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quinta-feira, 11 de fevereiro de 2016

NASA descobre ilusão de ótica relacionada aos anéis de Saturno

Você consegue enxergar o maior anel de Saturno? Seus olhos podem estar te enganando. ;)  (Foto: NASA)



Um recente estudo da NASA sobre Saturno pode questionar tudo o que pensávamos – há séculos – sobre o tamanho dos famosos anéis do planeta. Dê uma olhada atenta na foto acima. Pelo que se pode ver, as áreas mais opacas e iluminadas parecem ser os maiores anéis, enquanto os discos mais transparentes e com luz mais fraca parecem menores. Foi então que os pesquisadores da NASA descobriram uma nova forma de medir esses anéis – e o resultado foi surpreendente.

Curioso, não? Ainda que os pesquisadores se sintam confortáveis a ponto de admitir que o tamanho dos anéis é realmente uma ilusão, o que incomoda é não saber a razão de serem uma ilusão. O que realmente está claro é que não é apenas uma questão de conhecer o tamanho dos anéis, anel, e sim também a idade deles. As estimativas sobre a idade dos anéis de Saturno foram construídas, em grande parte, por conta do tamanho desses discos. Agora, esse conhecimento terá que ser revisado. A NASA estima que, quando essas novas pesquisas surgirem, a idade do planeta pode baixar da casa dos bilhões para os milhões de anos. É esperar para ver.Não basta colocar tudo em uma escala. Na verdade, os estudiosos desenvolveram uma fórmula para medir ondas de densidade em espiral que foram captadas durante a missão Cassini, de dentro do anel. A equipe, então, comparou as porções de aneis que pareicam mais pesadas e as que pareciam mais leves. Foi então que descobriram que, mesmo que algumas partes dos discos parecessem menos transparentes e mais iluminadas que outras, o peso de todas era similar
(Via Gizmodo)

NASA divulga "selfie" que Curiosity tirou em Marte

curiosity (Foto: NASA)

Robôs também tiram selfies. E melhor ainda: em outros planetas. Na sexta-feira (29), a NASA divulgou a selfie tirada pelo robô de exploração Curiosity em Marte. A imagem faz parte da leva de 57 fotos captadas pelo Mars Hand Lens Imager, a câmera que fica no fim do "braço" do Curiosity, no dia 19 de janeiro.

A missão também tem como objetivo entender como ocorreram as mudanças ambientais de Marte. Mais especificamente, como as condições do planeta vermelho forma de úmidas e favoráveis para o desenvolvimento da vida microbiana para mais secas e rígidas. A partir da selfie é possível ver um laboratório móvel do tamanho de um carro ao lado de uma grande duna onde o robô estava coletando amostras de areia – tarefa na qual tem se empenhado ao longo dos últimos dois meses. A ideia é estudar como o vento e as partículas se movem em Marte
É possível acompanhar a movimentação do Curiosity pelo site da NASA. Confira aqui.

quarta-feira, 10 de fevereiro de 2016

Mistério: O Triângulo ‘das Bermudas’ do Alasca

O Triangulo do Alasca.
Há o famoso Triângulo das Bermudas e, para que não conhece, há também o Triângulo do Alasca.  Quase todo mundo está familiarizado com o misterioso triângulo no Atlântico Norte, e a menção do nome Triângulo das Bermudas já não causa mais surpresa a ninguém
Mas o Triângulo do Alasca é totalmente diferente.  O suposto triângulo que existe naquele estado dos Estados Unidos tem como delimitador as cidades de Juneau e Yakutat, no sudeste; a cadeia de montanhas Barrow no norte e a cidade de Anchorage abaixo.
Acreditar que exista algo conhecido como Triângulo das Bermudas do Alasca pode ser difícil. Levou anos e anos para se acostumarem com este fenômeno, mas considerando o número de pessoas desaparecidas neste estado, que é o menos populoso dos EUA, acreditar que exista tal triângulo já não fica tão difícil
Na verdade, os nativos da região – os Tlingits – têm certeza sobre isto.  De acordo com seu folclore, há um homem, conhecido como Kushtaka, que pode mudar sua forma para a de uma lontra, e possui a habilidade de atrair pessoas inocentes e capturá-las.  Esta teoria cercada pela quantidade de pessoas na lista de perdidos do estado já dá uma indicação do porquê do nome Triângulo das Bermudas do Alasca.
Diferentemente do Triângulo das Bermudas, onde as operações de resgate são fáceis de organizar, quando se trata do Triângulo do Alasca elas são muito mais difíceis.  A região é, pela maior parte, selvagem, com densas florestas e um inverno rigoroso.  Além disso, há animais selvagens, tais como ursos cinzentos, que perambulam nestas florestas.  E o aspecto gelado torna a região como sendo quase completamente inacessível.  Assim, para conduzir operações de resgate nestas condições seria como encontrar uma agulha no palheiro.
O fator da acessibilidade mencionado acima é outra razão porque o mistério do Triângulo do Alasca fica mais intenso e ainda mais complicado.  Os dados estatísticos da região, de 2.883 pessoas perdidas, é prova adequada sobre dificuldade de resolver o mistério do Triângulo do Alasca.  Este estado é 50º estado em número de habitantes nos EUA, e se as coisas fossem fáceis, encontrar 2.883 pessoas seria simples.
Mas o fato da vida selvagem naquele estado atrair pessoas que estão profundamente interessadas em caminhadas na natureza, escalar montanhas e outras atividades de aventura, leva-nos a acreditar ser bem possível que a natureza esteja pegando estas pessoas de surpresa.  Neste caso, até mesmo a organização de missões de procura e resgate das pessoas perdidas se torna impossível – assim contribuindo para o mistério do Triângulo.
Outro exemplo da atraente porém complicada vida selvagem seria a morte de Chris McCandless, de 24 anos, que morreu de fome após viver 112 dias no Alasca, em 1993.  Seu corpo foi encontrado acidentalmente por um caçador de alce, após quatro meses.
O exemplo acima junto com as questões mencionadas, podem ser a razão principal do porquê do Alasca ter seu próprio “Triângulo das Bermudas”.  Ao longo dos anos, poderia ser fácil provar ou não a teoria do Triângulo do Alasca, mas neste momento, considerando-se o número de pessoas que estão perdidas nesta região triangular escassamente povoada, é mais fácil acreditar na existência de um Triângulo do Alasca.

