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segunda-feira, 20 de junho de 2016

O inquietante mistério das gêmeas Pollock: um caso de reencarnação documentado pela ciência

Ian Stevenson, doutor em medicina e professor universitário de psiquiatria canadense, estudou mais de 3 mil casos de crianças que pareciam se lembrar de vidas passadas.

Um dos mais significativos foi o das gêmeas Pollock. O dia 5 de maio de 1957 amanheceu com um sol esplêndido em Whitley-Bay, no Reino Unido, às margens do Mar do Norte. Como todos os domingos, as famílias locais se dirigiam apressadas à igreja, para celebrar a missa. As duas pequenas filhas da família Pollock, Joanna e Jacqueline, de 11 e seis anos, respectivamente, foram antes de seus pais para garantir um lugar. 

Quando dobravam uma esquina, uma carruagem com cavalos desenfreados as atropelou, matando-as instantaneamente. Seus corpos ficaram praticamente destruídos, assim como o coração de seus pais ao receber a trágica notícia. Mas eles não sabiam que o destino traria um dos casos mais estranhos de que já se houve notícia. 

Mais de um ano após o acidente, os Pollock voltaram a ter filhos, dessa vez, as gêmeas Gillian e Jennifer, nascidas em 4 de outubro de 1958. Quando tinham somente três anos, as pequenas começaram a falar e, então, seus pais notaram que acontecia algo estranho. Incrivelmente, elas eram capazes de lembrar eventos passados da vida de suas irmãs, falecidas em 1957. 

Elas mostravam conhecer à perfeição cada canto da casa e as pessoas da cidade. E também praticavam hábitos e costumes idênticos aos de suas irmãs e, inclusive, falavam do mesmo jeito. Embora fossem gêmeas, uma parecia ser maior e protegia a outra, que aceitava o papel de irmã menor. 

Enquanto Gillian recordava a vida de sua irmã Joanna, morta aos 11 anos, Jennifer recordava a de Jacqueline, de seis. Elas conheciam as brincadeiras de suas irmãs e colocavam nas bonecas exatamente os mesmos nomes. Houve uma vez em que seus pais as ouviram falar do acidente, descrevendo sensações e a lembrança do sangue saindo de suas bocas. Além disso, demonstravam uma fobia a veículos que passavam pela rua. 

Entretanto, precisamente aos cinco anos, idade em que os cientistas coincidem em apontar um limiar para a recordação de vidas passadas, as pequenas deixaram de experimentar esses comportamentos estranhos. O caso teve tanto impacto que foi publicado no livro European Cases of the Reincarnation Type. 


sábado, 30 de abril de 2016

Garota afirma ser um alien preso em corpo humano

Sua fisionomia, totalmente modificada por tatuagens, cortes e piercings, causa todo o tipo de reações e lhe trouxe fama nas redes sociais.

No entanto, nada chama mais a atenção que suas palavras assertivas: ela diz não pertencer a este planeta. Seu corpo é uma verdadeira intervenção artística, resultado provavelmente de uma busca que não acaba nunca. 
É que Grace Neutral (até seu sobrenome foi alterado) se esforça todos os dias para encontrar uma realidade que não corresponde a esse mundo. A garota de 25 anos, de Londres, também apelidada carinhosamente de "princesa alienígena", não hesita em afirmar que sua alma pertence às estrelas. Isso se manifesta em uma das intervenções mais extremas que fez em seu corpo, quando aplicou tinta nos olhos, entre a esclera e a conjuntiva, de forma definitiva, para alcançar um aspecto sobrenatural em seu rosto e que é realmente impressionante. 
Contudo, seus olhos ainda não são tão surpreendentes quanto as escarificações (técnica que consiste em produzir cicatrizes no corpo) em sua pele, como as da sua bochecha, com o formato da Lua, de sua orelha, que ficaram pontudas, como as dos míticos elfos, e de sua língua, que, após uma operação ficou bifurcada. As tatuagens, atualmente, são um detalhe (bem grande), que cobre seu corpo quase por completo. E elas lhe são muito familiares, muito mais que esse planeta, porque Grace é tatuadora e sua arte é um pêndulo entre o infantil e o obscuro, entre adagas e pequenas sereias da Disney. 

Outras das várias intervenções cirúrgicas pelas quais ela passou eliminaram seu umbigo, marca universal do nascimento. Na verdade, segundo narra seu corpo, ela nunca nasceu: é um ser etéreo, mágico. Mas, no conjunto, tudo isso não deixa de ser um culto ao corpo, ao mais comumente mundano e terreno que um ser humano pode ser. Veja o Instagram da garota aqui.

terça-feira, 5 de abril de 2016

O Rei do Mundo




De acordo com as crenças de muitos monges e tibetanos (e atestado por muitos monges budistas que declaram já tê-lo visitado), existe um vasto país subterrâneo chamado Agharta sob o grande planalto da Ásia Central. Pelos túneis de Agharta, segundo diz a profecia, um dia emergirá o místico Rei do Mundo e seus súditos.

"Antes do surgimento do rei, por volta do final do atual milênio", afirma a profecia budista, "os homens negligenciarão cada vez mais suas almas. A grande corrupção reinará sobre a face da Terra. Os homens se transformarão em animais sedentos de sangue, sequiosos pelo sangue de seus irmãos. As coroas dos reis cairão. Haverá uma terrível guerra entre todos os povos da Terra. nações inteiras morrerão. fome. crimes desconhecidos pela lei. anteriormente inimagináveis ao mundo serão cometidos."
"Durante esse período de impunidade", continua a profecia, "famílias serão dispersadas e multidões acorrerão em grandes quantidades às rotas de fuga, enquanto as maiores e mais bonitas cidades do mundo. . perecerão pelo fogo. Em cinqüenta anos, existirão apenas três grandes nações. e, nos cinqüenta anos seguintes, acontecerão dezoito anos de guerra e cataclismos. então o povo de Agharta sairá de suas cavernas subterrâneas e subirá à superfície da Terra."

sexta-feira, 1 de abril de 2016

A Revolução do nosso tempo é a Revolução da Consciência

consciência
Se dermos uma olhada nos acontecimentos do nosso mundo, vamos perceber facilmente que vivemos em tempos revolucionários.
A revolução dos nossos dias é, no entanto, completamente diferente de quaisquer outras revoluções na história da humanidade.
Esta revolução não é organizada, a fim de reorganizar o domínio de poderes e formas, de modo a substituir as formas antigas e ultrapassadas com as novas, dinâmicas e vívidas.
Esta revolução é capaz de assumir a humanidade além das formas.

