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quarta-feira, 29 de julho de 2015

Caso Colombo


Testemunha do caso Colombo apontando local da marca no solo

Introdução
O Caso Colombo foi inicialmente pesquisado pelo extinto Grupo de Estudos e Pesquisas Ufológicas de Curitiba (GEPUC). A primeira divulgação do caso ocorreu através do site GEPUC On-Line. Com a fusão do GEPUC com o Centro de Investigação e Pesquisa Exobiológica (CIPEX), o site transformou-se no CIPEX On-Line, antecessor de Fenomenum Home-Page. O caso permanece em aberto devido à dificuldades emocionais enfrentadas pela vítima protagonista do caso. Tomei conhecimento do caso a partir de uma vizinha da vítima.
Em 18 de maio de 1997 estive no local apurando e investigando os fatos. Fui até o local, onde supostamente desceu o objeto e constatei uma marca de 1 metro e 50 cm de comprimento por uns 7 cm de largura. Ela seguia em linha reta por quase um metro, ocorrendo um desvio de alguns graus. A marca estava embaixo de galhos de uma laranjeira. Os galhos mais baixos desta árvore estavam a 1,70 m de altura.
Acima fotografia da marca deixada pela sonda. Na imagem abaixo, a mesma marca realçada

Acima fotografia da marca deixada pela sonda. Na imagem abaixo realçamos a marca
No local encontrei dois irmãos que teriam testemunhado o momento em que a estranha marca apareceu no seu quintal. A testemunhas principal, Rafael, com 10 anos de idade na época, afirmou que em 14 de maio de 1997 brincava na varanda de sua casa, de frente para o quintal. Ele e sua irmã estavam sozinhos em casa aguardando o retorno de seus pais que haviam saído.
Por volta das 22 horas Rafael observou que seu quintal iluminou-se. Imaginando tratar-se do automóvel de seus pais ele olhou e o que viu era bem diferente de um veículo terrestre. Tratava-se de um objeto redondo, com aproximadamente 10 cm de diâmetro, que emitia uma forte luz vermelha. O objeto seguia em direção à laranjeira do quintal. Pouco antes do impacto o objeto desceu, quase tocando o solo, para então subir e seguir em direção à casa de Maria, vizinha que morava na casa ao lado. Rafael, assustado, gritou para sua irmã, que assistia televisão na sala. Os dois foram até o local onde o objeto passou e notaram um fogo azulado com uns 10 cm de altura. No local havia um cheiro ruim muito forte. Pouco tempo depois os pais das testemunhas chegaram em casa e viram a marca brigando com os dois irmãos julgando que eles tinham jogado fogo no local. Pouco depois os dois irmão começaram a sentir náuseas, dores de cabeça, tonturas e formigamento pelo corpo. A pele de ambos tornou-se avermelhada e o inchada. A mãe das testemunhas preparou um chá medicinal que não fez efeito. Vendo que as testemunhas continuavam a passar mal eles resolveram levá-los ao hospital Angelina Caron, em Campina Grande do Sul.
Pesquisadores do CIPEX realizando medições na marca deixada pela passagem do objeto
Foram coletadas 2 amostras de grama da marca, parte de uma laranjinha, um pequeno pedaço de PVC, amostras de solo coletadas na marca e amostras de grama distantes da marca, para comparação. Em todas as amostras coletadas foram detectadas anomalias.
Rafael aponta o local onde a sonda deixou sinais de sua passagem.

- Anomalias em Gramíneas
Nas amostras de grama, as diferenças entre as amostras coletadas na marca e aquelas coletadas longe da marca eram bem claras. As amostras eram de mesma espécie, e os locais de coleta distavam 5.5 metros. As amostras coletadas na marca e estavam chamuscadas por fora e bem cozidas por dentro. Este só pode ser produzido por radiação tipo microondas. A grama afetada estava com uma consistência estranha, como se desidratada. Um dos dados mais interessantes relativo a estas gramas afetadas é que elas permaneceram verdes por um ano e três meses após a coleta. Na laranjinha encontrada na marca encontramos novos indícios de radiação tipo microondas. Quando coletei o material escorreu muito suco que estava dentro do material. Ao abrir a casca constatei que todos os gomos estavam destruídos, não havia nenhum intacto. O efeito no material é semelhante ao que ocorreria a um ovo colocado em um forno microondas. Passados três dias da coleta a casca da laranjinha se tornou muito dura. O pedaço de PVC, apresentava-se contorcido e deformado pelo calor. As amostras de terra não apresentavam nenhuma anomalia.
Detalhe do local onde foram encontrados o que restou de uma laranja, amostras de lã e um pedaço de PVC

Fotografia de amostras de grama coletadas no local. Observa-se suas pontas chamuscadas

O Triângulo amarelo delimita a propriedade onde mora a abduzida, nas proximidades da BR-116, sentido São Paulo. A linha laranja representa a trajetória tomada pela sonda

Na imagem acima temos uma visão onde ocorreu o Caso Colombo. Em vermelho, temos assinalado a residência de M e dos irmãos Canalli, onde a sonda deixou vestígios. A seta amarela representa a trajetória de um outro objeto luminoso, desta vez do tamanho aproximado de um automóvel, que passou sobre o Santa Mônica Clube de Campo, alguns meses depois da passagem da sonda. O Clube está situado a 2 Km de distância da casa dos protagonistas.