Fontewww.sott.net

Vídeo de OVNIs / UFOs filmado sobre Moscou é declarado autêntico por ovniólogo


Uma filmagem surpreendente do que parece ser uma esquadrilha de OVNIs sobrevoando Moscou é declarado autêntico por especialista.

O vídeo, que foi filmado na capital da Rússia no final de janeiro, mostra quatro luzes não identificadas pairando sobre a cidade, no que parece ser um voo sincronizado.
Milhares de pessoas viram as imagens por todo o país, daquilo que, alegadamente, parecia mostrar objetos os movendo a grande velocidade, e então pairando em formação.
O homem que filmou o evento, identificado somente pelo nome de Timur pela imprensa local, explicou:“Eram quatro bolas de luz. Uma vermelha à esquerda, duas brancas no meio e uma menos brilhante à direita”.
Ele adicionou: “Algumas vezes a da direita desaparecia e voltava. Juntas formavam a figura geométrica de um losango”.
O homem também descartou as alegações de críticos de que se tratavam de reflexos de luz do solo.
Timur explicou: “Moro no distrito há dois anos, e nunca vi nada similar antes”.
Vadim Chernobrov, um especialista russo em OVNIs confirmou acreditar que a filmagem seja genuína.
Ele disse: “As luzes não podem ser explicadas como sendo uma imagem atmosférica ou cósmica.  As chances de serem algum tipo de miragem também é impossível, devido à precisa figura geométrica que os objetos formavam”.
Chernobrov adicionou: “Alguns disseram que poderiam ser ‘lanternas chinesas’, mas eu descartaria esta possibilidade, devido ao movimento e velocidade dos objetos”.
Veja dois vídeos do evento abaixo, publicados no YouTube, mas que infelizmente não mostram a filmagem total:


Vídeo viaWORLD VIDEOS


Vídeo viatheskyufo

Pessoas importantes que confirmaram a existência de alienígenas


“Com a grande quantidade de casos referentes aos extraterrestres, será que devemos começar a acreditar?”
A frase foi publicada com o vídeo abaixo, o qual foi postado no YouTube, e fala sobre pessoas de renome que confirmam a existência de alienígenas.





FOTO TIRADA POR UMA PASSAGEIRA DE AVIÃO EM SANTA CATARINA INTRIGA INTERNAUTAS


A foto foi tirada da janela de um avião que chegava a Santa Catarina, por volta das 13:00 horas do último dia 04 de fevereiro.
A passageira que fez a foto, ficou perplexa com a imagem,e enviou para amigos e parentes, com o objetivo de tentar uma explicação para tal imagem.
Entre as nuvens, podemos perceber claramente uma espécie de Nave em forma de disco e de gigantesca proporção, a cor da suposta nave se confunde com as nuvens, nela existe uma borda com detalhes sem muita clareza e na parte debaixo bem no centro , um círculo menor .
O Professor Carlos Figueiredo que reside em Santos SP, foi quem postou a foto em sua página do facebook, veja o que ele afirma em sua mensagem com a foto :

"Essa é uma foto tirada hoje 04/02/2016 por uma amiga, uma pessoa muito séria, que a tirou da janela do avião, quando chegava em Santa Catarina, por volta das 13:00h. Por mais cético que eu seja é de arrepiar, ainda mais sendo uma foto de uma pessoa conhecida, que não tem nenhum interesse em se auto promover na internet. Então realmente é pra refletir, existe alguma explicação para essa imagem???"

O Professor ainda colclui:
"eu sou ateu não acredito em Discos voadores e a pessoa que fotografou também não, mas o fato é que ela está perplexa até agora, se eu não a conhecesse eu também iria achar que isso não passa de photoshop, eu até entendo as pessoas que não acreditam, de repente isso pode ser uma formação de nuvens também sei lá...mas é curioso..."


Fonte 

terça-feira, 2 de fevereiro de 2016

Estariam os governos escondendo o contato extraterrestre?


