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terça-feira, 4 de agosto de 2015

Caso Wilson Bueno de Moraes


O caso seguinte foi pesquisado por Mário M. C. Friedlander da SIFETE - Pesquisa Científica, com a colaboração de Júlio C. F. Lobo e Solange de Oliveira Castro. 
O objetivo da pesquisa era colher depoimentos sobre o seqüestro de um motorista de táxi em Campinas - SP. 
O local pesquisado: Rua Roberto Simonsen, 481, bairro Taquaral, Campinas - SP. 

Tomamos conhecimento do caso através do jornal "Diário do Povo" que noticiava o caso com grande destaque. Como foi mencionado que o "seqüestrado", apresentou logo após o episódio uma mancha azul na perna, nos interessamos de imediato, pois isso poderia representar uma prova física. 
Fomos até o ponto de táxi do bairro Bela Vista, onde ele trabalhava, e lá constatamos que outro motorista também havia visto o OVNI na mesma noite, no mesmo local e aproximadamente à mesma hora. Na seqüência, dirigimo-nos à casa da testemunha principal e fizemos um interrogatório, não muito rigoroso, pelo estado em que ambos se apresentavam; muito nervosos e por que não dizer, apavorados.
 
1.ª Testemunha: Wilson Bueno de Moraes, 44 anos, solteiro. 
Residência: Rua Roberto Simonsen, 481, Taquaral, Campinas - SP. 
Profissão: Motorista de Táxi. 

O Sr. Wilson tinha combinado com a Segunda testemunha, para que esta fosse buscá-lo pouco mais adiante da lanchonete "Caneco", pois queria andar um pouco, fazer exercícios, já que dirigia a maior parte do dia. 
Durante a caminhada, na esquina da Rua Diogo Álvares com a Rua Bento de Arruda Camargo, no Parque São Quirino, viu uma luz, que parecia um avião, descer rapidamente em cima dele. Segundo ele não fazia barulho algum. Fora do objeto, a uns dois metros dele, viu dois seres com menos de 1 metro de altura, com macacão, capacete ou máscara, que falavam entre si. O que eles falavam ele não soube sequer imitar. Disse que parecia o som de um rádio de polícia. A luz sobre ele era azulada e bem forte. A noite estava calma e apesar de ser mês de agosto não havia vento algum. Não se recorda se havia lua ou estrelas no céu, mas lembra-se que era entre 23h 30m e 24h. do dia 04 de 
agosto de 1979. Daí em diante, disse que deve ter desmaiado, pois só se lembra de estar sua casa, meia hora depois, ou seja, 0h 30m do dia 5. Só mais tarde, veio perceber que tinha na coxa direita e parte das nádegas, uma mancha azul-arroxeada de grande dimensão. 
Após esse episódio, o Sr. Wilson, que apesar de magro, se alimentava muito bem, perdeu totalmente o apetite e no lugar passou a sentir uma sede muito ,grande suando exageradamente durante a noite e com perturbações e sonhos relacionados com sua experiência. Muito nervoso, tinha medo que eles voltassem para pegá-lo novamente. A mancha da perna, segundo ele, não doía. Mesmo assim, alertamos o Sr. Wilson dos perigo que poderia estar correndo. Apesar de nossa insistência, ele recusou-se a visitar qualquer médico para um diagnóstico. 
 Quando perguntado se já se interessara pelo assunto relacionado a OVNIs, respondeu que sim. Contou inclusive que ele e o pai já haviam visto um, na estrada de Moji Mirim, alguns anos antes. Frisou ainda que adorava assistir filmes de ficção e seriados como "Jornadas nas Estrelas" e "Os Invasores". 
Pedimos que desenhasse os seres ou representasse a luz 
mas ele se negou dizendo que não conseguiria. 

2.ª Testemunha: José Carlos Bernardo, 24 anos, solteiro. 
Residência: Rua Círculo Italiani Unithe, 290, bairro Jardim Conceição, Campinas - SP. 
Profissão: Motorista de Táxi (fez curso de análise química em Marília). 

O Sr. José estava indo encontrar o Sr. Wilson, quando por volta das 0h 10m da mesma noite e no mesmo local, ele viu o que descreveu como um "flash, um curto-circuito, um tipo de transformador estourando". A luz tinha aproximadamente 10 metros de diâmetro e era de cor prata muito forte. Ele fez a observação através do para-brisa do táxi, um Corcel (vermelho - placa: RY 0211). 
Depois de parar o carro bruscamente, pois ficou cego durante uns dois minutos (". sumiu o pensamento, sumiu a vista, sumiu tudo."; ". a luz ultrapassou o pensamento."), foi a procura do Sr. Wilson, mas como não o encontrou foi até a casa dele. Como era tarde não bateu. Só contou seu caso no dia seguinte quando então soube do caso do amigo. 

Observação: a luz ficou em cima do Corcel. Com autorização da testemunha, tiramos uma pequena camada de tinta do capô do carro para verificações de energia acumulada, mas não houve nenhum resultado positivo. 
Durante a observação e após ela, o carro não apresentou nenhuma anormalidade. No entanto, no dia seguinte, o alternador não funcionou mais, tendo que ser substituído. 

