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sábado, 12 de março de 2016

Cientista do Departamento de Defesa dos EUA alega ter tido encontro com OVNI

OVNI no Canadá
Um cientista que trabalha para o Departamento de Defesa dos Estados Unidos é o mais recente ex-oficial militar a delatar fatos sobre alienígenas e OVNIs.
O perito em sistemas eletromagnéticos e de laser, que pediu para manter seu nome em sigilo a fim de salvaguardar sua carreira, alega ter visto um OVNI extraordinário, no formato de receptor de aparelho telefônico, nas florestas de Ontário, Canadá, durante uma caçada.
O homem relatou seu suposto encontro numa entrevista de 40  minutos com a MUFON –  Mutual UFO Network, a maior organização de investigação de OVNIs do mundo. Ele disse que fazia parte de uma equipe de três caçadores, numa viagem que ocorreu em 28 de agosto de 2014, aproximadamente às 21h40, quando a ‘nave’ foi vista a somente 120 metros de distância deles, por aproximadamente seis minutos.
Os outros dois homens na equipe também não se identificaram.
Ele alega ter observado o objeto através da luneta de seu rifle.
Numa vídeo entrevista para a MUFON, ele disse: “Estávamos dirigindo por uma rota de lenhadores, em direção à autoestrada principal, quando apareceu esta nave em altitude baixa o suficiente para vê-la através do para-brisas.
“Eu diria que ela estava no máximo entre 15 a 18 metros de altitude.  Tirei a luneta de meu rifle para fora da mochila, abri a janela e me pendurei para fora, a fim de observar a nave.”
Ele a descreveu como tendo um “intenso brilho” gerando uma intensidade de luz similar à iluminação de um estádio.
“Estive envolvido com sistemas operacionais no passado, e esta coisa tinha luz coerente; era ‘salgada’ aos olhos quando você olhava para ela, como se estivéssemos olhando para um laser que tinha passado através de uma grade de difração, ou algo desta natureza.  Não era um laser focado…  Uma das testemunhas ao meu lado ficou assustado e disse ‘o que é isto?’ e a outra pessoa disse atire nele; mas eu disse que não podia atirar em algo que não era identificado.”
O homem disse ter feito várias notas mentais sobre o objeto, estimando ter 50 metros de comprimento, 6 metros de espessura, com um diâmetro de aproximadamente 18 metros.  Ele disse:
“Parecia como se fosse feito de uma pedaço de mercúrio forjado.  Ele era brilhante e polido. Não havia nenhuma linha ou rebite. Sou piloto, assim eu estava olhando por todos os detalhes que você veria numa aeronave.  Eu estava procurando por linhas na fuselagem que indicariam uma porta ou um equipamento de pouso.”
A testemunha alega que pela maior parte do evento nenhuma câmera funcionava, mas após a nave estar a 400 metros de distância, ou mais, tudo voltou a funcionar.  Ele ainda disse que eles foram capazes de registrar uma assinatura eletromagnética vinda dele, mas o homem não alega que tenha sido definitivamente uma nave alienígena.  Ele acredita que poderia ser algum tipo de tecnologia secreta de governos da Terra.
O homem está requerendo a todos que viram uma nave similar, ou qualquer cientista avançado com conhecimento de rádio de alta frequência ou sistemas de geração de campo de frequências, que se manifestem.
Ele disse: “A razão principal de eu estar fazendo isto é que estou procurando por ajuda para tentar encontrar como este veículo voava”.
O caso está sendo investigado pela MUFON do estado de Indiana, nos EUA.
Abaixo, o vídeo em inglês sobre o incidente:

Fonteexpress.co.uk

A sincronização universal e os agentes do destino

 sincronicidade
A sincronização universal acontece todo o tempo em nossas vidas, mas a maneira mais simples de explicá-la é a coincidência.  Todos os incidentes que acontecem em nossas vidas não têm nada a ver com o acaso, mas tudo a ver com energias positivas trabalhando para nós, a partir de fontes além do nosso controle.
As pessoal gostam da palavra “coincidentemente”, mas, na realidade, nada das coisas importantes na vida acontecem por acidente.
O reino invisível possui uma forma de alinhar os eventos, para que encontremos as pessoas que deveríamos encontrar, e aprendamos aquilo que estamos destinados a dominar (seja mais cedo ou mais tarde).
Estes eventos podem parecer totalmente coincidentes, mas, por exemplo, encontrar a pessoa que você está pensando a respeito, embora você não tenha a encontrado em anos, deveria fazer você repensar a sua teoria de ‘sincronização universal”, também conhecida como sincronicidade.
Um exemplo comum de sincronicidade é pegar o telefone para telefonar para alguém que você não tenha falado por algum tempo, e receber uma chamada daquela exata pessoa, naquele exato momento – você pode apostar que é mais do que uma mera coincidência, assim você deveria agendar uma reunião e ver se há uma lição se manifestando aqui para um de vocês dois.
Um exemplo mais complicado de sincronicidade, um que é muito negligenciado, é o seguinte:
Você está dirigindo seu carro num estacionamento lotado por algum tempo, até que um carro de repente livra uma vaga bem na sua frente.  Momentos mais tarde, você está fazendo suas coisas, e encontra alguém muito importante ou querido de você.  Se você tivesse encontrado uma vaga um minuto antes ou depois daquele momento, a reunião nunca teria acontecido – mas o carro saiu naquele exato momento para fazer com que a reunião se manifestasse.
E, algumas vezes, para uma sincronização universal importante acontecer, anos de preparação são necessários.  Uma série de eventos podem ocorrer, se estendendo por longos períodos, para que assim, finalmente, você acabe no lugar certo e na hora certa para sua lição / missão / reunião se manifestar.
Nós gostamos de interpretar isto como sendo acaso, boa fortuna, ou coincidência; é somente o jeito que a natureza nos mostra que o Universo está conectado através da matéria e do espaço.
O número de vezes que o Universo sincroniza nossas experiências é grande, mas, infelizmente, somos raramente capazes de reconhecer sincronicidade quando elas acontecem.
Pense somente a respeito de quantas pessoas encontraram suas almas gêmeas num continente diferente.  Quantas coisas tiveram que acontecer para ambos, a fim de estarem no mesmo local, na mesma hora, emocionalmente disponíveis, e abertos para um relacionamento de longo tempo?
Se você ficar ciente do que está acontecendo ao seu redor, então logo irá perceber que todos os eventos importantes da vida são sincronizados de uma forma ou de outra.  A vida é uma verdadeira sinfonia de eventos, pessoas e lugares que estão alinhados na jornada de sua alma.

