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quinta-feira, 28 de janeiro de 2016

Projeto Filadélfia: História e Mito


Muito embora este projeto tenha sido feito há várias décadas, os seus efeitos ainda se fazem sentir enormemente (rupturas feitas no espaço-tempo, etc, que permitiram a entrada de ETs negativos e que nunca se fecharam porque ninguém sabe como o fazer). Uma serie de outros projetos negros dos EUA seriam posteriormente elaborados,tendo em conta os ensinamentos e resultados de Filadélfia.
De onde acham que vem a famosa tecnologia “stealth” ?..a invisibilidade de corpos sólidos, etc… pois é, estes senhores há muito que trabalham na sombra, produzindo resultados que nós, meros humanos, achamos que não passam de devaneios ao estilo de ficção-cientifica, mas no entanto existem, tendo permitido a expansão de um segmento muito pequeno das forças armadas norte-americanas no sentido da colonização de outros planetas, etc, etc.
Mais uma vez lhes digo, sem a mente aberta e espírito livre não se consegue entender muita coisa que se passa nesta realidade artificial que nos é imposta, portanto, mantenham-se “acordados”!!
Nasce uma lenda 
A história que é conhecida sob o título de “O Projeto Filadélfia”, surgiu através de uma série de eventos estranhos, com uma figura verdadeiramente misteriosa como estrela principal. Em 1955 um livro intitulado “The Expanding Case for the UFO” foi publicado. Este livro não iria ser tão conhecido pelo seu conteúdo, mas por causa dos eventos que se seguiram.
fila-02O autor era Morris K Jessup, um astrônomo formado pela Universidade de Michigan, onde ele também palestrou por um tempo. Mas Jessup também era um apaixonado investigador de OVNIs. Depois de publicar o seu livro ele iniciou uma série de conferências públicas para promover a sua publicação. Em Janeiro de 1956 Jessup recebeu uma carta de alguém que obviamente assistiu a pelo menos uma das suas conferências e também leu o seu livro. A carta comentava sobre o que Jessup escrevera sobre os OVNIs e em certo ponto havia uma referência a um incidente incomum.
De acordo com a carta, em Outubro de 1943 uma experiência ultra-secreta foi conduzida pela Marinha dos EUA. O resultado da experiência foi a invisibilidade e o teleporte de um destróier dos EUA, no mar.
A carta era assinada por um certo Carl Allen, que também usou o pseudônimo de Carlos Miguel Allende. De acordo com Allen a experiência era de fato uma aplicação prática da Teoria de Campo Unificado de Einstein.
A história de Allende
Allen afirmou que em Outubro de 1943, enquanto estava a bordo do navio Liberty USS Andrew Furuseth na área de Norfolk Va, um navio, do tipo destróier, subitamente surgiu de lugar nenhum, parcialmente coberto por uma névoa verde de forma esférica. O navio permaneceu por apenas alguns minutos e então desapareceu novamente. Ele também menciona que de acordo com um jornal da Filadélfia observadores no Estaleiro da Filadélfia testemunharam exatamente o evento oposto, um navio desaparecendo e então voltando outra vez. Ele de fato alega que o navio foi teleportado da Filadélfia para Norfolk em questão de minutos (a distância real requer aproximadamente 24 horas).
fila-03A história de Allen continua, relatando vários incidentes estranhos considerado como efeitos da experiência nos tripulantes a bordo do destróier. Um deles, segundo relatos, simplesmente desapareceu no meio de uma briga de bar, outro “entrou” numa parede em frente dos olhos da sua família e nunca mais retornou, e quase todos eles sofreram problemas psicológicos sérios e tiveram que ser hospitalizados. A opinião de Allen é que a experiência estava fora de controle e os resultados amedrontaram as pessoas no comando, resultando no encerramento de todo o projeto três anos depois.
Jessup não estava convencido pelas alegações selvagens de Allen e pediu evidência mais substancial para o incidente. A resposta de Allen veio em 25 de Maio de 1956, e não forneceu a evidência que Jessup esperava. Além da falta de evidência, as cartas de Allen estavam cheias de palavras em maiúsculas, orações e teorias incoerentes e uma mistura de teorias que soavam científicas e deduções irracionais. Subsequentemente Jessup deixou o assunto de lado e não prestou atenção adicional à história.
O Escritório de Pesquisa Naval (ONR – Office of Naval Research)
Um ano depois, na primavera de 1957, Jessup recebeu um convite para uma reunião do Escritório da Marinha de Pesquisa Naval. Foi-lhe apresentada uma cópia do seu livro repleta de anotações. As anotações estavam em três cores diferentes e aparentemente em três letras diferentes, de três pessoas diferentes.
As anotações reproduziam a história de Allen relativo ao suposto Projeto Filadélfia e estendia-se bastante em comentários sobre viagens interplanetária, sistemas de propulsão de OVNIs, as teorias de Einstein e Tesla, tudo isto usando linguagem e terminologia sugerindo conhecimento e treinos científicos acima da média.
Jessup reconheceu pelo menos uma das caligrafias como de Allen, enquanto o estilo e formato das anotações assemelhavam-se fortemente às cartas de Allen.
Num ato bastante estranho e questionável, oficialmente considerado pela Marinha como “uma iniciativa privada de certos funcionários do ONR”, o ONR republicou o livro anotado, com as cartas de Allen em forma de prefácio, num número limitado de cópias (a quantidade não foi firmemente estabelecida e parece variar de 10-130 cópias). Esta versão do livro de Jessup ficou conhecida como a “Edição da Varo”, nome da companhia que lidou com a publicação.
Jessup suicidou-se dois anos depois, em Abril de 1959, porque estava enfrentando uma séria angústia psicológica devido a problemas matrimoniais. O que aconteceu durante esses dois anos é desconhecido. É quase certo que Jessup recuperou o seu interesse pelo caso, por causa do interesse do ONR, e provavelmente contatou novamente Allen. Jessup, discutiu o assunto com amigos e colegas tendo o Projeto Filadélfia ficado mais conhecido, atraindo assim o interesse de mais pessoas.
O período dos livros

O paradeiro de Allen não foi firmemente estabelecido durante os anos seguintes. Acredita-se que ele passou muito de seu tempo no México e viajando pelos EUA, como um andarilho ou cigano.

Por volta do fim dos anos 60, muitos investigadores começam a se interessar pela história de Allen, escrevendo artigos e livros. Em 1967 três livros, lidando direta ou indiretamente com a história, foram publicados:

- "The Allende Letters", de Brad Steiger

- "Uninvited Visitors", de Ivan Sanderson (Sanderson era amigo de Jessup e muitas pessoas tendem a acreditar que Jessup revelou a ele vários pontos obscuros relativos ao envolvimento do ONR)

- "Anatomy of a Phenomenon", de Jacques Vallee

Steiger e Valee se corresponderam com Allen, recebendo informações e fazendo perguntas. 
Em 1969 outro incidente estranho tem lugar. Allen aparece no Escritório de Pesquisa de Fenômenos Aéreos (APRO) em Tucson, Arizona, onde confessa que toda a história é uma fraude que ele inventou. 
Allen reaparece sendo entrevistado por Moore & Berlitz em "The Philadelphia Experiment" em 1979. Ele volta atrás em sua confissão, sem se explicar muito, e se atém novamente à história inicial. Este livro é de fato o que tornou a história do Experimento Filadélfia famosa e lendária. Para muitas pessoas é a pesquisa mais consistente no assunto. Moore diz que trocou várias cartas com Allen e que também o encontrou pessoalmente.

