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terça-feira, 15 de dezembro de 2015

Força Aérea Argentina torna público casos de avistamentos de OVNIs / UFOs

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A CEFA (Comissão para o Estudo de Fenômenos Aeroespaciais). ligada à Força Aérea Argentina (FAA), a qual examina casos possíveis de objetos voadores não identificados (OVNIs) dentro do espaço aéreo argentino, publicou os resultados de casos reportados de novembro de 2014 a novembro de 2015. 
 Andrea Perez Simondini, Diretora da CEFORA (Comitê para Estudos do Fenômeno OVNI na República Argentina), informou que a organização sob seus cuidados “aspira pela liberação” e “olha favoravelmente à resposta da FAA às demandas populares a respeito de relatos que chegam até seus escritórios“.
Uma revisão do site da FAA mostrou algo novo desta vez.  No site http://www.faa.mil.ar/mision/cefae.html, normalmente consultado pela AIM, e sob o seção da Comissão para o Estudo de Fenômenos Aeroespaciais, Resolução de Casos de 2015 (http://www.faa.mil.ar/mision/informe_cefae_2015.pdf ), a agência notou que“os avistamentos apresentados cobrem a totalidade dos relatos submetidos à CEFA através de sua páginaweb, ocorridos em 2015, embora, devido a razões funcionais e administrativas, eles se estendem ao período correspondente a novembro 2014 – 2015″.
A CEFA explicou que sua metodologia analítica incluiu uma combinação de várias técnicas, “dependendo se o objeto foi fotografado ou filmado, de observação desassistida, leituras de dados e comparação com o que é conhecido no ambiente aeroespacial, para uma análise completa da evidência apresentada”.
Quando esta agência perguntou sobre a publicação, Pérez Simondini declarou que “estes são casos reportados por pessoas, e aqueles que puderam ser solucionados foram publicados”.
Apesar do mínimo progresso, a CEFORA espera que os arquivos que envolvem os militares, pilotos e controladores de tráfego aéreo – tal como o conhecido Caso de Bariloche – sejam divulgados.

Vídeo de alegada entrevista com Stanley Kubrick circula na web: Pousos lunares foram farsas?

Seria este Stanley Kubrick?

Aqui está um tema que tem causado muito debate ao longo dos anos, desde que a NASA anunciou ter colocado o homem para caminhar na Lua. Muitas pessoas têm alegado que o homem nunca pousou na Lua e que tudo tenha sido uma montagem feita pela agência espacial estadunidense, com o auxílio do cineastaStanley Kubrick.
Este mês, um vídeo controverso foi publicado no YouTube, mostrando uma entrevista que teria sido feita com Kubrick, alguns dias antes de sua morte.  Na entrevista, o cineasta teria admitido ter filmado pousos lunares falsos, e forçado seus colegas cineastas a manterem sua confissão em segredo pelos próximos 15 anos. 
O documentário intitulado “Shooting Stanley Kubrick” foi criado pelo cineasta T. Patrick Murray, o qual alega que Kubrick, notório por evitar entrevistas, cedeu esta em 4 de março de 1999, supostamente para discutir“Eyes Wide Shut”, que estava para ser lançado, bem como o resto de seus vários trabalhos.  Ao invés disso, influenciado pelo Johnny Walker Blue (uísque), Kubrick teria confessado:
“Cometi uma enorme fraude para com o povo estadunidense, que agora estou para detalhar, envolvendo o governo dos EUA e a NASA, de que os pousos lunares foram forjados, que TODOS os pousos lunares foram forjados, e que eu fui a pessoa que filmou isso.”
Veja o vídeo em questão:


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Murray alega que, antes de poder contar ao mundo o que ocorreu, Kubrick o teria feito assinar um acordo de confidencialidade, de 88 páginas, declarando que o que ele revelara seria mantido em segredo até 15 anos após sua morte.  Surpreendentemente, Kubrick faleceu três dias depois.
As teorias acerca das possíveis falsificações dos pousos lunares por Kubrick circularam por anos.  Elas foram baseadas em parte no fato de Kubrick ter recém finalizado “2001: Uma Odisseia no Espaço” e possuir todos os tipos de cenários lunares e efeitos especiais.  Diziam que Kubrick havia fornecido as filmagens para as missões Apolo 11 e 12, mas que os lançamentos e retornos à Terra eram reais.
Contudo, o site mysteriousuniverse.org menciona que T. Patrick Murray era um cineasta desconhecido em 1999, e ainda é.  Assim, por que Kubrick iria entregar a ele tal história? O site também postula as seguintes perguntas:
Quem ajudou Kubrick a escrever o acordo de confidencialidade de 88 páginas – onde estão essas pessoas e onde está o acordo?   A pessoa do vídeo se parece um tanto como Kubrick – seria realmente ele?  
Há porém outro vídeo publicado no YouTube (abaixo), comprovando que a entrevista mostrada acima é que foi forjada,e não os pousos lunares.  Na verdade, o nome do ator que se passa por Kubrick é Tom, como pode ser ouvido a partir dos cinco minutos de vídeo, quando Murray o chama pelo nome real.



Vídeo viamarkksargent
Seja por fama, dinheiro, poder, ou simplesmente para causar confusão, algumas pessoas neste mundo não estão interessadas nem um pouco na verdade, e usam extensivamente a mentira para atingir suas metas.  O fato de nós humanos termos tal capacidade negativa é, deveras, uma grande infelicidade.
De qualquer forma, vale lembrar que há tantas estórias e teorias sobre os voos até a Lua quanto a imaginação humana possa fabricar.  Quem não lembra das muitas alegações de que na verdade os pousos lunares ocorreram, mas que nunca retornamos para lá devido ao fato dos ETs nos terem expulsado do nosso satélite natural?  Há ainda quem diga que, por muito tempo, já temos bases tripuladas, não só na Lua, mas também em Marte.
Realmente é uma questão muito complicada saber onde a verdade está, pois, embora as notícias difundidas pela mídia corporativa pareçam ser as mais apropriadas e sensatas, quem duvida do fato de nem todas elas realmente serem fidedignas, ou que algumas seriam projetadas para a lavagem cerebral e controle das massas?  Podemos mesmo confiar em governos, e consequentemente na mídia, que na maior parte das vezes depende destes governos para sua sobrevivência?
Quem sabe um dia saberemos toda a verdade.  Enquanto isso, só nos resta especular, juntando as pequenas peças do grande quebra-cabeças fabricado por diferentes grupos da raça humana, os quais digladiam entre si por terem interesses distintos e conflitantes, e fabricam “suas próprias verdades” durante este processo.

sábado, 12 de dezembro de 2015

Seria 2016 o ano em que o desacobertamento dos OVNIs ocorrerá?