(Relatório N.º 8/1979 - SIFETE) 

segunda-feira, 3 de agosto de 2015

OVNI Pousa na Base Aérea do Bacacheri

Representação artística do relato do soldado da Força Aérea que testemunhou este episódio. [Arte: Luiza Ribas]

Em 1977 um soldado de segunda classe que se encontrava de plantão avistou três estranhos objetos aproximando-se de um campo de futebol dentro da Aeronáutica. Um dos objetos com forma de disco voador desceu e dele saíram três seres humanóides, trajando uma espécie de macacão escuro permitindo-se que fossem visualizados apenas seus olhos. Os três foram em direção a um dos hangares onde se guardam aviões de pequeno porte, e retiraram um avião Bandeirantes, puxando-o para fora. Cautelosos observaram vários detalhes da carlinga do aparelho.
O soldado, naturalmente ficou paralisado com a visão e ainda meio sem ação tentou chamar a atenção de algum outro soldado de plantão que estivesse próximo ao local, para que também servisse de testemunha, mas os seres foram rápidos, retirando-se do local em seguida, abandonando o avião fora do hangar.
Retornando ao objeto levantaram vôo e desapareceram noite adentro. Em seguida o soldado reparou que na grama do campo onde pousaram com seu estranho objeto, existia uma marca circular queimada.
Na manha seguinte, depois que relatou o incidente o local do pouso e do hangar foi cercado por cordas de isolamento e seguranças da Policia da Aeronáutica, também conhecidos como PA, que receberam ordens para ninguém aproximar-se da área.
A grama foi imediatamente revirada e oficiais superiores pediram ao soldado que sob hipótese alguma, deveria mencionar o fato ocorrido naquela noite a qualquer pessoa. Porém, com o passar dos anos, o ex-soldado da Aeronáutica, participando de eventos do gênero, resolveu informar o ocorrido a grupos civis, quebrando seu silencia, pois, não achava justo que as pessoas a seu redor, não tivessem conhecimento do caso.

NAVE ALIENÍGENA ADAPTADA CONQUISTOU A LUA


Várias teorias conspiratórias cercam o nosso satélite. Alguns paranóicos dizem que a Lua é uma base alienígena (Veja ESTRUTURAS LUNARES). Outros afirmam que jamais pusemos os pés lá. Mas o escritor Willian Brian II, autor de Moongate: Supressed Findings of the U.S. Space Program (Future Research Co., 1982), formulou uma das teorias mais extravagantes. Nós fomos à Lua sim! E não tem nenhum extraterrestre lá! Mas - e aqui começa o enrosco - nós chegamos lá numa nave alienígena capturada pelo governo americano. Brian estudou Engenharia Nuclear na Oregon State University e, com seu conhecimento "matemático conceitual”, chegou à conclusão que:
1. A Lua possui atmosfera.
2. A gravidade lunar é praticamente igual à da Terra. Um aparelho como a Apollo 11 teria sido esmagado de encontro ao satélite.
Portanto, segundo o escritor, os americanos só poderiam chegar à Lua numa espaçonave super secreta de antigravidade. Numa reportagem da revista Wired de setembro de 1994, Brian afirmou que a tal nave antigravidade foi possivelmente copiada de um OVNI capturado pelos americanos. Ou então era o próprio OVNI adaptado para o transporte de seres humanos. "É toda uma cadeia de mentiras", explicou o escritor. "Se a NASA admitir que a Lua tem gravidade, terá que explicar a técnica de propulsão que tornou a viagem possível e aí, certamente, terá que divulgar que o governo capturou e pesquisou discos voadores e que.,portanto, a ciência já domina novas formas de energia. Essa nova fonte de energia alienígena acabaria com o cartel do petróleo e a estrutura da economia mundial ficaria em ruínas".
Como se vê, a culpa, mais uma vez, é da maldita globalização.

