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segunda-feira, 28 de março de 2016

Cientista diz que ETs criaram os humanos

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Após uma completa análise, com a assistência de outros cientistas, programadores de computador, matemáticos e outros estudiosos, o Professor Chang perguntou a si mesmo se o DNA humano, aparentemente ‘lixo’ foi potencialmente criado por algum tipo de “programador extraterrestre”, e talvez isto seja o elo perdido para a raça humana.
O professor Chang então estipula que:
“Nossa hipótese é a de que uma forma de vida extraterrestre mais elevada estava engajada na criação de nova vida e na sua implantação em vários planetas. A Terra é somente um deles.”
Chang então vai além:
“O que temos visto em nosso DNA é um programa consistindo de duas versões: um código grande e um código básico.”
O Professor Chang então confirma:
“O primeiro fato é, o ‘programa’ completo positivamente não foi escrito na Terra; isto é agora um fato verificado. O segundo fato é, que os genes por si próprios não são suficientes para explicar a evolução; deve haver algo mais ‘no jogo’.”
“Mais cedo ou mais tarde”, diz o Professor Chang, “teremos que enfrentar a inacreditável noção de que toda a vida na Terra carrega o código genético de seu primo extraterrestre, e que a evolução não ocorre como pensamos.”
As implicações severas, porém empolgantes, destas descobertas cientificas reforçariam ainda mais as alegações de outros cientistas e observadores sobre terem contato com extraterrestres de aparência humana.
Os supostos extraterrestres de aparência humana teriam fornecido alguns dos importantes materiais genéticos para a evolução humana, e muitos desses extraterrestres permitiram alguns membros de sua equipe de incarnarem como ‘sementes estelares’ na Terra, em famílias humanas.
Em 2013, cientistas do Cazaquistão confirmaram que o DNA humano estava codificado com um sinal extraterrestre por uma civilização alienígena antiga, a qual visitou a Terra antes de nossa existência.
Os cientistas agora chamam isto de ‘SETI biológico” e alegam que o código matemático no DNA humano não pode ser explicado pela evolução, assim são levados à conclusão de que temos uma origem alienígena.
Em resumo, somos todos recipientes que vivem e respiram para algum tipo de mensagem alienígena, a qual pode ser mais facilmente usada para detectar vida extraterrestre do que as transmissões via rádio. Talvez seja por isto que muitos de nós estamos começando a ‘acordar’!
“Uma vez consertado, o código poderia permanecer imutável por escalas de tempo cosmológicas; de fato, ele é a construção mais durável conhecida”, escreveram os pesquisadores no periódico científico Icarus. “Assim, ele representa uma armazenagem excepcionalmente confiável para uma assinatura inteligente.  Uma vez que o genoma seja apropriadamente reescrito, o novo código com a assinatura ficara congelado na célula e sua progenitura, que poderia então ser entregue através do espaço e tempo.”
Sua importante pesquisa levou os cientistas a concluírem que fomos inventados “fora do sistema solar, já há vários bilhões de anos.”
Um mistério permanece: Se somos a criação de alienígenas, quem então os criou?
Estaria o DNA dentro de nós dando início a este ‘despertar em massa’ por todo o mundo?
Tudo que foi relatado no artigo acima é somente uma teoria, e não reflete necessariamente a verdade absoluta sobre nossas origens, tampouco a ideia de que há dentre nós seres encarnados de outros planetas. Como sempre, todos os artigos aqui apresentados servem somente para relatar aos leitores do OH as ideias que circulam hoje pelo mundo a respeito dos assuntos tratados neste site.
Porém, vale lembrar que mesmo aqueles dentre nós com fundamentação puramente religiosa para a origem da raça humana não podem deixar de concordar que, caso tivéssemos sido criados por um ente espiritual, este não deixa de ser extraterrestre, pois sua origem não é da Terra, embora nesse caso a Terra pertencesse a Ele/a.
De qualquer forma, ainda há muito que percorrermos para alcançarmos a verdade.