Acobertamento dos OVNIs

Num artigo extenso publicado no Washington Post, o ativista Stephen Bassett, argumentou que 2016 será o ano em que a verdade sobre os OVNIs finalmente será revelada.

“Quero ver o desacobertamento até as primárias de New Hampshire“, disse Bassett para o Washington Post, “e posso afirmar que irá acontecer”. (Eleições Primárias de partidos nos EUA, para a presidência daquele país, que ocorrerão em fevereiro de 2016.)

Seu argumento é baseado numa intrigante mensagem no Twitter por John Podesta, um importante político estadunidense.  Ele postou em fevereiro:

“E para terminar, meu maior fracasso de 2014: Uma vez mais não conseguir o #desacobertamento dos arquivos OVNI…” – John Podesta

Para Bassett, a mensagem parece ser um sinal em potencial de que há vazamentos no, assim dizendo, muro do segredo dos OVNIs.

“Você simplesmente não envia algo assim”, disse Bassett para o Washington Post. “Isto significa algo.”

Olhando para o futuro, ele afirma que a campanha de Hilary Clinton, cujo diretor de campanha é Podesta, está ansiosa para endereçar o assunto OVNIs, especialmente já que a própria Clinton pesquisou sobre o fenômeno dos OVNIs durante a década de 1990, a pedido do bilionário Laurance Rockefeller.

“Acredito que a equipe de Clinton não poderá passar pelas eleições, sem primeiramente lidar com o assunto ET”, teorizou Bassett.

A respeito de como o desacobertamento irá ocorrer, ele sugeriu que um discurso direto sobre o tópico seria politicamente tóxico, assim a campanha de Clinton está insistindo, com sutileza, através de pistas, tais como a mensagem no Twitter de Podesta.

Se o cenário proposto por Bassett desenrolar em 2016, ou em algum ponto num futuro distante, ele prevê um planeta transformado, uma vez que a realidade dos OVNIs seja revelada.

“Você verá uma mudança no foco do mundo”, ele disse ao Washington Post, “mais transparência, mais comunicação entre países, uma era de reforma”.



Fonte das informações:  www.coasttocoastam.com, via The Washington

David Wilcock: Civilizações do interior da Terra logo irão se revelar

Agartha - Terra oca


EUA: Numa nova entrevista no (rádio) Coast to Coast AM, escritor e pesquisador David Wilcock declarou que uma aliança de civilizações antigas vive no interior do nosso planeta.

Estas civilizações têm chamado o interior da Terra de seu lar por muito tempo, e estão prestes a se revelar para nós.
Wilcock explicou que durante a formação de todos os planetas com água no Universo (e de acordo com os últimos estudos da NASA há muitos deles), cavidades ocas são formadas abaixo da superfície, com seus próprios biomas, contendo bactérias capazes de emitir luz natural.
“O que isto significa, é que você pode viver dentro das cavernas da Terra que possuem luz natural”, ele mencionou.
Wilcock declarou que, com base em sua pesquisa, parece que estas cavidades são utilizadas para que civilizações avançadas tenham um lugar que possam morar, enquanto olham por tudo que possa ocorrer na parte exterior da Terra, a superfície do planeta.
Ele acredita firmemente que durante a longa história de nosso planeta, numerosas civilizações avançadas, como o povo de Atlântida, foram para o subsolo, a fim de sobreviverem aos tempos caóticos que ocorreram na superfície de nosso planeta.  Eventualmente, eles decidiram pelo assentamento em seus novos habitatssubterrâneos.
A existência de passagens e túneis subterrâneos tem sido assunto para debate, por séculos.  Civilizações antigas ao redor do mundo falam destas entradas que levam a reinos totalmente diferentes, localizados bem abaixo da superfície do planeta.
O homem da antiguidade na Turquia parecia ter recriado estas lendas, através da construção de enormes cidades subterrâneas, como Derinkuyu, ou a maior já encontrada perto da Cappadocia.
David Wilcock
David Wicock
Wilcock acredita que o governo tenha o conhecimento da presença destas civilizações, devido ao fato de tê-las descoberto acidentalmente através de projetos clandestinos, almejados à construção de bases secretas subterrâneas.
Na entrevista com Coast to Coast, Wilcock alega:
“Eles possuem estas máquinas para perfurar túneis, e algumas vezes invadem locais que não deveria, e há pessoas lá.”
Citando o testemunho do contatado Corey Goode, Wilcock alegou que o relacionamento tênue entre os povos da Terra interna e os que vivem na superfície, os quais sabem da existência desses povos, tem se tornado frágil ultimamente.
Ele disse:
“Este complexo industrial militar tinha anteriormente trabalhado com estes povos e tinha tratados com eles, e agora está tentando matá-los.”
E é por isto, de acordo com Wilcock, que estas civilizações do interior da Terra se reuniram para reagir à grande ameaça que surgiu em tempos recentes, e estão apelando para entidades interestelares na esperança de obterem sua ajuda para lutar contra as forças que estão tentando destruí-los.
De acordo com o Coast do Coast, Wilcock declarou que uma reunião pleiteada há muito tempo entre os dois grupos finalmente ocorreu, e foi permitido ao Goode observar o intercâmbio.
Um impressionante pedido teria sido feito pelas entidades interestelares após a reunião.
“Os povos do interior da Terra saíram da reunião chocados”, disse Wilcock. “Foi pedido a eles para se revelarem para nós, como parte do desacobertamento, se eles aceitarem.  Eu acho que vamos descobrir que as bases subterrâneas são muito mais extensas do que pensávamos e muito mais antigas.”

Estaria Nibiru nos visitando em março de 2016?