ÓVNIS no Brasil


Era mais ou menos uma hora da manhã do domingo de 12 de março de 1978, quando milhares de pessoas no Rio, São Paulo, Minas, Brasília e até no extremo norte, Manaus, presenciaram um fenômeno aéreo - não identificado - que, obviamente, no dia seguinte, ganhou destaque nas manchetes dos jornais como discos voadores. O dado mais importante, contudo, inegavelmente, fica por conta da coincidência: em todos os estados, onde eles misteriosamente apareceram, o fizeram à mesma hora e com formatos absolutamente semelhantes. Os testemunhos se repetiam em milhares de depoimentos: aparecimento repentino com duração de mais ou menos quinze segundos, deslocamentos em formação de esquadrilhas, luz intensa (e indefinida, na maioria dos casos) sendo que um deles se destacava dos demais, dando nítida impressão de ser uma nave-mãe. 
Se no Rio, o chefe dos astrônomos do Observatório Nacional, o cientista Ronaldo Rogério de Freitas Mourão, preferiu ser excessivamente cauteloso em sua análise do fenômeno garantindo que brevemente teria pronunciamento oficial sobre seu relatório por parte das autoridades do Smithsonian Institute, dos Estados Unidos, em Brasília e em São Paulo as autoridades da Aeronáutica, de forma preconceituosa não se preocuparam em desmentir os comunicados divulgados pela imprensa. De certa forma, pela primeira vez, publicamente, davam uma espécie de aval aos incontáveis depoimentos que se avolumam em seus arquivos, muitos ainda confidenciais. É claro, nessa hora também não faltaram os enviados extraterrestres e contatos interplanetários que, em geral, nessas horas, ocupam seus espaços nos jornais de maior abrangência. Da mesma forma, aliás, como quatro 
semanas antes, as agências noticiosas internacionais (UPI-AP-France Press) deram destaque ao fato de o presidente Jimmy Carter, dos Estados Unidos, ter dedicado seu fim de semana ao conhecimento completo dos estudos oficiais norte-americanos sobre os Objetos Voadores Não Identificados pesquisas coordenadas pela NASA e CIA e que incluem relatórios minuciosos sobre as diversas posições oficiais de Governos (notadamente URSS, França, China, Bélgica e Inglaterra) quanto à controvertida questão dos disco 
voadores. Em suas entrevistas à imprensa o Presidente dos Estados Unidos jamais negou terem sido ele e sua mulher Roselyn, testemunhas de uma dessas misteriosas 
aparições que durante longos minutos se pôs a sobrevoar os céus de seu estado, Georgia. Desde então, segundo seus assessores mais íntimos, prometeu a si mesmo que abordaria o tema em 
nível oficial durante sua carreira política. 
Também no Brasil a questão já mereceu enfoque menos especulativo. Isso ocorreu quando da vinda ao país do cientista norte-americano Joseph Allen Hynek, astrofísico, que se encarregou de estudar, na NASA, o problema OVNI. Não somente o próprio Ministério da Aeronáutica como o Serviço Nacional de Informação (SNI)souberam se posicionar ante o tema. E isso, tal como alguns anos antes, havia ocorrido em troca de correspondência que levava o carimbo Confidencial, da Marinha de Guerra do Brasil comunicando ao Governo dos Estados Unidos investigações oficiais e fotos de um Objeto Voador Não Identificado, que sobrevoara um de seus navios de guerra. O fato mantido no mais absoluto sigilo, embora a imprensa tenha tido acesso às fotos por ordens expressas do então Presidente Juscelino Kubitschek, só ficou conhecido, em detalhes, no Brasil, depois que foi oficialmente divulgado por revistas especializadas dos Estados Unidos e da Argentina. 
A partir de então ficou evidenciado o comportamento oficial do Governo Brasileiro diante de um fenômeno que começava a transpor a inicial barreira do ridículo, não obstante os tantos anos de idôneos depoimentos. 
Em Brasília onde, não obstante a insistente evidência de manutenção de sigilo por parte das autoridades militares impedem pesquisas mais abertas, sobretudo aqueles que fazem o mundo científico o que se sabe hoje em dia é que o tema Discos Voadores já não é tão proibido como antes. Especialmente graças à insistente atuação do General Moacyr Uchoa que, com sua credencial de ex-Diretor de Ensino da Academia de Agulhas Negras e depois Diretor Presidente de uma das mais importantes universidades da capital federal, os pesquisadores brasileiros e estrangeiros que se deslocavam para o Brasil - área de grande fluxo de OVNIs - podiam então ter acesso às investigações oficiais, que em nível internacional colocavam o país entre um dos mais importantes para o estudo do fenômeno. 

(Revista O CRUZEIRO - 25/03/1978)

Aparição de óvni nas Filipinas pode provar visitas de alienígenas


Especialistas em óvnis estão impressionados com imagens feitas recentemente nas Filipinas. Segundo eles, podemos estar mais próximos de solucionar o mistério sobre visitas de alienígenas à Terra. 


O vídeo mostra imagens de luzes no céu na cidade de Pampanga. O episódio foi testemunhado por diversas pessoas. Uma delas disse que as luzes sumiram de repente entre as nuvens. As imagens foram feitas por um cinegrafista amador, mas até o noticiário local registrou o acontecimento (veja abaixo). 

As luzes são muito fortes e estão muito juntas, o que descartaria se tratar de um avião. Pesquisadores do assunto acreditam que esta pode ser a melhor prova de que somos visitados por seres de outros planetas. Um deles especula até que as luzes sirvam de combustível para o óvni. 
Fonte: Daily Mirror
Crédito da foto: Reprodução/YouTube

Conheça a arma secreta de Hitler nunca antes revelada


Os nazistas estiveram perto de construir um avião que poderia ter mudado o rumo da 2ª Guerra Mundial. Durante o conflito, Adolf Hitler encomendou a construção de uma aeronave planejada para enganar os radares dos Aliados. 

O Horten 2-29 foi projetado para ser bombardeiro ultra-rápido e leve. Os nazistas chegaram a fabricar um protótipo da aeronave, mas o avião não chegou a ser produzido em escala. Isso porque ele foi encomendado quando as tropas de Hitler já estavam sendo derrotadas. O protótipo foi capturado e levado para os Estados Unidos após o fim da guerra. 

Em 2009, um grupo de engenheiros criou uma réplica do avião para testar sua eficiência. Segundo eles, o dispositivo anti-radar seria bem-sucedido contra os equipamentos que os Aliados tinham na época. Em caso de ataque, não haveria tempo suficiente para uma reação. Mas o avião também tinha problemas.: ele poderia carregar apenas duas bombas e não tinha uma mira precisa.
Hitler queria, acima de tudo, reconstruir o poderio militar da Alemanha. Para isso, traçou um programa ultra secreto, que ficou conhecido pelo mundo todo após a segunda grande guerra. Hitler criou fábricas que produziam armamentos em frente aos olhos do mundo, sem que ninguém percebesse. Será que este protótipo era mais um de seus projetos?

NASA disponibiliza áudios que enviou para alienígenas no projeto Voyager

A busca por contato com seres inteligentes extraterrestres tem várias frentes. Para isso não basta apenas encontrar provas que não estamos sozinhos no universo, também temos que mostrar que estamos aqui, caso alguém esteja nos procurando. Se a humanidade precisasse se apresentar aos alienígenas, qual seria a melhor forma?

