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segunda-feira, 28 de dezembro de 2015

A Estranha Visita de Mary Roff



Na questão longamente debatida da reencarnação, um dos casos mais recentes de que se tem notícia é também o mais surpreendente. Trata-se da história de Mary Lurancy Vennum que, aos 13 anos de idade, em 1877, sofreu alguns ataques de epilepsia com estranhos resultados.

A primeira evidência da reencarnação de Vennum emergiu após um ataque que a deixou inconsciente por cinco dias. Quando voltou a si, ela contou a seus pais que visitara o Paraíso e conversara com um irmão e com uma irmã que já haviam morrido. Mary Vennum não tinha irmãos nem irmãs, e para seus pais ela parecia destinada a parar não no Paraíso, mas em um hospício, particularmente depois que começou a falar com as vozes estranhas de um homem e de uma mulher.
Mas Asa Roff, um amigo da família, interveio. A filha de Roff morrera dezesseis anos antes durante um ataque epiléptico, e ele conhecia um médico que podia ajudar. O dr. E. W. Stevens foi chamado e encontrou Mary Vennum em transe mediúnico, incorporando primeiro o homem e depois a mulher.
Stevens prontamente hipnotizou a menina, que contou-lhe que havia sido possuída por maus espíritos. Quando o médico sugeriu que seria necessário um outro espírito do além para ajudá-la a se livrar daquelas entidades, a própria Mary fez uma sugestão: propôs que Mary Roff, a filha morta de Asa Roff, fosse chamada. Ele concordou sem perda de tempo.

Quaisquer que possam ter sido os distúrbios psicológicos daquela menina, o fato é que a ciência da psicologia dificilmente poderá explicar o que aconteceu a seguir. No dia seguinte, Mary Vennum pareceu transformar-se em Mary Roff, e quando a sra. Roff e uma filha foram visitá-la, Mary chamou a irmã pelo nome, embora as duas jamais tivessem se visto, abraçou as duas e chorou. Ela voltou com as duas à casa dos Roff e pareceu reconhecer tudo e todos na vizinhança, constantemente recordando incidentes da infância de Mary Roff. Interrogando-a a fundo, o próprio Stevens convenceu-se de que a menina sabia tudo sobre a vida de Mary Roff.
Após algum tempo, a menina disse à família Roff que só podia ficar ali alguns meses. Posteriormente, anunciou o dia exato em que partiria e, finalmente, despediu-se. Depois disso, ela voltou ao lar dos Vennum, onde o sr. e a sra. Vennum ficaram felizes ao ver que sua filha Mary Lurancy Vennum voltara para sempre - e completamente curada da epilepsia.





O Povo Formiga – Lenda indígena ou realidade da Terra Oca?

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O Parque Nacional de Kakadu fica ao norte da Austrália, em um cenário típico de Outback, o deserto australiano. Esta área de mais de 20.000 quilômetros quadrados faz parte do Patrimônio Mundial da Unesco por sua beleza, biodiversidade e também por sua importância cultural. Maravilhosas paisagens como as do rio South Alligator, florestas tropicais e belas praias dividem a atenção dos turistas com pinturas rupestres dos aborígenes australianos.

Aborígenes

Os aborígenes australianos são os habitantes originais do continente australiano e de suas ilhas próximas.1 Dados recentes indicam que os australianos nativos são, provavelmente, descendentes dos primeiros humanos modernos a migrar para fora da África. Eles migraram do continente africano para a Ásia há cerca de 70 mil2 e chegaram à Austrália em torno de 50 mil anos atrás.3 4 Os nativos do Estreito de Torres são indígenas das ilhas localizadas no Estreito de Torres, que estão no extremo norte de Queensland, perto de Papua-Nova Guiné. O termo “aborígene” é tradicionalmente aplicado apenas aos habitantes indígenas do continente australiano e da Tasmânia, junto com algumas das ilhas adjacentes, ou seja: os “primeiros povos” da região. “Australianos indígenas” é um termo abrangente usado para se referir também aos ilhéus aborígenes do Estreito de Torres.
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Pinturas aborígenes en Kakadu – Nourlangie Rock – Austrália Nota-se um ser maior, de membros finos e cabeça amendoada, e abaixo seres menores também com cabeças desproporcionais ao corpo.