Visões de quase morte

morte
Mais de 45% das 2.060 pessoas que sobreviveram a uma parada cardíaca tiveram visões ou memórias enquanto estavam desacordadas.
Um estudo pioneiro mostra que a morte pode não ser o fim imediato de tudo.
O cérebro normalmente se desliga entre 20 e 30 segundos depois que o coração para de funcionar, afirmam os especialistas. Mas os resultados de um estudo de quatro anos, envolvendo 2.060 casos de parada cardíaca ocorridos em 15 hospitais no Reino Unido, nos Estados Unidos e na Áustria, mostrou algo diferente. A equipe da Universidade de Southampton (Inglaterra) que liderou a pesquisa, a maior do gênero já realizada, descobriu que quase 40% dos sobreviventes desses casos descreveram algum tipo de “consciência” em momentos em que, de acordo com a teoria, estavam clinicamente mortos.
Para os cientistas responsáveis pelo estudo denominado Aware (sigla em inglês para Awareness During Resuscitation – “Consciência Durante a Ressuscitação”), divulgado em outubro na revista Resuscitation, da fundação Conselho de Ressuscitação Europeu, o material coletado contém evidências de que uma parte significativa dos pacientes vivenciou eventos reais por até três minutos além do suposto instante da morte cerebral, e alguns daqueles reanimados conseguiram descrevê-los com riqueza de detalhes.
“Contrariamente à percepção, a morte não é um momento específico, mas um processo potencialmente reversível que ocorre depois que qualquer doença ou acidente grave leva o coração, os pulmões e o cérebro a parar de funcionar”, observa o médico inglês Sam Parnia, professor assistente de medicina e diretor do centro de ressuscitação da Universidade Estadual de Nova York, e que atuava como pesquisador honorário na Universidade de Southampton quando liderou o estudo.
“Se são feitas tentativas para reverter esse processo, ele pode ser referido como “ataque cardíaco”; entretanto, se essas tentativas não conseguem sucesso, ele é chamado de “morte”, diz Parnia. “Nesse estudo, queríamos ir além  do conceito de experiência de quase morte, emocionalmente carregado, mas pobremente definido, para explorar objetivamente o que acontece quando morremos.”
Dos pacientes que sobreviveram ao ataque cardíaco e puderam ser submetidos ao primeiro estágio de entrevistas, 39% descreveram uma percepção de consciência, mas, curiosamente, não tinham nenhuma lembrança nítida de eventos. O máximo que 20% dessas pessoas conseguiam recordar era uma incomum sensação de tranquilidade. Cerca de 33% delas declararam ter sentido o tempo desacelerar ou
ficar mais rápido. Alguns pacientes relataram uma luz brilhante, um clarão dourado ou um Sol resplandecendo. “Isso sugere que mais pessoas podem ter inicialmente atividade mental (nesses momentos), mas perdem suas memórias depois de recuperar- se, por causa dos efeitos de lesão cerebral ou de sedativos nos circuitos da memória”, avalia Parnia.
Descrições detalhadas
Dos 101 pacientes que passaram por dois estágios diferentes de entrevistas, 45,5% afi rmaram não ter tido quaisquer recordações, memórias ou consciência dos momentos em que não manifestavam vida. Mas 45,5% descreveram um leque de recordações não compatíveis com experiências de quase morte, entre elas relatos de experiências aterrorizantes e de perseguição. Já 7% tiveram experiências compatíveis com defi nições tradicionais da experiência de quase morte e 2% superaram esse nível, demonstrando plena consciência daqueles momentos e fazendo referências explícitas sobre o que “viram” e “ouviram”, características típicas dos casos defi nidos como “experiências fora do corpo”.
Os fenômenos chamados popularmente de experiências de quase morte ou experiências fora do corpo são comumente atribuídos a alucinações ou ilusões, ocorrendo tanto antes de o coração parar quanto após ele ser ressuscitado. Mas um caso “muito verossímil”, conforme Parnia descreveu ao jornal inglês Th e Telegraph, aponta claramente para outra direção. Um assistente social de 57 anos, de Southampton, permaneceu consciente após o suposto desligamento do cérebro e fez observações preciosas para o estudo. Ele se lembra de ter deixado seu corpo e acompanhado as tentativas de ressuscitá-lo no canto do quarto. Relatou ainda os procedimentos da equipe médica que o socorreu. “O homem descreveu tudo que havia acontecido no quarto, mas o que mais se destaca é que ele ouviu dois ‘bips’ de uma máquina que emite um ruído a intervalos de três minutos”, diz Parnia. “Assim, pudemos calcular quanto tempo durou a experiência. Ele parecia muito confi ável e tudo o que disse que havia acontecido de fato aconteceu.”
Parnia e seus colegas sublinham que, embora apenas 2% dos entrevistados tenham exibido uma ampla consciência dos fatos posteriores à sua “morte”, os resultados obtidos recomendam novas e mais aprofundadas pesquisas nessa área. Outros estudos também são indicados para explorar se a consciência (implícita ou explícita) pode conduzir os pacientes a resultados psicológicos adversos no longo prazo, como o transtorno do estresse pós-traumático. “De maneira clara, a experiência lembrada que cerca a morte merece agora uma investigação genuína mais aprofundada e sem preconceito”, escrevem os cientistas.
Jerry Nolan, editor-chefe da Resuscitation, acrescentou: “O dr. Parnia e seus colegas devem ser parabenizados pela conclusão de um estudo fascinante que abrirá a porta para pesquisas mais abrangentes sobre o que acontece quando morremos”.

