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segunda-feira, 25 de abril de 2016

Extinções em massa podem estar ligadas ao “Planeta 9”

planeta 9
De acordo com Daniel Whitmire, pesquisador e professor do Departamento de Ciências Matemáticas da Universidade de Arkansas (EUA), as extinções em massa periódicas da Terra, conforme indicadas no registro fóssil, podem estar ligadas a um suspeito nono planeta.
O artigo foi publicado na edição de janeiro da revista Monthly Notices da Royal Astronomical Society.
Planeta X ou Planeta 9
O ainda não descoberto “Planeta X” ou “Planeta 9” pode provocar chuvas de cometas ligados a extinções em massa na Terra a intervalos de aproximadamente 27 milhões de anos.
Os cientistas têm procurado tal planeta há anos, mas a possibilidade de que seja mesmo real ganhou força recentemente, quando pesquisadores do Instituto de Tecnologia da Califórnia (Caltech, nos EUA) inferiram a sua existência com base em anomalias orbitais vistas em objetos no Cinturão de Kuiper, uma região com cometas e outros corpos maiores que fica além de Netuno.
Se os pesquisadores do Caltech estiverem corretos, o Planeta 9 possui cerca de 10 vezes a massa da Terra e poderia estar atualmente até 1.000 vezes mais distante do sol.

A teoria original

Whitmire e seu colega John Matese publicaram pela primeira vez uma pesquisa sobre a conexão entre o Planeta 9 e extinções em massa na revista Nature em 1985, enquanto trabalhavam como astrofísicos da Universidade de Louisiana (EUA).
Na época, havia três explicações propostas para explicar as chuvas de cometas regulares na Terra: um nono planeta do sistema solar, a existência de uma estrela irmã do sol, e oscilações verticais do sol conforme ele orbitava a galáxia.
As duas últimas ideias foram posteriormente descartadas como inconsistentes com o registro paleontológico. Só Planeta X manteve-se como uma teoria viável, e agora está ganhando uma atenção renovada.

Evidências aumentam

A teoria de Whitemire e Matese era de que, conforme o Planeta 9 orbita o sol, sua órbita inclinada gira lentamente e o planeta passa através do cinturão de Kuiper a cada 27 milhões de anos, lançando cometas em direção ao sistema solar interno.
Os cometas desalojados não só se chocam com a Terra, como também se desintegram no interior do sistema solar à medida que ficam mais perto do sol, reduzindo a quantidade de luz solar que atinge a Terra.
Em 1985, uma observação no registro paleontológico apoiou a ideia de chuvas de cometas regulares remontando a 250 milhões de anos. Pesquisas mais recentes mostram evidências de que tais eventos datam de 500 milhões de anos.
Whitmire e Matese publicaram sua própria estimativa do tamanho e órbita do Planeta X em seu estudo original. Eles acreditavam que ele teria entre um e cinco vezes a massa da Terra, e estaria cerca de 100 vezes mais distante do sol, números muito menores do que as estimativas do pessoal do Caltech.

Podemos estar perto da resposta

Matese, desde então, se aposentou e não publica mais artigos. Whitmire começou a ensinar na Universidade de Arkansas em 2013.
Whitmire diz o que é realmente interessante é a possibilidade de que um planeta distante pode ter tido uma influência significativa sobre a evolução da vida na Terra.

“Eu tenho sido parte desta história há 30 anos”, disse. “Se há uma resposta final, eu gostaria de escrever um livro sobre isso”. [Phys]

terça-feira, 19 de abril de 2016

Cinco previsões de Nikola Tesla para o século 21

Tesla em seu laboratório (Foto: Reprodução)
Um dos cientistas mais brilhantes de seu tempo (a ponto de "rivalizar" com Einstein de vez em quando), Nikola Tesla ganhou finalmente o reconhecimento que merecia quando a internet tratou de espalhar a importância de seu trabalho e de suas contribuições inestimáveis para a ciência. Mas durante nos anos 1930, o cientista era queridinho de jornalistas das revistas New York Times e Time, que o visitavam toda hora em seu quarto de hotel para ouvir histórias do início de sua carreira. Idoso, Tesla não se continha ao fazer previsões para o futuro da humanidade.
Agora, um artigo da revista Liberty de 1935, aparentemente escrito pelo próprio cientista com participação do célebre jornalista George Sylvester Viereck (um amigo pessoal de Tesla, inclusive), foi encontrado - e revelou ainda mais reflexões do gênio sobre o século 21. Confira: 
Criação de sociedades protetoras do meio ambiente
A agência de proteção ambiental dos Estados Unidos seria criada 35 anos depois do artigo de Testa, mas o cientista já previa a importância de regulamentações que protegessem mais o meio ambiente. Segundo Tesla, "a poluição que existe em nossas praias hoje ao redor de Nova York será impensável para nossos filhos e netos, assim como a vida sem encanamentos parece incabível para nós. Nossas reservas de água serão supervisionadas com mais cuidado, e só um maluco beberia água não-esterelizada". 
Educação, guerra e jornalismo
Tesla imaginou um mundo em que novas descobertas científicas, mais do que guerras, seriam uma prioridade para a humanidade. Sonhava com um mundo em que "os países mais civilizados do mundo" gastariam mais dinheiro em educação do que em guerras. "Será mais glorioso lutar contra a ignorância do que morrer no campo de batalha. A descoberta de uma nova verdade científica será mais importante do que a discussão de diplomatas." Também previu um novo caminho para o jonralismo: "Até os jornais do nosso tempo estão começando a tratar descobertas científicas e a criação de novos conceitos filosóficos como novidade. Os jornais do século 21 darão apenas uma coluna nas páginas finais para falar sobre crimes e controvérsias políticas, mas as páginas de capa proclamarão novas hipóteses científicas". Bem...
Saúde e dieta
Até o fim de sua vida, Tesla conduziria uma dieta, no mínimo, curiosa. Em seus últimos dias, jantava basicamente mel e leite, pois acreditava que era a forma mais pura de alimento. Tesla perdeu tanto peso que parecia um fantasma. Essa dieta restritiva, além de sua aparência esquálida, ajudaram a espalhar o mito de que teria chegado ao fim da vida sem uma moeda no bolso. Em seu artigo, estava convicto de que estimulantes, como café, chá e tabaco, estariam em declínio. "Essa abolição dos estimulantes não vierá de maneira forçada. Apenas não estará mais na moda intoxicar seu sistema com ingredientes que fazem mal". Mas o álcool ainda seria "usado", pois, para ele, "não é um estimulante e sim um elixir da vida". Em relação a alimentos, Tesla acreditava que as porções seriam mais saudáveis e "epicuristas": "haverá suficiente trigo e produtos feitos dele para alimentar o mundo todo, inclusive os milhões que vivem na China e na Índia, que correm risco de morrerem de fome". 
Robôs