- Estudos Posteriores
Estas amostras foram submetidas a testes em laboratórios do Setor de Botânica da Universidade Federal do Paraná (UFPR). Das amostras de grama foram feitas 7 lâminas permanentes para microscópio. Foram utilizados dois métodos para confecções destas. 
No primeiro método foram feitas 3 lâminas.Das amostras coletadas foram retiradas algumas partes para fixação. As amostras foram mergulhadas em água destilada por 24 horas. Depois disto elas passaram por uma solução de hipoclorito de sódio, para despigmentar o material, por 24 horas. Depois disto o material foi hidratado em água destilada por 3 horas, sendo desidratado em uma bateria crescente de solução alcoólica, sendo mergulhado em solução álcool-xilol. Após este processo as as amostras foram fixadas em lâminas permanentes.
Através de uma lupa especial de aumento 40X e de um microscópio ótico marca Nikon, observamos as amostras. Todos os vasos condutores estavam inteiros, sem deformidades. No entanto, nas regiões afetadas, foram observados que as células tinham coloração amarelo-esverdeada. Um perito em corantes da Universidade afirmou que neste processo, o material vegetal perde toda sua pigmentação após ficar duas horas mergulhadas na solução de hipoclorito de sódio. O perito não soube explicar a razão da não despigmentação no material afetado. Um detalhe interessante foi que as células do material afetado apresentam um espaçamento celular maior que o normal. Na Inglaterra, pesquisadores de círculos ingleses fizeram o mesmo tipo de análise em trigos afetados e também foi constatado um espaçamento maior que o normal.
No segundo método de fixação foram montadas quatro lâminas permanentes. As partes retiradas das amostras foram retiradas e mergulhadas por 24 horas em água destilada. Depois disto foram desidratadas em álcool 70° - 90° e 100°, ficando mergulhadas duas horas em cada solução. Após isto as amostras foram mergulhadas em uma solução de álcool absoluto e historresina, na proporção de 1:1, durante 5 horas. Após um processo de polimerização o material é microfonizado (cortado em fatias extremamente finas). O material é colocado em lâmina, onde coloca-se o corante azul de toluidina sendo depois fixado. O corante utilizado realça células, vasos condutores e tecidos. Nas observações, estas lâminas não apresentaram deformidades, as nas regiões afetadas não responderam bem ao processo. Apenas algumas regiões afetadas podê-se observar algo como uma massa disforme e escura. Novamente as amostras apresentavam espaçamento maior que o normal.
Um outro teste foi realizado por mim visando reproduzir os efeitos observados em outras amostras de grama. Coletei amostras do mesmo tipo de grama, em dois horários específicos, 15:30 e 20 horas, submetendo-as a exposições de radiação microondas. Em um forno microondas convencional, coloquei amostras, em exposições de 15 seg, 30seg, 1 mim, 2 mim, 3 mim, 4 mim, 5 mim e 10 mim. As amostras submetidas a 5 minutos de exposição é que mais se assemelhavam às originais. Os testes ainda continuam e assim que tivermos novidades sobre eles os publicaremos aqui.
A amostra de PVC encontrada no local também revelou detalhes interessantes. Observando o material com uma lupa de aumento 40 X, eu descobri pedaços de grama fundidos ao PVC, provando que o mesmo foi aquecido ao ponto de derretimento no local da coleta. No lado oposto da grama, o material está carbonizado.

Abdução em Praia de Leste
Um detalhe interessante, no relato de Rafael, é que o objeto teria seguido em direção à casa da senhora M.. Segundo informações prestadas pelos vizinhos, M. teria entrado em pânico ao saber do aparecimento do objeto. Na semana seguinte, voltamos ao local, desta vez para entrevistar M.. Esta testemunha nos contou que em uma noite do mês de abril estava com seus familiares em na praia de Praia de Leste (PR), jogando cartas, quando surgiu um objeto voador semelhante a um ônibus. O objeto era silencioso e iluminado. M. e sua filha sentiram um estranho e incômodo zumbido no ouvido direito. M. se sentiu compelida a seguir para um lugar que ela não soube precisar. M. caminhou sozinha até uma praia deserta, onde o misterioso objeto desceu. Deste objeto desceram três seres estranhos, que possuíam olhos grandes, vermelhos e fundos, cabeça desproporcional ao corpo. No alto da cabeça haviam duas protuberâncias. Sua pele era muito estranha, parecendo enrugada, de coloração esverdeada. Um dos seres lhe disse telepaticamente: "Você não é feliz aqui! Você não é daqui! Nós vamos levar você conosco!". M. em pânico tentou lutar contra o seres, mas perdeu a consciência. No dia seguinte pela manhã, seu filho a encontrou em uma praia, desacordada. Durante o período em que ficou fora de casa, seus familiares não notaram sua ausência, o que é estranho. A testemunha estava desorientada e confusa. Constamos, mais tarde, a existência de cinco manchas no joelho direito da testemunha. As manchas pareciam-se com hematomas, sendo todas do mesmo formato e tamanho e estavam alinhadas. Depois deste dia, M. passou por períodos de depressão, angústia, ansiedade e nervosismo. Segundo os vizinhos, M. deixou de conversar com vizinhos e se isolou. Notamos nas semanas seguintes que M. começava a beber procurando esquecer o ocorrido. A investigação da abdução continua e em breve poderá ser melhor divulgado.

MATRIX


Philip K. Dick, autor de Blade Runner, é um dos escritores mais Interessantes da chamada ficção científica softcore (a FC hardcore centra-se apenas nas ciências exatas, enquanto a softcore também se aventura nas humanas). Mas em 1974, pirado de tanto tomar LSD (Veja PSICODELIA), Dick resolveu viver dentro de uma obra de ficção científica. O escritor achava que o império romano nunca tinha acabado. Todos nós fomos submetidos à uma lavagem cerebral em massa e vivemos num mundo virtual completamente falso. Tudo o que você pensa que é real - sua casa, seu emprego, este blog – não existe. Ainda estamos sob o domínio de Roma e quem percebe essa realidade cruel é jogado aos leões. De uma certa forma,­ Philip K. Dick antecipou o plot do filme Matrix. E não recebeu nenhum crédito pela idéia. Sacanagius est!

Relatos Ufológicos


Um objeto com formato de um prato, com muitas luzes, foi visto por diversas pessoas em vários subúrbios de Campinas, principalmente na Vila Nova, Taquaral, Vila 31 de Março e estrada de Paulínia. "O objeto tinha luzes fortíssimas e uma velocidade espantosa", explicaram as testemunhas. 
Algumas chegaram a informar o fato no Primeiro Distrito Policial, o que, no início, foi interpretado como brincadeira. 
O objeto sobrevoou Campinas, conforme os informantes, apareceu em horários diferentes e, em alguns locais, deixou a população apavorada, principalmente uma mulher, que o viu sobre sua casa. 

(04 de dezembro de 1975) 
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Um objeto estranho, não identificado, em forma de disco, com luzes fortes e uma ponta em forma de bico, foi visto por moradores no bairro Taquaral, Vila Costa e Silva e Vila Nova por volta da meia-noite do dia 2 de dezembro de 1975, às 6 horas, ao meio dia e às 13 horas do dia 3. A notícia logo correu 
pelo bairro e os que viram o objeto falavam de suas diferentes reações, do medo à curiosidade. Num ponto, entretanto, todos concordavam: pelas características do estranho objeto, luminosidade e velocidade, tudo levava a crer que se tratava de um disco voador. 
A primeira pessoa a ver o estranho objeto foi dona Alcina Amaral Ferracini, residente à Av. Carlos Grimaldi, 346, no Taquaral. Pouco antes da meia-noite de terça-feira ela estava no terraço de sua casa, devido o calor, juntamente com seus filhos quando, de repente, viu no céu um objeto estranho, com forma achatada, muitas luzes e uma ponta em forma de bico. Dona Alcina e sua filha Cássia Aparecida, 13 anos, observaram o aparelho por alguns instantes mas, percebendo que ele estava sobre a casa, esconderam-se com medo. 

