Qual criança de 10 anos não adoraria a oportunidade de ir até a sede da NASA e conversar com o administrador da agência espacial americana? O garoto Max, de 10 anos, teve essa chance na última segunda-feira (23).
Há cerca de duas semanas, uma foto do menino com seu pai foi publicada nas redes sociais doHumans of New York, um projeto fotojornalístico no qual as histórias e imagens de pessoas comuns da cidade são contadas. “Meu pai viaja ao redor do mundo e aprender coisas sobre as notícias. Uma vez ele conheceu um rei. Eu queria ser um repórter também. Se eu fosse um repórter nesse momento, eu provavelmente escreveria uma matéria sobre a possibilidade de a NASA lançar um novo foguete no espaço. Eu começaria conversando com o diretor da NASA. Depois eu perguntaria para ele sobre os foguetes. E se algum outro deles vai para o espaço”, disse Max na ocasião.
A agência espacial americana tomou conhecimento sobre a história do menino e convidou ele e sua família para visitarem sua sede em Washington, capital dos Estados Unidos.
Max sentou frente a frente com Charles Bolden, administrador da NASA, e perguntou a ele sobre a possibilidade de novos foguetes irem para o espaço e o que a agência espacial conseguirá fazer durante a vida do menino.
"Eu descobri que em 2030 nós estaremos em Marte! Depois, Bolden (que é um homem muito legal) me disse que 90% do filme Perdido em Marte é de verdade, exceto o tamanho da tempestade de areia, porque a atmosfera do planeta é muito densa. Depois da entrevista, nós fomos no Centro de Operações Espaciais da NASA, onde eu assisti o Sol nascendo ao vivo da estação espacial - eles assistem a isso 16 vezes por dia. Eu me diverti muito e espero poder trabalhar como jornalista de novo", contou o garoto.
Um passageiro de umvooda American Airlines alega ter registrado luzes "cegantes" e esféricas em uma região próxima damisteriosabase militar ultrassecreta conhecida comoÁrea 51, nosEstados Unidos. O homem não identificado registrou as fotos no último dia 30 de outubro, quando voava de San Jose, na Califórnia, para Houston, no Texas.
Ele notou luzes estranhas quando o avião passava pelo deserto, entre Luning e Gabbs, região que fica a, aproximadamente, 225 quilômetros da Área 51. O avistamento foi informado ao Mutual UFO Network, que investiga avistamentos de óvnis nos EUA. No entanto, nem todos concordam que as luzes possam ser algo de outro planeta, já que na área existe uma gigantesca fazenda de energia solar.
De acordo com o homem ao Mutual UFO: "Eu vi um grande disco de prata que parecia ser no meio do deserto. Este disco estava atirando esferas de luzes no ar".
'O disco em si possuía várias luzes ofuscantes. Peguei meu telefone e tirei o máximo de fotos que pude até meu celular morrer. Os outros passageiros pareceram não notar o disco ou não comentaram sobre ele. Após voltar para casa, perguntei a vários funcionários da Força Aérea se eles já haviam visto algo parecido, e eles disseram que nunca. Inicialmente, pensei que era um satélite, mas agora deixo para a sua interpretação. O que diabos eu testemunhei?"
A Mutual UFO Network classificou o avistamento como "não resolvido". O governo dos EUA só reconheceu a existência Área 51, no sul do deserto de Nevada, em 2013.
Na última reunião anual da Divisão de Ciências Planetárias da Sociedade Astronômica Americana, ocorrida em National Harbor, em Maryland, foi apresentado um trabalho realizado pelo Centro de Voo Espacial Goddard, da NASA, que traz dados surpreendentes sobre fraturas detectadas em uma das luas de Marte.
Fobos, que orbita a apenas 6 mil quilômetros de Marte, está se rompendo lentamente. Antes, pensava-se que as marcas sobre a superfície do satélite eram causadas pelo impacto da cratera Stickney, resultado de uma colisão violenta e que quase destruiu a lua. No entanto, as últimas evidências determinam que as fraturas não vêm da cratera, mas de outro ponto próximo, o que poderia indicar sinais de uma falha estrutural capaz de destruir Fobos. Um dos cientistas responsáveis pela investigação, Terry Hurford, explica: “Acreditamos que Fobos já começou a se partir, e o primeiro sinal é a produção dessas ranhuras”.
