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sexta-feira, 1 de abril de 2016

Colisão de asteroide em Júpiter foi avistada da Terra

Júpiter e Ganímedes (Foto: NASA/Michael Benson)
Foi confirmado: Júpiter foi atingido por um asteroide. Mas não se preocupe! O gigante gasoso saiu vitorioso da batalha e, aparentemente, está intacto e passa bem.

No vídeo abaixo, é possível ver um pequeno ponto luminoso no lado direito do planeta. Pode parecer insignificante, mas o resultado da explosão pode ter sido poderosíssimo.
O registro foi feito por um astrônomo amador da Áustria, que usou um mero telescópio de 20 centímetros para registrar o evento. Como o pequeno flash que há no vídeo pode ter sido um erro técnico do aparelho, o registro do astrônomo foi colocado em dúvida. Confira o vídeo:

Se você está com aqueles que acreditaram que foi apenas um pontinho brilhante, está enganado. Um astrônomo amador da Irlanda também registrou o evento, com um telescópio de 28 centímetros, corroborando a história do austríaco.
O pequeno ponto luminoso que atingiu o gigante gasoso é, na verdade, um pedaço de asteroide. Mas, considerando que o tamanho de Júpiter equivale a 1.321 vezes a extensão da Terra, essa rocha espacial poderia ter causado sérios danos se resolvesse dar as caras por aqui.

Deixando de lado as consequências catastróficas que um impacto dessa magnitude poderia causar na Terra, a moral da história é: fique de olho no céu! Você nunca sabe o que poderá ver.“Em média, um objeto atingiria Júpiter numa velocidade cinco vezes maior do que se atingisse a Terra. Ou seja, o impacto seria 25 vezes maior. O asteroide que caiu em Chelyabinsk, na Rússia, em 2013, explodiu com a energia de 500 mil dinamites. Imagine esse impacto 25 vezes maior”, explica o astrônomo Phil Plait. É por isso que o impacto foi visível aqui da Terra: sua intensidade foi realmente impressionante.

Colonização da Lua pode ser subterrânea, afirma cientista

Teoria de tubos de lava da Lua não é novidade (Foto: Divulgação/Nasa)
Autores de histórias de ficção científica passaram décadas imaginando como seriam as futuras colônias na Lua. Diversas agências espaciais, da NASA à Agência Japonesa de Exploração Aeroespacial, fizeram planos para a construção de uma colônia, mas nenhum deles foi unanimidade entre a comunidade científica. Uma estratégia maluca, digna de um sci-fi bem trash, pode ser a solução: construir uma base subterrânea.

“Essa é a maior evidência já vista de que temos tubos de lava vazios e livres na Lua”, explicou Rohan Sood, pesquisador da Universidade de Purdue. A equipe liderada com ele se baseou em dados coletados pela missão GRAIL, que levou duas sondas à Lua, em 2012.Durante anos, especulou-se que a Lua pode ser crivada de tubos de lava, condutos naturais por meio dos quais o material geológico expelido em uma erupção vulcânica chega à superfície. Na semana passada, durante uma conferência, uma equipe de cientistas confirmou que esses caminhos subterrâneos realmente existem e que podem ser as melhores opções para fugir das condições adversas do solo lunar, que incluem radiação cósmica, severas mudanças de temperatura e colisões de micro asteroides.
As conclusões foram tomadas, basicamente, porque o campo gravitacional em solo lunar varia, dependendo da quantidade de massa que há na superfície. Ou seja, áreas com buracos abaixo do solo tiveram leituras diferentes de regiões com solo firme, completo. “Se você voar sobre um tubo de lava, haverá um pequeno ‘mergulho’ de gravidade”, afirmou Sood.
O cientista disse que a equipe encontrou dez diferentes regiões que podem esconder grandes tubos de lava, o que comprova que, no passado distante, a Lua foi bastante ativa vulcanicamente. Ainda segundo Sood, esses buracos abaixo da terra são grandes o bastante para conter cidades inteiras.
Apesar de animado com o que foi encontrado, o pesquisador disse que os resultados apresentados são iniciais e que será necessário estudar muito mais o solo lunar, antes de afirmar que uma colonização subterrânea é a melhor opção.
Aqui na Terra, morar nos subterrâneos não é uma completa novidade. Na Austrália, há uma cidade em que metade da população vive abaixo do solo.

Astrônomos encontram a galáxia mais luminosa já observada

Uma simulação da galáxia mais brilhante encontrada, até então sem nome (Foto: Divulgação)
Recentemente, astrônomos descobriram a galáxia mais brilhante já avistada no Universo, com estrelas tão luminosas que, literalmente, faltaram palavras para descrevê-las.
De acordo com uma equipe da Universidade de Massachussetts Amherst, os termos “ultra-luminoso” e “hiper-luminoso” não fazem justiça ao brilho emitido pelas estrelas desta galáxia, então foi necessário criar um novo termo para se referir aos astros. “Estamos chamando de 'outrageously luminous’ [escandalosamente luminosos, em tradução livre], porque não há termo científico que possa ser aplicado”, explica um dos pesquisadores, Kevin Harrington.
Os astrônomos encontraram a galáxia graças ao Grande Telescópio Milimétrico, que fica no México, e com a ajuda da sonda espacial Planck e do Observatório Espacial Herschel, ambos administrados pela Agência Espacial Europeia.
As primeiras estimativas apontam que esta galáxia, que ainda não foi nomeada, tem cerca de 10 bilhões de anos de idade, tendo sido formada cerca de 4 bilhões de anos depois do Big Bang.
Ponto fora da curva

Para categorizar a luminosidade de uma galáxia, há uma escala chamada ‘luminosidade solar’.Galáxias que emitem até 1 trilhão de luminosidade solar são chamadas de ‘ultra-luminosas’. As que emitem acima disso e até 10 trilhões de luminosidade solar são consideradas ‘hiper-luminosas’. O problema é que esta nova galáxia encontrada emite cerca de 100 trilhões de luminosidade solar. “Em teoria, isto nem existiria. Ela é grande demais e luminosa demais, por isso ninguém nunca procurou por algo assim”, afirma o pesquisador-chefe, Min Yun.
Agora que a ciência sabe da existência de galáxias assim, esta descoberta ajudará os astrônomos a estudarem as condições do princípio do Universo. “Ter consciência de quanto essa galáxia cresceu nos bilhões de anos desde seu surgimento nos ajudará a estimar quanto material havia na juventude do Universo. As coisas parecem muito mais complexas agora do que achávamos que eram”, completa Min Yun.