Nibiru, Planeta X
Ultimamente, ele [Nibiru] tem sido visto logo após o por do Sol, como sendo uma bola de neblina azul esverdeada, ou azul dourada, logo acima do horizonte… O Planeta X que se aproxima, o qual possui caudas similares à de um cometa, que são atraídas pela Terra devido à eletricidade estática, tem influenciado em nosso clima extremo.
Oitenta por cento da órbita de Nibiru fica muito longe do Sol… De acordo com historiadores, Tiamat, um planeta que ficava entre Marte e Júpiter há aproximadamente 510 milhões de anos, foi vítima do Planeta X, pois colidiu com uma das luas de Nibiru.  Chocaram-se, ele partiu e um pedaço se tornou o cinturão de asteroides, outro Fobos, uma lua de Marte, enquanto o restante é a nossa casa, a Terra…
Este estranho seria vinte vezes maior do que Júpiter, com uma lua incandescente que funcionado como o sol pessoal de Nibiru… …Os anunnakis, que supostamente são os cidadãos de Nibiru, teriam vindo à Terra há aproximadamente 25.000 anos, passando muitos conhecimentos e detalhes para os humanoides em desenvolvimento… …Toda a vez que este planeta chega próximo, toda uma civilização da Terra é aniquilada.
James McCaney, um especialista no Planeta Nibiru e na história maia, explicou que há aproximadamente 10.000 anos uma grande devastação ocorreu, que destruiu muitas civilizações em nosso planeta.  Ele também explicou como as cidades na América do Sul  desapareceram, não devido à guerra ou à peste, mas à uma destruição física na Terra.  Ele também diz que antes de Nibiru ter passado por nós há 10.000, o Polo Norte era em algum lugar do estado de Wisconsin, nos EUA, enquanto o Polo Sul era no Oceano Pacífico.  Se ele estiver certo, e este evento realmente ocorreu devido ao Planeta X, ou Nibiru, então não deveríamos nos preocupar sobre isto pelos próximos 740.000 anos, certo?  Errado, lembre-se que, embora Nibiru tenha cruzado entre Júpiter e Marte, ele agora está surgindo para fazer sua rota mais forte ao redor do Sol.  Isto é devido ao fato de sua órbita elíptica ir próxima do sol num lado, enquanto 80% de sua órbita é mais longe do Sol.  É por isto que os terremotos que estão ocorrendo no Japão, Chile e outros lugares poderiam estar sendo causados pelo empuxo magnético de Nibiru, que está aumentando…

Fonte das informaçõeslocklip.com

NASA diz ter descoberto a causa das misteriosas manchas brilhantes em Ceres

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Cientistas desvendam ‘maior mistério do Sistema Solar’ em 2015: as manchas de Ceres

Foi o grande mistério do Sistema Solar em 2015: o que são as manchas luminosas de Ceres, o maior objeto do cinturão de asteroides entre Marte e Júpiter?
Os cientistas acreditam ter encontrado algumas respostas.
São locais em que os impactos de corpos celestes perfuraram uma camada congelada de água salgada sob a superfície do pequeno planeta anão (cerca de 950 km de diâmetro), disseram pesquisadores à revista Nature.
As partes mais brilhantes correspondem aos impactos mais recentes.
A câmera da sonda Dawn, da Nasa (agência espacial americana), identificou cerca de 130 focos brilhantes no planeta. De longe, o grupo mais chamativo fica em uma cratera denominada Occator, no hemisfério norte de Ceres.
Quando a sonda entrou na órbita de Ceres, a câmera estava programada para registrar o que costuma ser uma superfície escura, negra como asfalto.
Por isso, as depressões superbrilhantes dentro de Occator saturaram o sensor do equipamento.
“Nós dissemos: ‘Uau, o que é isso?’ Não esperávamos algo assim”, lembra o pesquisador Andreas Nathues.
“A reflexividade estava em nível 0.25, ou seja, cerca de 25% da luz se refletia. E no centro no núcleo interno (das manchas de Occator) chegava a 50%, 60%”, disse o cientista do Instituto Max Planck, na Alemanha. “Enquanto a superfície restante era bem mais escura, com média de 9% de reflexividade.”

Gelo e sal em todo o planeta

Uma investigação posterior indica agora que há uma camada de gelo e sal em todo o planeta, abaixo dos escombros rochosos que o cobrem.
Quando um objeto do espaço impacta e penetra nessa camada, o gelo começa a se sublimar (passa diretamente do estado sólido ao gasoso).
Esse vapor liberado escapa da superfície, levantando partículas de gelo e pó, o que produz uma espécie de névoa.
A sonda Dawn observou essa névoa durante o “dia”, e a conclusão é que as manchas desaparecerão à medida que o gelo se derreta e sobre apenas sal.
A Dawn identificou indícios da presença de sulfato de magnésio hidratado, conhecido como sais de Epsom, mas a substância não é tão reflexiva como o gelo.
A emissão de água, que corrobora observações de Ceres feitas em 2013 pelo telescópio espacial Herschel, é uma reminiscência de cometas, que entram em sublimação quando se aproximam do Sol.
“É um pouco como um cometa, mas é preciso entender que Ceres é um objeto diferenciado. Tem uma estrutura de concha”, afirmou Nathues à BBC.
“É muito provável que haja uma concha de gelo debaixo da casca. Essa estrutura é completamente diferente da dos cometas. Os cometas são objetos primitivos cheios de materiais originais que se alteram muito sutilmente.”