A última aparição de Allen registrada de forma confiável foi em 1983, em uma entrevista a Linda Strand. Acredita-se que Allen morreu em 1994 em Colorado, de acordo com os registros da Previdência social.

Outra fonte
Durante os anos 80, outra testemunha ocular surgiu. Desta vez era Al Bielek, que alega que era o responsável pela eletrônica a bordo do navio do Experimento Filadélfia. De acordo com Bielek, o Experimento ocorreu em duas fases, em 23 de julho e 12 de agosto, e não em outubro.

Sua história pessoal é ainda mais incrível. Ele afirma que a experiência não só resultou no teleporte do navio, mas também em viagem no tempo. Bielek diz que viajou no tempo a 1983, e então voltou novamente para acabar com o experimento. Ele também alega que sofreu lavagem cerebral para esquecer tudo, e que suas recordações só voltaram depois de assistir ao filme "The Philadelphia Experiment". De acordo com Bielek, experimentos semelhantes estavam sendo conduzidos em instalações ultra-secretas durante os anos 70 e 80, e ele também fez parte dessas experiências. Líderes do experimento inicial de 1943 eram três figuras proeminentes: Nikola Tesla (embora estivesse morto desde o início de 1943), Albert Einstein e John Von Neumann.

Bielek tem sustentado sua história apaixonadamente através de uma série de conferências, livros, entrevistas, e até mesmo vídeos, incluindo vários detalhes científicos (seu Ph.D. em Física sendo-lhe muito útil).

De vez em quando, outros aparecem também, a maioria alegando ter estado a bordo do navio como pessoal científico e técnico, mas suas histórias são muito semelhantes às de Bielek e extremamente consistentes com o roteiro do filme de 1984, "The Philadelphia Experiment". 

A identidade do navio
A primeira referência sobre a identidade do navio está no livro de Moore & Berlitz. De acordo com Allen e as investigações dos autores, o navio era o destróier escolta DE-173 Eldridge. 
Era um destróier de escolta da classe Cannon de 1240 ton. De acordo com a Marinha o navio foi comissionado em agosto de 1943 e usado como uma escolta de comboio no Atlântico e mediterrâneo até 1945, quando foi transferido para o teatro do Pacífico. Em julho de 1946 o Eldridge entrou para a Frota Reserva.

Com relação ao período de tempo crítico, os registros oficiais da Marinha dos EUA indicam:
  • 27 de agosto de 1943, comissionado o navio no Estaleiro Naval de N. York;
  • 16 de setembro, o navio ruma para as Ilhas Bermudas para sua viagem inaugural;
  • 18 de outubro, retorna para N. York escoltando um comboio;
  • Permanece em N. York até 1 de novembro quando viaja para Norfolk escoltando o comboio UGS-23, e no dia 3 de novembro o navio parte para Casablanca com o comboio;
  • 17 de dezembro, retorna para N. York escoltando o comboio GUS-22; 
  • Permanece em N. York até 31 de dezembro quando viaja a Norfolk.
Em janeiro de 1951 o navio foi entregue à Marinha grega como parte do programa de ajuda militar, junto com três outros destróieres Cannon. Estes quatro navios ficaram conhecidos na Marinha grega como as "quatro bestas" por causa dos nomes que receberam: Aetos (Águia), Ierax (Falcão), Panthir (Pantera) e Leon (Leão). Dois destes navios se tornariam bem conhecidos nos anos seguintes. Aetos "estrelou" em alguns filmes ("Os Canhões de Navarone" entre eles) e Leon, D-54, como o ex DE-173 Eldridge, ou o navio do Experimento Filadélfia.

Muitos investigadores citam oficiais e marinheiros que serviram a bordo do Leon a respeito de situações estranhas. Foram feitos relatos sobre instalação elétrica que não devia estar onde está, começando de lugar algum e levando a nenhuma parte. Outros alegam que há compartimentos do navio que parecem ter sido lacrados. E muitos também dizem que os marinheiros normalmente tiveram calafrios, sentindo algo estranho no navio. Também foi dito que as páginas do diário de bordo que correspondem ao período de tempo crucial estão faltando. 
Outros relatos se referem a problemas de radar e comunicação de outro navio Cannon, o navio irmão do Leon, o Aetos. Eles contam sobre o Aetos ter desaparecido do radar durante exercícios da Frota grega e às vezes apresentando problemas sérios de comunicação sem qualquer razão aparente. Assim há uma teoria de que durante a entrega dos navios para a Marinha grega houve uma "troca" dos navios para obscurecer os rastros do Eldridge. 
O Leon serviu na Marinha grega até 1991, quando foi decomissionado e transferido para a Base Naval de Amfiali. O navio foi descartado para o ferro velho durante a segunda metade dos anos 90. O Aetos também foi decomissionado em 1991 e doado pelo governo grego à Associação de Marinheiros de Destróier Escolta. O navio foi levado por um rebocador russo para N York, e chegou ao museu Intrepid no dia 23 de agosto de 1993. Permaneceu lá até 1994 e foi restaurado à sua configuração de 1944. O navio foi recomissionado no dia 30 de abril de 1994 sob seu nome original, USS Slater DE-766. Em 1997 o navio viajou até Albany, NY, onde ancorou permanentemente como um museu náutico. O navio não é possuído pela Marinha de EUA, mas sim pela Associação de Marinheiros de Destróier Escolta e é listado no Registro de Lugares Históricos Nacional e do estado de Nova Iorque. Para o registro, o navio foi inicialmente comissionado no dia 1º de maio de 1944. 

TEORIAS
Há duas teorias básicas relativas ao Experimento Filadélfia.

A primeira, apoiada por aqueles que sustentam o "evento misterioso", aceita que uma experiência altamente classificada aconteceu, objetivando aplicar as teorias de Einstein e Tesla para obscurecer visual e eletronicamente um destróier dos EUA. A maioria das pessoas acredita que a experiência teve efeitos trágicos na tripulação do navio e produziu fatos científicos que eram altamente inesperados e talvez até mesmo tenha criado uma anomalia do espaço-tempo.

A segunda teoria, a dos céticos e da Marinha dos EUA também, é a de que nada descrito acima aconteceu. Allen confundiu conversas que ouviu e tratavam do degaussiamento [degaussing] de navios para protegê-los contra minas e torpedos magnéticos (torná-los "invisíveis" a dispositivos ativados por magnetismo). Talvez Allen também tenha interpretado mal, intencionalmente ou não, outros dispositivos experimentais, mas não exóticos, que estavam na ocasião montados em navios, como parafusos de novos tipos, novos sonares, etc.

Na realidade o procedimento de degaussiamento, falando tecnicamente, se assemelha muito às descrições de Allen. É alcançado por um campo eletromagnético criado por fios correndo ao longo do corpo principal do navio. 

PONTOS PRINCIPAIS
Tendo recitado os eventos históricos e as duas teorias principais, está na hora de um exame detalhado desta história que, inacreditável como possa parecer, se tornou um dos mitos do século 20. 