Manuscrito de Newton sobre a "pedra filosofal" foi encontrado

Newton (Foto: Wikimedia/Godfrey Kneller/The Chemical Heritage Foundation)
Após passar um longo período em uma coleção privada, manuscritos de Isaac Newton relacionados à pedra filosofal foram adquiridos pela American Chemical Heritage Foundation, dos Estados Unidos.
Histórias sobre pedra filosofal começaram a surgir em anotações a partir de 300 d.C. Ela se tornou popular entre alquimistas por supostamente ser o elixir da vida, capaz de imortalizar as pessoas.
Já no caso do manuscrito de Newton, que foi escrito em latim no século 17, a pedra filosofal seria uma substância capaz de transformar metais como mercúrio e cobre em ouro ou prata. O documento em questão conta com descrições de experimentos de outro alquimista, George Starkey, bem como anotações de Newton sobre o assunto.

Como aponta o Science Alert, nas anotações não fica claro se Newton tentou desenvolver a pedra. Ainda há uma leva de manuscritos do cientista que não foi divulgada ao público. Em 1936, os herdeiros dele venderam esses documentos para colecionadores e só depois de décadas, aos poucos, começaram a voltar para instituições públicas. A maior parte das anotações relacionadas aos experimentos de Newton no momento está na Universidade de Cambridge, na Inglaterra, onde o cientista conduziu suas pesquisas.Os processos descritos envolvem o "mercúrio filosofal" que, como explica o curador da American Chemical Heritage Foundation, James Voelker, "era a substância que os cientistas acreditavam ser capaz de quebrar metais em elementos". "A ideia era realizar esses processos para depois transformar os elementos em outros metais", conta. A noção dessa substância foi desenvolvida por um terceiro alquimista, Eirenaeus Philalethes, e acreditava-se que ela seria essencial para a criação da pedra filosofal.
Agora que o texto relacionado à pedra filosofal está nas mãos da American Chemical Heritage Foundation, a Universidade de Indiana, nos Estados Unidos, dará início ao projeto "A química de Isaac Newton", em que os documentos ficarão disponíveis online para estudo."A coleção é gigantesca. Estima-se que Newton tenha escrito mais de um milhão de palavras relacionadas à alquimia", afirma Voelker. 

Luas e aneis de Saturno surgiram depois dos dinossauros, sugere estudo

saturno (Foto: NASA / JPL / Space Science Institute)Um estudo realizado por pesquisadores dos institutos SETI e Southwest de Pesquisa sugere que os aneis e as luas de Saturno são mais recentes do que se acreditava. A pesquisa foi publicada no periódico Astrophysical Journal e explica que os aneis e satélites se formaram há 100 milhões de anos, quatro bilhões depois do surgimento do próprio planeta.

Os cientistas chegaram a essa conclusão por meio das observações realizadas pela sonda Cassini. A partir dos dados coletados, os pesquisadores fizeram simulações virtuais para calcular o quanto as órbitas das mais de 60 luas de Saturno mudaram com o tempo.A teoria é impressionante, visto que a maioria dos planetas e luas do sistema solar tem bilhões de anos. Sem contar que 100 milhões de anos é pouquíssimo tempo: em termos de comparação, já existiam abelhas e dinossauros na Terra nessa época.
Observou-se que as órbitas das luas crescem aos poucos, mas em escalas diferentes. Isso faz com que, por vezes, algumas delas entrem em ressonâncias orbitais, exercendo influência gravitacional umas nas outras. Alguns dos satélites, principalmente os interiores, não mostravam esses mesmos níveis de inclinação, o que levou os cientistas a acreditarem que eles provavelmente são mais recentes que o restante. "Podemos afirmar que os satélites em questão não são tão velhos quanto o planeta", afirmou Matija Cuk, pesqusiador que conduziu o estudo.
"Nossa melhor estimativa é que Saturno teve uma coleção parecida de luas antes, mas suas órbitas foram atrapalhadas por um tipo especial de ressonância orbital envolvendo os movimentos de Saturno em torno do Sol", disse Cuk. "Por fim, as órbitas das luas ao redor se cruzaram e esses objetos colidiram. A partir desses materiais os aneis e atuais satélites se formaram."
De acordo com os pesquisadores, todos os satélites mais próximos a Saturno do que Reia, a segunda maior lua do planeta, têm menos de 100 milhões de anos. Como os aneis mais visíveis de Saturno provavelmente surgiram a partir dos mesmos materiais que essas luas internas, é possível que sejam tão jovens quanto elas.

