Você sabia que a antiga Índia possui a história mais extensiva do mundo? Seus magníficos textos antigos são chamados de “Vedas” e estas escritas literalmente falam sobre “navios voadores” que visitaram aquele continente há mais de 6.000 anos. Compostos em Sânscrito Védico, os textos são constituídos de camadas de literatura Sânscrita e as mais velhas escrituras do hinduísmo.+
Assim, por que a história convencional ignorou estes textos antigos? Melhor ainda, isto significa que não somos as única espécie inteligente habitando o Universo? Parece que os Vedas antigos levantam ainda mais questões.+
De acordo com especialistas, os Vedas relatam sobre duas categorias de objetos voadores que visitaram a Índia antiga no passado distante. Estes misteriosos objetos são descritos nas escritas Sânscrito, onde você pode encontrar dispositivos incríveis e tecnologias que supostamente não deveriam existir em nosso planeta milhares de anos atrás. No Mahabharata, os Puranas e os Ramayanas, encontramos mais descrições de aparelhos misteriosos que superam a compreensão tecnológica do homem da antiguidade.+
As descrições de veículos altamente avançados nos textos antigos são incríveis e embaraçosas. No livro antigo do Vaimanika Shastra, ou a Ciência da Aeronáutica, há textos que relatam a respeito de naves que são literalmente controladas pelas nossas mentes, tornadas possíveis devido à tecnologia avançada que têm sido mantida escondida da sociedade em tempos modernos.+
Não somente estes textos antigos relatam sobre naves controladas pela mente, mas também estes livros sagrados falam sobre levitação e antigravidade, há 6.000 anos. Muitos especialistas acreditam que Vaimanika Shastra seja um livro sagrado que fala sobre “naves” que podiam viajar para diferentes lugares no nosso planeta, e também podiam viajar para o espaço.+
Uma ilustração do manuscrito da Batalha Celeste de Kurukshetra, guerreada entre os Kauravas e os Pandavas, registrada no épico Mahabharata+
De acordo com o Dr. V. Raghavam, um conhecido literato e musicólogo de Sanskrit, que escreveu mais de 120 livros e 1.200 artigos, os textos antigos da índia relatam sobre humanos que viveram em nosso planeta e seres alienígenas que visitaram nossos ancestrais há milhares de anos. O Dr. V. Raghavam ganhou o Prêmio Sahitya Akademi para Sânscrito em 1966.+
“Cinquenta anos pesquisando este trabalho antigo me convenceu de que há seres vivendo em outros planetas, e que eles estavam visitando a Terra em 4.000 A. C.”+
“Simplesmente há uma enormidade de informação fascinante sobre máquinas voadoras, e até mesmo armamentos fantásticos de ficção científica, os quais podem ser encontrados nas traduções dos Vedas, épicos da Índia, e outros textos Sânscritos”.+
De acordo com o Dr. Raghavan, há menções sobre numerosas tecnologias no Mahabharata e os Ramayanas: lá você pode encontrar todos os tipos de tecnologia avançada, algumas destas tecnologias antigas foram recriadas pelo grande Nikola Tesla (armamento de raios, lasers, etc.)+
Mas o Dr. Raghavan não é o único a acreditar nesta teoria. Outro cientista que firmemente concorda com o Dr. Raghavan é o Dr. A. V. Krishna Murty, professor da aeronáutica do Instituto Indiano de Ciências, em Bangalore. Diz o Dr. Krishna Murty:+
“É verdade que os Vedas da Índia antiga e outros textos relatam sobre aeronáutica, espaçonaves, máquinas voadoras, astronautas antigos. Um estudo de textos Sânscrito me convenceu que a Índia antiga conhecia o segredo da construção de máquinas voadoras e essas máquinas foram copiadas de espaçonaves vindas de outros planetas.”+
Uma das passagens mais interessantes no Ramayana menciona:+
“O ‘carro’ Puspaka, que se parece com o Sol e pertence ao meu irmão, foi trazido pelo poderoso Ravan; esse excelente ‘carro’ aéreo vai a qualquer lugar por si mesmo… o ‘carro’ lembra uma nuvem brilhante no céu… e o Rei [Rama] entrou, e o excelente ‘carro’, ao comando do Raghira, se elevou na atmosfera mais alta.”+
Além disso, no Mahabharata encontramos textos que relatam o seguinte:+
“Gurkha, voando em sua rápida e poderosa Vimana, disparou contra as três cidades dos Vrishis e dos Andhakas um único projétil carregado com toda a força do Universo. Uma coluna incandescente de fumaça e fogo, tão brilhante quanto milhares de sóis, se levantou em seu explendor. Era a arma desconhecida, o Trovão de Ferro, um gigantesco mensageiro da morte que reduziu toda a raça dos Vrishnis e Andhakas às cinzas.”+
No Sânscrito Samaraanganasutraadhaara está escrito:+
“Forte e durável deve ser feito o corpo da Vimana, como um grande pássaro voando, de material leve. Dentro deve-se colocar um motor de mercúrio com seu aparato de aquecimento de ferro abaixo. Por intermédio de força latente no mercúrio, que aciona o redemoinho de empuxo, um homem sentado dentro pode viajar grandes distâncias no céu. Os movimentos da Vimana são tais que ela pode ascender verticalmente, descer verticalmente, se mover inclinando para frente e para trás. Com a ajuda de máquinas, seres humanos podem voar no ar e seres celestes podem vir para a Terra.”1
Como pode ser visto, há numerosos textos que falam de tecnologias que eram consideradas divinas no distante passado. Estas tecnologias não estavam presentes somente na Índia. Registros de “fenômenos” similares foram gravados em culturas antigas ao redor do globo, desde os nativos da América antiga, até pessoas que viviam no Antigo Egito e até mesmo na Ásia. Por todos os lugares que você vá e olhe aos textos antigos, encontrará peças de evidência de uma “história esquecida”, de textos que têm sido rotulados como mitológicos, e evitados pelos arqueólogos e pesquisadores convencionais.+
Cientistas dos EUA e da Alemanha afirmaram que podem existir micro-organismos enormes e antiquíssimos em Titã, o maior dos satélites de Saturno. Segundo o artigo publicado pela revista Life, esses organismos apresentariam um sistema especial para a sobrevivência em condições extremas.