Testemunhas e evidência

Os dois homens que se supõe sejam as testemunhas principais, Allen e Bielek, não se ajustam exatamente na descrição de uma testemunha confiável. Especialmente Bielek, que de fato recita o roteiro de um filme, o mesmo filme que ativou sua memória perdida há tanto tempo. A única razão pela qual ele é considerado como uma testemunha por muitos investigadores parece ser seu conhecimento detalhado de questões científicas e técnicas relativas ao eletromagnetismo, Teoria Unificada de Campos e suas possíveis aplicações. Em todo caso ele não ofereceu sequer uma única resposta ou prova convincente, algo que simplesmente o torna uma "não testemunha" a qualquer investigador sério. O mesmo se aplica a outras "testemunhas", como alguém chamado Dune que insiste que a experiência era, desde o princípio, uma experiência de viagem no tempo. Dune surgiu de lugar algum nos anos 90 e começou a vender suas "experiências" na forma de livros, conferências e fitas de vídeo. 
O caso de Allen parece ser diferente. Ele sempre foi rodeado por mistério, até mesmo em sua vida pessoal. Contudo, se examinarmos sua história, a maioria das coisas que ele diz não são situações que ele realmente testemunhou ou teve um envolvimento pessoal, mas principalmente histórias que ele ouviu e leu.

Para começar, foi confirmado que ele de fato serviu a bordo do USS Andrew Furuseth durante o período ao qual ele se refere. A única coisa que ele realmente alega que viu foi o navio cercado por uma névoa esverdeada durante alguns minutos em Norfolk. Ele nunca viu as preparações para a experiência, o navio desaparecendo da Filadélfia, o retorno do navio para a Filadélfia, o desaparecimento do marinheiro em um bar ou em qualquer outro lugar. Tudo isso é testemunho indireto, coisas que ele leu nos jornais ou ouviu em histórias, como ele mesmo diz. Por exemplo, ele se refere a um jornal da Filadélfia que tinha publicado um artigo relativo ao desaparecimento de um navio no estaleiro durante uma experiência da Marinha, contudo ele não pôde recordar qual jornal e em que data. O artigo nunca foi encontrado ou lido por qualquer outra pessoa.

Assim, parece que não há nenhuma testemunha confiável ou evidência positiva relativa ao Experimento Filadélfia. Talvez este artigo pudesse terminar aqui mesmo. Mas, pela objetividade, vamos seguir e examinar alguns outros aspectos importantes da história. 

O período de tempo

Allen e Bielek não conseguem concordar em uma coisa muito importante: a data em que a experiência aconteceu. Suas histórias dão duas datas diferentes com uma diferença de dois meses. Se nós assumirmos que a experiência realmente aconteceu e a data apresentada por Allen é acurada, então a experiência aconteceu depois do comissionamento oficial do navio. Isso significa que mais de 50 anos depois alguém da tripulação teria falado sobre o experimento (isto também inclui o caso de que a tripulação fosse levada para longe do navio). Pelo contrário, as pessoas que serviram a bordo do Eldridge se divertiram muito durante seu reencontro em 1999, e pareceram se divertir bastante com a fama de seu antigo navio.

A história de Bielek não tem esta falha já que a data dele está antes do navio ser comissionando, significando que a experiência poderia ter sido realizada com uma tripulação apenas para o experimento. De acordo com Bielek, aqueles da tripulação que sobreviveram à experiência foram levados a instituições de tratamento psiquiátrico do exército, tanto porque precisavam quanto para assegurar seu silêncio. Para Bielek, isto explica também a falta de outras testemunhas. Um pensamento realmente cético seria que Bielek foi mais cuidadoso ao preparar sua história, em todo caso ele teve a vantagem de ser o segundo, depois de Allen. 
O navio da experiência
Uma observação muito lógica seria a de que foi dedicada muita atenção à identidade do navio e isso é verdade. As razões principais para isso são:

- identificar o navio realmente poderia fornecer um rastro de evidência

- não há nenhum outro dado sólido para lidar com (ou para especular sobre)

Desde 1979, quando o livro de Moore & Berlitz revelou a identidade do navio, um debate começou sobre o Eldridge, "onde o navio estava no dia 12 de agosto, ou 28 de outubro?", "o navio foi entregue à Marinha grega?", "Leon ou Aetos é o Eldridge?", etc. É realmente tão importante? Vamos considerar os pontos seguintes:
  1. Por que a Marinha, para conduzir uma experiência bastante "exótica" e potencialmente perigosa, escolheu um destróier de operações anti-submarino novo em folha, e não um navio antigo da Marinha ou da guarda costeira, ou qualquer outro navio menos útil? É impossível acreditar que a Marinha considerava que uma experiência para tornar um navio física e/ou eletronicamente invisível seria completamente segura.
     
  2. Até mesmo se fosse decidido realizar uma experiência ultra-secreta em vista do público, usando um navio novo em folha, quão difícil seria confundir os observadores sobre a identidade real do navio forjando os números de registro? Algo assim seria razoável o bastante para manter secreta a identidade do navio "invisível". Trocar números de registro em navios era e ainda é uma prática comum para confundir a inteligência inimiga relativa ao arranjo, condição e movimento de unidades. Deve ser notado que havia aproximadamente 70 destróieres escolta da classe Cannon, idênticos ao Eldridge e um número igual da classe Evarts, quase idênticos.
     
  3. Se a experiência realmente tivesse lugar e o USS Eldridge fosse usado, por que deveria ser dado a outro país, até mesmo aliado, alguns anos depois? Se o navio não tivesse nenhum valor científico a coisa mais razoável a fazer seria usá-lo como um alvo para exercícios de treinamento de tiro. Muitos dos navios da classe Cannon terminaram desse modo. Adicionalmente, este seria um modo muito melhor para obscurecer o rastro de evidência que a doação para outro país, mesmo um tão remoto quanto a Grécia. Se o navio ainda fosse necessário por razões científicas (por exemplo, para estudar efeitos de longo termo em ligas) seria bem mais razoável manter o navio nos EUA, na Frota Reserva (alguns dos destróieres Cannon sobreviveram até o começo dos anos 70) ou como um monumento em um porto da costa Atlântica. Em todo caso a coisa mais razoável a fazer seria entregar à Marinha grega outro navio, supostamente o Eldridge, enquanto ao mesmo tempo o Eldridge permaneceria nos EUA sob a identidade de outro navio.
     
  4. Muita especulação foi baseada no fato de que as páginas do diário de bordo relativas ao período crucial estão faltando no Leon. Mesmo que a experiência acontecesse a bordo do USS Eldridge e o navio fosse entregue então à Marinha grega tornando-se o Leon, quão difícil seria forjar um diário? É verdade que o diário de bordo de um navio é algo sagrado a marinheiros, mas quando se relaciona a um dos esforços científicos mais importantes da raça humana, talvez comparável apenas ao uso do fogo, então até mesmo essa regra poderia ser ou pelo menos seria violada. 
Parece que mesmo se o experimento realmente ocorreu, o navio que esteve envolvido nunca serviu na Marinha grega. Com relação às histórias e lendas que acompanham o Leon ou o Aetos, é um segredo comum que os marinheiros desde Ulisses são talvez os melhores contadores de histórias. Isto nem sempre é intencional e aqueles que serviram como tripulantes de um navio podem entender facilmente. 