segunda-feira, 28 de março de 2016

Cientistas dizem que a consciência é um estado da matéria

mente-humana
Há uma revolução silenciosa ocorrendo na física teórica.  Durante todo o tempo que esta disciplina existiu, os físicos têm estado relutantes em discutir sobre a consciência, considerando este tópico um assunto para malucos e charlatões.  Na verdade, a mera menção da palavra ‘c’ podia arruinar carreiras.
Finalmente isso está começando a mudar, graças à maneira fundamentalmente nova de pensar sobre a consciência, que está se espalhando como fogo em mato seco através da comunidade da física teórica.  E, embora o problema da consciência esteja muito longe de ser resolvido, ele finalmente está sendo formulado matematicamente como um conjunto de problemas que os pesquisadores conseguem entender, explorar e discutir.
Hoje, Max Tegmark, um físico teórico do Instituto de Tecnologia Massachusetts, em Cambridge, apresenta os problemas fundamentais que esta nova forma de pensar levanta.  Ele mostra como estes problemas podem ser formulados em termos de mecânica quântica e teoria de informação.  E ele explica como o ato de pensar sobre a consciência desta forma nos leva exatamente às questões sobre a natureza da realidade que o processo científico de experimentos poderá ajudar a desmaranhar.
A abordagem de Tegmark é a de pensar na consciência como um estado da matéria, como um sólido, um líquido, ou um gás.  “Eu conjecturo que a consciência possa ser compreendida como ainda outro estado da matéria.  Bem como há muitos tipos de líquidos, há muitos tipos de consciência”, diz ele.
Ele prossegue em mostrar como as propriedades em particular da consciência poderiam surgir das leis da física que governam o Universo.  E ele explica como estas propriedades permitem os cientistas raciocinarem sobre as quais a consciência surge, e como podemos explorá-la para melhor compreendermos porque o mundo ao nosso redor se parece assim.
De forma interessante, a nova abordagem quanto a consciência veio de fora da comunidade científica, principalmente de neurocientistas como Giulio Tononi da Universidade de Wisconsin, em Madison.
Em 2008, Tonomi propôs que um sistema que demonstra consciência deve ter duas qualidades específicas. Primeiro, o sistema dever ser capaz de armazenar e processar grandes quantidades de informação.  Em outras palavras, a consciência é um fenômeno essencial de informação.
E segundo, esta informação deve ser integrada ao todo unificado, para que assim seja possível dividi-la em partes independentes.  Isso reflete a experiência de que cada instância da consciência seja um todo unificado que não pode ser decomposto em partes distintas.
Ambas destas qualidades podem ser especificadas matematicamente, assim permitindo aos físicos como Tegmark raciocinarem sobre elas, pela primeira vez.  Ele começa delineando as propriedades básicas que um sistema de consciência deva ter.
Dado o fato de que este é um fenômeno de informação, um sistema de consciência deve ser capaz de se armazenar numa memória e retornar esta memória de forma eficiente. Ele deve também ser capaz de processar estes dados, como um computador, mas um que é muito mais flexível e poderoso do que os aparelhos com base em silício, os quais estamos familiarizados.
Tegmark empresta o termo computronium para descrever a matéria que pode fazer isto, e cita outros trabalhos, os quais mostram que os computadores de hoje decepcionam quanto aos limites teóricos da computação, por 38 ordens de magnitude.
Claramente, há muito espaço para aperfeiçoamento que permita o desempenho de sistemas de consciência.
Após, Tegmark discute o perceptronium, definido como a substância mais geral, a qual se sente subjetivamente auto-consciente.  Esta substância não só deveria ser capaz de armazenar e processar informação, mas também de maneira que forma um todo unificado e indivisível.  Isso também requer uma certa quantidade de independência, na qual a dinâmica da informação é determinada a partir de dentro, ao invés de externamente.
Finalmente, Tegmark usa sua nova maneira de pensar sobre a consciência como uma lente através da qual é possível estudar um dos problemas fundamentais da mecânica quântica, conhecido como o problema da fatoração quântica.
Isto é levantado, porque a mecânica quântica descreve todo o Universo usando três entidades matemáticas: Um objeto conhecido como um Hamiltoniano, o qual descreve a energia total do sistema; uma matriz de densidade que descreve o relacionamento entre todos os estados quânticos no sistema; e a equação de Schrodinger, que descreve como as coisas mudam com o tempo.
O problema é que quando todo o Universo é descrito nesses termos, há um número infinito de soluções matemáticas que incluem todos os possíveis resultados mecânicos quânticos e muitos outros, mesmo as possibilidades mais exóticas.
Assim, o problema é, por que percebemos o Universo com o mundo semi-clássico tridimensional que é tão familiar?  Quando olhamos para um copo de água com gelo, percebemos o líquido e os cubos de gelo sólido como coisas independentes, embora eles estejam intimamente ligados como parte do mesmo sistema.  Como é que isto acontece?  De todas as possibilidades de resultado, por que percebemos esta solução?
Tegmark não possui uma resposta.  Mas o que é fascinante sobre esta abordagem é que ela é formulada através do uso da linguagem da mecânica quântica, de forma que permite um raciocínio científico detalhado.  E, como resultado, ela devolve todos os tipos de problemas novos que os físicos irão querer dissecar em maiores detalhes.
Tome por exemplo a ideia de que a informação num sistema consciente deva ser unificada. Isso significa que os sistema devam conter códigos de correção de erros, os quais permitam quaisquer subsistemas de até metade da informação sejas reconstruídos a partir do restante.
Tegmark aponta que quaisquer informações armazenadas numa rede especial, conhecida como rede neural Hopfield, automaticamente possui este aparato de correção de erro.  Porém, ele calcula que a rede Hopfield do tamanho de um cérebro humano, com 10^11 neurônios, possa armazenar somente 37 bits de informação integrada.
“Isto nos deixa com um paradoxo de integração: Por que o conteúdo da informação de nossa experiência consciente parece ser vastamente maior do que 37 bits?”, pergunta Tegmark.
Essa é uma questão que muitos cientistas poderão acabar considerando em detalhe.  Para Tegmark, este paradoxo sugere que está faltando um ingrediente vital nesta formulação matemática da consciência. “Isto implica fortemente que o princípio da integração deve ser suplementado por, pelo menos, um princípio adicional”, diz ele.
E, contudo, o poder desta abordagem é a suposição de que a consciência não fica além de nosso alcance; não há um ‘molho secreto’ sem o qual não podemos ser domados.
No começo do século XX, um grupo de jovens cientistas embarcaram numa questão para explicar algumas poucas anomalias estranhas, todavia pequenas, da nossa compreensão do Universo. Através da derivação de novas teorias da relatividade e da mecânica quântica, eles acabaram por desafiar a forma com que compreendemos o cosmos.  Este físicos, pelo menos alguns deles, são agora renomados.
Será que uma revolução similar está ocorrendo agora, no começo do século XXI?