O mesmo objeto foi visto pelo encanador Luiz Carlos Cavalini, 22 anos, solteiro, residente naquela rua. Ele conta: 
—Às 6 horas, quando saía para o trabalho, vi um objeto bastante estranho no céu, tipo de um disco voador. Ele tinha luzes fortes e um bico. Pelo que pude ver ele tinha uma velocidade bastante grande e de repente ele entrou nas nuvens. Luiz Carlos confessou que ficou apavorado, "pois nunca tinha visto uma coisa desta em minha vida. Era um prato todo iluminado com luzes fortes e na ponta tinha um bico. Deu pra ver bem, pois ele não estava muito alto." 

Dona Maria Madalena Giroto e sua filha Pedrina do Carmo Giroto, de 14 anos, também residentes na Av. Carlos Grimaldi,336, disseram que quando o disco apareceu todo mundo ficou apavorado. Atraída pelos gritos de "olha um disco voador", ela saiu para fora de casa e conta o que viu: "pudemos ver 
bem um objeto estranho, parecia um disco, era luminoso e tinha uma ponta bicuda. Deveria estar correndo bastante, pois de repente desapareceu nas nuvens." 
Dizendo que nunca havia visto coisa igual em sua vida, dona Madalena concluiu: "pode ser que ninguém acredite, mas a verdade é que nós vimos e não temos interesse em mentir. Teve gente da Vila 31 de Março que também viu. S erá que não é o disco voador que levou o professor Roiuk?" 
Por volta do meio- dia o mesmo objeto foi visto ainda no bairro Taquaral por outras pessoas, dentre as quais dona Ana Maria Degan, residente na Av. Carlos Grimaldi, 326. Naquele horário ela ia saindo de casa para levar o filho ao colégio e percebeu que as vizinhas estavam todas olhando e apontando para o céu., 
—Eu tive a oportunidade de ver também um objeto estranho no céu. Não posso informar se era um disco voador porém o objeto era bastante estranho, luminoso, com velocidade espantosa e de repente ele sumiu no meio das nuvens, disse dona Ana Maria. 
Disse ainda que "a gente nunca viu uma coisa desta e fica com bastante medo. E não foi só eu que vi. Minhas vizinhas também viram e estão bastante nervosas." 

Por volta das 13 horas, o mesmo objeto estranho foi visto, pela Quarta vez, por moradores da Vila Nova e Jardim Guanabara. O 1.º Distrito Policial, através da escrivã Noêmia recebeu vários telefonemas de moradores da área sobre a presença do objeto tido como disco voador no céu, porém nenhuma providência foi tomada. 

Alberto Piva, 23 anos, residente à Rua Camargo Pimentel, 902, no Jardim Guanabara, foi um dos que viram o objeto. 
Estava almoçando quando sua mãe dona Amélia Piva chamou-o para ver o estranho objeto. 
—Vi, bem no alto, parado, um objeto redondo, achatado, luminoso. Eu até cheguei a falar para alguns colegas, na hora:  
será que não é um disco voador? A gente fica "cabrero" quando vê uma coisa destas, disse Alberto. 
Ainda segundo o jovem, o estranho objeto estava parado em direção à Estrada de Paulínia. 

(Jornal Diário do Povo - 04/12/1975) 

OVNI / UFO quase colide com helicóptero do Exército dos EUA


Em 1973, a tripulação de um helicóptero do Exército dos EUA encontrou um OVNI e subsequentemente ganhou o prêmio de US$ 5.000,00 como “o relatório do ano mais valoroso cientificamente”.
Um número tão grande de avistamentos ocorreu em outubro de 1973, que o período muitas vezes é conhecido como ‘A Grande Onda de OVNIs”.  Felizmente, um deles foi testemunhado por uma tripulação de militares credíveis.
Em 18 de outubro, aproximadamente às 10h30min, um helicóptero Bell UH-1 (Huey) da Reserva do Exército, decolou de Port Columbus, no estado de Ohio.  Ele estava indo para o Aeroporto Hopkins, em Cleveland, a aproximadamente 160 km norte dali.  Sua tripulação consistia de quatro homens:  Capitão Lawrence J. Coyne, Primeiro Tenente Arrigo Jezzi, Sargento John Healey and Sargento Robert Yanacsek.
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Posição dos tripulantes no helicóptero.
O helicóptero subiu à uma altitude de 2.500 pés (750 metros) e estava cruzando à uma velocidade de 90 nós (170 km/h).  As condições atmosféricas eram ideais e o céu estava limpo, permitindo assim uma ótima visibilidade.
Quando eles se aproximaram do seu destino, o Sargento Healey notou uma luz vermelha ao oeste, voando na direção contrária.  Dois minutos mais tarde, ele viu uma luz similar, desta vez ao longo do horizonte, ao sudeste.  Ele conseguiu observá-la por algum tempo, mas, como os outros membros da tripulação, Healey pensou que não era nada mais do que tráfego aéreo à distância.
Aproximadamente 30 segundos mais tarde, Yanacsek viu que a luz misteriosa tinha mudado de curso e agora estava vindo em direção ao helicóptero.  O Capitão Coyne assumiu o controle do helicóptero e começou a descer rapidamente.  Ele também contatou a torre de controle de Masnfield, pois não foi capaz de estabelecer contato de rádio com a nave desconhecida.  Infelizmente, o contato com a torre logo falhou e não pôde ser restabelecido.
Enquanto isto, a luz vermelha tinha aumentado em intensidade e estava vindo em curso de colisão.  Assim, Coyne aumento a taxa de descida e a velocidade.
Aos 1.700 pés (518 metros), eu me preparei para o impacto com a outra nave“, disse Coyne aos repórteres daUnited Press International.  “Ela estava vindo da nossa direita.  Eu fiquei assustado. Havia pouco tempo para responder.  A coisa era tremendamente rápida.”
O impacto parecia eminente, e então o objeto simplesmente parou e pairou acima, logo à frente do Huey.  Foi próximo o suficiente para a tripulação distinguir algumas de suas características.
O objeto era metálico, cinza e no formato de charuto, com “uma sugestão de janelas” no topo, e uma luz vermelha emanando de sua proa.  Outra luz branca apareceu na sua parte traseira e um facho verde “em formato de pirâmide” o acompanhava.  A tripulação disse que o facho verde se comportava como um holofote direcional.
Olhamos para cima e o vimos parado bem sobre nós“, disse Coyne. “Ele tinha um grande casco de aparência metálica cinza, com aproximadamente 20 metros de comprimento.  Ele tinha o formato de um aerofólio, ou um charuto aerodinâmico.  Havia uma luz vermelha na frente. A parte frontal tinha um brilho vermelho à uma pequena distância de seu nariz.  Havia um domo central.  Uma luz verde na parte traseira refletia no casco.”
O facho de luz verde passava sobre a abóbada do helicóptero, banhando a cabine com uma luz verde assustadora.  A tripulação ficou perplexa, pois o helicóptero começou a subir por si mesmo. O facho trator estava em controle.
“Eu não tentei subir.  Todos os controles foram usados para um mergulho de 20 graus.  Todavia, tínhamos subido de 1.700 para 3.500 pés, dentro de um par de segundos, sem nenhuma força gravitacional ou outros estresses notáveis.”
Após aproximadamente 10 segundos, o OVNI repentinamente desligou o facho verde e começou a acelerar para o oeste.  Em poucos minutos ele tinha desaparecido no horizonte. O Tenente Jezzi estimou a sua velocidade em mais de 500 nós (926 km/h).
Apesar de se deslocar tão rápidamente, ele não emitiu som algum e não produziu turbulência.  Estes aspectos sugerem que ele estava equipado com algo que não era um sistema convencional de propulsão.  Sua habilidade de puxar o Huey em rápida ascensão demonstra o efetivo uso da gravidade.coynedrawing (1)
Após o OVNI ter perdido o interesse, o Capitão Coyne e sua tripulação ficaram cientes de sua altitude e conseguiram descer em segurança para 750 metros.  O contato de rádio com o Aeroporto Akron-Canton e o resto de seu voo seguiram sem maiores complicações.
Seu encontro com o OVNI se tornou um dos casos mais bem documentados e um dos avistamentos mais confiáveis.  Quando questionados, os quatro homens deram descrições e croquis similares do evento.  Como confirmação do incidente, uma testemunha em solo reportou ter visto uma misteriosa luz no céu.
Após mais de 40 anos, este encontro com OVNI ainda é fascinante e inexplicável.
via..ÓVNI HOJE
Fontelocklip.com
Colaboração: SENAM