Os pesquisadores estão examinando as formas físicas e químicas de vida possível em lugares de características diferentes da Terra. Nesse contexto, foram analisadas as diversas possibilidades de composição de um ser vivo e eles chegaram à conclusão que os organismos que poderiam existir em Marte teriam peróxido de hidrogênio como líquido intracelular, enquanto em Titã seriam baseados quase unicamente na química dos hidrocarbonetos.
Os seres vivos de Titã seriam muito diferentes dos da Terra e dos supostos habitantes de Marte, já que sua temperatura de superfície é de, em média, -180ºC e não há água em estado líquido nem dióxido de carbono. Em Titã, o metano e o etano líquidos cumprem a função da água. As condições frias do satélite fariam com que o metabolismo dos possíveis organismos fosse muito lento, sendo suas células extremamente grandes e seu envelhecimento muito mais lento que na Terra.
Um dos autores do estudo, Dirk Schulze-Makuch, afirmou que “somente a descoberta de vida extraterrestre e de uma segunda biosfera nos permitirá testar essas hipóteses”, o que seria “uma das maiores conquistas da nossa espécie”.
Não é incomum recebermos e-mails perguntando por que a Lua algumas vezes aparece em forma de U, ao invés de C ou D. O interessante é que muitos acreditam que isso seja uma anomalia recente e que alguma coisa muito estranha está acontecendo com a Lua. Mas não é bem assim.
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Quando a Lua é vista em forma de U, a primeira coisa que o observador inexperiente faz é procurar na internet a esse respeito. Até aí, tudo bem. O problema é que a pesquisa quase sempre leva a sites leigos ou sem qualquer compromisso com a ciência, já que esses são maioria na internet. O resultado é uma enxurrada de informações desencontradas, algumas engraçadas, outras catastróficas.
Como a resposta correta quase nunca é encontrada, a explicação mais convincente e mirabolante é aceita. E propagada infinitamente.
A Lua em forma de U é uma anomalia? A aparência em forma de U não tem nada de anômalo. Muito pelo contrário. Ela é provocada pelo ângulo com que o Sol reflete nela em algumas épocas do ano. Só isso.
Apenas para relembrar, nós vemos a Lua à noite porque ela reflete a luz do Sol e não porque emite luz. Dessa forma, a porção iluminada está sempre apontada para o Sol. A Terra por sua vez gira ao redor do Sol, mas a inclinação do eixo faz com que os hemisférios norte e sul recebam a luz do Sol de modo diferente no inverno e no verão. É por isso que temos as estações do ano.
Explicando... Como se sabe, a Lua gira ao redor da Terra e completa uma revolução a cada 27,32 dias. Esse movimento é conhecido como período sideral, que é o tempo que um astro leva para completar uma orbita em relação às estrelas fixas.
No entanto, ao mesmo tempo em que a Lua orbita a Terra, nosso planeta também orbita o Sol, o que faz com que nosso satélite demore um pouquinho mais a apresentar a mesma fase vista da Terra, o que leva 29,53 dias. Esse movimento orbital em relação à Terra, e não em relação às estrelas fixas, é conhecido como período sinódico.
No caso da Lua, a diferença entre o período sinódico e o período sideral se traduz, aqui na Terra, com o aparente deslocamento sucessivo para o leste, dia após dia, ao longo do ano. E é aí que a mágica da Lua em forma de U acontece.
Se traçarmos no céu uma linha imaginária representando a orbita da Lua, veremos que em algumas vezes esse caminho se parece com uma linha reta, enquanto em outras vezes essa linha aparenta estar bastante inclinada, dependendo apenas da época do ano.
Para nós que moramos nas latitudes médias do hemisfério sul, essa linha imaginária fica mais reta durante os meses do inverno, justamente quando o Sol está se pondo imediatamente abaixo, praticamente no mesmo caminho.
O resultado é que o astro-rei ilumina a Lua "por baixo" dela do ponto de vista do observador, criando o conhecido padrão em forma de U que pode ser visto durante alguns dias.
