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sexta-feira, 1 de abril de 2016

A Revolução do nosso tempo é a Revolução da Consciência

consciência
Se dermos uma olhada nos acontecimentos do nosso mundo, vamos perceber facilmente que vivemos em tempos revolucionários.
A revolução dos nossos dias é, no entanto, completamente diferente de quaisquer outras revoluções na história da humanidade.
Esta revolução não é organizada, a fim de reorganizar o domínio de poderes e formas, de modo a substituir as formas antigas e ultrapassadas com as novas, dinâmicas e vívidas.
Esta revolução é capaz de assumir a humanidade além das formas.

A revolução do nosso tempo é a revolução da Consciência.

A Consciência, ficou adormecida sob o feitiço de identificação com as formas durante milhares de anos, está lentamente despertando em nossos dias. Há um alarmante aumento cada vez mais poderoso, e o número de pessoas sensíveis à chamada para o despertar está ficando maior e maior.
Os efeitos desse impulso, nos despertam do nosso sonho de identificação com as formas e é sentido por todos. Mas muitos de nós não somos conscientes do que realmente experimentamos; Sentimos que os sucessos realizáveis ​​no mundo são cada vez menos atraente para nós. Reconhecemos atrás de sucessos e fracassos que há algo mais profundo, algo mais profundo em nossa vida.
Vemos isso no dia a dia  um número crescente de jovens que questionam a adequação das metas oferecidas pelo ensino social e religioso. Eles sacudiram a poeira tentando guiar-se ao caminho certo, e, como conseqüência, eles são expostos à experiência de vazio e desespero.
A Sociedade oferece uma “solução” para o problema, sob a forma de produtos das indústrias de entretenimento e medicamentos para aliviar. Hoje, estas indústrias estão prosperando e se transformando em indústrias extremamente lucrativas. Eles oferecem “ajuda” para os jovens na supressão de medo e no tratamento de outros sintomas superficiais.
Há apenas uma porta de entrada que conduz para fora desta situação: e essa porta é o momento presente. Precisamos deslocar o centro de gravidade da nossa vida da periferia para o centro. O que significa isso?
A borda é o presente estado de Consciência, em que a esmagadora maioria das pessoas vive. Esse é o estado de se identificar com a mente, o da consciência adormecida.
Esse é o estado de perfeita identificação com pensamentos, emoções e desejos, onde buscamos as metas da nossa vida só no mundo das formas, seja através de materiais brutos (que experimentos com os 5 sentidos) ou formas materiais mais sutis(pensamentos, emoções).

O motor da nossa existência sobre a borda é a ambição de se tornar algo ou alguém.

No ponto central, a consciência desperta, e o mundo interno de silêncio são além da mente. Não se refere ao silêncio forçado interno sobre si mesmo através de várias técnicas de meditação(neste caso, na concentração de fato), mas o indescritível, o vivenciável, vivo no vazio interior.
Nesse ponto, não há nenhum esforço, nenhum desejo e ambição. Este é o estado de abandono perfeito e submissão, submetendo-nos ao momento presente, ao AGORA.
A revolução da Consciência está ocorrendo, justamente, agora, no momento presente. Não há estratégias, não há grandes líderes dessa revolução, há apenas heróis que entendem o progresso evolutivo da consciência e estão abertos para permitir que os processos terão seu lugar em si.

Governo japonês pretende construir muralha de gelo subterrânea

A imagem é meramente ilustrativa, já que a 'muralha de gelo' será subterrânea (Foto: Reprodução)
O governo japonês quer construir uma 'muralha de gelo' subterrânea. Parece enredo de filme sci-fi, mas é verdade. O plano é um dos últimos recursos para evitar que a água contaminada por resíduos nucleares do acidente de Fukushima, que completaram cinco anos neste mês, chegue ao Oceano Pacífico.
Esta estratégia já estava na mira do governo do Japão, mas ainda havia esperanças de que pequenos robôs enviados para reparar canos de combustível tivessem sucesso na tarefa, o que resumiria o restante do trabalho a limpar a água já contaminada. Mas, em fevereiro, os robôs não resistiram à radiação e deixaram de funcionar. Com isso, os reatores e canos de combustível precisam ser resfriados incessantemente, contaminando a água necessária nesta tarefa. 
Então, para evitar que esta água contaminada saia das propriedades da Usina Nuclear de Fukushima, a ideia é construir um paredão de 1,5 quilômetros, cheio de canos resfriadores, que endurecerão o solo e evitaram que a água corre rumo ao oceano. O plano deve custar R$ 1,12 bilhões aos cofres públicos japoneses.
A preocupação é urgente, já que até o governo dos Estados Unidos já registrou traços de resíduos nucleares nas águas de sua costa oeste. Fazendeiros da região de Fukushima receberam do governo japonês uma espécie de solo em poliéster, para evitar que plantem diretamente no chão, que pode estar contaminado.
Quando perguntado se o plano realmente dará certo, Toshihiro Imai, um dos responsáveis pelo plano de contingência dos danos causados pelo terremoto e pelo tsunami que destruíram um dos reatores da usina, disse que “o efeito da medida é desconhecido, porque todos os nossos testes são baseados em simulações”.
Estratégias semelhantes são usadas para evitar que a água contamine túneis de metrô e galerias de saneamento básico, mas nenhuma delas tem um tamanho sequer próximo ao enorme paredão que os japoneses querem construir. Além disso, esses canos resfriadores tem, em média, vida útil de cinco anos. Logo, esse mais de um bilhão de reais que será gasto pelo Japão pode servir apenas como paliativo.
Dedos cruzados para que tudo dê certo por lá!