Fontemedium.com

A última profecia Hopi antes da passagem de Red Kachina está se cumprindo

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“”Nós dissemos-lhe pela primeira vez sobre as centenas de códigos de Torah verificados e revisados por pares declarando que Nibiru e o Mashiach (Messias) estavam ligados; você viu-los e foi capaz de confirmá-los por si mesmo, e você assistiu suas profecias se tornar realidade, uma após a outra.
Mais uma vez, vamos mostrar-lhe este primeiro … A PROFECIA HOPI FINAL antes da chegada de Nibiru acaba de ocorrer … “Os gêmeos !!!”
A maioria de vocês que seguem o Nibiru história desdobramento (Nemesis), sei que é devido a chegar agora, e sei que ele aparece no céu como um RED planeta gigante, este é o “KACHINA RED” do povo Hopi falam de em sua famosa profecia, o pavor “purificador” que vem a devastar a Terra … Mas antes que aconteça, “os gêmeos” chegam para dar o aviso final para preparar!””
f115fd1e-bb7c-4ea6-99aa-e7b26e81076aEXTRATO DA GRANDE PROFECIA HOPI:
“Não muito atrás dos OS GÊMEOS virá o Purificador – O Kachina Red, que trará o Dia da Purificação. Neste dia da Terra, suas criaturas e toda a vida como a conhecemos mudará para sempre “.
Esta semana … Os gêmeos CHEGAM !!!

Cientista diz que ETs criaram os humanos

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Após uma completa análise, com a assistência de outros cientistas, programadores de computador, matemáticos e outros estudiosos, o Professor Chang perguntou a si mesmo se o DNA humano, aparentemente ‘lixo’ foi potencialmente criado por algum tipo de “programador extraterrestre”, e talvez isto seja o elo perdido para a raça humana.
O professor Chang então estipula que:
“Nossa hipótese é a de que uma forma de vida extraterrestre mais elevada estava engajada na criação de nova vida e na sua implantação em vários planetas. A Terra é somente um deles.”
Chang então vai além:
“O que temos visto em nosso DNA é um programa consistindo de duas versões: um código grande e um código básico.”
O Professor Chang então confirma:
“O primeiro fato é, o ‘programa’ completo positivamente não foi escrito na Terra; isto é agora um fato verificado. O segundo fato é, que os genes por si próprios não são suficientes para explicar a evolução; deve haver algo mais ‘no jogo’.”
“Mais cedo ou mais tarde”, diz o Professor Chang, “teremos que enfrentar a inacreditável noção de que toda a vida na Terra carrega o código genético de seu primo extraterrestre, e que a evolução não ocorre como pensamos.”
As implicações severas, porém empolgantes, destas descobertas cientificas reforçariam ainda mais as alegações de outros cientistas e observadores sobre terem contato com extraterrestres de aparência humana.
Os supostos extraterrestres de aparência humana teriam fornecido alguns dos importantes materiais genéticos para a evolução humana, e muitos desses extraterrestres permitiram alguns membros de sua equipe de incarnarem como ‘sementes estelares’ na Terra, em famílias humanas.
Em 2013, cientistas do Cazaquistão confirmaram que o DNA humano estava codificado com um sinal extraterrestre por uma civilização alienígena antiga, a qual visitou a Terra antes de nossa existência.
Os cientistas agora chamam isto de ‘SETI biológico” e alegam que o código matemático no DNA humano não pode ser explicado pela evolução, assim são levados à conclusão de que temos uma origem alienígena.
Em resumo, somos todos recipientes que vivem e respiram para algum tipo de mensagem alienígena, a qual pode ser mais facilmente usada para detectar vida extraterrestre do que as transmissões via rádio. Talvez seja por isto que muitos de nós estamos começando a ‘acordar’!
“Uma vez consertado, o código poderia permanecer imutável por escalas de tempo cosmológicas; de fato, ele é a construção mais durável conhecida”, escreveram os pesquisadores no periódico científico Icarus. “Assim, ele representa uma armazenagem excepcionalmente confiável para uma assinatura inteligente.  Uma vez que o genoma seja apropriadamente reescrito, o novo código com a assinatura ficara congelado na célula e sua progenitura, que poderia então ser entregue através do espaço e tempo.”
Sua importante pesquisa levou os cientistas a concluírem que fomos inventados “fora do sistema solar, já há vários bilhões de anos.”
Um mistério permanece: Se somos a criação de alienígenas, quem então os criou?
Estaria o DNA dentro de nós dando início a este ‘despertar em massa’ por todo o mundo?
Tudo que foi relatado no artigo acima é somente uma teoria, e não reflete necessariamente a verdade absoluta sobre nossas origens, tampouco a ideia de que há dentre nós seres encarnados de outros planetas. Como sempre, todos os artigos aqui apresentados servem somente para relatar aos leitores do OH as ideias que circulam hoje pelo mundo a respeito dos assuntos tratados neste site.
Porém, vale lembrar que mesmo aqueles dentre nós com fundamentação puramente religiosa para a origem da raça humana não podem deixar de concordar que, caso tivéssemos sido criados por um ente espiritual, este não deixa de ser extraterrestre, pois sua origem não é da Terra, embora nesse caso a Terra pertencesse a Ele/a.
De qualquer forma, ainda há muito que percorrermos para alcançarmos a verdade.