Todos os dias há debates dentro da comunidade OVNI a respeito do que os governos mundiais sabem sobre os OVNIs e a vida extraterrestre.  Dentro de nossa história tivemos muitos incidentes que parecem apontar a um acobertamento ou conspiração.  Roswell nos Estados Unidos, Rendlesham na Inglaterra e Coyame no México, Operação Prato no Brasil, etc..
Existe uma acobertamento e, se este for o caso, o quanto eles sabem?  Estas são questões chave que a comunidade OVNI desesperadamente quer saber.
Este debate sobre o que exatamente os governos sabem tem se estendido por muitos anos e as opiniões variam; mas a maioria das pessoas concorda que NÃO estão contando a verdade para nós.  Agora vamos olhar a alguns fatores chave… coisas que sabemos.
Os Estados Unidos despende quantias incríveis à procura por vida extraterrestre e eles estão procurando por tudo, desde vida microbiana até vida exótica que nem mesmo poderemos compreender.  Junto com o resto dos países do mundo que investiram na exploração espacial, podemos praticamente concluir que mais dinheiro está sendo despendido na procura de prova para a vida extraterrestre do que o Produto Interno Bruto da maioria dos países.
Se os governos do mundo sabem que a vida existe em outros mundos, por que procuram por ela?
É uma boa pergunta e muitos de nós, pesquisadores de OVNIs, temos nos remoído sobre ela por algum tempo!
Há muitas missões em andamento no espaço, tentando descobrir a vida, e estas incluem os jipe-sondas de Marte, naves orbitais em Europa, Titã, Ceres, Plutão e outros.  Temos novos telecópios sendo desenvolvidos e lançados, como o lançamento do Transiting Exoplanet Survey Satellite -TESS in 2017, bem como o Telescópio Espacial James Webb, em 2018.  Há também os grandes telescópios no solo, tais como o Telescópio Gigante Magellan, o Telescópio de Trinta Metros e o Telescópio Europeu Extremamente Grande – os quais possuem superfícies de coleta de luz de 24 metros, 30 metros e 39 metros, respectivamente – que irão ajudar a procura ainda mais quando entrarem em produção em meados de 2020.  Assim você pode ver que a descoberta de vida extraterrestre é uma grande coisa hoje em dia.  Já se foram os dias daquela frase tola, “Estamos sós no Universo!”
Assim, se eles sabem que os alienígenas existem, por que estão gastando bilhões para procurá-los?
Talvez os alienígenas têm nos visitado ou se acidentado na Terra e nós não capturamos as informações que gostaríamos quando isso aconteceu.  Todos sabemos que para viajar entre as estrelas eles devem ter um tecnologia avançada, mas é importante saber de onde eles vieram e por que eles estão aqui.
E se soubéssemos somente que eles existem, mas não sabemos de onde vieram, nem o porquê?  Esta teoria faz sentido para explicar o fato de estarmos ainda procurando, embora saibamos que eles existam… descobrir de onde vieram e como chegaram aqui.  Muitos alegam que vemos esta evidência em ‘Tecnologia de Engenharia Reversa’.  Se temos acesso à tecnologia centenas ou até milhares de anos mais avançada do que a nossa, então onde ela está?  Ainda dependemos de combustíveis fósseis, viagem espacial primitiva e somente agora estamos começando com drones, aeronaves e espaçonaves autônomos.
Assim, fica aqui a pergunta: O que você acha que eles sabem?
A verdade é que os nossos líderes não querem nos dizer nada sobre os ETs, porque estão receosos de perder o poder, o controle.  Se fosse anunciado ao mundo que tivemos contato oficial com seres alienígenas, então que utilidade teria nossos governos para nós?  Nenhuma.
Mas algum dia os nossos assim chamados líderes não terão uma opção, mas sim nos contar a verdade, pois cada dia fica mais claro pela quantidade de avistamentos de OVNIs de que ‘eles’ estão ficando impacientes, e logo virão dos céus e se apresentarão para nós… algo que aterroriza os nossos governos.
A procura atual por vida alienígena pela NASA deveria ser chamada “A procura por ‘de onde os alienígenas estão vindo'”.
Eles não podem mais barrar a verdade de nós… estamos acordados!

Misteriosas explosões são reportadas sobre Nova Jersey – EUA


Pelo menos 10 explosões sônicas foram relatados na tarde de 28 de janeiro, no sul de Nova Jersey, ao longo da costa leste de Long Island, Nova Iorque, dizem cientistas do US Geological Survey (USGS).
O primeiro estrondo sônico foi gravado às 13h24 EST (18h24m05 UTC), cerca de 2 milhas (3 quilômetros) ao norte-nordeste de Hammonton, New Jersey, e 37 milhas (60 km) ao sul de Trenton, New Jersey . No seguinte hora e meia, sismógrafos pegaram pelo menos nove outros estrondos sônicos ao longo da costa leste, até Long Island, de acordo com o USGS.
Um porta-voz do USGS disse que os cientistas da agência não têm nenhuma outra informação a não ser que estes eram estrondos sônicos e não terremotos que foram detectados.
Um estrondo sônico ocorre quando um objeto (ou uma explosão) viaja mais rápido que a velocidade do som (761,2 mph, ou 1225 kmh, ao nível do mar), e envia uma onda de choque que também viaja mais rápido do que o som, de acordo com John Bellini , um geofísico do National Earthquake Information Center USGS, em Golden, Colorado.
A causa dos estrondos sônicos de hoje permanece um mistério.
Bellini observou, no entanto, que, se uma explosão tivesse causado esses ruídos, alguém provavelmente teria visto.
As autoridades também descartaram a Wallops Flight Facility da NASA em Wallops Island, na Virgínia, que rotineiramente lança pequenos foguetes e vôos de teste a partir do seu site de Eastern Shore. Mas nenhum lançamento de foguetes ou vôos a jato ocorreram no centro da NASA, o porta-voz Keith Kohler disse num e-mail.
Os cientistas sabiam que estas eram ondas sísmicas de estrondos sônicos e não terremotos, por causa de sua velocidade. Um terremoto move através do solo e move-se a 10.000 pés por segundo [3.048 metros por segundo]“, Bellini disse para o Live Science. No caso de hoje, as ondas estavam se afastando dos sismógrafos em Nova Jersey em velocidades que sugerem que estavam se movendo mais rápido do que o som no ar. Um sismógrafo que rastreia ondas que se deslocam através do solo pode pegar um estrondo sônico, cujas ondas se movem através do ar, disse Bellini. Mas os sismógrafos geralmente tem que estar muito perto de onde ocorre o evento, porque o som não viaja bem no solo.
ABC News informou que a Administração de Aviação Federal dos Estados Unidos e do Comando de Defesa Aeroespacial da América do Norte tinha confirmou que eles não têm qualquer aviões que operam nas proximidades, que poderia ter gerado os estrondos sônicos.
Nenhuma aeronave capaz de estrondos sônicos estavam operando em bases aéreas navais nas proximidades, de acordo com autoridades.
“Temos relatos de tremor de terra em S. Jersey– atualmente nossas gamas de treinamento são claras e nenhuma aeronave MDL é capaz de gerar estrondos sônicos”, funcionários da Base Conjunta McGuire-Dix-Lakehurst em Trenton, New Jersey, escreveram no Twitter. “Estamos trabalhando com as autoridades locais para determinar a causa e haverá uma atualização o mais rápido possível.”
Numerosos usuários de redes sociais estão se perguntando se os tremores contínuos que agitam as partes de Nova Jersey são o resultado de um terremoto, ou uma explosão sísmica. Por volta de 15h00, o levantamento US Geological havia postado em seu site que os tremores que agitam as partes de Nova Jersey na quinta-feira à tarde foram o resultado de um estrondo sônico provável.
A agitação começou por volta de 13h30 e causou com que os residentes em municípios ao longo da costa perguntassem o que tinha acontecido. Vários relatos vieram de membros da equipe NJ Advanced Midia que vivem perto da costa. O fotógrafo Lori M. Nichols disse que ela não ouviu nada, mas sentiu a vibração da casa em Brigantine às 13h24 e novamente às 13h30. Moradores de Brigantine, então, sentiram um terceiro tremor maior, a cerca de duas horas, e um menor de 10 minutos mais tarde, de acordo com Nichols.
Leitores nos condados de Atlantic, Ocean, Cape May e Monmouth também escreveram para dizer que sentiram suas casas tremer.
“Todo mundo está fora agora gritando uns com os outros sobre o que era”, disse Nichols. “Do outro lado da rua, alguém disse que seu quarto estava tremendo.”
A Polícia de Barnegat postou um alerta em sua página do Facebook reconhecendo os misteriosos tremores.
“Estamos experimentando alguma atividade sísmica menor e estamos investigando”, disse o alerta. Vamos atualizar à medida que pegarmos mais informações.
Outros departamentos de polícia no condado de Ocean, bem como o Gabinete do Xerife do Condado de Ocean disseram estar cientes dos tremores, mas pediram moradores para não chamarem 911 para relatá-los. A polícia de Toms River disse que começaram a receber chamadas sobre a atividade em torno das 14h20. Ralph Stocco, porta-voz do departamento, disse que as bases militares locais “não estão relatando qualquer atividade que possa ser associada com isso.
Em Brick, os tremores puderam ser sentidos a cada 4 minutos a partir das 13h30, antes de começarem a diminuir às 14h40.  O Sargento da polícia de Brick, Neal Pederen, disse que não sabia o que estava causando o tremor e o departamento não foi capaz de fundamentar os relatórios de que se tratava de um terremoto.
Fontewww.sott.net