Nas latitudes médias do hemisfério norte, o efeito é o mesmo, mas é mais percebido no verão. Dependendo da latitude do observador, essa combinação de fatores pode ocorrer mais vezes durante o ano e também durar mais tempo.
Agora, da próxima vez que você ver a Lua em forma de U, esqueça as bobeiras que dizem por aí sobre anomalias lunares. Contemple Selene por mais tempo e vai descobrir que ela é muito mais interessante do que misteriosa.
Bons céus! Importante: Este artigo foi reescrito em setembro de 2015
Arte: No topo, foto da Lua crescente feita em 22 de julho e 2012 na cidade de São Paulo. Na cena, o Sol está imediatamente abaixo da Lua, o que dá a ela o tradicional formato de U, observável durante o inverno. Acima, gráfico mostra a diferença do trajeto da Lua em duas estações diferentes, com ângulos de incidência solar também diferentes. Crédito: Rogério Leite, Apolo11.com.
Com a sonda Curiosity, da Nasa, rondando por Marte, nós acabamos recebendo várias imagens interessantes e curiosas para analisar aqui na Terra. Durante o mês de agosto, houve relatos da batida de uma nave alienígena e de que uma mulher foi vista andando pelo planeta vermelho.
No último domingo (30/8), membros do fórum virtual Unmanned Space Flight apontaram mais uma aparição estranha nas imagens enviadas pela Curiosity: a de uma colher na superfície.
Como em Marte a atmosfera é mais fina, a gravidade é fraca, fazendo com o que os processos de erosão sejam mais raros e criem estruturas mais sofisticadas do que as da Terra. A atividade do vento cria dunas, vales, e pequenos excedentes, como essa colher.
Tem um outro fator que é necessário considerar neste caso: a pareidolia. Trata-se de um fenômeno que faz com que o cérebro associe uma imagem aleatória a algum padrão ou objeto — como coelhinhos em nuvens, por exemplo. Logo, pode ser que a colher seja coisa das nossas cabeças. Ainda assim, essa imagem também serve de lembrete de que as formações rochosas de Marte podem ser delicadas, e que ainda há muito a descobrir sobre elas.
Três anos depois de ter anunciado uma descoberta há muito esperada pelos físicos, o bóson de Higgs, a Organização Europeia para a Pesquisa Nuclear (CERN, na sigla em francês) divulga a melhor representação da partícula já capturada até hoje. A imagem, apresentada nesta terça-feira (1) durante uma conferência anual da instituição, foi o resultado da combinação dos dados coletados no Grande Colisor de Hádrons por dois experimentos diferentes, o ATLAS e o CMS, entre os anos de 2011 e 2012.
“Existem muitos benefícios em combinar os resultados de grandes experimentos para atingir a alta precisão necessária para a próxima grande descoberta em nosso campo”, disse em um comunicado, Rolf Heuer. “Fazendo isso, nós alcançamos o que um único experimento precisaria de, no mínimo, dois anos a mais para conseguir”, explicou o cientista. Ao unir os dois conjuntos de observações, foi possível medir em detalhes inéditos várias propriedades do Bóson de Higgs, em especial sua taxa de produção e decaimento, bem como a forma como interage com outras partículas.
Todas as medições estão de acordo com o Modelo Padrão, a teoria que descreve com maior precisão as forças e partículas da natureza. Segundo o modelo, quando um Bóson de Higgs é produzido, em 58% dos casos ele decai imediatamente para um quark bottom e para seu respectivo antiquark.
Os resultados combinados determinaram essas taxas de decaimento com a maior precisão até agora, e isso é fundamental para entender a força da interação do bóson com outras partículas elementares e medir suas massas. Se as investigações apontarem discrepâncias para com o Modelo Padrão, isso poderá abrir caminho para o surgimento de uma nova teoria.
Cientistas britânicos irão procurar vestígios das tribos da Idade da Pedra localizados sob as águas entre a Grã-Bretanha e sul da Escandinávia. O território pode ter afundado no Mar do Norte a 7500 anos atrás e nele viveram os antigos britânicos.
A pesquisa será desenvolvida ao longo de cinco anos em uma ampla gama de disciplinas científicas e terá um orçamento de 2,5 milhões de euros. Seu objetivo é encontrar evidências físicas e DNA de plantas e animais na parte sul do Mar do Norte, relata The Independent.
O projeto irá fornecer informações sobre a cultura dos britânicos pré-históricos que habitaram este território que afundou sob o mar cerca de 7.500 anos atrás. Por esta razão, os sobreviventes foram forçados a migrar.
A hipótese afirma que houve um território de aproximadamente 100.000 milhas quadradas, que está agora nas profundezas do Mar do Norte. Foi durante o ciclo final da Idade do Gelo, quando as calotas polares do Ártico derreteram e provocou o aumento do nível do mar do Norte entre 8000 aC e 6000 aC
O projeto vai realizar perfurações na região do Mar do Norte para extrair amostras de terra antiga e mais tarde a ser analisado em universidades britânicas, onde os mapas de forma semelhante serão exibidos em 3D para mostrar a paisagem original.
Esta pesquisa poderia transformar o paradigma sobre a origem do desenvolvimento da agricultura e do processo de colonização da humanidade no norte da Europa resultante das condições climáticas que ocorreram 12.000 anos atrás.