Os pesquisadores acreditam que a lua é composta por escombros unidos por uma camada de pó de regolito, o que significa que o estresse gravitacional sofrido poderia estar causando as ranhuras observadas. Calcula-se que a ruptura definitiva ocorrerá dentro de 30 a 50 milhões de anos.
Será que essa possível fratura pode interferir na ida do homem à Marte?
Ao publicar uma foto, que aparentemente mostra um objeto voador não identificado, tirada da Estação Espacial Internacional, o astronauta Scott Kelly acabou gerando muita curiosidade entre os pesquisadores de OVNIs. Kelly acabou obtendo uma belíssima imagem do planeta à noite, onde pode-se ver as luzes das cidades. Porém, no canto superior direito da foto aparece um objeto que tem gerado muita especulação. Estaria a imagem mostrando um genuíno OVNI, ou seria somente uma deformação da imagem digital?
Scott Kelley, que tem estado a bordo da Estação Espacial por mais de 220 dias, faz parte de um projeto chamado ‘Um Ano no Espaço”, que basicamente o torna um experimento a bordo da Estação Espacial. Durante este experimento, a NASA irá testar o quanto o espaço pode afetar seres humanos, após despenderem 365 dias abordo da Estação Espacial Internacional. Tudo isso é feito para os pesquisadores entenderem mais sobre o espaço, o que eventualmente irá ajudar a raça humana chegar até Marte num futuro próximo.
Retornando à misteriosa imagem. Embora a NASA não tenha emitido uma explicação sobre o que o misterioso objeto possa ser, algumas pessoas estão dizendo que estaríamos olhando à uma parte da Estação Espacial Internacional, especificamente ao equipamento exterior High Definition Earth Viewing (HDEV), como explicado pela astrofotógrafa Olivia D’Souza. O HDEV consiste em quatro câmeras colocadas fora da estação espacial, as quais transmitem vídeo ao vivo para a Terra. É devido a essas câmeras que milhões de usuários ao redor do mundo podem apreciar a vista incrível que a Estação Espacial Internacional tem para oferecer. Também é graças a essas câmeras que centenas de imagens e vídeos forma registrados por usuários ao redor do mundo, mostrandop objetos misteriosos se aproximando da Estação Espacial Internacional.
Embora neste instante o misterioso objeto na imagem possa ser qualquer coisa, seria interessante ver se o astronauta que tirou a foto irá oferecer alguma explicação sobre o que ele fotografou pairando acima da atmosfera terrestre.
Através dos anos, muitos astronautas da NASA têm abertamente admitido que o fenômeno dos OVNIs é real, e que, enquanto estiveram no espaço, inúmeros avistamentos inexplicáveis ocorreram.
“Acredito que estes veículos extraterrestres e suas tripulações estejam visitando este planeta, de outros planetas… A maioria dos astronautas são relutantes em discutir sobre OVNIs” – Major Gordon Cooper, astronauta, testemunhando sob juramento para as Nações Unidas.
“…Tenho sido perguntado (sobre OVNIs) e tenho dito publicamente que penso que eles (OVNIs) sejam algo mais, de alguma outra civilização“ – Eugene Cernan, Comandante da Apolo 7. Citações de um artigo publicado em 19973 pelo Los Angeles Times.
Quem sabe, talvez Scott Kelly será outro astronauta que abertamente admitirá que há algumas coisas no espaço que desafiam a lógica humana. Coisas que são interpretadas pela sociedade como Objetos Voadores Não Identificados, mas que são tudo, menos não identificáveis.
De acordo com um grupo de arqueólogos, uma série de pegadas descobertas no Reino Unido, há mais de um ano, são evidências de que humanos viviam na Terra muito mais cedo do que os acadêmicos predominantes sugerem.
Acredita-se que as misteriosas pegadas tenham sido deixadas por um grupo de adultos e crianças, há quase um milhão de anos.