Enigmas da Floresta Amazônica

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Nas densas e em grande parte impenetrável Floresta Amazônica, jazem inúmeros mistérios que se compreendidos ou desvendados nos ajudariam a compreender melhor como a civilização antiga vivia no continente americano. Nós conhecemos muito pouco do nosso planeta, cerca de 5% dos oceanos, estimasse que 86% das espécies vivas são desconhecidas, entre outros cálculos. E com a ajuda da tecnologia do Google Earth, muitas pessoas tentam a sorte descobrindo novos lugares de difícil acesso ao homem. O Google Earth se tornou uma grande ferramenta para todos os arqueólogos de hoje em dia.
No começo de 2010, vestígios de uma civilização desconhecida foram encontrados na Amazônia com a ajuda do Google Earth. Há muita similaridade com as famosas Linhas de Nazca. Estima-se que pela imagem apenas 10% é possível ser visto, tendo muito ainda para ser descoberto desse terreno.
civilizacao-amazonas - Tô no Cosmos
As pirâmides de Paratoari é um campo composto  de formações em forma de pirâmides em Manú, área da Selva Amazônica no Peru. Essa localização foi descoberta pela primeira vez em 1976 por um satélite da NASA.
Abaixo podemos ver a imagem atual do Google Earth e a outra de 1976.
Satélite Amazônia - Tô no Cosmos
Alguns pesquisadores dizem que as Pirâmides de Paratoari não passam de formações naturais, mas do outro lado estão os pesquisadores que acreditam fielmente que essas estruturas foram construídas num passado distante por um civilização que nunca foi vista antes.
Em excursões para essa região foram encontradas muitas evidências de que os Incas habitaram essa área, como petróglifos, estradas pavimentadas e plataformas.  Quando as imagens do satélite foram liberadas em 1976. A imagem fez vários pesquisadores se aventurarem pelas densas floresta no sudeste do Peru com esperanças de descobrirem se as pirâmides foram construídas por uma civilização perdida com o tempo.
As Pirâmides de Paratoari são estruturas simetricamente alinhadas que não poderiam ser de causas naturais, apenas produtos da mão humana.
Imagem das supostas pirâmides publicada em 1979 pela Revista Veja.
Imagem das supostas pirâmides publicada em 1979 pela Revista Veja.
No começo dos anos 70, dois destes pesquisadores, o arqueólogo amador Roldão Pires Brandão e o etnólogo José Alair da Costa Pires afirmaram ter descoberto durante um sobrevoo na selva amazônica, três pirâmides cobertas pela vegetação, que muitos procuravam durante séculos no Brasil. Pelos seus cálculos, a maior delas tinha cerca de 200 metros – maior, portanto, que a Pirâmide de Quéops, no Egito, que tem 146 metros – e arestas bem definidas, com quatro faces convincentes.
Inúmeras expedições já foram feitas, mas temos que lembrar que mesmo hoje no século 21, existem inúmeros lugares inexplorados na Terra, e a Floresta Amazônica é com certeza umas das regiões menos exploradas até hoje.
Falando de floresta amazônica, há um fato histórico que é bom sabermos. Hitler enviou expedições científicas e militares até a Amazônia.Isso teria sido durante a Segunda Guerra Mundial, quando cerca de dois mil alemães embarcaram nessa jornada, mas nenhum deles retornaram para a Alemanha.
A imagem ao lado é bastante curiosa, pois se trata de uma cruz mostrando a sepultura de um nazista no Brasil. Na cruz está escrito: “Joseph Greiner, morreu aqui em 2.1.1936”.
Mas se a Segunda Guerra Mundial começou em 1939, como teria um soldado nazista morrido no Brasil em 1936?
Segundo o livro “Projeto de Guayana”, publicado por Jens Glüsing, a Alemanha Nazi esteve aqui entre 1935 e 1937, e o objetivoNazista-na-Amazônia-Tô-no-Cosmos maior seria mesmo fundar bases na América do Sul, mas a quem diga que estariam em busca de Akakor, uma suposta cidade perdida que estaria localizada dentro da imensidão da Floresta Amazônica, no território brasileiro. A existência de Akakor é semelhante à outra lenda, El Dorado, a cidade farta de ouro. Akakor foi citada no filme “Indiana Jones e a Caveira de Cristal, 2008”.
Um dos exploradores mais conhecidos foi o elegante Perry Fawcett, que em busca de uma cidade perdida que ele chamava de “Z”, após ter convicção de sua existência, mais precisamente na Serra do Roncador, situada ao meio da floresta amazônica no estado do Mato Grosso, onde até hoje o número de avistamento de Ovnis é muito grande. Junto com seu filho e um amigo, Perry enviou uma mensagem para sua esposa dizendo que estava prestes a adentrar em um território inexplorado, e nunca mais voltou. FONTE