As teorias científicas

Normalmente, a maioria dos artigos relativos ao Experimento Filadélfia incluem análise bastante detalhada da Teoria Unificada de Campos, eletromagnetismo, testes práticos de como dobrar a luz é possível, a natureza dimensional de tempo e propriedades. Mas o ponto não é se é cientificamente possível alcançar invisibilidade ou viagem no tempo, pelo menos não nos artigos que investigam o experimento. É claro, examinar essas teorias é da maior importância para a humanidade. Mas a lenda da experiência não foi construída no argumento de se é possível ou não, é a questão de se realmente aconteceu ou não. Em todo caso tanto Allen quanto Bielek alegam que não teve êxito, ou pelo menos que saiu de controle. A falta de uma base científica e/ou de capacidade técnica não prova necessariamente que as histórias de Allen ou Bielek não são verdadeiras, e vice-versa.

Invisibilidade eletrônica é uma questão de grande interesse a todas as forças armadas. Hoje há aeronaves e navios que têm tais capacidades derivando de forma e materiais usados para minimizar retornos de sinais (invisibilidade passiva, aviões invisíveis), ou uma combinação de invisibilidade passiva e controle de emissões. 
Pesquisa e experimentos durante a Segunda Guerra
Infelizmente, desde o princípio da história humana, conflitos e aplicações militares em geral são algumas das fontes principais de avanços científicos e tecnológicos. O período de tensão durante uma guerra intensifica a pesquisa e acelera o avanço tecnológico, enquanto os lados opostos buscam modos de ganhar superioridade no campo de batalha.

A Segunda Guerra Mundial levou a vários avanços tecnológicos, embora muitos deles possam ser considerados de necessidade questionável. Exemplos destes avanços ou aplicações são as evoluções na produção de borracha sintética, aeronaves a jato, evolução do radar, métodos novos de produção industrial para aumentar a produtividade e atingir níveis altos de padronização e, é claro, o uso da força nuclear.

A maioria destas evoluções ou inovações foram resultado de projetos de médio ou alto sigilo, por razões óbvias. No topo desses projetos está o projeto Manhattan, pesquisando e testando a bomba atômica. Deve ser tomado como certo que havia um número significante de projetos que não produziram os resultados esperados ou pelo menos aplicáveis, e assim não se tornaram amplamente conhecidos. Alguns deles podem ter lidado com questões científicas que ainda são bastante obscuras. 
Assim, uma experiência relativa a aplicações práticas do eletromagnetismo, ou da Teoria Unificada de Campos, para atingir invisibilidade física ou eletrônica de aeronaves, navios ou veículos de terra não deveria ser considerada como algo totalmente impossível de ter acontecido. Mas tal experimento teve lugar na Filadélfia envolvendo um destróier de escolta?

Por que tal experiência importante ocorreu na Base Naval da Filadélfia e não em outro lugar menos óbvio? Portos e bases como os em Nova Iorque, Filadélfia e Norfolk eram alguns dos pontos de observação favoritos para agentes alemães. Os agentes Abwehr costumavam escrever relatórios sobre a partida de comboios baseados nestas observações, que eles transmitiam ao seu comando. 
Teorias de conspiração
A Marinha dos EUA negou oficialmente a existência de qualquer projeto de pesquisa relevante durante a Segunda Guerra. Em resumo, de acordo com a Marinha o experimento nunca aconteceu. Um ponto chave na história é o chamado de Jessup pelo ONR e a edição da Varo que se seguiu. A maioria dos investigadores nota este fato como muito intrigante e eles estão justificados nisto. Em 1956 a Marinha mostrou um interesse nas anotações incluídas no livro de Jessup e muitas delas se referiam ao Experimento Filadélfia. Oficialmente, tanto o interesse quanto a edição da Varo foram o resultado de um interesse e iniciativa privados por certos funcionários do ONR.

Parece que o interesse do ONR e a edição da Varo foram os eventos que de fato criaram a lenda do Experimento Filadélfia. Estes eventos criaram um sentimento de que a Marinha talvez tivesse algo a esconder. 

CONCLUSÕES
A lenda do Experimento Filadélfia está baseada em uma história totalmente inacreditável e insubstanciada (Allen), um interesse verdadeiramente estranho e talvez suspeito pelo ONR (edição da Varo), uma tragédia pessoal (o suicídio de Jessup) e um truque de marketing (a identificação do navio). Falando em termos jurídicos, não há nenhuma evidência positiva ou qualquer prova sólida para dar credibilidade à história de Allen e sua apresentação no livro que é considerado o melhor no assunto (
Moore & Berlitz). Há apenas uma evidência circunstancial, o interesse do ONR. E tudo isso depois de 45 anos de pesquisa e teorias.

Baseado em lógica simples pode-se assumir que a história do Experimento Filadélfia como é conhecida não é verdadeira. Provavelmente é o resultado de Allen ter entendido mal coisas que viu ou ouviu em combinação com uma imaginação vívida e criativa. Adicionalmente, a reprodução da história em todos estes anos por investigadores às vezes de boas intenções e outras vezes motivados por dinheiro e fama, amplificou o que realmente não deveria ser nada além de um bom roteiro de filme.

O único modo de provar que o experimento realmente ocorreu é a Marinha e o governo do EUA admitirem tal. Entretanto, isso também significaria que tudo o que foi dito e apoiado até hoje seriam mentiras.

Por outro lado sempre haverá aqueles que até mesmo sem uma única prova, mas apenas sobre evidência circunstancial, continuarão acreditando que em 1943, na Base Naval da Filadélfia, uma experiência misteriosa aconteceu, uma experiência cujos resultados questionam nossa visão cotidiana do mundo.

Wilhelm Reich


Um dos discípulos mais originais e controversos de Sigmund Freud, Wilhelm Reich nasceu na Áustria em 24 de março de 1897. Estudou Medicina, fez pós-graduação em neuropsiquiatria e foi membro da Sociedade Psicanalítica de Viena, presidida por Freud.
Reich, um libertário, acreditava que a supressão da libido era um mecanismo de controle dos sistemas totalitários, o que o levou a defender o amor livre e a virar, bem mais tarde, um ídolo dos hippies.
Mas suas idéias começaram a ficar realmente esquisitas em 1939, quando ele formulou o conceito da “orgone”. Segundo o cientista, orgone é uma bioenergia emitida por todas as formas de vida presente em todo o planeta. Essa energia pode ser observada, medida e acumulada.
A orgone reichiana lembra a energia “ki” dos acupunturistas japoneses e o “plána” dos iogues indianos. Ela também se parece com a “força” manipulada pelos jedis na série Star Wars. E assim como a “força”, a orgone proporciona vitalidade, mas também pode matar. Existe uma organe boa e uma organe má, batizada por Reich de DOR (Deadly Orgone Radiation). A DOR se forma com o acúmulo de neurose e libido reprimida, causando mal-estar nas pessoas que estão sob sua influência.
Para realizar suas experiências, Wilhelm Reich montou um centro de estudos no Maine, Estados Unidos, chamado Orgonon. Mas o cientista não conseguiu trabalhar em paz por muito tempo. Reich percebeu que a área ficava permanentemente coberta de DOR em forma de nuvens negras. As nuvens não se dissipavam nem nos dias ensolarados. Além disso, o lugar passou a ser freqüentado por discos voadores, que Reich rebatizou de EA, Energia Alfa ou Energia Primordial.
O cientista nunca chegou a uma conclusão sobre os EA. Eles poderiam ser naves alienígenas que usavam a orgone como combustível ou formas condensadas e semi-sólidas de DOR. A única coisa sobre a qual Reich estava certo é que os discos voadores não estavam ali por acaso. O Orgonon estava sendo vítima de um ataque alienígena ou governamental. Ou, quem sabe, de ambos. Para se defender, Reich desenvolveu uma arma chamada “Cloudbuster”, composta de dois tubos paralelos de metal imersos em um tanque cheio de água. Os tubos liberavam orgone boa na atmosfera e dissipavam as nuvens de DOR.
Em outubro de 1954, Reich apontou o Cloudbuster para um disco voador e, diz a lenda, o objeto desapareceu em pleno ar. Vários OVNI’s foram dissipados (pulverizados? desmaterializados? destruídos?) da mesma forma.
Infelizmente, em 1956, Wilhelm Reich foi preso pelo FDA (Food and Drug Administration) sob a alegação de que seus experimentos eram fraudulentos. As anotações do cientista foram queimadas pelos agentes federais e os aparelhos construídos por ele acabaram destruídos a machadadas. Em novembro de 1957, Wilhelm Reich foi encontrado morto na sua cela. O laudo oficial foi ataque cardíaco.
o Cloudbuster