Sinais divinos ou Ovnis? O Contato Extraterrestre nos livros sagrados


Nos anais de Tutmés III, cerca de 1504 a 1450, antes de Cristo, escribas viram no céu círculos de fogo que, em seguida, subiram mais alto e dirigiram-se para o sul.
Em 163 AC, em Concius, um homem foi queimado por um raio que veio de um espelho no céu.
Em 436 DC, em Bizâncio, após fortes tremores de terra, uma criança sobe ao céu e volta, a vista de muitas pessoas.
Cruzes no céu foram vistas em diversas épocas:
No ano de 776, os franceses, dentro do castelo de Sigibut, estavam sitiados pelos saxões. No entanto, foram salvos quando surgiram sobre a igreja da fortaleza dois escudos vermelhos no céu. E assim os saxões fugiram. (Annales Laurissense).
Crônicas do ano 1120, do monge Mateus de Paris, nos fala de uma cruz voadora sobre o santo sepulcro. (Hist. Anglorum)
No ano de 1200, também foi vista uma cruz no céu sobre Jerusalém. Em 312 DC, surgiu uma cruz no céu quando o imperador Constantino aceitou o Cristianismo, no Império Romano.
Em 1528, no cerco de Utrech, foi vista uma cruz de Borgonha, de cor amarela, no céu da Holanda.
Em 1954, uma patrulha de discos voadores sobrevoa Roma, fazendo evoluções e ao final, forma uma cruz sobre a basílica de São Pedro, no dia do aniversário da revolução Comunista.
Temos milhares de contatos descritos na história universal e a maioria deles foi interpretada como sinal divino:
“608 AC – É a segunda vez que me foi dirigida a palavra do senhor a qual dizia: Que vês tu? E respondi: Vejo panela a ferver que vem da banda do Aquilão.” (Jeremias-1.13)
“Levantei de novo os olhos e eis que havia rolo que voava, o qual tinha 200 côvados de comprimento e 10 côvados de largura.” (Zacarias – Liv. 1 – 5.1.-2.) Seria um charuto?
“Parou, pois, o sol no meio do céu e não se apressou a por-se durante o espaço de um dia.” (Livro de Josué)
166 DC – Julius Obsequens, em Prodigiorum Libellus, cita que em Capua o sol brilhou à noite. E Tito Livius escreveu que Albae viram-se dois sóis à noite. Em De Divination, Cícero fala sobre dois sóis e três luas vistas no céu.
Do livro Aparições, de Erich Von Daniken:
28/12/1933 – A Sra. Van Nieke Van Den Diji, em Onkerzeele, Bélgica, viu um sol verde vermelho girando.
15/04/1950 – Em Casalicchio, a Aquivava, na Itália, milhares de espectadores dizem ter observado uma nuvem que se abriu e em cujo centro havia uma estrela de brilho opaco e, respectivamente, um sol girando e brilhando em todas as cores.
30/10/1950 – Segundo relato expresso do Cardeal Todeschini, por várias vezes o Papa Pio XII viu nos jardins do Vaticano o sol girando, semelhante ao milagre do sol de Fátima.
13/10/1917 – Em Fátima, Portugal, 70.000 pessoas presenciaram o milagre do sol. Estava chovendo, quando o sol apareceu através das nuvens. Parecia um disco achatado, com um contorno nitidamente definido. Tinha o brilho mutante e, de repente, começou a fazer manobras e a rodar com crescente velocidade. Começou a cair e logo aquilo, avermelhando-se, manobrou e desapareceu nas nuvens.
Se raciocinarmos, poderemos ver que todos esses avistamentos, tidos como sol, nada mais são do que OVNIS. Como o sol poderia deslocar-se, aproximando da Terra? Todo o sistema solar seria destruído. E ainda mais em Fátima, como esse astro poderia caber entre as nuvens e o solo do nosso planeta se ele tem 1.300.000 vezes o diâmetro da Terra.
Em 1463, Catarina de Bolonha, na Itália, viu o Senhor sentado num trono resplandecente. E em 214 AC, em Hádria, no Golfo de Veneza, houve um estranho espetáculo. Surgiu um homem vestido de branco sobre um altar no céu. (Julius Obsequens e Tito Livius em história romana – Liv. 21- Cap. 62)
Esses avistamentos de altares no céu nada mais eram do que tripulantes vistos em OVNIs em vôo, tendo uma parte transparente que permitia ver o interior do mesmo.
Em 1950, um observador da zona rural, contou-nos que viu um objeto pousado emitindo intensa luminosidade. Ele tinha a forma de um “chapéu” e, no local onde seria a copa, tinha uma cúpula transparente e lá ele viu um ser assentado com as mãos no queixo e os cotovelos apoiados nas pernas. E disse-nos que aquilo era uma assombração.
E o que poderiam pensar, aqueles que citamos, há mais de 500 anos?
“Em 14, um moribundo contou a seguinte história a São Tomás de Villanueva, Arcebispo de Valência:
Eu era judeu, tendo sido rigorosamente educado de acordo com as leis judaicas. Estávamos três a passear, quando subitamente, o céu se abriu como uma cortina. Ficamos assustadíssimos, pois nenhum de nós havia visto um espetáculo dessa natureza. Então, surgiu no ar um cálice de ouro com uma hóstia branca sobre ele. (Aparições – Erich Von Daniken).
Como são os contatos observados com olhos religiosos! Pois o que o moribundo viu foi um OVNI iluminado em determinadas partes, emitindo um facho de luz em cone, para baixo. Já ouvimos de moradores rurais, em nossas pesquisas, a expressão: “parecia um ostensório”, que é um objeto usado na religião apostólica romana.
15/12/1631 – Perto de Nápoles, pairando sobre um campo de trigo, a “Rainha dos céus”, apareceu a vários jesuítas, para anunciar a iminente erupção do Vesúvio. (Aparições – Erich von Daniken).
04/11/1799 – Em Cumana, Venezuela, houve um terremoto, sendo vistas várias bolas vermelhas no céu.
Em 26/09/1954, OVNIs foram vistos, durante um terremoto, pairando no espaço.
E também, em 11/02/1957, em Leicestershire, Inglaterra, OVNIs foram vistos no céu, durante terremoto.
Muitas vezes os OVNIs foram vistos antes de algum cataclisma do planeta. Talvez seus instrumentos sofisticados tenham detectado o que se sucederia e se mostram como um sinal dos céus, já que conhecem nossas crenças. Ou, então, pretendem avisar-nos que algo suceder naquele lugar, já que essas visões sempre foram consideradas mau presságio. E, especulando, podemos pensar que se aproveitam de sua tecnologia para manipularmos e continuar a fazendo-nos encarar suas Aparições como divinas ou demoníacas.
12/09/1914 – Em La Marne, França, quando estava em curso a grande batalha do Rio Marne, muitos soldados alemães distinguiram, no firmamento, uma dama de branco que impediu seu avanço. (Aparições – Erich Von Daniken)