Origem distante

Em artigo na revista Nature, María Cristina De Sanctis levanta a possibilidade de que Ceres não tenha sido formado no lugar em que está hoje (a 417 milhões de quilômetros do Sol), porém muito mais distante no Sistema Solar.
A pesquisadora observou resultados do espectrômetro de sinais visíveis e infravermelhos da sonda Dawn. O aparelho detectou possíveis filosilicatos amoniacais em grandes extensões do planeta anão.
Os filosilicatos são minerais de argila, produzidos quando materiais rochosos sofrem ação da água por muito tempo.
Contudo, a presença de amoníaco é o ponto interessante neste caso.
“Esses são filosilicatos que possuem algum amoníaco em sua estrutura, o que significa que o amoníaco deve ter estado disponível em algum momento. A única maneira de que isso tenha sido possível é que o material tenha tido uma origem mais fria”, afirmou De Sanctis, do Instituto Nacional de Astrofísica, em Roma.
A hipótese vem do reconhecimento de que cristais de amoníaco não seriam estáveis na órbita atual de Ceres ao redor do Sol. Esse material desaparece rapidamente quando a temperatura supera -173ºC.
Deste modo, para que Ceres tenha retido tanto amoníaco ou gelo rico em nitrogênio por tempo suficiente para que se incorporasse ao solo, é provável que o planeta tenha ocupado um ponto muito mais frio no passado, afirmou a pesquisadora.
“É uma possibilidade fantástica, e coincide com modelos dinâmicos da evolução do Sistema Solar que preveem que os objetos migrem até o interior do sistema”, disse.
Durante todo o tempo desde que a NASA fotografou estas misteriosas manchas brilhantes na superfície do planeta anão Ceres, a agência espacial tem procurado encontrar uma explicação plausível para o fenômeno.
Embora esta explicação da NASA procure dar uma explicação científica ao fenômeno, ela pode estar errada, pois não explica o porquê das manchas brilharem mesmo quando não há luz solar incidindo diretamente nelas. É como uma lanterna iluminando um espelho; se o ângulo de incidência da luz mudar, dependendo do seu ponto de vista, não conseguirá mais ver a luz, irrelevantemente do espelho refletir praticamente 100% da luz que nele incide.  
Veja o vídeo abaixo, o qual mostra as manchas brilhando, mesmo quando o ângulo de incidência da luz muda:


Vídeo viaaresmars2003
Fonte..OVNI HOJE

Teriam os alienígenas geneticamente modificado os humanos

DNA alienígena

De acordo com a teoria do Astronauta da Antiguidade, num passado distante, antes do nascimento das civilizações, seres extraterrestres inteligentes interferiram com o DNA humano na Terra, para criarem a raça humana, tal como a conhecemos.

Segundo numerosas teorias, que a cada ano parecem ser mais plausíveis, a raça humana antiga foi geneticamente manipulada no passado.
Sem esta manipulação genética, a qual explica o abrupto aumento da inteligência humana e a rápido desenvolvimento, as civilizações, tais como as conhecemos, provavelmente ainda não existiriam hoje.  Este é o elo perdido na história da raça humana.
Uma das melhores evidências que apoia esta teoria de que a raça humana foi geneticamente manipulada no passado por espécies de alienígenas inteligentes, é o tipo sanguíneo do grupo Rh Negativo.
Humanos possuem quatro tipos gerais de sangue: A, B, AB e O.  Esta classificação é derivada de proteínas que são formadas na superfície das células, as quais são projetadas pra lutar contra as bactérias e vírus no corpo humano.
A maioria dos seres humanos neste planeta possuem estas proteínas, o que significa que são Rh Positivo.
Mas um pequeno grupo, o de Rh Negativo, não possui estas proteínas.  Assim, como esta diferença crucial é explicada cientificamente?  E por que ela existe?
Através dos anos, vários estudos científicos têm procurado por esta resposta.
De acordo com investigadores, isto explicaria porque as mães com Rh Negativo não toleram fetos com sangue RH Positivo.  Assim, esta intolerância, radical e difícil de explicar pela maioria das leis naturais, poderia derivar da modificação genética antiga.
De acordo com esta teoria, no passado distante, seres extraterrestres que visitaram a Terra criaram, através de ‘manipulação genética’, o Rh Negativo, com a intenção de criarem uma raça de escravos.
O Rh Negativo seria parte do legado que os anunnakis deixaram na Terra.
De forma interessante, o Rh Negativo é uma característica, por exemplo, da família real britânica, o que gerou teorias controversas sobre sua possível linhagem extraterrestre.
Embora esta hipótese não tenha sido confirmada, as questões perturbadoras que ela gera pairam no ar: como reagiríamos ao fato de uma pequena porção da população na Terra possuir código genético que foi alterado no passado distante por seres extraterrestres altamente inteligentes?…

Astronauta britânico fala sobre a vida extraterrestre

Major Tim Peake e ET

De acordo com o astronauta britânico, Major Tim Peake, a vida existe em outros lugares do Universo.  O Major Peake está confiante que não somos a única espécie inteligente no Universo.  Peake se une à longa lista de astronautas e autoridades governamentais os quais alegam que a vida alienígena existe.
“Há uma grande chance de que logo descobriremos que houve – ou há – vida em nosso sistema solar”, disse o astronauta de 43 anos para o Mirror Online“Eu ficaria muito surpreso se não houvesse vida em outros lugares no Universo.”
Embora Peake acredite em vida alienígena, ele não espera ver ‘homenzinhos verdes’ aparecendo numa cratera de Marte. Porém, numa declaração surpreendente, ele disse: “Formas de vida unicelulares podem ser encontradas em Marte.”
Peake não só acredita que a vida pode ser encontrada em Marte hoje, mas ele também declara que é muito provável que organismos extraterrestres poderiam ser encontrados nas luas de Saturno ou Júpiter, alguns dos quais podem se esconder nos vastos oceanos de água.
Ele declarou: “Seja lá onde for que houver água, há a possibilidade de vida.”
As declarações de Peake não são surpreendentes.  Antes dele vários astronautas se manifestaram sobre a vida alienígena e o fenômeno dos OVNIs.
Uma das mais incríveis declarações sobre a vida alienígena foi feita pelo sexto homem a caminhar na superfície lunar, Edgar Mitchell, o qual alega que os alienígenas vieram para a Terra a fim de evitar uma guerra nuclear entre os Estados Unidos e a Rússia.
Edgar Mitchell tem falado sobre o fato de equipes militares terem visto objetos voadores misteriosos sobre as bases de mísseis ao redor do mundo, até mesmo sobre White Sands, onde a primeira bomba atômica do mundo foi detonada em 1945.
“White Sands foi a área de testes para armamentos atômicos – era nisso que os extraterrestres estavam interessados. Eles queriam saber sobre nossas capacidades militares.  Minha própria experiência, falando com pessoas, deixou claro que os ETs estavam tentando evitar a guerra e ajudar-nos a criar a paz na Terra.  Tenho falado com muitos oficiais da Força Aérea, os quais trabalharam nestes silos durante a Guerra Fria.  Eles me disseram que os OVNIs eram frequentemente vistos acima e muitas vezes desativaram seus mísseis.  Outros oficiais de bases na costa do Pacífico me disseram que seus testes de mísseis eram frequentemente derrubados por naves alienígenas.  Houve muita atividade naqueles dias.”