Energia barata e uso de recursos naturais 
O trabalho de Tesla com a robótica começou no fim dos anos 1890, quando patenteou seu barco de controle remoto, que deixou abismados os participantes da exibição Electrical Exhibition, que aconteceu no Madison Square Garden em 1898. Para Tesla, o problema de sua geração era que "nós ainda não nos ajustamos completamente à época da máquina. A solução dos nossos problemas não está em destruir as máquinas e sim dominá-las". Em uma previsão certeira, Tesla escreveu que "inúmeras atividades ainda produzidas por mãos humanas serão feitas por autômatos no futuro. Nesse exato momento, há cientístas trabalhando em laboratórios de universidades americanas para tentar criar uma 'máquina pensante'. Eu antecipei esta inovação". Tesla também acreditava que "no século 21, o robô tomará o lugar que o trabalho escravo ocupava nas civilizações antigas. Não há motivos para que tudo isso não aconteça em menos de um século, liberando a humanidade para perseguir suas altas aspirações".
Em um palpite bastante otimista, Tesla acreditava que "reflorestamento sistemático e cuidado científico com nossos recursos naturais terá dado fim às devastadoras inundações e aos incêndios florestais. A utilização universal da água como geradora de eletricidade  esua transmissão a longa distância vai abastecer cada casa, com preços baratos". Para Tesla, tudo isso serviria para livrar a humanidade de lutar por sua sobrevivência, permitindo que alcançássemos novos e grandiosos objetivos. 
Otimista ou não, Tesla era um visionário, cuja visão de mundo e enormes contribuições científicas estão sendo celebradas mais do que nunca. E mesmo que estejamos longe do ideal enxergado por ele, o cientista compreendeu com muita clareza que a humanidade atual estaria preocupada com o legado ambiental que será deixado para futuras gerações. 
(Via Paleofuture)

Um hotel espacial inflável deve existir até 2020

Será que teríamos essa vista incrível de "2001"?  (Foto: Divulgação)
Uma parceria entre as empresas Bigelow Aerospace (que constrói moradias infláveis espaciais) e United Launch Alliance ou ULA (que constrói foguetes) está dando o que falar. Em um projeto ambicioso anunciado no Space Symposium de 2016, as companhias anunciaram sua intenção de lançar um hotel espacial (inflável!) em órbita baixa em 2020. Segundo a Bigelow, a única nave disponível para essa tarefa seria a Atlas V, da ULA, o que teria motivado a parceria. 

Por mais incrível que a notícia seja, é preciso cautela. Detalhes importantes, como o custo da parceria entre a Bigelow e a ULA, ou como o Atlas V será financiado até lá, ainda estão nebulosos e sem muitas explicações. Robert Bigelow, chefe-executivo da compabhya, disse que "é prematuro falar sobre essas especificações". Mas não cria limites para a imaginação: "adoraríamos ver a Disney ter uma estação espacial", disse Bigelow. "Não seria legal?"Ainda que os "hóspedes" mais prováveis do lugar sejam os astronautas da NASA, a ideia realmente é lançar o conceito de hospedaria espacial para qualquer pessoa interessada. Segundo o The Verge, uma vez que o hotel for colocado em órbita, as empresas esperam que companhias privadas, como a SpaceX, para transportarem os "turistas espaciais" até lá sem grandes problemas. E não é a primeira vez que a Bigelow tenta emplacar um habitat espacial em órbita; recentemente, lançaram um módulo apelidado de BEAM para uma missão da SpaceX. A moradia pode ser inflada até duas vezes o seu tamanho normal, para dar mais espaço aos astronautas e testar uma possível habitação lunar ou marciana em futuras explorações. E é claro que todos os resultados do BEAM darão mais material para a Bigelow realmente emplacar o hotel espacial. 
Sim, sem dúvidas. 
(Via ScienceAlert)

Existem "super-heróis" genéticos entre nós, diz a ciência

É mais do que ficção científica (Foto: Divulgação / Marvel)
Não, você não anda vendo filmes da Marvel demais. Um estudo publicado recentemente na Nature Biotechnology com o nome de "Resilient Project" aponta que treze pessoas ao redor do mundo (sim, realmente parece um filme da Marvel) possuem mutações genéticas bastante graves, que deveriam significar uma infância, no mínimo, bastante dolorosa. Contudo, ao que tudo indica, essas pessoas estão vivendo vidas adultas saudáveis sem sequer se dar conta do que seus genes carregam.