Einstein e Tesla, dois dos cientistas mais brilhantes do mundo, viviam brigando

Albert Einstein e Nikola Tesla em 1943 (Foto: Reprodução) (Foto: Reprodução)
Albert Einstein e Nikola Tesla foram pessoas bastante peculiares. Ambos introvertidos, muito inteligentes e até - há quem diga - loucos, os dois dedicaram as vidas aos seus empreendimentos científicos.

O sérvio-americano Nikola Tesla, por sua vez, foiinventor, engenheiro elétrico, engenheiro mecânico, físico e futurista. É mais conhecido porsuas contribuições revolucionárias no campo do eletromagnetismo e por ter desenvolvido teorias que foram bases dos sistemas modernos de potência elétrica em corrente alternativa, com os quais contribuiu imensamente na introdução da Segunda Revolução Industrial.Albert Einstein dispensa apresentações. O físico, que nasceu na Alemanha, desenvolveu a teoria da relatividade, um dos pilares da física moderna. O cientista também é um dos maiores influenciadores da filosofia da ciência.
Parece inevitável que duas das mais brilhantes mentes da história da ciência batessem cabeça, vez ou outra.
Em 1931, no ano do 75º aniversário de Nikola Tesla, a revista Time pediu um comentário de Einstein sobre o colega cientista. “Um eminente pioneiro no campo de correntes de alta frequência... Quero parabeniza-lo pelo seu grande sucesso e pelo trabalho de sua vida”, respondeu o alemão, educadamente, mas curte e direto ao ponto.
O tom parece cordial demais, visto que Tesla e o poeta George Sylvester Viereck escreveram um poema criticando Einstein, em 1920. “Fragments of Olympian Gossip” contém os seguintes versos:
“Now a long haired crank, Einstein by name,
Puts on your high teaching all the blame.”
Alguns anos depois da publicação do poema e do aniversário de 75 anos de Tesla, em 1935, o inventor e engenheiro voltou a criticar Einstein, desta vez diretamente. Em entrevista ao New York Times, Tesla disse que a teoria da relatividade do alemão era “um mendigo envolto em roxo que pessoas ignorantes levam para um rei” e “uma massa de erros violentamente oposta aos ensinamentos dos grandes homens da ciência do passado e até do senso comum... A teoria amarra todos esses erros e falácias e os veste em roupas matemáticas elegantes que fascinam, encantam e deixam as pessoas cegas... Os exponentes dela são homens muito brilhantes, mas eles são metafísicos, não são cientistas. Nem uma só proposta da teoria da relatividade foi provada”, disparou.
Completa a discussão ainda um boato que, em uma entrevista, o repórter pediu que Einstein dissesse como é ser o homem mais inteligente da Terra, ao que o físico respondeu, ironicamente: “Eu não sei dizer. Pergunte a Nikola Tesla”.
Recentemente, foi encontrada nos arquivos de Nikola Tesla uma carta escrita a próprio punho por Einstein. Nela, uma mensagem de felicitações pelos 75 anos do colega, enviada no mesmo ano em que o alemão respondeu com um comentário seco ao pedido da Time por uma palavrinha sobre Tesla. A carta encontrada contém as seguintes palavras, traduzidas do alemão:
Com alegria, soube que você comemora seu 75º aniversário. Você é um pioneiro bem-sucedido no campo das correntes de alta frequência, responsável pelo maravilhoso desenvolvimento desta área da tecnologia, permitindo grandes avanços. Quero apenas parabenizá-lo pelo sucesso, pelo trabalho, por tudo!
Albert Einstein”
Imagine só se esses dois pudessem mandar umas indiretinhas pelo Twitter, nos dias de hoje :p
Carta de Einstein para Tesla (Foto: Reprodução/Arquivos de Tesla)

Misteriosamente, satélite japonês perde comunicação com a Terra

Representação do satélite Hitomi (Foto: Divulgação/JAXA)
A Agência Aeroespacial Japonesa (JAXA, na sigla original) está um tanto quanto perdida. No último sábado, o satélite Hitomi perdeu contato com a central de comunicação da agência na Terra e os japoneses não fazem a menor ideia do que pode ter acontecido.

A Junta de Operações Espaciais dos Estados Unidos emitiu um comunicado no dia 26 de março informando que encontrou o satélite separado em cinco pedaços. Com esta informação, a agência espacial japonesa já está observando as partes do satélite usando um radar no Centro Espacial de Kamisaibara e um telescópio no Centro Espacial Bisei.Inicialmente, o incidente foi tratado apenas como uma anomalia que impediu a comunicação, mas, com o avanço das investigações sobre o caso, a JAXA já desconfia que o satélite tenha se desintegrado no espaço. Oficialmente, a agência afirma que “é impossível determinar o estado atual do satélite”.
Enquanto os japoneses tentam restabelecer contato com o satélite, as pessoas se perguntam o que causou o fim do satélite Hitomi. É realmente muito triste – e bastante caro – para o programa espacial japonês, que lançou o satélite há pouco mais de um mês, em 17 de fevereiro, ainda com o nome ASTRO-H. O Hitomi, que é – ou era – equipado com telescópios raios-x e detectores de raios gama e foi construído em parceria com a NASA, com a Agência Espacial Europeia e com a Agência Espacial Canadense, foi lançado para estudar aglomerados de galáxias, buracos negros supermassivos e estrelas de nêutrons.
TEORIAS?
De acordo com o astrônomo Jonathan McDowell, do Centro de Astrofísica Harvard-Smithsonian, disse que é possível que o Hitomi tenha sofrido algum “evento energético”, como um vazamento de gás ou uma explosão de bateria. Se esta hipótese estiver correta, é possível que a antena de comunicação do satélite esteja mal posicionada, evitando, assim, o contato com a JAXA. Além disso, os painéis solares podem não estar direcionados para o Sol, fazendo com que o aparato espacial perca toda a sua bateria antes de ser possivelmente restaurado.
Mas, de acordo com outro especialista, Goh Cher Hiand, do Universidade Nacional de Cingapura, eventos dramáticos com os sugeridos por McDowell são raros e é possível que o Hitomi tenha sido atingido por algo externo, como pedaços de lixo espacial. “Pode ter acontecido alguma colisão com um objeto de fabricação humana ou com algum corpo celeste”, explicou ele, em entrevista para a BBC.
Recuperar o satélite parece difícil, mas não é impossível. Em 2010, a JAXA perdeu controle sobre o satélite Akatsuki, que faria estudos na órbita de Vênus. Cinco anos depois, a agência espacial japonesa retomou contato com o satélite e o recuperou, colocando-o na órbita venusiana.