segunda-feira, 1 de fevereiro de 2016

A humanidade não teria chance alguma contra uma invasão por ETs

Alienígenas, um milhão de anos mais avançados do que nós, iriam aniquilar a raça humana em segundos se fossem invadir o planeta, alertou um especialista.
Esqueça a ideia de Hollywood de que a humanidade teria chance numa luta para destruir uma ameaça extraterrestre – alienígenas nos destruiriam facilmente.
Essa é a teoria do Dr. Michio Kaku, o qual acredita que poderia haver vida em outros planetas que ainda não foram descobertos.
Mas o Dr. Kaku, que é um conselheiro para a série Curiosity, do Discovery Channel, diz que mesmo se outros seres existirem no Universo, eles não se importariam conosco.
Ele discutiu o que aconteceria se os alienígenas atacassem a Terra, durante uma entrevista com a Fox News.
O Dr. Kaku disse: “O que acontece se encontrarmos uma civilização avançada hostil no espaço?  Hollywood calcula isso errado.  Hollywood presume que os alienígenas sejam talvez 100 anos mais avançados do que nós, e se tivéssemos uma arma secreta poderíamos derrotá-los.  Errado. Ou os alienígenas nem se importariam conosco, porque somos simplesmente primitivos demais, ou, se eles invadirem, NÃO TERÍAMOS CHANCE ALGUMA.  Eles poderiam ser mil, um milhão de anos mais avançados do que nós.  Perceba que o Universo tem 13.7 bilhões de anos – eles poderiam ter um armamento que não poderíamos sequer conceber”.
O Dr. Kaku acredita que a única forma de defender o planeta seria aprendermos e adaptarmos à sua tecnologia.
Ele adicionou: “Olha como os bárbaros finalmente derrotaram os romanos.  Os bárbaras não tinham uma arma secreta pela qual eles derrotaram César e os romanos – eles aprenderam a tecnologia dos romanos.
“Teríamos que sondá-los para encontrar o quão avançados eles realmente são.  Eles possuem armamentos nucleares?  Ou eles possuem uma nova geração de armamentos que nem sequer podemos conceber?
“Porém, se por outro lado eles nos atacarem, teremos que estar preparados para o fato de que eles irão nos superar já nos primeiros tiros da guerra.
“Eu acho que a pela maior parte, civilizações alienígenas que estejam a um milhão de anos na nossa frente, tiveram um milhão de anos para ajustar as diferenças raciais, sectárias e religiosas entre si.  Pela maior parte, eles serão pacíficos.
“Temos que planejar para o dia que alguns poucos deles possam ser hostis. Se enfrentarmos um inimigo comum no espaço sideral, isto ajudaria a unir a Terra.”
Os pontos de vista do Dr. Kaku ocorrem quando algumas das pessoas que procuram a verdade acreditam que 2016 será o ano em que os poderes mundiais revelarão o fato de que os ETs realmente existem.

Relatório sobre OVNIs da Força Aérea Argentina é zombado nas redes sociais


Um recente relatório sobre avistamentos de OVNIs na Argentina se tornou objeto de ridicularização em 27 de janeiro nas redes sociais, com centenas de usuários zombando do documento de 12 páginas publicado pela Comissão para Estudos dos Fenômenos Aéreos da Força Aérea Argentina (CEFAE).
O relatório, que foi publicado no site oficial da Força Aérea Argentina, www.faa.mil.ar, trata 10 “casos” submetidos entre novembro de 2014 e novembro de 2015, dentre os quais está um enviado por Sergio Canteros de Ituzaingó, na província de Corrientes.
A conclusão dos especialistas da CEFAE?  A imagem de Canteros de um estranho objeto redondo “é consistente com a de uma bola de pequena dimensões”.
Um outro caso foi apresentado por Mariana Rodríguez, que alegou ter visto um OVNI em Capilla del Monde, Córdoba.  Mas a Força Aérea descartou o caso, dizendo que o “o pequeno objeto voador… é consistente com um pássaro cruzando em frente da câmera”.
Pareceu que os investigadores encontraram respostas prosaicas para todos os casos.  Todos, exceto um dos casos, incluíram fotos e vídeos.
A CEFAE foi fundada em meados de 2011 durante o governo de Cristina Fernández de Kirchner e o primeiro diretor foi o Capitão Mariano Moahupt. Porém, seu primeiro relatório só apareceu 54 meses depois, em dezembro de 2015.
“A comissão é composta por membros da Força Aérea Argentina e especialistas de diferentes campos”, diz o departamento em seu site oficial.
“Existem ‘Arquivos-X argentinos”, escreveu um usuário de nome @EdmundoBrazuca, no Twitter.
É terrível – eles criaram uma comissão financiada pelo estado que não fez nada em quatro anos, e somente apresenta um único relatório no final“, disse @alerosenfeld.
A ovniologia já é complicada quando é tratada por cidadãos comuns não associados aos governos, mas quando governos decidem se encarregar do assunto, a burocracia e falta de vontade em divulgar os fatos reais são notáveis.
Via..OVNI HOJE

