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quinta-feira, 29 de outubro de 2015

Sonda encontra oxigênio em cometa


Cientistas da missão da sonda Rosetta encontraram oxigênio em uma nuvem de gás ao redor do cometa 67P. A descrição do fenômeno, publicada na edição desta semana da revista “Nature”, é a mais surpreendente constatada até agora no corpo celeste, descoberto em 1969.


Esta é a primeira vez que o oxigênio molecular, aquele que respiramos, é encontrado em um cometa. Até agora, estimava-se que o gás reagia rapidamente com outros elementos durante a formação dos corpos celestes, criando novos compostos químicos. Se o oxigênio é capaz de ficar mais tempo do que se imaginava no espaço, então é possível questionar até as atuais teorias sobre a construção do Sistema Solar.
Professora da Universidade de Berna (Suíça) e coautora do estudo, Kathrin Altwegg registrou a alta e permanente presença de oxigênio no cometa entre setembro de 2014 e março de 2015. Como a superfície do 67P está sempre em transformação, os pesquisadores concluíram que o oxigênio está presente em todo o corpo celeste.
— É a descoberta mais surpreendente que fizemos até agora no 67P, porque não esperávamos encontrar moléculas de oxigênio entre aquelas presentes em torno do cometa — alega. — Nunca poderíamos acreditar que o oxigênio poderia “sobreviver” por bilhões de anos sem combinar-se com outras substâncias.
De acordo com o estudo, partículas de alta energia presentes no espaço colidiram com grãos de gelo na nebulosa, que foi o berço frio e denso do Sistema Solar. Este choque teria criado moléculas de água, e o oxigênio ali presente teria ficado preso em bolhas dentro do gelo.
O oxigênio livre é o quarto gás mais comum em torno do cometa — perde apenas para o vapor d’água, o monóxido de carbono e o dióxido de carbono.
Recentemente, a sonda da Agência Espacial Europeia constatou que, no cometa 67P, havia uma ampla gama de moléculas orgânicas, reforçando a teoria de que cometas e asteroides poderiam ter dado início à vida na Terra.

Astrônomos descobrem estrutura oculta na Via Láctea



Um grupo de astrônomos acaba de descobrir uma estrutura oculta na Via Láctea  que pode ajudar a melhorar a compreensão sobre as origens e evolução de nossa e outras galáxias. 


Com base em observações feitas com o telescópio Vista, do Observatório Europeu do Sul (ESO), no Chile, os cientistas encontraram uma inesperada população de estrelas jovens no centro da Via Láctea, região onde antes se achava abrigar apenas astros já envelhecidos.
- Acreditava-se que o bojo central da Via Láctea era constituído por um vasto número de estrelas velhas, mas os dados do Vista revelaram algo novo, e muito jovem para os padrões astronômicos – diz Istvan Dékány, da Pontifícia Universidade Católica do Chile e líder da pesquisa, publicada em artigo nesta quarta-feira no periódico científico “Astrophysical Journal Letters”.
Realizado entre 2010 e 2014, o Levantamento Vista de Estrelas Variáveis da Via Láctea (VVV) usou a capacidade do telescópio em observar vastas extensões do céu na faixa do infravermelho, e assim “enxergar” através das nuvens de gás e poeira espalhadas pela galáxia que bloqueiam a luz visível, para revelar um imenso número de novos objetos. E entre estes está uma grande quantidade de estrelas que apresentam alterações regulares em seu tamanho, temperatura e brilho, conhecidas como variáveis cefeidas.
Identificadas pela primeira vez ainda no século XVIII, as variáveis cefeidas “pulsam” em períodos que podem variar de alguns dias a meses segundo um padrão que depende de sua luminosidade, numa característica que só foi calculada em 1908 pela astrônoma americana Henrietta Swan Leavitt. A partir disso, estas estrelas se tornaram uma das principais “réguas” usadas pelos cientistas para medir as grandes distâncias do espaço, levando a descobertas importantes como o tamanho de nossa galáxia e o fato de que o próprio Universo está se expandindo.
Nos dados do Vista, os astrônomos liderados por Dékány encontraram 655 candidatas a serem definidas como variáveis cefeidas. Nem todas estas estrelas pulsantes, no entanto, são iguais, sendo divididas em dois subgrupos principais, as chamadas “cefeidas clássicas”, jovens e muito brilhantes, e as cefeidas “tipo II”, muito velhas, tênues e pouco maciças, e bem mais comuns.
Assim, do número inicial de candidatas, os cientistas confirmaram que 35 delas, todas a distâncias que as colocam dentro do bojo central da Via Láctea, eram de fato cefeidas clássicas. E como o ritmo de pulsação destas estrelas também depende de sua idade, eles puderam demonstrar que elas são extremamente jovens em termos astronômicos.
- Todas 35 cefeidas clássicas descobertas têm menos de 100 milhões de anos de idade – conta Dante Minniti, pesquisador da Universidade Andres Bello, também no Chile, e coautor do estudo. - A ,aos jovem das cefeidas talvez tenha tenha apenas 25 milhões de anos de idade, e não podemos descartar a possível presenças de cefeidas ainda mais jovens e brilhantes.
Segundo os astrônomos, as idades destas cefeidas clássicas são uma sólida evidência de que há um antes desconhecido e contínuo suprimento de estrelas recém-formadas na região central da Via Láctea. O estudo, no entanto, não parou por aí. Ao mapearem as cefeidas descobertas, os pesquisadores identificaram a existência de um fino disco de estrelas jovens no bojo central da nossa galáxia, que só pôde ser visto justamente pela capacidade do Vista em “enxergar” na faixa do infravermelho.
- Esta parte de nossa galáxia era completamente desconhecida até que o VVV a encontrou – destaca Minniti.
Segundo os astrônomos, estudos adicionais precisarão ser feitos para determinar se estas cefeidas clássicas se formaram perto dos locais onde estão agora ou têm suas origens em partes mais distantes do bojo central da Via Láctea. Segundo eles, entender as características destas estrelas e como elas foram parar ali ajudará a responder questões básicas sobre a evolução da Via Láctea e de outras galáxias como um todo.


