização de navios e submarinos, moldar o pensamento de líderes civis e militares, e danificar equipamento militar de todo tipo, inclusive o espacial.
Essas noticias fantasiosas e sombrias aparentemente levaram os americanos a continuar as pesquisas, tendo como principal beneficiário o Instituto de Pesquisas Stanford, situado na Califórnia, que recebeu um contrato da Marinha para pesquisa do uso de energia eletromagnética pelos paranormais para localização de submarinos soviéticos em águas profundas.
O resultado nunca foi comentado pela Marinha, e relatos afirmando a contratação de 34 paranormais para trabalhar no projeto jamais foram confirmados.
OUTRA EXPERIENCIA CONSISTIA EM POSSIBILITAR A comunicação dos astronautas da NASA cone o centro espacial. Mas a mais importante acabou se tornando o Projeto Scanate, que consistia em estudar técnicas de visão remota para a CIA.
Dois físicos e importantes pesquisadores do Instituto, Russell Targ e Harold Puthoff, trabalhando no início com o famoso vidente Ingo Swann e o policial aposentado Pat Price, realizaram unia série de testes para verificar a capacidade dos dois na visualização de localidades distantes.
Durante um desses testes monitorados pela CIA, Price fez uma descrição detalhada de uma instalarão secreta militar subterrânea na Virginia. O governo jamais confirmou se as informações estavam corretas, mas segundo relatos houve uma grande investigação, e Samuel Koslov, secretário da Marinha para essa área, declarou que as experiências eram um desperdício de dinheiro do contribuinte, ordenando o cancelamento de todos os contratos com Stanford.
O governo americano continuou negando qualquer interesse nessas questões, mas indícios parecem confirmar o interesse continuo das autoridades pelas armas psíquicas.
Em dezembro de 1980, um artigo publicado no jornal Military Review, do exército americano, falava sobre as implicações estratégicas da instalação do míssil Pershing II na Europa. A matéria também trazia um parágrafo com um título não menos intrigante: O Novo Campo de Batalha Mental: Spock, leve-me para bordo, uma referencia ao popular seriado Jornada nas Estrelas.
O coronel John Alexander, autor do artigo, declarava haver sistemas de armas que operavam movidos pelo poder da mente, e cuja capacidade letal já havia sido provada. Também discutia a faculdade de transmitir doenças a distância, e chegou a afirmar ter ocorrido, com sucesso, morte induzida em cobaias como rãs e moscas, mas dizendo não ter sido comprovada a morte em seres humanos.
Na época, isso caiu como uma bomba, e levou a embaixada soviética a emitir uma nota para a imprensa na qual, em geral, enaltecia suas realizações na guerra psíquica.
Com a polêmica, as bases da guerra fria parapsicológica estavam firmemente implantadas. Se o uso dessas capacidades psíquicas fosse uma realidade, seria possível atingir diretamente os comandantes das tropas inimigas, induzindo doenças, confusão e até a morte. Além disso, seria possível modificar telepaticamente o comportamento do inimigo, favorecer comunicações secretas a longa distância, bloquear informações sigilosas e localizar bases secretas inimigas.
Essas informações parecem insuficientes para converter os céticos, mas os sucessos foram registrados com bastante freqüência. Se continuarem a haver tentativas de desenvolver essas capacidades, o governo sempre vai negar qualquer envolvimento, e as pessoas autorizadas vão desmentir quaisquer resultados positivos.
Que cada um tire suas próprias conclusões.
(Extraído da revista Sexto Sentido 52, páginas 20-24)

Os Toltecas e as comunicações intraterrenas


As misteriosas galerias subterrâneas das cidades toltecas eram utilizadas pelos seus mais conspícuos representantes, quase sempre sacerdotes, para se comunicarem com determinadas regiões do mundo “jina” ou agartino, habitado por seres de extraordinário saber e poder. Outras galerias subterrâneas existiram ou existem numa secreta correspondência com aquele mundo, construídas e conservadas para que, na instância das catástrofes de fim de ciclo, o povo eleito, os iniciados, ou seja, os poucos que permanecerem fiéis à divina tradição, pudessem ser guiados à Terra Santa, à Ilha Imperecível que resiste e sobrevive a qualquer cataclismo, na expressão das escrituras sagradas do Oriente.
Também temos afirmado que se pode passar subterraneamente de um local no Estado de Mato Grosso para certa região do Peru, denominada Machu-Pichu, esotericamente Manus Piscus (Piscis).
FONTE: Os misterios do sexo. Prof. HJS |