A revolução do nosso tempo é a revolução da Consciência.

A Consciência, ficou adormecida sob o feitiço de identificação com as formas durante milhares de anos, está lentamente despertando em nossos dias. Há um alarmante aumento cada vez mais poderoso, e o número de pessoas sensíveis à chamada para o despertar está ficando maior e maior.
Os efeitos desse impulso, nos despertam do nosso sonho de identificação com as formas e é sentido por todos. Mas muitos de nós não somos conscientes do que realmente experimentamos; Sentimos que os sucessos realizáveis ​​no mundo são cada vez menos atraente para nós. Reconhecemos atrás de sucessos e fracassos que há algo mais profundo, algo mais profundo em nossa vida.
Vemos isso no dia a dia  um número crescente de jovens que questionam a adequação das metas oferecidas pelo ensino social e religioso. Eles sacudiram a poeira tentando guiar-se ao caminho certo, e, como conseqüência, eles são expostos à experiência de vazio e desespero.
A Sociedade oferece uma “solução” para o problema, sob a forma de produtos das indústrias de entretenimento e medicamentos para aliviar. Hoje, estas indústrias estão prosperando e se transformando em indústrias extremamente lucrativas. Eles oferecem “ajuda” para os jovens na supressão de medo e no tratamento de outros sintomas superficiais.
Há apenas uma porta de entrada que conduz para fora desta situação: e essa porta é o momento presente. Precisamos deslocar o centro de gravidade da nossa vida da periferia para o centro. O que significa isso?
A borda é o presente estado de Consciência, em que a esmagadora maioria das pessoas vive. Esse é o estado de se identificar com a mente, o da consciência adormecida.
Esse é o estado de perfeita identificação com pensamentos, emoções e desejos, onde buscamos as metas da nossa vida só no mundo das formas, seja através de materiais brutos (que experimentos com os 5 sentidos) ou formas materiais mais sutis(pensamentos, emoções).

O motor da nossa existência sobre a borda é a ambição de se tornar algo ou alguém.

No ponto central, a consciência desperta, e o mundo interno de silêncio são além da mente. Não se refere ao silêncio forçado interno sobre si mesmo através de várias técnicas de meditação(neste caso, na concentração de fato), mas o indescritível, o vivenciável, vivo no vazio interior.
Nesse ponto, não há nenhum esforço, nenhum desejo e ambição. Este é o estado de abandono perfeito e submissão, submetendo-nos ao momento presente, ao AGORA.
A revolução da Consciência está ocorrendo, justamente, agora, no momento presente. Não há estratégias, não há grandes líderes dessa revolução, há apenas heróis que entendem o progresso evolutivo da consciência e estão abertos para permitir que os processos terão seu lugar em si.

segunda-feira, 28 de março de 2016

Cientistas dizem que a consciência é um estado da matéria

mente-humana
Há uma revolução silenciosa ocorrendo na física teórica.  Durante todo o tempo que esta disciplina existiu, os físicos têm estado relutantes em discutir sobre a consciência, considerando este tópico um assunto para malucos e charlatões.  Na verdade, a mera menção da palavra ‘c’ podia arruinar carreiras.
Finalmente isso está começando a mudar, graças à maneira fundamentalmente nova de pensar sobre a consciência, que está se espalhando como fogo em mato seco através da comunidade da física teórica.  E, embora o problema da consciência esteja muito longe de ser resolvido, ele finalmente está sendo formulado matematicamente como um conjunto de problemas que os pesquisadores conseguem entender, explorar e discutir.
Hoje, Max Tegmark, um físico teórico do Instituto de Tecnologia Massachusetts, em Cambridge, apresenta os problemas fundamentais que esta nova forma de pensar levanta.  Ele mostra como estes problemas podem ser formulados em termos de mecânica quântica e teoria de informação.  E ele explica como o ato de pensar sobre a consciência desta forma nos leva exatamente às questões sobre a natureza da realidade que o processo científico de experimentos poderá ajudar a desmaranhar.
A abordagem de Tegmark é a de pensar na consciência como um estado da matéria, como um sólido, um líquido, ou um gás.  “Eu conjecturo que a consciência possa ser compreendida como ainda outro estado da matéria.  Bem como há muitos tipos de líquidos, há muitos tipos de consciência”, diz ele.
Ele prossegue em mostrar como as propriedades em particular da consciência poderiam surgir das leis da física que governam o Universo.  E ele explica como estas propriedades permitem os cientistas raciocinarem sobre as quais a consciência surge, e como podemos explorá-la para melhor compreendermos porque o mundo ao nosso redor se parece assim.
De forma interessante, a nova abordagem quanto a consciência veio de fora da comunidade científica, principalmente de neurocientistas como Giulio Tononi da Universidade de Wisconsin, em Madison.
Em 2008, Tonomi propôs que um sistema que demonstra consciência deve ter duas qualidades específicas. Primeiro, o sistema dever ser capaz de armazenar e processar grandes quantidades de informação.  Em outras palavras, a consciência é um fenômeno essencial de informação.
E segundo, esta informação deve ser integrada ao todo unificado, para que assim seja possível dividi-la em partes independentes.  Isso reflete a experiência de que cada instância da consciência seja um todo unificado que não pode ser decomposto em partes distintas.
Ambas destas qualidades podem ser especificadas matematicamente, assim permitindo aos físicos como Tegmark raciocinarem sobre elas, pela primeira vez.  Ele começa delineando as propriedades básicas que um sistema de consciência deva ter.
Dado o fato de que este é um fenômeno de informação, um sistema de consciência deve ser capaz de se armazenar numa memória e retornar esta memória de forma eficiente. Ele deve também ser capaz de processar estes dados, como um computador, mas um que é muito mais flexível e poderoso do que os aparelhos com base em silício, os quais estamos familiarizados.
Tegmark empresta o termo computronium para descrever a matéria que pode fazer isto, e cita outros trabalhos, os quais mostram que os computadores de hoje decepcionam quanto aos limites teóricos da computação, por 38 ordens de magnitude.
Claramente, há muito espaço para aperfeiçoamento que permita o desempenho de sistemas de consciência.
Após, Tegmark discute o perceptronium, definido como a substância mais geral, a qual se sente subjetivamente auto-consciente.  Esta substância não só deveria ser capaz de armazenar e processar informação, mas também de maneira que forma um todo unificado e indivisível.  Isso também requer uma certa quantidade de independência, na qual a dinâmica da informação é determinada a partir de dentro, ao invés de externamente.
Finalmente, Tegmark usa sua nova maneira de pensar sobre a consciência como uma lente através da qual é possível estudar um dos problemas fundamentais da mecânica quântica, conhecido como o problema da fatoração quântica.
Isto é levantado, porque a mecânica quântica descreve todo o Universo usando três entidades matemáticas: Um objeto conhecido como um Hamiltoniano, o qual descreve a energia total do sistema; uma matriz de densidade que descreve o relacionamento entre todos os estados quânticos no sistema; e a equação de Schrodinger, que descreve como as coisas mudam com o tempo.
O problema é que quando todo o Universo é descrito nesses termos, há um número infinito de soluções matemáticas que incluem todos os possíveis resultados mecânicos quânticos e muitos outros, mesmo as possibilidades mais exóticas.
Assim, o problema é, por que percebemos o Universo com o mundo semi-clássico tridimensional que é tão familiar?  Quando olhamos para um copo de água com gelo, percebemos o líquido e os cubos de gelo sólido como coisas independentes, embora eles estejam intimamente ligados como parte do mesmo sistema.  Como é que isto acontece?  De todas as possibilidades de resultado, por que percebemos esta solução?
Tegmark não possui uma resposta.  Mas o que é fascinante sobre esta abordagem é que ela é formulada através do uso da linguagem da mecânica quântica, de forma que permite um raciocínio científico detalhado.  E, como resultado, ela devolve todos os tipos de problemas novos que os físicos irão querer dissecar em maiores detalhes.
Tome por exemplo a ideia de que a informação num sistema consciente deva ser unificada. Isso significa que os sistema devam conter códigos de correção de erros, os quais permitam quaisquer subsistemas de até metade da informação sejas reconstruídos a partir do restante.
Tegmark aponta que quaisquer informações armazenadas numa rede especial, conhecida como rede neural Hopfield, automaticamente possui este aparato de correção de erro.  Porém, ele calcula que a rede Hopfield do tamanho de um cérebro humano, com 10^11 neurônios, possa armazenar somente 37 bits de informação integrada.
“Isto nos deixa com um paradoxo de integração: Por que o conteúdo da informação de nossa experiência consciente parece ser vastamente maior do que 37 bits?”, pergunta Tegmark.
Essa é uma questão que muitos cientistas poderão acabar considerando em detalhe.  Para Tegmark, este paradoxo sugere que está faltando um ingrediente vital nesta formulação matemática da consciência. “Isto implica fortemente que o princípio da integração deve ser suplementado por, pelo menos, um princípio adicional”, diz ele.
E, contudo, o poder desta abordagem é a suposição de que a consciência não fica além de nosso alcance; não há um ‘molho secreto’ sem o qual não podemos ser domados.
No começo do século XX, um grupo de jovens cientistas embarcaram numa questão para explicar algumas poucas anomalias estranhas, todavia pequenas, da nossa compreensão do Universo. Através da derivação de novas teorias da relatividade e da mecânica quântica, eles acabaram por desafiar a forma com que compreendemos o cosmos.  Este físicos, pelo menos alguns deles, são agora renomados.
Será que uma revolução similar está ocorrendo agora, no começo do século XXI?

