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quarta-feira, 25 de maio de 2016

Documentos secretos vazados revelam a existência de civilizações intraterrestres

Civilizações intraterrestres
Um ex-empreiteiro para o governo dos Estados Unidos, e ex-funcionário da CIA, fez cópias de vários documentos secretos dos Arquivos de Segurança Nacional dos EUA.  Entre muitos segredos, as informações dentro dos documentos mostravam múltiplos programas de vigilância global.  Estes programas foram o produto de esforços combinados entre a Agência Nacional de Segurança (sigla em inglês, NSA) e a Five Eyes, com cooperação secreta por empresas de telecomunicações e numerosos governos europeus.
O que Edward Snowden fez foi sem precedentes. Ele revelou um enorme número de documentos altamente secretos para o público: ao redor de 15.000 arquivos australianos, mais de 58.000 da Grã-Bretanha, e mais de 1,7 milhões de arquivos da NSA.  Finalmente, Snowden foi acusado de espionagem, traição e roubo, o que o fez fugir para a Rússia, onde lhe foi dado asilo por um ano, eventualmente estendido para três. Ele também recebeu asilo do governo venezuelano e agora que se sente um pouco mais seguro, Snowden liberou mais informações sobre detalhes secretos governamentais e seus conhecimentos, que vão além de tudo que as pessoas comuns possam acreditar ser possível.
Entre as numerosas alegações (que podem ser consideradas absurdas), Snowden alegou que não somente há espécies humanoides cientes vivendo dentro das chaminés hidrotérmicas, localizadas abaixo da superfície do planeta e das calotas polares, mas que os nossos governos supostamente sabem sobre isto desde a década de 1990.
“Devido aos sistema de rastreamento de mísseis balísticos e sonares marítimos profundos serem mantidos como segredos de estado, os cientistas não têm acesso aos dados sobre estes objetos. Porém, a maioria das empreiteiras na DARPA estão seguras de que há uma espécie mais inteligente do que o Homo sapiens vivendo no manto da Terra.  Faz sentido, se você pensar sobre isto, porque este é o único lugar que tem estado mais ou menos estável por bilhões de anos.  Extremófilos podem viver em diferentes temperaturas do que nós, mas eles têm sido capazes de prosperar e desenvolver inteligência à uma taxa aparentemente acelerada.  Isto não é verdade, pois eles simplesmente evoluíram na mesma taxa, mas sem muitas das mudanças imprevisíveis que atrasam a vida na superfície…”
“O Presidente recebe relatórios diários sobre as atividades deles. Analistas acreditam que sua tecnologia seja tão avançada que temos pouca chance de sobrevivência em qualquer guerra em potencial. O sentimento geral é o de que somos quase formigas a partir de suas perspectivas, assim há pouca chance deles terem empatia ou tentar se comunicar conosco, e o plano de contingência atual é o de detonar armamentos nucleares em suas cavernas profundas, para ‘ferroar’ o inimigo, na esperança de desencorajar maiores ataques.”
Muitos acreditam que as alegações trazidas por Snowden são profundamente perturbadoras para nossa sociedade.
Snowden é parte de uma lista crescente de ex-autoridades governamentais, oficiais militares e astronautas que têm se manifestado sobre a existência de formas de vida alienígena e OVNIs.
Mas seria esta alegação verdadeira?
Para maiores informações, acesse os site de Edward Snowden aqui.

segunda-feira, 7 de março de 2016

Estranhos sons e barulhos de motores no subterrâneo

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Por muitos anos, sismólogos e geofísicos têm estudos vários locais onde um ‘zumbido’ inexplicável é reportado. Taos, no estado do Novo México – EUA, está entre as localizações mais famosas onde moradores têm reportado um estranho zumbido grave, embora áreas no oeste da Grã-Bretanha, bem como outros locais também têm reportado ruídos similares, cujas origens são desconhecidas.
No ano passado, um estudo apresentado no Geophysical Research Letters sugeriu que a causa latente dos misteriosos ‘zumbidos’ seria a atividade microsísmica causada pelas ondas do oceano, resultando de ondas nas profundidades, se movendo pelas escarpas e outras formações ao longo do fundo do oceano.  Este processo, junto com as colisões entre as correntes oceânicas, podem resultar em ondas sísmicas, as quais acredita-se resultarem num ‘zumbido’ ressonante em certos locais.
Porém, na literatura científica a respeito de barulhos anômalos na natureza, há também exemplos onde os sons em questão parecem ser bem diferentes.  Dois casos envolvendo ruídos, que além de serem um ‘zumbido’ misterioso, na verdade soam como motores de algum tipo, foram reportados no final da década de 1970, como registrado pelo físico William R. Corliss.  O primeiro dos dois relatos ocorrreu no estado do Colorado em 1970, como reportado por T. Adams e um grupo de pessoas acampando, com as quais ele havia se unido na noite em questão:
“Acampando na encosta oeste do Sangre de Cristo, ao noroeste do Monte Blanco e ao sul das Dunas de Areia, escutamos os sons em 1970.  Dois ou três noites em sucessão, ele aumentava de volume após a meia-noite e abaixava antes do nascer do Sol.  Não era alto o suficiente para ser ouvido enquanto conversávamos, mas definitivamente soava como um motor de algum tipo, com a sugestão de um chiado similar a um dínamo.  E outros tinham dito que ele algumas vezes parecia mais alto quando se colocava um ouvido contra o solo.  Uma pessoa podia facilmente imaginar que o som estava vindo debaixo da superfície, mas se vinha ou não permanece sendo algo especulativo.”
Um incidente similar ocorreu próximo de Yakima, no estado de Washington, no outono de 1978, como reportado por oficiais de controle de fogo que operavam na Reserva Indígena de Yakima:
“Em setembro de 1978, o som de turbinas ou motores subterrâneos foram escutados ao redor da Torre Sopelia, na parte sul da Reserva Indígena, por sete horas (aproximadamente entre as 21h00 e 16h00, entre 3 e 4 de setembro).  De acordo com uma declaração de W. J. Vogel, Oficial Chefe do Controle de Incêndio, o ruído era como uma ‘turbina’ ou ‘hélices não sincronizadas de uma aeronave multi-motor’. Quando solto fora da estação de vigilância, o cão da vigia mostrava ansiedade, e sentia-se vibrações mal perceptíveis sob os pés, quando ficava-se em pé por sobre uma laje de concreto.  A vigia disse que tinha ouvido o mesmo som durante o verão de 1978, mas sempre durante a noite.”
O primeiro destes dois relatos parecia indicar que aqueles que ouviram os ‘misteriosos motores’ não estavam completamente seguros que os sons vinham do subsolo; o segundo relatório indicou uma leve vibração por aqueles que lá estavam, bem como um registro de ‘perturbação animal’ indicada pelo comportamento do cão.
Por muitos anos, muitas pessoas têm especulado que os estranhos zumbidos e tremores deste tipo possam estar indicando a presença de instalações subterrâneas, como aquelas que supostamente existem em locais de alta segurança, como a Área 51 no estado de Nevada.  Porém, poderia realmente ser que a hipótese das ‘correntes profundas do oceano’ possam explicar estes misteriosos sons?
De acordo com o trabalho apresentado no Geophysical Research Letters, microsismos causado pela atividade no fundo do mar podem durar entre 3 a 10 segundos, com uma periodicidade que dura quase 300 segundos. Contudo, mesmo os autores do estudo expressaram que estas longas características sísmicas têm sido ‘fortemente debatidas’, o que parece indicar opiniões diferentes quanto ao fato da presente determinação a respeito destes fenômenos seja mesmo conclusiva.
Embora ela permaneça sendo uma possível solução para o mistério, podem bem haver outros fatores que contribuem com estes misteriosos ruídos subterrâneos. Entre as fontes especulativas, há fatores que vão desde linhas de transmissão enterradas e pulsos de radar, até o funcionamento de algum motor à distância.  Seja lá quais forem suas fontes, os sons permanecem sendo um mistério peculiar, possivelmente de significância geofísica que ainda deve ser determinada.
Vale lembrar que estes ruídos misteriosos também são escutados em várias cidade do Brasil, e muitos estudiosos do fenômeno dos OVNIs suspeitam que possam ser uma indicação de atividade alienígena, ou de alguma civilização subterrânea.  Mas tudo isso continua ainda sendo pura especulação, não havendo nenhuma constatação científica quando a este respeito.

segunda-feira, 28 de dezembro de 2015

O Povo Formiga – Lenda indígena ou realidade da Terra Oca?

