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quarta-feira, 25 de maio de 2016

Documentos secretos vazados revelam a existência de civilizações intraterrestres

Civilizações intraterrestres
Um ex-empreiteiro para o governo dos Estados Unidos, e ex-funcionário da CIA, fez cópias de vários documentos secretos dos Arquivos de Segurança Nacional dos EUA.  Entre muitos segredos, as informações dentro dos documentos mostravam múltiplos programas de vigilância global.  Estes programas foram o produto de esforços combinados entre a Agência Nacional de Segurança (sigla em inglês, NSA) e a Five Eyes, com cooperação secreta por empresas de telecomunicações e numerosos governos europeus.
O que Edward Snowden fez foi sem precedentes. Ele revelou um enorme número de documentos altamente secretos para o público: ao redor de 15.000 arquivos australianos, mais de 58.000 da Grã-Bretanha, e mais de 1,7 milhões de arquivos da NSA.  Finalmente, Snowden foi acusado de espionagem, traição e roubo, o que o fez fugir para a Rússia, onde lhe foi dado asilo por um ano, eventualmente estendido para três. Ele também recebeu asilo do governo venezuelano e agora que se sente um pouco mais seguro, Snowden liberou mais informações sobre detalhes secretos governamentais e seus conhecimentos, que vão além de tudo que as pessoas comuns possam acreditar ser possível.
Entre as numerosas alegações (que podem ser consideradas absurdas), Snowden alegou que não somente há espécies humanoides cientes vivendo dentro das chaminés hidrotérmicas, localizadas abaixo da superfície do planeta e das calotas polares, mas que os nossos governos supostamente sabem sobre isto desde a década de 1990.
“Devido aos sistema de rastreamento de mísseis balísticos e sonares marítimos profundos serem mantidos como segredos de estado, os cientistas não têm acesso aos dados sobre estes objetos. Porém, a maioria das empreiteiras na DARPA estão seguras de que há uma espécie mais inteligente do que o Homo sapiens vivendo no manto da Terra.  Faz sentido, se você pensar sobre isto, porque este é o único lugar que tem estado mais ou menos estável por bilhões de anos.  Extremófilos podem viver em diferentes temperaturas do que nós, mas eles têm sido capazes de prosperar e desenvolver inteligência à uma taxa aparentemente acelerada.  Isto não é verdade, pois eles simplesmente evoluíram na mesma taxa, mas sem muitas das mudanças imprevisíveis que atrasam a vida na superfície…”
“O Presidente recebe relatórios diários sobre as atividades deles. Analistas acreditam que sua tecnologia seja tão avançada que temos pouca chance de sobrevivência em qualquer guerra em potencial. O sentimento geral é o de que somos quase formigas a partir de suas perspectivas, assim há pouca chance deles terem empatia ou tentar se comunicar conosco, e o plano de contingência atual é o de detonar armamentos nucleares em suas cavernas profundas, para ‘ferroar’ o inimigo, na esperança de desencorajar maiores ataques.”
Muitos acreditam que as alegações trazidas por Snowden são profundamente perturbadoras para nossa sociedade.
Snowden é parte de uma lista crescente de ex-autoridades governamentais, oficiais militares e astronautas que têm se manifestado sobre a existência de formas de vida alienígena e OVNIs.
Mas seria esta alegação verdadeira?
Para maiores informações, acesse os site de Edward Snowden aqui.

terça-feira, 5 de abril de 2016

O Rei do Mundo




De acordo com as crenças de muitos monges e tibetanos (e atestado por muitos monges budistas que declaram já tê-lo visitado), existe um vasto país subterrâneo chamado Agharta sob o grande planalto da Ásia Central. Pelos túneis de Agharta, segundo diz a profecia, um dia emergirá o místico Rei do Mundo e seus súditos.

"Antes do surgimento do rei, por volta do final do atual milênio", afirma a profecia budista, "os homens negligenciarão cada vez mais suas almas. A grande corrupção reinará sobre a face da Terra. Os homens se transformarão em animais sedentos de sangue, sequiosos pelo sangue de seus irmãos. As coroas dos reis cairão. Haverá uma terrível guerra entre todos os povos da Terra. nações inteiras morrerão. fome. crimes desconhecidos pela lei. anteriormente inimagináveis ao mundo serão cometidos."
"Durante esse período de impunidade", continua a profecia, "famílias serão dispersadas e multidões acorrerão em grandes quantidades às rotas de fuga, enquanto as maiores e mais bonitas cidades do mundo. . perecerão pelo fogo. Em cinqüenta anos, existirão apenas três grandes nações. e, nos cinqüenta anos seguintes, acontecerão dezoito anos de guerra e cataclismos. então o povo de Agharta sairá de suas cavernas subterrâneas e subirá à superfície da Terra."

segunda-feira, 7 de março de 2016

Estranhos sons e barulhos de motores no subterrâneo

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Por muitos anos, sismólogos e geofísicos têm estudos vários locais onde um ‘zumbido’ inexplicável é reportado. Taos, no estado do Novo México – EUA, está entre as localizações mais famosas onde moradores têm reportado um estranho zumbido grave, embora áreas no oeste da Grã-Bretanha, bem como outros locais também têm reportado ruídos similares, cujas origens são desconhecidas.
No ano passado, um estudo apresentado no Geophysical Research Letters sugeriu que a causa latente dos misteriosos ‘zumbidos’ seria a atividade microsísmica causada pelas ondas do oceano, resultando de ondas nas profundidades, se movendo pelas escarpas e outras formações ao longo do fundo do oceano.  Este processo, junto com as colisões entre as correntes oceânicas, podem resultar em ondas sísmicas, as quais acredita-se resultarem num ‘zumbido’ ressonante em certos locais.
Porém, na literatura científica a respeito de barulhos anômalos na natureza, há também exemplos onde os sons em questão parecem ser bem diferentes.  Dois casos envolvendo ruídos, que além de serem um ‘zumbido’ misterioso, na verdade soam como motores de algum tipo, foram reportados no final da década de 1970, como registrado pelo físico William R. Corliss.  O primeiro dos dois relatos ocorrreu no estado do Colorado em 1970, como reportado por T. Adams e um grupo de pessoas acampando, com as quais ele havia se unido na noite em questão:
“Acampando na encosta oeste do Sangre de Cristo, ao noroeste do Monte Blanco e ao sul das Dunas de Areia, escutamos os sons em 1970.  Dois ou três noites em sucessão, ele aumentava de volume após a meia-noite e abaixava antes do nascer do Sol.  Não era alto o suficiente para ser ouvido enquanto conversávamos, mas definitivamente soava como um motor de algum tipo, com a sugestão de um chiado similar a um dínamo.  E outros tinham dito que ele algumas vezes parecia mais alto quando se colocava um ouvido contra o solo.  Uma pessoa podia facilmente imaginar que o som estava vindo debaixo da superfície, mas se vinha ou não permanece sendo algo especulativo.”
Um incidente similar ocorreu próximo de Yakima, no estado de Washington, no outono de 1978, como reportado por oficiais de controle de fogo que operavam na Reserva Indígena de Yakima:
“Em setembro de 1978, o som de turbinas ou motores subterrâneos foram escutados ao redor da Torre Sopelia, na parte sul da Reserva Indígena, por sete horas (aproximadamente entre as 21h00 e 16h00, entre 3 e 4 de setembro).  De acordo com uma declaração de W. J. Vogel, Oficial Chefe do Controle de Incêndio, o ruído era como uma ‘turbina’ ou ‘hélices não sincronizadas de uma aeronave multi-motor’. Quando solto fora da estação de vigilância, o cão da vigia mostrava ansiedade, e sentia-se vibrações mal perceptíveis sob os pés, quando ficava-se em pé por sobre uma laje de concreto.  A vigia disse que tinha ouvido o mesmo som durante o verão de 1978, mas sempre durante a noite.”
O primeiro destes dois relatos parecia indicar que aqueles que ouviram os ‘misteriosos motores’ não estavam completamente seguros que os sons vinham do subsolo; o segundo relatório indicou uma leve vibração por aqueles que lá estavam, bem como um registro de ‘perturbação animal’ indicada pelo comportamento do cão.
Por muitos anos, muitas pessoas têm especulado que os estranhos zumbidos e tremores deste tipo possam estar indicando a presença de instalações subterrâneas, como aquelas que supostamente existem em locais de alta segurança, como a Área 51 no estado de Nevada.  Porém, poderia realmente ser que a hipótese das ‘correntes profundas do oceano’ possam explicar estes misteriosos sons?
De acordo com o trabalho apresentado no Geophysical Research Letters, microsismos causado pela atividade no fundo do mar podem durar entre 3 a 10 segundos, com uma periodicidade que dura quase 300 segundos. Contudo, mesmo os autores do estudo expressaram que estas longas características sísmicas têm sido ‘fortemente debatidas’, o que parece indicar opiniões diferentes quanto ao fato da presente determinação a respeito destes fenômenos seja mesmo conclusiva.
Embora ela permaneça sendo uma possível solução para o mistério, podem bem haver outros fatores que contribuem com estes misteriosos ruídos subterrâneos. Entre as fontes especulativas, há fatores que vão desde linhas de transmissão enterradas e pulsos de radar, até o funcionamento de algum motor à distância.  Seja lá quais forem suas fontes, os sons permanecem sendo um mistério peculiar, possivelmente de significância geofísica que ainda deve ser determinada.
Vale lembrar que estes ruídos misteriosos também são escutados em várias cidade do Brasil, e muitos estudiosos do fenômeno dos OVNIs suspeitam que possam ser uma indicação de atividade alienígena, ou de alguma civilização subterrânea.  Mas tudo isso continua ainda sendo pura especulação, não havendo nenhuma constatação científica quando a este respeito.

segunda-feira, 28 de dezembro de 2015

O Povo Formiga – Lenda indígena ou realidade da Terra Oca?