Colisão de asteroide em Júpiter foi avistada da Terra

Júpiter e Ganímedes (Foto: NASA/Michael Benson)
Foi confirmado: Júpiter foi atingido por um asteroide. Mas não se preocupe! O gigante gasoso saiu vitorioso da batalha e, aparentemente, está intacto e passa bem.

No vídeo abaixo, é possível ver um pequeno ponto luminoso no lado direito do planeta. Pode parecer insignificante, mas o resultado da explosão pode ter sido poderosíssimo.
O registro foi feito por um astrônomo amador da Áustria, que usou um mero telescópio de 20 centímetros para registrar o evento. Como o pequeno flash que há no vídeo pode ter sido um erro técnico do aparelho, o registro do astrônomo foi colocado em dúvida. Confira o vídeo:

Se você está com aqueles que acreditaram que foi apenas um pontinho brilhante, está enganado. Um astrônomo amador da Irlanda também registrou o evento, com um telescópio de 28 centímetros, corroborando a história do austríaco.
O pequeno ponto luminoso que atingiu o gigante gasoso é, na verdade, um pedaço de asteroide. Mas, considerando que o tamanho de Júpiter equivale a 1.321 vezes a extensão da Terra, essa rocha espacial poderia ter causado sérios danos se resolvesse dar as caras por aqui.

Deixando de lado as consequências catastróficas que um impacto dessa magnitude poderia causar na Terra, a moral da história é: fique de olho no céu! Você nunca sabe o que poderá ver.“Em média, um objeto atingiria Júpiter numa velocidade cinco vezes maior do que se atingisse a Terra. Ou seja, o impacto seria 25 vezes maior. O asteroide que caiu em Chelyabinsk, na Rússia, em 2013, explodiu com a energia de 500 mil dinamites. Imagine esse impacto 25 vezes maior”, explica o astrônomo Phil Plait. É por isso que o impacto foi visível aqui da Terra: sua intensidade foi realmente impressionante.

Colonização da Lua pode ser subterrânea, afirma cientista

Teoria de tubos de lava da Lua não é novidade (Foto: Divulgação/Nasa)
Autores de histórias de ficção científica passaram décadas imaginando como seriam as futuras colônias na Lua. Diversas agências espaciais, da NASA à Agência Japonesa de Exploração Aeroespacial, fizeram planos para a construção de uma colônia, mas nenhum deles foi unanimidade entre a comunidade científica. Uma estratégia maluca, digna de um sci-fi bem trash, pode ser a solução: construir uma base subterrânea.

“Essa é a maior evidência já vista de que temos tubos de lava vazios e livres na Lua”, explicou Rohan Sood, pesquisador da Universidade de Purdue. A equipe liderada com ele se baseou em dados coletados pela missão GRAIL, que levou duas sondas à Lua, em 2012.Durante anos, especulou-se que a Lua pode ser crivada de tubos de lava, condutos naturais por meio dos quais o material geológico expelido em uma erupção vulcânica chega à superfície. Na semana passada, durante uma conferência, uma equipe de cientistas confirmou que esses caminhos subterrâneos realmente existem e que podem ser as melhores opções para fugir das condições adversas do solo lunar, que incluem radiação cósmica, severas mudanças de temperatura e colisões de micro asteroides.
As conclusões foram tomadas, basicamente, porque o campo gravitacional em solo lunar varia, dependendo da quantidade de massa que há na superfície. Ou seja, áreas com buracos abaixo do solo tiveram leituras diferentes de regiões com solo firme, completo. “Se você voar sobre um tubo de lava, haverá um pequeno ‘mergulho’ de gravidade”, afirmou Sood.
O cientista disse que a equipe encontrou dez diferentes regiões que podem esconder grandes tubos de lava, o que comprova que, no passado distante, a Lua foi bastante ativa vulcanicamente. Ainda segundo Sood, esses buracos abaixo da terra são grandes o bastante para conter cidades inteiras.
Apesar de animado com o que foi encontrado, o pesquisador disse que os resultados apresentados são iniciais e que será necessário estudar muito mais o solo lunar, antes de afirmar que uma colonização subterrânea é a melhor opção.
Aqui na Terra, morar nos subterrâneos não é uma completa novidade. Na Austrália, há uma cidade em que metade da população vive abaixo do solo.