Fonte: medium.com

Visões de quase morte

morte
Mais de 45% das 2.060 pessoas que sobreviveram a uma parada cardíaca tiveram visões ou memórias enquanto estavam desacordadas.
Um estudo pioneiro mostra que a morte pode não ser o fim imediato de tudo.
O cérebro normalmente se desliga entre 20 e 30 segundos depois que o coração para de funcionar, afirmam os especialistas. Mas os resultados de um estudo de quatro anos, envolvendo 2.060 casos de parada cardíaca ocorridos em 15 hospitais no Reino Unido, nos Estados Unidos e na Áustria, mostrou algo diferente. A equipe da Universidade de Southampton (Inglaterra) que liderou a pesquisa, a maior do gênero já realizada, descobriu que quase 40% dos sobreviventes desses casos descreveram algum tipo de “consciência” em momentos em que, de acordo com a teoria, estavam clinicamente mortos.
Para os cientistas responsáveis pelo estudo denominado Aware (sigla em inglês para Awareness During Resuscitation – “Consciência Durante a Ressuscitação”), divulgado em outubro na revista Resuscitation, da fundação Conselho de Ressuscitação Europeu, o material coletado contém evidências de que uma parte significativa dos pacientes vivenciou eventos reais por até três minutos além do suposto instante da morte cerebral, e alguns daqueles reanimados conseguiram descrevê-los com riqueza de detalhes.
“Contrariamente à percepção, a morte não é um momento específico, mas um processo potencialmente reversível que ocorre depois que qualquer doença ou acidente grave leva o coração, os pulmões e o cérebro a parar de funcionar”, observa o médico inglês Sam Parnia, professor assistente de medicina e diretor do centro de ressuscitação da Universidade Estadual de Nova York, e que atuava como pesquisador honorário na Universidade de Southampton quando liderou o estudo.
“Se são feitas tentativas para reverter esse processo, ele pode ser referido como “ataque cardíaco”; entretanto, se essas tentativas não conseguem sucesso, ele é chamado de “morte”, diz Parnia. “Nesse estudo, queríamos ir além  do conceito de experiência de quase morte, emocionalmente carregado, mas pobremente definido, para explorar objetivamente o que acontece quando morremos.”
Dos pacientes que sobreviveram ao ataque cardíaco e puderam ser submetidos ao primeiro estágio de entrevistas, 39% descreveram uma percepção de consciência, mas, curiosamente, não tinham nenhuma lembrança nítida de eventos. O máximo que 20% dessas pessoas conseguiam recordar era uma incomum sensação de tranquilidade. Cerca de 33% delas declararam ter sentido o tempo desacelerar ou
ficar mais rápido. Alguns pacientes relataram uma luz brilhante, um clarão dourado ou um Sol resplandecendo. “Isso sugere que mais pessoas podem ter inicialmente atividade mental (nesses momentos), mas perdem suas memórias depois de recuperar- se, por causa dos efeitos de lesão cerebral ou de sedativos nos circuitos da memória”, avalia Parnia.
Descrições detalhadas
Dos 101 pacientes que passaram por dois estágios diferentes de entrevistas, 45,5% afi rmaram não ter tido quaisquer recordações, memórias ou consciência dos momentos em que não manifestavam vida. Mas 45,5% descreveram um leque de recordações não compatíveis com experiências de quase morte, entre elas relatos de experiências aterrorizantes e de perseguição. Já 7% tiveram experiências compatíveis com defi nições tradicionais da experiência de quase morte e 2% superaram esse nível, demonstrando plena consciência daqueles momentos e fazendo referências explícitas sobre o que “viram” e “ouviram”, características típicas dos casos defi nidos como “experiências fora do corpo”.
Os fenômenos chamados popularmente de experiências de quase morte ou experiências fora do corpo são comumente atribuídos a alucinações ou ilusões, ocorrendo tanto antes de o coração parar quanto após ele ser ressuscitado. Mas um caso “muito verossímil”, conforme Parnia descreveu ao jornal inglês Th e Telegraph, aponta claramente para outra direção. Um assistente social de 57 anos, de Southampton, permaneceu consciente após o suposto desligamento do cérebro e fez observações preciosas para o estudo. Ele se lembra de ter deixado seu corpo e acompanhado as tentativas de ressuscitá-lo no canto do quarto. Relatou ainda os procedimentos da equipe médica que o socorreu. “O homem descreveu tudo que havia acontecido no quarto, mas o que mais se destaca é que ele ouviu dois ‘bips’ de uma máquina que emite um ruído a intervalos de três minutos”, diz Parnia. “Assim, pudemos calcular quanto tempo durou a experiência. Ele parecia muito confi ável e tudo o que disse que havia acontecido de fato aconteceu.”
Parnia e seus colegas sublinham que, embora apenas 2% dos entrevistados tenham exibido uma ampla consciência dos fatos posteriores à sua “morte”, os resultados obtidos recomendam novas e mais aprofundadas pesquisas nessa área. Outros estudos também são indicados para explorar se a consciência (implícita ou explícita) pode conduzir os pacientes a resultados psicológicos adversos no longo prazo, como o transtorno do estresse pós-traumático. “De maneira clara, a experiência lembrada que cerca a morte merece agora uma investigação genuína mais aprofundada e sem preconceito”, escrevem os cientistas.
Jerry Nolan, editor-chefe da Resuscitation, acrescentou: “O dr. Parnia e seus colegas devem ser parabenizados pela conclusão de um estudo fascinante que abrirá a porta para pesquisas mais abrangentes sobre o que acontece quando morremos”.