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O Parque Nacional de Kakadu fica ao norte da Austrália, em um cenário típico de Outback, o deserto australiano. Esta área de mais de 20.000 quilômetros quadrados faz parte do Patrimônio Mundial da Unesco por sua beleza, biodiversidade e também por sua importância cultural. Maravilhosas paisagens como as do rio South Alligator, florestas tropicais e belas praias dividem a atenção dos turistas com pinturas rupestres dos aborígenes australianos.

Aborígenes

Os aborígenes australianos são os habitantes originais do continente australiano e de suas ilhas próximas.1 Dados recentes indicam que os australianos nativos são, provavelmente, descendentes dos primeiros humanos modernos a migrar para fora da África. Eles migraram do continente africano para a Ásia há cerca de 70 mil2 e chegaram à Austrália em torno de 50 mil anos atrás.3 4 Os nativos do Estreito de Torres são indígenas das ilhas localizadas no Estreito de Torres, que estão no extremo norte de Queensland, perto de Papua-Nova Guiné. O termo “aborígene” é tradicionalmente aplicado apenas aos habitantes indígenas do continente australiano e da Tasmânia, junto com algumas das ilhas adjacentes, ou seja: os “primeiros povos” da região. “Australianos indígenas” é um termo abrangente usado para se referir também aos ilhéus aborígenes do Estreito de Torres.
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Pinturas aborígenes en Kakadu – Nourlangie Rock – Austrália Nota-se um ser maior, de membros finos e cabeça amendoada, e abaixo seres menores também com cabeças desproporcionais ao corpo.

Escritas e pinturas no Oeste Americano

Hopituh Shi-nu-mu

De acordo com as profecias Hopi, foi o povo formiga que deu abrigo aos humanos, durante as primeiras limpezas da Terra. E será o povo formiga que herdará a Terra, se os humanos não voltarem para o Caminho traçado pelo Criador.
Os Hopi não nativos norte-americanos que habitam duas reservas no Arizona, a Reserva Hopi, no noroeste e a Reserva do Rio Colorado, no oeste daquele estado. A denominação Hopi é uma abreviação do termo composto Hopituh Shi-nu-mu, significando Povo Pacífico ou, ainda, Os Pequenos Pacíficos. A denominação se justifica: a religião dos Hopi é essencialmente pacifista e envolve o respeito por todas as coisas e seres da Natureza, de acordo com os mandamentos de Maasaw, Criador e Protetor do Mundo. Em seus ritos religiosos, os Hopi pedem benéficos para todos os povos da Terra.
Os Hopi, tal como a maioria das culturas antigas, têm uma rica tradição relacionada à criação do mundo, seus ciclos de desenvolvimento e decadência, seu fim. Essa cultura, cuja língua revela íntima relação com outros povos entre os chamados pré-colombianos, especialmente os astecas, possui uma cosmogênese/geogênese que em tudo se assemelha a concepções que parecem se repetir em todo o planeta, fato indicativo que, de alguma forma, toda a Humanidade, recebeu suas tradições de uma mesma fonte, embora as lendas e profecias tenham adquirido, ao longo do tempo, pequenas diferenças, insignificantes em relação ao todo e que são resultado de peculiaridades locais.
Para os Hopi, o grande Criador do planeta Terra é uma entidade divina que veio das estrelas, o que remete à famosa teoria de que a raça humana é o produto de uma colonização extraterrestre.
O indicativo mais importante e de conseqüências mais notáveis é o mesmo que aparece em outras previsões: o aparecimento nos céus de uma ‘estrela destruidora’ que será precedida por astros menores: no caso, uma grande estrela azul, a qual chamam Saquasohuh Kachina, que virá antes de uma maior, uma estrela roxa ou violeta, será definitiva para o extermínio da atual raça humana, da qual restarão uns poucos sobreviventes, sementes do Quinto Mundo.
Os Hopi tambem acreditam na emergência e extinção cíclica dos Homens, que se renovam em raças cada vez mais evoluídas rumo a uma purificação espiritual que chegará ao termo ideal na Sétima Raça ou Sétimo Mundo. A idéia nada tem de original e tem sido repetida à exaustão sendo que a Doutrina Cosmogônica e a Antropogênese teosófica apresenta uma teoria completa sobre o assunto na monumental obra de Helena Petrovna Blavatsky, A Doutrina Secreta.
O fim do mundo segundo a tradição Hopi inclui todo aquele elenco de catástrofes descritas em outras profecias, desastres naturais inevitáveis, considerando que o cruzamento entre as órbitas da Terra e de um astro de grandes proporções, seja planeta, asteroide ou cometa produzirá, evidentemente, grandes alterações no ecossistema terrestre. este fim do mundo segundo os Hopi também inclui a idéia de uma punição, de um carma negativo a ser resgatado e prevê que que a estrela azul virá coroando uma seqüência de nefastas ações perpetradas pelos homens: uma guerra que vai destruir a terra, com direito a bombas atômicas e poluição radioativa.
Somente os Hopi ou, os Pacíficos, serão poupados, refugiados em subterrâneos [aqui, os Hopi combinam o fim do mundo com a teoria da Terra Oca, onde habitariam povos mais evoluídos espiritualmente, por eles chamados de ‘homens-formiga”.

sábado, 12 de dezembro de 2015

David Wilcock: Civilizações do interior da Terra logo irão se revelar

Agartha - Terra oca


EUA: Numa nova entrevista no (rádio) Coast to Coast AM, escritor e pesquisador David Wilcock declarou que uma aliança de civilizações antigas vive no interior do nosso planeta.

Estas civilizações têm chamado o interior da Terra de seu lar por muito tempo, e estão prestes a se revelar para nós.
Wilcock explicou que durante a formação de todos os planetas com água no Universo (e de acordo com os últimos estudos da NASA há muitos deles), cavidades ocas são formadas abaixo da superfície, com seus próprios biomas, contendo bactérias capazes de emitir luz natural.
“O que isto significa, é que você pode viver dentro das cavernas da Terra que possuem luz natural”, ele mencionou.
Wilcock declarou que, com base em sua pesquisa, parece que estas cavidades são utilizadas para que civilizações avançadas tenham um lugar que possam morar, enquanto olham por tudo que possa ocorrer na parte exterior da Terra, a superfície do planeta.
Ele acredita firmemente que durante a longa história de nosso planeta, numerosas civilizações avançadas, como o povo de Atlântida, foram para o subsolo, a fim de sobreviverem aos tempos caóticos que ocorreram na superfície de nosso planeta.  Eventualmente, eles decidiram pelo assentamento em seus novos habitatssubterrâneos.
A existência de passagens e túneis subterrâneos tem sido assunto para debate, por séculos.  Civilizações antigas ao redor do mundo falam destas entradas que levam a reinos totalmente diferentes, localizados bem abaixo da superfície do planeta.
O homem da antiguidade na Turquia parecia ter recriado estas lendas, através da construção de enormes cidades subterrâneas, como Derinkuyu, ou a maior já encontrada perto da Cappadocia.
David Wilcock
David Wicock
Wilcock acredita que o governo tenha o conhecimento da presença destas civilizações, devido ao fato de tê-las descoberto acidentalmente através de projetos clandestinos, almejados à construção de bases secretas subterrâneas.
Na entrevista com Coast to Coast, Wilcock alega:
“Eles possuem estas máquinas para perfurar túneis, e algumas vezes invadem locais que não deveria, e há pessoas lá.”
Citando o testemunho do contatado Corey Goode, Wilcock alegou que o relacionamento tênue entre os povos da Terra interna e os que vivem na superfície, os quais sabem da existência desses povos, tem se tornado frágil ultimamente.
Ele disse:
“Este complexo industrial militar tinha anteriormente trabalhado com estes povos e tinha tratados com eles, e agora está tentando matá-los.”
E é por isto, de acordo com Wilcock, que estas civilizações do interior da Terra se reuniram para reagir à grande ameaça que surgiu em tempos recentes, e estão apelando para entidades interestelares na esperança de obterem sua ajuda para lutar contra as forças que estão tentando destruí-los.
De acordo com o Coast do Coast, Wilcock declarou que uma reunião pleiteada há muito tempo entre os dois grupos finalmente ocorreu, e foi permitido ao Goode observar o intercâmbio.
Um impressionante pedido teria sido feito pelas entidades interestelares após a reunião.
“Os povos do interior da Terra saíram da reunião chocados”, disse Wilcock. “Foi pedido a eles para se revelarem para nós, como parte do desacobertamento, se eles aceitarem.  Eu acho que vamos descobrir que as bases subterrâneas são muito mais extensas do que pensávamos e muito mais antigas.”

quarta-feira, 11 de novembro de 2015

TERRA OCA


Apesar de ter calculado a trajetória do cometa Halley (daí o nome do astro), o astrônomo inglês Edmund Halley também gostava de olhar para baixo. Ele foi o primeiro a propor, em 1692, que a Terra era oca e consistia de quatro esferas concêntricas encaixadas como um quebra-cabeça.