Em 1099 AC, os cruzados, sitiando Jerusalém, viram um cavaleiro agitando o escudo brilhante sobre o Monte das Oliveiras, ordenando atacarem novamente.
Em 204 AC, apareceram dois anjos resplandecentes no céu, de aparência pavorosa e paralisaram o exército egípcio de Ptolomeu IV, quando ele resolveu matar os judeus.
É interessante destacar que esses avistamentos de OVNIs sempre se fizeram presentes em guerras. Será que eles tem até o interesse de interferir em nossa história, mudando o curso de uma batalha?
Mas vejamos os OVNIs e as religiões…..
OVNIS E AS RELIGIÕES
Gostaríamos de frisar, antes de expormos nossas idéias, que acreditamos em Deus, um ser espiritual, onipresente e onisciente. Cremos na evolução do espírito através de sucessivas reencarnações nos incontáveis mundos do Cosmo. Mas, por Deus ser tão complexo, nossa mente ainda não pode compreendê-lo. E assim, a humanidade, nessa busca incessante para explicá-lo, buscou em fatos reais, acontecidos ao correr dos milênios, uma maneira de entendê-lo.
E dessa maneira tudo que vinha do céu era considerado divino. E, nossos antepassados, em contatos com seres de outros planetas, interpretaram isso como aparições de anjos, santos e até o próprio Deus. No entanto, não queremos, de maneira alguma, criticar qualquer religião que seja – pois todas elas encaminham o homem para o “bem” – e também influir na crença de um Deus Criador. nós somente estamos colocando-o no lugar que ele ocupa, o cosmo e não um pequenino planeta como a terra, pois, “Ele” semeou a vida em múltiplos mundos desse universo maravilhoso e nós não estamos sós.
Estudando as religiões antigas, podemos notar a presença de seres físicos, dotados de tecnologia avançadíssima, em contato com a humanidade. E surgiram os falados cruzamentos entre seres celestiais e mulheres da terra, fatos descritos em livros sagrados e na história universal.
Luciana Lemos Bocchetti
A Bíblia Sagrada nos diz: ” Entrementes os homens haviam se multiplicado na terra e lhes tinham nascido filhas. Os filhos de Deus vendo a beleza das filhas dos homens tomaram por esposas aquelas que mais lhe agradaram.” (Gênesis)
Mais adiante temos:
“E havia naquele tempo gigantes sobre a terra e os houve também depois que os filhos de Deus se uniram às filhas dos homens e destas nasceram filhos; são estes os heróis famosos desde o tempo antigo.” (Gênesis)
Os livros sagrados de Dzyan contam-nos que os primeiros homens na Terra eram filhos dos homens celestes ou Pitris e que os “Reis da Luz” ocupavam “tronos Celestes”.
O Nihongi, Japão, descreve-nos seres divinos que desceram do céu, em “barcos celestiais”, e se uniram às filhas dos homens. E também nos falam de uma “ponte celestial ou flutuante” entre o céu e a terra.
Zeus, Mercúrio e outros deuses gregos desciam do Olimpo para amarem as lindas mulheres da Grécia.
O Bundhasvamin Brihat Katha Shlokasanigraha, um antigo romance do Nepal, narra contos de seres divinos descendo do céu e seduzindo as mulheres e guerreando em seus “carros voadores”.
Na Índia, o Rig Veda os conta histórias sobre “seres celestiais” que desciam à Terra para amar ou fazer guerra. O mesmo encontramos no Ramaiana, também da Índia, pois nos fala de histórias de seres do espaço com mulheres de nosso planeta.
Em muitas civilizações antigas, as virgens eram sempre destinadas aos deuses. Na Babilônia, segundo alguns autores, os Zigurats, altas torres, eram reservados aos deuses, para seus encontros com as virgens a eles destinadas. Na Grécia antiga, era costume de muitas outras mães solteiras dizerem que seus filhos tinham origem divina. Os Súcubos e íncubos na idade média apavoravam muitas mulheres e homens com suas seduções. Podemos especular dizendo que esses contatos, entre homens de outros planetas e mulheres da terra, tinham uma finalidade de melhorar geneticamente as raças por eles escolhidas, pois, os cruzamentos entre parentes as degeneravam, atrasando a evolução. Por isso é que muitos povos tinham proteção dos deuses, ajudando-os até a lutar contra outros. No entanto, é difícil compreendermos tudo isso, porque o que citamos vai de encontro a dogmas religiosos de mais de dois mil anos.
Posteriormente, os seres extraterrestres que nos visitavam passaram a uma segunda fases de suas missões na Terra. Começaram a dar a humanidade noções de justiça, moral e ordem. Mas os homens daquela época não podiam conceber engenhos voadores, daí sempre vermos textos antigos a expressão: “O céu se abriu “. Imaginavam que atrás do céu, no espaço, estaria a morada de Deus, inacessível ao homem.
Porém, esse podia abrir-se e dar passagem a Ele ou a seus enviados para contatos com a humanidade. E os contatos sucediam-se e daí selecionavam um líder e a ele eram dadas instruções para transmiti-las a seu povo. E desses contatos entre nave tripulante nasceram os anjos, santos e até o próprio “Deus”, que era visto como “nuvem”, “bola de fogo”, com fumaça, trovões e relâmpagos. E assim surgiram as religiões…
Hamurabi, na Babilônia, recebeu suas famosas leis de seu Deus Sámas, numa montanha. Minos, fundador de Cnossos, recebeu as leis cretenses, também de um Deus, num monte sagrado. Em 550 AC, Zoroastro, numa caverna que foi banhada em fogo (luz), teve seu contato com Ahura Mazda (Dono da Luz) e fundou o Zoroastrismo.
Em 610 DC, Maomé visionou o anjo de Alá que lhe mostrou uma tabuinha de ouro, em montanhas próximas à Meca, daí criando o Islamismo.
Por volta de 1.500 AC, no cume do Himalaia, Manu sobreviveu ao dilúvio e visionou Brama.
Em cerca de 1800, nos Estados Unidos, Joseph Smith visionou o anjo Moroni que surgiu em seu quarto, envolto numa luminosidade. E depois ele o viu subir num poço de luz (elevador?). Posteriormente, em outros contatos, fora lhe indicado um local aonde se encontraram as tabuinhas de ouro que lhe deram noções para criar a religião Mórmon.