Destino versus sorte

Por agora você pode pensar que toda a sua vida foi pré-planejada e você meramente caminha uma linha para encontrar um destino pré-determinado, mas isto não é verdade.
Claro, há seres trabalhando em ‘reinos’ superiores para fazer com que as sincronicidades ocorram (toda a vez que eu vejo uma sincronicidade ocorrendo, imediatamente penso sobre o filme Agentes do Destino), mas depende exclusivamente de nós se quisermos encarar o desafio ou procedermos com uma nova lição.
Temos a liberdade de escolher como proceder após uma sincronicidade ocorrer, e seja lá o que for que ocorrer como resultado de nossas ações, isto e conhecido como sorte.
Destino, por outro lado, é um evento que ocorrerá para nós irrelevantemente de tudo, porque temos concordado com isso ao encarnarmos na Terra.
O ponto total desta experiência de vida na Terra é o de aprendermos lições valiosas através da experimentação e, finalmente, completarmos o ciclo.
Assim, mantenha seus olhos abertos para os eventos de Sincronização Universal, e procure pelos significados mais profundos por detrás deles.
– Helen Elizabeth Williams

Ex-fuzileiro naval estadunidense descreve atividade de OVNI / UFO sobre base militar

Portão de entrada da base de Guantanamo.
Um ex-fuzileiro naval dos Estados Unidos que estava a serviço na Baía de Guantanamo, Cuba, em 1968 e 69, se manifestou para revelar uma atividade OVNI observada dentro e ao redor da base, de acordo com testemunho registrado no Caso nº 74794 da Mutual UFO Network – MUFON.
O fuzileiro naval estava de prontidão na linha da cerca.
“Todos nós fuzileiros estávamos impressionados com a quantidade de atividade OVNI sobre e ao redor desta base”, declarou a testemunha. “Virtualmente todas as noites OVNIs estavam voando acima de nós, a altitudes de menos de 90 metros.”
A testemunha descreveu o que viram na época:
“A maioria destes OVNIs tinha aproximadamente entre 15 e 30 metros de diâmetro, mas a olho nu eles pareciam fora de foco, nebulosos, com pequenos rastros vermelhos por detrás deles.  Quando fiquei de guarda no lado sul da base, testemunhei em muitas, muitas noites, OVNIs pousando e decolando do oceano.  Havia grandes luzes azuis se movendo ao redor deles no oceano e então vagarosamente perdiam seu brilho à medida que, obviamente, submergiam.”
A testemunha disse que o evento mais emocionante veio quando ele ficou de guarda no portão principal.
“Eram aproximadamente 19h00 (escuro), quando sai da guarita e olhei do outro lado da cerca na guarita cubana abandonada, quando algo captou meus olhos.  Por detrás da guarita cubana, próxima do solo, estava uma enorme nuvem com uma luz pulsante azul/branca no meio dela.”
A testemunha pediu a seu parceiro para verificar o que ele estava vendo, porque agora o objeto tinha se elevado acima da guarita cubana e estava vindo diretamente em sua direção.
“Logo então, a torre de observação nos chamou e estava gritando para darmos o fora de lá.  Naquele momento era muito tarde, porque o OVNI estava sobre meu parceiro e mim.  Não havia ruído algum, somente esta linda nuvem branca, com uma luz azul/branca pulsante.”
Os dois ficaram lá em pé por vários minutos, somente olhando ao objeto, até que o sargento da guarda os ordenou a deixarem a guarita.
“Caminhamos até o dormitório, que fica numa colina a aproximadamente 60 metros de distância, onde pudemos observar de uma distância segura.  A inteligência da base chegou com uma equipe de pessoas que começaram a filmar este OVNI, que lá ficou por aproximadamente três horas antes de se mover ao oeste da linha da cerca.  O OVNI viajou aproximadamente 400 metros, parou por um momento, então, como uma bala, subiu direto para o céu até desaparecer.  Eu gostaria de retornar até lá para ver se os OVNIs ainda estão aparecendo.  As datas que mencionei são um tiro no escuro, pois isto ocorreu há 50 anos.”
O campo de detenção da Baía de Guantanamo é uma prisão militar estadunidense, localizado dentro da Base Naval da Baía de Guantanamo, em frente a Baía de Guantanamo, Cuba.

EUA: Objeto em forma de disco é transportado em rodovia para base aérea

Objeto transportado em caminhão EUA
Notícia publicada no site br.noticias.yahoo.com:
Uma mulher fotografou um objeto com a forma de um disco voador sendo enviado para uma base aérea dos EUA debaixo de uma lona.
A reação na internet não foi exatamente surpreendente.
“ETs chegando em casa”, lia-se em um comentário do Facebook. “OVNI!“, disse outro.
Muitos sugeriram – menos entusiásticos – que se tratava de uma aeronave.
É importante notar que, ainda que se a Força Aérea dos EUA tivesse a posse de um OVNI, ele provavelmente seria transportado de forma mais discreta.
Charlene Yazzle disse em um canal de notícias do Arizona: “Eu estava dirigindo para o norte e o caminhão vinha para o sul pela rodovia”.
“Ele estava sendo escoltado por três veículos”.
Naturalmente, os incansáveis caçadores de aliens possuem uma explicação muito, mas muito menos sensata.

Centenas de documentos ‘UFO’ lançados online pela CIA

A agência de inteligência Central notoriamente incentiva as pessoas a “darem uma olhada nos arquivos”. Centenas de documentos supostamente ufologistas são publicados online gratuitamente.
Segundo Daily’s Scott, “pode ser alguma tecnologia alienígena sendo movida da área s4, um setor da área 51. É um fato bem conhecido que muitas tecnologias têm sido testadas lá, especialmente dispositivos anti-gravidade. É possível que se trate de um destes projetos secretos”.
“Os tais veículos de escolta são caminhões patrulha do departamento de segurança. Para o objeto ser transportado por terra, é possível que se trate de tecnologia alienígena de ponta, Possivelmente dada como um presente”.