Pensando nisso, em 1977 a Nasa enviou sons da Terra junto com as sondas espaciais do projeto Voyager. Enquanto elas viajam pelo espaço, carregam discos de ouro com as gravações do nosso planeta. A intenção é servir como saudação para os aliens que por ventura as escutem. O astrônomo Carl Sagan definiu as gravações como uma “mensagem na garrafa no oceano cósmico".

Entre os sons escolhidos, estão gravações de chuva, mãe e filho, ferramentas, batidas do coração, entre outras. As gravações foram postadas online pela Nasa e agora qualquer um pode ouvi-las:

Enquanto enviamos sons terráqueos para fora do Planeta Terra, cientistas e curiosos se aplicam em experimentos e projetos afim de buscar indícios vida alienígena sem sair do planeta.

Do jardim, Uganda quer lançar astronauta africano ao espaço


Você já ouviu falar no Programa Africano de Pesquisas Espaciais? Provavelmente, não. Afinal, o centro nervoso do complexo fica no quintal da casa de Chris Nsamba, um engenheiro ugandense que está projetando uma nave para levar o primeiro astronauta africano ao espaço na próxima década.
Ao contrário dos grandes centros espaciais, na sede do centro espacial africano não existe qualquer equipamento de alta tecnologia ou ferramentas sofisticadas. Ali, a maioria dos engenheiros voluntários trabalha com lixas, pincéis e serras comuns e a nave que levará o primeiro ugandense ao espaço ainda não existe de fato.
Atualmente, a espaçonave está sendo construída em madeira e alumínio e de acordo com Nsamba o objetivo é testar as habilidades de engenharia, necessárias para que a nave espacial saia do chão.
A construção da nave está sendo feita entre os dois galpões no quintal de Nsamba. Já está pintada de azul e branco e na lateral da cabine, em destaque, está pintada a bandeira de Uganda. O protótipo ainda não tem nome nem foguetes propulsores e está apoiado por uma grande pilha de tijolos e cabos, necessários para contrabalancear o peso da nave.
Apesar de tudo parecer improvisado, Nsamba tem muito orgulho do local e do trabalho desenvolvido acredita que se a equipe tiver sucesso, essa será a primeira aeronave totalmente projetada e construída na Uganda. Todos os envolvidos no projeto são voluntários, a maioria estudantes de engenharia.

Dificuldades
De acordo com Nsamba, ainda vai levar algum tempo para que a nave consiga entrar em órbita. "Vou te contar uma coisa. Construir uma aeronave não é uma tarefa fácil. Dá bastante trabalho e exige muita dedicação", disse. No seu entender, isso deverá acontecer num prazo entre quatro e seis anos.

Nave espacial africana
As dificuldades de Nsamba realmente são grandes. Uganda não tem universidades especializadas na área aeronáutica ou espacial e todos os candidatos a astronautas deverão ser certificados pelo próprio Nsamba, já que não há ninguém no país capaz de fazê-lo.
Nsamba também está treinando pessoalmente a equipe, dando aulas de astronomia e física onde ensina fundamentos básicos de como calcular a distância entre planetas ou os perigos envolvidos na reentrada espacial.
A falta de instalações adequadas prejudica o avanço das pesquisas, mas não impede que a criatividade contorne os obstáculos. Um dos exemplos é a simulação do ambiente de microgravidade encontrado no espaço.
"Vai ser fácil", diz Nsamba. “Fiz um pedido de uma turbina de jato. Vamos construir um túnel vertical e instalar o motor na parte inferior. Quando colocarmos o astronauta lá dentro, ele vai flutuar de maneira bastante semelhante à que flutuaria no espaço", garante.

Orgulho
O programa espacial africano de Nsamba depende das doações feitas pelos 600 associados, que colaboram com quanto podem para ver a aeronave sair do chão e entrar em órbita.
À primeira vista é muito fácil ridicularizar o projeto de Nsamba e se você está lendo este artigo com um sorriso no rosto ou em tom de deboche, saiba que os ugandenses veem com muito orgulho essa contribuição do país para a exploração espacial.
O presidente do país, Yoweri Musevei, frequentemente se refere a Kwatsi Alibaruho - primeiro negro diretor de voo na Nasa - como um exemplo do que o povo de Uganda é capaz de alcançar. Para o presidente, seus feitos contradizem a visão do mundo de que Uganda é um país subdesenvolvido e atrasado.
Considerando que o Brasil até hoje nunca colocou um satélite no espaço e já torrou milhões de dólares em pequenos foguetes que nunca entraram em órbita, não há como não ter uma certa admiração pelo trabalho de Nsamba, que com muita dificuldade e grande confiança trabalha duro para colocar a primeira espaçonave tripulada de Uganda na órbita da Terra.


Fotos: No topo, primeiro protótipo da nave espacial de Uganda, desenvolvida por Nsamba e sua equipe. Acima, detalhe da construção do protótipo. Créditos: Brooke Bocast/BBC, Ugandaway, Apolo11.com.