orgone

CIA dá dicas de como investigar OVNIs / UFOs


Seriam estas recentes ações da Central de Inteligência dos EUA um sinal de que o governo está disposto a revelar tudo que sabe sobre os OVNIs?  Penso que não.  Mas mesmo assim é um passo que indica muitas possibilidades, inclusive a do início de um desacobertamento parcial, onde eles não admitiriam saber tudo sobre o fenômeno, mas deixariam pistas mais sólidas para o público em geral. 
Lembre-se que a confirmação de que estamos sendo visitados por inteligências externas ao nosso mundo causaria um choque cultural e religioso em toda a raça humana, mesmo naqueles que se recusassem a acreditar nessa realidade.
Veja abaixo uma mensagem no Twitter enviada pela Agência, dando dicas de como investigar o fenômeno:

10 Dicas da CIA para quando estiver investigando um disco voador

1. Estabeleça um grupo para investigar e avaliar os avistamentos
2. Determine os objetivos de sua investigação
3. Consulte os especialistas
4. Crie um Sistema de Relatos para organizar os casos que chegam
5. Elimine ‘falso positivos’
6. Desenvolva uma metodologia para identificar aeronaves comuns e outro objetos aéreos
7. Examine a documentação da testemunha
8. Conduza experimentos controlados
9. Agregue e teste evidências físicas e forenses
10. Não incentive falsos relatos

Dicas da CIA

Cada buraco negro pode conter outro universo, de acordo com cientistas


E se os buracos negros de fato fossem passagens cósmicas que levam a diferentes universos e realidades alternativas?  De acordo com um estudo publicado no periódico Physics Letters B, isto pode ser real.

Há uma forte possibilidade de que todo o buraco negro no Universo seja, de fato, um portal para outro universo. Por exemplo, nosso Universo pode estar localizado dentro de um buraco negro que, por sua vez, é parte de um universo muito maior; aquele universo poderia ser parte de outro, e assim por diante.  Isto significa que todos os buracos negros encontrados no Universo até hoje, do menor até o maior, poderiam na realmente ser portais que levam para realidades alternativas.
A nova intrigante teoria propõem que um buraco negro possa ser utilizado como um túnel, ou em outras palavras, como um buraco de minhoca entre multiversos.  Os pesquisadores propõem que a matéria atraída pelo buraco negro não entra em colapso num único ponto, como pensava-se anteriormente, mas sim sai pelo outro lado por um ‘buraco branco’.
A teoria apresentada no Periódico Physics Letters Bescrita pelo físico Nikodem Poplawski, apresenta novos modelos matemáticos do movimento espiral da matéria que cai dentro de um buraco negro.
De acordo com a equação de Poplawski, buracos de minhoca podem ser alternativas viáveis de ‘singularidades de espaço-tempo’, propostas pelo grande Albert Einstein, que de acordo com ele estão localizadas nos centros de buracos negros por todo o Universo.
Segundo a teoria proposta por Einstein, as singularidades não tomam espaço, e acredita-se serem infinitamente densas e infinitamente quentes. As ‘singularidades’ são criadas quando a matéria numa certa região se torna super densa, bem como acredita-se que ocorre nos centros ultra densos de um buraco negro.  Este conceito tem sido indicado por numerosas linhas de ‘evidência’, todavia muitos cientistas ao redor do globo acham difícil de acreditar e muito menos aceitar.
Contudo, se a teoria proposta por Poplawski for correta, os cientistas não mais teriam que permanecer céticos.  De acordo com as novas equações, a matéria absorvida por um dado buraco negro e consequentemente ‘destruída’, é na verdade expelida e finalmente servirá como bloco de construção para estrelas, galáxias, planetas, numa realidade totalmente diferente.
Poplawski está seguro que a aceitação de buracos negros como buracos de minhoca poderia explicar vários mistérios nas visões da cosmologia de hoje.  Entre esses mistérios está o Big Bang.  De acordo com cientistas, o Universo começou como uma singularidade, mas os pesquisadores não têm uma explicação satisfatória de como é possível para uma singularidade se formar no espaço.
O cientista diz que se o nosso Universo foi criado por um buraco branco, ao invés da proposta singularidade,“isto resolveria este problema das singularidades [do tipo] buracos negros e também da singularidade Big Bang.”
 De forma interessante, segundo Poplawski, não somente sua teoria explica o Big Bang, mas também poderia explicar a segunda explosão mais poderosa do Universo após o Big Bang, as explosões de raios gama.
Acredita-se que as explosões de raios gama ocorrem nas extremidades do Universo conhecido e que sejam associadas diretamente com supernovas em galáxias distantes. Porém, sua verdadeira origem ainda permanece um mistério para os cientistas.
Poplawski diz que sua teoria também poderia explicar as explosões de raio gama.  Ele propõe que essas explosões que estamos registrando sejam na verdade as descargas de outros universos.  Segundo ele, a matéria poderia estar escapando para dentro do nosso Universo através de buracos negros super massivos – também conhecidos como portais para universos – no coração de outras galáxias.

Testando o que não se pode testar?

Mas como podemos testar a teoria proposta pelo Dr. Poplawski?  Bem, há uma forma de ver se ele está correto.  Alguns dos buracos negros encontrados em nosso Universos na verdade rotacionam e, se no nosso universo foi criado dentro de um buraco negro que gira de forma similiar, então o Universo no qual existimos deveria ter herdado a rotação dos objetos de origem.
“Se experimentos futuros revelarem que o nosso Universo pareça rodar numa direção preferencial, isto seria uma evidência indireta que apoiaria a teoria do buraco de minhoca”, disse Poplawski
O novo modelo proposto por Poplawki não é o primeiro a propor que outros universos existem dentro de buracos negros. Damien Easson, um físico teórico da Universidade do Estado do Arizona, teorizou sobre esta possibilidade em estudos anteriores.
“O que é novo aqui é  uma solução real  de buraco de minhoca na relatividade geral, que age como uma passagem de um buraco negro exterior para o novo universo interior”, disse Easson, que não esteve envolvido no novo estudo.
“Em nosso trabalho, somente especulamos que tal solução poderia existir, mas Poplawski encontrou uma solução real”, disse Easson.
Todavia, a ideia ainda é especulativa, disse Easson num e-mail para o National Geographic.
“A ideia é possível?  Sim.  O cenário é provável?  Não tenho a mínima ideia. Mas certamente se trata de uma possibilidade interessante.”
Embora a teoria seja certamente interessante, e poderia se tornar um dia o roteiro perfeito para um filme de ficção científica, ela ainda não explica as origens do nosso Universo.
De acordo com Andreas Albrecht, um físico da Universidade da Califórnia, ela não explica como o ‘universo pai’ começou a sua existência, ou por que ele tem as características e propriedades que tem, que são as mesmas características e propriedades que o nosso Universo supostamente herdou.
“Realmente há alguns problemas que estamos tentando resolver, e não está claro que isto esteja oferecendo um caminho para a resolução”, ele disse.
Parece afinal que estas teorias revolucionárias propõem conceitos que são muito prováveis e improváveis ao mesmo tempo.  A verdade é que com cada nova teoria proposta pelos pesquisadores que tentam descobrir como ‘tudo’ veio a existir, novas questões são levantadas, as quais alimentam o mistério ainda mais.
Via OVNI HOJE 