A idéia inspirou escritores como Edgar AIIan Poe (A Nar­rativa de Arthur Gordon Pym, 1838) e Julio Verne (Viagem ao Centro da Terra, 1864).
Mas também fez a cabeça do capitão americano John Cleeves Symmes (1779-1829), que supôs, em 1812, que as entradas para a Terra Oca ficavam nos pólos do planeta. Herói da Guerra Civil, Symmes tentou convencer o congresso norte-americano a financiar uma expedição para localizar a abertura. Os políticos rejeitaram a proposta indecente, mas ele conseguiu arrancar dinheiro de um médico crédulo e partiu em direção ao Pólo Norte onde, e não achou nenhum buraco.
A partir daí, no entanto, as supostas fendas polares passaram a ser chamadas de "Buracos do Symmes" (Symmes Holes).

Em 1920, o escritor americano Marshall B. Gardner re­viu a idéia dos círculos concêntricos e chegou à conclusão de que era completamente absurda. Gardner adotou a hipótese (muito mais realista, segundo ele) de que a Terra era totalmente oca e iluminada por um minissol central de 960 quilômetros de diâmetro. Infelizmente, em 1929, nove anos depois de Gardner publicar suas conclusões, o explorador Richard E. Byrd (1888-1957) sobrevoou pela primeira vez o Pólo Sul e não achou nenhum buraco. Em 1947, Byrd fez a mesma coisa no Pólo Norte. De novo, nenhum buraco.
Oficialmente, pelo menos.

Há quem acredite que Byrd achou a abertura do Pólo Norte e avistou a nação subterrânea de Agartha. Existe até um Diário de Richard E. Byrd disponível na Internet que narra o contato dele com o mundo interior.

Desde aquela época, as autoridades de diversos países conspiram para esconder a existência de Agartha. O motivo é simples, como explicou um certo Richard Sharpe Shaver na revista americana Amazing Stories em 1944: o reino de Agartha foi fundado há cem mil anos pelos lendários “Titãs” que, na verdade, eram habitantes semi-deuses da Lemúria que, assim como a Atlântida, desapareceu no oceano. Refugiados no centro da Terra, esses seres teriam se degenerado na sádica raça dos Deros. De posse da avançada tecnologia lemuriana, mas sem a sapiência titânica, os Deros se divertem até hoje ludibriando a humanidade. É possível que essas criaturas malignas tenham se associado aos nazistas que acreditavam em qualquer idéia absurda. Alguns conspirólogos afirmam que Adolf Hitler não se suicidou como diz a história oficial, mas embarcou num submarino e se refugiou em Agartha. Esses mesmos caras dizem que os discos voadores não vêm de lugares remotos do espaço, mas sim do interior do nosso próprio planeta. Os Greys seriam apenas autômatos biológicos criados pelos Deros.

quarta-feira, 4 de novembro de 2015

O MUNDO INTRA TERRENO DO RONCADOR e os ÍNDIOS MORCEGOS:


Trecho do Documentário de Genito Santos, Enigmas da Serra do Roncador, mostrando a região de Campinápolis, a Lagoa Encantada e as cavernas. Essa matéria mostra um pequeno trecho do Documentário Enigmas da Serra do Roncador (na região de Campinápolis- MT), dois lugares intrigantes, cercados de mistérios em que um cacique afirma ser um local visitado por óvnis.


terça-feira, 3 de novembro de 2015

TERRA INVERTIDA


A Terra Invertida é uma variação do conceito da TERRA OCA. Os adeptos da Terra Oca acreditam que o planeta é oco, com aberturas nos pólos que levam ao reino subterrânio de AGARTHA. Os entusiastas da Terra Invertida também acreditam que o planeta é oco - mas nós é que estamos do lado de dentro.



Esta idéia foi formulada pelo curandeiro (ele se afirmava alquimista) americano Cyrus Teed (1839­-1908), de Utica, Nova York. Segundo Teed, o universo in­teiro está contido no interior do planeta. Não é a força de gravidade que nos mantém presos ao solo, mas sim a força centrífuga, pois a Terra gira em torno de si mesma. No cen­tro existe um sol rotativo que é metade brilhante e metade escuro - o que provoca os dias e as noites. A lua e as estre­las são apenas reflexos do sol nas montanhas geladas do lado oposto do planeta. “Conhecer a concavidade da Terra é conhecer Deus" declarou Cyrus Teed. "Negar isso é se opor a Ele e trabalhar pelo Anticristo”. Curiosamente, esta verdade cosmológica absoluta teria sido reveIada a Teed por uma certa Mãe do Universo, que certamente tem ins­piração pagã.

Quase ninguém levou a teoria da Terra lnvertida a sério - a não ser, é claro, os nazistas. Sempre eles. Em abril de 1942, o Terceiro Reich teria financiado uma expedição lidera­da por um certo dr. Heinz Fischer até a ilha de Rugen, no Báltico. O objetivo era apontar poderosos telescópios para o céu na esperança de fotografar a frota inglesa, ancorada no lado oposto do universo, isto é, da Terra. Não conseguiram.

Além de inventar a Terra Invertida, Cyrus Teed fundou uma seita chamada koreshans, sediada em Fort Myers, na Fiórida, que ele rebatizou como Nova Jerusalém. Pouco antes de morrer, em 1908, Teed afirmou que voltaria dos mortos. Seus discípulos fizeram vigília durante dois dias e nada. Só não esperaram mais porque as autoridades da Flórida resolveram enterrar o cadáver.

#Naty

sexta-feira, 30 de outubro de 2015

Antiga Cidade Reptiliana Debaixo de Los Angeles?

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Este mapa é um ingrediente essencial sobre uma história onde se nota o toque de ‘Indiana Jones’ por todo o lado: cavernas secretas, uma civilização perdida e, acima de tudo, um tesouro de ouro em quantidades inimagináveis.  E tudo isto no chão abaixo da metrópole atual de Los Angeles.
Os extractos da LA Times de 29 de Janeiro de 1934, detalha a incrível história de Warren G. Shufelt, um engenheiro de minas, que tinha sido informado da cidade subterrânea e dos seus tesouros por um índio velho e sábio, tinha consequentemente localizado via ‘radio X -ray “e atualmente estava afundando eixos no chão para alcançá-lo.