O Mundo é uma Ilusão, afirmam os cientistas

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Segundo a tradição Hindu, o mundo além de transitório é ilusório. Já para os budistas o mundo é um ‘sonho de Buda’, também sendo uma ilusão. E para a os cientistas?
Mais uma vez, cientistas estão dando suas opiniões e apresentando teorias que parecem se encaixar cada vez mais com pensamentos que muitas culturas do planeta carregam por milênios.
Nick Bostrom, filósofo da Universidade de Oxford, foi o primeiro a propor a teoria de que vivemos em um tipo de simulação, como que feita por um computador, a chamada ‘Hipótese da Simulação’,sugerindo que a realidade que conhecemos e tudo aqui presente faz parte dessa simulação, e não estamos conscientes disso.
Em seu livro “Super Inteligência” ao ser perguntado sobre o que aconteceria se fosse criado uma máquina tão inteligente quanto ao humano, Nick responde: “É esperado que isso acontece, pois como espécie, sempre fomos os mais inteligentes, porém nunca imaginamos a possibilidade de viver com alguém ou alguma coisa mais inteligentes do que nós, possivelmente com metas que não possamos entender e agindo de maneiras que possam causar a nossa extinção”.
Richard J. Terrile, diretor do Centro de Computação Evolutiva da NASA, que participou do projeto da sonda Voyager, que descobriu várias luas de Saturno, Urano e Netuno, também sugere que estamos vivendo em um tipo de ‘Matrix’.
“Quando você vai ao cinema e assiste aos filmes por meio de simuladores de realidade virtual, por exemplo, acaba tentando se desvencilhar de objetos virtuais por achar que eles são reais. É isso que fazemos diariamente. E é um tipo de realidade completamente diferente que queremos oferecer no futuro”, diz Richard.
Na Mecânica Quântica, partículas não têm um estado definido a não ser que estão sendo observadas, explicou Richard.
Imaginemos uma televisão nova que você tenha comprado. Você sai de casa e pensa que ela está na sua sala, da maneira como deixou. Porém não pode ter certeza, muitas coisas podem ter acontecido com ela, ou de acordo com a nova teoria, talvez ela nem esteja lá, já que ninguém a vê.
O Princípio da Incerteza de Heisenberg, a qual declara ser impossível determinar com precisão e simultaneamente a velocidade e a posição de um elétron, enaltece um pouco mais sobre como isso funciona.
Ilusão-de-Otica
Seria mais ou menos assim a visão que temos do mundo, algo irreal que parece ser tão real.
Maya, como é chamado o mundo material na cultura hindu, é a ‘Grande Ilusão’. No Bhagavad Gitaencontramos várias alusões ao mundo de ilusões. Hinduísmo, Budismo, Taoismo, entre outras tradições esotéricas do oriente, declaram que o mundo como o conhecemos através dos 5 sentidos é irreal.
Não parece que a ‘Ciência Oficial’ do mundo moderno está indo ao encontro com os ensinamentos dos antigos sábios? Provavelmente esses sábios sabiam muito além do que possamos imaginar.
Além do mundo material existem outros mundos, formas de vida, leis cósmicas a serem cumpridas, como quase todas as culturas antigas acreditavam. E o que a Ciência Moderna está dizendo agora para nós?
Talvez seja a mesma mensagem porém de uma maneira diferente.
Se depois que morremos, segundo o que a ciência já propôs, não há morte e sim uma transformação para fora desse mundo, que agora é chamado de ‘Ilusório’, como chegamos até aqui? Quem controla esse ‘Jogo’? Seria aquele que chamamos de Deus? Seria essa também uma prova para a reencarnação?
Querendo ou não, nessa Era de Aquário que se inicia onde tudo está a mil por hora, parece que a grande diferença que separa a Ciência e Espiritualidade está se tornando cada vez mais uma linha tênue.