terça-feira, 8 de março de 2016

Impressões de mãos em parede de caverna não são humanas

Parede de caverna com impressões de pequenas "mãos".
Uma misteriosa caverna na fronteira entre o Egito e Líbia acaba de ficar um pouco mais misteriosa, pelo fato de que antropólogos que estudavam as pequenas impressões de mãos nas paredes determinaram que elas não são humanas, mas sim de répteis.  Ainda mais estranho é o fato das figuras desenhadas na parede ao lado dessas impressões mostrarem tanto humanos quanto seres que se parecem com uma mistura entre humanos animais.  O que estava ocorrendo no Egito há 8.000 anos?
A Caverna Wadi Sura II foi descoberta em 2002, no leste do Sahara e imediatamente capturou o interesse de arqueólogos e outros, quando foi revelado que as paredes estavam cobertas com imagens de pessoas, animais e criaturas sem cabeça, bem como 13 diferentes grupos de pequenas impressões de mãos, as quais presumia-se pertencer a crianças.
Emmanuelle Honoré, do Instituto MacDonald para Pesquisa Arqueológica, imaginou a idade das crianças que fizeram as impressões e tirou fotos e medidas precisas delas, levando-as ao seu laboratório para análise.  O que ela descobriu está realçado no título de seu novo relatório no Journal of Archaeological Science“…impressões de mãos não humanas na Wadi Sura II”.
Os pigmentos são os mesmos, assim parece que os 13 jogos de impressões foram feitos ao mesmo tempo.  Honoré diz que as impressões são menores do que as de bebês humanos recém-nascidos e os dígitos são muito longos para serem dedos.  O formato também descarta a possibilidade de que tenham sido de primatas.  No final, suas comparações com outras impressões levaram-na à conclusão de que estas são impressões de lagartos ou crocodilos.
Estranhas figuras entre as impressões de mãos
Estranhas figuras entre as impressões de mãos
Agora que descobriram de quem são as impressões, por que alguém seguraria um crocodilo contra a parede para imprimir sua pata?  Teriam eles cortados as pernas do animal primeiro?  E o que dizer sobre aquelas figuras de humanos-répteis nas paredes próximas?
Possuímos uma concepção moderna de que a natureza é algo que os humanos estão separados.  Mas nesta enorme coleção de imagens podemos detectar que os humanos são somente parte de um mundo natural muito maior.  É muito desafiador para nós pesquisadores interpretarmos estas pinturas, já que temos uma cultura que é totalmente diferente da que as criou.
Humanos, híbridos e outras criaturas estranhas
Humanos, híbridos e outras criaturas estranhas
Isto não ajuda à Dra. Honoré.  As criaturas não-humanas nas paredes estão posicionadas entre os humanos e possuem algumas características humanas, como pernas.  Algumas também parecem estar comendo ou regurgitando humanos.  Seriam estes símbolos? Criaturas que mudam de formato?  Alienígenas?
Quando se trata de Egito, elas podem ser qualquer coisa.

Adamski: Contatado ou vigarista?

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Aqueles que realmente se interessam pela casuística, conhecem a história de George Adamski, considerado por muitos como o mais célebre contatado, numa época em que a ufologia ainda engatinhava.
George Adamski vendia hamburgeres e coca-cola numa estrada que conduz ao observatório de Monte Palomar, na Califórnia, EUA. Se auto denominava filósofo e seus discípulos lhe chamavam de “o professor”. Numa ocasião, recebeu de presente de um deles um telescópio ao qual se podia adaptar uma câmera fotográfica. Assim, a poucos quilômetros do, na época, maior telescópio de observação do mundo, Adamski surge para o mundo da casuística.
Foi numa noite de outubro de 1946, quando observava uma chuva de meteoros, que ele percebeu pela primeira vez, no céu, um objeto insólito, parecendo um gigantesco dirigível. No decurso dos anos seguintes, fotografou outros objetos misteriosos e começou a dar conferências sobre o que ele chamava de veículos espaciais.
No dia 20 de novembro de 1952, enquanto fazia um piquenique no deserto com amigos, ele viu um objeto, voando alto e sem ruído, sendo descrito como uma gigantesca embarcação prateada, em forma de charuto, passando lentamente sobre eles. Adamski então se afastou dos companheiros, pois – segundo suas palavras,pressentiu que algo aconteceria – enquanto o grande objeto seguia lentamente o seu curso. Minutos mais tarde ele viu um outro aparelho, diferente do primeiro, que parecia estar pousando no cume de uma elevação, a centenas de metros dele. O aparelho desapareceu do seu campo de visão, mas pouco depois, apareceu um homem que fez sinal, para Adamski se aproximar. “Enquanto me aproximava, reparei nos seus longos cabelos, até os ombros. A sua beleza ultrapassava tudo o que já vira. Emanavam dele uma compreensão e uma gentileza infinitas…só agora compreendia que estava na presença de um Homem do Espaço, um Ser Humano proveniente de outro mundo!”, contou ele.

George AdamskiGeorge Adamski
Adamski ao se aproximar do Ser, perguntou de onde ele vinha. O desconhecido pareceu não entender a pergunta. Adamski então desenhou o sol e traçou as órbitas dos planetas que gravitam ao redor do astro. O Ser pareceu entender e respondeu, marcando o planeta Vênus! Depois fez sinal para que Adamski o seguisse.
Na outra encosta da colina, pairando bem próximo ao solo, nas palavras de Adamski, “um magnífico aparelho voador, que parecia ser feito de metal translúcido”. O Homem do espaço faz em seguida compreender que o aparelho fora trazido à atmosfera da Terra por outro veículo, maior, aquele que Adamski vira antes. “Os discos voadores não vêem todos de Vênus”, revelou o Homem de longos cabelos loiros. “As viagens espaciais são normalmente praticadas por outras civilizações planetárias do nosso sistema solar e de outros mundos de seres semelhantes a nós”, disse ele. Adamski, surpreso, questiona sobre a frase “semelhante a nós”, perguntando se esses seres também morrem. O Homem do espaço então lhe diz que seu corpo desaparecerá, mas que o seu espírito continuará a se desenvolver num outro corpo, e indica que ele próprio viveu outrora na Terra…

Encontro com OrthonEncontro com Orthon
A entrevista chega ao fim e Adamski quer fotografar seu novo amigo, mas este recusa e pede o filme da máquina. Também não permite que Adamski suba a bordo do disco. Depois de um pequeno gesto, o desconhecido embarca no aparelho que desaparece nos céus. Logo chegam seus amigos, perguntando quem era. George nada respondeu.
Na manhã de 13 de dezembro de 1952 um disco sobrevoou a sua casa. Foi então que ele viu algo cair em sua direção. Era o rolo fotográfico que havia sido confiscado. Ao revelar, ele viu que uma das fotografias havia sido apagada, mas em seu lugar, estranhos e enigmáticos sinais.
Depois disso, Adamski escreveu o livro “Os Discos Voadores Aterraram!” A obra revelou-se um best-seller, sendo traduzida para 18 países. Encorajado por este sucesso, Adamski publicou novo livro contendo novas aventuras com os estra-terrestres.

adamski_04O encontro com ‘o Grande Instrutor’O encontro com ‘o Grande Instrutor’
Na noite de fevereiro de 1953, Adamski trava contato com um marciano chamado Firkon e um saturniano de nome Ramucon. O encontro se deu na presença de seu belo amigo venusiano, que agora ele sabia seu nome, Orthon. Desta vez Adamski foi convidado a embarcar na espaçonave. Oito anos antes de Yuri Gagarin ir ao Espaço e proferir a sua célebre frase de que a Terra era azul, Adamski contempla um espetáculo indescritível de cores. Adamski nunca revelou a cor da Terra, pois o vôo se dera na parte não banhada pelo sol…
Pelas janelas da nave, Adamski vê um gigantesco veículo, em forma de fuso. O disco entra em seu interior.
Depois de ter deixado o veículo, Adamski é acolhido por duas ‘mulheres do espaço’, de beleza extraordinária. Uma das encantadoras criaturas dá gentilmente um beijo nele. Adamski é convidado a se sentar e servem-lhe um copo de água pura e fresca. Maquinalmente, ele puxa sua carteira de cigarros e se prepara para fumar, mas percebe que eles o fitam, na qual uma das belas mulheres lhe diz que ele pode fumar, mas que ele soubesse que só os terrestres tinham este estranho hábito.