As incríveis pegadas foram registradas pela primeira vez há dois anos em Norfolk, Inglaterra.
“Primeiramente, não tínhamos certeza do que estávamos vendo, mas à medida que removemos o restante da areia da praia e drenamos a água do mar, estava claro que os buracos pareciam como pegadas, talvez humanas“, disse o Dr. Nick Ashton, do Museu Britânico.
Com a ajuda de uma técnica chamada fotogrametria (que usa a fotografia para pesquisar e certificar por mapeamento as medidas entre objetos), pesquisadores foram capazes de registrar a superfície onde as pegadas foram encontradas, antes do mar tê-las erodido.
Uma análise posterior demonstrou que os buracos alongados, que foram identificados na superfície, foram criados por seres humanos da antiguidade, os quais caminharam pela região há 800.000 anos.
Especialistas foram capazes de confirmar que as pegadas pertenciam a um grupo de cinco indivíduos.
“Em alguns casos pudemos precisamente mensurar o comprimento e largura das pegadas, e estimar a altura dos indivíduos que as fizeram. Na maioria das populações de hoje, e no passado, o comprimento do pé é aproximadamente 15 por cento da altura“, explicou a co-autora, Dra. Isabelle De Groote, da Universidade John Moores de Liverpool.
“Assim, podemos estimar que as alturas variaram de aproximadamente 90 cm a 1,7 metros. Esta diferença de altura sugere uma mistura de adultos e crianças, com a maior pegada possivelmente sendo de um homem.”
De acordo com declarações, vários sítios arqueológicos na vizinhança produziram ferramentas de pedra e ossos fossilizados, os quais datam de 800.000 anos atrás, e acredita-se que esta descoberta recente das misteriosas pegadas faça parte dos mesmos depósitos.
“Embora sabíamos que os sedimentos eram antigos, tínhamos que nos assegurar de que os buracos eram também antigos e não criados recentemente”, disse o co-autor, Dr. Simon Lewis, da Universidade Queen Mary de Londres.
“Não há nenhum processo de erosão conhecido que crie esse padrão. Além disso, os sedimentos são muito compactados para que os buracos tivessem sido feitos recentemente.”
Mas como os pesquisadores chegaram à idade de 800.000 anos? Bem, a idade dos sítios é baseada na posição geológica localizada abaixo dos depósitos glaciais que perfazem os penhascos, e também são associados aos animais extintos.
Nesse sítio, especialistas descobriram os restos de plantas, besouros, conchas e outras espécies que os permitiram precisamente reconstruir a paisagem antiga do sítio. Durante esse período na história, a Grã-Bretanha estava ligada por terra à Europa.
Saturno é considerado por muita gente como a joia do Sistema Solar, e não é à toa. Seu complexo conjunto de anéis lhe concede uma aparência majestosa, quase surreal. Se os planetas tivessem sentimentos, é provável que eles tivessem um sonho de ser como Saturno. Até agora ninguém descobriu nenhuma prova de que uma consciência planetária seja possível, apesar de ser uma ideia fascinante que já foi até explorada pela ficção científica. Mas uma coisa é certa - mesmo sem saber, Marte está perto de realizar este sonho.
"Se você estivesse em pé na superfície de Marte, poderia pegar uma cadeira de jardim e assistir Fobos se esfacelando e se espalhando em um grande círculo"
Benjamin Black, cientista planetário
É o que sugere uma pesquisa publicada nesta segunda (23) no periódico Nature Geoscience. Em um futuro não tão distante, evidências indicam que o planeta vermelho terá seu próprio sistema de anéis, e isso deve acontecer quando Fobos, a maior das duas luas marcianas, for destruída. A destruição não será provocada por nenhuma Estrela da Morte (assim esperamos), mas por Marte mesmo. Por ter meros 22 quilômetros de diâmetro e estar a apenas 6 mil quilômetros da superfície marciana, Fobos não está resistindo à forte atração gravitacional de seu planeta.