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O Parque Nacional de Kakadu fica ao norte da Austrália, em um cenário típico de Outback, o deserto australiano. Esta área de mais de 20.000 quilômetros quadrados faz parte do Patrimônio Mundial da Unesco por sua beleza, biodiversidade e também por sua importância cultural. Maravilhosas paisagens como as do rio South Alligator, florestas tropicais e belas praias dividem a atenção dos turistas com pinturas rupestres dos aborígenes australianos.

Aborígenes

Os aborígenes australianos são os habitantes originais do continente australiano e de suas ilhas próximas.1 Dados recentes indicam que os australianos nativos são, provavelmente, descendentes dos primeiros humanos modernos a migrar para fora da África. Eles migraram do continente africano para a Ásia há cerca de 70 mil2 e chegaram à Austrália em torno de 50 mil anos atrás.3 4 Os nativos do Estreito de Torres são indígenas das ilhas localizadas no Estreito de Torres, que estão no extremo norte de Queensland, perto de Papua-Nova Guiné. O termo “aborígene” é tradicionalmente aplicado apenas aos habitantes indígenas do continente australiano e da Tasmânia, junto com algumas das ilhas adjacentes, ou seja: os “primeiros povos” da região. “Australianos indígenas” é um termo abrangente usado para se referir também aos ilhéus aborígenes do Estreito de Torres.
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Pinturas aborígenes en Kakadu – Nourlangie Rock – Austrália Nota-se um ser maior, de membros finos e cabeça amendoada, e abaixo seres menores também com cabeças desproporcionais ao corpo.

Escritas e pinturas no Oeste Americano

Hopituh Shi-nu-mu

De acordo com as profecias Hopi, foi o povo formiga que deu abrigo aos humanos, durante as primeiras limpezas da Terra. E será o povo formiga que herdará a Terra, se os humanos não voltarem para o Caminho traçado pelo Criador.
Os Hopi não nativos norte-americanos que habitam duas reservas no Arizona, a Reserva Hopi, no noroeste e a Reserva do Rio Colorado, no oeste daquele estado. A denominação Hopi é uma abreviação do termo composto Hopituh Shi-nu-mu, significando Povo Pacífico ou, ainda, Os Pequenos Pacíficos. A denominação se justifica: a religião dos Hopi é essencialmente pacifista e envolve o respeito por todas as coisas e seres da Natureza, de acordo com os mandamentos de Maasaw, Criador e Protetor do Mundo. Em seus ritos religiosos, os Hopi pedem benéficos para todos os povos da Terra.
Os Hopi, tal como a maioria das culturas antigas, têm uma rica tradição relacionada à criação do mundo, seus ciclos de desenvolvimento e decadência, seu fim. Essa cultura, cuja língua revela íntima relação com outros povos entre os chamados pré-colombianos, especialmente os astecas, possui uma cosmogênese/geogênese que em tudo se assemelha a concepções que parecem se repetir em todo o planeta, fato indicativo que, de alguma forma, toda a Humanidade, recebeu suas tradições de uma mesma fonte, embora as lendas e profecias tenham adquirido, ao longo do tempo, pequenas diferenças, insignificantes em relação ao todo e que são resultado de peculiaridades locais.
Para os Hopi, o grande Criador do planeta Terra é uma entidade divina que veio das estrelas, o que remete à famosa teoria de que a raça humana é o produto de uma colonização extraterrestre.
O indicativo mais importante e de conseqüências mais notáveis é o mesmo que aparece em outras previsões: o aparecimento nos céus de uma ‘estrela destruidora’ que será precedida por astros menores: no caso, uma grande estrela azul, a qual chamam Saquasohuh Kachina, que virá antes de uma maior, uma estrela roxa ou violeta, será definitiva para o extermínio da atual raça humana, da qual restarão uns poucos sobreviventes, sementes do Quinto Mundo.
Os Hopi tambem acreditam na emergência e extinção cíclica dos Homens, que se renovam em raças cada vez mais evoluídas rumo a uma purificação espiritual que chegará ao termo ideal na Sétima Raça ou Sétimo Mundo. A idéia nada tem de original e tem sido repetida à exaustão sendo que a Doutrina Cosmogônica e a Antropogênese teosófica apresenta uma teoria completa sobre o assunto na monumental obra de Helena Petrovna Blavatsky, A Doutrina Secreta.
O fim do mundo segundo a tradição Hopi inclui todo aquele elenco de catástrofes descritas em outras profecias, desastres naturais inevitáveis, considerando que o cruzamento entre as órbitas da Terra e de um astro de grandes proporções, seja planeta, asteroide ou cometa produzirá, evidentemente, grandes alterações no ecossistema terrestre. este fim do mundo segundo os Hopi também inclui a idéia de uma punição, de um carma negativo a ser resgatado e prevê que que a estrela azul virá coroando uma seqüência de nefastas ações perpetradas pelos homens: uma guerra que vai destruir a terra, com direito a bombas atômicas e poluição radioativa.
Somente os Hopi ou, os Pacíficos, serão poupados, refugiados em subterrâneos [aqui, os Hopi combinam o fim do mundo com a teoria da Terra Oca, onde habitariam povos mais evoluídos espiritualmente, por eles chamados de ‘homens-formiga”.

sábado, 12 de dezembro de 2015

David Wilcock: Civilizações do interior da Terra logo irão se revelar

Agartha - Terra oca


EUA: Numa nova entrevista no (rádio) Coast to Coast AM, escritor e pesquisador David Wilcock declarou que uma aliança de civilizações antigas vive no interior do nosso planeta.

Estas civilizações têm chamado o interior da Terra de seu lar por muito tempo, e estão prestes a se revelar para nós.
Wilcock explicou que durante a formação de todos os planetas com água no Universo (e de acordo com os últimos estudos da NASA há muitos deles), cavidades ocas são formadas abaixo da superfície, com seus próprios biomas, contendo bactérias capazes de emitir luz natural.
“O que isto significa, é que você pode viver dentro das cavernas da Terra que possuem luz natural”, ele mencionou.
Wilcock declarou que, com base em sua pesquisa, parece que estas cavidades são utilizadas para que civilizações avançadas tenham um lugar que possam morar, enquanto olham por tudo que possa ocorrer na parte exterior da Terra, a superfície do planeta.
Ele acredita firmemente que durante a longa história de nosso planeta, numerosas civilizações avançadas, como o povo de Atlântida, foram para o subsolo, a fim de sobreviverem aos tempos caóticos que ocorreram na superfície de nosso planeta.  Eventualmente, eles decidiram pelo assentamento em seus novos habitatssubterrâneos.
A existência de passagens e túneis subterrâneos tem sido assunto para debate, por séculos.  Civilizações antigas ao redor do mundo falam destas entradas que levam a reinos totalmente diferentes, localizados bem abaixo da superfície do planeta.
O homem da antiguidade na Turquia parecia ter recriado estas lendas, através da construção de enormes cidades subterrâneas, como Derinkuyu, ou a maior já encontrada perto da Cappadocia.
David Wilcock
David Wicock
Wilcock acredita que o governo tenha o conhecimento da presença destas civilizações, devido ao fato de tê-las descoberto acidentalmente através de projetos clandestinos, almejados à construção de bases secretas subterrâneas.
Na entrevista com Coast to Coast, Wilcock alega:
“Eles possuem estas máquinas para perfurar túneis, e algumas vezes invadem locais que não deveria, e há pessoas lá.”
Citando o testemunho do contatado Corey Goode, Wilcock alegou que o relacionamento tênue entre os povos da Terra interna e os que vivem na superfície, os quais sabem da existência desses povos, tem se tornado frágil ultimamente.
Ele disse:
“Este complexo industrial militar tinha anteriormente trabalhado com estes povos e tinha tratados com eles, e agora está tentando matá-los.”
E é por isto, de acordo com Wilcock, que estas civilizações do interior da Terra se reuniram para reagir à grande ameaça que surgiu em tempos recentes, e estão apelando para entidades interestelares na esperança de obterem sua ajuda para lutar contra as forças que estão tentando destruí-los.
De acordo com o Coast do Coast, Wilcock declarou que uma reunião pleiteada há muito tempo entre os dois grupos finalmente ocorreu, e foi permitido ao Goode observar o intercâmbio.
Um impressionante pedido teria sido feito pelas entidades interestelares após a reunião.
“Os povos do interior da Terra saíram da reunião chocados”, disse Wilcock. “Foi pedido a eles para se revelarem para nós, como parte do desacobertamento, se eles aceitarem.  Eu acho que vamos descobrir que as bases subterrâneas são muito mais extensas do que pensávamos e muito mais antigas.”

quarta-feira, 11 de novembro de 2015

TERRA OCA


Apesar de ter calculado a trajetória do cometa Halley (daí o nome do astro), o astrônomo inglês Edmund Halley também gostava de olhar para baixo. Ele foi o primeiro a propor, em 1692, que a Terra era oca e consistia de quatro esferas concêntricas encaixadas como um quebra-cabeça.