Fotografias das naves por AdamskiFotografias das naves por Adamski
Mais tarde, Adamski é levado a presença de um homem chamado de “o grande instrutor”. A comunicação se dá por telepatia. Adamski fica sabendo então que eles estão ali para advertir o perigo que o Homem corre. “No nosso planeta, e noutros mundos, o homem desenvolveu-se intelectualmente e socialmente a ponto ainda inconcebível para vosso povo. Este desenvolvimento foi atingido pelo respeito as grandes leis naturais, as leis da inteligência suprema que governa o Tempo e o Espaço”, disse o grande instrutor.
De volta à Terra, o novo profeta Adamski sai pelo mundo pregando a sua mensagem de paz universal, aclamado por uns, xingado por outros. George Adamski morreu no dia 23 de abril de 1965.

Depois dos hamburgeres, livros e palestrasDepois dos hamburgeres, livros e palestras
O propósito de Adamski
No momento do seu encontro, em 20 de Novembro de 1952, George Adamski tinha sessenta e um anos. Vivia na Califórnia desde 1933. Desde então tinha criado um movimento espiritual com a denominação de A Ordem Real do Tibete. Ensinava as Leis Universais nas antenas de Rádio de Long Beach e de Beverly Hills. Singularmente, a sua filosofia parecia-se já com aquela que iria ser-lhe ministrada pelos Irmãos do Espaço, vinte anos mais tarde… Será que Adamski não era mais do que um amável charlatão, um doce sonhador? Depois do seu encontro, em diversos locais, testemunhas plenas de boa fé descreveram e descrevem ainda objetos similares ao célebre disco venusiano
A grande crítica as histórias de Adamski é que ele é efusivo quando se trata do tema espiritual e altamente reservado quando o assunto é a parte física da coisa. Como pode alguém que travou contato com uma raça alienígena, que voou em suas máquinas, simplesmente não se interessar por sua mecânica? Será que era porque ele não detinha conhecimento suficiente para isso, correndo o alto risco de ser desmascarado?
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Adamski não foi nem capaz de descrever a vista da órbita da Terra. Mais uma vez ele foi evasivo, resignando-se a dizer que era uma profusão de cores.
E as fotografias das naves que só ele até hoje conseguiu fazer? Hoje com toda a nossa tecnologia, mal conseguimos filmar um OVNI. Este editor tem registrado alguns vídeos e umas fotografias de objetos que presenciei, e mesmo assim a qualidade é terrível! Mas George Adamski, com uma luneta e uma câmera fotográfica de rolo, conseguiu fazer as melhores imagens de um disco voador???
De concreto nisso tudo foi o fato de que suas histórias ajudaram-lhe a vender muitos livros e palestras pelo mundo.

Qual será a verdade sobre implantes alienígenas?

implante alienígena
Por anos, o público em geral tem sido atraído pelas histórias de avistamentos de OVNIs, e até mesmo, em alguns casos, por encontros reais com alienígenas.  Porém, provas dessas alegações têm sido, de forma desapontadora, elusivas.  Em alguns casos, fotos têm sido obtidas, mas, inevitavelmente, questões sempre são levantadas quanto as suas autenticidades.  A evidência física tem sido quase o Cálice Sagrado da pesquisa de OVNIs.  Mas algumas pessoas acreditam realmente tê-las.
Relatos de pessoas que alegam ter sido abduzidas por alienígenas ser tornaram comum primeiramente nas décadas de 60 e 70.  Muitas vezes, os supostos abduzidos descreviam procedimentos experimentais que os alienígenas alegadamente faziam neles.   Algumas vezes, eles até mesmo insistiam que os alienígenas tinham inserido algo dentro deles.  Logo, estes ‘implantes alienígenas’ se tornaram um fator principal das histórias sobre OVNIs.

Implantes alienígenas e a jornada de descoberta de Roger Leir

Roger Leir foi um podólogo (médico dos pés) de sucesso na Califórnia, quando primeiramente escutou histórias a respeito de pessoa que alegavam ter implantes alienígenas.  Embora ele acreditasse em OVNIs desde que era criança, muitos dos novos incidentes sobre OVNIs, como relatos de abdução alienígena, o impactavam como sendo coisas inventadas.  Ele não acreditava nem por um instante que quaisquer das histórias de implantes eram verdadeiras, e decidiu desbancá-las.  Quando ele escutou sobre um paciente reclamando que tinha um aparelho alienígena implantado nela, Leir se ofereceu para fazer a cirurgia, a fim de remover o objeto de graça.  Para seu espanto, ele descobriu que ela realmente tinha um objeto misterioso dentro de seu corpo.  Para ele, este era o começo de uma jornada de descobertas.
Desde então, Leir se tornou a pessoa a ser consultada quanto a implantes alienígenas.  Ele se encontrou inundado de perguntas por pessoas que acreditavam ter algo estranho dentro delas.  Leir e um pequeno painel de colegas científicos avaliavam os relatos que recebiam, mas, devido a fundos limitados, podiam somente estudar poucos destes.  Mesmo assim, por sobre os anos, Leir executou mais de uma dúzia de cirurgias projetadas para remoção de objetos anômalos de dentro dos corpos de pessoas.  Algumas destas cirurgias foram feitas com câmeras e as filmagens têm sido mostradas em documentários televisivos.

O que os analistas dos implantes alienígenas descobriram

A experiência tem mostrado que, geralmente, os objetos que supostamente são implantes alienígenas, são metálicos. Alguns emitem ondas de frequência de rádio. Muitos são anexados às terminações nervosas, causando dores intensas nos pacientes quando são removidos, até mesmo quando os pacientes estão anestesiados.  Leir descobriu que algumas vezes há uma cicatriz na parte externa do corpo onde o implante está localizado, mas muitas vezes não.  Enquanto dentro dos corpo, os implantes são muitas vezes encapados por uma membrana de proteção.
É claro, vários dos “implantes alienígenas” que eram removidos foram enviados para laboratórios para análise.  Infelizmente, nenhum foi identificado como representando uma prova definitivamente de contato “alienígena”.  Talvez a tecnologia alienígena seja simplesmente além de nossa compreensão, bem como um de nossos aparelhos eletrônicos seria se fosse entregue à uma tribo da idade das cavernas.  Alguns também suspeitam que os implantes parem de funcionar uma vez que são removidos do corpo.