Catacumbas da Cidade Reptiliana Assombradas

Engenheiros afundam eixos sob o Fort Moore Hill para encontrar labirintos de túneis e tesouros inestimáveis ​​de habitantes Legendários.
Los Angeles, apesar de pouco perceber na agitação da vida moderna, está acima de uma cidade perdida de catacumbas cheias de tesouro incalculável e registos imperecíveis de uma raça de seres humanos mais avançada intelectualmente e cientificamente, mesmo sob os atuais povos de hoje. Na crença de Warren G. Shufelt, engenheiro geofísico agora empenhado na tentativa de arrancar a cidade perdida do fundo da terra abaixo de Fort Moore Hill e dos segredos do povo reptiliano, com uma fama lendária nas lojas de medicina do índio americano.
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Shufelt fá-lo com firmeza e com um punhado de assistentes, acreditam de tal forma que um labirinto de catacumbas e tablets de ouro de valor inestimável encontram-se abaixo do centro de Los Angeles, que o engenheiro e os seus assessores já dirigiram um eixo de 76 metros abaixo do solo, a boca do poço está na antiga propriedade Banning na rua North Hill com vista para Sunset Boulevard, Spring street e North Broadway.
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Shufelt soube da lenda do povo lagarto depois do seu rádio de raios X tê-lo guiado aqui e ali, ao longo de uma área que se estende desde a Biblioteca Pública, na West Fifth Street para o Museu do Sudoeste, no Museu Drive, no sopé do Monte Washington.
“Eu sabia que estava sob um padrão de túneis”, explicou ontem o engenheiro,  “e eu tinha traçado ao longo dos túneis, a posição das grandes salas espalhadas ao longo da rota do túnel, bem como a posição dos depósitos de ouro, mas eu não conseguia entender o significado disto.”
Segundo a lenda, como transmitida a Shufelt por Macklin, o rádio de raio-X revelou a localização de uma das três cidades perdidas na costa do Pacífico, tendo sido o local escavado pelo Povo Reptiliano após a “grande catástrofe”, que ocorreu há cerca de 5000 anos atrás.
Esta catástrofe lendária estava na forma de uma enorme língua de fogo que “saiu do Sudoeste, destruindo toda a vida no seu caminho”, o caminho a ser “várias centenas de km de largura.” O metro da cidade foi escavado como um meio de escapar a futuro incêndios.
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A cidade perdida, cavada com produtos químicos poderosos pelos Reptilianos em vez de pá e picareta, foi drenada para o oceano, onde os seus túneis começaram, segundo a lenda. A maré passando diariamente dentro e fora dos portais dos túneis mais baixos, forçando o ar para dentro dos túneis superiores, providenciando uma ventilação “limpa e higienizada para os túneis inferiores,” de acordo com a lenda.
Grandes quartos nas cúpulas das colinas acima da cidade de labirintos alojava 1.000 famílias “na forma de edifícios altos” e alimentos imperecíveis da variedade de erva foram armazenados nas catacumbas para fornecer alimento para o povo lagarto por grandes períodos de tempo, até a próxima vaga de fogo ter varrido a terra.
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Segundo a lenda, o Povo Reptiliano considerava o lagarto como símbolo de vida longa. A sua cidade é definida como um lagarto, de acordo com a lenda, a sua cauda para o sudoeste, muito abaixo ruas Quinta e esperança, com a cabeça para o nordeste, para as ruas Lookout e Marda. A chave do quarto da cidade situa-se em South Broadway, perto da Second Street, de acordo com Shufelt e a lenda.
De acordo com a lenda, este quarto principal é o directório para todas as partes da cidade e de todos os compartimentos de registo. Todos os registos foram mantidos em placas de ouro, quatro metros de comprimento e catorze polegadas de largura. Nessas tábuas de ouro, tendo sido o ouro o símbolo da vida dos lendários Reptilianos, será encontrada a história dos maias num tablet em particular, no canto sudoeste do qual estará ausente, encontra-se o “os registos da origem da raça humana “.
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Shufelt afirmou que ele tirou “fotos de raio-X” de trinta e sete destas tablets, três dos quais têm os seus cantos sudoeste cortadas.
“As minhas fotos de raio-X dos túneis e salas, que são sub-superfícies vazias, e de figuras de ouro com cantos perfeitos, laterais e extremidades, são provas científicas da sua existência”, disse Shufelt. “No entanto, a história lendária deve permanecer especulativa até descoberta por escavações”.
De acordo com Macklin, o povo reptiliano eram muito mais desenvolvidos intelectualmente do que os seres humanos modernos. As realizações intelectuais dos seus filhos de 9 anos de idade eram iguais aos graduados de hoje, disse ele.
Muito avançadas cientificamente foram essas pessoas que, além de aperfeiçoar uma solução química através do qual eles perfuravam o subterrâneo, sem a remoção da terra e rocha, eles também desenvolviam um cimento muito mais forte e melhor do que qualquer um em uso nos tempos modernos, com os quais eles encheram os túneis e quartos.

5 teorias sobre OVNIs / UFOs que descartam a possibilidade de serem naves de ETs

A Channel 5 recreation of the best picture the MoD held made with help from Nick Pope
Embora todas as indicações sejam de que o fenômeno dos OVNIs possivelmente seja causado por visitações de seres de outros planetas, há muitas teses que apresentam outras alternativas.  Veja abaixo cinco teorias que olham ao fenômeno por intermédio de outra ótica, apresentando outras alternativas:
5: Viajantes do Tempo:
Esta é provavelmente a segunda melhor teoria, vindo logo após a explicação de que o fenômeno seja causado por seres de outros planetas.  A ideia sobre  viajantes do tempo (do futuro) tem sido apresentada várias vezes.  Isso é exatamente o porquê de estar como a primeira da lista.  À medida que progredimos, exploramos teorias mais amplas e mais controversas.
O Dr. Bruce Goldberg, que trabalha com o dentista e hipnoterapeuta, alga também ser um especialistas em “progressão de vida futura”.  Sua teoria é a de que os OVNIs sejam realmente viajantes do tempo de um futuro distante, crononautas, e que os ETs gray são somente humanos evoluídos.

4: Reino Imaginário
Temos estado obcecados sobre o conceito budista de ‘tulpas‘ ou ‘realidade imaginária’, desde que a ideia surgiu na Internet?  A ideia do ‘Reino Imaginário’ é muito similar.
Esta dimensão alternativa supostamente é o resultado de uma imaginação coletiva de todos, muitas vezes intercalando com esta realidade, levando a tais fenômenos como o dos OVNIs, fadas, fantasmas, demônios e assim por diante.  Também, certas pessoas possuem o dom de uma habilidade especial de visualização deste reino, também conhecidos como médiuns, visionários, e profetas.

3: Entidades Demoníacas
Esta é uma das muitas crenças que alguns cristãos parecem ter sobre o “Dia do Juízo Final”.  Eles tendem a acreditar que os OVNIs e os alienígenas sejam somente uma máquina de propaganda para o exército negro de Satanás, que está tentando controlar a raça humana, se camuflando como alienígenas do espaço, assim criando um mundo de caos e anarquia.
Apesar de muitos argumentarem que isto seja paranóia, se os OVNIs existem não há razão para demônios também não existirem.

2: Objetos da Quarta Dimensão
Imaginem um plano achatado no qual criaturas bidimensionais vivem.  Elas não podem perceber a terceira dimensão, mas nós podemos as ver.  Digamos que você coloque seu dedo neste plano.  A partir do ponto de vista deles, um objeto de repente e inexplicavelmente apareceu do nada.  Ele também parece mudar de tamanho e forma, dependendo da seção de corte do seu dedo que estiver no plano deles.  Quando você puxa seu dedo para fora, o objeto desaparece, e ninguém acredita na criatura da bidimensão que viu o objeto, porque ele estava bêbado e está sempre inventando histórias malucas.
Sim, esta é uma possibilidade, e se isto pode acontecer para eles, também pode acontecer para nós.  Você sabe, quando lidamos com objetos da quarta dimensão como OVNIs.  O problema é que não há prova sobre a existência de um mundo bidimensional, ou de um na quarta dimensão.

1: OVNIs São o Elo Perdido
Se pensarmos que OVNIs sejam realmente espaçonaves ultramodernas usadas por uma raça de criaturas avançadas, parece mais provável que as criaturas são originárias da Terra, do que de um outro planeta.  As pessoas que possuem esta crença muitas vezes usam a Lâmina de Ockham para justificar seus pontos de vista.
Apesar de parecer altamente improvável que quaisquer outras criaturas que vivam neste planeta ainda sejam desconhecidas pelos humanos, as pessoas muitas vezes combinam isto o a Teoria da Terra Oca e outras teorias relacionadas aos criptídeos, daí o termo Criptoterrestre.
Via óvni Hoje
Fontelocklip.com