A força é tão intensa que, todos os dias, a órbita da lua perde vários centímetros de sua altitude - a cada século, os astros ficam dois metros mais próximos. Os cientistas já sabiam que, eventualmente, o satélite natural não iria aguentar o tranco. A dúvida era se ele iria despencar inteiro em Marte como um grande asteroide ou se, antes disso, iria se despedaçar. Os pesquisadores consideram o segundo cenário como o mais provável, principalmente devido às compridas listras já visíveis na superfície de Fobos. Essas cicatrizes parecidas com estrias seriam um resultado direto justamente do processo de destruição em andamento: as forças de maré estão corrompendo a estrutura interna da lua.
Um comunicado recente da Nasa previu que a morte deve ocorrer dentro de 30 a 50 milhões de anos. Benjamin Black, cientista planetário da Universidade da Califórnia em Berkeley e um dos autores do estudo, fez uma estimativa um pouco menos conservadora - de 20 a 40 milhões de anos. De qualquer forma, falta muito tempo (para nós, não para o cosmos). Mas quando os pedaços mais fracos começarem a se desfazer, será um show e tanto. “Se você estivesse em pé na superfície de Marte, poderia pegar uma cadeira de jardim e assistir Fobos se esfacelando e se espalhando em um grande círculo”, disse Black a Nature.
Os cálculos levaram em consideração a densidade e a resistência da lua e compararam esses dados a modelos usados para estimar a resistência de rochas. Os resultados apontam que, uma vez formados, os anéis devem permanecer em órbita durante um período de 1 milhão a 100 milhões de anos. Depois disso, os fragmentos da lua vão reentrar na atmosfera marciana. O mais interessante é que os cientistas acreditam que esse processo de “morte lunar” tenha sido extremamente comum no início do Sistema Solar, e agora eles têm a chance de estudá-lo desde o princípio. Hoje mesmo ele pode estar acontecendo em outros lugares, como em Tritão, um dos satélites naturais de Netuno. E é provável que até mesmo o invejado Saturno tenha conseguido seus anéis no passado desse mesmo jeito - à custa de uma de suas luas.
Levando a lei da atração para um nível totalmente novo, Pierre Franckh revela como DNA humano tem um efeito direto sobre o mundo físico que nos rodeia - um efeito que pode, conscientemente, manifestar nossos desejos.
Compartilhando experiências inovadoras sobre a influência do DNA em fótons e sobre as interações entre emoções e o DNA, Franckh explica como nossos pensamentos, emoções e crenças, sejam positivas ou negativas, podem construir um campo de ressonância em torno de nós. Através desse campo quântico nosso DNA comunica, continuamente, a nossa vibração para aqueles que nos rodeiam, recebendo suas oscilações em troca.
Ao focar as nossas intenções e remover a negatividade de nossas crenças sobre nós mesmos, do nosso passado e do nosso futuro, podemos usar o nosso DNA para comunicar nossos pensamentos e desejos para o universo. Através de pensamentos e intenções, enviamos e recebemos a mesma energia de ressonância para nós, gerando frequências que representam as nossas intenções e desejos, na forma de manifestação física.
O autor compartilha histórias de sucesso de milhares de pessoas que estiveram em seus seminários e foram, então, capazes de atrair um companheiro de alma, curar-se entes queridos ou, ou alcançar melhoras financeiras, às vezes com uma rapidez impressionante. Ele também descreve como descobriu a lei da ressonância através de sua própria auto-cura de uma doença degenerativa da coluna vertebral.
Franckh fornece exercícios práticos para remover influências negativas internas e externas que poderiam estar bloqueando os seus desejos, construir uma visualização positiva de seus objetivos, e aumentar o poder de seu campo de ressonância para a manifestação mais rápido.
Seus livros são inspiradores e ao esclarecer a lei da ressonância, o autor mostra como o poder de manifestar a saúde, abundância e felicidade está dentro de cada um de nós, esperando para ser desbloqueado dentro de nosso DNA através da ressonância.
Segundo o pesquisador e autor de livros, RICHARD CASSARO (http://www.richardcassaro.com), uma nova descoberta desafia a história contada atualmente - se é que não obriga a rescrever a história antiga - por provar que os povos antigos veneraram um mesmo ícone religioso, pelo mundo todo.