Os cientistas do "Resilience Project" não possuem nomes ou informações para contato dos pesquisados, muito menos documentos médicos completos. O time construiu um programa para analisar informação genética para encontrar pessoas com mutações de 584 doenças genéticas graves. Então, mandaram o programa para seus parceiros, como o 23andMe, o Hospital Infantil de Filadélfia e o Genomics Institute de Pequim, na China, que devolveram informações anônimas de 303 possíveis candidatos. As equipes continuaram o processo de filtragem, chegando ao ponto de encontrar as treze pessoas "resilientes" às doenças. Ao todo, foram estudados mais de meio milhão de genomas para o projeto, muitos deles doados de outros experimentos. A maioria deles, cerca de 400 mil, vieram de pessoas que doaram seu cuspe para a companhia de sequenciamento genético 23andMe e assinou um formulário que permitia o uso de seu DNA em pesquisas. Jason Bobe, um dos geneticistas envolvidos no projeto, explica: "quando você está lidando com um estudo em retrospectiva, você lida com informações de outras pessoas. Não responde todas as suas perguntas. Não tem toda a informação que você precisa". E é aí que fica ainda mais interessante: é  muito difícil identificar essas pessoas. O consentimento de material genético para pesquisa implicou em sigilo, muito antes que o projeto sequer existisse, como aponta a Wired.
E a informação para por aí. Em algumas das fontes, os participantes assinaram formulários que impediam que fossem contatados por qualquer razão. Segundo Jay Shendure, um pesquisador de genética da Universidade de Washington, esses "estudos de larga escala eram feitos sem pensar em recontatar os envolvidos". Isso acontece por uma série de razões, algumas delas ainda obscuras, relacionadas à ideia de que pesquisas de laboratórios privados não são conduzidas da mesma forma que pesquisas solicitadas pelo governo. Além disso, certas informações genéticas podem mesmo ser um peso: ao doar DNA para um estudo, você pode acabar descobrindo que terá uma doença genética incurável no futuro, por exemplo.Essas limitações acabam por tentar proteger o paciente e poupá-lo ao mesmo tempo. 
O contrato da 23andMe não evita o recontato, mas também não pede explicitamente pelo direito de acessar o paciente novamente, tornando a situação um limbo moral e científico. O projeto já solicitou à empresa que buscassem contato com pelo menos oito indivíduos identificados no estudo, mas sem garantias. À Wired, a empresa respondeu que "entram em contato regularmente com participantes antigos de pesquisas", mas que pode ser "um processo complexo, que envolve uma quantidade significativa de tempo e dinheiro". 

Stephen Hawking e Mark Zuckerberg enviarão sondas para Alpha Centauri

alpha centauri (Foto: Reprodução/Facebook)
O cosmólogo Stephen Hawking anunciou que, em parceria com os empresários Mark Zuckerberg, criador do Facebook, e Yuri Milner, que é responsável por grupos de investimentos, enviará sondas para o sistema de Alpha Centauri.
A ideia faz parte do projeto Breakthrough Starshot, que desenvolverá sondas minúsculas e as  enviará para o espaço usando raios de luz, impulsionando-as a 20% da velocidade da luz.
O sistema de Alpha Centauri fica a 4,367 anos-luz de distância da Terra. Uma missão normal levaria cerca de 30 mil anos para chegar lá - mas a Breakthrough Starshort quer chegar em apenas 20. "Se for bem-sucedida, a missão pode chegar em Alpha Centauri cerca de 20 anos após seu lançamento, e enviar para Terra imagens de planetas descobertos no sistema", afirmou Hawking em sua página do Facebook.
Essas fotos são importantes porque, como aponto o jornal The Independentmuitos cientistas acreditam na possibilidade de o sistema de Alpha Centauri ter um planeta semelhante à Terra e que nele existirem zonas habitáveis

"Certa vez, Albert Einstein imaginou como seria pegar carona em um raio de luz, e esse pensamento me levou a experimentar com a teoria especial da relatividade. Pouco mais de um século depois, nós temos a chance de alcançar uma fração significativa dessa velocidade", afirmou Hawking. "É empolgante estar envolvido com um projeto tão ambicioso, ultrapassando barreiras da engenhosidade e da engenharia."O primeiro passo do projeto consiste em desenvolver a estrutura necessária tanto para as sondas quanto para o lançamento delas. As sondas em miniatura contarão com versões (bem) diminuídas de câmeras, carregadores e equipamentos de navegação; enquanto isso, a base de lançamento precisa de um propulsor de raio de luz potente o suficiente para lançá-las.

Buzz Aldrin fala em entrevista sobre possibilidades de comunicação com extraterrestres

Buzz Aldrin - entrevista AOL
Buzz Aldrin, o legendário astronauta da NASA, falou recentemente sobre a colonização de Marte e confirmou suas crenças sobre formas de vida mais elevadas.
Aldrin foi entrevistado pela AOL Build na semana passada, a fim de promover seu novo livro e, enquanto respondia as perguntas, disse acreditar sobre a existência de seres mais inteligentes no Universo.
Em resposta a um membro da audiência, Aldrin começou discutindo sobre uma estória de ficção científica que ele estava trabalhando e está relacionada à Jornada nas Estrelas, dizendo que ele já está na metade do projeto.
Ele aludiu à uma civilização alienígena que enviou aos humanos “toda a sua esperteza” há 9.000 anos, para que pudéssemos viajar para onde eles estão localizados no Universo.
Quando lhe foi perguntado se isto era ficção científica ou sua própria crença, o piloto da Apolo 11 chamou isto de “a ficção científica mais realista do passado, do presente e do futuro que você alguma vez lerá”.
Aldrin explicou que as “criaturas” usaram “energia de ponto zero”, e então lembrou que os chineses atualmente estão usando ondas gravitacionais de alta frequência que podem “ajudá-lo a viajar pelas distâncias interestelares”.
“Uma civilização muito mais avançada, e chegaremos lá, irá se comunicar através de ondas gravitacionais de alta frequência”, disse ele.
O ex-astronauta de 86 anos adicionou que a única coisa que poderemos encontrar quando colonizarmos Marte seria “talvez uma criatura rastejante defunta”.
“Eu não acho que há alguma chance de encontrarmos algo ainda vivo por lá”, disse ele.