A idéia inspirou escritores como Edgar AIIan Poe (A Nar­rativa de Arthur Gordon Pym, 1838) e Julio Verne (Viagem ao Centro da Terra, 1864).
Mas também fez a cabeça do capitão americano John Cleeves Symmes (1779-1829), que supôs, em 1812, que as entradas para a Terra Oca ficavam nos pólos do planeta. Herói da Guerra Civil, Symmes tentou convencer o congresso norte-americano a financiar uma expedição para localizar a abertura. Os políticos rejeitaram a proposta indecente, mas ele conseguiu arrancar dinheiro de um médico crédulo e partiu em direção ao Pólo Norte onde, e não achou nenhum buraco.
A partir daí, no entanto, as supostas fendas polares passaram a ser chamadas de "Buracos do Symmes" (Symmes Holes).

Em 1920, o escritor americano Marshall B. Gardner re­viu a idéia dos círculos concêntricos e chegou à conclusão de que era completamente absurda. Gardner adotou a hipótese (muito mais realista, segundo ele) de que a Terra era totalmente oca e iluminada por um minissol central de 960 quilômetros de diâmetro. Infelizmente, em 1929, nove anos depois de Gardner publicar suas conclusões, o explorador Richard E. Byrd (1888-1957) sobrevoou pela primeira vez o Pólo Sul e não achou nenhum buraco. Em 1947, Byrd fez a mesma coisa no Pólo Norte. De novo, nenhum buraco.
Oficialmente, pelo menos.

Há quem acredite que Byrd achou a abertura do Pólo Norte e avistou a nação subterrânea de Agartha. Existe até um Diário de Richard E. Byrd disponível na Internet que narra o contato dele com o mundo interior.

Desde aquela época, as autoridades de diversos países conspiram para esconder a existência de Agartha. O motivo é simples, como explicou um certo Richard Sharpe Shaver na revista americana Amazing Stories em 1944: o reino de Agartha foi fundado há cem mil anos pelos lendários “Titãs” que, na verdade, eram habitantes semi-deuses da Lemúria que, assim como a Atlântida, desapareceu no oceano. Refugiados no centro da Terra, esses seres teriam se degenerado na sádica raça dos Deros. De posse da avançada tecnologia lemuriana, mas sem a sapiência titânica, os Deros se divertem até hoje ludibriando a humanidade. É possível que essas criaturas malignas tenham se associado aos nazistas que acreditavam em qualquer idéia absurda. Alguns conspirólogos afirmam que Adolf Hitler não se suicidou como diz a história oficial, mas embarcou num submarino e se refugiou em Agartha. Esses mesmos caras dizem que os discos voadores não vêm de lugares remotos do espaço, mas sim do interior do nosso próprio planeta. Os Greys seriam apenas autômatos biológicos criados pelos Deros.

quinta-feira, 5 de novembro de 2015

CIDADES INTRATERRENAS - Lendas ou realidade?


Segundo o nomeado “conhecimento oculto”, existe no seio da Terra 3 reinos internos denominados de Agharta, Badagas e Duat. Várias cidades se interligam entre si nesses reinos subterrâneos referidos por vários autores como Francis Bacon, Thomas Moore, Tomaso Campanella, Bulwer Lytton, James Hilton, Alice Baley, René Guénon e outros.
Helena Petrova Blavastky, a grande teosofista russa, refere-se a Shamballa como a Capital ou o Centro do Mundo e o explorador polonês Ferdinand Ossendovski refere-se ao reino de Agartha habitado por milhões de indivíduos governados por um soberano, Rigden Jyepo.
Ossendovski, faz referências a Agartha no seu livro Bestas, Homens e Deuses, mostrando que o povo oriental crê em tal fato, especialmente os hindus, tibetanos, mongóis e chineses. Diz-se mesmo que em determinados momentos toda a natureza se cala na superfície para louvar o Rei do Mundo em suas manifestações no plano físico.
No final do século XIX, o marquês Saint-Yves D'Alveydre viajou pela Índia e arredores e ouviu relatos semelhantes, que registrou na sua obra Missão da Índia.
Das várias cidades internas, Telos será uma das mais importantes com 1.500.000 habitantes remanescentes da Lemúria (antigo continente desaparecido), situada sob os montes Shasta, na Califórnia. Depois existe Posid,com 1.300.000 habitantes remanescentes de Atlântida, localizada abaixo das planíceis de Mato Grosso no Brasil. Na serra do Roncador situa-se Létha e outras mais sob o grande Continente sul americano. Uma outra será Shonshe, refúgio da cultura Uighur que fica nos Himalaias e sua entrada é protegida por um Monastério, e Shingwa fica localizada na fronteira da Mongólia com a China e uma pequena cidade secundária no Monte Lassen.
Telos significa “Comunicação com o Espírito”, tem forma de domo e é formada por cinco níveis. O primeiro nível concentra o comércio, educação e administração, além de um Templo em forma de pirâmide com capacidade para 50.000 indivíduos. A Ascenção é o objetivo principal da Comunidade onde não há dissenções religiosas de nenhuma espécie e sim compreensão da Unidade para os vários Planos da Eternidade.
Toda a população em Telos é vegetariana desde há 12.000 anos e ali não existem doenças ou violência devido a isso, contrariamente à população da superfície. A longevidade é uma característica dessa civilização avançada onde o envelhecimento dos corpos físicos é retardado podendo viver vários séculos pela sua condição genética, apesar de não serem imortais, pois isso só é possível no plano do espírito e não da matéria perecível que é sempre passível de transformação em qualquer dimensão.
Em Telos não existe dinheiro e todas as necessidades básicas de seus habitantes são supridas, não havendo a chamada luta de classes ou pela sobrevivência nem tão pouco as desigualdades sociais tão comuns na Sociedade humana.
As ligações entre as várias cidades intraterrenas são feitas por imensos túneis por onde circulam veículos velozes, tipo Metro, que atravessam todo o globo interno, havendo outros veículos (os chamados Ovnis) que saem para a superfície por aberturas nas montanhas e calotas polares por onde adentrou Richard Byrd nas suas viagens ao Polo Norte e Polo Sul, tendo contatado uma civilização mais avançada no interior da Terra onde esteve durante 20 dias, como descreve no seu Diário que conservou secreto até à sua morte em 1957, pois esteve impedido pelo governo de seu país de dizer ao mundo tudo o que vira e sabia.
Acredita-se que muitos desses intraterrenos se encontram atualmente na superfície do Planeta no sentido de ajudar a humanidade a desenvolver-se a vários níveis e fundir os dois mundos (interno e externo) para uma Sociedade mais perfeita, evoluída e avançada, sem guerras, sem violência, sem injustiças e desigualdades sociais, de mais respeito pela Natureza e pela vida dos animais.
Texto alterado da fonte original: http://migre.me/pDeJd
Via...
O Sol Negro - Livro

quarta-feira, 4 de novembro de 2015

O MUNDO INTRA TERRENO DO RONCADOR e os ÍNDIOS MORCEGOS:


Trecho do Documentário de Genito Santos, Enigmas da Serra do Roncador, mostrando a região de Campinápolis, a Lagoa Encantada e as cavernas. Essa matéria mostra um pequeno trecho do Documentário Enigmas da Serra do Roncador (na região de Campinápolis- MT), dois lugares intrigantes, cercados de mistérios em que um cacique afirma ser um local visitado por óvnis.


terça-feira, 3 de novembro de 2015

TERRA INVERTIDA


A Terra Invertida é uma variação do conceito da TERRA OCA. Os adeptos da Terra Oca acreditam que o planeta é oco, com aberturas nos pólos que levam ao reino subterrânio de AGARTHA. Os entusiastas da Terra Invertida também acreditam que o planeta é oco - mas nós é que estamos do lado de dentro.



Esta idéia foi formulada pelo curandeiro (ele se afirmava alquimista) americano Cyrus Teed (1839­-1908), de Utica, Nova York. Segundo Teed, o universo in­teiro está contido no interior do planeta. Não é a força de gravidade que nos mantém presos ao solo, mas sim a força centrífuga, pois a Terra gira em torno de si mesma. No cen­tro existe um sol rotativo que é metade brilhante e metade escuro - o que provoca os dias e as noites. A lua e as estre­las são apenas reflexos do sol nas montanhas geladas do lado oposto do planeta. “Conhecer a concavidade da Terra é conhecer Deus" declarou Cyrus Teed. "Negar isso é se opor a Ele e trabalhar pelo Anticristo”. Curiosamente, esta verdade cosmológica absoluta teria sido reveIada a Teed por uma certa Mãe do Universo, que certamente tem ins­piração pagã.