Dos Egípcios aos Assírios, dos Pré-Incas aos Europeus, o ícone é exatamente o mesmo em ideia.
Seria este o elo perdido de uma Era do Ouro que existiu há mais tempo do que se considera oficialmente? O mesmo símbolo gravado em pedra, é encontrado no alto de arcos das entradas que pertenceram a templos, nos dois lados do planeta.
Por muitas décadas, os acadêmicos insistiram que as civilizações antigas apareceram e se desenvolveram, separadamente e independentemente… mas uma nova descoberta pode ruir com estas antigas teorias e ela mostra como culturas antigas, de fato, seguiram o mesmo sistema espiritual ou Religião Universal, baseado em um único símbolo em comum, o qual se constata, através de pesquisas, estar presente na maioria das ruínas de culturas antigas.
Um feito histórico que poderá mudar para sempre o rumo das viagens espaciais foi alcançado pela empresa Blue Origin, de Jeff Bezos, o fundador da Amazon.com. Nesta segunda-feira, sua equipe realizou com sucesso o teste de um foguete não tripulado que retornou ao seu local de lançamento no Texas, nos EUA. O feito sem precedentes abre portas para uma grande redução no custo das viagens espaciais com a criação de foguetes que podem ser utilizados várias vezes - veja no vídeo no final do texto.
Bezos anunciou com entusiasmo nesta terça-feira o sucesso do teste com o veículo espacial New Shepard, que atingiu a altitude prevista de 100,5 mil metros. "A reutilização completa (de um foguete) é uma virada de jogo e não podemos esperar para encher o tanque e voar de novo", disse ele em um comunicado.
Um vídeo fornecido pela Blue Origin mostra o foguete voltando lentamente para o solo, pousando na posição vertical. A cápsula do New Shepard foi projetada para seis astronautas e possui paraquedas para aterrissagem após a separação do foguete.
Bezos quer oferecer voos a passageiros a partir de 2017.
“Eu espero que em poucos anos possamos começar as operações comerciais”, afirmou em uma entrevista.
Perguntado se ele voaria em um foguete, respondeu:
"Absolutamente. Estou esperando por isso desde os meus cinco anos de idade".
Há várias teorias sobre a matéria escura, que ainda não tenha sido detectada pelos cientistas. Um pesquisador americano estimou que a gravidade de um planeta poderia dar a este assunto uma maneira misteriosa, semelhante ao "cabelo".
Cálculos e simulações realizados por cientistas mostraram os movimentos de matéria escura em torno de nós em fluxos de massa, informa o site do Laboratório de Propulsão a Jato (JPL, na sigla em Inglês). Prézeau tem calculado o que pode acontecer quando estas correntes fluem em um planeta como a Terra.
Passando pela Terra, os fluxos de partículas de matéria escura estariam sob a influência da gravidade do planeta, que alongam filamentos densos. Assim, a terra poderia ser coberta com algum "cabelo" invisível de matéria escura.
Ele afirma que o "cabelo" teria "raízes", localizado a cerca de 965.000 km (600.000 milhas) da Terra, onde a concentração de matéria escura seria mais densa, e as "pontas" se estenderiam para fora.
Esta descoberta poderia ser um benefício para os investigadores, uma vez que as partículas de matéria escura, densamente agrupadas nas "raízes" do "cabelo" poderia ser facilmente detectadas.
Os cientistas da NASA descobriram uma enorme nuvem em Titã, a maior lua de Saturno. A descoberta marca o inverno austral do satélite e que será ainda mais difícil do que o esperado.
Segundo os pesquisadores, o inverno em Titã dura 7,5 anos naturais. E graças à nova descoberta, os cientistas podem prever que o próximo inverno no satélite será ainda mais difícil.
Em 2012, cientistas já haviam descoberto uma nuvem de gelo, mas agora podemos dizer que esse achado foi apenas a 'ponta do iceberg', que agora brilha em toda a sua grandeza. A nova nuvem detectada pela Cassini é muito maior e está a uma altitude de apenas 200 quilômetros da superfície relata a fonte.