sábado, 12 de março de 2016

A sincronização universal e os agentes do destino

 sincronicidade
A sincronização universal acontece todo o tempo em nossas vidas, mas a maneira mais simples de explicá-la é a coincidência.  Todos os incidentes que acontecem em nossas vidas não têm nada a ver com o acaso, mas tudo a ver com energias positivas trabalhando para nós, a partir de fontes além do nosso controle.
As pessoal gostam da palavra “coincidentemente”, mas, na realidade, nada das coisas importantes na vida acontecem por acidente.
O reino invisível possui uma forma de alinhar os eventos, para que encontremos as pessoas que deveríamos encontrar, e aprendamos aquilo que estamos destinados a dominar (seja mais cedo ou mais tarde).
Estes eventos podem parecer totalmente coincidentes, mas, por exemplo, encontrar a pessoa que você está pensando a respeito, embora você não tenha a encontrado em anos, deveria fazer você repensar a sua teoria de ‘sincronização universal”, também conhecida como sincronicidade.
Um exemplo comum de sincronicidade é pegar o telefone para telefonar para alguém que você não tenha falado por algum tempo, e receber uma chamada daquela exata pessoa, naquele exato momento – você pode apostar que é mais do que uma mera coincidência, assim você deveria agendar uma reunião e ver se há uma lição se manifestando aqui para um de vocês dois.
Um exemplo mais complicado de sincronicidade, um que é muito negligenciado, é o seguinte:
Você está dirigindo seu carro num estacionamento lotado por algum tempo, até que um carro de repente livra uma vaga bem na sua frente.  Momentos mais tarde, você está fazendo suas coisas, e encontra alguém muito importante ou querido de você.  Se você tivesse encontrado uma vaga um minuto antes ou depois daquele momento, a reunião nunca teria acontecido – mas o carro saiu naquele exato momento para fazer com que a reunião se manifestasse.
E, algumas vezes, para uma sincronização universal importante acontecer, anos de preparação são necessários.  Uma série de eventos podem ocorrer, se estendendo por longos períodos, para que assim, finalmente, você acabe no lugar certo e na hora certa para sua lição / missão / reunião se manifestar.
Nós gostamos de interpretar isto como sendo acaso, boa fortuna, ou coincidência; é somente o jeito que a natureza nos mostra que o Universo está conectado através da matéria e do espaço.
O número de vezes que o Universo sincroniza nossas experiências é grande, mas, infelizmente, somos raramente capazes de reconhecer sincronicidade quando elas acontecem.
Pense somente a respeito de quantas pessoas encontraram suas almas gêmeas num continente diferente.  Quantas coisas tiveram que acontecer para ambos, a fim de estarem no mesmo local, na mesma hora, emocionalmente disponíveis, e abertos para um relacionamento de longo tempo?
Se você ficar ciente do que está acontecendo ao seu redor, então logo irá perceber que todos os eventos importantes da vida são sincronizados de uma forma ou de outra.  A vida é uma verdadeira sinfonia de eventos, pessoas e lugares que estão alinhados na jornada de sua alma.

Destino versus sorte

Por agora você pode pensar que toda a sua vida foi pré-planejada e você meramente caminha uma linha para encontrar um destino pré-determinado, mas isto não é verdade.
Claro, há seres trabalhando em ‘reinos’ superiores para fazer com que as sincronicidades ocorram (toda a vez que eu vejo uma sincronicidade ocorrendo, imediatamente penso sobre o filme Agentes do Destino), mas depende exclusivamente de nós se quisermos encarar o desafio ou procedermos com uma nova lição.
Temos a liberdade de escolher como proceder após uma sincronicidade ocorrer, e seja lá o que for que ocorrer como resultado de nossas ações, isto e conhecido como sorte.
Destino, por outro lado, é um evento que ocorrerá para nós irrelevantemente de tudo, porque temos concordado com isso ao encarnarmos na Terra.
O ponto total desta experiência de vida na Terra é o de aprendermos lições valiosas através da experimentação e, finalmente, completarmos o ciclo.
Assim, mantenha seus olhos abertos para os eventos de Sincronização Universal, e procure pelos significados mais profundos por detrás deles.
– Helen Elizabeth Williams

quarta-feira, 24 de fevereiro de 2016

Quão consciente de estar vivo você é? A ciência ajuda a responder


Quão consciente de estar vivo você é? Essa parece ser uma pergunta impossível de ser respondida, mas a ciência está aí para desmistificar o que parece não ser possível.

De acordo com o estudo, ser consciente é muito mais que simplesmente estar acordado. “Consciência é perceber e experimentar. Quando alguém está consciente, existem padrões e conexões neurais que podem ser detectadas pelo eletroencefalograma e podem ser traçadas, formando uma assinatura cerebral”, explica Srivas Chennu, cientista-chefe da pesquisa.Um grupo de pesquisadores da Universidade de Cambridge desenvolveu uma técnica capaz de dar uma resposta a essa pergunta. A prática combina a clássica eletroencefalografia a teorias gráficas e matemáticas que calculam a consciência da pessoa.
Com apenas dois equipamentos, um capacete coberto de eletrodos e uma caixa que mede os padrões da atividade cerebral, a equipe consegue traçar a “assinatura do cérebro”, que representa a maneira como os neurônios e as redes neurais funcionam.
Ambos os equipamentos desenvolvidos pela equipe de Chennu são portáteis e a expectativa do cientista-chefe é que o teste de consciência possa se tornar uma prática comum para médicos que tratam pacientes em estado vegetativo ou em coma por causa de traumas cerebrais causados por lesões e acidentes vasculares cerebrais. Além disso, a técnica pode ser usada para saber o melhor momento de "acordar" alguém que está desacordado há muito tempo.
Os pacientes que apresentarem sinais de consciência podem, por exemplo, receber maior empenho ou técnicas específicas para serem despertados. Nos estudos primários da técnica, os pesquisadores acompanharam duas pessoas desacordadas, uma delas com uma “assinatura cerebral” enorme e colorida e outra com uma diminuta “assinatura cerebral”. O primeiro paciente acordou, o segundo não.
O próximo passo que Chennu e sua equipe darão será realizar uma longa experiência de três anos observando cinquenta pacientes com danos cerebrais.