Os arqueólogos não conseguiram realizar a pesquisa em plataforma continental marinha, de modo que esse projeto representa um avanço para o estudo da humanidade e assentamentos na Idade da Pedra, que estavam debaixo do mar. Além disso, os avanços tecnológicos permitem que qualquer estudo de DNA revelem informações sobre as origens do homem e do seu ambiente.
RT
Uma das grandes questões da ciência pode ter encontrado uma resposta: o que está nas profundezas do planeta? Para este fim, os estudiosos têm desenvolvido um mapa de emissão antineutrino, a menor partícula subatômica conhecida, que também revelam os dados sobre a radiação causada pelo homem.
Avanços na pesquisa geológica ofereceram a oportunidade de ter uma idéia mais certa cerca de dois temas centrais desta especialidade; quanto calor é produzido dentro da terra-acima do que são já algumas ideias e onde o calor é produzido algo que nunca foi fácil de determinar-. Além disso, o mapa publicado pelo site britânico Daily Mail mostra como se move o calor.
Estas partículas de neutrino e antineutrino- são subprodutos de reações nucleares em estrelas, supernovas, buracos negros e também em reatores nucleares (cuja atividade principal é na Europa, EUA e China).
Portanto, o novo mapa das emissões globais de antineutrinos-definido por Shawn Usman, um membro da Agência Nacional de Inteligência Geoespacial e promotor do estudo, mostra como uma partícula produzida pela radiação natural da Terra permitirá aos cientistas controlar fontes de radiação emitida por esses reatores.
Para avançar o estudo, no futuro, também vai se aprofundar o conhecimento sobre o calor e a geodinâmica, geólogos tomaram dados de dois detectores instalados na Itália e Japão para mapeamento das emissões de profundidade o planeta e combinada com dados da Agência para a Energia AtÔmica sobre mais de 400 reatores nucleares em funcionamento (este último representam menos de um por cento do total detectado).
"Controlar reatores nucleares é importante para a segurança internacional", disse William McDonough, professor de geologia na Universidade de Maryland, EUA, e co-autor do estudo, que, de acordo com esse objetivo, disse o geólogo está animado com a oportunidade de aprender mais sobre a estrutura das profundezas do planeta.
"O interior da Terra é muito difícil de ver, mesmo com a tecnologia moderna. O mapa pode ser particularmente útil para futuros estudos sobre os processos dentro da crosta e o manto", concluiu o especialista.
RT
Discípulo do satanista ALElSTER CROWLEY nos anos 1970, o brasileiro Paulo Coelho ressurgiu nos anos 1990 como um mago supostamente do bem. Os nove livros de auto-ajuda esotérica escritos por ele já venderam, juntos, mais de 20 milhões de cópias em todo o mundo. Seu maior sucesso, O Alquimista, foi traduzido para 38 idiomas. A fama fez com que o mago tivesse acesso a vários Iíderes mundiais, como os então presidente BilI Clinton, dos Estados Unidos, e Jacques Chirac, da França, além do papa João Paulo lI. Não se sabe o que ele e esses homens poderosos conversaram. Aleister Crowley, antigo mestre do escritor, era chamado de a Besta do Apocalipse e afirmava ser capaz de invocar todos os demônios do inferno. Paulo Coelho, que se tornou Imortal em 2002, jura que renegou Crowley e a prática da magia negra. Ele também diz que faz chover e ventar.
Fonte...Livro Conspirações - Tudo O Que Não Querem Que Você Saiba
Enoque foi antes do dilúvio tanto um patriarca quanto um sacerdote-cientista. Bisavô de Noé é citado na Bíblia como o arquiteto do Zion original – a legendaria “cidade de Yahweh”. Já é tradição falar que ele não morreu, mas que “foi levado por Deus” para fora do mundo material, como também o seu irmão Elias que foi levado por uma carruagem de fogo. Portanto, Enoque é considerado por algumas escolas de mistério como “o primeiro astronauta” e por outras como o Arcanjo Metraton depois que ele transfigurou ao ser conduzido pelo “Senhor” para as mais altas esferas de Luz, para obter conhecimentos sobre a criação – sobre os segredos dos Céus e da Terra. As “chaves” mencionadas por Enoque mostram-se como “sons chaves” – ou, como “matrizes vibratórias” da própria realidade física, despertando a consciência do ser humano para que entenda o “Poder Criador do Mundo” e com ele conecte-se.
Este texto foi composto com o auxilio de algumas informações do livro “As Chaves de Enoch”, de J.J. Hurtak.
Aqueles que governam o poder na Terra são os que caíram dos céus superiores (dimensões de mais vibração) e que agora habitam as estrelas conhecidas pelo ser humano como Ursa Maior. Dali eles controlam um dos principais pontos de entrada para este sistema solar, a partir dos céus superiores.
A Terra era parte de uma zona de testes bioquímicos, quando se usava tanto formas-pensamento caídas (de sentimentos mais primitivos) quanto as que são consideradas divinas, para se determinar que tipo inteligência pudesse finalmente se libertar dos incontáveis ciclos de existência física controlados pelas hierarquias caídas que habitam as regiões de Ursa Maior, Ursa Menor, Estrela Polar e Tuban.