Fonteaol.com

Nefilim: A raça híbrida que teria habitado a Terra

nefilim- gigantes
A palavra ‘Nefilim’ é a pronúncia não traduzida do hebraico ‘amigo caído’, um tirano, gigante e, em algumas traduções do inglês, ela se referia aos gigantes.  De forma interessante, no grego Septuagint, ‘Nefilim’, foi usada para descrever gigantes.
Porém, a mesma palavra ‘Nefilim’ também é usada frequentemente quando descreve a raça de gigantes que habitavam Canaã na época da conquista dos israelitas, de acordo com Números 13:33.
Contudo, há uma confusão considerável ao redor destes seres misteriosos que, de acordo com os textos antigos, eram reais e habitavam a Terra no passado distante.
Olhando para os textos antigos, notamos que na Bíblia Hebraica, a palavra ‘Nefilim’ ocorre em duas ocasiões, ambas as vezes no Torá, a primeira vez em Genesis 6:1-4, logo antes da história da arca de Noé, e a segunda vez em Números 13:32-33, quando espiões enviados a Canaã reportam ter visto ‘gigantes temíveis’.
Genesis 6:4 ‘Naqueles dias, havia nefilins na terra, e também posterior­mente, quando os filhos de Deus possuíram as filhas dos homens e elas lhes deram filhos. Eles foram os heróis do passado, homens famosos.’
Números 13:33 ‘Também vimos ali gigantes, filhos de Anaque, descendentes dos gigantes; e éramos aos nossos olhos como gafanhotos, e assim também éramos aos seus olhos.’
Olhando para a definição de Nefilim, é difícil compreendermos a natureza destes seres, já que Genesis 6:4 torna difícil sua compreensão e diferenciação, se estes seres são de fato os ‘filhos de Deus’, ou sua prole, os quais são “heróis do passado, homens famosos”.  Talvez seja óbvio interpretar os Nefilins como são descritos: uma raça híbrida entre seres distintos.  Isto nos leva a uma das questões mais importantes e controversas quando se fala a respeito de Nefilins: Seriam eles uma raça extraterrestre híbrida?  Bem, de acordo com os fatos acima, a resposta é SIM.
A maioria dos autores concordam firmemente que os Nifilins eram de fato uma raça híbrida entre ‘os anjos caídos’, chamados de Benei Ha’Elohim (“Filhos de Deus”) em hebraico, o que significa que esses seres não eram nativos da Terra, mas eram, de fato, descendentes dos anjos caídos.
De forma interessante, em muitos textos religiosos antigos os Nefilins são referidos como gigantes ou titãs, enquanto muitos outros textos antigos falham em explicar o que eram esses seres.
A Bíblia claramente declara, e é usado como interpretação tradicional, que ‘seres celestes’ cruzaram com humanos. Esta alegação é extremamente controversa e rejeitada por muitos.
No Livro “apócrifo”de Enoque, o seguinte texto é usado para descrever os Nefílins:
E aconteceu depois que os filhos dos homens se multiplicaram naqueles dias, nasceram-lhe filhas, elegantes e belas.  E quando os anjos, os filhos dos céus, viram-nas, enamoraram-se delas, dizendo uns para os outros: Vinde, selecionemos para nós mesmos esposas da progênie dos homens, e geremos filhos.  Então seu líder Samyaza disse-lhes: Eu temo que talvez possais indispor-vos na realização deste empreendimento; E que só eu sofrerei por tão grave crime.
Mas eles responderam-lhe e disseram: Nós todos juramos que não mudaremos nossa intenção mas executamos nosso empreendimento projetado.  Então eles juraram todos juntos, e todos se amarraram (ou uniram) por mútuo juramento. Todo seu número era duzentos, os quais descendiam de Ardis, o qual é o topo do monte Armon.  Aquele monte portanto foi chamado Armon, porque eles tinham jurado sobre ele, e amarraram-se por mútuo juramento.
Estes são os nomes de seus chefes: Samyaza, que era o seu líder, Urakabarameel, Akibeel, Tamiel, Ramuel, Danel, Azkeel, Saraknyal, Asael, Armers, Batraal, Anane, Zavebe, Samsaveel, Ertael, Turel, Yomyael, Arazyal. Estes eram os prefeitos dos duzentos anjos, e os restantes estavam todos com eles.
Então eles tomaram esposas, cada um escolhendo por si mesmo; as quais eles começaram a abordar, e com as quais eles cohabitaram, ensinando-lhes sortilégios, encantamentos, e a divisão de raízes e árvores.
E elas [as mulheres] geraram a eles as Sentinelas gigantes. Cuja estatura era de trezentos cúbitos. Estes devoravam tudo o que o labor dos homens produzia e tornou-se impossível alimentá-los; Então voltaram-se contra os homens, a fim de devorá-los; E começaram a ferir pássaros, animais, répteis e peixes, para comer sua carne, um depois do outro, e para beber seu sangue. Sua carne, um depois do outro.
Ou, “de uma outra carne”. R.H. Charles nota que esta frase pode referir-se à destruição de uma classe de gigantes por outra. (Charles, p. 65). 15
Então a terra reprovou os injustos.
Além disso, Azazyel ensinou os homens a fazerem espadas, facas, escudos, armaduras (ou peitorais), a fabricação de espelhos e a manufatura de braceletes e ornamentos, o uso de pinturas, o embelezamento das sobrancelhas, o uso de todo tipo selecionado de pedras valiosas, e toda sorte de corantes, para que o mundo fosse alterado.
A impiedade foi aumentada, a fornicação multiplicada; e eles transgrediram e corromperam todos os seus caminhos.
Amazarak ensinou todos os feiticeiros, e divisores de raízes: Armers ensinou a solução de sortilégios; Barkayal ensinou os observadores das estrelas; Akibeel ensinou sinais;  Tamiel ensinou astronomia; E Asaradel ensinou o movimento da lua,
E os homens, sendo destruídos, clamaram, e suas vozes romperam os céus.
– Enoch 6-7.