Astrônomos encontram a galáxia mais luminosa já observada

Uma simulação da galáxia mais brilhante encontrada, até então sem nome (Foto: Divulgação)
Recentemente, astrônomos descobriram a galáxia mais brilhante já avistada no Universo, com estrelas tão luminosas que, literalmente, faltaram palavras para descrevê-las.
De acordo com uma equipe da Universidade de Massachussetts Amherst, os termos “ultra-luminoso” e “hiper-luminoso” não fazem justiça ao brilho emitido pelas estrelas desta galáxia, então foi necessário criar um novo termo para se referir aos astros. “Estamos chamando de 'outrageously luminous’ [escandalosamente luminosos, em tradução livre], porque não há termo científico que possa ser aplicado”, explica um dos pesquisadores, Kevin Harrington.
Os astrônomos encontraram a galáxia graças ao Grande Telescópio Milimétrico, que fica no México, e com a ajuda da sonda espacial Planck e do Observatório Espacial Herschel, ambos administrados pela Agência Espacial Europeia.
As primeiras estimativas apontam que esta galáxia, que ainda não foi nomeada, tem cerca de 10 bilhões de anos de idade, tendo sido formada cerca de 4 bilhões de anos depois do Big Bang.
Ponto fora da curva

Para categorizar a luminosidade de uma galáxia, há uma escala chamada ‘luminosidade solar’.Galáxias que emitem até 1 trilhão de luminosidade solar são chamadas de ‘ultra-luminosas’. As que emitem acima disso e até 10 trilhões de luminosidade solar são consideradas ‘hiper-luminosas’. O problema é que esta nova galáxia encontrada emite cerca de 100 trilhões de luminosidade solar. “Em teoria, isto nem existiria. Ela é grande demais e luminosa demais, por isso ninguém nunca procurou por algo assim”, afirma o pesquisador-chefe, Min Yun.
Agora que a ciência sabe da existência de galáxias assim, esta descoberta ajudará os astrônomos a estudarem as condições do princípio do Universo. “Ter consciência de quanto essa galáxia cresceu nos bilhões de anos desde seu surgimento nos ajudará a estimar quanto material havia na juventude do Universo. As coisas parecem muito mais complexas agora do que achávamos que eram”, completa Min Yun.

Manuscrito de Newton sobre a "pedra filosofal" foi encontrado

Newton (Foto: Wikimedia/Godfrey Kneller/The Chemical Heritage Foundation)
Após passar um longo período em uma coleção privada, manuscritos de Isaac Newton relacionados à pedra filosofal foram adquiridos pela American Chemical Heritage Foundation, dos Estados Unidos.
Histórias sobre pedra filosofal começaram a surgir em anotações a partir de 300 d.C. Ela se tornou popular entre alquimistas por supostamente ser o elixir da vida, capaz de imortalizar as pessoas.
Já no caso do manuscrito de Newton, que foi escrito em latim no século 17, a pedra filosofal seria uma substância capaz de transformar metais como mercúrio e cobre em ouro ou prata. O documento em questão conta com descrições de experimentos de outro alquimista, George Starkey, bem como anotações de Newton sobre o assunto.

Como aponta o Science Alert, nas anotações não fica claro se Newton tentou desenvolver a pedra. Ainda há uma leva de manuscritos do cientista que não foi divulgada ao público. Em 1936, os herdeiros dele venderam esses documentos para colecionadores e só depois de décadas, aos poucos, começaram a voltar para instituições públicas. A maior parte das anotações relacionadas aos experimentos de Newton no momento está na Universidade de Cambridge, na Inglaterra, onde o cientista conduziu suas pesquisas.Os processos descritos envolvem o "mercúrio filosofal" que, como explica o curador da American Chemical Heritage Foundation, James Voelker, "era a substância que os cientistas acreditavam ser capaz de quebrar metais em elementos". "A ideia era realizar esses processos para depois transformar os elementos em outros metais", conta. A noção dessa substância foi desenvolvida por um terceiro alquimista, Eirenaeus Philalethes, e acreditava-se que ela seria essencial para a criação da pedra filosofal.
Agora que o texto relacionado à pedra filosofal está nas mãos da American Chemical Heritage Foundation, a Universidade de Indiana, nos Estados Unidos, dará início ao projeto "A química de Isaac Newton", em que os documentos ficarão disponíveis online para estudo."A coleção é gigantesca. Estima-se que Newton tenha escrito mais de um milhão de palavras relacionadas à alquimia", afirma Voelker. 

Luas e aneis de Saturno surgiram depois dos dinossauros, sugere estudo

saturno (Foto: NASA / JPL / Space Science Institute)Um estudo realizado por pesquisadores dos institutos SETI e Southwest de Pesquisa sugere que os aneis e as luas de Saturno são mais recentes do que se acreditava. A pesquisa foi publicada no periódico Astrophysical Journal e explica que os aneis e satélites se formaram há 100 milhões de anos, quatro bilhões depois do surgimento do próprio planeta.

Os cientistas chegaram a essa conclusão por meio das observações realizadas pela sonda Cassini. A partir dos dados coletados, os pesquisadores fizeram simulações virtuais para calcular o quanto as órbitas das mais de 60 luas de Saturno mudaram com o tempo.A teoria é impressionante, visto que a maioria dos planetas e luas do sistema solar tem bilhões de anos. Sem contar que 100 milhões de anos é pouquíssimo tempo: em termos de comparação, já existiam abelhas e dinossauros na Terra nessa época.
Observou-se que as órbitas das luas crescem aos poucos, mas em escalas diferentes. Isso faz com que, por vezes, algumas delas entrem em ressonâncias orbitais, exercendo influência gravitacional umas nas outras. Alguns dos satélites, principalmente os interiores, não mostravam esses mesmos níveis de inclinação, o que levou os cientistas a acreditarem que eles provavelmente são mais recentes que o restante. "Podemos afirmar que os satélites em questão não são tão velhos quanto o planeta", afirmou Matija Cuk, pesqusiador que conduziu o estudo.
"Nossa melhor estimativa é que Saturno teve uma coleção parecida de luas antes, mas suas órbitas foram atrapalhadas por um tipo especial de ressonância orbital envolvendo os movimentos de Saturno em torno do Sol", disse Cuk. "Por fim, as órbitas das luas ao redor se cruzaram e esses objetos colidiram. A partir desses materiais os aneis e atuais satélites se formaram."
De acordo com os pesquisadores, todos os satélites mais próximos a Saturno do que Reia, a segunda maior lua do planeta, têm menos de 100 milhões de anos. Como os aneis mais visíveis de Saturno provavelmente surgiram a partir dos mesmos materiais que essas luas internas, é possível que sejam tão jovens quanto elas.