“Há uma evidência abundante de que estamos sendo contatados, que civilizações têm nos monitorado por um longo tempo.” – Dr. Brian O’Leary, ex-astronauta e Professor de Física da Universidade de Princeton.
“Sim, são ambos. São ambos literalmente, fisicamente acontecendo à um determinado grau; e é também algum tipo de experiência psicológica e espiritual, ocorrendo e originando talvez em outra dimensão. E assim o fenômeno se estende até nós, ou nos pede para abrirmos às realidades que não são simplesmente o mundo físico literal, mas que estendem à possibilidade de que há outras realidades invisíveis das quais nossas consciências, nossos processos de aprendizado nas últimas várias centenas de anos, nos foram bloqueados.” – John Mack
O Dr. John e. Mack, um psicólogo da Universidade de Harvard e vencedor do prêmio Pulitzer, foi entrevistado num filme documentário sobre o Dalai Lama, chamado “The Dalai Lama Renaissance” (A Renascença Dalai Lama – trad. livre n3m3). No filme ele fala sobre suas conversas com o Dalai Lama a respeito dos extraterrestres e suas experiência com eles.
Pode ser mais do que uma consciência de que o Universo esteja repleto de seres de todos os tipos. De fato, quando estivemos aqui ele classificou a vida inteligente no cosmos em três categorias. A primeira é de seres como nós, que possuem uma forma e que são incorporados. Segundo, seres que possuem uma forma que ainda não é incorporada. A terceira é a de seres que não possuem uma forma.
Acredita-se que há múltiplo seres, de múltiplos sistemas estelares, e possivelmente de outras dimensões e universos. É lógico presumir que possa haver múltiplos motivos, e múltiplas raças lá fora, as quais também não estão preocupadas conosco.
Arjun Walia, que angariou as informações aqui apresentadas, recentemente escreveu um artigo ilustrando os tipos de seres mais comumente reportados por contatados, abduzidos, e pessoas que tiveram experiências similares. No artigo ele fornece um documento do FBI que discute coisas similares de interesse a respeito dos corpos dos ETs e suas naves. Você pode ver esse documento (páginas 21 e 22) aqui.
É importante notar que Mack acreditava que o fenômeno ET era, sem dúvida, real, e assim também acreditava seus financiadores (inclusive Lawrence Rockefeller).
“Algumas das coisas que as pessoas reportam como sendo OVNIs, são veículos extraterrestres. Alguns desses veículos extraterrestres possuem tripulações, e alguns membros dessas tripulações capturam e soltam humanos.” – Dr. Don Donderi, Professor aposentado da Universidade MacGill, com 40 anos de profissão, que trabalhava no Departamento de Psicologia.
Aqui está outro vídeo (em inglês) do Dalai Lama compartilhando sua visão sobre o contato extraterrestre, basicamente dizendo que deveríamos olhar para eles como olhamos a nós mesmos – outra forma de vida igual:
“Há uma séria possibilidade de que estejamos sendo e temos sido visitados por muitos anos por pessoas do espaço, de outras civilizações… [e] nos convém saber, caso alguma dessas pessoas no futuro ou agora se tornarem hostis, descobrirmos o que eles são, de onde vêm, e o que querem. Isto deveria ser o assunto de uma rigorosa investigação científica, e não o assunto de lixo em tablóides” – Almirante Lord Hill- Norton, ex-Chefe de Defesa, Almirante 5 estrelas da Marinha Real (Reino Unido), Diretor do Comitê Militar da OTAN.
Um número de diferentes religiões possui posições diferentes sobre seres extraterrestres e/ou extradimensionais. Não está realmente claro sob quais definições nossas o budismo classificaria, mas o Dalai Lama, junto com outros textos e vários ensinamentos, sem dúvida estão cientes do fato de que o nosso cosmos está fervilhando com todos os tipos de vida.