Quase ninguém levou a teoria da Terra lnvertida a sério - a não ser, é claro, os nazistas. Sempre eles. Em abril de 1942, o Terceiro Reich teria financiado uma expedição lidera­da por um certo dr. Heinz Fischer até a ilha de Rugen, no Báltico. O objetivo era apontar poderosos telescópios para o céu na esperança de fotografar a frota inglesa, ancorada no lado oposto do universo, isto é, da Terra. Não conseguiram.

Além de inventar a Terra Invertida, Cyrus Teed fundou uma seita chamada koreshans, sediada em Fort Myers, na Fiórida, que ele rebatizou como Nova Jerusalém. Pouco antes de morrer, em 1908, Teed afirmou que voltaria dos mortos. Seus discípulos fizeram vigília durante dois dias e nada. Só não esperaram mais porque as autoridades da Flórida resolveram enterrar o cadáver.

#Naty

quarta-feira, 28 de outubro de 2015

Viagem à Terra Oca


O governo dos EUA sabe da existência da “Terra Oca” e do Mistério dos Polos e da verdade dos MUNDOS SUBTERRÂNEOS, como também os demais sabem (Rússia, França, Irão, Israel, Inglaterra, Índia  China, etc.) inclusive Portugal onde nos anos de 1978-80 uma equipa científica franco-americana apetrechada com o melhor material técnico de então, esteve na Serra de SINTRA (lugar de profundos mistérios e enigmas de Portugal) tentando estabelecer contacto a adentrar a “Terra Oca”, sabendo-se de fonte segura que houve contacto e que o resultado de tudo isso quase redundou em tragédia para os participantes que, da noite para o dia, subitamente abandonaram o projecto saindo às pressas do país. «Sabemos o que aconteceu, mas não relataremos aqui”… diz a Directoria da revista PAX da C.T.P. (Comunidade Teúrgica Portuguesa), de cuja autoria é grande parte das revelações deste artigo;
2º – O interesse da Fundação Phoenix e seus patrocinadores é (ou pode ser apenas) exclusivamente COMERCIAL, pelo que a tentativa de descobrir a “Terra Oca” a partir do Polo Norte terá um único motivo de conquistar ou usurpar talvez suas riquezas e recursos naturais. Os EUA como ‘donos’ do Mundo conhecido, desejariam é certo também ter algum domínio próprio do mundo desconhecido…
3º – O Dr. Brooks não foi sincero na sua entrevista quando afirmou que “nunca houve dados de fonte alguma sobre esta área do nosso planeta”. Certamente sabe a verdade mas não pode dizê-la abertamente, pois seria algo como um reconhecimento público sobre um assunto que o governo dos EUA não quer que se saiba, como de resto outras coisas que tem escondido em relação aos OVNIS e suas origens (ou parte delas).
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Doutro modo, foi em 1947 que o próprio Richard Byrd começou a escrever suas memórias num Diário que conservou secreto até à sua morte (em 1957), impedido de falar sobre o assunto pelo próprio governo norte-americano que o forçou a fazer  voto de sigilo.  Esse Diário, porém,  foi descoberto e publicado em 1992, sendo que nele se descreve o encontro do Almirante com tripulantes de naves, homens altos, louros, de olhos azuis, pertencentes a um povo altamente evoluído do Mundo Interno, conhecido há milhares de anos como o povo de Agharta.
Entre 1928-1955, Byrd fez 11 expedições aos pólos geográficos, tendo sido dado como desaparecido a 19 de Fevereiro de 1947, tendo surgido 20 dias depois, falando de uma “terra além do Pólo Norte – Agartha” onde esteve.
De resto, um ex-agente da CIA, Virgil Amstrong, chegou mesmo a afirmar que Byrd viveu em Agartha quase um mês e que ele descreve uma civilização subterrânea como “sendo superior à nossa”, acrescentando ainda que, imediatamente após a descoberta do seu Diário, as rotas sobre Agartha foram declaradas secretas pelos serviços norte-americanos que criaram bases militares a fim de não deixar quaisquer invasores descobrirem como chegar lá. Armstrong revelou também que o Governo dos E.U.A. estabeleceu relações com o Grande Conselho de Agartha.
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O Almirante Richard E. Byrd morreu 10 anos depois de sua experiência, a 11 de Março de 1957. No seu Diário, escrito em 11 de Março de 1947, ele escreveria o seguinte:
“Acabo de participar de uma reunião no Pentágono. Relatei integralmente o que descobri e a Mensagem que trouxe para os governantes do Mundo exterior. Tudo foi devidamente gravado. O Presidente dos EUA foi avisado. Fui detido por várias horas (seis horas e trinta e nove minutos para ser exacto). Fui exaustivamente interrogado pelas Forças de Segurança Máxima e por uma equipa médica. Foi uma grande provação! Fui colocado sob estrita vigilância pelo Serviço de Segurança e ordenaram-me que permanecesse em silêncio quanto a tudo o que descobri. E lembraram-me de que sou um militar e que devo obedecer ás ordens”.
No dia 30-12-1956, Byrd fez sua última anotação no mesmo Diário dizendo o seguinte:
 “Os últimos anos que passaram desde 1947 não foram bons… Faço agora a minha última anotação neste diário singular. Terminando, devo declarar que, fielmente, mantive o assunto em segredo, conforme ordenado, por todos estes anos. Foi completamente contra os meus princípios morais, mas agora parece-me pressentir a chegada da longa noite e esse segredo não morrerá comigo, mas, como deve ser com tudo o que é verdade, deverá esta triunfar. Ele poderá ser a única esperança para a Espécie Humana. Eu vi a Verdade e ela vivificou o meu espírito e me libertou! Cumpri com o meu dever para com o monstruoso complexo militar. Agora, a longa noite começa a aparecer mas não será um fim. Quando a longa noite do Árctico terminar, o Sol brilhante da Verdade voltará… e os que foram da escuridão cairão com a sua Luz… Pois eu vi aquela Terra além do Polo, aquele Centro do Grande Desconhecido”.
Na verdade, muitos são os autores (ver aqui) que falam de uma civilização avançada no interior da Terra desde o tempo da lendária Atlântida. O próprio herói babilónio Gilgamesh teria visitado seu antepassado Utnapishtim nas entranhas da Terra.  Na mitologia grega diz-se que Orfeu teria resgatado Eurídice desse mundo subterrâneo e os faraós do Egipto comunicavam-se com o mundo interior, onde desciam através de túneis secretos ocultos nas pirâmides. Os lamas tibetanos ou hindus budistas acreditam ainda que milhões de pessoas vivem em Agharta, um paraíso subterrâneo governado pelo Rei do Mundo.
Byrd  terá visto o  Éden  terrestre ou o lugar do  ‘Paraíso’  há muito perdido?
Texto adaptado da seguinte fonte:

segunda-feira, 18 de maio de 2015

ENTRADAS PARA A TERRA OCA


Existem vários túneis que podem nos levar ao reino subterrâneo de AGARTHA e três dessas entradas ficam no Brasil. Alguns buracos dão diretamente em cidades subterrâneas,o que facilita Bastante a vida do turista explorador. Poucas pessoas no planeta conhecem as entradas e conspiram para que não saibamos que elas existem. Mais isso acabou.Veja aqui qual é a melhor rota para visitar esse submundo, segundo o site www.paranormal.about.com
. Caverna Kentucky Mommouth, no Kentucky, Estados Unidos.
. Monte Shasta, na Califórnia, EUA. Esta entrada dá diretamente na cidade subterrânea de Telos, onde vive um milhão de agarthianos.
. Manaus. Amazonas, Brasil. O site não especifica onde fica a entrada.
Felizmente, Manaus não é uma cidade tão grande.
. Mato Grosso, Brasil. O local exato também não é especificado. Mas alguns conspirólogos garantem que é na Serra do Roncador, onde o explorador inglês Percy Harrison Fawcett desapareceu em 1925. A rota leva à cidade de Posid, fundada por descendentes dos atlantes. Um milhão e 300 mil pessoas viveriam em Posid. Um milhão, trezentos mil e um, se contarmos o Fawcett.
. Cataratas do Iguaçu, Brasil.
. Monte Epomeo, Itália.
. Montanhas do Himalaia, Tibet. Esta entrada dana cidade de Shonshe. É guardada por monges hindus.
. Fronteira entre a China e a Mongólia. Entrada não especificada. Dá direto na cidade de Shingwa.
. Rama, Índia. Debaixo desta cidade há uma Rama subterrânea, muito mais antiga que a similar da superfície.
. Pirâmide de Gizé, Egito.
. Minas do Rei Salomão, África.
. Ambos os pólos.
A cidade de São Tomé das Letras, em Minas Gerais, famosa por suas cavernas, não é mencionada na lista, o que é uma injustiça. Vários freqüentadores de São Tomé têm certeza de que a cidade é uma porta de entrada para o mundo subterrâneo.

terça-feira, 12 de maio de 2015

Karin


Regressão falando sobre extraterrestres, intraterrenos e grays...compriiiiido..mas muito bom..Pra quem gosta de ler, boa leitura.