Objeto não identificado está em rota de colisão com a Terra



Um objeto espacial detectado no início do mês está em rota de colisão com a Terra, com queda prevista para o próximo dia 13, informa artigo publicado recentemente na revista científica “Nature”. De acordo com pesquisadores, o corpo tem entre um e dois metros de diâmetro, e deve queimar por completo durante a entrada na atmosfera do planeta. Apesar de não apresentar riscos para a Humanidade, o fenômeno tem importância ímpar para a ciência, por proporcionar a oportunidade inédita de acompanhamento e testar planos de esforços coordenados para uma situação de perigo real.

O WT1190F foi detectado pelo Catalina Sky Survey, programa baseado na Universidade do Arizona, em Tucson, com objetivo de descobrir cometas e asteroides que se aproximam da Terra. Agora, um projeto internacional de observação está sendo montado para acompanhar a entrada do objeto na nossa atmosfera, informou Gerhard Drolshagen, da Agência Espacial Europeia (ESA).
— O que nós planejamos parece estar funcionando — disse Drolshagen. — Mas ainda faltam duas semanas.
Os cálculos indicam que o WT1190F possui uma órbita elíptica de duas vezes a distância da Lua, e deve atingir a Terra às 4h20 (pelo horário de Brasília) do dia 13 de novembro, atingindo o oceano Índico, a cerca de 65 quilômetros ao sul do Sri Lanka. À primeira vista, os astrônomos não sabiam de onde o objeto havia surgido, mas o astrônomo independente Bill Gray, que rastreia destroços espaciais para o Laboratório de Propulsão a Jato da Nasa, afirma que ele já foi visto em 2012 e 2013. A expectativa é que todo o corpo seja consumido no calor da entrada na atmosfera.
— Mas eu não gostaria de estar pescando naquela região — brincou Gray.
A trajetória aponta que o WT1190F possui baixa densidade e, provavelmente, é oco. Isso sugere um objeto artificial, “um pedaço perdido da História espacial que volta para nos assombrar”, disse Jonathan McDowell, astrofísico do Centro para Astrofísica Harvard–Smithsonian, em Cambridge, Massachusetts. Pode ser um estágio de foguete gasto ou painéis perdidos em recentes missões à Lua. Também pode se tratar de destroços de décadas, talvez da época das missões Apollo. Um objeto localizado em 2002 foi identificado como uma peça descartada do foguete Saturno V que levou a segunda missão tripulada à Lua.