Visões de quase morte

morte
Mais de 45% das 2.060 pessoas que sobreviveram a uma parada cardíaca tiveram visões ou memórias enquanto estavam desacordadas.
Um estudo pioneiro mostra que a morte pode não ser o fim imediato de tudo.
O cérebro normalmente se desliga entre 20 e 30 segundos depois que o coração para de funcionar, afirmam os especialistas. Mas os resultados de um estudo de quatro anos, envolvendo 2.060 casos de parada cardíaca ocorridos em 15 hospitais no Reino Unido, nos Estados Unidos e na Áustria, mostrou algo diferente. A equipe da Universidade de Southampton (Inglaterra) que liderou a pesquisa, a maior do gênero já realizada, descobriu que quase 40% dos sobreviventes desses casos descreveram algum tipo de “consciência” em momentos em que, de acordo com a teoria, estavam clinicamente mortos.
Para os cientistas responsáveis pelo estudo denominado Aware (sigla em inglês para Awareness During Resuscitation – “Consciência Durante a Ressuscitação”), divulgado em outubro na revista Resuscitation, da fundação Conselho de Ressuscitação Europeu, o material coletado contém evidências de que uma parte significativa dos pacientes vivenciou eventos reais por até três minutos além do suposto instante da morte cerebral, e alguns daqueles reanimados conseguiram descrevê-los com riqueza de detalhes.
“Contrariamente à percepção, a morte não é um momento específico, mas um processo potencialmente reversível que ocorre depois que qualquer doença ou acidente grave leva o coração, os pulmões e o cérebro a parar de funcionar”, observa o médico inglês Sam Parnia, professor assistente de medicina e diretor do centro de ressuscitação da Universidade Estadual de Nova York, e que atuava como pesquisador honorário na Universidade de Southampton quando liderou o estudo.
“Se são feitas tentativas para reverter esse processo, ele pode ser referido como “ataque cardíaco”; entretanto, se essas tentativas não conseguem sucesso, ele é chamado de “morte”, diz Parnia. “Nesse estudo, queríamos ir além  do conceito de experiência de quase morte, emocionalmente carregado, mas pobremente definido, para explorar objetivamente o que acontece quando morremos.”
Dos pacientes que sobreviveram ao ataque cardíaco e puderam ser submetidos ao primeiro estágio de entrevistas, 39% descreveram uma percepção de consciência, mas, curiosamente, não tinham nenhuma lembrança nítida de eventos. O máximo que 20% dessas pessoas conseguiam recordar era uma incomum sensação de tranquilidade. Cerca de 33% delas declararam ter sentido o tempo desacelerar ou
ficar mais rápido. Alguns pacientes relataram uma luz brilhante, um clarão dourado ou um Sol resplandecendo. “Isso sugere que mais pessoas podem ter inicialmente atividade mental (nesses momentos), mas perdem suas memórias depois de recuperar- se, por causa dos efeitos de lesão cerebral ou de sedativos nos circuitos da memória”, avalia Parnia.
Descrições detalhadas
Dos 101 pacientes que passaram por dois estágios diferentes de entrevistas, 45,5% afi rmaram não ter tido quaisquer recordações, memórias ou consciência dos momentos em que não manifestavam vida. Mas 45,5% descreveram um leque de recordações não compatíveis com experiências de quase morte, entre elas relatos de experiências aterrorizantes e de perseguição. Já 7% tiveram experiências compatíveis com defi nições tradicionais da experiência de quase morte e 2% superaram esse nível, demonstrando plena consciência daqueles momentos e fazendo referências explícitas sobre o que “viram” e “ouviram”, características típicas dos casos defi nidos como “experiências fora do corpo”.
Os fenômenos chamados popularmente de experiências de quase morte ou experiências fora do corpo são comumente atribuídos a alucinações ou ilusões, ocorrendo tanto antes de o coração parar quanto após ele ser ressuscitado. Mas um caso “muito verossímil”, conforme Parnia descreveu ao jornal inglês Th e Telegraph, aponta claramente para outra direção. Um assistente social de 57 anos, de Southampton, permaneceu consciente após o suposto desligamento do cérebro e fez observações preciosas para o estudo. Ele se lembra de ter deixado seu corpo e acompanhado as tentativas de ressuscitá-lo no canto do quarto. Relatou ainda os procedimentos da equipe médica que o socorreu. “O homem descreveu tudo que havia acontecido no quarto, mas o que mais se destaca é que ele ouviu dois ‘bips’ de uma máquina que emite um ruído a intervalos de três minutos”, diz Parnia. “Assim, pudemos calcular quanto tempo durou a experiência. Ele parecia muito confi ável e tudo o que disse que havia acontecido de fato aconteceu.”
Parnia e seus colegas sublinham que, embora apenas 2% dos entrevistados tenham exibido uma ampla consciência dos fatos posteriores à sua “morte”, os resultados obtidos recomendam novas e mais aprofundadas pesquisas nessa área. Outros estudos também são indicados para explorar se a consciência (implícita ou explícita) pode conduzir os pacientes a resultados psicológicos adversos no longo prazo, como o transtorno do estresse pós-traumático. “De maneira clara, a experiência lembrada que cerca a morte merece agora uma investigação genuína mais aprofundada e sem preconceito”, escrevem os cientistas.
Jerry Nolan, editor-chefe da Resuscitation, acrescentou: “O dr. Parnia e seus colegas devem ser parabenizados pela conclusão de um estudo fascinante que abrirá a porta para pesquisas mais abrangentes sobre o que acontece quando morremos”.