Origens e propósitos dos implantes alienígenas

Leir fez cirurgia somente em pacientes que não tinham previamente se submetido a hipnose, porque ele sabia que os céticos de OVNIs iriam alegar que a experiência hipnótica os induziu a imaginar todos os tipos de coisas fantásticas.  Porém, muitos dos pacientes se submeteram à hipnose após a remoção.  Nessas sessões de regressão hipnótica, relatos de pacientes sobre avistamentos de OVNIs, ou até mesmo sendo vítimas de abduções alienígenas, são muito comuns.
Se os ‘implantes alienígenas’ realmente representam uma tecnologia extraterrestre, então qual seria o seu propósito?  A sugestão mais sinistra é a de que eles sejam algum tipo de aparelho para o controle da mente.  Já que as vítimas finalmente procuram ajuda, se eles fossem para o controle da mente, os implantes então possuiriam uma limitada efetividade.   Talvez eles sejam somente aparelhos de monitoramento que enviam relatórios de volta para os OVNIs e os alienígenas, sobre a localização e condição das vítimas.  Histórias de abduções repetidas, até mesmo abduções durante toda a vida de uma pessoa, são muito comuns.  Isto sugere que os alienígenas estejam interessados em monitorar indivíduos específicos.  Não temos nenhuma forma de saber o que os fazem escolher uma pessoa e não a outra para seus procedimentos invasivos.

Implantes alienígenas – Conclusão

A ideia de implantes alienígenas dentro de nossos corpos é profundamente assustadora.  Podemos somente esperar que, se estes implantes são realmente de origem extraterrestre, eles possam um dia nos dar pistas sobre quem são seus criadores, e quais são as suas intenções.
Roger Leir faleceu em 14 de março de 2014, sem conseguir desvendar o mistério dos supostos implantes alienígena.

Fontelocklip.com

Encontros imediatos no Afeganistão

Luzes no céu
Muito antes do Afeganistão ter se associado com a “Guerra Contra o Terror”, coisas estranhas e misteriosas estavam acontecendo nos céus daquele país.  E isso chegou a tanto, que o Departamento de Estado dos EUA ficou interessado no assunto.
Estamos falando de OVNIs.  Estamos também falando de arquivos anteriormente secretos sobre o assunto, os quais foram liberados sob a legislação de Liberdade da Informação.  Em 04 de fevereiro de 1981, um certo Sr. Archard – reportando para a Embaixada dos EUA em Aslamabad, Paquistão – preparou um documento intitulado “Close Encounters in Afghanistan” (Encontros Imediatos no Afganistão).  Trata-se de um documento que possui um tema distinto sobre OVNIs, mas que também endereça à questão dos OVNIs poderem ser dispositivos secretos da antiga União Soviética.  Seja lá qual for a verdade, tudo começou em 1980, e continuou a preocupar as autoridades estadunidenses em 1981.
Archard escreveu:
“Estou convencido que há substância em muitos dos relatos de viajantes do Afeganistão, de que o Exército Vermelho esteja usando lá um tipo de luz de alta intensidade e muito poderosa.  A luz pode ser usada em conexão com a defesa de perímetro e/ou segurança nas estradas.  Ouvimos e reportamos relatos deste fenômeno desde setembro, primariamente de jornalistas e aventureiros.  Estes descreveram estranhas luzes iluminando amplas porções – tipicamente muito de, ou mais do que, um quarto (25%) – do céu do Afeganistão.  Os locais dos avistamentos reportados a nós têm sido Ghazni (agosto de 1980), Nuristan (setembro de 1980) e Khost (janeiro de 1981).
A documentação do Departamento de Estado continua com o seguinte:
“Relatos possuem em comum as mais brilhantes das luzes, as distâncias das quais elas são discerníveis, e o tamanho das áreas que elas parecem iluminar (mais – talvez muito mais – do que 5 milhas (8 km) em diâmetro).  Relatos diferem; alguns falam sobre fachos estreitos que são comparados com lasers ou luzes de holofotes, como parte do fenômeno.  A maioria, porém, fala de iluminação mais difusa.  Relatos também diferenciam quanto ao fato das luzes vagarosamente se encherem ou minguarem, ou alcançarem a intensidade máxima e desligarem instantaneamente.”
Archard notou este estranho estado das coisas:
“Tenho sido cético sobre as histórias que possuem OVNIs, até que o produtor da NBC, Joe DeCola, retornou de Paktia no mês passado.  Acabei conhecendo Decola bem e o considero um observador cuidadoso e preciso.  Enquanto ele estava passando por Khost (Matun), por volta de primeiro de janeiro, DeCola e sua equipe ‘viram a luz’.  Naquele momento eles estavam a 12 milhas (19 km) ao sul da guarnição militar de Khost.  Quando eles perceberam, a luz parecia ter uma grande intensidade.”
Archard adicionou que a primeira impressão, tanto de Decola quanto de sua equipe, foi que “…ela estava suspensa por um helicóptero, o qual estava procurando por eles. Ela não se moveu, porém, não havia nenhum motor de aeronave ou ruído perceptível.  Eles deixaram a área tão rapidamente quanto possível, mas tinham certeza que a luz permaneceu visível e estacionária por pelo menos 20 minutos.  A impressão de DeCola foi que a luz era gerada por uma fonte aérea à uma altitude de dezenas de metros.  Devido ao fato dela não se mover, e não haver barulho de motor, ele acha que ela poderia estar sendo suspensa por um balão. Como outras testemunhas, ele reportou estar nervoso pela intensidade e magnitude das luzes e imagina se ela era intencionada a primariamente assustar atacantes em potencial.”
Archard perguntou a Decola se ele – DeC0la – pensava ser possível que a luz poderia estar vindo de “…algo como tochas de magnésio, como são usadas pelo exército dos EUA.  Ele estava seguro que não, pois não havia nenhum movimento e a duração era longa demais.  Quanto aos morteiros lançadores de chama, não havia nenhuma explosão…”
Archard teve o seguinte a dizer sobre o início de fevereiro de 1981:
“Outra história mais específica veio em 3 de fevereiro, do francês Dominique Vargas, com base num avistamento próximo de Asadabad, Kunar, em setembro. Vargas, um fotógrafo profissional, que parecia ter um histórico em ciência e também militar, alega que a luz que viu era ‘mais fria e mais branca’ do que uma luz de tungstênio, que queimaria a 3.500 Kelvin.  À primeira vista, a luz iluminou um diâmetro mínimo de 5 a 10 quilômetros, no que ele descreve como sendo uma forma hemisférica perfeitamente traçada.  O período de iluminação foi de aproximadamente 15 minutos, com o período de maior intensidade começando instantaneamente e durando dois a três minutos.  Subsequentemente, o tamanho do hemisfério iluminado expandiu dramaticamente, enquanto a intensidade da luz dentro dele diminuiu gradualmente até nada.  Vargas pensou que a fonte de luz não estava no ar, pois isto teria produzido uma forma mais do que hemisférica.  Como DeCola, Vargas não escutou nenhum barulho associado com a luz.”
Archard fechou com o seguinte:
“De forma interessante, o fenômeno da luz noturna sobre as Colinas Margala de Islamabad foram vistas por diplomatas e outros há alguns meses, e reportadas na imprensa.  Pensamos que esta era provavelmente uma luz se movendo, da escola clássica dos OVNIs, e não relacionada aos avistamentos do Afeganistão”.
OVNIs genuínos?  Algum tipo de armamento ou aparelho secretos dos soviéticos?  Seja lá qual for a resposta, esta não está nos arquivos do Departamento de Estado dos EUA.  O fenômeno ainda permanece inexplicável.