Escritas e pinturas no Oeste Americano

Hopituh Shi-nu-mu

De acordo com as profecias Hopi, foi o povo formiga que deu abrigo aos humanos, durante as primeiras limpezas da Terra. E será o povo formiga que herdará a Terra, se os humanos não voltarem para o Caminho traçado pelo Criador.
Os Hopi não nativos norte-americanos que habitam duas reservas no Arizona, a Reserva Hopi, no noroeste e a Reserva do Rio Colorado, no oeste daquele estado. A denominação Hopi é uma abreviação do termo composto Hopituh Shi-nu-mu, significando Povo Pacífico ou, ainda, Os Pequenos Pacíficos. A denominação se justifica: a religião dos Hopi é essencialmente pacifista e envolve o respeito por todas as coisas e seres da Natureza, de acordo com os mandamentos de Maasaw, Criador e Protetor do Mundo. Em seus ritos religiosos, os Hopi pedem benéficos para todos os povos da Terra.
Os Hopi, tal como a maioria das culturas antigas, têm uma rica tradição relacionada à criação do mundo, seus ciclos de desenvolvimento e decadência, seu fim. Essa cultura, cuja língua revela íntima relação com outros povos entre os chamados pré-colombianos, especialmente os astecas, possui uma cosmogênese/geogênese que em tudo se assemelha a concepções que parecem se repetir em todo o planeta, fato indicativo que, de alguma forma, toda a Humanidade, recebeu suas tradições de uma mesma fonte, embora as lendas e profecias tenham adquirido, ao longo do tempo, pequenas diferenças, insignificantes em relação ao todo e que são resultado de peculiaridades locais.
Para os Hopi, o grande Criador do planeta Terra é uma entidade divina que veio das estrelas, o que remete à famosa teoria de que a raça humana é o produto de uma colonização extraterrestre.
O indicativo mais importante e de conseqüências mais notáveis é o mesmo que aparece em outras previsões: o aparecimento nos céus de uma ‘estrela destruidora’ que será precedida por astros menores: no caso, uma grande estrela azul, a qual chamam Saquasohuh Kachina, que virá antes de uma maior, uma estrela roxa ou violeta, será definitiva para o extermínio da atual raça humana, da qual restarão uns poucos sobreviventes, sementes do Quinto Mundo.
Os Hopi tambem acreditam na emergência e extinção cíclica dos Homens, que se renovam em raças cada vez mais evoluídas rumo a uma purificação espiritual que chegará ao termo ideal na Sétima Raça ou Sétimo Mundo. A idéia nada tem de original e tem sido repetida à exaustão sendo que a Doutrina Cosmogônica e a Antropogênese teosófica apresenta uma teoria completa sobre o assunto na monumental obra de Helena Petrovna Blavatsky, A Doutrina Secreta.
O fim do mundo segundo a tradição Hopi inclui todo aquele elenco de catástrofes descritas em outras profecias, desastres naturais inevitáveis, considerando que o cruzamento entre as órbitas da Terra e de um astro de grandes proporções, seja planeta, asteroide ou cometa produzirá, evidentemente, grandes alterações no ecossistema terrestre. este fim do mundo segundo os Hopi também inclui a idéia de uma punição, de um carma negativo a ser resgatado e prevê que que a estrela azul virá coroando uma seqüência de nefastas ações perpetradas pelos homens: uma guerra que vai destruir a terra, com direito a bombas atômicas e poluição radioativa.
Somente os Hopi ou, os Pacíficos, serão poupados, refugiados em subterrâneos [aqui, os Hopi combinam o fim do mundo com a teoria da Terra Oca, onde habitariam povos mais evoluídos espiritualmente, por eles chamados de ‘homens-formiga”.