Nasa divulga fotos para comemorar os doze anos da exploração de Marte


Em 25 de janeiro de 2004, o veículo de exploração espacial Opportunity aterrissou com segurança em Marte, dando continuidade ao plano de reconhecimento do planeta vermelho. Para comemorar os doze anos da missão Opportunity, a Nasa divulgou uma série de imagens registradas pelas câmeras do veículo.
Pesquisadores dando os últimos ajustes nos dois rovers que foram enviados a Marte (Foto: Divulgação/Nasa)
Em julho de 2003, a Nasa lançou no Cabo Canaveral o foguete que levou o veículo Opportunity a Marte (Foto: Divulgação/Nasa)
202 dias após o lançamento, o Opportunity chegou a Marte; o homem de bigode é Pete Theisinger, chefe da missão (Foto: Divulgação/Nasa)
Até Arnold Schwarzenegger, governador da Califórnia na época, acompanhou e comemorou a aterrissagem segura da missão Opportunity (Foto: Divulgação/Nasa)
Fotografia com Opportunity no centro de uma cratera na região de Meridiani Planum (Foto: Divulgação/Nasa)
O pôr do sol em Marte (Foto: Divulgação/Nasa)
Encosta informalmente apelidada de Wopmay; imagem gerou polêmica por supostas inscrições no rochedo (Foto: Divulgação/Nasa)
Opportunity fotografa as marcas deixadas pelo pouso (Foto: Divulgação/Nasa)
Dunas marcianas fotografadas em agosto de 2004 (Foto: Divulgação/Nasa)
Panorama da colina Payson, nomeada em homenagem a uma região do Estado do Arizona (Foto: Divulgação/Nasa)
Fotografia do solo de Marte tirada com uma câmera microscópica (Foto: Divulgação/Nasa)
Cratera Victoria vista de lado (Foto: Divulgação/Nasa)
Formação rochosa de Cape St. Mary, com aproximadamente 15 metros de altura (Foto: Divulgação/Nasa)
Fotografia mostrando a trilha deixada pelo veículo Opportunity no solo de Marte (Foto: Divulgação/Nasa)