quarta-feira, 28 de outubro de 2015

Viagem à Terra Oca


O governo dos EUA sabe da existência da “Terra Oca” e do Mistério dos Polos e da verdade dos MUNDOS SUBTERRÂNEOS, como também os demais sabem (Rússia, França, Irão, Israel, Inglaterra, Índia  China, etc.) inclusive Portugal onde nos anos de 1978-80 uma equipa científica franco-americana apetrechada com o melhor material técnico de então, esteve na Serra de SINTRA (lugar de profundos mistérios e enigmas de Portugal) tentando estabelecer contacto a adentrar a “Terra Oca”, sabendo-se de fonte segura que houve contacto e que o resultado de tudo isso quase redundou em tragédia para os participantes que, da noite para o dia, subitamente abandonaram o projecto saindo às pressas do país. «Sabemos o que aconteceu, mas não relataremos aqui”… diz a Directoria da revista PAX da C.T.P. (Comunidade Teúrgica Portuguesa), de cuja autoria é grande parte das revelações deste artigo;
2º – O interesse da Fundação Phoenix e seus patrocinadores é (ou pode ser apenas) exclusivamente COMERCIAL, pelo que a tentativa de descobrir a “Terra Oca” a partir do Polo Norte terá um único motivo de conquistar ou usurpar talvez suas riquezas e recursos naturais. Os EUA como ‘donos’ do Mundo conhecido, desejariam é certo também ter algum domínio próprio do mundo desconhecido…
3º – O Dr. Brooks não foi sincero na sua entrevista quando afirmou que “nunca houve dados de fonte alguma sobre esta área do nosso planeta”. Certamente sabe a verdade mas não pode dizê-la abertamente, pois seria algo como um reconhecimento público sobre um assunto que o governo dos EUA não quer que se saiba, como de resto outras coisas que tem escondido em relação aos OVNIS e suas origens (ou parte delas).
ufocave
Doutro modo, foi em 1947 que o próprio Richard Byrd começou a escrever suas memórias num Diário que conservou secreto até à sua morte (em 1957), impedido de falar sobre o assunto pelo próprio governo norte-americano que o forçou a fazer  voto de sigilo.  Esse Diário, porém,  foi descoberto e publicado em 1992, sendo que nele se descreve o encontro do Almirante com tripulantes de naves, homens altos, louros, de olhos azuis, pertencentes a um povo altamente evoluído do Mundo Interno, conhecido há milhares de anos como o povo de Agharta.
Entre 1928-1955, Byrd fez 11 expedições aos pólos geográficos, tendo sido dado como desaparecido a 19 de Fevereiro de 1947, tendo surgido 20 dias depois, falando de uma “terra além do Pólo Norte – Agartha” onde esteve.
De resto, um ex-agente da CIA, Virgil Amstrong, chegou mesmo a afirmar que Byrd viveu em Agartha quase um mês e que ele descreve uma civilização subterrânea como “sendo superior à nossa”, acrescentando ainda que, imediatamente após a descoberta do seu Diário, as rotas sobre Agartha foram declaradas secretas pelos serviços norte-americanos que criaram bases militares a fim de não deixar quaisquer invasores descobrirem como chegar lá. Armstrong revelou também que o Governo dos E.U.A. estabeleceu relações com o Grande Conselho de Agartha.
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O Almirante Richard E. Byrd morreu 10 anos depois de sua experiência, a 11 de Março de 1957. No seu Diário, escrito em 11 de Março de 1947, ele escreveria o seguinte:
“Acabo de participar de uma reunião no Pentágono. Relatei integralmente o que descobri e a Mensagem que trouxe para os governantes do Mundo exterior. Tudo foi devidamente gravado. O Presidente dos EUA foi avisado. Fui detido por várias horas (seis horas e trinta e nove minutos para ser exacto). Fui exaustivamente interrogado pelas Forças de Segurança Máxima e por uma equipa médica. Foi uma grande provação! Fui colocado sob estrita vigilância pelo Serviço de Segurança e ordenaram-me que permanecesse em silêncio quanto a tudo o que descobri. E lembraram-me de que sou um militar e que devo obedecer ás ordens”.
No dia 30-12-1956, Byrd fez sua última anotação no mesmo Diário dizendo o seguinte:
 “Os últimos anos que passaram desde 1947 não foram bons… Faço agora a minha última anotação neste diário singular. Terminando, devo declarar que, fielmente, mantive o assunto em segredo, conforme ordenado, por todos estes anos. Foi completamente contra os meus princípios morais, mas agora parece-me pressentir a chegada da longa noite e esse segredo não morrerá comigo, mas, como deve ser com tudo o que é verdade, deverá esta triunfar. Ele poderá ser a única esperança para a Espécie Humana. Eu vi a Verdade e ela vivificou o meu espírito e me libertou! Cumpri com o meu dever para com o monstruoso complexo militar. Agora, a longa noite começa a aparecer mas não será um fim. Quando a longa noite do Árctico terminar, o Sol brilhante da Verdade voltará… e os que foram da escuridão cairão com a sua Luz… Pois eu vi aquela Terra além do Polo, aquele Centro do Grande Desconhecido”.
Na verdade, muitos são os autores (ver aqui) que falam de uma civilização avançada no interior da Terra desde o tempo da lendária Atlântida. O próprio herói babilónio Gilgamesh teria visitado seu antepassado Utnapishtim nas entranhas da Terra.  Na mitologia grega diz-se que Orfeu teria resgatado Eurídice desse mundo subterrâneo e os faraós do Egipto comunicavam-se com o mundo interior, onde desciam através de túneis secretos ocultos nas pirâmides. Os lamas tibetanos ou hindus budistas acreditam ainda que milhões de pessoas vivem em Agharta, um paraíso subterrâneo governado pelo Rei do Mundo.
Byrd  terá visto o  Éden  terrestre ou o lugar do  ‘Paraíso’  há muito perdido?
Texto adaptado da seguinte fonte:

terça-feira, 27 de outubro de 2015

Terra Oca e Intraterrenos 2 – Teoria


Terra Oca
“Não é fácil trazer ao mundo profano verdades absolutas até então mantidas sob um véu de mistérios e superstições. O homem terráqueo encarnado na superfície pouco conhece de si e do Planeta que habita. Talvez, se houvesse acreditado e praticado as Sublimes Lições do Mestre Nazareno, não teríeis vós, neste
momento, que levantar o véu, pois já não existiria.” (livro: CIDADES INTRATERRESTRES – O Despertar da Humanidade/GER – Grupo de Estudos Ramatis, 2003)
Publiquei um texto sobre Serra do Roncador no Mato Grosso com a historia do Coronel Fawcett, e a possibilidade da existência de vida intraterrena nessa região. É atualmente um tema controvertido, mas sem duvida tem cada vez mais pessoas interessadas neste fascinante e inquietante mundo. O Mundo dos Intraterrenos. Muitíssimo científicos de todo o planeta se unem a esta fantástica teoria, teoria que está sendo comprovada por eles mediantes cálculos científicos com muitas possibilidades da sua veracidade.
A melhor crônica de uma viagem a Terra oca fez o Almirante Richard E. Byrd de EUA. Seu descobrimento foi censurado e silenciado imediatamente pelas “autoridades”.
A ‘Sociedade da Terra Oca’ em Austrália conseguiu conservar os registros de Byrd que transcrevei adiante.
 É a Terra oca por dentro e habitada por outras uma ou varias raças?
Se vamos a http://maps.live.com e elegemos a opção de 3D, para descarregar a versão em três dimensões dessa cartografia da NASA, podemos ver empregar a cartografia que emprega a NASA, que quer dizer que corresponde a fotografias de satélite tomadas pela NASA desde espaço. Observa-se nesta imagem do Pólo Sul ampliada verá que tem um círculo no centro da imagem. É um “remendo” que emprega a NASA para ocultar a cavidade no Pólo Norte da Terra.
 Se vamos ao Pólo Norte e observamos, nos damos conta de que não existe nenhum casquete polar. Na foto aparecem os gelos de Groenlândia, o norte de Canadá e o norte de Sibéria, mas o casquete de gelo do “Pólo Norte” não aparece por nenhuma parte, porque não existe. A NASA falsificou a fotografia, ocultando a Abertura Polar Norte, da mesma maneira que ocultaram a Abertura Polar Sul.
A ciência nos diz que estão os pontos, do norte e do sul, que marcam exatamente onde as linhas da longitude se cruzam. A pesar de tudo nenhuma expedição teve êxito para chegar a tal ponto. Estudando amostras de perfuração profunda sabemos que a Terra é sólida a uma certa profundidade. Também sabemos que aumenta a temperatura dentro da Terra quanto mais profundamente se perfura, ao menos até o ponto onde se explorou; e portanto assumimos assim que a Terra deve ser sólida em direção ao núcleo. Isso se deve a medidas inexatas e uma assunção.
A compreensão atual da formação do planeta se forma através das linhas de pensamento da ‘Terra sólida’. Segundo Cate Malone, autor do artículo ‘A Terra Oca’, os astrônomos e os físicos crêem que os gases se condensam gradualmente em uma espiral que da voltas, até que a força da gravidade, (outro fenômeno não explicado) puxa deles em forma sólida. Tem, no entanto, outras possibilidades; um estudo simples da força centrífuga poderia desenhar uma Terra completamente nova para nós. A ciência aceita o que a Terra da voltas sobre seu eixo como um pião.
Malone afirma em seu artículo o seguinte: a força centrífuga faz que a Terra se achate levemente no equador e se aplane nos pólos. Para visualizar como poderia parecer a formação de um planeta, pense numa lavadora automática no ciclo de centrifugado. A roupa (gases, líquidos e partículas) se lança para as extremidades da máquina (gravidade). A porção do centro permanece desocupada. O oco do centro está firme. Do mesmo modo que a Terra nunca deixou de dar voltas, assim esta maquina de lavar nunca sai de seu ciclo de centrifugado. Se a máquina continua dando voltas, a água e a roupa começam a agrupar-se no centro.
“Antes de que Colombo descobrira América, a existência de um novo mundo cruzando o Atlântico, na forma de um continente ocidental, se considerava o sonho de um louco. O mesmo acontece, em nossa época, com a existência de um mundo novo, um mundo subterrâneo, no interior oco da terra; uma terra tão desconhecida para a humanidade atual como o continente americano para os europeus antes do descobrimento de Colombo. Portanto, não tem nenhuma razão para que não possa também ser descoberto e que se estabeleça sua existência como um feito”. (Dr. Raymond Bernard – Livro: A Terra Oca)
“Ë bem conhecido que os pólos magnéticos do norte e do sul não coincidem com os pólos geográficos como deveriam… se a Terra fora uma esfera sólida com dois pólos no extremo de seu eixo, ao ser um ima, seus pólos magnéticos coincidiriam com seus pólos geográficos. O fato de que não façam é inexplicável em base a teoria de que é uma esfera ‘sólida’. A explicação chega a estar clara quando assumimos a existência de aberturas polares, com os pólos magnéticos ao largo do borde circular destas aberturas, em lugar de num ponto fixo.”
Segundo Bemard a razão pelo qual ninguém encontrou os pólos do norte ou do sul é simples: “Os pólos magnéticos e geográficos não coincidem… porque enquanto que um pólo magnético se encontra ao largo do borde da abertura polar, os pólos geográficos se encontram no seu centro, em meio do ar e não em terra sólida.”