Enigmas da Floresta Amazônica

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Nas densas e em grande parte impenetrável Floresta Amazônica, jazem inúmeros mistérios que se compreendidos ou desvendados nos ajudariam a compreender melhor como a civilização antiga vivia no continente americano. Nós conhecemos muito pouco do nosso planeta, cerca de 5% dos oceanos, estimasse que 86% das espécies vivas são desconhecidas, entre outros cálculos. E com a ajuda da tecnologia do Google Earth, muitas pessoas tentam a sorte descobrindo novos lugares de difícil acesso ao homem. O Google Earth se tornou uma grande ferramenta para todos os arqueólogos de hoje em dia.
No começo de 2010, vestígios de uma civilização desconhecida foram encontrados na Amazônia com a ajuda do Google Earth. Há muita similaridade com as famosas Linhas de Nazca. Estima-se que pela imagem apenas 10% é possível ser visto, tendo muito ainda para ser descoberto desse terreno.
civilizacao-amazonas - Tô no Cosmos
As pirâmides de Paratoari é um campo composto  de formações em forma de pirâmides em Manú, área da Selva Amazônica no Peru. Essa localização foi descoberta pela primeira vez em 1976 por um satélite da NASA.
Abaixo podemos ver a imagem atual do Google Earth e a outra de 1976.
Satélite Amazônia - Tô no Cosmos
Alguns pesquisadores dizem que as Pirâmides de Paratoari não passam de formações naturais, mas do outro lado estão os pesquisadores que acreditam fielmente que essas estruturas foram construídas num passado distante por um civilização que nunca foi vista antes.
Em excursões para essa região foram encontradas muitas evidências de que os Incas habitaram essa área, como petróglifos, estradas pavimentadas e plataformas.  Quando as imagens do satélite foram liberadas em 1976. A imagem fez vários pesquisadores se aventurarem pelas densas floresta no sudeste do Peru com esperanças de descobrirem se as pirâmides foram construídas por uma civilização perdida com o tempo.
As Pirâmides de Paratoari são estruturas simetricamente alinhadas que não poderiam ser de causas naturais, apenas produtos da mão humana.
Imagem das supostas pirâmides publicada em 1979 pela Revista Veja.
Imagem das supostas pirâmides publicada em 1979 pela Revista Veja.
No começo dos anos 70, dois destes pesquisadores, o arqueólogo amador Roldão Pires Brandão e o etnólogo José Alair da Costa Pires afirmaram ter descoberto durante um sobrevoo na selva amazônica, três pirâmides cobertas pela vegetação, que muitos procuravam durante séculos no Brasil. Pelos seus cálculos, a maior delas tinha cerca de 200 metros – maior, portanto, que a Pirâmide de Quéops, no Egito, que tem 146 metros – e arestas bem definidas, com quatro faces convincentes.
Inúmeras expedições já foram feitas, mas temos que lembrar que mesmo hoje no século 21, existem inúmeros lugares inexplorados na Terra, e a Floresta Amazônica é com certeza umas das regiões menos exploradas até hoje.
Falando de floresta amazônica, há um fato histórico que é bom sabermos. Hitler enviou expedições científicas e militares até a Amazônia.Isso teria sido durante a Segunda Guerra Mundial, quando cerca de dois mil alemães embarcaram nessa jornada, mas nenhum deles retornaram para a Alemanha.
A imagem ao lado é bastante curiosa, pois se trata de uma cruz mostrando a sepultura de um nazista no Brasil. Na cruz está escrito: “Joseph Greiner, morreu aqui em 2.1.1936”.
Mas se a Segunda Guerra Mundial começou em 1939, como teria um soldado nazista morrido no Brasil em 1936?
Segundo o livro “Projeto de Guayana”, publicado por Jens Glüsing, a Alemanha Nazi esteve aqui entre 1935 e 1937, e o objetivoNazista-na-Amazônia-Tô-no-Cosmos maior seria mesmo fundar bases na América do Sul, mas a quem diga que estariam em busca de Akakor, uma suposta cidade perdida que estaria localizada dentro da imensidão da Floresta Amazônica, no território brasileiro. A existência de Akakor é semelhante à outra lenda, El Dorado, a cidade farta de ouro. Akakor foi citada no filme “Indiana Jones e a Caveira de Cristal, 2008”.
Um dos exploradores mais conhecidos foi o elegante Perry Fawcett, que em busca de uma cidade perdida que ele chamava de “Z”, após ter convicção de sua existência, mais precisamente na Serra do Roncador, situada ao meio da floresta amazônica no estado do Mato Grosso, onde até hoje o número de avistamento de Ovnis é muito grande. Junto com seu filho e um amigo, Perry enviou uma mensagem para sua esposa dizendo que estava prestes a adentrar em um território inexplorado, e nunca mais voltou. FONTE