A partir destas regiões do Universo, seres em corpos imperfeitos de Luz usam seus poderes, para se estabelecer como deuses nos reinos inferiores.
Em Arcturus chegando através de uma serie de mosaicos que parecem ser de uma densidade diferente de “Luz”, múltiplos campos concêntricos em forma de selas se entrecruzam estabelecendo-se um limite de transposição nestes espaços estelares conectados em Orion. Aí, neste portal – neste limiar, o corpo físico vai sendo trocado por um corpo de Luz, na medida em que ele vai atravessando estas regiões estelares.
Já na região denominada Saiph – no enorme campo estelar Orionis, está presente um campo de Luz e nele encontra-se Metraton irradiando a sua imensa e intensa Luz, como o Criador de Luz no Universo externo.
Através de Metraton chega-se à presença do “Pai” utilizando-se do portal de ômega Orionis, que serve como entrada para as regiões de emissão energética pura. Neste nível hierárquico de vibração tão rarefeito (sutil) somente com Metraton pode se chegar à Pirâmide de Luz Vivente – “O Trono”, quando se encontra o Antigo de Dias face a face vibrando o Amor Universal e a Alegria Pura.
Perante “O Trono do Pai” compromissos são estabelecidos. Entre eles o de servir os universos dos Filhos-Paraíso (forças conscientes e superiores de Luz), que por sua vez formam os Conselhos de Luz e ordens de Projeção de fogo dos Vinte e Quatro Anciãos de Luz para criar novos universos.
Aqueles que servem os Filhos-Paraíso não se alimentam de poderes falsos terrenos e nem servem às energias mentais caídas, que ultimamente estão muito presentes na Terra. Tanto a compreensão cientifica quanto a espiritual precisam convergir, para que a estrutura correta da realidade seja compartilhada por todos os seres humanos, que agora deverão dar um salto quântico para a Nova Era. Ocasião que se estabelecerá a sobreposição da evolução superior à evolução humana, na medida em que o ser humano vai sendo levado através de seu Alfa e Õmega.
Os Sete Selos do Livro do Apocalipse serão rompidos à medida que todas as áreas da ciência (desde a biofísica até a astrofísica) forem harmonizadas voltadas para a percepção do “Eu Sou” .
Geometrias de Luz brilhantes que delas fazem parte letras ígneas, elas são usadas para transcrever o conhecimento do “universo-Pai” ao “universo-Filho” e ao “universo-Shekinah”.
O projeto de vida já existia nos mundos anteriores à criação material, como um projeto atemporal codificado neste corpo consciencial temporal, de maneira que o corpo humano possa agora usar outras vestimentas do trabalho criador de Deus.
As sessenta e quatro chaves que foram apresentadas, elas aprontarão a descida final dos “144.000 mestres”, que ajudarão redimir os escolhidos para as novas estações de vida da inteligência universal nas dimensões superiores do “Pai”.
As Chaves do “universo-Pai” explicam como as moradas planetárias do Pai, estão conectadas com os Criadores dos Universos gerando novos universos por meio das pirâmides de Luz cósmicas. As chaves do “universo-Filho” explicam como os códigos biológicos da Raça Crística precisam evoluir para a imagem determinada pelo “Pai” por meio dos “Filhos-Paraíso” e não para as forças inferiores de Luz. As Chaves do “universo-Shekinah” explicam com os dons espirituais do Espírito Santo são entregues à Raça Cristica para que o Homem espiritual possa trabalhar diretamente com os “seres de Luz Integral” – os mensageiros que prepararão os seres humanos (escolhidos) para o Conselho de Luz que será estabelecido na Terra em um tempo de “um novo céu e de uma nova Terra”.
Acontecerá uma nova raça humana própria para as mudanças quânticas que afetarão cada um na Terra em seu nível de inteligência. Esta nova raça terá a oportunidade de entrar coletivamente em outro sistema de criação. E, se ensinamentos estão agora sendo dados na forma de Chaves, têm o sentido de coordenar sessenta e quatro áreas especiais de conhecimento cientifico que avançarão simultaneamente e auxiliarão todas as disciplinas científicas básicas a dar um salto quântico para uma nova consciência voltada à Luz.
Entretanto, nem todos entenderão de modo igual (através das Chaves) estes ensinamentos aplicáveis às varias ciências. E nem a complexidade total de cada Chave será plenamente compreensível pelos seres humanos no tempo presente, dentro do Caminho Infinito.
As chaves interessarão ao mesmo tipo de evolução cientifica e consciencial, porque operam vários níveis de entendimento e estão conectadas com a totalidade do conhecimento na freqüência fundamental da Mente Infinita (da Luz).
Para trabalhar com as Chaves é necessário entrar (interagir) na quarta dimensão, que representa o tempo alem do tempo convencional, possibilitando aquele que se tornou um “vencedor”, deparar com o universo maior (muldimensional). O intelecto precisa se curvar à mente espiritual, assim como a vida (biológica) precisa se curvar ao Caminho Infinito que continuamente reorganiza e regenera a criação.