Este é o aspecto que apresentaria a abertura da Terra no Pólo norte, no interior da Terra tem uma segunda fonte de luz e energia, um sol interior.
A Melhor Cronica ModernaA melhor crônica moderna sobre exploração e penetração em terras além dos pólos magnéticos fez o Almirante Richard E. Byrd, grande Chanceler da Ordem de Lafayette e da Cruz do Mérito, Secretário perpetuo da Academia Federal da Marinha Americana e das Ciências. Como aconteceu com todas as explorações anteriores, a do Almirante Byrd foi envolta igualmente em mistério. A crônica começa com os contatos por radio durante seu vôo de 1.947 alem do norte magnético e sobre o Pólo Norte, a larga marca depois do mítico ponto de terra em la cima do mundo. Durante a exploração da Antártica em 13 de janeiro de 1.956 diversos avisos de radio indicavam, “Em 13 de janeiro membros da expedição de EUA conseguiram um vôo de 2.700 milhas (4.320 kilómetros) desde a base de Mcmurdo Sound, que está a 400 milhas (640 kilómetros) ao oeste do Pólo Sul, e penetraram uma terra existente de 2.300 milhas (3.680 kilómetros) além do Pólo.”
Em 13 de março de 1.956 se cita a Byrd dizendo “a atual expedição abriu uma nova terraextensa”. Muita gente recorda todavia as emocionantes declarações no jornal depois das expedições de Byrd. Anunciado como o maior explorador do mundo, a menção de Byrd de novas terras criou um grande interesse.
Logo tais declarações se desvaneceram tão rapidamente como golpearam o ar. Os comentaristas de radio não falavam mais de seu descobrimento, os noticiários já não mostraram imagens da expedição de Byrd e logo o assunto desapareceu do olho público. Por que sucedeu isto? ¿Descobriu Byrd realmente uma terra nova que poderia influenciar uma lógica e diferente compreensão física da criação de nosso planeta?
Esta interpretação do registro e do diário do vôo de Almirante Byrd foi transcrita de uma fita de som. Esta copia do registro se obteve da ‘Sociedade da Terra Oca’ em Austrália. Se crêe que é autêntica. Sem o registro original a mano, o leitor terá que decidir por si mesmo a autenticidade do material.
Prefacio do almirante Byrd
“Este diário escreverei em segredo e de forma oculta. Contêm minhas anotações sobre meu vôo ártico de 19 de Fevereiro de 1947. Estou certo de que chegará o dia em que todas as suposições e reflexões do homem se dissiparam para converter-se em nada e se terá que reconhecer a irrefutável verdade evidente. Denegaram-me a liberdade de publicar estas anotações e talvez nunca cheguem a luz da opinião pública. Mas eu tenho uma tarefa que cumprir, e o que eu vivi deixarei aqui escrito. Confio em que tudo isto possa ser lido, e que venha um tempo em que a ambição e o poder de um grupo de pessoas não possa mais ocultar a verdade”.
Registro de Vuelo
do livro de Bordo
Campo Ártico, 19 de febrero de 1.947:
-Gelo e neve extensos abaixo. Observo uma coloração de natureza amarelenta. Está dispersa em forma lineal ou longitudinal.
Altero o curso para examinar melhor este padrão de cor abaixo. Também tem uma cor vermelha púrpura. Circundo esta zona com duas voltas completas e volto ao rumo da bússola.
-Faço de novo uma comprovação da posição com o acampamento base. Retransmito a informação referente a coloração do gelo e a neve abaixo.
-Tanto a bússola magnética como a giroscópica começam a girar e a vibrar. Não podemos manter nosso rumo mediante os instrumentos. Me oriento com a bússola solar e tudo parece bem.
-Os controles respondem lentamente, tem uma qualidade vagaroso. Contudo não tem indicação de formação de gelo.
-A distancia estão o que parece ser montanhas. Transcorreram vinte nove minutos de tempo de vôo e o primeiro avistamento de montanhas não é nenhuma ilusão. Tem montanhas que consistem em uma cadeia pequena que nunca havia visto antes.
-Mudo de altitude a 2.950 pies. Encontrando uma turbulência forte outra vez.
-Cruzamos sobre uma cadeia pequena de montanhas que todavia procedem ao norte como se pode comprovar melhor. Bem depois da cadeia de montanhas está o que parece ser um rio pequeno. Um vale com um rio pequeno que transcorre através da porção central. Não deveria haver um vale verde abaixo.
-Algo está definitivamente incorreto e anormal aqui. Deveríamos estar sobre o gelo e a neve. A babor tem grandes bosques que crescem ao lado da montanha. Os instrumentos giram todavia. O giroscopio oscila constantemente para cima e para baixo.
-Altero a altitud a 1.400 pes e executo uma curva fechada a esquerda para examinar melhor o vale abaixo.
-É verde com musgo ou um tipo de erva firme. A luz aqui parece diferente. Não posso ver o Sol mais.
-Fazemos outro giro a esquerda e detecto o que parece ser um grande animal abaixo. Parece ser um elefante, não, parece um animal como um mamute! Isto é incrível, mas aí está.
-Baixamos de altitude a mil pés e pego os binóculos para examinar melhor o animal. Está confirmado, definitivamente é um animal gigantesco como um mamute. Informo isto ao acampamento base.
-Encontro mais colinas verdes onduladas.
-O indicador externo de temperatura marca 74 graus Fahrenheit (23º Centígrados). Continuo em nosso encabeçamento agora. Os instrumentos de navegação parecem normais agora. Me desconcertam suas ações.
-Intento entrar em contato com o acampamento base. A radio não funciona.
-Começa a fazer calor.O indicador nos diz que estamos a 74 grados Fahrenheit (aprox. 23º C).Mantemos nosso curso.
-O campo está mais nivelado que o normal, sim é certo o terreno abaixo fica cada vez mais plano. Não sei se me expresso corretamente, mas tudo da uma impressão de completa normalidade.
-A continuação detectamos o que parece ser uma cidade. Diante de nos se levanta com absoluta claridade uma cidade!!! isso é impossível!
-O avião parece leve e estranhamente sustentado. Os controles rejeitam responder. Meu Deus, fora de nosso porto e na asa de estribor tem um tipo estranho de avião, se aproximam rapidamente ao nosso lado!
-Têm forma de disco e uma qualidade radiante neles, irradiando um brilho próprio. Estão bastante próximo agora e posso ver as marcas neles.” É um tipo de cruz esvástica.isto é fantástico! ¿Onde estamos? ¿Que sucedeu?
-Intento os controles outra vez. Não respondem. Estamos presos em um parafuso de agarre invisível de algum tipo.
-Nossa radio emite uns estalidos. Uma voz nos fala em língua inglesa.
-A voz tem leve sotaque alemão ou nórdico: “BEM VINDO A NOSSO TERRITÓRIO, ALMIRANTE”!!!
-”Em exatamente sete minutos lhe faremos aterrissar. Por favor, relaxa almirante, está Vs. em boas mãos.”
De aqui em diante nossos motores deixam por completo de funcionar. O controle de todo o avião está em mãos alheio.
-O avião gira em torno a si mesmo.
-Nenhum instrumento reage.
-Recebemos precisamente outra comunicação por radio, que nos prepara para a aterrissagem. -A continuação começamos sem demora com a aterrissagem.
-A través de todo o avião passa um suave tremor quase que imperceptível.
-O avião baixa até o solo como um imenso e invisível elevador.
-Levitamos de maneira totalmente suave até aí.
-O contato com o solo quase não se nota. Somente um ligeiro e curto choque.
-Faço minhas últimas anotações de bordo a toda pressa.
-Se aproxima um pequeno grupo de homens até nosso avião. Todos eles são bem altos e tem cabelos claros. Mais atrás vejo uma cidade iluminada. Parece resplandecer nas cores do arco-íris. Os homens estão aparentemente desarmados. Não sei o que agora nos espera. Claramente, uma voz me chama por meu nome e me ordena abrir. Obedeço e abro a porta de carga.