quarta-feira, 27 de janeiro de 2016

Transtornos Mentais Podem ser Reflexo de Vidas Passadas


No Brasil, estima-se que 23 milhões de pessoas precisam de algum atendimento em saúde mental. Pelo menos 5 milhões sofrem com transtornos graves e persistentes.
Para a medicina tradicional, uma questão genética, complexa, que pode ser, talvez, causada por alterações químicas no cérebro. E que, apesar de tantos estudos, ainda não se sabe ao certo a causa deles. Mas para os médicos espíritas, os transtornos mentais têm, sim, explicações. Essa área da medicina, inclusive, é a que mais se distancia da medicina tradicional. Questões emocionais desta e de outras vidas entram em jogo. “O transtorno mental é um indicio do passado”, define o presidente da Associação Mineira dos Médicos Espíritas, Andrei Moreira, apontando aí as vidas passadas como ponto de partida para essa discussão.
 De acordo com dados da Organização Mundial de Saúde, as doenças mentais e neurológicas atingem aproximadamente 700 milhões de pessoas no mundo. No Brasil, estima-se que 23 milhões de pessoas precisam de algum atendimento em saúde mental. Pelo menos 5 milhões sofrem com transtornos graves e persistentes.
20130826092455184815eSegundo o psiquiatra e director técnico do Hospital André Luís, Roberto Lúcio Vieira, a psiquiatria é a área da medicina em que os ensinamentos espíritas mais conseguem aparecer. Isto porque, segundo ele, além de levar em consideração questões genéticas, assim como a medicina tradicional, os médicos espíritas, diante de um paciente com transtorno mental grave, levam em conta as vidas passadas. “O adoecer é o caminho para cura. Temos percebido que muitos males, como os quadros graves de esquizofrenia, geralmente são de espíritos que, em outras vidas, abusaram muito do poder que tinham, cometeram homicídios ou tentaram o suicídio várias vezes. Quando eles adoecem nesta vida, é porque bateu a culpa da vida anterior”, explica Roberto.
Também membro da Associação Mineira Médico Espírita, Roberto, num artigo escrito no portal da entidade, diz que a doutrina espírita tem mostrado que os processos mentais seriam frutos da atividade espiritual, com repercussão na estrutura física cerebral. “Sendo assim, o cérebro seria apenas o instrumento. No entanto, para ocorrer essa integração entre a essência espiritual, a sua manifestação e a estrutura física, é necessária a existência de um elemento que seja intermediário, tanto na função quanto em sua composição. Esse corpo é chamado espiritual ou perispírito”, define.
MATÉRIA 
O perispírito, de acordo com o conhecimento espírita, é envoltório fluídico que uniria a alma humana ao corpo físico e, através do qual, o espírito actuaria na matéria. Mas, antes de mais nada, é preciso compreender que, para o espiritismo, somos seres em constante evolução e estar encarnado é o processo para evoluir. No livro a Cura e Auto-Cura, uma visão médico espírita, do homeopata Andrei Moreira, ele explica que a reencarnação é a lei biológica natural, “instrumento da evolução, em que o ser experimenta o contacto com a diversidade e desenvolve aptidões necessárias ao progresso.” Ele diz que a reencarnação devolve ao homem o fruto de suas escolhas, “em mecanismos naturais de reencontros, saúde ou doença.”
Segundo explica o psiquiatra espírita Jaider Rodrigues, o paciente da psiquiatria é visto por dois viés: “Levamos em conta a influência espiritual, que pode ser do próprio paciente, ou seja, questões do próprio espírito e, também, as influências externas, que podem ser de outros espíritos que passam a influenciar no quadro mental do paciente”, explica, acrescentando que todos os casos são passivos de auxílio. “Usamos os recursos da ciência, acrescidos da compreensão espírita.”
Jaider recorda o caso de uma paciente que lhe chamou a atenção. Muito bonita e,  no máximo com 30 anos, essa mulher, de BH, desenvolveu um quadro de esquizofrenia grave, sem motivo aparente. “Ela entrou em um quadro psicótico e tivemos que interná-la no Hospital André Luiz, pois estava agressiva, falava coisas sem sentido. Durante as sessões mediúnicas que fazemos para os pacientes, apareceu um espírito dizendo ter sido escravo na vida anterior e contou que aquela mulher, na sua última vida, tinha sido casada com um senhor de engenho e abusava muito dos escravos, com requinte de crueldade. Nesta vida, esses espíritos a perturbaram”, conta, dizendo que o espírito avisou ainda que seria difícil livrá-la dessas influências externas, e que por mais que os médicos fizessem, nada ia adiantar. “Por um tempo, ela conseguiu melhorar. Mas não durou muito e faleceu”, lamenta Jaider.
Processo de evolução
Geralmente, os transtornos quando se manifestam, é a culpa do que se fez em outra vida, como apontam os estudos espíritas. Mas, de acordo com os médicos, não se trata de um castigo divino. Faz parte do processo de evolução daquele espírito. Ouvir vozes, de acordo com Jaider, pode ser, sim, um espírito a falar. A obsessão, de acordo com o precursor do espiritismo, Alan Kardec, é a ação persistente que um espírito mau exerce sobre um indivíduo. “Apresenta caracteres muito diversos, desde a simples influência moral sem perceptíveis sinais exteriores até a perturbação completa do organismo e das faculdades mentais”, diz em seu livro, o Evangelho segundo o espiritismo. Ele diz que a obsessão ocorrerá toda vez que alguém, encarnado ou desencarnado, exercer sobre o outro constrição mental negativa.
De acordo com Kardec, há vários tipos de obsessão, sendo o mais grave o de subjugação, em que o obsessor interfere e domina o cérebro do encarnado. A subjugação pode ser psíquica, física ou fisiopsíquica. Assim, as doenças mentais ou físicas podem, sim, de acordo com o conhecimento espírita, sofrer influências externas. Um dos tratamentos indicados são os passes, idas ao centro espírita e sessões de desobsessão, em que os médicos médiuns ajudam os espíritos desencarnados e encarnados envolvidos no processo a receber esclarecimentos, para que ambos tenham bases sólidas para mudar hábitos e atitudes, condicionando-se a atitudes mentais mais saudáveis. Segundo escreveu Francisco Cândido Xavier, ao psicografar a obra de André Luíz, Mundo maior, “o processo obsessivo não é, na realidade, uma doença, é simplesmente um reflexo de mentes doentias que se unem. Ele não é uma causa, é o efeito de um ‘mal’ anterior”.
REBELDES 
Nesses casos de transtornos mentais, além do conhecimento espírita, medicamentos são usados. Kardec acreditava que somente medicação não traria alívio. No Hospital André Luiz, em BH, que tem 45 anos de funcionamento, sendo referência para casos psiquiátricos, os pacientes, de acordo com o director, Roberto Lúcio Vieira, são de todas as crenças, sendo o diferencial da unidade o tratamento espiritual. Segundo ele, há no hospital 350 funcionários que trabalham voluntariamente. “Com autorização do paciente ou da família, aplicamos os conhecimentos do espiritismo.” De acordo com ele, algumas doenças psiquiátricas, geralmente, são de indivíduos mais rebeldes.
É o caso, por exemplo, da depressão, que afeta cerca de 35 milhões de pessoas no Brasil. “É uma doença que demarca a grande rebeldia do espírito”, diz Roberto. Segundo Jaider, geralmente, é o espírito não se contentando com a vida que Deus lhe deu. “É como se dissesse ‘já que não tenho a vida que quero, não aceito a vida que tenho’. Se o paciente der espaço, a gente estimula a relação com Deus e o hábito da oração”, conta. Os pensamentos negativos também contribuem para o quadro.
Outro mal apontado pelos médicos é o de Alzheimer. Segundo Roberto, assim como a medicina tradicional vem tentando entender essa doença que afecta a memória do paciente, o espiritismo também busca suas explicações. Um dos esclarecimentos para a causa da enfermidade é que a grande maioria dos portadores da doença foi culturalmente pobre durante a vida, se prendeu a questões materiais e dificuldades de relacionamento. “Quando ocorre o Alzheimer, é como se fosse uma oportunidade para que essa pessoa chegue mais “limpa” espiritualmente no outro plano. E para os familiares, é uma prova de paciência.”
Uma nova visão
Transtorno mental
Os médicos espíritas passaram a perceber, por meio de estudos e casos clínicos, que muitos pacientes que desenvolvem algum transtorno mental sofrem influência da sua vida anterior. No caso da esquizofrenia grave, por exemplo, tem-se percebido que esses espíritos, em vidas passadas, cometeram alguma transgressão às leis divinas e, nesta vida, sentiram o peso da culpa. O paciente pode, sim, sofrer ainda influência de outros espíritos que tiveram alguma ligação com ele nas outras vidas.
Mal de Alzheimer
Assim como a medicina tradicional estuda as causas do Mal do Alzhemeir, a doutrina espírita começa a perceber que as pessoas portadoras do mal, geralmente, foram pessoas apegadas a bens materiais e muito vaidosas, que precisam do desapego, do “esquecimento”, marca da doença, para evoluir e fazer uma limpeza na alma.
Depressão
Para os médicos espíritas, a depressão atinge aqueles espíritos rebeldes, que não estão satisfeitos com a vida que Deus lhe deu. Assim, se abrem para os pensamentos negativos e as influências externas que podem contribuir para o agravamento do quadro.

Um Relâmpago em Forma de Bola


Uma série de aparições na pequena cidade de Levelland, Texas, na noite de 2 de novembro de 1957, pode ser classificada como um dos casos mais assombrosos nos anais da ufologia.

O primeiro a notificar as autoridades foi um colono "aterrorizado", chamado Pedro Saucedo. Ele e um amigo estavam passando pela Estrada 116, a pouco mais de 6 quilômetros de Levelland. Eram 22h30 quando um "relâmpago" iluminou um dos lados da estrada.



- Não pensamos muito naquilo - declarou Saucedo, posteriormente -, mas aí o relâmpago se elevou do campo e começou a vir em nossa direção, aumentando a velocidade. Quando chegou mais perto, os faróis de meu caminhão apagaram e o motor morreu. Pulei para fora e me deitei no chão, quando a coisa passou diretamente sobre o caminhão fazendo um barulho atordoante que mais parecia uma tempestade de vento. A coisa produziu um ruído semelhante ao de um trovão, e meu caminhão chegou a balançar. Senti um forte calor.


O que Saucedo chamou de "a coisa" era um objeto em formato de torpedo, com aproximadamente 60 metros de comprimento. O patrulheiro A. J. Fowler, que atendeu ao chamado, achou que Saucedo estivesse bêbado e não deu maior atenção ao fato. Mas, menos de uma hora depois, "a coisa" estava de volta. Dessa vez quem estava ao telefone era Jim Wheeler. Ele também estivera na Estrada 116 quando encontrou um OVNI em forma de ovo de 60 metros bloqueando a pista. Quando Wheeler se aproximou do objeto, seus faróis apagaram e o motor do carro morreu.



Antes do final da manhã do dia seguinte, cinco outros motoristas nas proximidades de Levelland relataram experiências similares: um grande objeto brilhante, semelhante a um ovo, pousado na estrada ou pairando ali por perto, e a falha do sistema elétrico de seus veículos, que voltaram a funcionar normalmente quando o OVNI foi embora.
O mais incrível dessas aparições lendárias de Levelland é o fato de que o Projeto Blue Book, da Força Aérea dos EUA, após um exame superficial, "solucionou" o problema atribuindo o fenômeno a um relâmpago em forma de bola!