Apesar das especulações, os cientistas não sabem exatamente o que é o WT1190F. Mas existe um consenso: a descoberta do objeto a apenas um mês do impacto indica a importância de se aumentar os esforços para a identificação de corpos que apresentem riscos de colisão. Gareth Williams, astrônomo do Minor Planet Center, em Cambridge, Massachusettes, afirma que existem apenas 20 objetos parecidos com o WT1190F sendo rastreados atualmente. Provavelmente existem muitos outros destroços espaciais em órbita ao redor do sistema Terra-Lua.
De acordo com Drolshagen, da ESA, os planos envolvem a coleta de informações espectrais do objeto, que podem ajudar a identificá-lo. O projeto envolve observações a bordo de aviões e navios. Entretanto, após a colisão, os esforços concentrados para estudar esse tipo de objeto devem ser desfeitos. Diferente dos asteroides que se aproximam da Terra, destroços espaciais em órbita distante do planeta não recebem atenção. Até mesmo as forças armadas americanas, que rastreiam o lixo espacial, não possuem capacidade para identificar o WT1190F e predizer sua trajetória.
— Não existem esforços oficiais, com financiamento, para rastrear órbitas profundas da mesma forma que rastreamos órbitas baixas — disse McDowell, do Centro para Astrofísica Harvard–Smithsonian. — Eu acredito que isso precisa mudar.

Astronauta tira selfie durante caminhada espacial



Posar para selfies em momentos especiais é um hábito comum, tanto na Terra como no espaço.

 Nesta quarta-feira, o comandante da Estação Espacial Internacional, Scott Kelly, não se conteve durante uma caminhada espacial e clicou um autorretrato.
Por causa do capacete espelhado para proteção contra radiação solar, não é possível ver o rosto do astronauta, apenas o reflexo da câmera, de controles do traje espacial, equipamentos da estação e, ao fundo, a Terra.
Durante a caminha espacial, que durou 7 horas e 16 minutos, Kelly e o engenheiro de voo Kjell Lindgren instalaram uma cobertura termal no Alpha Magnetic Spectrometer, lubrificaram alguns componentes do braço robótico Canadam2 e iniciaram os trabalhos de cabeamento para a futura instalação da ponte que receberá as futuras espaçonaves Starliner CST-100, da Boeing, e Crew Dragon, da SpaceX.

EMARANHAMENTO QUÂNTICO:


É possível que pessoas estejam conectadas dessa forma?
Pessoas que atuam, pensam e sentem da mesma forma e as vezes, ao mesmo tempo, tal e qual gêmeos idênticos costumam declarar; casais que se identificam com o conceito de Almas Gêmeas...invenções idênticas, criadas por pessoas que nunca tiveram contato entre si; pressentimentos que acabam acontecendo.
Como a ciência explica estes fatos estranhos?
O Entrelaçamento Macroscópico foi provado pela ciência em 2011, além do já demonstrado em escala microscópica. Mais um experimento que demonstrou as leis da mecânica quântica, onde em escala macroscópica, cientistas interconectaram dois cristais de diamantes por meio do entrelaçamento.
O entrelaçamento quântico - ou emaranhamento - ocorre quando duas partículas interagem uma com a outra de tal forma que seus estados quânticos se tornam interdependentes.
Isto significa que, mesmo quando eles são distanciados um do outro, o que afetar um deles irá instantaneamente afetar o outro.
Em escala subatômica, esse estranho mecanismo tem sido utilizado para experimentos de criptografia e computação quântica.
Mais recentemente, os cientistas começaram a descobrir formas de fazer com que essa "ação fantasmagórica à distância", como Einstein chamava o entrelaçamento, possa ser observado em objetos macroscópicos.
Os cientistas acreditam que o fenômeno poderá ser explorado em futuras arquiteturas de processamento quântico de informações, criando qubits menores em chips cristalinos.

Marte, Júpiter e Vênus se alinham pela última vez até 2021

O 'desfile de três planetas': Marte, Júpiter e Vênus

O fenômeno espetacular de conjunção planetária de Vênus, Júpiter e Marte pode ser visto ao longo da semana, mas o alinhamento mais impressionante dos três corpos celestes terão lugar entre quinta-feira e sexta-feira. O evento não será repetido até 2021.
A 'trio' dos planetas de acordo com alguns cientistas comparáveis ​​com a lendária Estrela de Belém. Um show que não será repetido até 2021. Graças à curta distância de Vênus, Júpiter e Marte qualquer astrônomo amador vai apreciar este fenômeno sem a utilização de equipamento especial, embora os dispositivos ópticos ajudem a observar a fenômeno com maior precisão. 
O único elemento que pode estragar a observação de planetas é o clima. Em bom tempo, só poderia escapar a nossa visão Marte, o planeta dos três com menos brilho. Vênus, por sua vez, brilha 12 vezes mais do que Júpiter. Na madrugada de 30 de outubro, será possível ver essa dupla planetária em todo seu esplendor a partir de qualquer ponto da Terra.