Aqui terminam as anotações em meu livro de bordo. Tudo o que escrevo agora é de memória.É indescritível, mais fantástico que toda a fantasia, e se eu mesmo não houvera vivido, qualificaria de completa loucura. Nos dois, meu operador de radio e eu, somos conduzidos fora do avião e cumprimentados com amabilidade. Então, nos conduzem a um disco deslizante, que aqui utilizam como meio de locomover. Não tem rodas. Com enorme rapidez nos aproximamos a brilhante cidade. -O esplendor de cores da cidade parece provir do material parecido ao cristal em que está construída. Derrepente nos paramos diante de um imponente edifício. Semelhante arquitetura não havia visto até agora em nenhuma parte. Não é comparável com nada. A arquitetura é como se originasse diretamente da mesa de desenho de um Frank Lloyd Wright, o bem podia ter tirado de um filme de Buck Roger. Nos dão uma bebida quente. Esta bebida tem um sabor diferente a tudo o que eu tenha desfrutado. Nenhuma bebida, nenhuma comida tem um sabor comparável. Um sabor simplesmente diferente, mas um sabor delicioso. Se passaram uns dez minutos, quando dois destes estranhos homens que temos por anfitriões se aproximam a nós. Se dirigem a mim e me comunicam sem sombra de duvidas que devo acompanhar-lhes.-Não vejo outra alternativa que cumprir sua ordem. Por tanto nos separamos. Deixo a meu operador de radio e sigo aos dois. Pouco depois chegamos a um elevador, no qual entramos. Nos movemos para baixo. Quando nos detemos, a porta se desliza silenciosamente pra cima. Caminhamos por um corredor comprido em forma de túnel e iluminado por uma luz de cor vermelha clara. A luz parece emanar das mesmas paredes. Chegamos ante uma porta grande.
Ante esta grande porta nos paramos e permanecemos assim. Sobre a grande porta se encontra um letreiro sobre qual nada posso dizer. Sem nenhum ruído se desliza a porta a um lado.
Uma voz me exorta a entrar. “Não se preocupe, almirante”, me tranqüiliza a voz de um de meus dois acompanhantes, “o Mestre irá receber-te!” De maneira que entro. Estou deslumbrado. A infinidade de cores, a luz que enche o ambiente, meus olhos não sabem a onde olhar e tem primeiro que acostumar-se as condições. Passa um tempo até que posso reconhecer algo que me rodeia. A beleza que vejo agora nunca vi em toda a minha vida. É mais esplêndido, mais bonito e mais suntuoso do que eu podia descrever. Creio que nenhum idioma pode resumir com palavras o que pode ver. Creio que a Humanidade falta palavras para isso. Minhas observações e reflexões foram interrompidas por uma voz melodiosa e cordial:
“Te dou as boas vindas!. Seja Vs. da forma mais cordial bem vinda em nosso país, almirante”. Ante mim está um homem de grande estatura e uma fina cara marcada pela idade. Está sentado a uma imponente mesa e me dá a entender com um movimento da Mao que devo sentar-me a uma das cadeiras. Obedeço e me sento, depois junta suas mãos de forma que se tocam as pontas dos dedos. Me ríe.
-“Nos deixamos vocês virem, porque tem Vs. um caráter consolidado e acima no mundo goza de uma grande fama.
-”Acima no mundo?”, me falta o ar.
“Sim”, contesta o Mestre lê a meus pensamentos, “Vs. Está agora no império dos Arianni, no interior do mundo. Não creio que nos tenhamos que interromper sua missão muito tempo. Vs. logo será conduzido a superfície da Terra.Mas antes vou a comunicar por que eu te fiz vir, almirante. Nos seguimos os acontecimentos que se produzem acima sobre a Terra. Nosso interesse foi despertado quando Vocês lançaram as primeiras bombas atômicas em Hiroshima e Nagasaki. Naquela péssima hora fomos a seu mundo com nossos discos voadores. Tínhamos que ver pessoalmente o que fizeram vossa raça. Entretanto já faz muito isso, e vocês diriam que é historia. Mas é para nós significativo, por favor deixem continuar. Nos não nos intrometemos em vossas disputas y guerras. Vossas barbaridades consentimos. Mas começaram a experimentar com forças que na realidade não estavam pensadas para os homens. Isto é a força atômica. Já intentamos algumas coisas. Fizemos chegar mensagens aos estadistas do mundo mas eles não crêem na necessidade de escutar-nos. Por este motivo foi Vs. elegido. Vs. deve ser nosso testemunho, testemunho de que nós e este mundo no interior da Terra existimos, que nós aqui realmente existimos. Olha a seu redor, e Vs. rápido comprovará que nossa ciência e nossa cultura estão vários milhes de anos por diante das vossas. Mire Vs., almirante.”
-”Mas”, interrompi ao Mestre, “que tem isto que ver comigo, senhor?
O Mestre parecia submergir-se em mim, e depois de que um tempo me havia examinado, me contestou:
-”Vossa raça alcançou um ponto de não retorno”. “Tem a pessoas entre vocês que estariam dispostos a destruir a Terra intera antes de perder seu poder, o poder que eles crêem conhecer.” Eu de novo dei a entender com um movimento de cabeça que seguia suas explicações.
O Mestre continuou falando-me: “Já faz dois anos intentamos uma e outra vez contatar com vocês. Mas todos nossos intentos são contestados com agressividade. Nossos discos voadores são perseguidos por seus aviões de combate, atacados e disparados. Agora devo dizer-lhe, meu filho, que uma enorme e nefasta fúria se levanta, que uma poderosa tormenta varrerá seu país, e durante muito tempo arrasará. Desconcertados diante disso estarão seus científicos e exércitos e não poderão oferecer nenhuma solução. Esta tormenta tem poder de aniquilar toda a vida, toda a civilização de Vocês, de forma que toda cultura poderia ser destruída e tudo poderia fundir-se no caos. A grande guerra que acaba de terminar é somente um prelúdio do que pode vir sobre vocês. Para nós aqui isto se faz patente hora trás hora de maneira mais clara. Parta da base de que me equivoco”.
-”Não, já veio uma vez a época escura sobre nós, e durou 500 anos”, repliquei ao Mestre.
-”É verdade, meu filho”, me contestou, “os tempos sombrios cobrirão seu país de cadáveres. E parto da base de que alguns de sua raça sobreviverá a esta conflagração. O que depois ocorrerá não posso revelar-lo. Nós vemos num futuro longínquo surgir uma nova Terra, que será construída com os escombros de seu velho mundo, e lembrarão de seus tesouros legendários e buscarão. E veja, os tesouros legendários estará aqui conosco. Nós somos aqueles que os mantemos a salvo. Quando começar esse futuro, nos apresentaremos a vocês, ajudaremos aos homens a revivificar sua cultura e sua raça. Talvez então já estará aprendido que guerra e violência não conduzem ao futuro. Para o tempo que seguirá, se fará acessível antigos conhecimentos. Conhecimentos que já tiveram uma vez. De Vs.,meu filho, espero que volte a superfície com estas informações”.
Com esta exigência terminou o Mestre sua exposição e me deixou muito desconcertado, mas para mim estava claro que o Mestre tenha razão. Por consideração ou por humildade, não sei, me despedi de todas as formas com uma ligeira inclinação. Antes que poderá perder-me apareceram meus dois acompanhantes, que me haviam conduzido até aqui.
Me indicaram o caminho. Eu me voltei ao Mestre. Havia uma cálida e amistoso sorriso em sua velha e nobre cara:
– ”Desejo a Vs. uma boa viagem, meu filho”, fez por último o sinal da paz e então nosso encontro havia chegado inevitavelmente ao seu fim.
Voltamos rapidamente a nosso elevador. Nos movemos para cima. Entretanto me explicou um de meus dois firmes acompanhantes que trás finalizar a conversação com o Mestre tenhamos pressa de verdade. O Mestre de nenhum modo queria atrasar-nos mais, e ademais era importante que eu levasse imediatamente a mensagem recebida a mi raça, me aclarou. A todo isto eu não disse nada. Quando fui conduzido até meu operador de radio, comprovei que ele provavelmente tenha medo, isto ao menos se refletia em sua cara.
-“Tudo está em ordem, não tem com que preocupar-se, Howie, todo está certo.”, intentei tirar-lhe o medo. Junto com nossos acompanhantes, fomos de novo ao disco deslizante, que velozmente nos devolveu a nossa avião.
Os motores já estavam funcionando, e nos encontramos imediatamente a bordo. Havia uma atmosfera de tremenda pressa, a necessidade de atuar rápido era evidente.Imediatamente depois de que fechamos a porta, nosso avião foi elevado nas alturas por una força inexplicável para mim, até que voltamos a encontrar-nos a 2.700 pies (aprox. 825 metros). Fomos acompanhados por dois de seus discos. Se mantiveram a uma certa distancia de nós. O velocímetro não indicava em nenhum momento velocidade alguma, a pesar de que esta havia aumentado enormemente. Nossa radio no entanto funcionava, e recebemos uma última mensagem dos objetos voadores que nos acompanhavam.