femur gigante
Fêmur Humano de 1,20 metros:  No final da década de 1950, durante construções de estradas no sudeste da Turquia, no Vale do Eufrates, muitas tumbas contendo os restos de gigantes foram desenterradas.  Em dois locais, os ossos da pernas tinham aproximadamente 120 centímetros. Joe Taylor, Diretor do Museu Fóssil Mont Blanco, em Crosbyton, Texas – EUA, foi comissionado a esculpir em escala este fêmur humano que é anatomicamente correto. Este gigante tinha 4,2 a 4,9 metros de altura, e pés de 50 a 55 centímetros. As pontas de seus dedos, com o braços ao lado de seu corpo, estariam a aproximadamente 1,80 metros de altura do solo..

De tudo mencionado acima, podemos compreender que, enquanto há numerosos documentos que fazem referência aos Nefilins, é claro que estes seres não eram nativos da Terra e era, de fato, uma espécie híbrida, somente metade humana.
Mas seriam os textos verídicos?

Aquenáton: O faraó alienígena do antigo Egito

Aquenáton
Textos antigos descrevem uma época na história do antigo Egito, conhecida como era pré-dinástica, onde ‘deuses’ reinaram no Egito por centenas de anos. Aquenáton poderia facilmente ter sido um faraó egípcio que pertenceu a esse período.  Alguns teóricos do Alienígena da Antiguidade interpretam seu crânio alongado como sendo um sinal de herança extraterrestre.
O antigo Egito possui uma das mais incríveis histórias do planeta. Não somente são suas espetaculares realizações arquiteturais notáveis, mas também seu incrível conhecimento nas diferentes ciências é um detalhe impressionante compartilhado por somente poucas outras civilizações antigas ao redor do globo.
Contudo, as pirâmides de Gizé e a grande majestosa Esfinge não são os únicos mistérios que cercam a civilização egípcia antiga.  Seus imperadores pertencem à uma lista de detalhes mais enigmáticos da civilização do antigo Egito, e um desses faraós se sobressai do restante: Aquenáton.
Aquenáton, que foi conhecido antes do quinto ano de seu reinado como Amenófis IV, foi um faraó da Décima Oitava Dinastia do Egito, que reinou por 17 anos.  Ele era o pai de Tutancâmon, um dos mais famosos faraós egípcios.  Muitos consideram Amenófis como um dos maiores e mais influentes inovador religioso do mundo.  Muitos o consideram como o primeiro monoteísta em toda a história, um precursor de Abraão, Isaac, Jacó e Maomé, como profetas que adoram um Deus.
Porém, antes de Aquenáton, muitos faraós estranhos reinaram no antigo Egito.
Um dos textos da antiguidade mais importantes que pode nos contar mais sobre esta época na história é o Papiro de Turim, que relaciona todos os faraós que reinaram no antigo Egito.
Não somente esta relação inclui todos os faraós ‘oficiais’ do antigo Egito, mas também inclui as divindades ou ‘deuses’ que vieram de cima e reinaram sobre as terras do Egito antes do primeiro faraó mortal do Egito, com uma linhagem que vai por mais de 13.000 anos.  Este é o grande enigma porque os estudiosos convencionais consideram este texto antigo como puro mito, e porque a maioria dos detalhes do texto antigo foram negligenciados e omitidos dos livros de história.
“Eles parecem não ter ancestrais ou período de desenvolvimento; eles parecem ter aparecido da noite para o dia” – Egiptólogo inglês, Toby Wilkinson.
O Epitáfio de Pedra de Palermo é outro texto antigo que menciona os misteriosos imperadores do Egito pré-dinástico.
Este antigo epitáfio de pedra até mesmo faz referência ao deus egípcio Horus, sugerindo que ele tenha sido um rei físico do antigo Egito há milhares de anos.  Dizem também que outro deus egípcio, Thoth, reinou sobre as terras do antigo Egito de 8670 a 7100 AC. De forma interessante, o alto sacerdote egípcio, Manetho, que tinha acesso a um número ilimitado de textos antigos da antiga biblioteca de Alexandria, e que escreveu para o faraó sobre a história do antigo Egito em 30 volumes, faz referência aos seres divinos que reinaram durante o Egito pré-faraônico.
De acordo com a mitologia egípcia, Aquenáton descendeu dos deuses que chegaram à Terra na época de Zep Tepi, e até hoje as pessoas acreditam que este faraó de fato veio das estrelas.  De acordo com os ‘Textos da Pirâmide”, houve um período que emergiu do caos primordial e da maneira que os deuses reinaram na Terra.  Esse período é chamado de “Zep Tepi”.
Muitos pesquisadores acreditam que a civilização egípcia antiga originou no ano 36.900 AC, quando ‘deuses’, que vieram dos céus, reinaram sobre a terra dos faraós.  Acreditava-se que Aquenáton era um deles. Aquenáton, considerado por muitos como um faraó herético, foi o imperador responsável por levar o Egito na direção de um estilo de vida religioso completamente diferente, tentando reconstruir a religião, se separando do politeísmo tradicional do antigo Egito.
“Há somente um Deus, meu pai. Eu posso me aproximar dele pelo dia, pela noite” – Aquenáton
Aquenáton, ao se tornar faraó, ordenou que toda a iconografia de deuses anteriores fossem removidas. Ele somente permitiu um emblema, que foi um símbolo do Sol, literalmente o disco solar com braços curiosos, ou raios, apontando para baixo.
O Aten, ou comumente referido como o ‘Disco Solar’, era ilustrado nos textos antigos, como sendo uma divindade, e na História de Sinuhe, da 12ª Dinastia, um rei falecido é descrito como se levantando como Deus para os céus, e se unindo com o disco-solar; o corpo divino se unindo ao seu criador.
Por analogia, o termo “Aten prateado” foi algumas vezes usado para se referir à Lua.  O Aten solar foi extensivamente adorado como um deus no reino de Amenófis III, quando ele foi representado como um homem com cabeça de falcão, bem como Ra.
Todavia, Aquenáton foi muito mais misterioso, e seu corpo de aparência estranha alimentou teorias, as quais sugerem que ele poderia não ter sido um faraó ordinário, mas sim um líder misterioso que veio do céu.
Aquenáton 2Apesar de Aquenáton ser bem conhecido devido ao misterioso formato de sua cabeça, a lista de características estranhas é extensa: um crânio alongado, um pescoço longo, olhos enterrados, coxas grossas, dedos longos, joelhos voltados para trás, uma barriga prominente, a qual sugere uma gravidez, e seios como de uma mulher.
A primeira coisa estranha, e em todas as estátuas e representações dele, é seu crânio alongado.  Em geral, seu corpo é quase uma mistura feminina e masculina.  Isto era, de fato, estranho, já que outros faraós eram representados como figuras fortes e imponentes. Aquenáton, porém, não era representado assim, mas como um ser de aparência estranha e fraca, com uma cabeça muito alongada.
Por que Aquenáton ordenaria as mudanças na iconografia real, para mostrá-lo como um faraó ‘fraco’?  Misteriosamente, a esposa de Aquenáton, Nefertiti, também era representada como tendo crânio alongado.  Teriam eles alguma anomalia genética que causou isso às suas cabeças e corpos?  Há algo mais quanto as origens deste estranho faraó?  Seria possível que ele era um ser humano híbrido, com genes de DNA de extraterrestres?