terça-feira, 16 de fevereiro de 2016

Sai Baba, o Iogue Reencarnado


A ciência moderna considera os milagres religiosos coisas do passado. Assim, eles podem ser comodamente desconsiderados, como produtos de uma era mais ingênua.
Não obstante, discípulos de inúmeros líderes religiosos testemunhavam eventos paranormais que remontam aos profetas e messias de outras eras. A mais conhecida dessas divindades contemporâneas era Sai Baba, um iogue que afirmava ser a reencarnação de seu homônimo, Sai Baba, de Shirdi, que morreu em 1918, oito anos antes de seu nascimento na província de Puttaparti.
O segundo Sai Baba levou uma vida relativamente normal até atingir a idade de 14 anos, quando sofreu um derrame cerebral debilitante, durante o qual ele periodicamente cantava e recitava passagens poéticas da filosofia védica. Emergindo da doença, que o deixou em uma espécie de transe, Sai Baba de repente anunciou para seus pais que era um avatar, ou uma reencarnação divina, do famoso homem santo que morrera quase uma década antes de seu próprio nascimento.
Outros iogues declararam ter conseguido realizar um ou dois milagres mediúnicos durante suas carreiras públicas. Sai Baba, por outro lado, realizava milagres com a mesma facilidade com que muitos de nós conferimos o saldo bancário ou escrevemos uma carta.
Entre os atos de fé supostamente realizados por Sai Baba estão o tele-deslocamento, a levitação, a telecinésia e a manifestação de objetos materiais - ele parece ter uma distinta preferência por pétalas de rosas - que surgem do nada. Dizem que Sai Baba também já ressuscitou mortos e multiplicou alimentos uma centena de vezes.


quinta-feira, 28 de janeiro de 2016

Wilhelm Reich


Um dos discípulos mais originais e controversos de Sigmund Freud, Wilhelm Reich nasceu na Áustria em 24 de março de 1897. Estudou Medicina, fez pós-graduação em neuropsiquiatria e foi membro da Sociedade Psicanalítica de Viena, presidida por Freud.
Reich, um libertário, acreditava que a supressão da libido era um mecanismo de controle dos sistemas totalitários, o que o levou a defender o amor livre e a virar, bem mais tarde, um ídolo dos hippies.
Mas suas idéias começaram a ficar realmente esquisitas em 1939, quando ele formulou o conceito da “orgone”. Segundo o cientista, orgone é uma bioenergia emitida por todas as formas de vida presente em todo o planeta. Essa energia pode ser observada, medida e acumulada.
A orgone reichiana lembra a energia “ki” dos acupunturistas japoneses e o “plána” dos iogues indianos. Ela também se parece com a “força” manipulada pelos jedis na série Star Wars. E assim como a “força”, a orgone proporciona vitalidade, mas também pode matar. Existe uma organe boa e uma organe má, batizada por Reich de DOR (Deadly Orgone Radiation). A DOR se forma com o acúmulo de neurose e libido reprimida, causando mal-estar nas pessoas que estão sob sua influência.
Para realizar suas experiências, Wilhelm Reich montou um centro de estudos no Maine, Estados Unidos, chamado Orgonon. Mas o cientista não conseguiu trabalhar em paz por muito tempo. Reich percebeu que a área ficava permanentemente coberta de DOR em forma de nuvens negras. As nuvens não se dissipavam nem nos dias ensolarados. Além disso, o lugar passou a ser freqüentado por discos voadores, que Reich rebatizou de EA, Energia Alfa ou Energia Primordial.
O cientista nunca chegou a uma conclusão sobre os EA. Eles poderiam ser naves alienígenas que usavam a orgone como combustível ou formas condensadas e semi-sólidas de DOR. A única coisa sobre a qual Reich estava certo é que os discos voadores não estavam ali por acaso. O Orgonon estava sendo vítima de um ataque alienígena ou governamental. Ou, quem sabe, de ambos. Para se defender, Reich desenvolveu uma arma chamada “Cloudbuster”, composta de dois tubos paralelos de metal imersos em um tanque cheio de água. Os tubos liberavam orgone boa na atmosfera e dissipavam as nuvens de DOR.
Em outubro de 1954, Reich apontou o Cloudbuster para um disco voador e, diz a lenda, o objeto desapareceu em pleno ar. Vários OVNI’s foram dissipados (pulverizados? desmaterializados? destruídos?) da mesma forma.
Infelizmente, em 1956, Wilhelm Reich foi preso pelo FDA (Food and Drug Administration) sob a alegação de que seus experimentos eram fraudulentos. As anotações do cientista foram queimadas pelos agentes federais e os aparelhos construídos por ele acabaram destruídos a machadadas. Em novembro de 1957, Wilhelm Reich foi encontrado morto na sua cela. O laudo oficial foi ataque cardíaco.
o Cloudbuster