Estranha formação em Marte levanta debate entre internautas


Uma foto divulgada pela Nasa da superfície de Marte levantou intenso debate nas redes sociais durante o fim de semana. Ela mostra uma formação rochosa, mas em um dos cantos ela aparenta ter uma caverna, e com uma espécie de animal na entrada. Veja o detalhe:


Para os internautas, trata-se de uma imensa “aranha marciana”, uma espécie de caranguejo ou um “monstro espaguete”, mas o astrônomo Seth Shostak, diretor do SETI Research, encerrou as especulações: é uma formação natural bastante comum em Marte.
“Aqueles que me mandam essas imagens estão sempre empolgados, dizendo terem encontrado algo que não seria esperado na superfície oxidada e poeirenta do planeta vermelho”, disse o astrônomo, em e-mail para o Huffington Post, destacando ver formações semelhantes ao menos uma vez por semana. “Normalmente é uma espécie animal, mas, de vez em quando, eles apontam objetos ainda mais estranhos, como peças de automóveis. Talvez eles pensem que existam carros em Marte”.
Segundo Shostak, esses debates acontecem por causa do fenômeno de pareidolia, uma habilidade do cérebro de buscar significados para objetos aleatórios. Como enxergar animais em nuvens.
“Reconhecer um caranguejo em uma paisagem com rochas moldadas pela erosão não é mais surpreendente, nem mais significante, que ver um rosto piscando em um ponto e vírgula seguido por um parêntese :)”, disse o pesquisador.


Vídeo: Como 'viajam' as estrelas em nossa galáxia?


Um novo mapa digital da Via Láctea desenvolvido por uma equipe de pesquisadores dos Estados Unidos fornece a primeira evidência clara de que as estrelas 'viajam' através de nossa galáxia.

Existe cerca de 70.000 estrelas em nossa galáxia e o mapa mostra que as estrelas mudaram suas órbitas ao longo do tempo. Os pesquisadores descobriram  através da análise de dados do telescópio Sloan Digital Sky Survey, que estudou 100.000 estrelas por quatro anos.

"No nosso mundo contemporâneo muitas pessoas estão indo  viver longe de seus locais de origem, às vezes por todo o planeta. E agora nós descobrimos que as estrelas em nossa galáxia fazem o mesmo. Quase 30% delas fizeram uma viagem longa de seus lugares de origem ", diz o autor do estudo, Michael Hayden.

"Este estudo pode ser descrito como arqueologia galáctica. Os dados revelam os locais, movimentos e composições de estrelas, que oferece uma vista da formação e da história", diz o professor de astronomia Donald Schneider.


RT

O Que oculta a NASA nesta foto da Lua?


No Domingo 02 de agosto a NASA tirou uma foto da lua que foi um pouco diferente do habitual. No centro da imagem uma pequena mancha de cor preta é vista. Dica: a silhueta na verdade mede 109 metros de comprimento, 51 metros de largura e pesa 417 toneladas.
De acordo com a NASA , a foto foi tirada no momento em que a maior nave espacial atualmente a Estação Espacial Internacional (ISS), estava passando a uma velocidade de entre 7,6 e 7,7 quilômetros por segundo em frente a Lua.
ISS, que se tornou operacional em 1998 e é habitada permanentemente desde 2000, tem visto um total de 200 especialistas de 16 países. Abriga atualmente seis tripulantes: três cosmonautas russos Gennady Padalka , Mikhail Kornienko Oleg Kononenko e; dois astronautas da NASA , Scott Kelly e Kjell Lindgren, e Kimiya Yui da Agência de Exploração Aeroespacial do Japão.
A nave espacial faz um círculo completo a Terra em apenas uma hora e meia, a cada 24 horas a tripulação vê 16 nasceres-do-sol. Os oito blocos de estação de painéis solares produzem um total de 80 quilowatts e é o objeto mais brilhante no céu depois da lua.
RT

Um deserto chinês poderia esconder um oceano maior do que todos os lagos da América do Norte


O deserto de Taklamakan, localizada no noroeste da China, poderia destruir o mito de que no deserto não há água. Uma equipe de cientistas sugere que abaixo da bacia de Tarim, um oceano inteiro reside. O mesmo atuaria como um importante sumidouro de carbono, absorvendo o dióxido de carbono e prevenindo o aquecimento global.

Uma equipe de pesquisadores que estudaram a quantidade de dióxido de carbono no ar do deserto, ficaram surpresos ao descobrir que grandes quantidades de gases de efeito estufa foram desaparecendo na Bacia de Tarim.

A explicação mais provável é a que apareceu recentemente publicada na revista Geophysical Research Letters ", que afirma que poderia ter um oceano subterrâneo com mais água do que o conjunto dos Grandes Lagos da América do Norte.

"Nunca antes uma pessoa se atreveu a imaginar que abaixo da areia poderia ter tanta água. Nossa definição de deserto poderia mudar",  disse ao South China Morning Post o Professor Li Yan, que liderou o estudo na Academia Chinesa de Ciências.

A bacia é um vale que recolhe a água de sistemas de drenagem, como o derretimento das montanhas próximas cobertas de neve. Duas cadeias de montanhas que fazem fronteira com a Bacia do Tarim: montanhas Tian Shan, no norte e no sul Kunlun.

No entanto, na Bacia de Tarim não tem qualquer água. De acordo com os cientistas, isto pode ser explicado pelo fato de que os locais juntam a maioria da água de degelo para irrigar culturas. O restante, ou se infiltra no solo ou evapora no ar seco do deserto.

A equipe visitou cerca de 200 locais diferentes em todo o deserto para coletar amostras de água subterrânea. Em seguida, mediram a quantidade de dióxido de carbono em cada amostra e descobriu que continha concentrações elevadas dos mesmos. Tal quantidade é suficiente para sugerir que o solo estava absorvendo anualmente cerca de 5 milhões de quilos de gases de efeito estufa.