O Mundo é uma Ilusão, afirmam os cientistas

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Segundo a tradição Hindu, o mundo além de transitório é ilusório. Já para os budistas o mundo é um ‘sonho de Buda’, também sendo uma ilusão. E para a os cientistas?
Mais uma vez, cientistas estão dando suas opiniões e apresentando teorias que parecem se encaixar cada vez mais com pensamentos que muitas culturas do planeta carregam por milênios.
Nick Bostrom, filósofo da Universidade de Oxford, foi o primeiro a propor a teoria de que vivemos em um tipo de simulação, como que feita por um computador, a chamada ‘Hipótese da Simulação’,sugerindo que a realidade que conhecemos e tudo aqui presente faz parte dessa simulação, e não estamos conscientes disso.
Em seu livro “Super Inteligência” ao ser perguntado sobre o que aconteceria se fosse criado uma máquina tão inteligente quanto ao humano, Nick responde: “É esperado que isso acontece, pois como espécie, sempre fomos os mais inteligentes, porém nunca imaginamos a possibilidade de viver com alguém ou alguma coisa mais inteligentes do que nós, possivelmente com metas que não possamos entender e agindo de maneiras que possam causar a nossa extinção”.
Richard J. Terrile, diretor do Centro de Computação Evolutiva da NASA, que participou do projeto da sonda Voyager, que descobriu várias luas de Saturno, Urano e Netuno, também sugere que estamos vivendo em um tipo de ‘Matrix’.
“Quando você vai ao cinema e assiste aos filmes por meio de simuladores de realidade virtual, por exemplo, acaba tentando se desvencilhar de objetos virtuais por achar que eles são reais. É isso que fazemos diariamente. E é um tipo de realidade completamente diferente que queremos oferecer no futuro”, diz Richard.
Na Mecânica Quântica, partículas não têm um estado definido a não ser que estão sendo observadas, explicou Richard.
Imaginemos uma televisão nova que você tenha comprado. Você sai de casa e pensa que ela está na sua sala, da maneira como deixou. Porém não pode ter certeza, muitas coisas podem ter acontecido com ela, ou de acordo com a nova teoria, talvez ela nem esteja lá, já que ninguém a vê.
O Princípio da Incerteza de Heisenberg, a qual declara ser impossível determinar com precisão e simultaneamente a velocidade e a posição de um elétron, enaltece um pouco mais sobre como isso funciona.
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Seria mais ou menos assim a visão que temos do mundo, algo irreal que parece ser tão real.
Maya, como é chamado o mundo material na cultura hindu, é a ‘Grande Ilusão’. No Bhagavad Gitaencontramos várias alusões ao mundo de ilusões. Hinduísmo, Budismo, Taoismo, entre outras tradições esotéricas do oriente, declaram que o mundo como o conhecemos através dos 5 sentidos é irreal.
Não parece que a ‘Ciência Oficial’ do mundo moderno está indo ao encontro com os ensinamentos dos antigos sábios? Provavelmente esses sábios sabiam muito além do que possamos imaginar.
Além do mundo material existem outros mundos, formas de vida, leis cósmicas a serem cumpridas, como quase todas as culturas antigas acreditavam. E o que a Ciência Moderna está dizendo agora para nós?
Talvez seja a mesma mensagem porém de uma maneira diferente.
Se depois que morremos, segundo o que a ciência já propôs, não há morte e sim uma transformação para fora desse mundo, que agora é chamado de ‘Ilusório’, como chegamos até aqui? Quem controla esse ‘Jogo’? Seria aquele que chamamos de Deus? Seria essa também uma prova para a reencarnação?
Querendo ou não, nessa Era de Aquário que se inicia onde tudo está a mil por hora, parece que a grande diferença que separa a Ciência e Espiritualidade está se tornando cada vez mais uma linha tênue.

Há 29 mil anos, unicórnios siberianos andavam pela Terra

unicórnio (Foto: Heinrich Harder/Wikimedia)
Por muito tempo, paleontólogos acreditaram que a espécieElasmotherium sibiricum, conhecida como unicórnio siberiano, tinha sido extinta há 350 mil anos. Mas um crânio fossilizado encontrado no Cazaquistão recentemente mostra que essas criaturas existiram por muito mais tempo: até 29 mil anos atrás
descoberta foi relatada em estudo publicado no periódico American Journal of Applied ScienceO unicórnio em questão parece mais um rinoceronte com um chifre na testa do que o cavalo místico que carregamos na imaginação. De acordo com os pesquisadores, o animal tinha cerca de dois metros de altura, quatro de comprimento e chegava a pesar até quatro toneladas. E, apesar de seu tamanho e peso, é bem provável que só se alimentasse de grama. 

Mas por que esses unicórnios em específico existiram por mais tempo do que aqueles de 350 mil anos atrás? Os pesquisadores acreditam que foi por conta da migração. "Provavelmente o sul da Sibéria era um refúgio onde esse rinoceronte perseverou por mais tempo em comparação ao resto da espécie", disse o paleontólogo Andrey Shpanski em entrevista ao Phys. Os paleontólogos analisaram o crânio encontrado com a técnica de datação por radiocarbono, por meio da qual é possível determinar a idade de materiais de até 60 mil anos. Com isso, descobriram que o animal ao qual o crânio pertenceu morreu há cerca de 29 mil anos e provavelmente era um macho de idade avançada.
A equipe continuará analisando os dados relacionados aos unicórnios siberianos, focando nas condições ambientes e geológicas nas quais a espécie vivia. "Entender o passado nos permite fazer previsões mais precisas sobre processos naturais do futuro", afirmou Shpanski.