quarta-feira, 9 de dezembro de 2015

Gary McKinnon revela detalhes sobre seu acesso aos dados da NASA e da ‘vida extraterrestre’


Gary MacKinnon, o especialista e TI e assim chamado de ‘hacker‘, alegou numa entrevista com RichPlanet TV ter encontrado informações relacionadas aos OVNIs e vida extraterrestre, durante sua famosa invasão no sistema de computadores da NASA.
McKinnon, que invadiu o sistema de segurança das redes da NASA e das Forças Armadas dos EUA, entre fevereiro de 2001 e março de 2002, disse ter encontrado um documento intitulado “oficiais não extraterrestres”.
Esta planilha em Excel, explicou ele, tinha os graus e os nomes de indivíduos desconhecidos. Além disso, McKinnon disse que outra planilha continha abas para “transferência de material entre naves”.
Quando ele tentou procurar pelos nomes das naves – aproximadamente oito a dez no total – foi incapaz de encontrar qualquer coisa que falasse sobre elas, reforçando sua avaliação de que estas eram partes de uma iniciativa não terrestre e acobertada pelos EUA.
“Não, de forma alguma era algo padrão com os militares, assim eu cheguei à conclusão de que eles devem ter um [programa] secreto com base no espaço“, ele declarou, embora tenha reconhecido que o fato estava aberto para interpretação, e que poderia ter sido um outro termo para astronautas.
Ele pôde ter acesso a estes documentos secretos através de um programa chamado Landsearch, que, após ter ganhado controle sobre o domínio, teve a habilidade de procurar por todos os arquivos e pastas “em todas as máquinas”.
Após sua prisão em 2002, McKinnon foi sujeitado a uma longa e divisiva batalha jurídica a respeito de sua extradição para os EUA, onde os promotores queriam que ele fosse a julgamento pelo acesso aos dados.
Se tivesse sido julgado culpado, ele provavelmente seria condenado a 60 anos de prisão. Porém, em 2012, Theresa May, a Secretária para Assuntos Nacionais do Reino Unido, disse que ele não seria enviado para os EUA, justificando sua decisão com base nos direitos humanos.
Ela disse“O Sr. McKinnon é acusado de crimes sérios.  Mas também não há dúvida de que ele está seriamente enfermo.  Ele é possuidor da síndrome de Asperger, e sofre de doença depressiva.  A questão legal perante mim é de agora se a intensidade dessa doença é o suficiente para eliminar a extradição.  Após consideração cuidadosa de todo o material relevante, concluí que a extradição do Sr. McKinnon induziria ele a um alto risco que poderia acabar com sua vida, e que a decisão de extradição seria incompatível com os direitos humanos do Sr. McKinnon”.

Engenheiro da NASA valida caso de OVNIs / UFOs de Billy Meier


O caso Billy Meier tem causado muita controvérsia desde que ele publicou suas impressionantes fotos de OVNIs, alegadamente pertencentes a seres das Plêiades, na década de 1970.  Desde então, muitos tentaram provar o caso como sendo uma fraude, mas outros defendem a causa de Meier ferrenhamente.  Veja abaixo mais uma pessoa que diz concordar que o caso seja real e não uma fraude: 
Matthew Wieczkiewicz, um engenheiro aeroespacial, publicamente validou a autenticidade dos casos de OVNIs de Billy Meier, que têm ocorrido na Suíça por mais de 72 anos.
“Soube sobre o caso Billy Meier pela primeira vez quando estudava aviação na ASU, em 1978.  Eu também estava interessado no fenômeno dos OVNIs, e quando as fotos de Meier foram publicadas pela primeira vez, eu as achei intrigante.  Mas caí pelas campanhas de desinformação da CIA, que as chamou de farsas.  Assim, não dei muita atenção a elas nos 30 anos seguintes, embora mantive um interesse no fenômeno dos OVNIs em geral.  Então, em 2011, vi um artigo num site de notícias, o qual mencionava que uma das alegações de Billy Meier tinha ocorrido.  Assim, retornei e redescobri o caso, e fiquei surpreso em ver quanta informação está disponível, comparando-se com 1978.  Acessei com uma mente aberta e despendi boa parte de 18 meses lendo todo o material que pude encontrar, e finalmente cheguei à conclusão de que é real”, disse Wieczkiewicz.
Devido ao seu histórico na engenharia aeroespacial, Wieczkiewicz está convencido que a evidência dos OVNIs de Meier é real, tal como as recentemente autenticadas fotos de 1980, do controverso WCUFO, bem como seu filme de 1975 do assim chamado “OVNI Pêndulo”.
E ele não está só.  Respeitados cientistas, como Michael Mailn (NASA, Missão Marte) e David Froning, há  muito tempo reconheceram a autenticidade das evidências de Meier, bem como a importância de sua informação para a propulsão hiper-espacial.
Recentemente, o Dr. Sanford Weinstein, médico e físico anteriormente cético, também endossou a informação de Meier a respeito de movimentos militares russos que ele publicou décadas antes de ocorrerem.
Mais tarde, Wieczkiewicz se tornou interessado na longa história de Meier sobre a publicação de informação científica profética correta.
Ele concorda que os recentes relatos da NASA e dos cientistas do governo estadunidense corroboram com os alertas de Meier, desde a década de 1950, sobre as mudanças climáticas, aquecimento global e as consequências ambientais e climáticas catastrófica que já estão sobre nós.
“A humanidade deveria reconhecer a assistência valiosa oferecida pelos extraterrestres Plejaren, através de Billy Meier, para resolver os problemas mais sérios que nosso mundo enfrenta hoje”, disse Wieczkiewicz.
Michael Horn, representante de imprensa estadunidense para o caso Billy Meier, e Matthew Wieczkiewics, irão participar de apresentações multi-mídia sobre a evidência científica, informação e documentação sobre o caso, as quais deverão ocorrer em faculdades, universidades e fóruns científicos.
Horn afirma que muitos exemplos da informação específica e profeticamente precisa de Meier são blindadas, baseadas em direitos autorais, estabelecendo sua publicação da informação muito antes da “descoberta científica”, e que este é “o maior padrão de prova”.