H - Você pode falar se está em uma missão secreta ou algo assim?
K - Acho melhor não.
H – Por quê? De onde você é?
K - Daqui. Estou atrás de uma pedra. Atrás da montanha, tem uma árvore e aí você chega... Aqui está a porta, você atravessa e está na entrada da cidade. Tem muita coisa aqui, mas é tudo construído na pedra e barro, do modo que pode ser feito aqui dentro. A maioria das casas é só de pedra, outras precisam de uma extensão, mas não entendo disso, não sou eu que faço. A maioria das coisas é feita aqui mesmo.
H - Muita gente por aí?
K - Tem. O suficiente para fazer bastante comércio e tudo o que é necessário sem precisar sair muito.
H - E vocês se pintam, você disse?
K - Na verdade é uma máscara que pode ser retirada. Eu posso tirar, mas só aqui.
H - E como é você por baixo da máscara?
K - Uma pessoa. Sou mulher, casada, tenho dezesseis anos e já
tenho filho. Eu já ocupo minha posição por aqui. Eu não vejo muito meu filho, tenho que sair. Eu tomo conta do lado de fora para ver se não tem ninguém chegando perto da cidade. Nós fazemos turnos de guarda. Eu também ensino como fazer isso. O local não é muito atacado, não descobriram aqui ainda. Existem túneis para que os outros pudessem vir, mas não teve jeito, morreu muita gente. Nós temos famílias, mas não nos vemos com frequência, existe tanta coisa para fazer. Meu pai faz boas armas, mas eu não o vejo. Mas eu me sinto ótima, tenho boa saúde. Por isso mesmo tenho que ficar lá fora, porque eu suporto isso.
Eu não gosto de fazer isso, mas sei que talvez um dia aconteça, mas eu preferiria estar em paz. Às vezes não aparece ninguém por longo tempo, mas nunca se sabe, alguém pode vir e descobrir tudo, e acabar com tudo, eles mataram todo mundo onde eles foram.
É importante que tudo aqui dê certo. É algo individual e ao mesmo tempo coletivo. Porque nós amamos nosso povo e principalmente os irmãos das estrelas.
H - Como são os irmãos das estrelas?
K - São os deuses. Eles vieram e nos deram tudo e precisamos ficar com eles agora. Eles ainda não descobriram que eles estão aqui, mas não tem como ir embora, e eles têm que ficar todos aqui, embaixo.
H - E como eles contaram isso para vocês, sobre vir do céu?
K - Eles apenas disseram isso para nós, mas é tão engraçado na
verdade, eles moram todos debaixo da terra. Mas nós acreditamos nele, a gente já viu como eles vão e voltam. Mas eles não vão embora, na verdade. Alguns vêm de fora visitar, mas a maioria mora aqui embaixo. Eles nos acolheram, em retribuição construímos mais galerias para eles ainda mais agora que temos todos que fugir. Nós estamos fazendo alguma coisa juntos pela primeira vez, mas antes a gente ficava sobre a terra e eles embaixo. A gente só se via quando era necessário, não era preciso que ficassem todos aqui apertados, nessa loucura de agora. Antes era possível visitar as outras cidades por superfície, mas agora é preciso ir pelos túneis.
Mas eles vêm pela luz, a luz os deposita dentro da outra luz e eles chegam aqui. Eles andam na luz, de uma luz para outra, não sei explicar. Eles chegam e pronto a gente não pode ficar olhando, senão fica cego.
H - Agora caminhe cinco anos para o futuro desta vida, onde você está agora?
K - Estou sentada a uma mesa, e nós planejamos evacuar mais esta cidade. Os guerreiros protegendo as crianças e os velhos. Eles já estão acostumados a isso. Meu filho eu não mais vi, mas deve estar bem, porque as mulheres cuidam das crianças todas juntas. Os que vêm de cima sabem onde estão os homens (de superfície?). Sem que eles olhem de cima, não saberíamos o que fazer aqui embaixo.
Há muito tempo eu não sei mais o que é o sol. A gente não sobe
mais.
H - E você é um deles (irmão das estrelas), você é como eles?
K - Não, não sou. Mas eles dizem que todos somos filhos deles,
então na verdade todo mundo é filho deles. Mas não eu sou como qualquer outra das pessoas aqui, mas na verdade a gente se parece mais com os nossos irmãos do que os outros que moram há mais tempo lá em cima, a gente é um pouco mais clarinho... Mas também a gente está há tanto tempo aqui embaixo sem sol que acho que a gente está perdendo a cor (o tipo físico era parecido com o típico índio asteca ou inca, com a diferença de um nariz pequeno em vez adunco a mesma baixa estatura, cor claro-pardo e magro em vez de forte).
H - E a saúde?
K - Está difícil. Nós comemos muito mal. Trabalhar fica difícil. Os
túneis estão muito rudimentares. Há desabamentos, infiltrações.
Falta luz, tem gente demais. Eles falam em nos levar, mas já faz
tanto tempo, não tem como eles nos levarem para as estrelas. Tem mesmo é gente matando os nossos povos, eu estou já ficando irritada. Eu não quero mais continuar fugindo por causa deles.
Eu vejo as pessoas morrendo, mas eles se cansam, pegam a nave e vão embora. Nós defendemos aqueles outros que não podem ir embora e são muito frágeis. Mas eu não sei o que achar daqueles que vão e vem.
Muitas vezes o cheiro da morte nos avisa que todos em um lugar já estão mortos, não é necessário nem ir até lá. E na verdade eu nem sei bem quem são os assassinos.
H - E os deuses, você esperava mais deles?
K - Não, eles não podem fazer nada. Os que estão aqui embaixo não podem fazer mais nada sozinhos, não podemos nem tocar neles. Os que vão e voltam poderiam fazer alguma coisa. Eu acho que existe uma rixa entre eles, porque eles largaram os que estão aqui desse jeito? Eles sabem que nós não podemos ajudar, não podemos tocar neles, nem temos a comida para eles. Nós não podemos fazer nada por eles exceto vê-los morrer.
Eu não sei, eles defendem os outros. Eu não acho justo o que eles fizeram. Eles têm que voltar. Eles começaram isso. Eles nos puseram em um buraco dizendo que era perigoso lá fora, e houve então uma chacina. E nós temos fugido desde então, a gente não sabe mais para onde vai, correndo para cá e para lá nos túneis.
Eu não sei o que vai acontecer, tenho raiva. Só eles sabem aonde vão parar os túneis, nós não sabemos. Por vezes, eu gostaria de subir e ver quem são estes assassinos que matam sem conversa, isso não é possível. Os que saem em pequenos grupos nunca voltam. O tempo passa existe muita conversa, mas nada acontece.
Eu não me importo mais se vamos sobreviver ou não.
Mas existe um túnel que foi fechado pelos irmãos de cima, os que realmente vêm das estrelas. Os deuses que não podem mais ir embora vão viver neste lugar protegido e poderão viver a vida deles.
Somente alguns poucos que tiveram permissão vão viver com eles. E os demais humanos vão viver na superfície em uma cidade não encontrada ainda pelos assassinos. Sobraram somente umas seis famílias, muita gente já morreu.
Mas como todos nós somos filhos deles, podemos nos fundir às
outras tribos na superfície. Eles dizem que vem das plêiades, mas nós viemos da Terra mesmo.
H - Quê mais vocês aprenderam? Entre os feridos... Vocês cuidavam como? Da dor, doença...?
K - Ninguém fica doente, ninguém tem grandes problemas, porque aqui o mundo é outro agora, aqui em vez de briga, você
simplesmente cai morto. Um buraco de sangue e está morto. Só
isso, não tem mais briga, não tem mais luta. É simplesmente isso...
Os assassinos têm aquelas armas deles, acabou, faz um buraco, a pessoa sangra e morre (armas de fogo?). Simples assim, não tem como tratar, a gente não pode chegar perto deles porque tem coisas piores... (lembrança de um tiro no peito de uma pessoa, no momento não conseguia entender que era um tiro de arma de fogo, só via o buraco abrir junto com o barulho da arma).
Faz muito barulho, mas não existe luta.
De resto nos alimentamos de ervas e frutas. Outras coisas crescem na luz verde, mas isso já não é tão mais fácil (?). Mas os assassinos não têm como chegar aqui. E os irmãos vão nos proteger.
Aqui também existem alguns animais, alguns macacos e aves e ratos do mato, mas seria melhor para eles viver lá fora. E existe pouca água aqui. E nós extraímos águas das mantas que os irmãos deixaram para nós, de lá sai a água.
H - Tem mais alguma coisa que você queira me apontar nesse
período?
K - Todo mundo tem medo da gente ficar preso aqui pra sempre, é a única coisa que eu posso dizer que vai marcar demais. O fato de a gente ter que praticamente se suicidar aqui. Que isso aqui tem que dar certo, entende? (houve uma lembrança aqui de uma discussão entre humanos e irmãos que vem das estrelas, mas o conteúdo não pareceu claro. Era algo sobre o medo de a tecnologia deles não ser o bastante pra manter tudo sem desabar. Mas tinha algo sobre ir ou não pra superfície ou pra outro planeta, ficou muito confuso. Parece ser um questionamento de porque eles voltaram para fazer o