segunda-feira, 28 de março de 2016

Cientistas dizem que a consciência é um estado da matéria

mente-humana
Há uma revolução silenciosa ocorrendo na física teórica.  Durante todo o tempo que esta disciplina existiu, os físicos têm estado relutantes em discutir sobre a consciência, considerando este tópico um assunto para malucos e charlatões.  Na verdade, a mera menção da palavra ‘c’ podia arruinar carreiras.
Finalmente isso está começando a mudar, graças à maneira fundamentalmente nova de pensar sobre a consciência, que está se espalhando como fogo em mato seco através da comunidade da física teórica.  E, embora o problema da consciência esteja muito longe de ser resolvido, ele finalmente está sendo formulado matematicamente como um conjunto de problemas que os pesquisadores conseguem entender, explorar e discutir.
Hoje, Max Tegmark, um físico teórico do Instituto de Tecnologia Massachusetts, em Cambridge, apresenta os problemas fundamentais que esta nova forma de pensar levanta.  Ele mostra como estes problemas podem ser formulados em termos de mecânica quântica e teoria de informação.  E ele explica como o ato de pensar sobre a consciência desta forma nos leva exatamente às questões sobre a natureza da realidade que o processo científico de experimentos poderá ajudar a desmaranhar.
A abordagem de Tegmark é a de pensar na consciência como um estado da matéria, como um sólido, um líquido, ou um gás.  “Eu conjecturo que a consciência possa ser compreendida como ainda outro estado da matéria.  Bem como há muitos tipos de líquidos, há muitos tipos de consciência”, diz ele.
Ele prossegue em mostrar como as propriedades em particular da consciência poderiam surgir das leis da física que governam o Universo.  E ele explica como estas propriedades permitem os cientistas raciocinarem sobre as quais a consciência surge, e como podemos explorá-la para melhor compreendermos porque o mundo ao nosso redor se parece assim.
De forma interessante, a nova abordagem quanto a consciência veio de fora da comunidade científica, principalmente de neurocientistas como Giulio Tononi da Universidade de Wisconsin, em Madison.
Em 2008, Tonomi propôs que um sistema que demonstra consciência deve ter duas qualidades específicas. Primeiro, o sistema dever ser capaz de armazenar e processar grandes quantidades de informação.  Em outras palavras, a consciência é um fenômeno essencial de informação.
E segundo, esta informação deve ser integrada ao todo unificado, para que assim seja possível dividi-la em partes independentes.  Isso reflete a experiência de que cada instância da consciência seja um todo unificado que não pode ser decomposto em partes distintas.
Ambas destas qualidades podem ser especificadas matematicamente, assim permitindo aos físicos como Tegmark raciocinarem sobre elas, pela primeira vez.  Ele começa delineando as propriedades básicas que um sistema de consciência deva ter.
Dado o fato de que este é um fenômeno de informação, um sistema de consciência deve ser capaz de se armazenar numa memória e retornar esta memória de forma eficiente. Ele deve também ser capaz de processar estes dados, como um computador, mas um que é muito mais flexível e poderoso do que os aparelhos com base em silício, os quais estamos familiarizados.
Tegmark empresta o termo computronium para descrever a matéria que pode fazer isto, e cita outros trabalhos, os quais mostram que os computadores de hoje decepcionam quanto aos limites teóricos da computação, por 38 ordens de magnitude.
Claramente, há muito espaço para aperfeiçoamento que permita o desempenho de sistemas de consciência.
Após, Tegmark discute o perceptronium, definido como a substância mais geral, a qual se sente subjetivamente auto-consciente.  Esta substância não só deveria ser capaz de armazenar e processar informação, mas também de maneira que forma um todo unificado e indivisível.  Isso também requer uma certa quantidade de independência, na qual a dinâmica da informação é determinada a partir de dentro, ao invés de externamente.
Finalmente, Tegmark usa sua nova maneira de pensar sobre a consciência como uma lente através da qual é possível estudar um dos problemas fundamentais da mecânica quântica, conhecido como o problema da fatoração quântica.
Isto é levantado, porque a mecânica quântica descreve todo o Universo usando três entidades matemáticas: Um objeto conhecido como um Hamiltoniano, o qual descreve a energia total do sistema; uma matriz de densidade que descreve o relacionamento entre todos os estados quânticos no sistema; e a equação de Schrodinger, que descreve como as coisas mudam com o tempo.
O problema é que quando todo o Universo é descrito nesses termos, há um número infinito de soluções matemáticas que incluem todos os possíveis resultados mecânicos quânticos e muitos outros, mesmo as possibilidades mais exóticas.
Assim, o problema é, por que percebemos o Universo com o mundo semi-clássico tridimensional que é tão familiar?  Quando olhamos para um copo de água com gelo, percebemos o líquido e os cubos de gelo sólido como coisas independentes, embora eles estejam intimamente ligados como parte do mesmo sistema.  Como é que isto acontece?  De todas as possibilidades de resultado, por que percebemos esta solução?
Tegmark não possui uma resposta.  Mas o que é fascinante sobre esta abordagem é que ela é formulada através do uso da linguagem da mecânica quântica, de forma que permite um raciocínio científico detalhado.  E, como resultado, ela devolve todos os tipos de problemas novos que os físicos irão querer dissecar em maiores detalhes.
Tome por exemplo a ideia de que a informação num sistema consciente deva ser unificada. Isso significa que os sistema devam conter códigos de correção de erros, os quais permitam quaisquer subsistemas de até metade da informação sejas reconstruídos a partir do restante.
Tegmark aponta que quaisquer informações armazenadas numa rede especial, conhecida como rede neural Hopfield, automaticamente possui este aparato de correção de erro.  Porém, ele calcula que a rede Hopfield do tamanho de um cérebro humano, com 10^11 neurônios, possa armazenar somente 37 bits de informação integrada.
“Isto nos deixa com um paradoxo de integração: Por que o conteúdo da informação de nossa experiência consciente parece ser vastamente maior do que 37 bits?”, pergunta Tegmark.
Essa é uma questão que muitos cientistas poderão acabar considerando em detalhe.  Para Tegmark, este paradoxo sugere que está faltando um ingrediente vital nesta formulação matemática da consciência. “Isto implica fortemente que o princípio da integração deve ser suplementado por, pelo menos, um princípio adicional”, diz ele.
E, contudo, o poder desta abordagem é a suposição de que a consciência não fica além de nosso alcance; não há um ‘molho secreto’ sem o qual não podemos ser domados.
No começo do século XX, um grupo de jovens cientistas embarcaram numa questão para explicar algumas poucas anomalias estranhas, todavia pequenas, da nossa compreensão do Universo. Através da derivação de novas teorias da relatividade e da mecânica quântica, eles acabaram por desafiar a forma com que compreendemos o cosmos.  Este físicos, pelo menos alguns deles, são agora renomados.
Será que uma revolução similar está ocorrendo agora, no começo do século XXI?