Kenneth Arnold teria visto uma nave de outro mundo ou um avião proveniente da tecnologia do IIIº Reich?

Kenneth Arnold e desenho de objeto voador não identificado
No dia 24 de junho de 1947, um homem de negócios, chamado Kenneth Arnold, avistou nove objetos “lisos e brilhantes” enquanto sobrevoava uma região montanhosa situada no estado de Washington, Estados Unidos.
Kenneth contou o seu avistamento aos jornalistas e no dia seguinte a história estava na capa de alguns jornais, porém, um jornalista usara a expressão “flying saucers” (discos voadores) para descrever os objetos relatados. A expressão iria ter futuro. Nascia a Ufologia.
A palavra UFO é a abreviação em inglês de Unknown Flying Object, que na rica língua de Camões significa Objeto Voador Não Identificado – OVNI. Mas UFO não é só para veículos provenientes de outro mundo. Tudo aquilo que voa e enquanto não puder ser identificado é um UFO.
discos voadores
O avistamento de Arnold
Kenneth Arnold era um negociante e piloto civil, utilizando um CallAir A-2, um pequeno avião para suas viagens de negócio. Naquele dia, após fazer um desvio na sua rota para receber uma recompensa de US$ 5 mil do Corpo de Fuzileiros Navais dos EUA por ter localizado um C-46 que se acidentara, ele retomara sua rota original.
Eram quase 3 da tarde quando a cerca de 9.200 pés (2.800 m) de altitude ele viu uma luz brilhante, semelhante à luz solar, refletida a partir de um espelho. Com medo de que pudesse estar perigosamente perto de outro avião, Arnold vasculhou (visualmente, pois os radares e controle de tráfego ainda não existiam na região) o céu em torno dele, mas tudo o que ele podia ver era um DC-4 a esquerda e atrás, o qual ele julgou estar a umas 15 milhas (24 km) de distância.
Cerca de 30 segundos depois de ver o primeiro raio de luz, Arnold viu uma série de flashes luminosos a esquerda, mais para o norte do Monte Rainier, a umas 25 milhas (40 km) de distância. Arnold inicialmente pensou que poderiam ser reflexos nas janelas de seu avião, então ele comandou o avião, balançando as asas. Não eram reflexos. Poderiam ser gansos, pensou ele, mas logo descartou por uma série de razões, incluindo a altitude, brilho, e, obviamente, a grande velocidade dos objetos. Ele então pensou estar vendo um novo tipo de jato, pois naquela época a cada dia surgia um novo avião. Curioso por estar vendo um novo jato militar, ele fitou os objetos. Como piloto, chamou-lhe atenção a falta de uma cauda nos objetos. Eram quase que como só as asas de um avião voando. Faltava o todo.
kenneth
Arnold logo ficou a frente dos UFOs, descrevendo-os, para os jornalistas, com formas convexas, lembrando uma lua crescente, por vezes lembrando um ‘pires’. Ele nunca falou em disco, referindo-se aos pires que eram utilizados em tiro ao alvo. A expressão Disco Voador foi cunhada por um jornalista.
Então os objetos desaparecem. Curiosos com a velocidade dos ‘jatos’, Arnold fez um calculo mental. Os UFOS desapareceram atrás do Monte Adams. Entre o Monte Rainer e o Monte Adams, eram 50 milhas (80 km) de distancia. Os objetos percorreram aquele espaço em 1 minuto e 40 segundos, o que dá uma velocidade de 2 700 km/h! Três vezes mais rápido do que qualquer avião tripulado em 1947. A barreira do som só seria quebrada em 14 de outubro daquele ano!
Dias depois, um garimpeiro também relatava ter visto seis objetos, no mesmo dia e horário. Sua descrição batia com o formato de Arnold.
Tecnologia de outro mundo ou daqui mesmo?
Quando os Aliados derrotaram a Alemanha nazista, puseram as mão na tecnologia desenvolvida por aquele país. Era inegável que os alemães estavam avançados em muitas áreas, principalmente no lançamento de foguetes, como o V2, considerado o pai dos foguetes atuais que levaram o homem à Lua. Os alemães também colocaram em operação o primeiro caça a jato do mundo, apesar de que o desenvolvimento de motores à reação ocorreu de forma paralela e independente nos dois lados do Canal da Mancha. Aos alemães coube o fato do Messerschmitt Me 262 Schwalbe ser o primeiro. Tivesse a guerra continuado por mais alguns meses o Gloster Meteor possivelmente teria enfrentado o Me-262, adiantando em 6 anos o primeiro duelo entre caças a jato. Armas como o Silbervogel (Pássaro Prateado), um projeto para um veículo sub-orbital propulsionado por motores foguete, deixaram os especialistas e engenheiros Aliados impressionados. O Silbervogel foi um verdadeiro vislumbre do que a tecnologia futura traria: um avião espacial que usaria o princípio do “corpo de elevação”, assim como a NASA demonstrou com os seus “Lift-Bodies” na década de 1960, culminando no Ônibus Espacial.
O Northrop YB-49
Aviões sem cauda
Com o advento da Guerra Fria, o medo de um ataque por um dos lados cada vez se tornava mais real. Em 1946 o mundo esteve a beira de uma guerra. Tanques do Ocidente e Soviéticos estiveram frente a frente numa esquina de Berlim. Não fosse o bom senso dos comandantes e o pior teria ocorrido.
Os EUA optaram por uma estratégia de Contenção, isto é, manter os soviéticos sob constante tensão. Até o advento de mísseis balísticos confiáveis (ICBM – intercontinental ballistic missile), havia sempre um B-47Stratojet com uma bomba atômica nas fronteiras da URSS. O B-52 Stratofortress manteve essa política até a queda do Muro de Berlim.
Num eventual conflito, o caminho mais rápido para o coração da URSS (hoje Rússia) passa pelo Ártico, mas mesmo assim, ainda é um longo caminho. Os aviões dos anos 50 não tinham autonomia suficiente, mas um determinado tipo de configuração dava ao aparelho uma grande sustentação e menor resistência ao ar, era a “asa-voadora”.
Neste tipo de configuração, o avião é desprovido de cauda, ou seja, não tem as superfícies de controle convencionais. Isso traz muitos problemas ao avião, influenciando sobremaneira no controle longitudinal e lateral. Um dos mais belos aviões já construídos foi o bombardeiro Northrop YB-49, uma verdadeira asa-voadora, mas pilotá-lo não era tarefa simples. O avião era muito instável, tanto que a Northrop desenvolveu novas superfícies de comando, aumentando a carga de trabalho do piloto. A base Edwards deve seu nome a um piloto de B-49 que morreu ao tentar pousar justamente ali. Só com o advento da informática os EUA foram capazes de construir uma asa-voadora funcional, o bombardeiro B-2, aonde os computadores executam uma série de correções por segundo nas atitudes de vôo do aparelho.
aeronave nazista
Horten Ho 229
Uma das tantas e exóticas armas que caíram nas mãos dos EUA foi o Horten Ho 229, uma aeronave futurista, sendo considerado a primeira ‘asa voadora’ a usar motores a jato. Seu projeto – incrivelmente avançado para a época – previa a capacidade de carregar 1.000 kg de bombas, a uma distância de 1.000 km e com uma velocidade de 1.000 km/h.
Ho 229 não era apenas rápido, capaz de transportar uma grande carga útil e capaz de cobrir longas distâncias, ele apresentava uma característica surpreendente para confundir sistemas de alerta antecipado, em outras palavras, invisível ao radar. De forma absolutamente surpreendente, o Horten usava pó de carvão misturado na cola de madeira do avião para absorver as ondas eletromagnéticas do sistema de radar! Some-se a forma do avião, uma asa voadora, com menos área de superfície para ser captado pelo radar. Mesmo que o sistema de radar detectasse o avião, a assinatura incomum poderia não ser identificada corretamente pelos operadores. Essa vantagem teria dado ao avião a chance de bombardear as instalações de radar dos Aliados, principalmente no início da campanha de invasão da Grã-Bretanha, deixando o país vulnerável aos ataques.
kenneth arnold
Fica a pergunta: Teria os EUA construído esse avião? Teria os EUA explorado essa tecnologia? Lembre o amigo leitor, que muitos dos brilhantes engenheiros alemães foram trabalhar nos EUA, principalmente os melhores, como o notável e pai do vôo lunar, Werner Von Braun.