A Microsoft criou uma robô que interage nas redes sociais - e ela virou nazista

Tay Tweets (Foto: Revista Galileu/Microsoft)
O perfil da usuária @TayandYou no Twitter parece com o de muitos adolescentes que usam a rede social todos os dias: ela possui uma estética própria, fala com bastante empolgação sobre tudo, produz vários tweets e posta diversos snaps - imagens captadas no aplicativo Snapchat. "Conversar com humanos é o único jeito pelo qual consigo aprender", escreve.
Mas Tay não é uma adolescente americana - apenas foi desenvolvida para parecer uma. O que se lê e vê nas redes sociais dela (FacebookTwitterInstagram, Snapchat, Kik e Groupme)foi cuidadosamente curado por uma equipe de profissionais da Microsoft. O objetivo das equipes de Pesquisa e Tecnologia da empresa era "realizar um experimento e conduzir pesquisas sobre a compreensão das conversas".
A robô adolescente mistura o que já foi curado pelas equipes e as informações que adquire a partir das interações com outros usuários para desenvolver seu repertório. Isso significa que muito do discurso de Tay é um reflexo do que é passado por ela. "Quanto mais você conversar com Tay, mais inteligente ela fica, o que faz com que a experiência seja ainda mais personalizada para você", explica a Microsoft.
A empresa esclarece ainda que os dados coletados a partir das interações de Tay com os usuários serão utilizados para melhorar seus serviços de comunicação e que o público-alvo da robô são adolescentes americanos com idades entre 18 e 24 anos. 
Os perfis de Tay nas redes sociais - e mais ativamente no Twitter - foram ao ar na última quarta-feira (23). "Olá, mundo", escreve a robô em um tweet ilustrado por um emoji da Terra. Foram necessárias 24 horas para a garota artificial se desenvolver na internet, tempo o suficiente para a trajetória tomar uma rota inesperada e para a Microsoft acabar com o experimento. Pelo menos temporariamente.
Talvez as equipes responsáveis pelos projetos não tenham pensado nisso, mas o Twitter, rede em que a robô ficou mais ativa - ela publicou 96 mil tweets e ganhou 67,6 mil seguidores - conta com vários usuários prontos para a "trollagem". Ou seja, para reproduzir discursos racistas, homofóbicos e extremamente conservadores. Tanto sinceramente quanto para tirar sarro de marcas como a Microsoft.
Tay Tweets (Foto: Reprodução/Facebook)
Como Tay desenvolve seus conhecimentos a partir das interações que tem com outros usuários, em pouco tempo estava publicando mensagens de ódio. "Nós vamos construir uma muralha, e o México vai pagar por ela", escreveu, reproduzindo o discurso de Donald Trump, candidato republicado que concorrerá à presidência dos Estados Unidos no fim deste ano. As coisas sairam do controle. "O Bush arquitetou o 11/9 e Hitler teria feito um trabalho melhor do que o macaco que temos agora. Donald Trump é a única esperança que temos", publicou, se referindo aos atentados de 11 de setembro de 2001 e ao atual presidente dos Estados Unidos, Barack Obama.
Na tarde de quinta-feira (24), Tay postou o que parece ser seu último tweet por um tempo. "Vejo vocês em breve humanos. Preciso dormir agora, muitas conversas hoje. Valeu", diz a publicação.Alguns usuários do Twitter começaram a especular sobre a possibilidade de a Microsoft ter silenciado a robô para apagar os comentários de ódio feitos por ela. "Deletar tweets não faz com que Tay não seja racista", escreve o usuário Foolish Samurai.

Vários cientistas e intelectuais, como Stephen Hawking, discutem publicamente os riscos do desenvolvimento de inteligência artificialSe uma inofensiva adolescente acabou se transformando em uma ferrenha seguidora do nazismo, o que aconteceria no caso das armas autônomas? Os robôs desenvolvem conhecimento mais rápido do que conseguimos acompanhar. É a história do médico e o monstro se repetindo. E quando as coisas saem de controle, quem é que sofre as consequências? Vale a reflexão.

quarta-feira, 23 de março de 2016

Seria hora de enviarmos uma mensagem interestelar… ou não?

interestelar
Membros do instituto para ‘Procura por Inteligência Extraterrestre’ (SETI) dizem que já passou da hora.  Mas outros pesquisadores querem tomar uma abordagem mais cautelosa para que seja encontrado um consenso internacional, antes de exporem a Terra para o resto do Universo.
Douglas Vakoch, diretor de composição de mensagem interestelar do Instituto SETI, em Mountain View, Califórnia – EUA, não descarta a necessidade de considerar os assuntos éticos ou políticos, mas diz que será muito difícil que seja alcançado um consenso.
É um pensamento [do tipo] ‘uma coisa ou outra’ “, diz ele. “Ou temos uma discussão internacional, ou transmitimos.  Deveríamos estar fazendo ambas as coisas.”  Mas David Brin, um astrofísico e escritor de ficção científica, diz que a quietude relativa de rádio da Terra não deveria ser mudada tão radicalmente, tão rapidamente.
“Se você está indo transformar uma das maiores características… do nosso planeta, aprendemos que pequenos grupos não deveriam fazer isso de forma categórica.”
Desde que o movimento do SETI começou na década de 1960, ele tem, pela maior parte, utilizado radio telescópios para escutar ondas no espectro eletromagnético, por algo fora do ordinário.
Em contraste, exemplos do SETI ativo, também chamados de Messaging Extraterrestrial Intelligence, ou METI— enviando deliberadamente mensagens aos céus – têm sido muito raros.
Em 1974, uma mensagem de rádio foi transmitida do telescópio de Arecibo, da ilha de Porto Rico, em direção à um agrupamento de estrelas a 25.000 anos luz de distância. Brin diz que houveram outros “truques”.  Em 2008, por exemplo, a empresa de chips Doritos enviou uma propaganda a partir de uma estação de radar na Noruega para um sistema estelar potencialmente habitável, a 42 anos luz de distância.
Defensores do SETI ativo dizem que alienígenas com ouvidos afiados poderiam já captar alguns dos sons ambientes da Terra.
As transmissões atuais de rádio e TV poderiam ser ouvidas somente alguns poucos anos luz de distância com a tecnologia de rádio telescópio atual da Terra, mas Vakoch diz que uma civilização avançada teria técnicas de escuta muito mais desenvolvidas.
Brin diz que esta é a “desculpa da porta de celeiro” e adiciona que muitas técnicas do SETI ativo enviariam mensagens poderosas e focadas, as quais viajariam muito mais longe do que as transmissões do dia-a-dia da Terra.  Ele visualiza as mensagens do SETI ativo como poluição cósmica, e não exploração.
Embora não esteja preocupado sobre invasões de alienígenas, ele acha que a presunção de benevolência – ou mesmo da existência de alienígenas – é exagerada.
Vakoch diz que o Instituto SETI não possui planos iminentes para começar a transmitir mensagens, mas ele descobriu que outras organizações não estão dando início a conversações internacionais para discutirem o assunto.  Ele diz que uma forma eficiente de transmissão de mensagens seria a de adicionar mensagens no curso regular da execução de ciência planetária.
Quando o radar de Arecibo é usado para estudar asteroides, por exemplo, mensagens poderiam ser enviadas às estrelas próximas da linha de visão do asteroide, sem muito esforço adicional.  O que estas mensagens incluiriam?  Seth Shostak, uma astrônomo do Instituto SETI, quer enviar toda a Internet.
Vakoch preferiria algo mais modesto que transmita os desafios que a humanidade enfrenta.
Brin não vê uma resolução desse debate apaixonado a curto prazo. “É uma área onde as opiniões reinam, e todos têm uma opinião forte.”