Estrela Betelgeuse pode colidir com gigantesca muralha cósmica

Estrela Betelgeuse vista pelo instrumento PACS (Photodetecting Array Camera and Spectrometer) do telescopio espacial
Estrela Betelgeuse vista pelo instrumento PACS (Photodetecting Array Camera and Spectrometer) do telescópio espacial. Herschel. Os arcos à esquerda são parte do material ejetado pela estrela, moldado pela interação entre a onda de choque e o meio interestelar. O pálido material à esquerda é a poeira que deve colidir com a estrela, em evento previsto para os próximos 5 mil anos. Crédito: ESA, Apolo11.com.

Parece que tudo pode acontecer com Betelgeuse, a enorme estrela vermelha localizada em um dos vértices da constelação de Órion. De acordo estudos recentes, a estrela poderá se chocar com uma enorme parede de fragmentos que nem os pesquisadores sabem ao certo de onde vem.

Uma imagem registrada pelo Observatório Espacial Herschel, da Agência Espacial Europeia, revelou que a velha estrela está localizada muito próxima de uma verdadeira barreira espacial, que segundo algumas teorias é o resultado do material ejetado durante a fase anterior da evolução da própria estrela.
No entanto, as cenas registradas pelo telescópio Herschel revelam que a muralha pode ser um objeto independente ligado ao campo magnético da galáxia ou então ser a borda de uma nuvem interestelar que está sendo iluminada por Betelgeuse.
Discussões teóricas à parte, os pesquisadores sustentam que se essa verdadeira muralha for de fato um objeto independente, estaria então em rota de colisão com as camadas externas já ejetadas pela estrela, contato que aconteceria em aproximadamente 5 mil anos.
No entender dos cientistas, o choque direto entre a estrela e a massa de partículas acontecerá 12.500 anos mais tarde.
Betelgeuse é uma estrela do tipo supergigante vermelha. Tem cerca de mil vezes o tamanho do nosso Sol e é 100 mil vezes mais brilhante. Para atingir esse estágio, a estrela já derramou no espaço grande parte do seu material, criando um enorme arco ao seu redor. É esse arco que deverá ser o primeiro a se chocar contra a muralha.
Os astrônomos preveem que Betelgeuse deverá passar por uma explosão do tipo supernova nos próximos 1000 anos, quando deverá brilhar pelo menos 10 mil vezes mais, com magnitude equivalente ao da Lua crescente. Outros astrônomos dizem que isso não deverá acontecer tão cedo.

Em ambos os casos, parece que a explosão cataclísmica de Betelgeuse acontecerá bem antes da colisão prevista. Sendo assim, se prepare. Quem viver verá!

Inversão localizada do campo magnético intriga pesquisadores

Bussola

Ao que tudo indica, a chamada inversão dos polos magnéticos da Terra é um ciclo natural comum e que leva cerca de 500 mil anos para se completar. No entanto, um novo estudo mostra que em alguns lugares do planeta esse período foi muito mais curto, o que despertou a atenção de alguns pesquisadores.


De acordo com os modelos atuais de dinâmica do núcleo da Terra, uma rápida e brutal mudança na posição dos polos é impossível, mas em 1995 um estranho padrão foi descoberto em antigos fluxos de lava na região do Oregon, EUA. Ali, os registros paleomagnéticos indicavam que as linhas do campo magnético haviam se movido cerca de 6 graus por dia, pelo menos 10 mil vezes mais rápido que o estimado.
Na ocasião, poucos cientistas levaram a sério a possibilidade da inversão rápida, já que todas as observações magnéticas impressas em amostras de lava sugerem que essa mudança sempre foi lenta e gradual.

Pesquisador Jonathan Glen
Para tentar levantar mais dados sobre o que poderia ter alterado o padrão magnético de forma tão rápida, os pesquisadores Scott Bogue, ligado ao Occidental College, de Londres e seu colega Jonathan Glen, do Instituto de Pesquisas Geológicas dos EUA, USGS, voltaram a campo e encontraram uma nova amostra de lava com as mesmas características daquela encontrada no Oregon.
Nesta segunda amostra, coletada no estado americano de Nevada, Bogue e Glen constaram que alguma anomalia também havia mudado o campo magnético daquela região em aproximadamente 0.14 grau por dia, ou 53 graus por ano. Mantida essa velocidade, uma primeira interpretação diria que os polos magnéticos poderiam ter se invertido em menos de quatro anos.

Pesquisador Nick Jarboe coleta amostras de rocha no norte do Estado de Nevada
Apesar da evidência científica da alteração, Bogue acredita que é muito cedo para afirmar que houve de fato uma inversão magnética em tão pouco tempo, já que não existe nenhuma amostra que comprove a inversão total, nem na região pesquisada ou em qualquer outra parte do planeta. "Ao que tudo indica, parece que ocorreu algum fenômeno localizado que fez as linhas magnéticas se movimentarem", disse Bogue.
A opinião de Bogue também é compartilhada por Peter Olson, cientista da Universidade Johns Hopkins, nos EUA. No entender de Olson, algum evento ainda desconhecido alterou o campo magnético apenas nessas localidades, mas sem abrangência global.
Agora, o que os pesquisadores tentam descobrir é que tipo de evento possa ter provocado essas alterações, além de descobrir se ambas as amostras sofreram as mudanças na mesma época, estabelecendo uma possível ligação entre os dois casos. Ao que tudo indica os fenômenos foram mesmo localizados, restando agora saber como o campo magnético foi alterado de forma tão violenta.