subterrâneo em vez de nos levar pras estrelas. Os irmãos da terra estavam quietos, presentes, mas sem interferir e eu quis fazê-los falar, mas fiquei assustada pelo fato deles não interferirem na discussão. E eles perceberam e continuaram sem falar).
Nós só vamos morrer aqui em baixo se os assassinos nos acharem.
Eles sabem que nós entramos dentro da terra.
H - E porque eles perseguem vocês?
K - Ninguém jamais conversou com eles, mas os irmãos de cima
estão sempre de olho neles. Agora eles já tomaram toda a terra e
não restou mais nada que seja nosso. Por isso nós escondemos tudo o que pudemos levar. Tiramos todo o ouro todas as pedras, porque no que depender deles, eles vão destruir a Terra inteira.
Parece que eles só querem ouro e pedras, mas eles também
querem gente para ser escravo deles. E já vimos mulheres vestidas como as mulheres deles, e é tão esquisito.
Os irmãos dizem que é o fim do nosso mundo, mas não o fim do
nosso povo, e que eles virão morar aqui e os que vieram com eles, o mundo deles também já acabou (gregos ,egípcios antigos ,fenícios ,celtas...). Mas ficaremos nas cidades subterrâneas a espera de um novo recomeço.
H - Viaje pelo tempo até algum momento onde aconteça algo novo.
K - Sim, tudo mudou, chegou muita gente, gente especial. Os
últimos vão entrar e então nunca mais poderemos sair. Agora tudo está bem, foi tudo tão rápido. Agora a energia verde está perfeita, temos rios e tudo. Podemos plantar. Tudo vai dar certo. Chegaram outros, das outras tribos de lugares distantes de onde só se chega se for pela luz. São exilados que vieram com os que são das estrelas.
Alguns vêm do Egito, eles são especiais e devem sobreviver e um pessoal de olho puxado, vários. E tem uns de pele mais escura, um com mais cabelo, uns mais branquinhos, tem todo tipo de gente.
São pessoas muito selecionadas. Eles dizem que a gente nasce
pronto, mas em outros lugares só um ou outro fica prontos, só por isso vem uns pouquinhos desses lugares pra cá (a lembrança aqui era de ter feito telepatia com essas pessoas e ver que são de outros lugares do mundo, exiladas em diferentes épocas, que todas se esconderam no subterrâneo, em florestas, montanhas, com outros irmãos de luz que moram na Terra e são visitados por irmãos das estrelas. Até que decidiram trazer todos para dentro da Terra em diferentes cidades e depois houve algumas cidades fechadas devido ao perigo de serem descobertas pelos humanos da superfície.
Inclusive foi possível ver melhor onde era a cidade onde eu estava, porque eles tinham a visão do caminho percorrido pela nave. A cidade onde estava era perto do México, mas mais pra cima, nos EUA.).
E existem muitos ruivos que são muito fortes, e um dia vamos
contra atacar quando todas as nossas raças estiverem misturadas, combinando a força física deles e a nossa inteligência. Eles não terão mais como nos pegar. Os de cabelo preto são carecas ou usam perucas e falam das coisas maravilhosas que faziam quando viviam na superfície como nós. Mas eles também foram vítimas de uma guerra e se juntaram conosco aqui. Chegaram à conclusão que aqui é mais seguro, nas Américas. São uns poucos indivíduos selecionados de muitos outros lugares.
Eles sabem tudo sobre o corpo, sobre medicina, inclusive a medicina para os irmãos das estrelas, que são muito frágeis.
Este é o último lugar protegido para todos aqueles que aguardavam por esta proteção. Agora não haverá mais busca por um lugar para ficar, a busca acabou. Talvez no futuro a coisa melhore e poderemos reocupar as cidades subterrâneas com aberturas mais vulneráveis, por enquanto devemos restringir o número de filhos e controlar a população. O número atual de habitantes precisa se manter como está agora.
E os assassinos vão ficar por aí, com o mundo todo, mas não é
mesmo mais o nosso mundo. Eles que façam o que quiserem lá em cima. Já pegamos tudo o que importava e levamos aqui para baixo.
Infelizmente os irmãos não conseguiram muita coisa, ou estavam
mentindo, eu não sei bem.
Agora os assassinos têm cidades inteiras, eles constroem coisas
enormes, escuras e derrubam tudo que existe ao seu redor, é
inacreditável. Eles constroem muito bem, em pedra, é tão diferente, e isso significa que eles estão fazendo as casas deles aqui.
Eles vieram da terra dos brancos, perto da terra dos outros que
estão aqui (o Egito, portanto são os colonizadores europeus). Eles são brancos, mas estes conhecem o caminho do mar. Eles chegaram aqui enquanto nós estávamos preocupados em falar com os irmãos das estrelas.
Nós encontramos irmãos nossos doentes, mas os irmãos das
estrelas disseram para que nós não os tocássemos, porque os
assassinos traziam doenças que nós não conhecemos. Diarreia,
sangue pela boca, feridas, vomito, coisas horríveis, e então a gente não chega nem perto deles. Nós nem podemos pisar na terra que eles pisam, senão a maldição espirra em nós. Isso nos disseram os irmãos e nós não temos porque não acreditar neles.
No início pensamos que não fosse verdade, mas depois pedimos
perdão por não ter acreditado, porque eles realmente tomaram
tudo. No início eu tive raiva, mas não me arrependo, porque eles
davam ordens sem dar explicações, porque eles (os irmãos das
estrelas) se acham tão inteligentes que eles não poderiam errar. Foi com isso que eu não concordei, eu só queria mais respeito deles.
Eles falavam somente com sacerdotes e com os mais velhos, mas não são os velhos que plantam, que saem lá fora e nem trabalham.
Eles podem ficar o dia todo conversando com os irmãos, nós não.
Mas agora eles entenderam que nós também temos idéias boas,
apesar deles terem maquinas e “pauzinhos” que fazem coisas
maravilhosas, nós sobrevivemos muito bem sem eles quando eles se vão.
Nós nunca negamos ajuda aos irmãos que têm corpo físico, mas os de cima não sabem o que fazer perfeitamente, os de cima não tem mais corpo físico (extraterrestres), os de cá tem, e então, como fica?
Então eles pedem ajuda aos homens do Egito, mas no resto os
irmãos das estrelas do lado de cá dependem de nós. E nós fazemos isso como se eles fossem nossos bebês. Nós não merecemos mais respeito?
Os irmãos disseram que nos vamos nos ser como eles, mas eu não preciso disso, eu quero tê-los como professores. Mas muitos deles vão morrendo e quando morrem se tornam irmãos das estrelas (que não mais têm corpo físico) e o relacionamento já não é o mesmo.
Eles têm um corpo leve e mole, como uma “gosma de lagarto”. E
conforme envelhecem ficam lentos, fica difícil para eles fazer as
coisas. Nada pode esbarrar neles, como insetos, porque eles ficam inchados, eles exigem muitos cuidados. Cada um deles precisa de pelo menos três pessoas cuidando deles, porque este será o último corpo deles, que é supersensível. Depois disso eles vão se transformar em luz.
E talvez na próxima vida alguns de nós venhamos a ser como eles, mas isso não importa agora. E foram eles que criaram nossos avós, e nossos pais e nós e nossos filhos depois de nós.
H - Avance mais no tempo...
K - Tudo está certo, estamos seguros aqui, existe um plano. Nós
vamos retomar uma cidade que tínhamos abandonado, mas eu não vou junto, eu vou desencarnar logo. Estou velha.
H - Está doente?
K - Aqui ninguém fica doente, apenas decidimos quanto tempo de
vida vamos viver e quando chega a hora você vai.
H - Você está chegando ao final da sua missão aí?
K - É minha missão era essa, ter certeza que todo mundo vai
conseguir junto liderar as outras pessoas. Eu conseguia conversar com as outras pessoas e era bom ter sempre alguém que acalma quando as pessoas entram em pânico, quando querem brigar, então eu fiquei até o momento em que as pessoas começaram a se entender melhor. Não precisava mais de uma pessoa mediando os assuntos.
Então, agora eu sei que em pouco tempo devo estar indo embora, eu estou só resolvendo umas últimas coisas aí, mas já graças a Deus acabou essa loucura e a mudança está completa (há a lembrança de uma mudança, agora só se desencarnava conforme se acessássemos
o plano da nossa vida e terminássemos de fazer o que precisava ser feito nessa vida. Não ia mais haver doenças a partir de um
determinado momento, onde todos agora dominávamos telepatia, intuição, contato com os desencarnados, várias coisas em outros sentidos).
H - E vocês acreditam em Deus?
K - Existe um Deus maior, que controla todas as luzes, mas este não dá para nós vermos. Este fica em um lugar mais distante de onde ele controla os nossos irmãos que vêm para a Terra, mas este não abandona seu lugar, porque ele deve cuidar de todos seus filhos, porque na verdade somos todos filhos dele. Ele mora perto de Vênus (o planeta), e quando ele vem os irmãos ficam alvoroçados.
Fazemos rituais, cantamos para ele, é maravilhoso! Quando ele está perto da Terra, é tão maravilhoso, nós sentimos sua presença, mesmo estando ainda longe.
Mas ele não gosta de ser chamado de Deus.