NASA suspende missão espacial que iria a Marte em 2016

Modelo do InSight, que seria enviado a Marte em 2016 (Foto: NASA JET PROPULSION LABORATORY / via SCIENCEMAG)
A NASA anunciou na noite da última terça-feira (22) o cancelamento de sua missão espacial InSight, que tinha como objetivo medir e ouvir tremores em Marte para obter novas informações sobre o interior do planeta. A nave seria enviada em 2016, mas um instrumento de medição sísmica, feito por uma equipe francesa, apresentou problemas e não pode ser consertado a tempo.
Em 3 de dezembro, o laboratório JPL, responsável por grandes avanços de robótica para a NASA e organizador da missão, confirmou que havia um vazamento em uma esfera selada a vácuo que continha três sismômetros. Fornecido pela agência espacial francesa CNES, o instrumento - apelidado de SEIS - pousaria na superfície de Marte para capturar os sons emitidos pelo interior do planeta. Os esforços para reparar o vazamento não foram suficientes e, em 20 de dezembro, depois de uma bateria de testes, o instrumento vazou mais uma vez.   
A notícia, é claro, abalou bastante a comunidade científica, uma vez que o experimento era bastante aguardado. Lisa Pratt, chefe de um dos comitês responsáveis por missões até Marte, definiu que a equipe responsável está "devastada". E não apenas por conta da ansiedade de saber mais sobre o interior do planeta, mas também, é claro, por conta dos custos - que só aumentam quando uma empresa internacional entra na conta. "Ninguém deseja que uma parceria internacional tão vibrante como esta seja abalada dessa forma", contou ela. A missão custaria 675 milhões de dólares e estava dentro do programa Discovery, que oferece missões de baixo custo e altamente competitivas. A InSight foi escolhida entre diversas candidatas; uma delas sugeria que uma nave fosse enviada à lua Titã de Saturno. 
A organização espacial ainda não confirmou uma nova data de lançamento, mas estima-se que seja necessário esperar 26 meses para uma nova tentativa de envio, por conta das órbitas de ambos os planetas. É esperar para ver - e torcer para dar certo na próxima. 

NASA captura nova imagem da Terra vista da Lua - e é deslumbrante

Nova imagem da Terra foi capturada da órbita da Lua (Foto: Divulgação / NASA)
Em certas situações, uma imagem realmente pode dizer mais do que mil palavras. Que tal esse ângulo privilegiado da Terra vista da Lua? A foto foi capturada pelo LRO, oOrbitador de Reconhecimento Lunar da NASA, que atualmente se encontra orbitando nosso satélite. A imagem faz referência à emblemática foto tirada pelo astronauta Harrison Schmitt durante a missão Apollo 17, há quarenta e três anos.
Na imagem, vemos a Terra pelo horizonte lunar. Em destaque, está o continente africano - a mancha amarronzada, no topo à direita, representa o deserto do Saara e parte da Arábia Saudita. Desde sua instalação, em 2009, a LRO já capturou inúmeras imagens deslumbrantes - para termos uma ideia, a espaçonave "testemunha" doze "earthrises" por dia -, mas ver nosso pálido ponto azul deste ângulo é realmente especial.
 