O gelo polar encerra um misterioso evento cósmico do século VIII


Especialistas descobriram vestígios em extensas camadas de gelo de centenas de anos de idade que podem confirmar que, em meados dos séculos VIII e IX a Terra foi atingida por dois poderosos raios cósmicos vindos aparentemente do sol. Este fenômeno se repetido hoje, as consequências seriam catastróficas.


Se repetisse uma tormenta geomagnética similar, as consequências para a Terra seriam "extremamente destrutivas". Diz a pesquisadora do Departamento de Geologia da Universidade sueca de Lund Raimund Muscheler, chefe de um estudo publicado na revista 'Nature'. Redes e usinas de energia, sistemas de comunicação e até mesmo satélites em órbita, seriam os mais afetados.

Muscheler e sua equipe basearam seu estudo sobre as conclusões  de um grupo de japoneses que analisaram anéis de duas árvores de cedro antigos (que podem determinar sua idade) mostrou que os correspondentes aos anos 774 e 775 dC tinham grandes quantidades de carbono-14 radioativo em comparação com os outros anos.

Tais conclusões permitiram associar o fenômeno encontrado nos cedros com as concentrações de Berilio 10 (isótopo radioativo utilizado para medir a idade das geleiras) e Cloro 36 que  encontraram nas massas de gelo a partir de análises isotópico e químicos de suas estruturas.

Até então, pensava-se que o evento só poderia ter sido causado por duas razões: uma forte explosão na superfície do Sol ou a morte violenta de uma supernova. No entanto, a presença destes dois elementos ao mesmo tempo, só poderia ser o resultado de "bombardeamento 'de prótons a partir do sol, diz a publicação.

Apesar das conclusões do Professor Muscheler, ainda não pode plenamente afirmar a origem do evento. No entanto, segundo os especialistas, até agora não houve uma tempestade dessa magnitude. Nem sequer pode ser comparado a tempestade solar de 1859, também conhecido como o evento Carrington, o que causou cortes e curtos-circuitos., numerosos incêndios e inúmeras auroras norte e sul.
RT

#Naty

quarta-feira, 28 de outubro de 2015

As Profecias de São Malaquias


Um dos mais obscuros profetas da Idade Média, São Malaquias, um monge irlandês que se tornou arcebispo de Armagh e primaz da Irlanda por volta de 1132, morreu em 1148. Mas suas profecias, encontradas na forma de anotações, foram recolhidas e publicadas pelo Vaticano em 1595.

As profecias de São Malaquias foram colocadas na forma de um registro papal, projetado a partir do século 12, com um comentário sobre cada um dos novos papas ou o caráter de seu papado. Muitas das profecias foram consideradas surpreendentemente pertinentes. O registro termina com "Pedro, o Romano", em um tempo que, segundo os cálculos, deverá coincidir com o final deste século, ou com a chegada do terceiro milênio.
Entre Pedro e alguém que parece ser o papa Pio XI, haverá seis outros chefes do Vaticano. Durante o papado de Pedro, "a cidade das Sete Colinas será destruída, e o Respeitável Juiz julgará seu próprio povo".
A história profética do papado sempre foi muito comentada entre teólogos católicos. Seu conhecimento pode ter contribuído para a visão reportada pelo papa Pio X em 1909. Saindo de um transe, ele disse:
- O que vejo é terrível. Serei eu mesmo. ou meu sucessor. o papa sairá de Roma e, depois de ter deixado o Vaticano, terá de caminhar sobre os cadáveres de seus padres.
O tempo, naturalmente, dirá se as terríveis profecias de São Malaquias serão realizadas.

STAR WARS


Philip J. Corso, coronel da reserva da Força Aérea americana e membro do Conselho de Segurança Nacional na ges­tão do presidente Dwight Eisenhower (1953-61), publicou em 1997 um curioso livro chamado Dossiê Roswell (Educare, 1998). No livro, ele afirma que um disco voador caiu mesmo em ROSWELL, Novo Mexico, em 1947, como acredita 101% dos ufólogos. O relato tem o formato de uma repor­tagem investigativa quando se refere à queda do objeto. Corso diz, sem apre­sentar provas, que cinco alienígenas GREYS foram encontrados nos destroços, dois ainda com vida.