Os cientistas resolvem o mistério de quando o campo magnético da Terra surgiu


Os geólogos descobriram que o campo magnético da Terra não apareceu depois de 1 milhão de anos como se pensava anteriormente, mas sim quase imediatamente após o nascimento do nosso planeta com a composição do gás e da poeira.

O estudo de cristais de zircônio encontrado em Jack Hills (Austrália Ocidental) conduzida por cientistas norte-americanos mostra que a magnetosfera é formada quase que imediatamente após a formação do sistema solar, cerca de 4 milhões de anos atrás. Em outras palavras, o campo magnético da Terra é de cerca de 600 milhões de anos mais velho do que os geólogos pensavam.

De acordo com o relatório publicado por geólogos da Universidade de Rochester (EUA) na revista ' Science ', cristais de zircão são formados apenas em altas temperaturas no interior de rochas ígneas de magma que formam a base de  crosta continental. Isto torna-os úteis para estimar a idade da crosta terrestre e outras características, incluindo a força do campo magnético no passado.

Geólogos dizem que a revelação da idade real da magnetosfera é uma descoberta muito importante, o que explica o surgimento e desenvolvimento da vida na Terra. Sem o escudo que forma o campo magnético, ventos solares e radiação prejudicial poderiam  penetrar na atmosfera do nosso planeta, impedindo o desenvolvimento de organismos.
RT

sábado, 1 de agosto de 2015

Fenômeno Luminoso causa danos em residência em Curitiba


Era uma noite de lua minguante, o ano 1973, céu com algumas estrelas, sem nuvens, a família Baron que residia na rua Marcelino Nogueira, esquina com Eduardo Geronasso no bairro da Boa Vista em Curitiba, pernoitava tranqüila. Por volta das 02:00h. da madrugada, Célia levantou-se para tomar seu remédio. Seu pai Antonio Baron acompanhou-a preocupado e para ter certeza de que ela não necessitava de mais alguma coisa. O Sr. Baron ia à frente, quando chegaram a área de serviço, onde existia um vitraux grande, quando um clarão muito forte surgiu do lado de fora. Parecia um flash, só que era intermitente e amarelado. O vitraux que se encontrava a sua frente emborcou para dentro da casa como se fosse de borracha. Imediatamente o Sr. Baron puxou sua filha na intenção de protegê-la, pois pensou que a janela iria arrebentar machucando a ambos. Segundos depois, para seu espanto, nada aconteceu. Nesse mesmo instante notaram que a cortina, que era de plástico e encontrava-se aberta, subiu até o teto quase grudando e desceu apenas quando o vitraux voltou ao normal. Curiosamente a janela encontrava-se fechada, descartando a hipótese de uma corrente de ar.
Em seguida ocorreu uma espécie de explosão ou vácuo, parecendo levantar a casa. Pensou que sua residência iria cair abaixo, tamanha era a força que ele imaginava estar sendo realizada, para produzir tais fenômenos. Nesse interim, sua esposa Walquiria, juntamente com seu filho Gilberto, levantaram-se assustados para ver o que sucedia, quando tiveram a sensação de que o telhado de sua casa estava sendo levantado ou mexido.
A essa altura todos se encontravam na sala apavorados, imaginando o que poderia estar ocorrendo. Quando os ruídos cessaram e a luz apagou-se – aparentemente tudo estava calmo –, resolveram abrir a janela da sala para olharem para o lado de fora e ver o que possivelmente estava ocasionando tais fenômenos. Foi quando avistaram aproximadamente 20 metros do muro de sua casa caído no chão. Lá fora também notaram que um pinheiro Araucária de 20 m de comprimento encontrava-se caído no meio da rua a aproximadamente cinco metros do local onde originalmente estava plantado. Também notaram que o portão do muro caído encontrava-se retorcido e duas a três telhas encontravam-se quebradas no chão. O Sr. Baron pediu a Gilberto que fosse ao alçapão do sótão para observar como se encontrava o telhado. Chegando lá seu filho gritou para seu pai afirmando que várias telhas haviam desaparecido. Indignado com a noticia, o Sr. Baron seguiu em direção ao sótão para observar com seus próprios olhos o desaparecimento das telhas, pois custava a acreditar que isso havia ocorrido. Lá chegando pôs a cabeça para fora do alçapão e estarrecido encontrou aproximadamente 700 telhas sobrepostas sobre o restante. O mais estranho é que se encontravam encaixadas umas na outra como se estivessem no lugar. Mais tarde perceberam que em duas casas ao lado da sua, também tinham sido arrebentadas, mas apenas uma quina do telhado sem mais danos. Outras duas casas que se encontravam em fase de construção, apresentavam os muros caídos como na residência do Sr. Baron. Em um terreno baldio em frente, ainda havia uma cerca de ripas, que foi em grande parte lançada em direção à residência do Sr. Baron.
Também notaram que faltavam algumas chapas de zinco, que seriam usadas na construção de um barraco em sua casa de campo.
Vizinhos de até duas quadras curiosos e assombrados vieram ao local verificar o acontecido e estranharam o fato de ter acontecido apenas na casa do Sr. Baron e não em suas casas. Também acharam por demais estranho o céu estar limpo, sem sinal de chuva ou de tempestade, pois era a explicação mais lógica para os fatos ocorridos naquele local. Somente por volta de 06:30h. da manhã daquele dia surgiram nuvens e se fez uma chuva fraca. Todos ajudaram a família Baron a telhar a casa novamente e mais tarde os muros foram novamente levantados.
Entrevistamos vários moradores da região que ainda lembravam o fato e alguns não conseguindo uma explicação plausível para o ocorrido comentaram que parecia uma espécie de redemoinho que veio dos céus, avançou sobre a residência do Sr. Baron e subiu ao céu novamente, pelo menos para ele, assim parecia. Ao indagá-lo sobre o tempo naquela noite recebi a confirmação de que o céu encontrava-se estrelado, mas o que mais poderia ter ocorrido? Perguntou-me o indignado vizinho.
O Sr. Baron salientou-nos que as telhas de sua casa estavam encaixadas de tal maneira que lembravam transporte de algum tipo de um lado para outro, e não encontrando uma explicação melhor achava que se tratava de algum tipo de “disco-voador”, pois foi a única alternativa lógica que conseguia pensar.
Todos os membros da família avistaram durante o fenômeno um “clarão” que entrou por todas as janelas o que permitia enxergar como se “fosse dia” as casas vizinhas, calculando-se uma visibilidade de até 36 metros em plena noite. Os muros arrebentados, bem como o pinheiro Araucária arrancado do local e o portão de ferro retorcido, não tiveram nenhuma explicação plausível, pois apenas sua residência e duas vizinhas em construção é que foram afetadas. Uma explicação que a ufologia pode responder, sendo que todos os fenômenos ocorridos naquela noite de 73, poderiam estar ligados à casuística ufológica. Salientamos que o clarão luminoso, o suposto transporte de matéria, bem como a explosão, ou vácuo, nos lembram um engenho inteligente conhecido na literatura ufológica como O.V.N.I. Popularmente conhecido como disco-voador, que possivelmente poderia estar em cima da residência da família Baron na época do incidente. Um incidente que para estudiosos da parapsicologia poderia tratar-se de algum tipo de fenômeno poltergeist, geralmente ligado a um ou dois adolescestes com distúrbios psicológicos, mas salientamos que isso ocorreu apenas uma única vez na vida da família Baron, desta forma descartando essa possibilidade.
O Sr. e a Sra. Baron, não residem mais no bairro da Boa Vista, mudaram-se para o Juvevê. Sua filha, Célia Maria Baron casou-se, bem como seu filho Gilberto Baron, que hoje reside em Santos (SP).