UFO ou a tecnologia do IIIº Reich?
É inegável o impacto da tecnologia alemã no mundo do pós-guerra. Os aviões de hoje usam asas enflechadas e motores a jato. Bombardeiros possuem a forma de asas voadoras e conquista-se o Espaço em foguetes de combustível líquido. Teria Kenneth Arnold se deparado com o Horten ou uma variante descende dele? Ou teria ele se defrontado com naves alienígenas? Lembre que em 1945 o Homo Sapiens entrara na Era Atômica. Deixamos de ser uma tribo primitiva para ser uma tribo primitiva armada com tacapes atômicos, ou seja, a espécie Humana se tornava interessante aos olhos de civilizações mais evoluídas, o que justificaria um olhar mais atento.
A verdade? Só as pessoas do Futuro saberão!
disco voador tradicional

Podemos estar vivendo no passado de um universo paralelo


Entre muitas teorias, alguns cientistas sugerem que o Big Bang não marcou o início do Universo e que talvez estejamos vivendo no passado de um universo paralelo.
Para tentar resolver o maior mistério de todos, dois grupos separados de cientistas proeminentes estão criando modelos que são capazes de examinar as condições iniciais no Universo, que poderiam ter criado aquilo que chamamos de ‘flecha do tempo’.   De forma interessante, ambos os grupos parecem mostrar o tempo se movendo em direções diferentes, uma descoberta que é contraditória, de acordo com muitos pesquisadores.
Os cientistas acreditam que quando o Big Bang criou o nosso Universo, ele também criou um segundo ‘universo espelho’, onde o tempo na verdade se move em direção oposta.  Olhando para ele a partir de nossa perspectiva, o tempo no universo paralelo se move para trás.  Porém, qualquer um dentro do universo paralelo teria a percepção do tempo em nosso Universo como se este estivesse se movendo para trás.
O primeiro modelo que foi publicado há mais de um ano no Physical Review Letters, nos diz que uma das implicações mais básicas propostas na teoria da gravidade de Newton cria as condições necessárias para o tempo, tal como o conhecemos, se mover em uma certa direção.
De acordo com Julian Barbour da Universidade de Oxford, Tim Koslowski da Universidade de New Brunswick e Flavio Mercati do Instituto Perimeter para Física Teórica, para quaisquer sistema de partículas confinadas – um auto contido universo como o que vivemos, por exemplo – a gravidade cria um ponto quando a distância entre partículas é reduzido a um mínimo. Mas, quando as partículas se expandem para fora, isto ocorre em direções temporais diferentes.
Segundo o site quartz.com, Barbour e seus colegas criaram um modelo de ponto de partícula do Universo 1.000 vezes simplificado, mostrando esta expansão dupla, com a gravidade criando estruturas em ambas as direções.  De acordo com a Segunda Lei da Termodinâmica, os sistemas assim convergem e expandem por necessidade, explica Flavio Mercati.