Psicólogo brasileiro faz tese de doutorado com Ufologia em foco

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Psicólogo brasileiro faz tese de doutorado com Ufologia em foco

O psicólogo Leonardo Breno Martins, também autor do livro Procurado, publicou no dia 04 de janeiro de 2016 tese de doutorado com o título: Na trilha dos alienígenas: uma proposta psicológica integrativa sobre experiências “ufológicas” e “paranormais.
Resumo
A presente pesquisa pretendeu investigar variáveis e processos psicológicos, com ênfase naqueles de interesse imediato da psicologia social, que alicerçam crenças e experiências subjetivas relacionadas a alienígenas, óvnis e paranormalidade. A principal perspectiva para o enfrentamento da questão foi a etnografia, por ela permitir o estudo próximo de realidades pessoal e culturalmente significativas ao redor do tema. As incursões etnográficas se deram em contextos brasileiros urbanos e rurais radicalmente marcados por tais experiências e sistemas de crença-significado. Foram eles a Serra do Cipó e um grupo de contatados em Minas Gerais, um grupo de contatados no Mato Grosso do Sul, a Serra do Roncador, no Mato Grosso, e a comunidade ufológica brasileira, caracterizando uma etnografia multissituada. O tema foi escolhido devido à constatação prévia de que contatos com alienígenas compõem uma das categorias menos investigadas de experiências anômalas, especialmente no Brasil, mas cujas elevada prevalência e conotações psicológicas possuem dimensões superlativas na contemporaneidade, além de constituírem oportunidade privilegiada para compreensão da última. Assim, comparei os diferentes contextos e discuti dimensões intra e intersubjetivas tanto locais quanto transculturais relativas a crenças e experiências anômalas que incluem alienígenas. Complementarmente, discuti qualitativamente dimensões psicológicas das experiências de forma atenta a nuances tanto particulares quanto possivelmente transculturais das mesmas, propondo uma síntese teórica ao final que complementa a pesquisa quantitativa de mestrado que previamente conduzi sobre características de personalidade e de saúde mental de protagonistas de episódios do gênero. A pesquisa atingiu conclusões que perpassam temas diversos como o caráter primário da experiência direta, esquemas cognitivos, dimensões religiosas e espirituais, diferentes formas de racionalidade, a crise de sentido da pós-modernidade, sugestionabilidade, contraintuição, identidade, dissonância cognitiva, entre outros a montar um panorama dinâmico das experiências e crenças relativas a alienígenas.
Para fazer o download completo da tese clique aqui.
– André de Pierre
O artigo acima foi publicado no novo site, recém lançado, do escritor e pesquisador André de Pierre (andredepierre.com). Os assuntos publicados em seu site englobam: história, arqueologia, filosofia e ufologia/ovniologia.
Esta semana ele também irá iniciar uma série de entrevistas com grandes nomes da ufologia/ovniologia nacional, e como ele mesmo diz, “os mais responsáveis também”.
Via..OVNI HOJE

segunda-feira, 7 de março de 2016

O Cardeal medieval que acreditava que em ETs

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Nicolau de Cusa, também conhecido como Nicolau Kues e Nicolau Krebs, foi um homem que não tinha medo de falar o que tinha em sua mente e expressar suas opiniões, as quais eram heterodoxas para sua época.
Não somente ele opunha as visões de Aristóteles de que a Terra era o centro do Universo, mas ele também argumentava a favor da existência de extraterrestres.
Nicolau de Cusa foi um sacerdote que viveu no século XV.  Você poderia pensar que suas visões desafiadores seriam problemáticas para o Vaticano, mas suas opiniões provocadoras não o impediram de se tornar um Cardeal mas tarde.
A ideia de que poderia haver vida extraterrestre no Universo se tornou conhecida pela primeira vez oficialmente no século XX, com a teoria da Pluralidade dos Mundos.  Nicolau de Cusa foi um pensador à frente de seu tempo.
Nicolau de Cusa tinha uma visão única sobre a vida extraterrestre.  Em seu livro De Docta Ignorantia, (algo como A Ignorância Aprendida, 1439-1440), ele claramente expressou que extraterrestres existem em outros planetas:
“A vida, tal como ela existe na Terra na forma de homem, animal e plantas, também é encontrada, vamos supor numa forma alta nas regiões solar e estelares. Ao invés de pensarmos que tantas estrelas e partes dos céus sejam inabitadas e que só esta terra nossa é povoada – e que com seres talvez do tipo inferior – iremos supor que em cada região há habitantes, diferentes em natureza em grau, e todos devendo suas origens a Deus, que é o centro e circunferência de todas as regiões estelares.
Dos habitantes de mundos fora do nosso próprio, podemos saber ainda que não temos padrões pelos quais avaliá-los.
Pode ser conjecturado que na área do Sol exista seres solares, habitantes iluminados e claros, e por natureza mais espirituais do que o que possam habitar a Lua – que possivelmente são lunáticos – enquanto aqueles na Terra são mais rústicos e materiais.”
Parece que Nicolau de Cusa tinha dificuldades em decidir sobre a natureza destes seres extraterrestres.
Algumas vezes, quando escrevendo que a Terra talvez fosse habitada por seres inferiores do que aqueles que habitam outros globos, ele argumentava que a raça humana era inferior.
Em outras ocasiões ele dizia que a raça humana era superior. Ele disse, por exemplo, que não havia nada mais nobre e mais perfeito do que a nossa natureza espiritual.
Nicolau de Cusa não estava sendo logicamente consistente, e nem ele, nem nós, sabemos realmente a natureza dos extraterrestres.
Uma razão do porquê de Nicolau de  Cusa ter contemplado a existência de extraterrestres foi porque ele opunha à visão de Aristóteles, de que a Terra era o centro do Universo. Em sua opinião, Deus era o centro do Universo, e não a Terra.
“O Universo não é uma circunferência, pois se tivesse um centro e uma circunferência haveria algo além do mundo, suposições que falham totalmente quanto a verdade.
Assim, já que é impossível que o Universo seja fechado dentro de um centro corpóreo e de uma fronteira corpórea, não está em nosso poder entender o Universo, cujo centro e circunferência é Deus.  E, embora o Universo não possa ser infinito, mesmo assim ele não pode ser concebido como finito, já que não há limites dentro dos quais ele poderia estar confinado.”
De acordo com Nicolau de Cusa, já que Deus está fora do plano físico, o lugar de direito de um ser inteligente é em todo o lugar.  Poderia haver animais, plantas e até mesmo seres inteligentes em outros planetas.
As escritas e ideias de Nicolas de Cusa não passaram desapercebidas. Ele se tornou uma inspiração para vários astrônomos e grandes pensadores, tais como Giordano Bruno no Século XVI e Tomaso Campanella no Século XVII.
Tanto René Descardes, no Século XVII, quanto o astrônomo francês François Arago, no Século XIX, citam Nicolau como sendo um homem religioso que acreditava na Pluralidade dos Mundos.  Nicolau de Cusa também foi mencionado por Christian Huygens, pelos Bispos John Wilkins e Francis Godwin, e por Otto von Guericke, no Século XVII, e Voltaire no Século XVIII.  Eles muitas vezes o citavam quando discutiam se os extraterrestres eram superiores ou inferiores ao homem.
Nicolau de Cusa aprovava a ideia de outros mundos habitados.  Hoje esta é uma ideia que poucos debateriam, mas na sua época era uma teoria desafiadora e heterodoxa.

