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terça-feira, 27 de janeiro de 2015

A CIÊNCIA MÍSTICA DO ANTIGO EGITO



Para os sacerdotes e faraós iniciados do antigo Egito, os Bastões de Hórus – cilindros metálicos ou de pedras, possivelmente cristal de safira – foram ferramentas que permitiram o iniciado ultrapassar as barreiras da morte, não apenas no sentido figurado.

Os Mestres Iniciados que faziam uso dos Bastões do deus Hórus, do mesmo tipo utilizado pelo deus Toth, geralmente na forma de cajado, recebiam o conhecimento e sabedoria para utilizar-se de habilidades além da capacidade humana.

Os bastões harmonizavam a frequência harmônica do corpo com a da Terra, frequentemente elevando para ondas gama (aprox. 40hertz), estimulando o sistema nervoso, imune, aumentando a energia e a harmonização energética do Ba e Ka e Akh. Tal como o Ba correspondia a alma, o Ka se referia à força-vital e o akh à força divina.

Para a obtenção da expansão da consciência, ao segurar os bastões de Hórus, os faraós e sacerdotes deveriam adentrar a câmara central das pirâmides. Nestas construções, preparadas nas necessárias proporções da fração áurea ou número de ouro, eram emitidos harmônicos de 432 herts.

Ao segurar cada uma dos bastões e estar submetido a estes harmônicos, novas realidades dimensionais ou paralelas podiam ser acessadas, conectando a mente terrena à mente divina, recebendo informações acima do normalmente conhecido.

Texto baseado nos estudos de Valery Uvarov
Department of UFO Research, Paleosciences and Paleotechnology of National Security Academy of Russia
Thule Brasil