Paleomagnetismo
O paleomagnetismo é a ciência que estuda o campo geomagnético registrado na magnetização das rochas.
As primeiras observações dessa propriedade são atribuídas a A. Delesse e M. Melloni entre 1849 e 1853, que concluíram que as rochas vulcânicas adquirem a magnetização durante o processo de resfriamento. Em 1895, G. Folgerhaiter sugeriu que a direção dessa magnetização é a mesma do campo geomagnético terrestre à época que a rocha resfriou.
Apesar da idéia da inversão geomagnética só ter sido aceita no início do século 20, Folgerhaiter já havia notado que algumas rochas tinham polaridade contrária a do campo magnético atual, mas apenas a partir da década de 1950 é que suas idéias foram retomadas e elaboradas, culminando com a teoria vigente sobre as inversões graduais de polaridade do campo geomagnético.


Fotos: No topo, o pesquisador Jonathan Glen durante trabalho de campo no Estado do Oregon. Na sequência, o cientista Nick Jarboe coleta amostras de rocha magnetizada no norte do Estado de Nevada. Crédito: USGS/Universidade da Califórnia.

Evidências mostram que o Stonehenge pode ter sido construído no País de Gales


misterioso alinhamento de pedras britânico pode ter sido construído no País de Gales 500 anos antes de ir parar no sul da Inglaterra – é o que novos indícios trazidos por uma pesquisa recém divulgada indicam.
Arqueólogos e geólogos encontraram o local em que boa parte das pedras que compõem o monumento foram extraídas. A 225 km de distância de onde está o monumento hoje, eles descobriram afloramentos rochosos com buracos que tinham o mesmo formato, estrutura e tamanho de pedras encontradas em Stonehenge. A hipótese levantada pelos pesquisadores é que o monumento foi primeiro erguido no País de Gales e, por algum motivo, posteriormente  desmontado e levado até a Inglaterra.
Stonehenge é composto basicamente de diabásio e riólito retirados do País de Gales e de uma rocha chamada sarsen, encontrada nas redondezas do próprio monumento. 
Além de encontrar a “matriz” de Stonehenge, os pesquisadores acharam vestígios como avelã queimada e carvão deixados pelos trabalhadores que construíram a estrutura. A análise feita em cima desses elementos indica que eles estão lá desde 3.400 a.C. ou 3.200 a.C. e Stonehenge só foi colocada de pé na Inglaterra por volta de 2.900 a.C..

Um detalhe curioso é como os pedreiros da Stonehenge original faziam para retirar as lascas de rocha: calços de madeira eram colocados dentro dos vãos entre dois grandes pilares rochosos e, assim que chovesse, os calços inchavam até que as rochas cedessem. “Pode ser que esses ‘arrastadores de pedras’ neolíticos levaram quase 500 anos para levar as pedras até Stonehenge, mas isso é bem improvável na minha opinião. É mais plausível que as pedras tenham sido usadas primeiro em ummonumento local perto das pedreiras”, declarou o professor Parker Pearson, da University College London ao site da universidade.