Na conexão com a Sabedoria da Mente Infinita, as Chaves demonstram que o conhecimento científico sozinho não contém todas as respostas para as perguntas básicas como: “de onde viemos, por que estamos aqui e para onde iremos daqui?”
O determinismo das ciências terrenas vai se subordinar ao plano básico da criação contínua, que está sob a organização da “Evolução Superior”. O Homem contemplará o “homem Universal – o Adam Kadmon. Participará com este na revelação e no inter-renascimento da Mente Infinita, do Caminho Infinito e da Espécie Infinita.
O mundo da forma material transmutará verdadeiramente para que ele esteja em conformidade com o padrão estrutural da “Luz Vivente”, onde tanto o Homem quanto o Homem Superior poderão conviver livremente.
Mesmo que as formas de entidades de Luz e as vestimentas da forma biológica mudem, o Amor Universal continuará como a expressão subjacente da “Luz Vivente” – como a emanação primordial da Mente Infinita em cada nível do ser universal. É uma passagem não no sentido de existência e de não-existência ou de vida e de morte. É a passagem de um estado para outro como a passagem de um tipo de visibilidade para outro, não somente para o outro lado do espectro ultravioleta, mas para a inteligência consciente que sempre existiu e que dela já manifestaram vestimentas secundárias como “corpos de inteligência” nos muitos aspectos eletromagnéticos.
O corpo coletivo de inteligência deve usar sua capacidade para operar em muitos níveis de inteligência “dentro e fora” da criação tridimensional, de modo que a “Inteligência Maior” possa ser sentida dentro de todas as coisas. As Chaves são a interconexão para a grande transformação.
Ao “trabalhar” com a Luz devem-se ser usados os dons do Espírito Santo Shekinah, que é a chave do Livro do Conhecimento e que pode manifestar onde quer que se esteja.
Os “seres de Luz integral” marcarão o próximo estagio da transição quântica que o Homem atravessará, de maneira que ele não só trocará “vestimentas conscienciais” dentro da realidade do mundo Terra, mas em outros mundos planetários, para que os veículos da humanidade espiritual (Eu Superior, Atman, corpo Búdico, corpo Zohar….) possam se por ao Oficio de Cristo.
Vistas através da Merkabah (bolha) as Chaves foram mostradas do rolo de Luz ardente e dadas no espaço limiar da Luz espiritual superior. Foram entregues alem da circunscrição da Terra e das regiões aéreas ao redor dela, para que não fossem contaminadas pelas caídas formas-pensamento da inteligência superior que influenciam os caminhos destrutivos da humanidade. Elas foram concedidas diretamente como um dom de Revelação e não transmitidas como ensinamentos através de computadores pensantes e nem através de informações mediúnicas ou canalizadas.
Existe uma sequência especial na ordenação das Chaves, que possibilita conectar matematicamente uma à outra, explicar a interpenetração dos universos e como a inteligência espiritual pode operar diretamente através de interfaces e de intercombinações.
O conhecimento através das Chaves possibilita a preparação da humanidade para a abertura das malhas piramidais dentro das bases de transformação, de maneira que em cada um a sua própria essência já esteja preparada como o Adão sobre a Terra, para ingressar no próximo desdobramento do Adam Kadmon – o Homem de Luz Primordial. Nesta transformação a Terra se possibilitará também como parte de uma zona de testes bioquímicos, para que o Amor (Universal) do “Pai” e a espécie aumentem e multipliquem, enquanto alguns programas conscienciais serão concluídos e decrescerão no plano geral da criação.
Ao se estabelecer a Harmonia uns com os outros, cada ser humano estará contribuindo para o Reino de Luz dentro de uma unidade Pai-Filho- Shekinah dos Cosmos, universos e mundos planetários. Esta Luz é tão vasta que não há espaço aonde ela não consiga penetrar e ativar até mesmo estrutura celular mais elementar.
As Chaves foram compostas em geometrias de letras de fogo, para que pudessem ser usadas pelos Mestres de Luz para moldar a criação entre os poderes de Luz e as oitavas de som. Elas constituem o poder regenerador do bioacoplamento, expresso mediante a vibração da Palavra, que codificando o seu corpo diretamente da Luz, produz as letras da geometria cromática.
As Chaves “trabalham” através das vibrações de Luz. São empregadas para a abertura dos selos nas experiências diretas dos mistérios superiores de Deus. A Palavra Viva de Deus não pode ser anulada, portanto opera de maneira eficaz tanto neste fim dos tempos quanto no início dos tempos.
Ao se mencionar determinadas e especiais sílabas, as “vibrações vitais” daquele que as pronunciou, serão também postas em ressonância com o seu Eu Superior e o Corpo do Eu Superior Crístico em outros mundos de criação.
A Linguagem da Luz Vivente é o ingrediente de ligação ao fundo dos selos e dos mistérios da criação. A Linguagem da Luz controla as formulações ou “Portais” nas expressões das Letras. Agora, a Linguagem de Luz está abalando as fundações da Terra, para que esta alvoreça outra vez por intermédio dos ensinamentos do “Pai”.
O Homem Adâmico foi criado nos céus e simultaneamente transposto ao longo de malhas energéticas para a corporificação física a partir de uma forma, para a qual ele vai voltar após esta sua atual exploração consciencial.