Nota do autor: O que Karin parece estar se referindo como Deus
parece mais com um grande comandante supremo dos irmãos das estrelas, um extraterrestre de alto escalão. Isso explicaria o fato dele residir perto de Vênus, e descer para visitar os irmãos, e ainda por não desejar ser chamado de “Deus”.

H - E vocês serão à base da futura civilização da Terra?
K - Não, a base da civilização da Terra parece ser aqueles que estão na superfície, mas nós estamos seguros aqui. Não é outra dimensão, nós somos físicos. Por isso podemos ser escravizados e tudo o mais.
Havia riquezas e sabedoria que precisavam ser protegidos pelo povo de cima, que destrói tudo. Os livros, os amuletos, os crânios de cristal.
Aqui nós usamos a energia verde, que é a energia mais pura. O sol faz muita coisa, mas por aqui a energia verde faz o que o sol faz. É uma energia mentalizada, plasmada para nós. Ela é produzida a partir de todos nós, se um de nós não mentalizar junto, ela não acontece. Nossa vida depende disso que nos dá vida. Por isso mesmo as pessoas que estão aqui tem que ser muito bem selecionadas. Antes isso era controlado pelos irmãos das estrelas, mas agora somos nós que fazemos isso.
H - Parece que está chegando sua hora, como você vai desencarnar?
K - Eu acho que vou receber outro corpo, por aqui vai haver muita miscigenação até nós atingirmos um povo homogêneo. Nós vamos refinar o ser humano que existe aqui, e um dia, se for o caso, não mais precisar de corpo físico.
H - Agora vá para o momento do seu desencarne. Como foi?
K - Vejo várias pessoas levando meu corpo.
H - E você vai embora da Terra?
K - Não, eu me sinto muito bem aqui, este lugar, estas pessoas esta terra que me acolheu muito bem. É como viver em um sonho, eu não quero ir embora nunca.
Eu não entendo com um povo expulsa outro, eles nos fizeram fugir com as coisas que os povos das estrelas nos deixaram. Uma mudança de planos, que ninguém esperava. Mas aqui ainda é seguro, temos nossa cidade do lado da cidade dos irmãos das
estrelas eles mantêm um contato intenso. Aqui onde nós estamos, a quarta e a terceira dimensão são bem próximas.
Nós não precisamos de chás ou fumar algo para falar com os
desencarnados, o contato é bem fácil, por isso eu vou ficar aqui
mesmo (desencarnada) dando orientações para este povo até poder reencarnar. Vou trabalhar com os irmãos desencarnados que são das mesmas famílias em geral, para iniciarmos os jovens, ajudar nos partos, ajudar os outros a desencarnar e eu devo aprender. Agora é o começo de uma nova fase para mim.
E depois vou renascer aqui mesmo, acho que não vou sair tão cedo.
Mesmo presos aqui debaixo da terra, aqui nós somos livres.
Mesmo sem a luz do sol, temos animais e peixes, e todos estão
conectados entre si. É como o útero da sua mãe, e eu não quero sair daqui.
H - E agora, você renasce? Conte sobre seu renascimento.
K - Eu vejo uma moça com bebê. O pai não está aqui e todos
parecem preocupados. Esta é uma nova cidade, e o portão não esta tão seguro. O disfarce é “espiritual”, e quando uma mulher tem filho ela fica frágil e é preciso muita concentração dos restantes para que a corrente espiritual se mantenha. Todas as cidades agora são interligadas, as quatro cidades, e se uma mulher tem filho ela baixa seu padrão vibracional, porque para as mulheres, no momento que o corpinho do bebê sai dela, ela sente demais esta separação, antes as duas almas estava juntas. E o pior é que muita gente não entende, os homens mesmo sentem isso no momento da concepção, e olhe só, o filho nem mesmo sai da barriga deles.
Seria preciso aprender isso nas escolas, porque todas as crianças sentem também essa separação, ninguém nasce feliz, todos nascem com medo. Sabe, querendo voltar para dentro da mãe. Aqui não nascem crianças com defeito, porque tudo é feito dentro do padrão vibracional. Se uma mulher não estiver apta a ter filhos por motivos físicos, ela simplesmente não tem. Ela mentaliza que não vai engravidar quando pratica sexo e pronto.
Desta vez eu sou menino.
H - Viaje dez anos para frente.
K - Agora eu estou carregando um balde de água, minha mãe está trabalhando na porta e meu pai está reforçando umas casas. Nós estamos construindo um rio (interno) e eu não posso fazer muita coisa por ser criança. Sou filho único. Meu nome é Kwi. Minha mãe diz que tudo está bem, agora existem muitas crianças, antes quase não havia.
Tem gente dando aula. Aulas de mentalização, sobre como
mentalizar da maneira certa, praticando antes de poder mentalizar com adultos, primeiro entre os nossos amiguinhos (da mesma idade).
Meu professor mandou que eu mentalizasse um gato. Mas eu me
lembrei do que eu comi, e do meu amigo Choy, e meu professor
disse para eu me concentrar no gato, até poder imaginá-lo por
dentro e por fora. Então eu consegui.
E como tempo nós desenvolvemos a capacidade de ver o que os
outros estão pensando. Você tenta perceber o que eu estou
pensando e eu tento perceber o que você está pensando, depois
cada um puxa o pensamento para si. Mas isso demora, porque
conexão é outra coisa. Telepatia é uma coisa, conexão é outra. Você não deve se conectar a todo mundo, conexão é algo muito perigoso, senão tudo vira uma bagunça.

Nota do autor: Ao que parece, Karen, ou melhor, Kwi quis dizer que a telepatia é uma mera transmissão de mensagens, enquanto a conexão mental seria uma influência mútua da mente de um indivíduo para outro, uma transmissão de padrões mentais.

H - Entendi. E está tudo bem?
K - Sim, porque o plano é muito longo, para as cidades. Está tudo
tranquilo. A retomada das cidades, a reparação dos túneis, tudo
certo.
H - Ok, vá para dez anos mais à frente. Alguma mudança?
K - Hoje trabalhamos menos, porque estamos longe da cidade dos irmãos das estrelas que ainda vivem. Alguns estão bem, mas muitos irmãos das estrelas saem muito do corpo e quase não voltam. E outros já desencarnaram e se tornaram conselheiros como os outros. Nós reencarnamos, mas eles, os irmãos das estrelas, eles voltam para cima. Mas eles também ajudam no nosso plano espiritual.
H - Qual sua aparência?
K - Eu sou mais como meu pai, que é ruivo. Minha mãe é uma
mistura de tantas raças, de tantos lugares, mas eu pareço mais com ele (o que confirma que estava havendo uma grande miscigenação nas cidades subterrâneas).
H - Você quer reencarnar na superfície?
K - Não, lá só tem maluco! Nós estamos aqui para nos salvar deles!
A Terra é nossa, eles não são os verdadeiros humanos, os
verdadeiros humanos somos nós!
H - Mas, quando a matança acabar, você não quer ajudar a
humanidade de superfície?
K - Bem, se lá existir humanidade... Poderemos compartilhar as
experiências de todos os povos que estão aqui misturados. Nós nem conseguimos imaginar com é a vida lá em cima, a vida daqueles que cospem na terra onde nasceram.
Se eles forem mesmo humanos, vamos salvá-los como salvamos os povos que vieram para cá. Mas acho que não existe nenhum
humano ali. Nós tivemos muito trabalho aqui para trazer um maluco desses para cá somente para desequilibrar nossa energia e tudo o que fizemos aqui.
H - Em que época você está, passado ou futuro, próximo ou
distante?
K - Faz muito pouco tempo na verdade, estamos ainda
traumatizados. Foi a invasão das Américas.
E os povos que viviam aqui eram descendentes dos povos mais
preciosos que viveram na Terra, colocados aqui com muito amor.
E sabe lá como, essas pessoas pouco evoluídas, comandadas por seus obsessores conseguiram chegar aqui e maltratar aqueles que cuidaram da sua evolução. Eles se lançaram às Américas, África, destruíram tudo e fizeram a sociedade que existe hoje no seu tempo.
Até 1500, havia muita coisa boa guardada, mas quando eles
chegaram os espanhóis, os portugueses, os holandeses, os ingleses, todos esses povos (Incas, maias, etc.) tiveram de ser protegidos deles a qualquer custo.
A matança ainda existe, mas de uma forma disfarçada. Existe tanta maldade, um fala mal do outro, um ataca o outro, coisa de tão baixa vibração que é impossível para nós (conviver com o humano de superfície). Temos pena deles, mas fazer o que? É mais fácil eles subirem (ao nosso nível) que nós descermos (ao nível deles).
Eu sei que há povos que estão aí em cima que poderiam estar
conosco aqui em baixo. Mas eles ficaram tanto tempo aí em cima
que é melhor não arriscar... Aborígenes, e até algumas tribos das
Américas desceram depois, em 1700 ou 1800. Se eles vibram de
modo semelhante conosco, é só abrir uma passagem e pronto. E
algumas poucas pessoas da África e até algumas poucas pessoas “normais” da sua sociedade, mas muito poucas.
Algumas pessoas podem vir depois de desencarnadas. Elas podem viver em outro lugar onde ficam bem, depois de desencarnar, se elas querem mesmo vir, podem renascer aqui. Mas nós não temos um trabalho de adaptação. Quem vem para cá tem que estar pronto. Mas é um choque. Quando um desses vem, isso desnorteia a todos os demais que estão aqui em baixo. É como se um meteoro caísse na Terra novamente.
H - E o que você poderia dizer sobre o futuro do planeta?
K - Geralmente os planetas são mantidos, são os povos que tem que se arranjar. A Terra é um organismo, ela é o verdadeiro organismo, e os demais seres são apenas bichinhos andando sobre ela.
Você pode até modificar um planeta. Os irmãos das estrelas falam sobre como é até possível fazer um planeta gasoso tornar-se um planeta sólido, mas não é possível matar a Terra.
H - Mas agora você está na superfície da terra. Porque você veio?
K - Olhe, como agora é um momento muito importante da Terra,
onde os seres de todos os planos e todas as pessoas daqui, o
humano e o não humano estão para voltar, todos terão um papel a desempenhar. E algumas pessoas têm que estar na superfície para absorver o baque. É um baque energético muito forte e muita gente vai surtar. Muitas já estão em surto, mas algumas pessoas vieram para equilibrar esta energia. Seja mentalizar coisas boas, ou para servir de exemplo. Como eu disse, os verdadeiros humanos são os que estão debaixo da Terra, e os que estão na superfície precisam vibrar melhor. Temos que estender a mão, porque na hora do baque, não se sabe quem vai aguentar ou não.
Por isso muitos subiram para equilibrar a energia do planeta.
H – Prepará-los...
K - Mais ou menos, por que tudo está saindo diferente do esperado.
Na hora da correria, quando alguém por lá gritar: “-Quem está
preparado?” Bem, quem está pronto sobe, não é? Como eu sempre fui assim maluco, eu fui um dos primeiros a subir... ”- Por favor, deixe-me subir, estou com tédio aqui embaixo” (risos).
E muitas pessoas vão ter que aprender a vencer o medo, porque
muitas energias tentam impedir a mudança de plano. Eu não sei
quem quer atrapalhar, ninguém entende direito. Mas eu tenho um amor absoluto por este planeta. Claro que o corpo físico sofre muito mais que a consciência pura. Mas eu aqui em cima vou incomodar, eu vou gritar.
Todos os que subiram (das cidades subterrâneas) se tornam
protetores de animais, enfermeiros, etc., porque queremos tocar e mostrar o nosso amor. Nós grudamos, nós não conseguimos ficar quietos, é energia vibracional pura.
H - E os outros de baixa vibração, eles tentam impedir?
K - Parece que sim, eles estão correndo dos pingos da chuva
ácida...eles acham o plano deles melhor, então eles vão atacar,
porque a melhor defesa é o ataque.
H - Alguma linhagem específica de seres?
K - Não sei linhagens diferentes, está uma bagunça para todos os lados, eu vou focar apenas no trabalho que vim fazer. É doloroso, porque eu vim vibrar o bem, assim como alguns irmãos que vieram como eu vibrar o bem, mas alguns deles ficaram loucos. Eles estão adormecidos no astral da terceira dimensão.
Digamos que o desencarnado comum vibra 4.2 e nós vibramos 4.6.
E se ele enlouqueceu, e vibra apenas 4.2, ele deve ser tratado até poder vibrar 4.6 e só aí pode reencarnar. A vida aqui não dá, é de ficar louco mesmo.
E os irmãos (das cidades subterrâneas) que resolvem subir vêm
porque não lembram como é. Esta terceira dimensão aqui não é
para qualquer um. E ainda tem greys que vêm atrapalhar e até
conseguem.