-”A partir de agora pode Vs. voltar a utilizar todos seus equipamentos, almirante, seus instrumentos voltam a ser funcionais. Nós os deixaremos agora. Até a vista”.
Seguimos com nossos olhos aos objetos voadores até que se perderam no céu azul pálido. De imediato tivemos ao nosso avião de novo baixo nosso controle. Não falamos entre nós, cada qual estava demasiado ocupado com seus pensamentos.
Última anotação no livro de bordo:
-Nós encontramos de novo sobre vastas regiões cobertas de neve e gelo.
-Estamos todavia aproximadamente a 27 minutos de vôo da base. Podemos enviar mensagens por radio, e nos respondem. Informamos que todo é normal. A base está contenta de que voltou a ter comunicação.
-Temos uma aterrissagem suave.
Eu tenho um encargo.
Fim das anotações no livro de bordo.
4 de Março de 1947: Eu estava numa reunião no Pentágono. Informe detalhadamente sobre meus descobrimentos e sobre a mensagem do Mestre. Todo foi gravado e escrito. O presidente também foi informado. Fui retido aqui durante varias horas (exatamente foram seis horas e trinta e nove minutos). Fui interrogado minuciosamente por uma equipe de seguridade e por uma equipe médico. Foi um inferno!.
Fui posto baixo a estrita supervisão da Previsão Nacional de Seguridade dos Estados Unidos de América.Eu havia recebido a ordem de guardar silencio sobre tudo o que havia vivido pelo bem da Humanidade. ¡Incrível!
Recordaram-me que sou um oficial e que, portanto devo obedecer suas ordens. 30 de Dezembro de 1956: Última anotação: Os anos posteriores a 1947 não foram muito agradáveis para mim… Faço agora a última anotação neste especial diário.
Queria mencionar que me calei aos descobrimentos que fiz, tal como me ordenaram. Mas isso não é o que tenho em mente! Noto que logo chegará minha hora. Mas não morrerá este segredo comigo, sim que será difundido – como toda verdade. E assim será.
Somente assim pode existir a única esperança para a Humanidade. Eu vi a verdade. Ela me fez despertar e me liberou.
Cumpri meu dever com o enorme complexo militar e econômico.
Minha longa noite se aproxima, mas terá um fim. Assim como a longa noite do Ártico tem um fim, assim também a verdade voltará como um luminoso raio de sol, e os poderes escuros não poderão atravessar a luz da verdade…¡
Vi o país além do Pólo, o centro do Grande Desconhecido!
R.E.B. US Navy
(Essa transcrição do diário de Byrd é a tradução da edição alemã “Das Tagebuch des Admiral Byrd” e foi realizado pela web Hitlerismo Esotérico.http://libreopinion.com/members/neuschwabenland
Ademais de Byrd outros exploradores como Olaf Jansen, tambem assegura haver observado a inesperada abertura da Terra no Pólo Norte. A localização mais plausível deste oco se situa a 84.4 latitude Norte, 141 longitude Leste. Em 2006, Steve Currey planeava uma aventura similar para determinar de uma vez por todas, se a Terra era oca ou não.Lamentavelmente faleceu antes que sua aventura se levara a cabo, o site desta aventura se encerrou e todos as futuras viagens a bordo do barco quebra gelos nuclear russo YAMAL, quem havia contratado Currey 100 viagens ao pólo norte para levar a cabo observações científicas se cancelaram. Mas a lenda ou o conhecimento de que a Terra está oca vem de muito, muito antes das expedições de Byrd.
Faz 7000 anos ja se falava do reino de Agharta y Shambala, reinos localizados embaixo da superfície da Terra cheios de esplendor e que fizeram sonhar ao ser humano desde muito tempo.
Julio Verne, na sua obra: “Viagem ao Centro da Terra” (1864), cria a ficção de que existe uma terra de monstros primitivos e raças extinguidas, com mares e um sol próprio no interior do planeta. Quando era um adolescente, havia desfrutado tremendamente com as aventuras do professor Lindenbrock e sua ajudante Alex, enquanto que, durante sua intrépida aventura descobrem vida no centro da Terra. Mas foi com seu idolatrado escritor, Lobsang Rampa, com qual descobriu a porta do mistério, um mistério que, no lugar de diminuir-se, se abriu mais e mais baixo seus pés a medida que se interessava por ele, até o ponto de constituir uma autêntico obsessão
Lobsang Rampa, define na sua teoria da “Terra Oca” uma configuração do planeta Terra bastante peculiar. Concebe ao planeta como se fosse um coco vazio de seu líquido interior, com dois “buracos” nos pólos e um sol interior, a modo de bola de plasma, ocupando o centro geométrico da esfera oca, e incluso, se “atreve” a dar dimensões, assegurando que a espessura de sua corteza interior seria de somente mil trezentos kilómetros dos aproximadamente doze mil seiscentos oitenta kilómetros do diâmetro exterior da Terra
Bulwer Lytton, escritor inglês mais conhecido por sua novela: ‘The Last Day of Pompeii’(Os últimos dias de Pompeia), público em 1871 um curioso livro titulado: ‘The Coming Race’(A raça que vira), nele, conta Lytton uma estranha viagem ao interior da Terra, acontecido ao principio do século XIX, a viagem começa numas minas abandonadas em Inglaterra donde as quais, e a partir de uma galeria subterrânea secreta, o protagonista de sua novela chega a um mundo subterrâneo habitado por uns homens de uma mente súper-desenvolvida que o protagonista chega a considerar como semideuses, e que possuem uma energia que supera o imaginável, denominada energia Vrill.
Segundo a novela de Lytton, esse mundo fabuloso se denominava Agharta (outros autores a nomeiam como Agharti e Agarttha), e sua capital Shamballah (Shamb-Allah), se encontrava no interior da Terra. Os antepassados desses seres procederiam da superfície exterior da terra, havendo encontrado o acesso a seu interior trás terríveis terremotos e cataclismos na superfície exterior do planeta. Esta novela se parece “suspeitosamente” a que Julio Verne havia publicado em 1864, mas seu conteúdo é muito diferente, quanto a descrição de uma raça humana muito evolucionada, enquanto que na novela de Verne, somente se mencionam as ruínas da Atlântida…
A verdade é que nesse século houve uma “febre” de estranhas historias sobre a cavidade terrestre, incluso algumas fotos suspeitosas saíram a publicação.
Aunque, rebuscando en los viejos baúles, lo que atrajo poderosamente la atención de Antonio fue descubrir aquí, en losEE.UU., y precisamente en Saint Louis una extraña historia anterior a la publicación del ‘Viaje al Centro de la Tierra’ de Verne…
Em 1816 todos os membros do Congresso dos Estados Unidos, os reitores de muitas universidades e vários letrados e licenciados de vários estados, receberam uma estranha carta. Estava assinada no dia dez de Abril de 1816 em Saint Louis território de Missoury pelo capitão de infantaria John Cleves Symnes e, se dirigia aos mais altos cargos da jovem nação, nos seguintes términos:
“ Ao Mundo Inteiro:
Eu, afirmo que a Terra está Oca e é habitável no seu interior. Ela está formada por varias esferas sólidas e concêntricas colocadas uma dentro da outra e está aberta nos pólos com uma abertura em cada um, situada entre os 12 e os 16 graus. Me comprometo a demonstrar a realidade do que afirmo, mediante uma viagem de exploração ao interior da Terra, se o mundo aceita ajudar-me na empresa.”
Mesmo que obviamente, o “Mundo” rejeitou a generosa oferta de Symnes, este popularizou numerosas conferencias e teve um grande impacto na opinião pública da época e incluso chegou a fazer uma modesta carreira política; deixando a sua morte numerosos anotações e um pequeno modelo de madeira da “Terra
Oca”, que se exibe atualmente na Academia de Ciências Naturais de Filadélfia.
E que parece que a oco da Terra não é algo exclusivo deste planeta. Muitos outrosplanetas, satélites e cometas mostram a mesma cavidade no seus pólos. Provavelmente mostra que no processo de formação destes objetos celestes a força centrífuga na rotação deixa oco o interior.
Imagens reveladoras de satélite mostram essa abertura da Terra em, ao menos, um de seus pólos. Esta fotografia foi tomada no Pólo Norte da Terra, Missão STS75, 1996. O antigo link oficial onde podia ver-se a foto já não está ativo.http://www.pao.ksc.nasa.gov/ kscpao/spanish/75fact2s.htm.