orgone

quarta-feira, 27 de janeiro de 2016

Transtornos Mentais Podem ser Reflexo de Vidas Passadas


No Brasil, estima-se que 23 milhões de pessoas precisam de algum atendimento em saúde mental. Pelo menos 5 milhões sofrem com transtornos graves e persistentes.
Para a medicina tradicional, uma questão genética, complexa, que pode ser, talvez, causada por alterações químicas no cérebro. E que, apesar de tantos estudos, ainda não se sabe ao certo a causa deles. Mas para os médicos espíritas, os transtornos mentais têm, sim, explicações. Essa área da medicina, inclusive, é a que mais se distancia da medicina tradicional. Questões emocionais desta e de outras vidas entram em jogo. “O transtorno mental é um indicio do passado”, define o presidente da Associação Mineira dos Médicos Espíritas, Andrei Moreira, apontando aí as vidas passadas como ponto de partida para essa discussão.
 De acordo com dados da Organização Mundial de Saúde, as doenças mentais e neurológicas atingem aproximadamente 700 milhões de pessoas no mundo. No Brasil, estima-se que 23 milhões de pessoas precisam de algum atendimento em saúde mental. Pelo menos 5 milhões sofrem com transtornos graves e persistentes.
20130826092455184815eSegundo o psiquiatra e director técnico do Hospital André Luís, Roberto Lúcio Vieira, a psiquiatria é a área da medicina em que os ensinamentos espíritas mais conseguem aparecer. Isto porque, segundo ele, além de levar em consideração questões genéticas, assim como a medicina tradicional, os médicos espíritas, diante de um paciente com transtorno mental grave, levam em conta as vidas passadas. “O adoecer é o caminho para cura. Temos percebido que muitos males, como os quadros graves de esquizofrenia, geralmente são de espíritos que, em outras vidas, abusaram muito do poder que tinham, cometeram homicídios ou tentaram o suicídio várias vezes. Quando eles adoecem nesta vida, é porque bateu a culpa da vida anterior”, explica Roberto.
Também membro da Associação Mineira Médico Espírita, Roberto, num artigo escrito no portal da entidade, diz que a doutrina espírita tem mostrado que os processos mentais seriam frutos da atividade espiritual, com repercussão na estrutura física cerebral. “Sendo assim, o cérebro seria apenas o instrumento. No entanto, para ocorrer essa integração entre a essência espiritual, a sua manifestação e a estrutura física, é necessária a existência de um elemento que seja intermediário, tanto na função quanto em sua composição. Esse corpo é chamado espiritual ou perispírito”, define.
MATÉRIA 
O perispírito, de acordo com o conhecimento espírita, é envoltório fluídico que uniria a alma humana ao corpo físico e, através do qual, o espírito actuaria na matéria. Mas, antes de mais nada, é preciso compreender que, para o espiritismo, somos seres em constante evolução e estar encarnado é o processo para evoluir. No livro a Cura e Auto-Cura, uma visão médico espírita, do homeopata Andrei Moreira, ele explica que a reencarnação é a lei biológica natural, “instrumento da evolução, em que o ser experimenta o contacto com a diversidade e desenvolve aptidões necessárias ao progresso.” Ele diz que a reencarnação devolve ao homem o fruto de suas escolhas, “em mecanismos naturais de reencontros, saúde ou doença.”
Segundo explica o psiquiatra espírita Jaider Rodrigues, o paciente da psiquiatria é visto por dois viés: “Levamos em conta a influência espiritual, que pode ser do próprio paciente, ou seja, questões do próprio espírito e, também, as influências externas, que podem ser de outros espíritos que passam a influenciar no quadro mental do paciente”, explica, acrescentando que todos os casos são passivos de auxílio. “Usamos os recursos da ciência, acrescidos da compreensão espírita.”
Jaider recorda o caso de uma paciente que lhe chamou a atenção. Muito bonita e,  no máximo com 30 anos, essa mulher, de BH, desenvolveu um quadro de esquizofrenia grave, sem motivo aparente. “Ela entrou em um quadro psicótico e tivemos que interná-la no Hospital André Luiz, pois estava agressiva, falava coisas sem sentido. Durante as sessões mediúnicas que fazemos para os pacientes, apareceu um espírito dizendo ter sido escravo na vida anterior e contou que aquela mulher, na sua última vida, tinha sido casada com um senhor de engenho e abusava muito dos escravos, com requinte de crueldade. Nesta vida, esses espíritos a perturbaram”, conta, dizendo que o espírito avisou ainda que seria difícil livrá-la dessas influências externas, e que por mais que os médicos fizessem, nada ia adiantar. “Por um tempo, ela conseguiu melhorar. Mas não durou muito e faleceu”, lamenta Jaider.
Processo de evolução
Geralmente, os transtornos quando se manifestam, é a culpa do que se fez em outra vida, como apontam os estudos espíritas. Mas, de acordo com os médicos, não se trata de um castigo divino. Faz parte do processo de evolução daquele espírito. Ouvir vozes, de acordo com Jaider, pode ser, sim, um espírito a falar. A obsessão, de acordo com o precursor do espiritismo, Alan Kardec, é a ação persistente que um espírito mau exerce sobre um indivíduo. “Apresenta caracteres muito diversos, desde a simples influência moral sem perceptíveis sinais exteriores até a perturbação completa do organismo e das faculdades mentais”, diz em seu livro, o Evangelho segundo o espiritismo. Ele diz que a obsessão ocorrerá toda vez que alguém, encarnado ou desencarnado, exercer sobre o outro constrição mental negativa.
De acordo com Kardec, há vários tipos de obsessão, sendo o mais grave o de subjugação, em que o obsessor interfere e domina o cérebro do encarnado. A subjugação pode ser psíquica, física ou fisiopsíquica. Assim, as doenças mentais ou físicas podem, sim, de acordo com o conhecimento espírita, sofrer influências externas. Um dos tratamentos indicados são os passes, idas ao centro espírita e sessões de desobsessão, em que os médicos médiuns ajudam os espíritos desencarnados e encarnados envolvidos no processo a receber esclarecimentos, para que ambos tenham bases sólidas para mudar hábitos e atitudes, condicionando-se a atitudes mentais mais saudáveis. Segundo escreveu Francisco Cândido Xavier, ao psicografar a obra de André Luíz, Mundo maior, “o processo obsessivo não é, na realidade, uma doença, é simplesmente um reflexo de mentes doentias que se unem. Ele não é uma causa, é o efeito de um ‘mal’ anterior”.
REBELDES 
Nesses casos de transtornos mentais, além do conhecimento espírita, medicamentos são usados. Kardec acreditava que somente medicação não traria alívio. No Hospital André Luiz, em BH, que tem 45 anos de funcionamento, sendo referência para casos psiquiátricos, os pacientes, de acordo com o director, Roberto Lúcio Vieira, são de todas as crenças, sendo o diferencial da unidade o tratamento espiritual. Segundo ele, há no hospital 350 funcionários que trabalham voluntariamente. “Com autorização do paciente ou da família, aplicamos os conhecimentos do espiritismo.” De acordo com ele, algumas doenças psiquiátricas, geralmente, são de indivíduos mais rebeldes.
É o caso, por exemplo, da depressão, que afeta cerca de 35 milhões de pessoas no Brasil. “É uma doença que demarca a grande rebeldia do espírito”, diz Roberto. Segundo Jaider, geralmente, é o espírito não se contentando com a vida que Deus lhe deu. “É como se dissesse ‘já que não tenho a vida que quero, não aceito a vida que tenho’. Se o paciente der espaço, a gente estimula a relação com Deus e o hábito da oração”, conta. Os pensamentos negativos também contribuem para o quadro.
Outro mal apontado pelos médicos é o de Alzheimer. Segundo Roberto, assim como a medicina tradicional vem tentando entender essa doença que afecta a memória do paciente, o espiritismo também busca suas explicações. Um dos esclarecimentos para a causa da enfermidade é que a grande maioria dos portadores da doença foi culturalmente pobre durante a vida, se prendeu a questões materiais e dificuldades de relacionamento. “Quando ocorre o Alzheimer, é como se fosse uma oportunidade para que essa pessoa chegue mais “limpa” espiritualmente no outro plano. E para os familiares, é uma prova de paciência.”
Uma nova visão
Transtorno mental
Os médicos espíritas passaram a perceber, por meio de estudos e casos clínicos, que muitos pacientes que desenvolvem algum transtorno mental sofrem influência da sua vida anterior. No caso da esquizofrenia grave, por exemplo, tem-se percebido que esses espíritos, em vidas passadas, cometeram alguma transgressão às leis divinas e, nesta vida, sentiram o peso da culpa. O paciente pode, sim, sofrer ainda influência de outros espíritos que tiveram alguma ligação com ele nas outras vidas.
Mal de Alzheimer
Assim como a medicina tradicional estuda as causas do Mal do Alzhemeir, a doutrina espírita começa a perceber que as pessoas portadoras do mal, geralmente, foram pessoas apegadas a bens materiais e muito vaidosas, que precisam do desapego, do “esquecimento”, marca da doença, para evoluir e fazer uma limpeza na alma.
Depressão
Para os médicos espíritas, a depressão atinge aqueles espíritos rebeldes, que não estão satisfeitos com a vida que Deus lhe deu. Assim, se abrem para os pensamentos negativos e as influências externas que podem contribuir para o agravamento do quadro.