Seria o Universo uma simulação sofisticada? Neil deGrasse e outros cientistas acham que sim!

Galáxia virtual
Embora percebamos o Universo como sendo algo enorme e real, em anos recentes um crescente número de pesquisadores têm considerado a possibilidade de que tudo que percebemos como realidade, seja de fato uma sofisticada simulação.
Um grupo de distintos cientistas – inclusive Neil deGrasse Tyson e Lisa Randall (físicos teóricos da Universidade de Harvard), Max Tegmark (cosmólogo do Instituto Massachusetts de Tecnologia  MIT), David Chalmers (professor de filosofia da Universidade de Nova Iorque), Zohreh Davoudi (físico teórico do MIT) e James Gates (físico teórico da Universidade de Maryland) – se reuniram no Museu de História Natural e Nova Iorque para discutirem sobre a possibilidade do Universo ser, de fato, uma simulação sofisticada. Parece que os pesquisadores estão abrindo suas mentes extremamente nos últimos anos.
A possibilidade de que o Universo possa ser uma simulação não é nova, e vários pesquisadores têm discutido esta possibilidade no passado distante. Alguns propuseram que o Universo poderia ser um holograma, enquanto outros sugeriram que tudo que consideramos como sendo o Universo poderia, na verdade, ser parte de um ‘código’ altamente avançado.
De acordo com a teoria holográfica, a gravidade no Universo vem de cordas finas e vibrantes.  Pesquisadores sugerem que estas cordas sejam hologramas de eventos que ocorrem num cosmos mais simples e muito achatado.
Max Tegmark acredita que até dezessete por cento do nosso Universo poderia ser uma simulação sofisticada, enquanto Lisa Randall sugere que ele seja real.
O filósofo Chalmers comentou: “Não vamos conseguir provas conclusivas de que não estamos numa simulação, porque qualquer prova seria simulada”.
O evento que fez parte da série de Debates Isaac Asimov Memorial, ocorre a cada ano para comemorar a vida de um dos pesquisadores mais inovadores e de cabeça aberta do planeta.
“Se você olhar para como estes quarks se movem, as regras são inteiramente matemáticas, pelo que podemos ver”, disse Max Tegmark, um cosmólogo do MIT.
“Isto me faz pensar, se eu fosse um personagem num jogo de computador que começou a perguntar os mesmos tipos de grandes questões sobre meu mundo de jogos, eu também descobriria finalmente que as regras pareceriam completamente rígidas e matemáticas.”
No passado, pesquisadores também propuseram que o Universo poderia ser uma simulação computacional sofisticada.
Robert Lawrence Kuhn, escritor e anfitrião do programa Closer to Truth, recentemente explorou esta teoria num episódio onde ele entrevistou vários estudiosos, inclusive Nick Bostrom, um filósofo da Universidade de Oxford, o qual argumenta que o cenário apresentado no filme Matrix poderia ser verdade, mas “ao invés dos cérebros conectados a um simulador virtual, nossos cérebros também poderiam ser parte da simulação do multiverso”.
O filósofo Nick Bostrom acha que “a hipótese de uma simulação gigante é uma forma fraca do criacionismo, porque os criadores-simuladores compartilham alguns dos atributos tradicionalmente associados a Deus, no sentido de que eles criaram o nosso mundo”.
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terça-feira, 12 de abril de 2016