Ele também descreve um episódio clássico na literatura de conspiração: a formalização do pacto entre os extraterrestres e o governo americano, representado pela organização Majestic 12. Corso, no entanto, justifica a cooperação com os ET’s, alegando que os greys eram abertamente hostis e possuíam tecnologia bélica superior. O pacto teria sido forjado para que os americanos ganhassem tempo e descobrissem um jeito de derrotar os baixinhos cinzentos. Ou uma espécie ainda mais perigosa, já que os greys, segundo Corso, são produto da bioengenharia, com corpos geneticamente projetados para longas viagens espaciais.
Ele vai mais longe. Afirma, por exemplo, que produtos como o microchip, a fibra ótica e o caça-bombardeiro Stealth foram desenvolvidos graças à pesquisa de engenharia reversa no disco voador capturado. Tecnologias extraterrestres mais avançadas, como o sistema eletromagnético de propulsão e a psicotrônica (fusão entre computadores e mente humana) permanecem de uso exclusivamente militar.
 Corso diz que o programa SDI (Strategic Defense Iniative), popularmente conhecido como “Star Wars”, arquitetado no governo de Ronald Reagan (1981-89), não tinha como objetivo prevenir um ataque da então União Soviética, mas sim defender o planeta de uma invasão alienígena. O premiê soviético Mikail Gorbachev estava a par da ameaça e secretamente apoiava a militarização dos satélites.
O projeto foi retomado em 2001 pelo presidente americano George W. Bush. Pode ser um indício de que a invasão é eminente. Ou não. Philip Corso morreu de ataque cardíaco em 1998, aos 83 anos, e é alvo de várias suspeitas. Muitos conspirólogos acreditam que ele era um agente de desinformação. Sua missão, dizem os céticos, era divulgar dados falsos e desviar a atenção de atrocidades reais cometidas pelo governo americano. Pode ser. Também é possível que os céticos sejam agentes de desinformação e Corso esteja falando a verdade. Você decide.

Quarenta e Nove Raças

As 49 raças extraterrestres vieram para ajudar.

A preocupação das 49 raças extraterrestres com o bem estar da humanidade tem um motivo – parte da humanidade tem origem de fora da Terra, tem descendência extraterrestre.  E a presença mais relevante destas raças na Terra ocorre a cada 5.125, que é o período de tempo necessário para a evolução de uma civilização (fechamento de um ciclo), o que está ocorrendo neste momento. Portanto, as 49 raças estão aqui agora, para que de forma mais presente possam colaborar com os seres humanos.
Entretanto, a presença extraterrestre na Terra já acontece a milhares de anos, quando deixou como legado construções e conhecimentos de um modo geral – mas, especialmente deixando conhecimentos relacionados à astronomia e à agricultura, transmitidos às civilizações antigas, como a dos egípcios, dos maias, dos incas, entre outros.
Também existe uma raça humanóide extraterrestre, que não se assemelha na aparência ao ser humano, que possui tecnologia mais avançada à humana e que colabora com governos de alguns países desenvolvidos para que estes dominem através de tecnologias a Terra, usando destas para interferir em quase todas as esferas da atividade humana. E, por causa destes seres é propagada intencionalmente a idéia, que os seres extraterrestres de um modo geral são nocivos aos seres humanos e a este planeta.
Os seres das quarenta e nove raças que utilizam de “tecnologias” associadas ao seu poder (energia) mental, são muitíssimo mais avançados, não tendo muitas vezes a necessidade de usar da energia do átomo, que os seres desta outra raça dela mais comumente utilizam.
Recentemente aconteceu o boom tecnológico (a partir de 1950) com repentinas descobertas que favoreceram o desenvolvimento da tecnologia humana após a queda de um óvni em Roswell, no ano de 1947, no Estado do Novo México/USA.
Destroços deste aparelho extraterrestre foram analisados em alguns lugares do planeta e com eles realizou-se a engenharia reversa, que é a técnica que se inicia com o fornecimento de uma amostra para digitalização e assim obter as especificações necessárias para a reprodução ou aprimoramento do produto desejado ou para se desenvolver novas tecnologias.  Então, tudo leva crer, que foi a partir da queda deste óvni e com o uso da engenharia reversa, que aconteceu o impressionante salto tecnológico no mundo.
Noventa e nove por cento dos pilotos de aeronaves comerciais (e também muitos pilotos de aeronaves militares) já tiveram experiência com avistamento de objetos não identificados, porém não relatam por temor de serem desqualificados ou ridicularizados. Por diversas vezes estes pilotos em seus trajetos aéreos são acompanhados por luzes coloridas e brilhantes.