sexta-feira, 18 de dezembro de 2015

Misterioso incidente com OVNI em Kecksburg completa 50 anos


Esse Mês marca o 50º aniversário do OVNI que passou pelos céus dos EUA e caiu perto de Kecksburg.
Relatado inicialmente como um impacto de meteoro, o famoso evento mais tarde ganhou o apelido de “Roswell da Pensilvânia” depois que os militares supostamente tentaram encobri-lo.
O incidente ocorreu no dia 09 de dezembro de 1965, quando milhares de testemunhas em vários estados observaram uma bola de fogo peculiar que foi descrito como “restos de metal quente” devido ao brilho através dos céus.
Apesar dos avistamentos terem sido bastante difundido, no entanto, a pequena cidade de Kecksburg na Pensilvânia que se tornaria mais intimamente associada com o incidente.
Tudo começou quando um jovem garoto local reivindicou que tinha visto a aterrissagem do objeto numa floresta próxima e sua mãe mais tarde também relatou às autoridades que viu estranhas mechas azuis subindo das árvores.
Vários moradores, incluindo membros do corpo de bombeiros que saíram para investigar a cena, se depararam com um misterioso objeto em forma de bola que tinha o tamanho de um carro pequeno com uma escrita estranha em sua superfície.
Dentro de um curto espaço de tempo houveram relatos de uma presença militar intensa no local do acidente com oficiais do exército ordenando civis a ficarem longe da cena enquanto o objeto estava sendo carregado para um caminhão.
Exatamente o que caiu em Kecksburg naquele dia há 50 anos continua a ser objeto de muita controvérsia e debate.
Algumas pessoas acreditam que ele pode ter sido um satélite soviético que caiu ou os restos de algum voo experimental de teste que deu terrivelmente errado.
Há ainda aqueles que acreditam que o objeto era uma evidência de visitação extraterrestre. Seja qual for o caso, o mistério Kecksburg é provável que ainda irá perdurar por muitos mais anos.
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Hacker encontrou evidências de “naves de guerra espaciais” em computadores da NASA


Gary McKinnon, um hacker especializado em invasões de sistemas complexos, revelou detalhes do que ele supostamente encontrou em computadores da NASA.
O hacker britânico, que em 2002 foi considerado culpado pela “maior invasão de computadores militares de todos os tempos”, falou sobre seus esforços para encontrar evidências de acobertamentos relacionados a OVNIs.
Com 49 anos, ele foi poupado de extradição para os EUA há três anos, disse recentemente ter descoberto evidência de um programa espacial secreto gerido pela Marinha dos Estados Unidos.
“Eu fiz uma varredura em documentos e encontrei uma planilha do Excel que mencionava “oficiais não-terrestres”, disse. “Tinha fileiras de nomes e guias sobre ‘transferência de material’ entre as naves”.
“Eu penso que há alguma base no espaço – o que explicaria a tentativa da NASA em apagar as provas de OVNIs de suas fotografias de satélite”.
McKinnon diz que ele encontrou pelo menos uma imagem que mostra o que parecia ser um objeto estranho.
“Estava no hemisfério de um planeta que eu suponho que era a Terra”, disse ele. “O tempo estava nublado, mas não havia o clássico OVNI em formato de charuto, mas tenho certeza que não era algo feito pelo homem”.
Suas reivindicações controversas foram recebidas com significativo grau de ceticismo pelos especialistas.

7 coisas que comprovam que você e o cosmos estão intimamente conectados!