Fontelocklip.com

Darwin e a procura por vida extraterrestre

Darwin Darwin.

O agente especial Fox W. Mulder, dos Arquivos-X, tem certeza que “A Verdade Está Lá Fora”, principalmente a evidência a respeito de vida extraterrestre.  A ideia de que a vida, mas não tal como a conhecemos, existe em outros mundos é fascinante e tem séculos de idade.  Os filósofos gregos especularam sobre ambientes como o da Terra na Lua, inclusive a possibilidade da existência de povos indígenas.  Mais tarde, a possibilidade de vida extraterrestre foi estendida para todos os planetas conhecidos em nosso sistema solar e além.
Em agosto de 1881, o periódico Science (um predecessor do periódico moderno) publicou um artigo com base nas troca de correspondência entre dois geólogos amadores – o britânico Charles R. Darwin e o alemão Otto Hahn – discutindo a possibilidade de vida extraterrestre.  Somente alguns anos antes, Darwin havia publicadoOn The Origin of Species, argumentando que formas de vida complexas evoluíram muito lentamente através do tempo, a partir de formas simples.
Porém, Darwin encarou um grande problema com esta teoria.  Na época, baseado em cálculos errados da taxa de resfriamento da Terra pelo físico Lord Kelvin, acreditava-se que a Terra tinham somente alguns milhões de anos.
Assim, o planeta parecia ser muito jovem para explicar a complexidade e diversidade da vida moderna. Porém, se micro-organismos complexos já existiam no espaço (a existência dos quais seria mais antiga do que a formação da Terra), e somente mais tarde eles evoluíram até chegaram a ser animais terrestre, poderia resolver esta aparente contradição.
A vida vinda do espaço sideral não era uma ideia nova.  Em 1865, o físico alemão Hermann Eberhard Richter argumentou que a vida era comum no Universo.  Protegida dentro de fragmentos rochosos, micro-organismos poderiam viajar no espaço e agir como sementes em planetas, evoluindo num curto período de tempo para complexos organismos, após a rocha anfitriã impactar um planeta apropriado.
Otto Hahn foi um famoso advogado que se tornou naturalista e geólogo amador, com um interesse especial na origem da vida. Hahn já tinha publicado alguma pesquisa sobre Eozoön ou Eozoon, apropriadamente chamado de “animal da aurora”, pois ele supostamente predatava todas as formas de vida conhecidas. OEozoön era um fóssil Archaean enigmático (500 a 1.000 milhões de anos atrás), que foi descoberto em formação de calcários canadenses, descrito como sendo algum tipo de micro-organismo grande.

Contudo, parecia estranho que a forma de vida mais velha seria um animal altamente evoluído, e o próprio Hahn duvidou primeiramente que se tratava mesmo de um fóssil.  Em 1880, após uma investigação cuidadosa, ele mesmo assim reclassificou o Eozoön como sendo uma alga antiga, remanescente do fóssil Eophyllum(“dawn plant”).
Após esta descoberta, Hahn repentinamente começou a descobrir fósseis de organismos primitivos em todos os tipos de rochas.  Não somente em rochas sedimentares, formadas por conchas e fragmentos de animais mortos, mas também em antigas rochas metamórficas, parcialmente derretidas, e até mesmo em rochas igneas, como o granito e o basalto, formadas por cristalização do magma derretido.  Ele publicou suas observações num livro de 1879, intitulado Die Urzelle (A Célula Primordial), argumentando que, de fato, todas as rochas (sedimentares, metamórficas e magmáticas) eram de origem sedimentar, compostas de conchas destes minúsculos micro-organismos primordiais, todavia não identificados.  Ele até mesmo enviou uma cópia de seu livro para Charles Darwin, convidando-o a promover esta revolucionária descoberta.