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1. Águia;
2. Aldebaram;
3. Altair;
4. Andrômeda realizam feitos psicosinéticos e são bons de coração;
5. Antares realizam energização. Juntos com os seres da Constelação de Capela, programam a regeneração celular e a auto-cura (programam a cura da humanidade). Tiveram influência na civilização egípcia;
6. Aquárius são muito calmos e compreensivos;
7. Arcturos têm facilidade com artes, música (sua energia funciona como terapia tanto emocional, mental, como espiritual para a humanidade) e são bons para captar pensamentos;
8. Baporu originam de um local que se mostra como uma grande luz perto de Sírius. Futuramente serão identificado pela NASA como L5937.17;
9. Cão Maior;
10. Capela realizam energização e têm compatibilidade vibratória com o “planeta chupão”;
11. Capricórnio lidam com o extra-físico (mentalização, projeção mental), programam a regeneração celular, a auto-cura (programam a cura da humanidade). Ativam o lado direito do cérebro que normalmente não é muito usado (despertam faculdades mentais; evolução interior do ser humano). Ativam energias adormecidas contidas em algumas células cerebrais que não estão em atividade. São muito evoluídos espiritualmente. Trabalham a cura, principalmente as pessoas que estão em estado de coma. São seres de 3a dimensão, físicos como os seres humanos. Têm entre 2,5 à 3 metros de altura. São muito amorosos e possuem 4 dedos;
12. CEF são uma civilização responsável pela alimentação dos planetas que visitam . Trouxeram para a Terra a abelha, o arroz, o milho, etc.
13. Chavi são responsáveis pelas ondas sonoras universais, principalmente através de construções escalonadas. Obs.: A forma escalonada da Pirâmide de kukulkan em Chichén-Itzá conduzia as ondas sonoras por um sistema de ressonância;
14. Conet são responsáveis pela topografia geral dos mundos físicos, inclusive têm como obrigação deixar inscrições com mensagens sobre a vida e tecnologia, etc., gravadas em pedras ou em artefatos em vários pontos do mundo. Construíram muralhas e templos, entre outras construções. Deixaram mapas com coordenadas de pontos que possam ser vistos do céu;
15. Etéria têm a missão de criar organizações para resgatar aqueles que tiverem chance de serem conscientizados. Orientam, dando condições para que as raças inferiores consigam evoluir, atingir a transmutação e brilhar no caminho de luz. (Planeta de origem de Ashtar Sheran);
16. Fênix;
17. Fit;
18. Ganímedes são determinados, alcançando objetivos quando querem;
19. Gêmus fazem a união de planetas da 3ª dimensão com outros universos. Com eles acontece o ponto de retorno após a evolução das raças. Traçaram a malha magnética da Terra, identificando os portais, ou seja, os pontos ou vórtices de energia para voltar de onde vieram ou para visitar outros mundos. São seres de 3a dimensão que interagem na 4a (como Vênus), possuem uma tecnologia espantosa, já estão quase transmutando, já não morrem mais de doenças e não envelhecem. A única diferença física deles em relação aos seres humanos são as pupilas de seus olhos na vertical. Já dominam a energia vibracional e possuem unhas esbranquiçadas. Sua freqüência mental é de 27 à 42 ciclos/segundos. Estes seres têm ligação com a Lemúria. A intenção deles é estar no meio dos seres humanos para que estes possam usufruir dos seus benefícios. A “Nave de Gêmus” está surgindo cada vez mais próxima. Eles estão desde abril de 2005 presentes na Terra.