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O que antes pertencia ao domínio da religião e do mito está, cada vez mais, tornando-se consenso na ciência: todas as coisas do Universo estão profundamente relacionadas umas com as outras.
Acredite: conforme os cientistas vão escavando os mistérios da realidade, fica cada vez mais evidente que parece haver uma profunda interdependência entre as coisas. Esta convicção, que já foi muitas vezes trazida à tona pela intuição humana, tem ganhado cada vez mais espaço na comunidade científica.
Existem certos fatos, já familiares à ciência, que podem dar origem a uma espécie de espiritualidade, similar àquela proporcionada pela religião. São descobertas grandiosas que nos recordam que fazemos parte de um grande todo, do qual somos inseparáveis. Elas reforçam a ideia de que a velha distinção homem versus natureza não faz sentido algum.
Separamos sete destes fatos, que têm grande impacto filosófico e podem te fazer olhar de outra forma para a realidade ao seu redor. Confira:
1 – Somos todos poeira das estrelas
A frase, tornada famosa pelo astrônomo Carl Sagan, significa basicamente que todos os elementos que formam os seres humanos, os vegetais, as rochas e tudo o mais que existe no planeta foram formados há bilhões de anos, durante a explosão de estrelas a anos luz de distância daqui. É isso mesmo: elementos pesados como o ferro que corre no nosso sangue, ou o ouro que compõe as nossas jóias, só podem ser sintetizados na natureza em condições extremas de temperatura e pressão – ou seja, quando uma estrela morre e explode violentamente, virando uma supernova. O material formado, então, se espalha pelo espaço interestelar, podendo dar origem a novas estrelas e planetas.
2 – Os átomos do seu corpo já pertenceram a outros seres vivos
A Terra é praticamente um sistema fechado – a matéria que existe aqui não escapa naturalmente para o espaço sideral. Logo, podemos concluir que todos os átomos existentes no planeta estiveram aqui desde o início, e circularam ao longo das eras por incontáveis ciclos químicos e biológicos. Isto quer dizer que os elementos que hoje compõem nossos corpos podem, perfeitamente, ter feito parte de um tiranossauro rex no passado, ou de uma árvore, uma pedra, ou até mesmo de outros seres humanos.
3 – Toda a vida na Terra tem um grau de parentesco
Quando olhamos para a exuberante biosfera que existe em nosso planeta, é difícil acreditar que, nos primórdios da vida, o único ser se resumia a um organismo unicelular. Ao longo de bilhões de anos de evolução, as espécies foram se diferenciando e se adaptando a diferentes ambientes. Mas, por mais distintas que pareçam, todas têm um grau de parentesco umas com as outras, sem exceção. Todas tiveram um ancestral comum em algum momento.
4 – Quimicamente, animais e plantas se complementam
As árvores são nossas “primas”, e podem ser compreendidas como complexas fábricas naturais que sintetizam o gás carbônico, eliminando o oxigênio. No nosso caso, o processo é reverso – nós respiramos o oxigênio e expelimos gás carbônico. Podemos dizer então que os vegetais e os animais são, evolutivamente falando, perfeitos uns para os outros, e mantém uma relação de interdependência.
5 – Seu corpo é perfeitamente adaptado para viver na Terra
Não apenas o corpo humano, mas todos os seres vivos do planeta, são minuciosamente moldados para sobreviver no ambiente terráqueo. Se vivêssemos em um lugar com maior gravidade, por exemplo, nossos músculos e estrutura óssea teriam de ser bem mais resistentes para aguentar a pressão. O implacável processo de seleção natural se encarrega de escolher as espécies mais aptas à sobrevivência. De certa forma, toda a vida que conhecemos tem a cara da Terra, porque é perfeita para ela.
6 – No nível quântico, não existem objetos sólidos
Quando tocamos em qualquer objeto, sentimos claramente que se trata de algo sólido, palpável. No entanto, a sensação não passa de um engano de nossos sentidos: são apenas as nuvens de elétrons dos átomos de nossa pele interagindo com as nuvens eletrônicas do objeto. O que se pode chamar de sólido é o núcleo dos átomos, mas eles jamais se tocam. Os átomos são compostos quase que inteiramente de vazio.
7 – Partículas subatômicas podem estar conectadas mesmo a milhões de anos luz uma da outra
Não importa que uma das partículas esteja na Via Láctea e a outra na vizinha Andrômeda – se houver entre elas o chamado entrelaçamento quântico, uma é parte indissociável da outra. Elas se influenciam instantaneamente, superando até mesmo a velocidade da luz. Isto é possível pois o princípio sugere que a matéria universal esteja interligada por uma rede de “forças”, sobre a qual pouco conhecemos, que transcende até mesmo nossa concepção de tempo e espaço.