O ponto Janus

Pesquisadores afirmam que o momento antes da ‘expansão’ é referido como o “Ponto Janus”.
Numa entrevista com o site quartz.com, Barbour explica:
“O tempo não é algo que pré-existe. A direção e fluxo do tempo temos que deduzir do que está acontecendo no Universo. Quando olhamos para ele desta forma, é natural dizer que o tempo começa naquele ponto central e flui em direções opostas.”
Para simplificar as explicações, Barbour compara o assim chamado Ponto Janus ao momento que um rio se divide em dois e flui em direções opostas.
“É a coisa mais simples”, ele diz. “Você começa naquele Ponto Janus central, onde o movimento é caótico – é como a noção grega do caos primordial – mas então em ambas as direções você vê esta estrutura se formando.  Se a teoria for correta, então há outro universo no outro lado do Big Bang, no qual a direção da experiência do tempo é oposta à nossa.”
Embora a teoria acima mencionada não seja aceita por todos os pesquisadores, ela criou empolgação na comunidade científica, o que levou a mais cientistas explorarem a teoria.
Agora, um novo estudo, reportado pelo site popular New Scientist, mostra que dois outros pesquisadores, – Sean Carroll do Instituto de Tecnologia da Califórnia em Pasadena, e Alan Guth do Instituto Massachusetts de Tecnologia – vieram com um modelo similar, que demonstra o tempo se movendo em direções opostas, em ‘universos paralelos’.
Embora seu estudo ainda não tenha sido publicado, os dois pesquisadores concordam que sua teoria é ainda mais simplificada do que a proposta por Barbour e sua equipe, já que ela não depende da gravidade ou de partículas confinadas em outro sistema.  De acordo com relatos, o estudo proposto por Carroll e Gugh é baseado no conceito de entropia por si só, e não inclui qualquer outra pré-condição, o que significa que ele se aplica às partículas em ‘espaço infinito’, ao invés de sistemas auto-contidos como nos estudos anteriores.
Chamamos isto de flecha do tempo de duas pontas“, disse Guth para o New Scientist. “Devido ao fato das leis da física não serem variáveis, vemos exatamente a mesma coisa em ambas as direções.”
Contudo, a teoria está longe de ser aceita na comunidade científica.  De acordo com o New Scientist, há estágios iniciais num modelo onde a direção da entropia cresce e assim a flecha do tempo não é claramente definida, e difícil de ser contabilizada.
Barbour adicionou que o trabalho está sendo baseado em tudo que conhecemos sobre a física clássica.
Uma vez que as perguntas de física quântica foram introduzidas, todas as apostas serão lançadas.  Ele adicionou:
“Ao invés de termos dois fluxos emanando de um rio, poderia ser mais parecido com uma fonte, onde você tem muitos pares de nascentes. Ou somente uma enorme gama de nascentes fluindo para fora de uma fonte, em diferentes direções.”

quinta-feira, 28 de janeiro de 2016

O relógio do Juízo Final está a três minutos para a meia-noite


O Boletim de Cientistas Atômicos anunciou que o relógio do Juízo Final, que representa a nossa proximidade de um evento apocalíptico, permanecerá em três minutos para a meia-noite. Isso é aterrorizante.
“Esta decisão não é uma boa notícia, e sim uma expressão de desânimo de que os líderes mundiais continuam a não concentrar seus esforços e a atenção do mundo na redução do extremo perigo representado pelas armas nucleares e pela mudança climática”, disse o grupo em um comunicado.
Em um mundo que não vê guerra nuclear em mais de 70 anos, o chamado relógio do Juízo Final pode parecer exagerado. Mas quando você olha para o número de quase-acidentes que tivemos em toda a nossa história nuclear, uma coisa fica clara: isso não é piada.
Sim, o relógio do Juízo Final é reconhecidamente um truque para chamar a atenção, usado pelo grupo anti-proliferação nuclear e seu periódico, o Boletim de Cientistas Atômicos, desde 1947 – mas é de fato importante.
História
O relógio do Juízo Final é uma representação do perigo de ameaças como as alterações climáticas, tecnologias de armas e – talvez mais importante – o potencial para a guerra nuclear. O mais próximo que o relógio já chegou de “meia-noite” foi em 1953, quando a União Soviética conduziu seus próprios testes com bombas de hidrogênio após testes dos EUA. Naquela ocasião, o relógio do Juízo Final ficou em dois minutos para a meia-noite.
“Quando nós dizemos que esses perigos são existenciais, é exatamente isso que queremos dizer: eles ameaçam a própria existência da civilização e, portanto, devem ser prioridade para os líderes que se preocupam com seus eleitores e seus países”, disse o grupo em um comunicado.
O Boletim de Cientistas Atômicos foi fundado em 1945 por um grupo de cientistas que participaram do Projeto Manhattan, que produziu as primeiras bombas atômicas durante a Segunda Guerra Mundial. Eles ajudaram a trazer a tecnologia de armas nucleares para o mundo, e ficaram aterrorizados com o que ajudaram a desencadear.
É fácil desconsiderar esses avisos como exageros ou tolices. Afinal de contas, uma arma nuclear não é usada em guerra desde 1945. Mas desde esse ano, estamos a um botão de distância para começar a Terceira Guerra Mundial. Seja devido a uma ordem equivocadadada a um capitão da Força Aérea americana em 1962, ou a uma simulação de computador em 1979 que criou um alerta falso de ataque nuclear soviético, nós chegamos bem perto de um inverno nuclear.
doomsday clock (3)