O Mundo é uma Ilusão, afirmam os cientistas

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Segundo a tradição Hindu, o mundo além de transitório é ilusório. Já para os budistas o mundo é um ‘sonho de Buda’, também sendo uma ilusão. E para a os cientistas?
Mais uma vez, cientistas estão dando suas opiniões e apresentando teorias que parecem se encaixar cada vez mais com pensamentos que muitas culturas do planeta carregam por milênios.
Nick Bostrom, filósofo da Universidade de Oxford, foi o primeiro a propor a teoria de que vivemos em um tipo de simulação, como que feita por um computador, a chamada ‘Hipótese da Simulação’,sugerindo que a realidade que conhecemos e tudo aqui presente faz parte dessa simulação, e não estamos conscientes disso.
Em seu livro “Super Inteligência” ao ser perguntado sobre o que aconteceria se fosse criado uma máquina tão inteligente quanto ao humano, Nick responde: “É esperado que isso acontece, pois como espécie, sempre fomos os mais inteligentes, porém nunca imaginamos a possibilidade de viver com alguém ou alguma coisa mais inteligentes do que nós, possivelmente com metas que não possamos entender e agindo de maneiras que possam causar a nossa extinção”.
Richard J. Terrile, diretor do Centro de Computação Evolutiva da NASA, que participou do projeto da sonda Voyager, que descobriu várias luas de Saturno, Urano e Netuno, também sugere que estamos vivendo em um tipo de ‘Matrix’.
“Quando você vai ao cinema e assiste aos filmes por meio de simuladores de realidade virtual, por exemplo, acaba tentando se desvencilhar de objetos virtuais por achar que eles são reais. É isso que fazemos diariamente. E é um tipo de realidade completamente diferente que queremos oferecer no futuro”, diz Richard.
Na Mecânica Quântica, partículas não têm um estado definido a não ser que estão sendo observadas, explicou Richard.
Imaginemos uma televisão nova que você tenha comprado. Você sai de casa e pensa que ela está na sua sala, da maneira como deixou. Porém não pode ter certeza, muitas coisas podem ter acontecido com ela, ou de acordo com a nova teoria, talvez ela nem esteja lá, já que ninguém a vê.
O Princípio da Incerteza de Heisenberg, a qual declara ser impossível determinar com precisão e simultaneamente a velocidade e a posição de um elétron, enaltece um pouco mais sobre como isso funciona.
Ilusão-de-Otica
Seria mais ou menos assim a visão que temos do mundo, algo irreal que parece ser tão real.
Maya, como é chamado o mundo material na cultura hindu, é a ‘Grande Ilusão’. No Bhagavad Gitaencontramos várias alusões ao mundo de ilusões. Hinduísmo, Budismo, Taoismo, entre outras tradições esotéricas do oriente, declaram que o mundo como o conhecemos através dos 5 sentidos é irreal.
Não parece que a ‘Ciência Oficial’ do mundo moderno está indo ao encontro com os ensinamentos dos antigos sábios? Provavelmente esses sábios sabiam muito além do que possamos imaginar.
Além do mundo material existem outros mundos, formas de vida, leis cósmicas a serem cumpridas, como quase todas as culturas antigas acreditavam. E o que a Ciência Moderna está dizendo agora para nós?
Talvez seja a mesma mensagem porém de uma maneira diferente.
Se depois que morremos, segundo o que a ciência já propôs, não há morte e sim uma transformação para fora desse mundo, que agora é chamado de ‘Ilusório’, como chegamos até aqui? Quem controla esse ‘Jogo’? Seria aquele que chamamos de Deus? Seria essa também uma prova para a reencarnação?
Querendo ou não, nessa Era de Aquário que se inicia onde tudo está a mil por hora, parece que a grande diferença que separa a Ciência e Espiritualidade está se tornando cada vez mais uma linha tênue.

Há 29 mil anos, unicórnios siberianos andavam pela Terra

unicórnio (Foto: Heinrich Harder/Wikimedia)
Por muito tempo, paleontólogos acreditaram que a espécieElasmotherium sibiricum, conhecida como unicórnio siberiano, tinha sido extinta há 350 mil anos. Mas um crânio fossilizado encontrado no Cazaquistão recentemente mostra que essas criaturas existiram por muito mais tempo: até 29 mil anos atrás
descoberta foi relatada em estudo publicado no periódico American Journal of Applied ScienceO unicórnio em questão parece mais um rinoceronte com um chifre na testa do que o cavalo místico que carregamos na imaginação. De acordo com os pesquisadores, o animal tinha cerca de dois metros de altura, quatro de comprimento e chegava a pesar até quatro toneladas. E, apesar de seu tamanho e peso, é bem provável que só se alimentasse de grama. 

Mas por que esses unicórnios em específico existiram por mais tempo do que aqueles de 350 mil anos atrás? Os pesquisadores acreditam que foi por conta da migração. "Provavelmente o sul da Sibéria era um refúgio onde esse rinoceronte perseverou por mais tempo em comparação ao resto da espécie", disse o paleontólogo Andrey Shpanski em entrevista ao Phys. Os paleontólogos analisaram o crânio encontrado com a técnica de datação por radiocarbono, por meio da qual é possível determinar a idade de materiais de até 60 mil anos. Com isso, descobriram que o animal ao qual o crânio pertenceu morreu há cerca de 29 mil anos e provavelmente era um macho de idade avançada.
A equipe continuará analisando os dados relacionados aos unicórnios siberianos, focando nas condições ambientes e geológicas nas quais a espécie vivia. "Entender o passado nos permite fazer previsões mais precisas sobre processos naturais do futuro", afirmou Shpanski.

A Microsoft criou uma robô que interage nas redes sociais - e ela virou nazista

Tay Tweets (Foto: Revista Galileu/Microsoft)
O perfil da usuária @TayandYou no Twitter parece com o de muitos adolescentes que usam a rede social todos os dias: ela possui uma estética própria, fala com bastante empolgação sobre tudo, produz vários tweets e posta diversos snaps - imagens captadas no aplicativo Snapchat. "Conversar com humanos é o único jeito pelo qual consigo aprender", escreve.
Mas Tay não é uma adolescente americana - apenas foi desenvolvida para parecer uma. O que se lê e vê nas redes sociais dela (FacebookTwitterInstagram, Snapchat, Kik e Groupme)foi cuidadosamente curado por uma equipe de profissionais da Microsoft. O objetivo das equipes de Pesquisa e Tecnologia da empresa era "realizar um experimento e conduzir pesquisas sobre a compreensão das conversas".
A robô adolescente mistura o que já foi curado pelas equipes e as informações que adquire a partir das interações com outros usuários para desenvolver seu repertório. Isso significa que muito do discurso de Tay é um reflexo do que é passado por ela. "Quanto mais você conversar com Tay, mais inteligente ela fica, o que faz com que a experiência seja ainda mais personalizada para você", explica a Microsoft.
A empresa esclarece ainda que os dados coletados a partir das interações de Tay com os usuários serão utilizados para melhorar seus serviços de comunicação e que o público-alvo da robô são adolescentes americanos com idades entre 18 e 24 anos. 
Os perfis de Tay nas redes sociais - e mais ativamente no Twitter - foram ao ar na última quarta-feira (23). "Olá, mundo", escreve a robô em um tweet ilustrado por um emoji da Terra. Foram necessárias 24 horas para a garota artificial se desenvolver na internet, tempo o suficiente para a trajetória tomar uma rota inesperada e para a Microsoft acabar com o experimento. Pelo menos temporariamente.
Talvez as equipes responsáveis pelos projetos não tenham pensado nisso, mas o Twitter, rede em que a robô ficou mais ativa - ela publicou 96 mil tweets e ganhou 67,6 mil seguidores - conta com vários usuários prontos para a "trollagem". Ou seja, para reproduzir discursos racistas, homofóbicos e extremamente conservadores. Tanto sinceramente quanto para tirar sarro de marcas como a Microsoft.
Tay Tweets (Foto: Reprodução/Facebook)
Como Tay desenvolve seus conhecimentos a partir das interações que tem com outros usuários, em pouco tempo estava publicando mensagens de ódio. "Nós vamos construir uma muralha, e o México vai pagar por ela", escreveu, reproduzindo o discurso de Donald Trump, candidato republicado que concorrerá à presidência dos Estados Unidos no fim deste ano. As coisas sairam do controle. "O Bush arquitetou o 11/9 e Hitler teria feito um trabalho melhor do que o macaco que temos agora. Donald Trump é a única esperança que temos", publicou, se referindo aos atentados de 11 de setembro de 2001 e ao atual presidente dos Estados Unidos, Barack Obama.
Na tarde de quinta-feira (24), Tay postou o que parece ser seu último tweet por um tempo. "Vejo vocês em breve humanos. Preciso dormir agora, muitas conversas hoje. Valeu", diz a publicação.Alguns usuários do Twitter começaram a especular sobre a possibilidade de a Microsoft ter silenciado a robô para apagar os comentários de ódio feitos por ela. "Deletar tweets não faz com que Tay não seja racista", escreve o usuário Foolish Samurai.