1 – Observação: A “Na
ve de Gêmus” emite um brilho duas vezes maior que Sírius, que é a estrela mais brilhante no céu. Ela aparece no céu movimentando rapidamente e vai aumentando o seu volume de luz e ficando imensa, para depois ir diminuindo, diminuindo até sumir. Ela também altera o DNA o dimensional (a sua genética) trabalhando com freqüências de luz, independente de ele estar vendo-a ou não, entretanto os planetários não têm este benefício. Ela pode ser vista em qualquer parte do planeta e também à luz do dia. Ela fica a uma distância de pelo menos 20 mil metros de altura.
2 – Observação: A “Nave de Gêmus” (diferentemente da “Nave do GNA”, que pisca, joga flashes e está inteiramente relacionada ao GNA) veio para ajudar o ser humano interagir com os universos paralelos. Ela “joga” para a pessoa a holografia de várias situações da sua vida, projetando-a em uma árvore, quando também os elementais ajudam. Estes seres interagem ainda na memória cósmica da pessoa, para que ela veja aquilo que mais teme projetada para ela, no intuito de trabalhá-la. Projetam imagens do seu passado/presente/futuro – tudo que ela quiser ver ou estiver compatível para ver;
20. Humos possuem personalidade muito autoritária e são muito inteligentes;
21. Kakim estão sempre presentes nas expedições realizadas pelo homem em busca do seu passado;
22. Kimias são responsáveis pelo “o semear” de vidas e têm missão de promover e garantir aos recém nascidos (especiais) ou durante a gestação, a ativação e o direcionamento de suas habilidades extrassensoriais;
23. Kitãs são responsáveis por veículos voadores. Muitos nativos baseando-se em suas aeronaves as desenharam em cavernas e até fizeram artefatos com a sua forma. Este sistema será conhecido no futuro como MSG15385/9;
24. Leão;
25. Lira;
26. Manú estão sempre presentes nas expedições realizadas pelo homem em busca do seu passado;
27. Nebal;
28. Nitaa passam a mensagem sobre acontecimentos futuros geográficos, naturais, hecatombes;
29. Om;
30. Omega;
31. Órfus são bons para ativar implantes, promover cura, desenvolver GNA e reciclar a energia. Têm de 2,5 m a 3 m de altura;
32. Órion são cientistas do espaço. Programam contato, preparando o campo vibracional das pessoas para um contato futuro. São ótimos para cura, telepatia, responsáveis pela ativação dos contatos extrafísicos, pelas experiências de saída do corpo e pela ativação de implantes através da GNA (implantes físicos, energéticos e extra-físicos. Possuem 6 dedos e têm 1,5 m;
33. Otuno possuem a missão de estudar e controlar os infinitos feixes de luz emitidos por qualquer astro em benefício de civilizações;
34. Pégasus são a segunda inteligência do Universo. Trabalham a cura. São ótimos telepatas e fazem previsões sobre o planeta. São ótimos também em tecnologia de aparelhos para doenças, até mesmo para meios de locomoção para ajudar a humanidade. São ainda peritos em informar, projetar e fazer contatos e implantes extrafísicos. Foram umas das 5 primeiras raças a chegar na Terra. Deu origem a raça negra. Ajudam os mundos em dificuldades, mas escolhem as raças que serão auxiliadas.
1 – Observação: Em Pégasus onde existe uma tecnologia bastante avançada, estes seres vivenciam de um modo muito aberto, mas são muito tímidos e ao mesmo tempo amorosos. Por eles serem uma raça muito pacífica (são pacificadores) foram explorados por outras raças mais belicosas, foram escravizados (o mesmo que “por ressonância” ocorreu com os seus descendentes na Terra). Tem de 2,5 m a 3 m de altura.
2 – Observação: Os seres intraterrenos, são originados de um planeta que não existe mais, de uma Constelação vizinha a Pégasus pelos parâmetros cósmicos. O Planeta de origem deles explodiu, fazendo-os então, que antes abrigassem no Sistema de Pégasus. Como este Sistema é gigantesco, não foi difícil ali se instalarem e sobreviverem.
3 – Observação: Quando se menciona que os intraterrenos são originados de Pegasus . é para uma melhor identificação, mas de fato eles se originam de um ponto (constelação) próximo deste gigantesco Sistema.
35. Perseu;
36. Piasis possuem profundo conhecimento sobre as águas. Trabalham em parceria com os reptilianos de Pégasus na construção de bases subaquáticas da Terra e de outros planetas. Seu trabalho inicial aconteceu onde hoje é a Amazônia;
37. Plêiades possuem criatividade (habilidade) para tecnologia, mensagens telepáticas, estabilizar as pessoas e dar origem uma nova raça. Já conseguem entrar na freqüência mental dos seres humanos (conseguem influenciá-los mentalmente). Possuem 3 dedos;
38. Salon;
39. Siriús passaram para os maias, incas e egípcios métodos de dar à cabeça da criança o formato semelhante ao do ovo, para que tivesse mais espaço para a sua pituitária e a sua pineal desenvolverem, proporcionando-a possibilidade de desenvolver melhor as suas habilidades extrassensoriais (mediunidade, intuição e 3a visão, etc.);
40. Sistema Solar são “de espírito novo” e o seu ponto de origem é a Terra;
41. Tailo são responsáveis pelas comunicações, códigos e senhas de todos os Universos;
42. Taus são disseminadores e treinadores, professores daqueles que controlam o átomo (energia atômica, nuclear, etc);
43. Tilo serão futuramente descobertos pela NASA como Nebulosa MC 14-172730;
44. Tinus são responsáveis pela inseminação através da projeção do gameta masculino por um feixe de luz, que utiliza processos técnico-químicos. Neste processo totalmente protegido a micro ovulação acontece somente em casais com missão específica (que tenham alguma deficiência física, tanto no homem quanto na mulher), para que a criança a ser gerada tenha habilidades especiais. Obs.: Foi por esse processo que Sara e outras mulheres que constam na bíblia passaram;
45. Tnobi são responsáveis pela magia do homem através de seu controle e evolução mentais e também do desenvolvimento de suas faculdades extrassensoriais;
46. Tótimus são responsáveis pelos corpos celestes siderais (cometa, meteoros, bolas de plasma, etc) e até mesmo por fenômenos atmosféricos (fazem proteção contra nossas experiências nucleares);
47. Unicórnio;
48. Utir são criadores dos seres humanos e de outras tipologias: “Façamos o homem à nossa imagem, com à nossa semelhança”… `Gênesis 1,26”;
49. Vênus são da 4a dimensão. Ajudam ao ser humano desenvolver as suas habilidades paranormais de efeitos físicos e de interação na 4a dimensão.
  