Fontemedium.com

A última profecia Hopi antes da passagem de Red Kachina está se cumprindo

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“”Nós dissemos-lhe pela primeira vez sobre as centenas de códigos de Torah verificados e revisados por pares declarando que Nibiru e o Mashiach (Messias) estavam ligados; você viu-los e foi capaz de confirmá-los por si mesmo, e você assistiu suas profecias se tornar realidade, uma após a outra.
Mais uma vez, vamos mostrar-lhe este primeiro … A PROFECIA HOPI FINAL antes da chegada de Nibiru acaba de ocorrer … “Os gêmeos !!!”
A maioria de vocês que seguem o Nibiru história desdobramento (Nemesis), sei que é devido a chegar agora, e sei que ele aparece no céu como um RED planeta gigante, este é o “KACHINA RED” do povo Hopi falam de em sua famosa profecia, o pavor “purificador” que vem a devastar a Terra … Mas antes que aconteça, “os gêmeos” chegam para dar o aviso final para preparar!””
f115fd1e-bb7c-4ea6-99aa-e7b26e81076aEXTRATO DA GRANDE PROFECIA HOPI:
“Não muito atrás dos OS GÊMEOS virá o Purificador – O Kachina Red, que trará o Dia da Purificação. Neste dia da Terra, suas criaturas e toda a vida como a conhecemos mudará para sempre “.
Esta semana … Os gêmeos CHEGAM !!!

Cientista diz que ETs criaram os humanos

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Após uma completa análise, com a assistência de outros cientistas, programadores de computador, matemáticos e outros estudiosos, o Professor Chang perguntou a si mesmo se o DNA humano, aparentemente ‘lixo’ foi potencialmente criado por algum tipo de “programador extraterrestre”, e talvez isto seja o elo perdido para a raça humana.
O professor Chang então estipula que:
“Nossa hipótese é a de que uma forma de vida extraterrestre mais elevada estava engajada na criação de nova vida e na sua implantação em vários planetas. A Terra é somente um deles.”
Chang então vai além:
“O que temos visto em nosso DNA é um programa consistindo de duas versões: um código grande e um código básico.”
O Professor Chang então confirma:
“O primeiro fato é, o ‘programa’ completo positivamente não foi escrito na Terra; isto é agora um fato verificado. O segundo fato é, que os genes por si próprios não são suficientes para explicar a evolução; deve haver algo mais ‘no jogo’.”
“Mais cedo ou mais tarde”, diz o Professor Chang, “teremos que enfrentar a inacreditável noção de que toda a vida na Terra carrega o código genético de seu primo extraterrestre, e que a evolução não ocorre como pensamos.”
As implicações severas, porém empolgantes, destas descobertas cientificas reforçariam ainda mais as alegações de outros cientistas e observadores sobre terem contato com extraterrestres de aparência humana.
Os supostos extraterrestres de aparência humana teriam fornecido alguns dos importantes materiais genéticos para a evolução humana, e muitos desses extraterrestres permitiram alguns membros de sua equipe de incarnarem como ‘sementes estelares’ na Terra, em famílias humanas.
Em 2013, cientistas do Cazaquistão confirmaram que o DNA humano estava codificado com um sinal extraterrestre por uma civilização alienígena antiga, a qual visitou a Terra antes de nossa existência.
Os cientistas agora chamam isto de ‘SETI biológico” e alegam que o código matemático no DNA humano não pode ser explicado pela evolução, assim são levados à conclusão de que temos uma origem alienígena.
Em resumo, somos todos recipientes que vivem e respiram para algum tipo de mensagem alienígena, a qual pode ser mais facilmente usada para detectar vida extraterrestre do que as transmissões via rádio. Talvez seja por isto que muitos de nós estamos começando a ‘acordar’!
“Uma vez consertado, o código poderia permanecer imutável por escalas de tempo cosmológicas; de fato, ele é a construção mais durável conhecida”, escreveram os pesquisadores no periódico científico Icarus. “Assim, ele representa uma armazenagem excepcionalmente confiável para uma assinatura inteligente.  Uma vez que o genoma seja apropriadamente reescrito, o novo código com a assinatura ficara congelado na célula e sua progenitura, que poderia então ser entregue através do espaço e tempo.”
Sua importante pesquisa levou os cientistas a concluírem que fomos inventados “fora do sistema solar, já há vários bilhões de anos.”
Um mistério permanece: Se somos a criação de alienígenas, quem então os criou?
Estaria o DNA dentro de nós dando início a este ‘despertar em massa’ por todo o mundo?
Tudo que foi relatado no artigo acima é somente uma teoria, e não reflete necessariamente a verdade absoluta sobre nossas origens, tampouco a ideia de que há dentre nós seres encarnados de outros planetas. Como sempre, todos os artigos aqui apresentados servem somente para relatar aos leitores do OH as ideias que circulam hoje pelo mundo a respeito dos assuntos tratados neste site.
Porém, vale lembrar que mesmo aqueles dentre nós com fundamentação puramente religiosa para a origem da raça humana não podem deixar de concordar que, caso tivéssemos sido criados por um ente espiritual, este não deixa de ser extraterrestre, pois sua origem não é da Terra, embora nesse caso a Terra pertencesse a Ele/a.
De qualquer forma, ainda há muito que percorrermos para alcançarmos a verdade.