O que fazer

Apesar de nosso foco em outras questões, a proliferação nuclear e a segurança desse arsenal no mundo devem permanecer na consciência internacional. É para isso que existe o relógio do Juízo Final. A parte difícil é que, ao contrário da retórica de tantos políticos, este não é um problema que pode ser resolvido por bombardeios.
Perguntas como “E se o Estado Islâmico pusesse as mãos em uma arma nuclear?”, ou “O que acontece se a China ou a Rússia lançar acidentalmente um primeiro ataque contra os EUA?”, ou mesmo “O que acontece se os EUA lançarem acidentalmente um primeiro ataque contra um adversário?” não podem ser resolvidas construindo-se mais bombas. É difícil sair desta ameaça em particular, porque as próprias bombas são a ameaça.
Então o que precisamos fazer? De acordo com o Boletim de Cientistas Atômicos:
– reduzir drasticamente os gastos propostos em programas de modernização para armas nucleares.
– reenergizar o processo de desarmamento, com foco em resultados.
– envolver a Coreia do Norte para reduzir os riscos nucleares.
– dar seguimento ao Acordo de Paris, com ações que reduzam drasticamente as emissões de gases de efeito estufa; e cumprir a promessa de manter o aquecimento abaixo de 2°C.
– lidar agora com o problema comercial de resíduos nucleares.
– criar instituições especificamente designadas para analisar e combater mau uso potencialmente catastrófico de novas tecnologias.
Obviamente todas essas coisas não podem ser alcançadas em nível individual. Se o relógio do Juízo Final serve para algo, é para nos lembrar que nenhum desses problemas podem ser resolvidos sem cooperação global.
São três minutos para a meia-noite. Boa sorte, humanidade.

Por Quanto Tempo os Dinossauros Sobreviveram?


De acordo com a opinião científica prevalecente, os dinossauros desapareceram há cerca de 80 milhões de anos, no período Cretáceo, e nunca mais foram vistos. Mas artefatos comparativamente modernos, encontrados em cinco locais diferentes, apresentam uma estranha semelhança com os dinossauros. Serão embustes ou lembranças raciais de criaturas vivas, talvez enterrados no subconsciente coletivo de antigos artesãos? Ou será que os próprios dinossauros sobreviveram por muito mais tempo do que pensam os cientistas?

O primeiro indício de que os dinossauros podem ter sido um fenômeno relativamente recente emergiu em 1920, quando os trabalhadores da fazenda de William M. Chalmers, nas proximidades de Granby, Colorado, durante um trabalho de escavação, descobriram uma estatueta de granito pesando 33 quilos e com uma altura de 36 centímetros. A pedra, encontrada a uma profundidade de quase 2 metros, representava um ser humano estilizado e vinha adornada com o que parecia ser uma inscrição chinesa datando de, aproximadamente, 1000 a.C. O mais intrigante eram os dois animais entalhados nas laterais e atrás da pedra, semelhante a um brontossauro e a um mamute.

Embora tenham sido feitas fotos do objeto de vários ângulos, a pedra, conhecida como Granby Stone, acabou desaparecendo. Até mesmo o local onde ela foi encontrada desapareceu, submerso pelas águas da represa Granby.
Uma prova incomum veio à luz em 1925, quando arqueólogos da Universidade do Arizona, trabalhando em um forno de calcinação nos arredores de Tucson, descobriram uma espada pesada de folha larga e curta, com a gravação de um brontossauro. Outros artefatos encontrados no mesmo local apresentam inscrições em hebraico e em latim usado entre os anos 560 e 900. Não obstante muitos dos artefatos de Tucson terem sido descobertos por profissionais, persiste a controvérsia a respeito de sua autenticidade. No entanto, o bom senso sugere que a última coisa que algum impostor que quisesse ser levado a sério pudesse fazer seria gravar na lâmina de uma espada a figura de um dinossauro extinto.
Outra curiosa coleção de artefatos indefinidos pode ser encontrada na Igreja Maria Auxiliadora, em Cuenca, Equador, sob a guarda do padre Cario Crespi. As peças, em sua maioria placas, chegam às centenas, e foram levadas à igreja pelos índios jivaros, encontrados no Alto Amazonas, Equador e Peru, que as retiraram de cavernas na floresta. Algumas foram feitas de ouro; outras são, obviamente, imitações modernas, feitas de lata de azeite de oliva. Uma inacreditável variedade de formas e estilos está presente, inclusive ilustrações de dinossauros e motivos que parecem ser de origem assíria e egípcia. Antigas inscrições fenícias, líbias e celta-ibéricas também foram identificadas.
Se bem que os mastodontes, forma intermediária entre os primeiros elefantes e os tipos atuais, não devam ser incluídos no período Cretáceo dos dinossauros, acredita-se, de um modo geral, que eles tenham sido extintos antes que o homem tivesse desenvolvido alguma civilização identificável. No entanto, uma interessante descoberta do esqueleto de um mastodonte foi feita em Blue Lick Springs, Kentucky, em uma escavação feita a 3,5 metros abaixo da superfície. Quando os operários prosseguiram com as escavações, à procura de mais ossos, encontraram um pavimento de pedras assentadas, 90 centímetros abaixo de onde haviam achado o mastodonte.

Finalmente, em Ica, Peru, um museu de propriedade do dr. Javier Cabrera guarda quase 20 mil pedras encontradas no leito dos rios, todas intricadamente gravadas com pictogramas em arabescos que mostram diversas espécies de dinossauros e outros animais há muito extintos.
Parece que o brontossauro é, mais uma vez, o animal preferido pelos artistas. Além disso, as pedras de Ica são caracterizadas por um trabalho artístico que os embusteiros ocasionais teriam muita dificuldade em reproduzir. Detalhes artísticos precisos abundam. E a simples quantidade já levanta a questão de se saber por que alguém se daria tamanho trabalho para não receber nada em troca. Mais importante do que isso é que pedras similares já foram desenterradas de sepulturas da era pré-colombiana, situadas nas proximidades.

artefatos indefinidos encontrada na Igreja Maria Auxiliadora

artefatos indefinidos encontrada na Igreja Maria Auxiliadora

Anunnaki ?