MORTOS POR KENNEDY


Centenas de textos foram escritos sobre o assassinato do presidente americano John Kennedy, em 1963. Seria preciso um livro inteiro para enumerar todas as teorias conspiratórias que envolvem a crime. Mas veja só que interessante sucessão de mortes estão supostamente relacionadas ao atentado:
. O investigador Buddy Walther afirmou que havia encontrado um cartucho calibre 45 perto do local onde Kennedy fora atingido. Walther entregou a cápsula à um agente do FBI que, curiosamente, nunca a mencionou no relatório policial. Buddy Walther repetiu insistentemente essa história até que recebeu uma bala perdida ao participar de uma blitz corriqueira. Morreu na hora.
. O vendedor de carros Albert Guy Bogard contou que, alguns dias antes do assassinato de Kennedy, um homem que se dizia chamar LEE HARVEY OSWALD foi até sua loja, disse que iria matar o presidente e saiu dirigindo feito um maluco. Como Oswald não sabia dirigir, ou Bogard era mentiroso ou alguém havia plantado evidências para incriminar Oswald. Não deu pra descobrir. Pouco depois de contar essa história, Bogard foi encontrado morto num cemitério da Louisiana. Causa mortis: suicídio.
. Lee Harvey Oswald, o culpado oficial, foi assassinado por Jack Ruby quando estava sendo transferido para a prisão de Dallas. O crime aconteceu em frente às câmeras de TV, na garagem da delegacia de polícia, onde Ruby entrou armado e sem ser incomodado.
. Jack Ruby, dono da boate de strip-tease Carousel Club, disse que assassinara Oswald para vingar Kennedy. Ruby morreu de câncer no pulmão quando ainda estava preso. Ele dizia que células cancerosas haviam sido implantadas no seu corpo.
. Um certo Lee Bowers Jr., que estava assistindo ao desfile presidencial, afirmou ter visto dois homens armados atrás de uma cerca, que saíram apressadamente logo depois do disparo fatal. A famosa Comissão Warren, que investigou o assassinato, não deu atenção a Bowers que, no entanto, continuou repetindo a história para a Imprensa - até que seu carro bateu no pilar de uma ponte em 1966. Bowers morreu na hora. Ninguém conseguiu explicar a razão do acidente, já que não havia outro veículo envolvido e nenhuma curva perigosa por perto.
. O tenente William Pitzer fez as fotos da autópsia do presidente. Quando as imagens foram liberadas para a imprensa, Pitzer saiu dizendo que elas tinham sido adulteradas. Segundo ele, a bala atingira a cabeça de Kennedy por trás, e não pela frente, como as fotos agora mostravam. William Pitzer foi encontrado morto com uma bala na cabeça e uma 45 na mão direita. Ele era canhoto.
. O deputado Hale Boggs, da Louisiana, membro da Comissão Warren, discordou publicamente da conclusão de que Oswald agira sozinho. Pouco depois, Boggs denunciou que estava sendo chantageado pelo FBI para mudar de opinião. E aí seu avião desapareceu misteriosamente no Alasca durante uma viagem. Nenhum sobrevivente foi encontrado.
. O russo anticomunista George Dewohreischildt, que fizera vários trabalhinhos para a CIA e era amigo pessoal de Oswald, declarou que o suposto assassino era inocente e que havia uma conspiração encobrindo a verdade. Pouco antes de depor ao promotor Jim Garrison, que transformou o caso Kennedy numa cruzada pessoal, Dewohreischildt resolveu se matar com um tiro de espingarda: enfiou o cano na boca e puxou o gatilho com o pé. Estourou a cabeça.
. O agente da CIA Gary Underhill também caiu na besteira de sair dizendo que alguns colegas seus estavam envolvidos no assassinato de JFK. Foi encontrado com uma bala na cabeça e uma automática na mão esquerda. Ele era destro.
. Marilyn Moon, ou “Delilah”, striper do clube de Jack Ruby, anunciou, em 1966, que estava escrevendo um livro no qual contaria toda a verdade sobre JFK. Foi assassinada a tiros no seu próprio apartamento.
. O militar reformado David Ferrie é apontado como o elo perdido entre Jack Ruby, Lee Harvey Oswald, anti­castristas e a CIA. Patrocinado pela ela, Ferrie organizou campos de treinamento para os cubanos exilados que pretendiam invadir Cuba e depor Fidel Castro na fracassada operação Baía dos Porcos. Ele era amigo pessoal de Ruby. E tinha servido como capitão na Civil Air Patrol de Nova Orleans, na qual Oswald era cadete. Infelizmente antes que pudesse explicar essas ligações perigosas, ele foi encontrado morto. Causa mortis: hemorragia cerebral.
. Várias pessoas relacionadas a Ferrie também começaram a morrer assim que o promotor Jim Garrison se interessava por elas. Aladio Del Valle, um anticastrista treinado por Ferrie, foi assassinado em Miami com golpes de facão. Clyde Johnson, que afirmava conhecer a ligação Ruby-Oswald-ClA-anticastristas, foi assassinado a tiros.
. E essa é só uma pequena parte da lista de mortes relacionadas ao caso. 