O número de mundos habitáveis somente em nossa galáxia é de dezenas de bilhões. E o número de galáxias habitáveis que podemos ver, fora a nossa, é de aproximadamente cem bilhões. Isso significa que há bilhões de planetas dentro de cada galáxia, num mar de galáxias, que parece ser infinito – pelo que sabemos. Imaginar que a vida extraterrestre inteligente possa existir lá fora, nesta possibilidade sem fim, parece muito natural. Ou não seria?
“Se olharmos do espaço para o mundo, não veríamos nenhuma demarcação de fronteiras. Simplesmente veríamos um pequeno planeta, somente um.” – Dalai Lama
De fato, o consenso geral dentro da comunidade científica é o de que não estamos sós, e um crescente número de acadêmicos concorda que a vida extraterrestre inteligente já visitou este planeta e continuam a visitar. Talvez seja por isso que, no ano passado, a NASA se uniu à Biblioteca do Congresso para reunir cientistas e teólogos, a fim de discutirem a ideia do contato extraterrestre e suas implicações.
“Uma influência extraterrestre está investigando o nosso planeta. Algo está monitorando o planeta e está monitorando muito cuidadosamente.” – Candidato Presidencial em 2008 (EUA) Mike Gravel.
E tem gente que ainda duvida da possibilidade da existência de vida extraterrestre.
Um jato espanhol Caravelle, agendado para um voo charter de Salzburg para as Ilhas Canárias, foi forçado a fazer um pouso de emergência em Valência, porque, alega o piloto, foi atormentado por OVNIs.
A história foi confirmada na semana passada pelo piloto da aeronave, Capitão Javier Lerdo Tejada, em Arrecife, capital das Ilha Canária de Lanzarote. “O que vi”, disse ele, “foram objetos voadores não identificados”.
A aeronave, pertencente à companhia espanhola charter TAE, estava levando 109 turistas alemães e austríacos até Tenerife, com uma parada para reabastecimento em Palma, Majorca, quando o Capitão Tejada viu os objetos. Os passageiros foram informados que um pouso de emergências seria necessário, devido à uma falha técnica.
“Nunca conheci antes tal perigo”, disse o Capitão Tejada na semana passada. “Seja lá o que os objetos eram, eles certamente estavam interessados no meu pedaço de metal. Eu vi duas luzes vermelhas muito fortes. Nunca vi nada igual antes. Eles se moviam muito rapidamente e se mantinham juntos verticalmente e horizontalmente, e chegaram mais perto. Eles ficaram com meu avião por 10 minutos ou mais.
“Primeiro os vi quando estavam a 23.000 pés. Eles pareciam estar a 24 quilômetros de distância. Aos 28.000 pés eles estavam a 800 metros e a 29.000 pés eles estavam em cima de mim, em curso de colisão.
“Mais cedo, eu pedi aos passageiros para apertarem os cintos e acendi as luzes de pouso, como precaução. Entrei em contato com o controle de Barcelona, mas eles não puderam ver nada em seus radares. Então entrei em contato com a Força Aérea em Madrid, que é parte do sistema de alerta da Espanha e usa mais equipamentos sofisticados. Eles captaram os objetos quando estavam muito próximos de mim.
“Então, executei um procedimento de emergência, virando rapidamente para longe deles. Os objetos então foram claramente vistos por Madrid. Eles me seguiram até 12.000 em 30 segundos. Nunca soube de uma aeronave capaz de fazer isto. Quando eu estava a 48 quilômetros fora de Valência, eles desapareceram.
“Um interceptador Mirage foi enviado da base de Albacete. O que o Mirage viu é segredo militar, mas eu falei com o piloto mais tarde e ele confirmou o que eu tinha visto.”
O Capitão Tejada é um piloto experiente. Ele serviu com a Força Aérea Espanhola por seis anos, e piloto comercial por nove anos.
A humanidade aprende muito sobre outros mundos quando robôs exploram suas superfícies - e Marte é o melhor exemplo disso. Dados importantes foram coletados pelo jipe Curiosity e por seus antecessores, Spirit e Opportunity. Mas não é nada fácil conseguir que esse tipo de estrutura robótica, robusta e movida por rodas, sobreviva ao tranco do pouso. Depois também podem surgir outros problemas, como o risco de uma capotagem se o terreno for acidentado demais ou então de um atolamento caso contenha muita lama.