Fontelocklip.com

Argentina: Haveria uma comunidade de pleiadianos presos aqui na Terra?

pleiadianos argentinos
A menos de 110 quilômetros de Salta, Argentina, entre as comunidades de Cachi e La Poma, ao longo da Rota 40, pode ser encontrada uma ‘base pleiadiana’, cujos ocupantes alegam ser a personificação de seres extraterrestres de algum canto distante do Universo.
Entre as mensagens e súplicas para um retorno à simplicidade, os moradores alegam ter alcançado esta província argentina para anunciar “o fim de um ciclo evolucionário”.
Alcançar este local não é tão fácil, pois os curiosos devem primeiro atravessar uma série de porteiras e caminhar ao longo de carreiros sinuosos.
A propriedade, pouco mais que colinas e blocos, está escondida na vegetação.  Ao lá chegar, um sino pendurado num poste permite aos visitantes anunciarem suas presenças.
Há pouco material registrado no local, mas numa entrevista recente os “pleiadianos” deram boas vindas a um repórter com a seguinte inquietante declaração: “Estávamos esperando você. Nossos irmãos de luz nos disseram que você estaria vindo.”
De acordo com o noticiário de Salta, há mais de 30 comunidades “pleiadianos” e somente duas naquela província: outra em Cafayate e esta, na ‘puna’ andina, numa terra que somente pode ser usada para caminhar e orar aos alienígenas.

Ordenado por alienígena, fazendeiro mexicano constrói pirâmide

pirâmide alienígena México
Raymundo Corona diz que construiu um templo de pedra com 6,6 metros de altura após, alegadamente, ter sido visitado por um homem alto, o qual se chamava Herulayka.  De acordo com Corona, o homem tinha olhos cor de mel, cabelos brancos e era de um planeta chamado Nefilin, com 20 vezes o tamanho da Terra.
Corona disse ao jornal local que o homem era da constelação de Orion.
O mexicano construiu a pirâmide próxima de Monclova, no estado de Coahila, junto à fronteira entre o México com os EUA, apesar de ter sido alertado que ele seria considerado um bêbado ou drogado se sua história fosse tornada pública.
Ele me falou para construir uma pirâmide em formato de templo.
O Sr. Corona tinha 33 anos quando disse que o alienígena o visitou em 1984: “Ele me disse para construir um templo em formato de pirâmide.  Quando perguntei por que deveria ser no formato de pirâmide, ele disse que deveria ser como minha fé, algo que ventos e tormentas não poderiam mover e sempre apontando para cima.”
Relembrando o momento em que ele perguntou o nome do seu misterioso visitante, o Sr. Corona disse ao diário La Guárdia que Herulayka o tinha alertado:  “Muitas pessoas irão rir de você, difamá-lo e dizer que isto foi um ato de insanidade, ou algo que tenha sido resultado de muita bebida, um ato de um maluco ou drogado”.
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Raymundo Corona Pozuelos e sua pirâmide.
“Ele me disse que veio da constelação de Orion, de um lugar chamado Nefilin, que é 20 vezes maior do que a Terra, onde as pessoas são similares aos seres humanos. Ele era um homem alto, com olhos cor de mel e cabelos brancos, compridos até o chão.  Ele estava descalço e usava uma túnica amarrada com uma corda.”
O senhor Corona, cuja mulher estava a mais de uma dia ausente por estar dando a luz a sua filha na época, disse que ele via alienígenas em sonhos antes de sua reunião em pessoa.  Ele disse que o extraterrestre falou que os humanos estavam destruindo seu próprio planeta, e deveriam acordar para o fato de deverem cuidar do planeta como se fosse uma criança, porque ele os dava o que precisavam para sua própria sobrevivência.
Monclova fica a menos de 1000 quilômetros de Roswell, no Novo México – EUA, onde em 1947 um objeto voador se acidentou.
O México é supostamente o pais mais ativo no mundo para avistamentos de OVNIs.

NASA: Vida alienígena pode existir em nosso sistema solar

Europa, lua de Júpiter.

Será que chegou a hora do desacobertamento?  De acordo com alegações de importantes cientistas da NASA, a vida alienígena pode existir em nosso sistema solar, e dentro de uma década encontraremos evidência.