O revolucionário projeto de viagem interestelar apoiado por Stephen Hawking para tentar 'salvar a humanidade'

O físico Stephen Hawking anunciou apoio a um projeto que pretende enviar uma pequena nave espacial – do tamanho de um chip usado em equipamentos eletrônicos - para uma viagem interestelar daqui a uma geração.
O veículo viajaria trilhões de quilômetros, muito mais distante do que qualquer outra nave.
Um programa de pesquisa de US$ 100 milhões (cerca de R$ 350 milhões) para o desenvolvimento das “naves estelares” do tamanho de pequenos chips eletrônicos foi lançado pelo milionário Yuri Milner e apoiado pelo fundador do Facebook, Mark Zuckerberg.
A viagem interestelar tem sido um sonho para muitos, mas ainda enfrenta muitas barreiras tecnológicas. Entretanto, Hawking disse à BBC News que a fantasia pode ser realizada mais cedo do que se pensa.
“Para que nossa espécie sobreviva, precisamos finalmente alcançar as estrelas”, disse. “Os astrônomos acreditam que haja uma chance razoável de termos um planeta parecido com a Terra orbitando um estrelas no sistema Alfa Centauri. Mas saberemos mais nas próximas duas décadas por intermédio de dados dos nossos telescópios na Terra e no espaço”.

Ainda de acordo com Hawking, “os avanços tecnológicos das últimas duas décadas e os avanços futuros tornarão (a viagem interestelar) possível dentro de uma geração”.
O físico está apoiando um projeto da Fundação Mr. Milner’s Breakthrough, uma organização privada que financia iniciativas de pesquisas científicas consideradas muito ambiciosas por fundos governamentais.

Grupo de trabalho

A organização reuniu um grupo de cientistas especialistas no assunto para avaliar a possibilidade de desenvolver naves espaciais capazes de viajar para outros sistemas estelas dentro de uma geração e ainda enviar informações de volta à Terra.
O sistema estelar mais próximo está distante 40 trilhões de quilômetros. Com a tecnologia disponível atualmente, chegar lá levaria cerca de 30 mil anos.
O grupo concluiu que com um pouco mais de pesquisa e desenvolvimento seria possível projetar uma aeronave espacial que reduziria esse tempo para somente 30 anos.
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Image captionO físico acredita que a viagem interestelar será possível em 30 anos
“Eu disse anteriormente que até poucos anos atrás viajar para outras estrelas nesse tipo de velocidade seria impossível”, disse o cientista Pete Worden, que lidera o projeto. Ele é o presidente da Fundação Breakthrough Prize e ex-diretor do centro de pesquisas Nasa Ames, no Vale do Silício, na Califórnia.
“Mas o grupo de especialistas descobriu que, por causa dos avanços em tecnologia, parece haver um conceito que pode funcionar”.
Esse conceito é reduzir o tamanho da aeronave para o de um chip usado em equipamentos eletrônicos. A ideia é lançar milhares dessas "mininaves" na órbita da Terra. Cada um teria um navegador solar.
Seria como uma vela em um barco – mas o sistema seria impulsionado pela luz, em vez de vento. Um laser gigante na Terra daria a cada uma das naves um poderoso empurrão que as ajudaria a alcançar 20% da velocidade da luz.
Tudo isso soa como ficção científica, mas Yuri Milner acredita que é tecnicamente possível desenvolver essa nave espacial e chegar a outro sistema estelar ainda nos próximos anos.
“A história humana tem grandes saltos. Há exatos cinquenta anos, Yuri Gagarin se tornou o primeiro homem no espaço. Hoje estamos nos preparando para o próximo salto: as estrelas”, disse o milionário.

Trabalho desafiador

Mas antes de projetar naves espaciais capazes de chegar a outras estrelas, há muitos problemas a serem superados.
Uma prioridade é desenvolver câmeras, instrumentos e sensores em miniatura capazes de caber em um chip, assim como projetar um navegador solar forte o suficiente para ser atingido por um laser poderoso por vários minutos e encontrar uma forma de captar imagens e informações do novo sistema estelar para serem enviados de volta à Terra.
O professor Martin Sweeting, pesquisador do Centro espacial de Surrey, na Inglaterra, e presidente da empresa de engenharia espacial especializada em pequenos satélites Surrey Satellite Technology, quer se envolver no projeto.
Ele fundou a empresa há 30 anos e foi responsável pela redução de custo e de tamanho dos satélites.
“Muito do que fizemos nos anos 80 foi considerado muito maluco, mas agora pequenos satélites estão na moda. Esse projeto (de viagem interestelar) parece uma ideia de maluco, mas novas tecnologias surgiram e agora isso não é mais maluquice, é só difícil”, disse ele à BBC News.
Andrew Coates, do laboratório de ciência espacial Mullard, que é parte da Universidade de Londres, concorda que o projeto é desafiador, mas não impossível.
“Teríamos muitas dificuldades a resolver, como mecanismos de resistência à radiação espacial e ao ambiente empoeirado, a sensibilidade dos instrumentos, a interação entre o poder dos lasers que impulsionariam as naves e atmosfera da Terra, a estabilidade na nave espacial e o fornecedor de energia”, afirma.
Mas, segundo ele, “devemos olhar com atenção para esse conceito se realmente quisermos alcançar outro sistema estelar dentro de uma geração”.
Stephen Hawking acredita que o que antes era um sonho distante e pode e deve se tornar uma realidade dentro de três décadas.
“Não há alturas mais altas a serem alcançadas do que as estrelas. Não é sábio manter todos os novos ovos em uma cesta frágil”, disse ele. “A vida na Terra enfrenta perigos astronômicos como asteroides e supernovas”.