VATICANO


A Inglaterra era um país católico até que Elizabeth I, filha de Henrique VIII e Ana Bolena assumiu o trono em 1558 e adotou o protestantismo como religião oficial, rompendo com o Vaticano. As potências católicas da época, Portugal e Espanha, tentaram derrubar a rainha “usurpadora”, mas acabaram derrotadas. Tudo isso é história antiga, mas não para a organização A-Albionic Consulting and Research, baseada em Ferndale, Michigan, EUA. Segundo os A-Albionic, a guerra entre os Windsor e o Vaticano nunca acabou. Eles estão empenhados numa batalha subterrânea pelo controle do mundo.
Do lado dos Windsor estão alinhados o sistema financeiro internacional, a KGB, a Maçonaria, a Illuminati, as seitas da Nova Era, etc. Do lado do Vaticano estão a Máfia, a CIA, os Cavaleiros de Malta, partidos de direita, grupos ocultistas cristãos, etc.
Segundo a A-Albionic, Diana Spencer, uma descendente da casa dos Stuart (os legítimos herdeiros católicos do trono), era uma agente do Vaticano infiltrada entre os Windsor. Quando foi descoberta, o MI-6 a matou.

OVNI / UFO é abatido pela Força Aérea Indiana. Autoridades ainda não detalharam a natureza do objeto


A Força Aérea Indiana disse na terça-feira (26) que um de seus jatos interceptou e abateu um Objeto Voador Não Identificado ‘suspeito’ sobre o distrito de Barmer, no estado de Rajasthan, próximo da fronteira com o Paquistão. O jato foi despachado após o misterioso OVNI ter sido detectado por radar.
Após silêncio pelas autoridades sobre os detalhes da natureza do OVNI, e que teria causado as múltiplas explosões ter sido abatido, surgiram especulações de que as autoridade de defesa indianas estariam acobertando informações sobre o incidente, e que isto poderia ser a versão da Índia do famoso incidente de Roswell, que ocorreu nos EUA, em 1947.
Uma declaração da Força Aérea disse que um OVNI “no formato e balão” foi captado pelo radar entre 10h30 e 11h00, na terça-feira, 26 de janeiro de 2016, e um jato Sukhoi Su-30 MKI foi despachado para interceptá-lo, de acordo com o Indian Times.
O jato teria abatido o objeto sobre Gudgi, no distrito de Barmer, que fica a 500 km de Jaipur, capital do estado de Rajasthan.
Hindustan Times reportou que um porta voz da defesa, Tenente Coronel Manish Ojha, disse que oficiais militares e da polícia haviam sido despachados para Gugdi, a aproximadamente 20 km de Balotra, para investigarem o incidente. Os destroços do OVNI foram localizados e estavam sendo investigados para a determinação de sua natureza.
Os investigadores policiais disseram que cinco objetos metálicos, em forma de triângulo ou cone, foram recuperados do local e entregues à Força Aérea.
De acordo com a Asian News International (ANI), aldeões disseram que logo após o jato ter sido despachado e o OVNI abatido, cinco explosões ensurdecedoras foram escutadas sobre Gugdi, o que alastrou pânico nas comunidades rurais ao redor.
As explosões foram escutadas num raio de mais de 4,8 quilômetros.  Moradores dos vilarejos de Gugdi e Panaware, na área de Baitu, disseram que as explosões foram tão poderosas que causaram rachaduras nas paredes de suas casas. Porém, nenhuma casualidade humana foi reportada.
“As explosões foram muito altas… foram escutadas cinco vezes e vimos alguns objetos caindo do céu após a aeronave ter passado… minha casa ficou com rachaduras”, disse Manohar Singh, morador de Gugdi.
Porém, a Press Trust of India (PTI) reportou que uma fonte da defesa disse que o objeto poderia ter originado do lado do Paquistão, e ter sido um balão meteorológico.  Mas os oficiais da Força Aérea não estão confirmando a sugestão e somente disseram que estavam investigando o objeto.
Contudo, alguns investigadores de OVNIs apontaram que o distrito de Barmer está a somente 480 quilômetros de Jaipur, a capital de Rajasthan, onde misteriosas bolas metálicas caíram do céu no início do mês.
Fonte das informaçõeswww.inquisitr.com

Acontecimento possivelmente importante para o desacobertamento dos OVNIs / UFOs


Grand Cameron, do site presidentialufo.com, escreveu um breve, mas interessante artigo para o site whitehouseufo.blogspot.com.br:
Em algumas entrevistas recentes, mencionei que aqueles no poder podem estar fazendo coisas por detrás das cortinas, para que a informação seja divulgada.  Eu dei exemplos como o de Jimmy Carter enviando seu Secretário de Imprensa ao FBI para descobrir se eles lidavam com OVNIs; enviando seu Conselheiro de Ciências para a NASA, a fim de começar uma nova investigação no estilo Blue Book, e pressionando muitas agências a cooperarem com os pedidos através do Ato de Liberdade de Informação para a divulgação de documentos.
Agora, Obama está deixando a presidência, e um de seus principais conselheiros é um proponente aberto para o desacobertamento dos OVNIs. Temos artigos vindos da CIA sobre investigações de “discos voadores” e “arquivos-X”.  Nada mal para uma agência que não está envolvida ou interessada no assunto.
Devido ao fato da CIA trabalhar para o Presidente, talvez seja necessário agradecer Obama e Podesta por isso, agora que a administração chega ao fim.  A CIA não faria tal ação sem a ‘luz verde’ da Casa Branca, pois o Presidente é o maior responsável por aquilo que a CIA diz.
Este mesmo padrão ocorreu no final da administração Reagan, onde a informação sobre OVNIs vazou num programa de TV chamado “UFO Cover-up Live” (trad.: “Acobertamento OVNI ao Vivo”).
O programa de TV pode ser assistido no vídeo abaixo (em inglês):​

Os dois artigos liberados pela CIA são:
Take a peek into Our X-files” (“Dê uma Olhada nos Nossos Arquivos-X”), que foi publicado juntamente com a série de TV “Arquivos-X”… e o novo futuro filme Arquivos-X.
O outro artigo é intitulado “How to Investigate a Flying Saucer” (“Como Investigar um Disco Voador”).  Isto é significativo, porque eles usam o termo ‘disco voador’ ao invés do termo ‘OVNI’, que foi criado pela Força Aérea dos EUA em 1952.  É uma pequena mudança, mas implica em objetos e não em ‘desconhecidos’.  Isto é similar à importante mudança no comentário de Hilary Clinton sobre OVNIs: “Eu acho já podemos ter sido visitados por alienígenas”.  Ela usa a palavra ‘alienígenas’ e diz que eles podem já ter estado aqui, o que contraria o objetivo principal científico de que possa haver vida extraterrestre lá fora em algum lugar, mas ela não pode chegar aqui devido às regras da física Newtoniana do Século XVII.
A CIA não libera nada sobre OVNIs em seu site desde 1997, quando o Diretor da CIA James Woolsey, na administração Clinton, ordenou uma revisão do papel da CIA nas investigações sobre OVNIs.  Na minha opinião, este novo acontecimento ao publicar artigos positivos sobre OVNIs é uma ação aprovada pelo Presidente Barack Obama.
-Grant Cameron
www.presidentialufo.com