Fato semelhante aconteceu com o Papa São Gregório, em 589 DC, cognominado o Grande, em Roma, quando ele escondeu-se numa caverna e foi descoberto por um clarão. E ali ele viu anjos subindo e descendo por um espectro. Na realidade, ele viu uma nave com seu sistema de propulsão ligado e seus tripulantes entrando e saindo.
Hoje conhecemos vários casos em que a nave, pousada ou próxima ao solo, projetava uma “coluna de luz”, e os tripulantes foram vistos, entrando nesta coluna e eram “sugados” para dentro da nave, ou descendo através dela. Um tipo de elevador? (Nota de Aloysio Carvalho)
São especulações, mas não podemos admitir que seres espirituais precisariam de veículos que emitissem fogo para suas subidas e descidas do céu. Aviões e helicópteros não poderiam ser, já que nas mencionadas datas eles não existiam.
Vejamos o que a Bíblia Sagrada nos mostra:
“Um dia, tendo conduzido seu rebanho para o deserto, chegou ao Monte de Deus, Horeb, o Senhor ali apareceu em uma chama de fogo, do meio de uma sarça, Moisés via a sarça arder, sem se consumir.” (Êxodo)
Nesse encontro com Deus, Moisés estava diante de uma luz, já que a expressão “sarça arder sem se consumir” exclui “fogo”. Seria uma nave profusamente iluminada? Mas vejamos outros encontros que teve com Deus no Monte Sinai:
“Já chegava o terceiro dia e a manhã estava brilhando; Eis que começou a ouvir um estrondo de trovões, e relâmpagos apareceram; Uma nuvem densíssima cobria o monte, um soar de trombetas se fazia ouvir com estrépito e o povo que estava nos acampamentos experimentou um grande medo. Moisés conduziu-os para fora do acampamento ao encontro de Deus, e eles pararam ao pé do monte. Todo o Monte Sinai fumegava, porque o Senhor baixara sobre ele no meio de chamas; O fumo subia como se fora de uma fornalha e o monte inteiro incutia pavor.” (Êxodo)
Experimente ler o texto novamente e trocar a palavra “Senhor” por “nave”. É evidente que Moisés estava diante do pouso de uma grande nave, ouvindo o barulho de seus motores, vendo sua fantástica iluminação e o fogo que saia de seus jatos propulsores, que chegavam a incendiar o solo do monte, provocando fumaça. E raciocine, isso aconteceu há mais de dois mil anos. Ali, Moisés ficou por 40 dias e 40 noites, sendo instruído para guiar o povo hebreu. Recebeu os “Dez Mandamentos”, gravados em pedras, e enquanto isso o povo não podia aproximar-se do monte, veja:
“Desce e avisa ao povo para que não ouse ultrapassar os limites para ver o senhor, para que não morra um grande numero deles.”
É claro que aqueles seres tinham medo da multidão, que poderia até danificar a nave. E, ademais, não queriam ser percebidos como seres físicos, daí é que somente Moisés entrava em contato direto com eles. Vejamos outros textos bíblicos que nos mostram naves:
“O Senhor precedia-os para ensinar-lhes o caminho, de um dia, numa coluna de nuvens e à noite, numa coluna de fogo, a fim de lhes servir de guia dia e noite.”
“O anjo do Senhor que precedia os bandos de Israel levantou-se para chefiar os grupos que iam atrás dele; Moveu-se com ele a coluna de nuvens, que estava à frente e seguiu atrás do povo, entre o campo egípcio e aquele de Israel, a nuvem era escura em um lado, mas do outro iluminava.”
OVNIs guiando o povo hebreu, durante o dia com suas luzes apagadas e à noite acessas, nuvem e coluna de fogo. Daí, por esse motivo, é que a “nuvem era escura em um lado, mas do outro iluminava”. Especulando, podemos dizer que seria um holofote dirigido para a frente.
Ezequiel teve um contato onde ele descreve o seguinte:
“Eis que um vento de tempestade vindo do norte e uma grande e espessa nuvem com fulgurações de um fogo todo resplandecente; E ela encerrava uma espécie metal brilhante, que estava completamente inflamado.
Tinham também a semelhança de quatro seres vivos e eis qual era o seu aspecto: Pareciam-se homens. Cada um possuía quatro faces e quatro asas. As suas pernas, bem verticais, tinham cascos de bovinos e cintilavam como bronze polido (…)
E tais eram seus rostos. As suas asas estavam desdobradas, duas unindo-se em cima e duas cobrindo-lhes o corpo. Cada um andava em frente; Aonde o espírito lhes ordenava que fossem, elas iam; Não se viravam ao caminhar. E quando a estas criaturas vivas, dir-se-ia serem carvões em brasa ardendo como tochas e isso circulava entre os viventes, em fogo deslumbrante, e do fogo saíam clarões. E as criaturas vivas corriam em todos os sentidos, qual a faca.
Eu olhava para os viventes e eis, no solo, uma roda junto deles, sobre as suas quatro faces. O aspecto das rodas e sua matéria eram como tarxixe e todas as quatro eram parecidas; O seu aspecto e a sua estrutura eram como uma roda enganchada numa (outra) roda. (…)
Quando as criaturas vivas andavam, as rodas giravam também, ao lado delas, e quando as criaturas vivas se elevaram da terra, as rodas elevaram-se também. Para onde o espírito as impelia, elas iam, o espírito empurrando-as e as rodas elevando-se com elas; E quando se elevavam da terra, as rodas elevavam-se igualmente, porque o espírito de cada vivente estava nas rodas. Por sobre a cabeça das criaturas vivas havia como que um firmamento semelhante a um cristal cintilante, estendido por cima de suas cabeças.
E sob o firmamento erguiam-se suas asas uma contra a outra e cada qual tinha duas que lhe cobriam o corpo. E ouvi as suas asas ressoarem quando andavam, qual o ruído das grandes águas, qual o trovão do Todo Poderoso, qual o túmulo de um exército; Quando paravam, deixavam pender as asas e ouvia-se um ruído, que partia do firmamento estendido por sobre suas cabeças.
Por sobre o firmamento, que estava por cima de suas cabeças via-se como que uma pedra de safira, assemelhando-se a um trono; E sobre essa semelhança de trono parecia surgir um semblante de homem. No interior e por fora, vi como que metal brilhante, com aspecto de fogo, resplandecendo tudo ao redor.”
A narração de Ezequiel, de onde extraímos os textos principais, nos mostra que ele teve um contato com uma nave. Ele fala claramente nas suas luzes, seu sistema de propulsão, cúpula ou grandes janelas transparentes e a tripulação dentro da nave. É claro, isso numa linguagem como ele podia conceber naquela época, já que até um simples automóvel seria para Ezequiel uma aparição divina, ainda mais um OVNI. Ele também fala do ruído dos motores da nave, nas escotilhas da mesma e quando cita asas ele claramente nos mostra que o engenho podia voar. Não há duvida que Ezequiel teve seu contato com um engenho oriundo de outros planetas.