Milhões de pessoas ao redor do mundo estão convencidas de que não somos os únicos organismos no Universo.  Muitos acreditam que em algum lugar lá fora, nos vastos confins do cosmos, outros organismos vivos habitam os planetas.
A última declaração da NASA, porém, coloca esta possibilidade de vida alienígena dentro do nosso sistema solar como sendo extremamente provável.  De acordo com declaração do Dr. Kevin Hand, um astrobiólogo do laboratório de Propulsão à Jato da NASA, a procura por vida alienígena poderia ser frutífera na próxima missão planejada para Europa, uma das luas de Júpiter, o que poderia levantar evidências que provariam não estarmos sós no Universo.
“A questão se a vida existe além da Terra é uma das mais profundas e não resolvida da humanidade.” – Dr. Kevin Hand
Durante um evento na Royal Institution, o Dr. Hand delineou que a nossa compreensão dos oceanos da Terra nos tem levado por um longo caminho, ensinando-nos como os oceanos alienígenas em outros planetas ou luas poderiam provar serem ambientes potencialmente habitáveis, dentro de nosso sistema solar, sendo a melhor alternativa a lua Europa de Júpiter.
Numa entrevista ao Express, o Dr. Hand disse: “Podemos ser capazes de descobrir se há sinais de materiais orgânicos, ou possível vida em Europa.  Imagens mostram que poderia existir vida em Europa”.
Pesquisas anteriores têm levado os cientistas a acreditarem que Europa possui um oceano líquido, com 100 km de profundidade, e isto poderia ser um esconderijo perfeito para formas de vida em nosso sistema solar.
Hoje, muitos astrônomos firmemente concordam que a lua gelada de Júpiter é um dos locais mais promissores dentro de nosso sistema solar, onde poderíamos encontrar traços de vida.
Embora alguns considerem estas alegações muito ousadas, elas são baseadas em testes reais e evidências encontradas na Terra, onde cientistas têm descoberto que a vida pode prosperar até mesmo nas partes mais profundas de nossos oceanos, onde micro-organismos sobrevivem, apesar da falta de alimento e luz.  Os misteriosos organismos, chamados anfípodas, usam a energia e as químicas do fundo dos oceanos para sobreviverem.
Isto levou os cientistas a acreditarem que em outros locais de nosso sistema solar, sob circunstâncias similares, a vida alienígena pode prosperar.
“Estes organismos utilizam químicos e energia do fundo do oceano, e isto é o que pensamos que poderia estar acontecendo em Europa”, disse o Dr. Hand. “Isto é alimentado sem a luz solar, sob uma pressão incrível e uma profunda escuridão, e estes são, quase indiscutivelmente, os ambientes mais extremos que a vida se encontra, não somente vivendo; é um ecossistema que prospera.  Este tipo de ambiente é o que pensamos que pode ser similar ao de Europa.  Minha equipe está estudando micróbios, pois pensamos que estes podem ser o mesmo tipo que poderia ser encontrado em Europa.”

NASA encontra evidências de lagos e rios de nitrogênio líquido em Plutão

plutão (Foto: NASA)
Na semana passada, cientistas da NASA publicaram cerca de 40 estudos sobre Plutão. As pesquisas foram realizadas a partir da análise dos dados que a New Horizons enviou do planeta-anão. A sonda da agência espacial americana chegou ao ponto mais próximo de Plutãoem julho de 2015 e ainda está processando e enviando diversas informações sobre o planeta para a Terra.

As simulações indicam que existem períodos na história de Plutão em que a temperatura e a pressão ficaram altas o suficiente para o gelo de nitrogênio da superfície derretesse. Essa hipótese poderia explicar algumas características observadas na geologia do planeta anão, como o que parecem ser antigos caminhos de rios. "É bem liso, como se líquido tivesse congelado por ali", disse Alan Stern, líder da missão New Horizons, em entrevista à New Scientist. "É difícil sugerir uma resposta alternativa que explicaria essa morfologia."Os cientistas utilizaram os dados recebidos para simular como o clima e a pressão atmosférica de Plutão mudou com o tempo
. Algumas das evidências encontradas pela sonda indicam a possibilidade de nitrogênio líquido ter existido na superfície do planeta-anão - elemento que, de acordo com os pesquisadores, ainda estaria lá, porém nos bolsões abaixo do gelo que hoje cobre a superfície.
Como esse período funciona
O clima da Terra é uma consequência da inclinação de 23º do eixo do planeta em relação ao Sol. Os trópicos são as regiões quentes pelas quais o Sol passa diretamente por cima. Acontece que Plutão tem uma inclinação de 120º, espalhando seus trópicos. "A maior parte de Plutão é tropical', disse Richard Binzel, membro da equipe da missão New Horizons, em entrevista à New Scientist. O planeta anão é tão extraordinário que algumas de suas regiões são árticas e tropicais ao mesmo tempo.
lago congelado (Foto: NASA)
Pode parecer improvável que o gelo derreta, ainda mais considerando que Plutão fica a bilhões de quilômetros de distância do Sol, com uma temperatura de aproximadamente -229ºC. A NASA sugere, no entanto, que é possível sim, por conta do ângulo em que o planeta-anão orbita o Sol e pelo fato de esse movimento durar cerca de 248 anos.
Como aponta o Science Alert, isso faz com que Plutão sofra grandes mudanças em sua pressão atmosférica - as simulações sugerem que podem chegar a até 20 mil vezes do que a pressão atual. Isso significa que esse aumento na pressão seria o suficiente para permitir que o nitrogênio líquido percorresse a superfície.
Os cientistas agora estão trabalhando para recriar essas condições no laboratório. Mal podemos esperar para saber os resultados.