Esfera misteriosa encontrada em floresta intriga cientistas

(Reuters)
Uma enorme esfera de pedra encontrada em uma floresta da Bósnia-Herzegóvina vem intrigando e dividindo especialistas.
Em entrevista ao jornal britânico The Independent, o arqueólogo bósnio Semir Osmaganic advoga que formação rochosa é a mais antiga feita à mão por humanos.
Descoberta em uma floresta próximo à cidade bósnia de Zavidovici, a bola de pedra mede entre 1,2 a 1,5 metro de diâmetro, e, em sua composição, tem uma quantidade "extremamente alta" de ferro, segundo Osmaganic.
De acordo com outro pesquisador bósnio, Sam Osmanagich, a região era repleta de esferas no passado, mas muitas teriam sido destruídas na década de 70 por culpa de boatos de que havia ouro escondido dentro delas.
Em 2005, Osmanagic, conhecido como o "Indiana Jones bósnio", virou destaque na imprensa internacional ao alegar que um conjunto de colinas no Vale Visoko, na Bósnia, era, na verdade, um local de pirâmides antigas ligadas por uma rede de túneis subterrâneos.
Apesar das críticas que recebeu na ocasião, o especialista teve o apoio do governo do país, que liberou recursos para escavações na área.
"Soubemos que o mundo está rindo da gente (...), mas não há governo no mundo que deva se calar diante de algo que é positivo".

(Reuters)Image copyrightReuters
Image captionRegião era repleta de esferas no passado
Mas Anthony Harding, presidente da Associação Europeia de Arqueólogos, descreveu a revelação como um “total absurdo”.
"Acredito que a esfera possa datar da Idade do Bronze ou Romana. Mas a especulação de que ela seria uma estrutura de 12 mil anos é totalmente fantasiosa e ninguém com um mínimo de conhecimento básico sobre arqueologia ou história diria isso", disse Harding ao Independent.
Já Amanda Edwards, professora da Escola de Ciências Ambientais, Atmosféricas e de Terra da Universidade de Manchester (Reino Unido), diz não acreditar que a esfera tenha sido feita por humanos.
Segundo ela, a pedra teria sido formada “pela precipitação de cimento natural entre os grãos de sedimento”, processo conhecido como concreção, afirmou Amanda ao jornal britânico Daily Mail.

segunda-feira, 11 de abril de 2016

O homem desenha face de extraterrestre gray gigante para atraí-los.



Um homem da Califórnia com um fascínio sobre os extraterrestres espera que o seu projeto de arte no quintal vá atrair ETs para finalmente fazer a sua presença conhecida aqui na Terra.

Larry Decker construiu a cabeça alien ao longo de quatro dias, usando pedras.

"Minha idéia era construir essa coisa grande o suficiente para ser visto lá de cima, e, esperamos, que eles decidam vir para baixo para verificá-la", disse à ABC News.

Na expectativa de uma possível visita de extraterrestres curiosos, Decker equipou seu quintal com uma miríade de câmeras para que ele possa capturar qualquer ET chegando.

Ele apenas deseja "ir para o balanço da varanda e ter uma boa conversa" com os irmãos espaciais.


terça-feira, 5 de abril de 2016

O desenho dessa antiga moeda é de um avistamento óvni?

Uma curiosa moeda francesa poderá ser uma prova fiel dos mais antigos encontros visuais do ser humano com naves extraterrestres.

Trata-se de uma moeda do sistema de contagem francês chamado “jeton”, cunhada entre 1656 e 1680. Objetos desse tipo eram muito utilizados na Idade Média para a realização de cálculos comerciais. A palavra jeton vem do verbo francês “jeter”, emitir. Em geral, elas possuíam uma imagem relacionada a elementos religiosos ou educativos, com fins propagandísticos. Nesse caso em especial, parece fazer alusão à comemoração de um avistamento óvni, e a imagem vem acompanhada pela legenda latina “Opportunus Adest”, que poderia ser traduzida como “Aqui: no momento oportuno”. 
Mas sempre há pesquisadores céticos: alguns propõem que a imagem do jeton representa, na verdade, um fungo, uma flor ao vento ou um escudo. No entanto, o Daily Mail publicou a imagem de outro jeton, de 1648, que parece representar um óvni... Muita coincidência?

Putin quer encarar as sociedades secretas e poderosas do planeta

O portal Covert Geopolitcs publicou uma série de declarações de Vladimir Putin em que presidente russo combate a chamada Nova Ordem Mundial Illuminati.

Essas palavras, que foram reproduzidas por vários meios de comunicação do mundo inteiro, seriam uma resposta ao multimilionário Jacob Rothschild, que o teria chamado de “traidor da Nova Ordem Mundial”. 
No mesmo discurso público em que Putin anunciou sua intenção em transformar a Rússia no maior produtor mundial de alimentos orgânicos, ele também teria declarado: “vou derrotar os Illuminati com minhas próprias mãos”. 

Essas palavras esclareceriam a batalha entre os poderes visíveis, os estados nacionais e os organismos internacionais contra seus inimigos invisíveis, as tão citadas sociedades secretas que reúnem as personalidades mais poderosas e influentes de todas as partes do mundo, pelo controle futuro do planeta. 

Para Putin, ainda de acordo com o Covert Geopolitics, os poucos privilegiados que acreditam que certas normas não se aplicam a eles, precisam ser “totalmente neutralizados”.