Ilustrações que “simbolizam” (procuram retratar) alguns seres extraterrestres
  
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As primeiras raças no planeta Terra 
Há milhões de anos, seres extraterrestres (cientistas) habitantes de uma parte de Órion, que são muito evoluídos tecnologicamente, vieram à Terra para pesquisar minerais, vegetais e animais. Na época destas pesquisas, encontraram aqui um tipo de primata sem inteligência e sem a coordenação motora necessária para uma rápida evolução. Esses seres começaram a modificar o DNA desse primata, para que a sua caixa craniana ficasse maior, os seus membros e a coluna ficassem mais harmônicos.
Estes seres extraterrestres (“greys”) puderam com o aumento do crânio deste ser primitivo, aumentar também o seu cérebro e a sua capacidade cérebro-intelectual e conseqüentemente, a sua incipiente capacidade de raciocínio.
Um tempo após a chegada dos “greys” chegaram outras raças. Enquanto estes orianos faziam pesquisas genéticas, as outras povoavam vários pontos do planeta hoje conhecidos como África, Europa, Ásia e Oriente Médio, entre outros. Ficando cada uma na região da Terra que primeiramente tiveram contato e que exploraram.
As cinco primeiras que vieram para a Terra foram: Órion, Plêiades, Antares, Sírius e Pégasus, mas muitas outras raças começaram depois a visitar a Terra.
Órion deu origem à raça amarela de olhos puxados e Plêiades à raça amarela de olhos mais amendoados (asiática). Antares deu origem à raça vermelha (indígena). Sírius deu origem à raça branca (caucasiana). Pégasus deu origem à raça negra (africana). Essas raças com o passar do tempo, começaram a se miscigenar entre elas, gerando vários descendentes que se espalharam pela Terra. Muitos tempo depois foram, voltando ao seu ponto de origem no Universo.
Eram raças que possuíam tecnologia muito avançada, porém com níveis de consciência diferentes, por isso começaram a disputar território devido à ambição, provocando guerras, escravidão e domínio entre os povos, colocando já naquele tempo a humanidade num caos. E para que ela novamente trilhasse o caminho da evolução, foram enviadas novamente à Terra raças, que se comprometeram em auxiliar a restabelecer o equilíbrio entre os povos.
   
   serpegasus 
Ilustrações que “simbolizam” (procuram retratar) as cinco primeiras raças que vieram para a Terra e que respectivamente foram: Órion, Plêiades, Antares, Sírius e Pégasus – e também, os greys de uma parte de Órion (ultima imagem), que já estavam muito antes na Terra. A imagem do ser de Pegasus (a quinta da esquerda para a direita) não é uma ilustração, foi tirada de uma filmagem.


Raças pertencentes a um Conselho Galáctico foram enviadas à Terra. Conselho que foi criado pela necessidade auxiliar na sobrevivência  de civilizações que não conseguem manter foco na paz e na convivência pacifica.
Dentro deste Conselho existem diversas formas de vidas – entidades, que muitas vezes não entram em contato direto com outras formas de vida, devido aos preconceitos e falta de amadurecimento das raças emergentes ainda incapazes de se sintonizarem à Mente Universal, como é o caso da humanidade, que ainda está também se preparando para conhecer abertamente muitos visitantes de outras raças.
O processo evolutivo esteve e continua sendo uma constante em todas as formas de vida. Na atualidade existem milhões de mundos que estão ainda em um estado mais imaturo de evolução. Neste momento a humanidade já está um pouco mais apta conhecer sobre sua herança genética e seus verdadeiros ancestrais, tidos ainda como deuses de um passado mitológico. As raças humanóides que visitam o Sistema Solar são mais de 127, mas só 49 raças é que estão unidas no propósito de auxiliar a humanidade no caminho de sua evolução, com cada uma delas despenhando neste sentido uma função específica.
Alguns Símbolos (quarenta e um) das quarenta e nove raças