São João, no Apocalipse, nos descreve um anjo que tinha olhos como labaredas e outro com um rosto como o sol e os pés como colunas de fogo. Muitos outros termos que nos levam aos OVNIs são citados na Bíblia, tais como: “tronos de fogo” , “braseiros consumidores” e “rios que jorram em montes de fogo”.
Os livros de Enoque e Esra, que não figuram na lista de obras canônicas, também nos trazem contatos com seres de outros planetas. No livro de Reis, encontramos o seguinte:
“Continuando seu caminho entretidos a conversar, eis que de repente surge um carro de fogo, e uns cavalos de fogo, que os separam um do outro. E Elias subiu ao céu num turbilhão.”
O texto nos dá a entender que Elias subiu ao espaço à bordo de uma nave, “um carro de fogo”. Com Ezequiel também aconteceu um fato semelhante, vejamos:
“(…) aparência de fogo, resplendor com brilho de âmbar. Aquilo o levantou entre a terra e o céu e nas visões de Deus o levou a Jerusalém.”
Daniel também teve seu encontro com um OVNI e o descreveu: ” (…) Daniel, próximo ao rio Tibre, viu o Senhor: Era como berilo, com aparência de relâmpagos, olhos como lâmpadas de fogo e seus braços e pés de cor semelhante a cobre polido e som de suas palavras como uma multidão.”
Os Celtas tinham Balder, filho de Odin, e sua mansão denominada largamente Brilhante. Os germânicos, Thor e seu martelo encantado e as Valquírias, cavaleiras mágicas que desciam de Asgard (céu). Na Índia o Rig Veda nos fala deDyas-Pitar, Indra com seu carro aéreo, com corcéis de crina de ouro e pele brilhante, os Maruts em seus carros dourados e Vayu com sua carruagem brilhante puxada por cavalos rubros como o sol. Vishnu, Puxam e Surya, juntamente com os Asvins que voavam em carros fulvos brilhantes e flutuavam por sobre o oceano, eram outros deuses indianos.
No Ramaiana, temos as aventuras de Rama na busca de Sita, sua esposa, em seu carro aéreo e dotado de armas mortíferas. No Mahabarata temos relatos de guerras espaciais com armas que só a ficção científica atual nos pode descrever. Os egípcios acreditavam que o faraó era um ser divino e Manetho, Sacerdote de On, no Aegyptica, diz que os primeiros reis eram deuses. O Shan-hai-ching nos fala de uma raça humana dotada de asas, chamadas Miao que por volta de 2.400 AC perdeu a capacidade de voar, depois de se desvair com o Senhor do Alto, foi exilada. Seria uma lembrança da expulsão do primeiro homem do Paraíso?
Os índios Hopis, dos Estados Unidos, acreditavam que seus ancestrais vieram de outros planetas, Os Navajos e Sunis, também dos Estados Unidos, veneravam deuses louros e acreditavam em outros mundos no cosmo. O “Thunderbird” (Pássaro Trovejante) é uma lenda entre muitas tribos da América do Norte.
Os Noothaus falam da visita de um deus que veio numa “canoa de cobre”, e os Pawnees, em um ser que brilhava com estranhas radiações. Quetzalcoaltl fez maravilhas no México e os Maias os chamavam de Kukulkan, os quichuas da Quatemala, de Gucumatz e no Peru foi conhecido como Viracocha, na Colômbia como Bochica e os Polinésios, de Wakee. Os índios Machiguengas do Peru falam no “povo de céu” que veio por uma “estrada brilhante”.
O Livro dos Mortos, do antigo Egito, nos fala em “legiões no céu”, “espíritos da luz” e “seres brilhantes”. Pandoro escreveu, em 400 AC, sobre os Egregori (guardas-anjos) que desceram à Terra no ano cósmico 1.000. Osíris, Isis e Hórus eram representados como disco solar, como também eram comuns os barcos solares egípcios.
Na América do Sul existem centenas de lendas que nos falam de seres que desceram do céu e viveram entre os índios. No Brasil, temos o Bacororo e Baitagogo, dos índios Bororós. Os Kadweus, do Mato Grosso, falavam de Karana. Os Caiuás tinham o Baira, porém o Guaricana era um ser sagrado que vinham curar os enfermos. Jupari foi um dos deuses indígenas brasileiro mais cultuados. Mas, quando o homem branco chegou, para catequizá-los, transformaram-no em um “espírito do mal”. Os índios diziam que Jupari era filho de Ceuci, nome que davam as Plêiades.
Sumé também foi outro deus civilizador das tribos brasileiras e diziam que sua morada sagrada era Itaoaoca. O Dr. João Américo Peret colheu entre os índios a lenda de Bebgororoti, Era um ser que vestia o Bo (traje) e levava à mão a Kob (arma). Viveu entre os índios e quando foi embora, na serra de Punkato-Ti, ouviu-se um grande estrondo e Bebgororoti desapareceu nos ares, envolto em fumaça, chama e trovão. E o mais interessante é que quando os índios relembram Bebgororoti, fazem uma roupa que se assemelha a dos astronautas atuais em suas festividades.
Além da presença marcante de deuses físicos em toda a história da humanidade, os OVNIs também foram denominados de aves, répteis e animais voadores, principalmente pelos indígenas. Tivemos Boitat , Mbai-Tat (cousa de fogo), Mboi-Guaçú (cobra grande), Nhandutat (passaro de fogo – “Thunderbird”), Carbúnculo (lagarto de fogo), etc… tudo isso no folclore brasileiro. Já os civilizadores os situaram no campo sobrenatural e criaram Mãe do Ouro, fantasmas, luzes fantasmas, Fogo Corredor, Curacanga, Mulher de branco, Alamoa, João Galáfuz e dezenas de outros mitos, por todo o território brasileiro. No início do século, criou-se uma denominação interessante para os OVNIs, a do Carro Fantasma. Um veículo que assombrou muita gente nas estradas intermunicipais.
Na história universal, encontramos milhares de relatos que nos falam sobre os OVNIs no correr dos milênios. No entanto, apesar de se fazerem presentes na história de todos, muitos não crêem na sua existência. E se assim o fazem é porque querem ainda considera-los como oriundos do céu, divinos. Não queremos dizer com isso que Deus é astronauta, pelo contrário, queremos dizer que Deus é o criador de tudo que existe e que não precisa de naves para vir ao nosso planeta…