Nota do autor: Este é o primeiro momento em que Karin menciona os greys, e os considera como inimigos e perturbadores de sua paz.

Olhe eu perdi algumas pessoas que subiram comigo, vamos juntos que vai ser melhor, a gente precisa desses laços. De repente com alguém próximo que sente esse amor... e não se perde. Se você tiver alguém pra dar a mão, você não vai se sentir só, não vai se perder.
Quem disse? Soltei a mão de todo mundo. Eu não sou maluco de
me perder eu também.
Mas eu me senti muito mal, soltei a mão de algumas pessoas e não aguentei. Eu realmente fui extremamente atacado pelos greys por causa disso, minha vida virou puro medo. Eu não queria perder ninguém, além de perder, vem alguém me aborrecer. Não tem como! Claro que você fala "-Ah, é verdade, realmente melhor desistir, está pesado demais, não quero mais". Aconteceram coisas muito difíceis nessa vida, demais! (lembrança de ter vindo uma luz perto de mim e ainda na vida anterior dizer que vou "subir", que eu entendia o que ia acontecer nessa vida agora. Mas não consegui ver tudo. Sei que no momento da luz, eu vi o que eu devia fazer nessa
vida, mas não foi possível acessar. Em seguida vi algumas pessoas comigo e conversamos de que nos veríamos em vida na Terra agora, só que elas apareceram em outro momento, me dizendo que não iriam mais "agir". Iam simplesmente esperar o desencarne, sem tentar mais vibrar bem porque estava muito difícil de aguentar a família nova e a vida que estavam tendo aqui na Terra.
Eu chorava sem falar nada e então eu vi um grey chegando perto de mim e eu fiquei surpresa porque nunca tinha visto um. Isso
provavelmente foi no plano astral em alguma noite dormindo
normalmente já nessa vida) - Nota da própria Karin.

Aconteceram coisas muito difíceis nesta vida (atual). Mas não é
possível voltar atrás. Eu sei que vou encontrar irmãos que estão
indo bem, mas acontece que nós perdemos os referenciais. Por mais que busquemos o conselho dos irmãos das estrelas, ainda é muito difícil. E é mais doloroso ainda agora que a hora está chegando as coisas negativas chegam do mundo todo, e até as boas notícias parecem estranhas.
H - E você vai ajudar em nome do amor?
K - Mais ou menos, porque eu vim em nome do amor, mas por vezes dá vontade de, sei lá, porque aqui não existe o mínimo senso de justiça, está difícil amar estas pessoas. Não existe crise maior que acreditar no Amor Universal e de repente duvidar dele. Eu nunca tinha duvidado. É por isso que tantos enlouquecem. Claro que eles não se perdem para sempre, eles vão voltar ao caminho, lógico.
Para os humanos de superfície que não ouvirem ninguém, vai dar muito errado. Para nós, acabada a missão vamos voltar para o local de onde viemos reencarnar tranquilamente. Lá nós nos
entendemos, nós somos uma família.
Aqui nem os pais cuidam dos filhos. Talvez ter subido tenha sido um grande erro.
E eu não sei direito o porquê dos ataques dos greys. Porque eu sou só um humano em ascensão. E aqui neste mundo confuso existem até duas humanidades, e uma não sabe da outra (a de superfície e a subterrânea) e novamente eles (os irmãos das estrelas?) não querem falar nada, porque nós não somos especiais como eles. Não temos a “Luz” que eles têm, somos só bois de carga. Sinceramente, o amor está acabando.
A mudança precisa acontecer antes de nós finalmente
enlouquecermos, porque este é um mundo de muita dor.
H - Mas se vocês abandonarem os humanos de cima...
K - Nós embaixo estamos bem. Se um dia nós subirmos novamente, nós vamos consertar tudo. Parece que só quem é ruim consegue lidar com o humano de superfície.
Talvez para os seres de Luz seja fácil explicar, porque eles têm
aquele jeito de falar, “-Tudo bem, tudo certo...” e então, eles
embarcam na luz e vão embora. Mas e para os seres evoluídos que ficam para trás?
Resta a você fazer o seu melhor, sem nem mesmo saber por quê. Eu não sei como eles esperam a evolução deste ser humano (de superfície). Depois que tudo acontecer eu poderei mudar de ideia, eu já mudei de ideia tantas vezes na vida e fora dela. Eu estou segurando uma barra muito pesada, mas vai dar certo.
Eu vim preocupado, mas feliz, o pior é ficar apenas na Luz, sem
descer para fazer este serviço sujo. Estes seres de Luz não
conseguem mais vibrar na terceira dimensão. Eles só conseguem
algo se nos enviarem, mas é difícil estar a serviço dos outros
sempre. Às vezes eu me revolto, mas eu sei por que eles fazem isso.
É porque eles não podem fazer isto eles mesmos, senão eles
mesmos viriam sofrer um pouco.
Antes eu sofria um pouco lá embaixo, mas não se compara ao que temos aqui na superfície. Não. Lá embaixo tudo é tranquilo, aqui é uma agonia. Os greys não descem lá embaixo sem elevar um pouco a vibração, e como podem existir tantos deles por aqui? Antes eu nem sabia o que era isso. Eles são literalmente demônios que aterrorizam as pessoas, isso é horrível. Eu vejo pessoas agindo por influencia de obsessores, de greys, de chips.
Eu (Karin) moldei este corpo nesta vida, e as pessoas dizem: ”- Que beleza, como você é determinada, tão cheia de propósito” Mas eu me sinto uma turista, não falo esta língua, eu me visto
diferentemente, tenho outros valores, e as pessoas percebem. Eu só espero que outros do subterrâneo tenham vindo e estejam sob controle. Porque não vai haver tempo de voltar...

Conversando com os
Extraterrestres
Por
Cassyah Faria