O ser humano está aqui como um experimento, explorando oportunidades para alcançar coisas ainda maiores que são testadas nos mundos materiais, para que as ligações entre os mundos superiores e inferiores que foram moldadas pelo Oficio de Cristo possam expandir. Ao vir à Terra cada alma espiritual deixa para trás seu tesouro particular – sua parte do Tesouro de Luz Vivente nos mundos superiores, que guardarão o seu retorno.
Ao entrar na dimensão física a energia dos elétrons de alta velocidade é gradualmente absorvida por “freios” eletrostáticos e eletromagnéticos, para que o corpo em forma-pensamento transportado através da luz de alta freqüência se desacelere o suficiente e interaja com os elétrons nas órbitas externas dos átomos. Neste instante a entrada da Luminescência maior na luminescência comum abre os “Portais” nos reinos dos fenômenos biológicos para que de agora em diante as trevas possam contemplar a “Luz”
Na conversão da Luz para a forma material a Terra foi originalmente autorizada em “Nome do Pai”, mas foi interceptada pelos Mestres caídos que aplicaram sua lei de vibração a esta criação. Alguns Senhores de Luz se rebelaram e procuraram não apenas destruir a criação Adâmica, mas também interferir nos modelos subseqüentes de outra humanidade Adâmica criada para este planeta.
Não se deve confundir a palavra “evolução” com o uso darwinista-lamarckista deste termo. O termo evolução trazido pelas Chaves significa o avanço do poder consciecial vencendo a limitação física e a todos os estados conscientes que poderiam inibir a plena expressão do Amor de Deus em todos os reinos de inteligência.
A verdadeira evolução é a “evolução espiritual”, que com ela os veículos espirituais do seres humanos desenvolvem rumo ao Infinito – a Deus, em um estado de harmonia uns com os outros. A evolução espiritual coordena a iluminação de seus veículos conscienciais, dando um propósito sustentador às suas vidas através da Sabedoria e do Amor Universal.
A humanidade é uma parte ativa da vida, não da “vida isolada” no sentido de uma autonomia estrutural. Mas, ela é como um ser coletivo, que está continuamente sendo manifestado dos céus nos mundos planetários, a fim de que as Arvores da Vida possam dar frutos diferentes dentro do Reino da Criação.
As lembranças da Evolução Superior ou da evolução espiritual dos seres humanos estão ocultas de seu conhecimento por um véu de luz, que removido outros mundos de existência serão para eles revelados pelo seu Eu Superior. Entretanto, a escolha de servir à Luz precisa ser feita em cada corporificação, em cada ciclo e em cada plano de criação.
A palavra se fez carne, para que cada Letra Vivente de Luz ao vibrar e atravessar o corpo humano possa criar miríades de corpos de Luz. Através das Chaves a oportunidade de caminhar com “O Altíssimo” é agora estendida a todos os Povos!…
“O Livro do Conhecimento – Chaves de Enoch, não é um ensinamento canalizado. Não é um livro para ser lido meramente em sequência, mas uma Coletânea de ensinamentos. Está escrito em código logo-simbólico que funciona tanto como pictografia e alfabeto, para que cada letra e palavra representem um cenário visual em uma sequência mais ampla de significado. A sintaxe lingüística baseada em uma lógica multivisonária em vez de mera racionalidade formal é, portanto, única e requer experiência direta para que seja compreendida. No entanto, está disponível a todos os que buscam o entendimento mais profundo com a visão da mente e com a visão do espírito. Na nova dimensão a união interativa do cientifico com o místico pode ser conhecida como uma experiência transformadora” – J.J. Hurtak
Quando o falecido jornalista e escritor inglês Arthur Koestler publicou " As razões da Coincidência ", um estudo de curiosas simultaneidades no tempo e no espaço, foi bombardeado por cartas de pessoas que haviam tido experiências similares. A mais consistente e coincidente de todas foi, provavelmente, a que veio de Anthony S. Clancy, de Dublin, Irlanda, nascido no sétimo dia do sétimo mes do sétimo ano do século, e, também, por coincidência, o sétimo dia da semana. " Fui o sétimo filho de um sétimo filho ", escreveu ele, " e tenho sete irmãos; o que resulta em sete setes." Na verdade, isso resulta em oito setes, se contarmos o número de letras de seu prenome, mas vamos continuar : no dia do seu aniversário de 27 anos, de acordo com o próprio Clancy, ele foi ao hipódromo. O cavalo número 7 do sétimo páreo chamava-se Seventh Heaven (Sétimo Céu). As apostas contra Seventh Heaven eram de 7 contra 1, mas Clancy apostou sete xelins assim mesmo. Seventh Heaven chegou em sétimo lugar.