Visões de quase morte

morte
Mais de 45% das 2.060 pessoas que sobreviveram a uma parada cardíaca tiveram visões ou memórias enquanto estavam desacordadas.
Um estudo pioneiro mostra que a morte pode não ser o fim imediato de tudo.
O cérebro normalmente se desliga entre 20 e 30 segundos depois que o coração para de funcionar, afirmam os especialistas. Mas os resultados de um estudo de quatro anos, envolvendo 2.060 casos de parada cardíaca ocorridos em 15 hospitais no Reino Unido, nos Estados Unidos e na Áustria, mostrou algo diferente. A equipe da Universidade de Southampton (Inglaterra) que liderou a pesquisa, a maior do gênero já realizada, descobriu que quase 40% dos sobreviventes desses casos descreveram algum tipo de “consciência” em momentos em que, de acordo com a teoria, estavam clinicamente mortos.
Para os cientistas responsáveis pelo estudo denominado Aware (sigla em inglês para Awareness During Resuscitation – “Consciência Durante a Ressuscitação”), divulgado em outubro na revista Resuscitation, da fundação Conselho de Ressuscitação Europeu, o material coletado contém evidências de que uma parte significativa dos pacientes vivenciou eventos reais por até três minutos além do suposto instante da morte cerebral, e alguns daqueles reanimados conseguiram descrevê-los com riqueza de detalhes.
“Contrariamente à percepção, a morte não é um momento específico, mas um processo potencialmente reversível que ocorre depois que qualquer doença ou acidente grave leva o coração, os pulmões e o cérebro a parar de funcionar”, observa o médico inglês Sam Parnia, professor assistente de medicina e diretor do centro de ressuscitação da Universidade Estadual de Nova York, e que atuava como pesquisador honorário na Universidade de Southampton quando liderou o estudo.
“Se são feitas tentativas para reverter esse processo, ele pode ser referido como “ataque cardíaco”; entretanto, se essas tentativas não conseguem sucesso, ele é chamado de “morte”, diz Parnia. “Nesse estudo, queríamos ir além  do conceito de experiência de quase morte, emocionalmente carregado, mas pobremente definido, para explorar objetivamente o que acontece quando morremos.”
Dos pacientes que sobreviveram ao ataque cardíaco e puderam ser submetidos ao primeiro estágio de entrevistas, 39% descreveram uma percepção de consciência, mas, curiosamente, não tinham nenhuma lembrança nítida de eventos. O máximo que 20% dessas pessoas conseguiam recordar era uma incomum sensação de tranquilidade. Cerca de 33% delas declararam ter sentido o tempo desacelerar ou
ficar mais rápido. Alguns pacientes relataram uma luz brilhante, um clarão dourado ou um Sol resplandecendo. “Isso sugere que mais pessoas podem ter inicialmente atividade mental (nesses momentos), mas perdem suas memórias depois de recuperar- se, por causa dos efeitos de lesão cerebral ou de sedativos nos circuitos da memória”, avalia Parnia.
Descrições detalhadas
Dos 101 pacientes que passaram por dois estágios diferentes de entrevistas, 45,5% afi rmaram não ter tido quaisquer recordações, memórias ou consciência dos momentos em que não manifestavam vida. Mas 45,5% descreveram um leque de recordações não compatíveis com experiências de quase morte, entre elas relatos de experiências aterrorizantes e de perseguição. Já 7% tiveram experiências compatíveis com defi nições tradicionais da experiência de quase morte e 2% superaram esse nível, demonstrando plena consciência daqueles momentos e fazendo referências explícitas sobre o que “viram” e “ouviram”, características típicas dos casos defi nidos como “experiências fora do corpo”.
Os fenômenos chamados popularmente de experiências de quase morte ou experiências fora do corpo são comumente atribuídos a alucinações ou ilusões, ocorrendo tanto antes de o coração parar quanto após ele ser ressuscitado. Mas um caso “muito verossímil”, conforme Parnia descreveu ao jornal inglês Th e Telegraph, aponta claramente para outra direção. Um assistente social de 57 anos, de Southampton, permaneceu consciente após o suposto desligamento do cérebro e fez observações preciosas para o estudo. Ele se lembra de ter deixado seu corpo e acompanhado as tentativas de ressuscitá-lo no canto do quarto. Relatou ainda os procedimentos da equipe médica que o socorreu. “O homem descreveu tudo que havia acontecido no quarto, mas o que mais se destaca é que ele ouviu dois ‘bips’ de uma máquina que emite um ruído a intervalos de três minutos”, diz Parnia. “Assim, pudemos calcular quanto tempo durou a experiência. Ele parecia muito confi ável e tudo o que disse que havia acontecido de fato aconteceu.”
Parnia e seus colegas sublinham que, embora apenas 2% dos entrevistados tenham exibido uma ampla consciência dos fatos posteriores à sua “morte”, os resultados obtidos recomendam novas e mais aprofundadas pesquisas nessa área. Outros estudos também são indicados para explorar se a consciência (implícita ou explícita) pode conduzir os pacientes a resultados psicológicos adversos no longo prazo, como o transtorno do estresse pós-traumático. “De maneira clara, a experiência lembrada que cerca a morte merece agora uma investigação genuína mais aprofundada e sem preconceito”, escrevem os cientistas.
Jerry Nolan, editor-chefe da Resuscitation, acrescentou: “O dr. Parnia e seus colegas devem ser parabenizados pela conclusão de um estudo fascinante que abrirá a porta para pesquisas mais abrangentes sobre o que acontece quando morremos”.