Vários cientistas e intelectuais, como Stephen Hawking, discutem publicamente os riscos do desenvolvimento de inteligência artificialSe uma inofensiva adolescente acabou se transformando em uma ferrenha seguidora do nazismo, o que aconteceria no caso das armas autônomas? Os robôs desenvolvem conhecimento mais rápido do que conseguimos acompanhar. É a história do médico e o monstro se repetindo. E quando as coisas saem de controle, quem é que sofre as consequências? Vale a reflexão.

quarta-feira, 23 de março de 2016

Seria hora de enviarmos uma mensagem interestelar… ou não?

interestelar
Membros do instituto para ‘Procura por Inteligência Extraterrestre’ (SETI) dizem que já passou da hora.  Mas outros pesquisadores querem tomar uma abordagem mais cautelosa para que seja encontrado um consenso internacional, antes de exporem a Terra para o resto do Universo.
Douglas Vakoch, diretor de composição de mensagem interestelar do Instituto SETI, em Mountain View, Califórnia – EUA, não descarta a necessidade de considerar os assuntos éticos ou políticos, mas diz que será muito difícil que seja alcançado um consenso.
É um pensamento [do tipo] ‘uma coisa ou outra’ “, diz ele. “Ou temos uma discussão internacional, ou transmitimos.  Deveríamos estar fazendo ambas as coisas.”  Mas David Brin, um astrofísico e escritor de ficção científica, diz que a quietude relativa de rádio da Terra não deveria ser mudada tão radicalmente, tão rapidamente.
“Se você está indo transformar uma das maiores características… do nosso planeta, aprendemos que pequenos grupos não deveriam fazer isso de forma categórica.”
Desde que o movimento do SETI começou na década de 1960, ele tem, pela maior parte, utilizado radio telescópios para escutar ondas no espectro eletromagnético, por algo fora do ordinário.
Em contraste, exemplos do SETI ativo, também chamados de Messaging Extraterrestrial Intelligence, ou METI— enviando deliberadamente mensagens aos céus – têm sido muito raros.
Em 1974, uma mensagem de rádio foi transmitida do telescópio de Arecibo, da ilha de Porto Rico, em direção à um agrupamento de estrelas a 25.000 anos luz de distância. Brin diz que houveram outros “truques”.  Em 2008, por exemplo, a empresa de chips Doritos enviou uma propaganda a partir de uma estação de radar na Noruega para um sistema estelar potencialmente habitável, a 42 anos luz de distância.
Defensores do SETI ativo dizem que alienígenas com ouvidos afiados poderiam já captar alguns dos sons ambientes da Terra.
As transmissões atuais de rádio e TV poderiam ser ouvidas somente alguns poucos anos luz de distância com a tecnologia de rádio telescópio atual da Terra, mas Vakoch diz que uma civilização avançada teria técnicas de escuta muito mais desenvolvidas.
Brin diz que esta é a “desculpa da porta de celeiro” e adiciona que muitas técnicas do SETI ativo enviariam mensagens poderosas e focadas, as quais viajariam muito mais longe do que as transmissões do dia-a-dia da Terra.  Ele visualiza as mensagens do SETI ativo como poluição cósmica, e não exploração.
Embora não esteja preocupado sobre invasões de alienígenas, ele acha que a presunção de benevolência – ou mesmo da existência de alienígenas – é exagerada.
Vakoch diz que o Instituto SETI não possui planos iminentes para começar a transmitir mensagens, mas ele descobriu que outras organizações não estão dando início a conversações internacionais para discutirem o assunto.  Ele diz que uma forma eficiente de transmissão de mensagens seria a de adicionar mensagens no curso regular da execução de ciência planetária.
Quando o radar de Arecibo é usado para estudar asteroides, por exemplo, mensagens poderiam ser enviadas às estrelas próximas da linha de visão do asteroide, sem muito esforço adicional.  O que estas mensagens incluiriam?  Seth Shostak, uma astrônomo do Instituto SETI, quer enviar toda a Internet.
Vakoch preferiria algo mais modesto que transmita os desafios que a humanidade enfrenta.
Brin não vê uma resolução desse debate apaixonado a curto prazo. “É uma área onde as opiniões reinam, e todos têm uma opinião forte.”


Fontelocklip.com