Seria a Estrela de Scholz, Nibiru/Planeta X/Hercólubus?


Uma estrela invasora passou pelo nosso Sistema Solar há apenas 70 mil anos, de acordo com astrônomos. Nenhuma outra estrela chegou tão perto de nosso sistema. Os pesquisadores, de uma equipe internacional, dizem que ela chegou a ficar cinco vezes mais perto que nosso vizinho mais próximo, a estrela anã Próxima Centauri.
O objeto, uma anã vermelha conhecida como estrela Scholz, passou pela área externa do Sistema Solar, uma região conhecida como Nuvem Oort.
A estrela Scholz não passou sozinha pelo Sistema Solar, ela veio acompanhada por um objeto conhecido como uma anã marrom – um corpo celeste que não tem a massa necessária para gerar fusão em seus núcleos.
Observações da trajetória da estrela sugerem que há 70 mil anos esta invasora passou a 0,8 ano-luz do Sol. A nossa vizinha mais próxima, a Proxima Centauri, está a 4,2 anos-luz, por exemplo.
A descoberta foi publicada na revista especializada Astrophysical Journal Letters.
Na pesquisa, os astrônomos liderados por Eric Mamajek, da Universidade de Rochester, Estados Unidos, afirmaram que têm 98% de certeza de que a estrela Scholz viajou pelo que é conhecido como “Nuvem Oort Externa”, uma região no limite do Sistema Solar com trilhões de cometas.
Esta região é como uma “casca” esférica em volta do Sistema Solar e pode se estender até 100 mil Unidades Astronômicas, ou UA (uma UA é a distância entre a Terra e o Sol). Para determinar a trajetória da estrela, os pesquisadores precisavam de duas informações: a mudança na distância do Sol para a estrela (sua velocidade radial) e o movimento da estrela pelo céu (velocidade tangencial).
A estrela Scholz atualmente está a 20 anos-luz de distância, ou seja, um sistema razoavelmente próximo. Mas, a Scholz demonstrou um movimento tangencial muito lento para uma estrela tão próxima.
Isto indica que ela estaria se distanciando de nosso sistema ou estaria vindo em nossa direção para um encontro próximo com o Sistema Solar no futuro.
As medidas da velocidade radial confirmaram que o sistema estelar binário está, na verdade, se distanciando de nosso sistema. Ao rastrear seus movimentos no passado, os cientistas descobriram a passagem próxima do Sol há 70 mil anos.
‘Insignificante': Uma estrela passando pela Nuvem Oort poderia causar problemas gravitacionais nas órbitas dos cometas daquela região, arremessando-os para trajetórias dentro do nosso Sistema Solar.
Comparação do Sistema Solar com a Nuvem de Oort, e a passagem da Estrela de Scholz há 70 mil anos.
Comparação do Sistema Solar com a Nuvem de Oort, e a passagem da Estrela de Scholz há 70 mil anos.
Mas, Eric Mamajek acredita que os efeitos da estrela Scholz em nossa vizinhança cósmica foram “insignificantes”.
“Existem trilhões de cometas na nuven Oort e há chance de alguns desses terem sido perturbados por este objeto. Mas, até agora, parece que esta estrela não desencadeou uma ‘chuva de cometas’ mais importante”, afirmou o cientista à BBC News.
A estrela Scholz passou relativamente perto, mas o sistema binário (a estrela anã vermelha e sua companheira, a anã marrom) tem pouca massa e estava passando em alta velocidade. Estes fatores combinados contribuíram para que o efeito da passagem da Scholz pela Nuvem Oort fosse pequeno.
Apesar de esta ter sido a passagem mais próxima já detectada de uma estrela rimeira proximidade inédita da passagem desta estrela, Mamajek acredita não ser incomum que estrelas se aproximem de nosso Sol. Ele afirma que uma estrela provavelmente passa nas proximidades da Nuvem Oort aproximadamente a cada 100 mil anos.
Mas ele sugere que uma passagem tão próxima como esta, ou mais próxima ainda, é, de alguma forma, mais rara. Segundo Mamajek, as simulações matemáticas mostram que um evento como o que envolveu a estrela Scholz ocorre, em média, a cada 9 milhões de anos.
“Então, é uma coincidência que nós tenhamos conseguido descobrir uma que passou tão perto nesses últimos 100 mil anos”, disse.

Novas imagens mostram reação de Bush após atentados de 11 de setembro


Os ataques terroristas contra os prédios do World Trade Center e do Pentágono, nos Estados Unidos, chocaram o mundo em 11 de setembro de 2001. Novas imagens mostram as reações da cúpula do governo americano ao receber a notícia. 

As fotos, que teriam sido feitas por um fotógrafo da equipe presidencial, retratam os então presidente e vice, George W. Bush e Dick Cheney, logo após os atentados. A maioria das fotos foram tiradas no porão de segurança da Casa Branca, para onde os líderes foram levados por agentes do serviço secreto porque ainda havia o temor que novos ataques pudessem acontecer. 

Bush aparenta tensão ao conversar com oficiais no bunker de segurança, local preparado para suportar até mesmo um ataque nuclear. Outros membros do governo, como Condoleezza Rice, aparecem nas imagens. As fotos foram feitas pouco antes do pronunciamento de Bush à nação após os ataques. 






 


Fonte: Unilad
Crédito das fotos: US National Archives