Asteroide vai passar próximo à Terra na noite de Natal


Neste ano, não vai ser o Papai Noel quem vai cruzar os céus na noite do dia 24 de dezembro; o visitante noturno será o asteroide 2003 SD220, também conhecido como 163899, que fará sua maior aproximação da Terra até hoje. Já adiantamos que a “passadinha” do corpo celeste não vai estragar a festa de ninguém; o 163899 estará há cerca de 11 milhões de quilômetros de nós, cerca de 28 vezes a distância do nosso planeta à Lua.
Contudo, há dois fatos interessantes sobre o asteroide. O primeiro é seu tamanho – com aproximadamente dois quilômetros de comprimento, é uma rocha de tamanho impressionante. O segundo são os rumores que circulam sobre ele: há quem diga que a aproximação do 163899 causaria terremotos na Terra, o que não passa de uma tremenda lorota. Eddie Irizarry, autor do site EarthSky, comentou o rumor em seu artigo sobre o asteroide natalino: “mesmo que o 2003 SD220 passasse mais perto de nós, é questionável que terremotos pudessem acontecer. Na verdade, não existem evidências científicas de que a passagem de um asteroide possa causar qualquer atividade sísmica, a menos que ele se chocasse com a Terra – o que claramente não é o caso”.
Infelizmente, o objeto está tão distante de nós que será difícil enxergá-lo na noite de Natal: apenas astrônomos profissionais e amadores, com equipamentos adequados, serão capazes de capturar imagens do objeto. O 2003 SD220 deve se aproximar da Terra mais uma vez, em 2018, mas bastante afastado – os pesquisadores da NASA garantiram que o objeto permanecerá longe por, no mínimo, duzentos anos.
(Via Gizmodo)

Essas botas são o símbolo do fim da era de exploração humana da Lua


Na última segunda-feira (14), comemorou-se o aniversário de retorno da última expedição à Lua feita por humanos.Harrison Schmitt e Eugene Cernan passaram três dias explorando a região de Taurus-Littrow para a missão Apollo 17, após meses de treinamento em terra. As botas acima foram feitas especialmente para Cernan; o astronauta as calçava por cima da bota acoplada ao seu traje espacial, para formar uma camada extra de proteção contra mudanças térmicas e pedras lunares especialmente pontiagudas. 
A missão Apollo 17, conhecida por ter investido pesadamente em exploração científica, foi a única que fez investigações geográficas sobre o campo de gravidade lunar e suas propriedades elétricas. A dupla de astronautas também ficou famosa – talvez não da melhor forma – por ter consertado danos em seu lunar rover (um carrinho lunar, em tradução livre) usando um mapa e fita adesiva
As botas de Cernan, atualmente, fazem parte do Museu do Ar e do Espaço (National Air and Space Museum, ou NASM), em Washington, nos Estados Unidos. Mais informações aqui.
(Via Gizmodo)

Astrônomos capturam em foto uma das galáxias mais antigas do Universo


 

Nasa divulgou recentemente a descoberta de uma das galáxias mais antigas do Universo. De acordo com os pesquisadores, a foto revela um dos objetos estelares com luminosidade mais fraca de que se tem notícia – um indicativo de que teria se formado há cerca de 13,1 bilhões de anos, sendo apenas 700 milhões de anos mais jovem que o Universo.
Apelidado de Tayna, que significa “primogênito” em aimará (idioma falado nas regiões do Andes e Altiplano na América do Sul), o objeto foi encontrado graças a uma combinação de mapeamentos dos telescópios Hubble e Spitzer. Essas tecnologias combinadas estãorevolucionando a forma que entendemos as origens do Universo, já que possibilitam que identifiquemos objetos de pouquíssima luminosidade, inexplorados até então.

Para os pesquisadores, a Tayna teria um tamanho similar à Grande Nuvem de Magalhães (ou Large Magellanic Cloud, conhecida como LMC), uma pequena galáxia-satélite da nossa Via Láctea. Os cientistas apostam que ainda há muitas galáxias parecidas com Tayna, e talvez tão antigas quanto, apenas esperando para serem descobertas. E isso não está muito longe de acontecer – em 2018, com o lançamento do telescópio James Webb, estaremos ainda mais perto de encontrar pistas para o início do Universo.Além da tecnologia utilizada pelos telescópios, os astrônomos confiaram em um fenômeno conhecido como lente gravitacional. Ele acontece quando a luz de uma determinada fonte sofre distorção por conta da presença de uma estrutura massiva entre a fonte e o observador (no caso, a gente). Neste caso, a estrutura era um aglomerado de galáxias chamado MACS J0416.1-2403. Por conta desse fenômeno, a luz da galáxia ficou 20 vezes mais intensa do que o esperado para objetos como este. De acordo com a coloração da luz, estima-se que o aglomerado esteja a cerca de 4 bilhões de anos-luz de distância do nosso sistema solar.
Mais detalhes da descoberta podem ser encontrados no The Astrophysical Journal (em inglês).