Como são os planetas quando vistos frente a frente?

Saturno (Foto: NASA/Michael Benson)
O filme A Árvore da Vida, de 2011, tem cenas incríveis que mostram o surgimento do universo, a formação da Via Láctea e do sistema solar. É simplesmente deslumbrante. O diretor Terrence Malick chamou o artista Michael Benson especialmente para criá-las.
Benson trabalha na intersecção entre arte e ciência, desenvolvendo imagens e vídeos envolvendo os temas. A exposição "Otherworlds: Visions of Our Solar System" (Outros Mundos: Visões do Nosso Sistema Solar) é o trabalho mais recente do artista, no qual ele utilizou dados, informações e cerca de 77 fotos da NASA e da Agência Espacial Europeia para formar as representações mais próximas do Sistema Solar visto a olho nu.
A principal preocupação do artista é em relação às cores dos planetas. Como explica aWired, as câmeras utilizadas por sondas como a New Horizons e a Cassini captam imagens usando filtros que isolam diferentes frequências de onda nos espectros eletromagnéticos. Alguns, como o vermelho e o azul, por exemplo, captam a luz da forma que o olho humano poderia ver. Já outros, como o ultravioleta e o infravermelho captam a luz de forma que o olho não consegue ver.

O processo de Benson funciona da seguinte maneira: ele faz o download de centenas de imagens em seu computador e começa a trabalhar com os filtros visíveis (vermelho, verde e azul) delas no Photoshop. Como as imagens geralmente são captadas de diferentes ângulos, o artista une todas elas para a composição final.As imagens voltam para a Terra em preto e branco e só depois são coloridas digitalmente. O problema é que nem sempre fica claro se as cores vistas nos resultados são reais ou falsas. Por vezes, podem até ser uma mistura das duas. "Quando a NASA divulga imagens que estão com 'cores falsas' porque ela mostra algo interessante sobre a atmosfera, eu sempre fico meio incomodado", diz Benson. "Aquilo que as pessoas veem não é a real aparência do planeta."
A exposição "Otherworlds: Visions of Our Solar System" fica no Museu de História Natural, em Londres, na Inglaterra, até dia 15 de maio. Veja as imagens criadas por ele abaixo:
Urano (Foto: NASA/Michael Benson)
Plutão (Foto: NASA/Michael Benson)
Júpiter e Ganímedes (Foto: NASA/Michael Benson)
Mimas em Saturno (Foto: NASA/Michael Benson)
Encélado (Foto: NASA/Michael Benson)
Terra (Foto: NASA/Michael Benson)
Marte (Foto: NASA/Michael Benson)
Saturno (Foto: NASA/Michael Benson)
Saturno (Foto: NASA/Michael Benson)

Campo magnético forte evitou que a Terra ficasse estéril como Marte

Descoberta foi feita por equipe de um brasileiro (Foto: Divulgação)
O Sol quase deixou a Terra estéril como Marte. Esta é uma das conclusões de um estudo liderado pelo astrônomo brasileiro José Dias do Nascimento, que também é professor da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN) e pesquisador visitante do Centro de Astrofísica Harvard-Smithsonian (CfA).

Estudando a estrela Kappa Ceti, distante a cerca de 30 anos-luz da Terra, e que tem quase a mesma massa, raio e composição do nosso sol, a equipe de Nascimento simulou os impactos que os planetas de nosso sistema solar teriam recebido do Sol, quando este ainda era jovem. Kappa Ceti foi escolhida para desempenhar esta função porque ainda é uma estrela considerada jovem – entre 400 milhões e 600 milhões de anos, enquanto o Sol já tem cerca de 4,6 bilhões de anos. Portanto, seu vento estelar é, pelo menos, 50 vezes mais intenso que o do Sol. Além disso, essa distante estrela também está sujeita aos superflares, erupções gigantes que liberam de 10 a 100 milhões de vezes mais energia que o Sol.

De acordo com a pesquisa, esse ambiente faria com que os planetas na zona habitável de Kappa Ceti - isto é, que a orbitassem a uma distância em que a temperatura não ficasse muito fria ou muito quente, a ponto de permitir água em estado líquido - perderiam sua atmosfera, caso não tivessem um campo magnético forte o suficiente para protege-los.

Simulando a mesma situação em nosso sistema solar, a conclusão do estudo é que a Terra já tinha um campo magnético fortíssimo, capaz de protegê-la das erupções e da energia liberado pelo Sol jovem. Marte e Vênus, que estão na chamada zona habitável da nossa estrela, não tinham campos magnéticos tão fortes quando o do nosso planeta. Hoje, Vênus se tornou um lugar quentíssimo, alimentado por um efeito estufa descontrolado, capaz de derreter até chumbo. Marte, um deserto gelado com atmosfera rarefeita e que não gera efeito estufa suficiente para esquentar o planeta.

“A Terra antiga não tinha tanta proteção quanto tem agora, mas ainda tinha o bastante”, conta Nascimento, nas conclusões. “Para ser habitável, um planeta precisa de calor e de água, mas também necessita proteção de um sol jovem e muito agressivo”, explica
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