Enigmas da Floresta Amazônica

Índios-e-Nazistas-Tô-no-Cosmos
Nas densas e em grande parte impenetrável Floresta Amazônica, jazem inúmeros mistérios que se compreendidos ou desvendados nos ajudariam a compreender melhor como a civilização antiga vivia no continente americano. Nós conhecemos muito pouco do nosso planeta, cerca de 5% dos oceanos, estimasse que 86% das espécies vivas são desconhecidas, entre outros cálculos. E com a ajuda da tecnologia do Google Earth, muitas pessoas tentam a sorte descobrindo novos lugares de difícil acesso ao homem. O Google Earth se tornou uma grande ferramenta para todos os arqueólogos de hoje em dia.
No começo de 2010, vestígios de uma civilização desconhecida foram encontrados na Amazônia com a ajuda do Google Earth. Há muita similaridade com as famosas Linhas de Nazca. Estima-se que pela imagem apenas 10% é possível ser visto, tendo muito ainda para ser descoberto desse terreno.
civilizacao-amazonas - Tô no Cosmos
As pirâmides de Paratoari é um campo composto  de formações em forma de pirâmides em Manú, área da Selva Amazônica no Peru. Essa localização foi descoberta pela primeira vez em 1976 por um satélite da NASA.
Abaixo podemos ver a imagem atual do Google Earth e a outra de 1976.
Satélite Amazônia - Tô no Cosmos
Alguns pesquisadores dizem que as Pirâmides de Paratoari não passam de formações naturais, mas do outro lado estão os pesquisadores que acreditam fielmente que essas estruturas foram construídas num passado distante por um civilização que nunca foi vista antes.
Em excursões para essa região foram encontradas muitas evidências de que os Incas habitaram essa área, como petróglifos, estradas pavimentadas e plataformas.  Quando as imagens do satélite foram liberadas em 1976. A imagem fez vários pesquisadores se aventurarem pelas densas floresta no sudeste do Peru com esperanças de descobrirem se as pirâmides foram construídas por uma civilização perdida com o tempo.
As Pirâmides de Paratoari são estruturas simetricamente alinhadas que não poderiam ser de causas naturais, apenas produtos da mão humana.
Imagem das supostas pirâmides publicada em 1979 pela Revista Veja.
Imagem das supostas pirâmides publicada em 1979 pela Revista Veja.
No começo dos anos 70, dois destes pesquisadores, o arqueólogo amador Roldão Pires Brandão e o etnólogo José Alair da Costa Pires afirmaram ter descoberto durante um sobrevoo na selva amazônica, três pirâmides cobertas pela vegetação, que muitos procuravam durante séculos no Brasil. Pelos seus cálculos, a maior delas tinha cerca de 200 metros – maior, portanto, que a Pirâmide de Quéops, no Egito, que tem 146 metros – e arestas bem definidas, com quatro faces convincentes.
Inúmeras expedições já foram feitas, mas temos que lembrar que mesmo hoje no século 21, existem inúmeros lugares inexplorados na Terra, e a Floresta Amazônica é com certeza umas das regiões menos exploradas até hoje.
Falando de floresta amazônica, há um fato histórico que é bom sabermos. Hitler enviou expedições científicas e militares até a Amazônia.Isso teria sido durante a Segunda Guerra Mundial, quando cerca de dois mil alemães embarcaram nessa jornada, mas nenhum deles retornaram para a Alemanha.
A imagem ao lado é bastante curiosa, pois se trata de uma cruz mostrando a sepultura de um nazista no Brasil. Na cruz está escrito: “Joseph Greiner, morreu aqui em 2.1.1936”.
Mas se a Segunda Guerra Mundial começou em 1939, como teria um soldado nazista morrido no Brasil em 1936?
Segundo o livro “Projeto de Guayana”, publicado por Jens Glüsing, a Alemanha Nazi esteve aqui entre 1935 e 1937, e o objetivoNazista-na-Amazônia-Tô-no-Cosmos maior seria mesmo fundar bases na América do Sul, mas a quem diga que estariam em busca de Akakor, uma suposta cidade perdida que estaria localizada dentro da imensidão da Floresta Amazônica, no território brasileiro. A existência de Akakor é semelhante à outra lenda, El Dorado, a cidade farta de ouro. Akakor foi citada no filme “Indiana Jones e a Caveira de Cristal, 2008”.
Um dos exploradores mais conhecidos foi o elegante Perry Fawcett, que em busca de uma cidade perdida que ele chamava de “Z”, após ter convicção de sua existência, mais precisamente na Serra do Roncador, situada ao meio da floresta amazônica no estado do Mato Grosso, onde até hoje o número de avistamento de Ovnis é muito grande. Junto com seu filho e um amigo, Perry enviou uma mensagem para sua esposa dizendo que estava prestes a adentrar em um território inexplorado, e nunca mais voltou. FONTE