Conheça a mulher que levou a língua portuguesa até o espaço interestelar


Apesar de Janet Sternberg não ser nativa do Brasil nem de nenhum outro país colonizado por Portugal, foi a voz dela que levou a língua portuguesa até o espaço interestelar. Em 1977, Janet foi convidada por uma equipe chefiada pelo astrônomo Carl Sagan para pensar em uma saudação que seria enviada para fora do Sistema Solar. Gravada em um disco de cobre banhado a ouro, a mensagem viajaria eternamente pelo cosmos com as duas naves Voyager, lançadas pela Nasa em 1977. É como um náufrago que manda um bilhete dentro de uma garrafa pelos oceanos. A linguista deveria escolher uma frase que representasse toda a comunidade lusófona do planeta Terra, estimada em cerca de 250 milhões de pessoas espalhadas por nove países. Diante de uma tarefa tão ingrata, Janet decidiu pensar em algo que simbolizasse o lugar que a viu crescer — o Brasil. Para ela, os dizeres que melhor nos representavam eram: “Paz e felicidade a todos.”
Nascida em Nova York, ainda criança mudou-se com a família para o Rio de Janeiro, onde aprendeu a falar fluentemente o português. Voltou aos Estados Unidos com 13 anos e, em 1975, ingressou no Departamento de Línguas da Universidade Cornell para cursar pós-graduação. Foi ali que, dois anos mais tarde, Sagan e sua equipe recrutaram às pressas cerca de 40 pesquisadores para gravar 55 saudações em línguas diferentes, arcaicas e modernas, para compor a cápsula do tempo cósmica batizada de Golden Record. Em entrevista a GALILEU, Janet Sternberg conta como foi o processo de recrutamento, o dia da gravação, relata como era sua relação com as outras “vozes” do projeto e também com Carl Sagan, que na época era um “João Ninguém”. Ela explica ainda o porquê da frase “Paz e felicidade a todos”, além de descartar a possibilidade de uma civilização alienígena chegar a interceptar as naves e os discos. A seguir, os principais trechos do bate-papo.
 (Foto: Revista Galileu)
A senhora é norte-americana. Como aprendeu a falar português?
Ninguém da minha família é do Brasil, todo mundo é de Nova York. Por motivos pessoais, meu pai resolveu levar a família para morar no Rio de Janeiro. Foi assim que aprendi a falar bem o português — inclusive o sotaque, porque peguei quando criança. Voltamos para os Estados Unidos quando eu tinha 13 anos. Foi só muitos anos depois que comecei a estudar linguística e reativei meu português, já na Universidade Cornell. Estava ensinando português e estudando linguística das línguas românicas — português, espanhol, francês. Foi nessa época que fizeram essas gravações.
A senhora tomou conhecimento do projeto da Golden Record quando estava em Cornell. Pode contar como soube e de onde surgiu seu interesse em participar?
Era um departamento de línguas muito grande em comparação com o de outras universidades, ensinava algo como 20 ou 25 línguas diferentes, inclusive as exóticas. As outras instituições talvez ensinassem cinco ou dez línguas. E, por acaso, o astrônomo Carl Sagan era o chefe da equipe do projeto Golden Record, que é apenas uma parte da missão das Voyagers. Aliás, a mensagem foi uma ideia que acrescentaram ao projeto. Um dos cientistas falou: “Vamos, então, fazer uma espécie de mensagem na garrafa”. E foi aí que a equipe de Carl Sagan começou a trabalhar no Golden Record, em 1977. Há um livro chamado Murmurs of Earth (Murmúrios da Terra, em tradução livre) no qual a equipe conta essa história. Eles estavam com pressa para fazer essa gravação, e decidiram mandar imagens, músicas, falas de personalidades famosas. Então resolveram convidar pessoas que representassem tantas línguas quantas fossem possíveis. Pessoas normais, que não fossem famosas nem celebridades, simplesmente para gravar saudações ao universo.
Como as pessoas foram recrutadas para o projeto?
Era 1977, não havia internet, mal tinha computador. Pessoas normais usavam o correio e telefone. A equipe de Sagan ligou para o departamento de línguas, e a secretária pegou uma lista de todo mundo que ensinava todas as línguas. Escolheram aqueles cuja pronúncia fosse melhor, o que chamamos na linguística de nativo. Eles me convidaram para representar o português — e também chamaram uma série de outras pessoas. Não são 55 pessoas, são 55 mensagens em línguas diferentes. Com relação às línguas clássicas, por exemplo, acho que algumas pessoas fizeram mais de uma gravação. Em uma certa tarde, recebi um telefonema explicando sobre a existência de um projeto de Carl Sagan, um professor de astronomia que, naquela época, era um “João Ninguém”. Eles queriam que eu aparecesse em tal lugar às 9 da manhã para realizar um projeto especial. No dia seguinte, fui ao local e dei de cara com muitos colegas e com vários outros que eu não conhecia.
 (Foto: Revista Galileu)
E a senhora já sabia da importância da missão?
Ninguém sabia o que era. Aí falaram que estávamos lá cada um representando a sua língua. A língua não, o país. Eu estava representando todos os lusófonos, não só o Brasil como também Portugal, Macau, Angola, Moçambique, Goa. Disseram que estávamos lá para gravar saudações para o universo. Devíamos ser breves, gravar um cumprimento do planeta Terra. Quando saímos da cabine, nos pediram para escrever o que falamos e a tradução — então, obviamente, não podia falar besteira. É importante lembrar que, naquele tempo, não se sabia nem se iriam completar os discos, nem se iriam completar as Voyagers, nem se haveria o lançamento. Hoje, mais de 30 anos depois, olhamos para a missão e dizemos “uau, as Voyagers duraram esse tempo todo sem nenhuma manutenção, sem mão humana”. Quantas máquinas conhecemos no mundo que funcionam depois de tantos anos sem nenhuma limpezinha, óleo, nada?
Qual é a reação das pessoas quando a senhora diz que participou do projeto?
Muito raramente vejo pessoas que acham que essa missão foi um erro, que estamos entregando o nosso lugar, que agora os extraterrestres vêm atacar a gente. Isso não me parece razoável. Penso que seja mais uma questão de que, realmente, jogamos uma garrafa no mar com uma mensagem. Sou dos anos 1970, da época da Guerra do Vietnã nos Estados Unidos, então, para mim, a ideia de paz e felicidade não é só uma coisa do português: faz parte também da minha época e da minha história pessoal. O que é interessante é que cada uma das mensagens era diferente das outras. Algumas pessoas se confundem e pensam que todas diziam “Paz e felicidade a todos”, mas não. A mulher que falou um dos vários dialetos chineses disse: “Você já comeu arroz hoje?”. Não é porque ela quis falar do arroz, e sim porque esse é o cumprimento típico na China, como o “Como vai você?”.
A senhora acredita que existe uma possibilidade de alienígenas interceptarem as Voyagers e ouvirem o disco?
Nunca me preocupei com os extraterrestres. Tem gente que me pergunta se eu não fico aflita pensando que os extraterrestres vão vir me procurar por causa da minha voz. A minha única preocupação era com relação ao que os outros terráqueos iam pensar daquilo, ao que os brasileiros iam pensar, os portugueses, as pessoas que eu estava representando. Fiquei pensando em uma das coisas das quais os indivíduos se orgulham, pelo menos no Brasil, que eu saiba, e talvez nas outras culturas de língua portuguesa, que é a paz. Eu não nasci ontem, sei que Portugal tem uma história de colonização bastante violenta, guerras em Angola... Mas gostaríamos de ter paz, nós nos imaginamos como pessoas de paz. Acho que o Brasil se orgulha disso, apesar de ter sido violento com os índios e com outras minorias.
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 (Foto: Revista Galileu)
Chegou a conversar pessoalmente com Carl Sagan?
Não. Primeiro porque era verão nos Estados Unidos, a universidade não estava em aula. E ele não trabalhou diretamente na parte das saudações. Foi uma mulher da equipe quem participou. Ele estava lidando com as pessoas acima e com seus pares. Até acho engraçado, porque muita gente imagina que ele estava em todo lugar, fazendo tudo, mas era uma missão bem complexa.
A Voyager 1 saiu oficialmente do Sistema Solar em 2013. Como a senhora se sente sendo um dos pouquíssimos seres humanos a ter a própria voz viajando pelo espaço interestelar?
É uma sensação de ter feito uma coisa muito única. Algo que pouquíssimas pessoas fizeram, e uma experiência que dificilmente pode ser repetida — se bem que existe algum projeto de mandar novas mensagens, mas nunca será igual a esse. Tenho muitos colegas que gostam de ficção científica, que inclusive já escreveram romances de ficção científica, e eu não gosto. Sempre digo que a minha ficção foi realidade, já sou interestelar e não preciso ler livros sobre pessoas que vão para o espaço porque já estou lá. Não faz meu gênero, gosto de outras coisas, mais de detetives do que de coisas do espaço. Porém, isso me faz rir um pouco, porque a Nasa é uma entidade norte-americana, mas eles tentam ser muito internacionais, e gosto disso.
Se a saudação fosse gravada hoje, a senhora mandaria a mesma mensagem ao universo?
É difícil, teria primeiro de imaginar que não gravei a outra — porque se fosse gravar de novo sabendo que já tinha feito, gravaria a mesma coisa porque deu certo. Se você me pegasse num dia pessimista, talvez hoje eu dissesse algo do tipo: “Fica longe, não vem para cá porque temos uma mania de destruir tudo aquilo em que tocamos. Se você estiver a caminho daqui, pega uma direita e vai para outro planeta, pois aqui só fazemos bagunça”.