Para resolver isso, a Nasa está trabalhando em uma nova tecnologia completamente diferente daquela a que estamos acostumados. Em mecânica, ela recebe o nome de tensegridade, ou integridade tensional. Esse design combina tração e compressão de forma a obter o máximo possível de resistência e estabilidade. A lógica é amplamente encontrada em organismos vivos: o jeito como nossos músculos e ossos funcionam em conjunto é um dos casos.
O projeto foi financiado pelo programa Innovative Advanced Concepts (Conceitos Inovadores Avançados), iniciativa da Nasa para estimular o desenvolvimento de tecnologias que estejam uma ou duas décadas à frente de seu tempo. A natureza resistente e adaptável do robô o torna perfeito para explorar relevos mais acidentados e lamacentos, como o das luas Europa e Titã.Batizado de robô Super Ball (algo como "superbola"), ao invés de conter as clássicas rodas, ele funciona à base de cordas e polias. O movimento surge da contração ou do afrouxamento de regiões específicas, o que concede uma enorme maleabilidade à estrutura.Várias delas podem, por exemplo, ser acomodadas em uma única nave espacial. Durante a viagem elas permaneceriam "achatadas" e sua forma normal só seria acionada na hora do pouso.
"Mesmo que esse protótipo não tenha sido explicitamente desenhado para suportar a alta velocidade de cenários de pouso previstios para o sistema inteiro, nós vemos que ele pode sobreviver facilmente a quedas de um metro, que danificariam seriamente a maioria dos robôs tradicionais", informou a agência em um vídeo no Youtube.
Em março de 2010, cientistas anunciaram ter descoberto o fragmento do osso de um dedo de uma jovem fêmea que viveu há cerca de 41 mil anos em uma caverna nas montanhas Altai, na Sibéria, onde neandertais e humanos modernos já viveram. Os pesquisadores afirmaram que o fragmento em questão pertencia a uma espécie chamada de hominídeo de Denisova.
A análise do DNA de alguns dentes fossilizados encontrados no mesmo local reitera a possibilidade de a espécie ter existido. Os resultados mostram que as estruturas têm mais de 110 mil anos. Há a possibilidade de que os denisovanos tenham vivido 60 mil anos antes do que se pensava e que tenham coexistido com os neandertais e com os primeiros Homo sapiens. E não para por ai: o estudo sugere ainda que os denisovanos eram tão diversos geneticamente quanto europeus modernos, de forma que eles podem ter criado outra espécie misteriosa de humanos que os cientistas ainda não identificaram.
O DNA conseguido a partir dos dentes também provê uma ideia da aparência e do comportamento dos denisovanos. Um dos dentes, que ganhou o nome de Denisova 8, era tão grande que, em um primeiro momento, os cientistas pensaram que fosse de um urso. "O mundo deve ter sido muito mais complexo do que pensávamos", afirmou a pesquisadora Susanna Sawyer, do Instituto Max Planck de Antropologia Evolucionária, na Alemanha, em entrevista ao National Geographic. "Quem sabe quais outros tipos de humanoides existiram e quais efeitos tiveram em nós?"
Os pesquisadores mostram no estudo publicado na Proceedings of the National Academy of Sciences que enquanto os neandertais lutaram contra as baixas temperaturas da Sibéria, o movimento dos denisovanos sugere que eles suportaram o frio por muitas gerações, se espalhando pela Europa e pela Ásia antes de desaparecerem misteriosamente dos registros fósseis.
Durante um evento, o artista Miguel Chevalier transformou a capela de King's College, na Universidade de Cambridge, na Inglaterra, com projeções incríveis. Conforme cada orador falava sobre seus tópicos, o local era preenchido com ilustrações deslumbrantes.
De um céu estrelado até livros se abrindo, as projeções foram feita especialmente de forma a enfatizar a arquitetura gótica do interior da capela. Confira algumas das imagens captadas ao longo do evento.