Apesar das missões Apolo terem trazido de volta grande quantidades de dados sobre a Lua, esta ainda permanece um enigma para os astrônomos e cientistas. O Dr. Robert Jastrow, o primeiro presidente da Comissão de Exploração Lunar da NASA, chamou a Lua de “A Pedra de Rosetta dos Planetas“.+
Mas o que há sobre a Lua que fascina a todos? Bem, há muitas pessoas que acreditam piamente que a Lua na verdade tenha sido um lugar artificialmente montado, uma peça de engenharia que possui uma camada exterior de 4,8 quilômetros de espessura, com poeira e rochas. Abaixo desta camada, eles acreditam que a Lua possua uma casca dura de aproximadamente 32 quilômetros, feita de materiais altamente resistentes, como titânio, mica, e neptúnio 237. Definitivamente elementos que você não esperaria encontrar “dentro” da Lua.+
Há muitos ovniólogos ao redor do mundo, os quais especulam que a Lua na verdade seja uma base gigante, onde os extraterrestres pesquisam o progresso da raça humana.+
Há tantos mistérios sobre a Lua que algumas pessoas propuseram que ela poderia ser algo totalmente diferente.+
Robin Brett, um cientista da NASA, declarou, “Parece ser mais fácil explicar a não existência da Lua, do que sua existência”.+
Em novembro de 1969, a NASA intencionalmente arremessou o módulo lunar contra a Lua, o que causou um impacto equivalente à uma tonelada de TNT. As ondas de choque se ampliaram e os cientistas da NASA relacionaram o que estava acontecendo na Lua. Estranhamente, após o impacto, os cientistas disseram que a Lua soou como um sino e a reverberação continuou por trinta minutos. De acordo com Ken Johnson, supervisor do departamento de controle de dados e fotos, a Lua não somente soou como um sino, mas toda lua ‘balançou’ de forma tão precisa, que foi “quase como ela tivesse um amortecedor hidráulico gigantesco dentro dela“.+
2) A Lua possui elementos que não deveria estar lá.+
Na década de 1970, Mikhail Vasin e Alexander Shcerbakov, da Academia Soviética de Ciências, escreveram um artigo chamado “Seria a Lua a Criação de uma Inteligência Alienígena?” O artigo era muito interessante e postulava algumas importantes questões. Como é possível que a superfície da Lua seja tão dura e por que ela contém minerais como o titânio? Misteriosamente, descobriu-se que há algumas rochas lunares, as quais possuem METAIS PROCESSADOS, tais como latão, mica e os elementos urânio 236 e neptúnio 237, que até então nunca haviam sido encontrados em forma natural. Todavia, há traços deles na Lua. O urânio 236 é um resíduo de processamento nuclear radioativo, que é encontrado em desperdícios e reprocessamento de urânio. O mais interessante ainda é que o neptúnio 237 é um elemento metálico radioativo e um subproduto de reatores nucleares e da produção de plutônio. Você deve perguntar: O que está acontecendo com a Lua? De onde vieram estes elementos e minerais?+
Diferentemente de outros objetos planetários, a Lua não possui um núcleo sólido. Os pesquisadores estão quase que 100 por cento seguros de que a Lua seja na verdade oca, ou possui um interior com a densidade muito baixa. Estranhamente, as concentrações da massa da Lua estão localizadas numa série de pontos logo abaixo de sua superfície.+
Nossa Lua é diferente de qualquer outro satélite descoberto em nosso sistema solar. Os pesquisadores sabem que a Lua tem 4,6 bilhões de anos e que este fato levanta muitas questões. Isto significa que a Lua é mais velha do que a Terra por aproximadamente 800.000 anos, de acordo com cientistas.+
A Lua é o único satélite planetário do sistema solar que possui uma órbita estacionária circular quase perfeita. É fato que a Lua não gira como um corpo celeste natural. Em outras palavras, nossa Lua não compartilha quaisquer características com outras luas encontradas em nosso sistema solar. E se isso não fosse o suficiente, de qualquer ponto da superfície do nosso planeta, somente um lado da Lua é visível. O que a Lua está escondendo?+
Há algumas rochas lunares que contêm 10 vezes mais titânio do que as rochas na Terra que são ricas com este metal. Aqui na Terra, usamos o titânio em jatos supersônicos, submarinos e espaçonaves. Isto é inexplicável. O Dr. Harold Urey, ganhador do Prêmio Nobel de Química disse estar “terrivelmente intrigado pelas rochas que os astronautas encontraram na Lua e pelo seu conteúdo de titânio“. As amostras foram inimagináveis e intrigantes, já que os pesquisadores não puderam explicar a presença deste metal.+
Se todos os pontos acima não fizeram você pensar de forma diferente quanto a Lua, aqui estão algumas coisas mais interessantes sobre ela. O que está mantendo a Lua numa posição quase perfeita? A Lua possui altitude, trajetória e velocidade quase precisas, a permitindo de funcionar apropriadamente com relação à Terra.+
Colocado de forma simples, a Lua não deveria estar onde está atualmente. Tudo aponta para a possibilidade de que a Lua tenha sido colocada na sua posição atual, num passado distante. Sua órbita não natural e composição irregular levantam centenas de questões que nem os cientistas da NASA, nem os astrônomos ou geólogos são capazes de responder hoje. Apesar de todos os esforços para compreenderem o satélite “natural” da Terra, a verdade é que possuímos muito pouca informação sobre a origem e propósito da Lua.+
O que você acha que a Lua seja? Uma ocorrência natural quase perfeita, ou as origens da Lua superam a compreensão humana?+