Caso Serra da Cantareira


Depois de dois dias com policiais vasculhando as matas da Serra da Cantareira, o COE (Comando de Operações Especiais da Polícia Militar) resolveu suspender a busca de um objeto estranho que, segundo os moradores da redondeza, havia caído do céu, provocando um forte barulho de explosão.  
Segundo os policiais do COE, a busca seria prosseguida pela FAB, "que está mais ligada a esses assuntos". Mas eles afirmaram que praticamente não havia interesse em continuar qualquer tipo de busca, já que o objeto não tinha sido captado pelos radares. 
Quanto às afirmações dos moradores da região de Tremembé, São Miguel e Cantareira, os policiais comentaram que havia grande dose de imaginação em todas as descrições. A hipótese de se tratar de um cometa ou de um meteorito não era afastada pelos policiais. 
— As pessoas - contou um dos PMs - podem ter visto algo desse gênero passando por perto dos morros da Cantareira e ter achado que o "objeto" pousou naquele local. 
Antenor Nogueira, funcionário da Prefeitura que morava próximo ao reservatório da Sabesp, disse que ficou muito assustado, na Quinta-feira anterior, quando ouviu um forte barulho de explosão, vindo de um dos morros vizinhos à sua casa: 
— No início pensei que um avião tivesse batido numa dessas torres de alta tensão, porque há alguns dias as luzes de sinalização não estavam funcionando. Mas depois pensei que não poderia ser isso, porque senão eu teria escutado o ronco do motor. 
Dois dias depois, ainda assustado, ele disse porém, que nada ocorreu depois da explosão. 
Na madrugada do dia 11, entretanto, mais de 40 pessoas telefonaram para a torre de controle do Aeroporto de Congonhas, comunicando sobre o aparecimento de objetos voadores, com as mais variadas descrições.  
Os objetos também foram avistados por comandantes de aviões da VARIG e da Pan American, que comunicaram o fato às autoridades aeronáuticas. 
De acordo com o então presidente da Associação Brasileira de Pesquisas Exológicas, Max Berezowsky, a descrição dos objetos avistados no Rio de Janeiro, coincidia com as feitas em São Paulo. Segundo o professor, "estamos atravessando uma fase de muita procura por parte das civilizações procedentes de outras galáxias.". Mas ele não soube explicar o motivo disso. 
No Rio de Janeiro, a aparição de objetos estranhos no céu durante aquele fim de semana foi um assunto muito comentado ainda no dia 13. As redações dos jornais cariocas foram procuradas por muitas pessoas, algumas das quais diziam ter fotografado os objetos. Revelados os filmes, porém, verificou-se que nenhuma chapa era aproveitável: estavam todas sem imagens. 
No observatório de Valongo, o professor Luís Eduardo Silva Machado, disse que vários funcionários do observatório contaram o que viram e que, pelo relato, podia-se concluir que eram meteoritos, que quando passam a grande altitude, deixam um enorme rastro. Machado disse que os meteoritos, conhecidos pelo povo por "estrelas cadentes", são do tamanho de um grão de arroz e passam a uma altura média de 20 Quilômetros, à velocidade de 40 quilômetros por minuto. Quando acontece de 
passar um mais pesado, com um quilo, por exemplo, o atrito com a atmosfera provoca um clarão que muitos confundem com discos voadores. Esse clarão pode ser dividido, o que leva alguns a julgar que se trata de vários objetos. 
No Observatório Nacional, porém, o diretor, prof. Rogério Mourão, apresentou uma versão diferente: ele disse que não eram meteoritos, mas sim satélites desativados que entram na órbita da Terra. 

(Jornal da Tarde - 14/03/1978)