Hahn logo adicionou algum material extraterrestre à sua coleção de rochas derivadas de micro-organismos.  Não supreendentemente, ele também descobriu suas células primordiais em amostras de meteoritos, que pareciam ser esponjas, e até mesmo corais.  Ele publicou sua descoberta no livro de 1880 Die Meteorite (Chondrite) und ihre Organismen (Os Meteoritos Chondritic e seus Organismos), que também foi um dos primeiros livros a incluir seções de rochas extraterrestres.  Hahn argumentou que os meteoritos estudados eram remanescentes de nuvens de gás, vapor, poeira e água cósmicos, os quais predatavam o nosso sistema solar. Neste ambiente semi-líquido a vida se formou, evoluindo para o estado de invertebrados primitivos.  Após a formação dos planetas, os meteoritos transportaram estes organismos primitivos para a Terra, onde eles continuaram a evoluir, até a aparição dos humanos.
Este livro também foi enviado a Darwin, que  – adequado à sua maneira cautelosa – agradeceu pelo presente, respondendo a Hahns que sua hipótese científica era digna de maiores investigações:
“Se você obter sucesso em convencer vários juízes como sendo digno de confiança como o Professor Quenstedt*, você certamente fará uma das mais notáveis descobertas já registradas.  *(Friedrich August Quenstedt (1809-1889) era na época um famoso professor alemão de mineralogia e geologia.)
Porém, numa carta particular ao amigo, Hahn alegou: “Darwin pronunciou: é uma das mas importantes elucidações já feitas“.  Estranhamente, num artigo de 1881, outro comportamento improvável de Darwin apareceu. Supostamente, Darwin, observando fragmentos de rocha sob um microscópio, pulou de sua cadeira exclamando, “Deus todo poderoso! Que descoberta maravilhosa! Maravilhosa” e declarando que verdadeiramente “a vida desceu” do espaço.
Não há evidência de que Hahn visitou Darwin na Casa Down em Kent, para mostrar a ele suas amostras. Darwin tinha estudado vulcões e rochas igneas, explicando-as como cristalizações de rochas derretidas.  Assim, parece muito improvável que ele compartilhou da teoria de Hahn, de que as rochas eram constituídas de pequenos micro-organismos.  Também, parece improvável que Darwin acreditava ser necessário relocar a origem da vida para o espaço.
Darwin nunca falou em público sobre o mistério dos mistérios que é a origem da vida.  Sua teoria da seleção natural trabalha com a diversificação das formas de vida já se reproduzindo e nunca foi intencionada a explicar sua origem. Em cartas particulares, ele propôs uma evolução química na sopa primordial, mas também reconheceu que a ciência contemporânea ainda não era capaz de testar esta hipótese.
Quanto a suposta contradição entre a jovem idade da Terra e as formas de vida altamente evoluídas, Darwin já tinha publicado vários contradições às alegações do Lord Kelvin nas edições posteriores de seu Origem das Espécies.  Havia tempo suficiente para a vida extraterrestre evoluir, mesmo sem a intervenção extraterrestre.
Porém, há ainda muitos furos na tese de Darwin, e ainda não está explicado o porquê dos outros macacos, embora tendo o mesmo tempo de evolução do homem, não conseguirem atingir ainda o mesmo nível intelectual humano.
E quanto a isso, é bom mesmo. Já imaginou o que ocorreria com duas espécies diferentes, ou mais, de símios beligerantes num planeta tão pequeno? Uma só já está estragando com tudo.

Fonteforbes.com

Estranhos sons e barulhos de motores no subterrâneo

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Por muitos anos, sismólogos e geofísicos têm estudos vários locais onde um ‘zumbido’ inexplicável é reportado. Taos, no estado do Novo México – EUA, está entre as localizações mais famosas onde moradores têm reportado um estranho zumbido grave, embora áreas no oeste da Grã-Bretanha, bem como outros locais também têm reportado ruídos similares, cujas origens são desconhecidas.
No ano passado, um estudo apresentado no Geophysical Research Letters sugeriu que a causa latente dos misteriosos ‘zumbidos’ seria a atividade microsísmica causada pelas ondas do oceano, resultando de ondas nas profundidades, se movendo pelas escarpas e outras formações ao longo do fundo do oceano.  Este processo, junto com as colisões entre as correntes oceânicas, podem resultar em ondas sísmicas, as quais acredita-se resultarem num ‘zumbido’ ressonante em certos locais.
Porém, na literatura científica a respeito de barulhos anômalos na natureza, há também exemplos onde os sons em questão parecem ser bem diferentes.  Dois casos envolvendo ruídos, que além de serem um ‘zumbido’ misterioso, na verdade soam como motores de algum tipo, foram reportados no final da década de 1970, como registrado pelo físico William R. Corliss.  O primeiro dos dois relatos ocorrreu no estado do Colorado em 1970, como reportado por T. Adams e um grupo de pessoas acampando, com as quais ele havia se unido na noite em questão:
“Acampando na encosta oeste do Sangre de Cristo, ao noroeste do Monte Blanco e ao sul das Dunas de Areia, escutamos os sons em 1970.  Dois ou três noites em sucessão, ele aumentava de volume após a meia-noite e abaixava antes do nascer do Sol.  Não era alto o suficiente para ser ouvido enquanto conversávamos, mas definitivamente soava como um motor de algum tipo, com a sugestão de um chiado similar a um dínamo.  E outros tinham dito que ele algumas vezes parecia mais alto quando se colocava um ouvido contra o solo.  Uma pessoa podia facilmente imaginar que o som estava vindo debaixo da superfície, mas se vinha ou não permanece sendo algo especulativo.”
Um incidente similar ocorreu próximo de Yakima, no estado de Washington, no outono de 1978, como reportado por oficiais de controle de fogo que operavam na Reserva Indígena de Yakima:
“Em setembro de 1978, o som de turbinas ou motores subterrâneos foram escutados ao redor da Torre Sopelia, na parte sul da Reserva Indígena, por sete horas (aproximadamente entre as 21h00 e 16h00, entre 3 e 4 de setembro).  De acordo com uma declaração de W. J. Vogel, Oficial Chefe do Controle de Incêndio, o ruído era como uma ‘turbina’ ou ‘hélices não sincronizadas de uma aeronave multi-motor’. Quando solto fora da estação de vigilância, o cão da vigia mostrava ansiedade, e sentia-se vibrações mal perceptíveis sob os pés, quando ficava-se em pé por sobre uma laje de concreto.  A vigia disse que tinha ouvido o mesmo som durante o verão de 1978, mas sempre durante a noite.”
O primeiro destes dois relatos parecia indicar que aqueles que ouviram os ‘misteriosos motores’ não estavam completamente seguros que os sons vinham do subsolo; o segundo relatório indicou uma leve vibração por aqueles que lá estavam, bem como um registro de ‘perturbação animal’ indicada pelo comportamento do cão.
Por muitos anos, muitas pessoas têm especulado que os estranhos zumbidos e tremores deste tipo possam estar indicando a presença de instalações subterrâneas, como aquelas que supostamente existem em locais de alta segurança, como a Área 51 no estado de Nevada.  Porém, poderia realmente ser que a hipótese das ‘correntes profundas do oceano’ possam explicar estes misteriosos sons?
De acordo com o trabalho apresentado no Geophysical Research Letters, microsismos causado pela atividade no fundo do mar podem durar entre 3 a 10 segundos, com uma periodicidade que dura quase 300 segundos. Contudo, mesmo os autores do estudo expressaram que estas longas características sísmicas têm sido ‘fortemente debatidas’, o que parece indicar opiniões diferentes quanto ao fato da presente determinação a respeito destes fenômenos seja mesmo conclusiva.
Embora ela permaneça sendo uma possível solução para o mistério, podem bem haver outros fatores que contribuem com estes misteriosos ruídos subterrâneos. Entre as fontes especulativas, há fatores que vão desde linhas de transmissão enterradas e pulsos de radar, até o funcionamento de algum motor à distância.  Seja lá quais forem suas fontes, os sons permanecem sendo um mistério peculiar, possivelmente de significância geofísica que ainda deve ser determinada.
Vale lembrar que estes ruídos misteriosos também são escutados em várias cidade do Brasil, e muitos estudiosos do fenômeno dos OVNIs suspeitam que possam ser uma indicação de atividade alienígena, ou de alguma civilização subterrânea.  Mas tudo isso continua ainda sendo pura especulação, não havendo nenhuma constatação científica quando a este respeito.