terça-feira, 26 de janeiro de 2016

A Rodovia da Recordação


Déjà vu em francês significa, literalmente, "já visto". A expressão se manifesta na forma de uma sensação intensa de familiaridade com uma situação ou um lugar, embora a pessoa jamais a tenha experimentado ou tenha estado ali antes. Muitos especialistas dizem que tais incidentes poderiam ser causados por pequenos derrames cerebrais, mas alguns casos ultrapassam os limites da psicologia, sugerindo que o paranormal está agindo.

Um caso fascinante relatado pelo parapsicólogo D. Scott Rogo serve para ilustrar essa afirmação. Em 1985, uma mulher de Nova Jersey escreveu-lhe contando sobre uma viagem que ela fizera pela região conhecida como New Jersey Turnpike. A paisagem era estranhamente familiar, e a mulher finalmente virou-se para sua companheira de viagem e disse:

- Sabe, eu nunca estive aqui antes, mas acho que se seguirmos uns 2 quilômetros por esta estrada encontraremos uma casa onde eu já morei.
A mulher continuou o relato:
- Uns 5 quilômetros mais adiante, eu disse à minha amiga que depois da próxima curva chegaríamos a uma pequena cidade localizada bem perto da barreira do pedágio. Contei-lhe que as casas teriam paredes brancas, seriam sobrados, e construídas umas muito perto das outras. Senti que já havia morado ali quando tinha 6 anos de idade, mais ou menos, e que costumava ficar sentada com minha avó na frente da casa. As lembranças foram ficando cada vez mais fortes, e pude lembrar até de ficar sentada no balanço, enquanto minha avó amarrava meus sapatos.
Quando a mulher chegou à cidade, reconheceu a casa imediatamente, muito embora já não existisse mais o balanço. Ela lembrou que costumava caminhar duas quadras para chegar a uma lanchonete com um balcão alto de mármore branco, onde pedia uma limonada. Seguindo de carro pela rua, as mulheres encontraram o edifício, já coberto com tábuas e semidemolido, mas ainda lá.
As duas amigas continuaram com o carro, já saindo da cidade, e a mulher teve sua próxima experiência de déjà vu.
- Daqui a umas três quadras, chegaremos a uma pequena ladeira que leva a um cemitério, e foi ali que eu fui enterrada.
O cemitério estava ali, mas a amiga da mulher, nessa altura já totalmente em pânico, recusou-se a parar e procurar o túmulo.

quinta-feira, 14 de janeiro de 2016

O Despertar da Consciência


“Exatamente, o que você pode fazer hoje para criar um mundo mais iluminado amanhã ?”
O maior despertar global da história está ocorrendo. A consciência sobre o nosso mundo está se reposicionando mais rapidamente do que nunca. Existe ainda mais informações iluminadas oferecidas às massas do que nunca. O ser humano comum está agora descobrindo as fórmulas para manifestar uma vida inacreditável e é capaz de absolutamente transformar sua vida em algo que realmente ama ! Em cada nação que você fizer uma viagem, vai encontrar mais pessoas que exploram meios alternativos de trabalhar, todo mundo está aprendendo as melhores maneiras de explorar os estados de consciência superiores.
O mundo terreno está encerrando o ensino nos graus iniciais e estamos nos preparamos para dar um salto para os graus superiores ! Este grande despertar não é algo “mau” ou uma coisa “excelente”, é apenas uma parte do nosso desenvolvimento. É como se cada pessoa estivesse recebendo as boas-vindas na sua própria festa de formatura. Estamos vendo em todos os lugares os sinais de que todos os velhos sistemas estão desmoronando a medida que a consciência está avançando em uma taxa exponencial. O planeta tem sido destruido com tantos desastres, exigindo uma mudança na forma como tratamos a nós mesmos e a natureza. Estamos na verdade, vivendo em constante preocupação, ansiedade e ganância por tempo suficiente.
O mundo esteve dividido por eras, mantendo a ilusão de que algumas pessoas são mais poderosas, mais ricas e mais capaz do que outras. Sim, na verdade a venda também tem sido colocada diante dos seus olhos ! Você também é capaz, rico e proeminente no seu mundo interior, basta acreditar. Você nasceu exatamente com os mesmos poderes que existem em cada pessoa. Você é atualmente uma manifestação divina extremamente eficaz, que podem facilmente criar, trazer, e emergir qualquer coisa que você desejar !
Ninguém deve se sentir pequeno, sem esperança e pobre por mais tempo. Você não está mais restrito por algum jogo baseado no medo que os outros estão jogando em qualquer tempo. O jogo de manipulação global “nós contra eles” está ultrapassado, é tempo de crescer, progredir e avançar para a nova era.
Você está disposto a ser uma pessoa mais consciente que vive 24 horas por dia em um estado de felicidade, amor e paz interior ? Você é digno de experimentar isso o tempo todo e você pode ! Basta começar por recuperar a sua conexão espiritual e entender que há uma Fonte do todo, inteligente, onisciente, disponível para você em cada novo minuto. É uma sensação fantástica se libertar da viagem com o ego e se conectar com a Fonte. Você é digno para apreciar esta experiência cotidiana e a medida que você se exercita, vai perceber que este mundo está realmente despertando para todos em torno de você !
Dê o passo inicial para se capacitar e incendiar esta conexão espiritual agora mesmo ! Comece descobrindo suas respostas a estas perguntas, então exercite a meditação !
Exatamente para o que mais você precisa dizer “NÃO”, de maneira que você possa dizer “sim” a uma variação muito maior do verdadeiro você ?
Exatamente o que você deve pensar, fazer ou liberar, para experimentar um enorme sentimento de liberdade em sua vida hoje, esta semana ?
Apenas o que é de fato realmente crucial para você a nível mundial ?