NASA divulga imagem colorida de Plutão


New Horizons captou imagens incríveis de Plutão ao passar por ele em julho. No início da semana, a NASA divulgou algumas delas que mostram detalhes da superfícierochosa e congelada do planeta anão.

Veja a imagem em seu tamanho real:E na última quinta-feira (10), a agência espacial americana revelou mais uma imagem da superfície de Plutão, dessa vez em cores e altíssima resolução. O retrato foi capturado a uma distância de 17 mil quilômetros e mostra a beleza e a complexidade das formações geológicas desse corpo celeste.
plutão (Foto: NASA)

Líderes mundiais, especialistas e até o Papa alertam: nosso planeta está esquentando como nunca


Enquanto líderes e especialistas mundiais se reúnem na Conferência do Clima (Cop21), em Paris, a última oportunidade para chegar a um acordo planetário sobre como enfrentar o problema das mudanças climáticas (pacto que vem sendo discuto desde 1992), uma nova informação divulgada pelos National Centers for Enviromental Information (Centros Nacionais de Informação Ambiental, na tradução) parece confirmar as piores suspeitas: o último mês de outubro foi, para a Terra, o mais quente desde que os registros começaram a ser feitos, há 136 anos. 



A temperatura média ficou 0,98 graus Celsius acima da média do século XX, de 14 graus Celsius. E isso não é tudo: os primeiros 10 meses de 2015 foram o período mais quente do qual se tem registro, com 0.86 graus acima da média do século XX, superando o recorde de 2014, que ultrapassou 0,12 graus. 

Essa informação coincide com a declaração dada pelo Papa Francisco, que dedicou uma encíclica para advertir sobre os efeitos devastadores da mudança climática na vida dos que possuem menos recursos. “Utilizando uma palavra forte, estamos à beira do suicídio”, disse Francisco na época. Sobre a conferência de Paris, ele disse: “Quase todos que estão em Paris querem fazer algo. Estou confiante que o farão, eles têm boa vontade e rezo por isso”.

Saiba qual foi a última e assustadora profecia da “Nostradamus dos Bálcãs”


Uma anciã falecida em 1996 é responsável pela previsão de grandes catástrofes mundiais, como o tsunami de 2004 e o 11 de setembro. Agora, um último e sinistro presságio parece começar a se cumprir inexoravelmente.


Trata-se de Baba Vanga, uma mulher nascida na cidade de Strumica, atual território macedônio, quando este ainda pertencia ao Império Otomano. Por causa da incrível precisão com que conseguiu antecipar grandes eventos no mundo, desde a mais tenra idade, ficou conhecida na região como a “Nostradamus dos Balcãs”. 

Entre muitas outras previsões, a anciã, que morreu há quase duas décadas, aos 85 anos de idade, previu o atentado às Torres Gêmeas, quando, em 1989, afirmou que “os irmãos norte-americanos” seriam atacados por “duas aves de ferro”. Da mesma forma, antecipou o devastador tsunami que, em 2004, atingiria o litoral tailandês, quando disse: “uma grande onda cobrirá um grande litoral com pessoas e aldeias e tudo vai desaparecer debaixo d’água”. 

Entretanto, o mundo voltou sua atenção para uma das últimas previsões da anciã macedônia, que, em 1996, disse que o mundo viveria uma “grande guerra islâmica” até 2016. De fato, muitos atestam que as visões de Vanga já tinham anunciado a Primavera Árabe, apesar de ela ter morrido 14 anos antes. 

A anciã afirmou que essa “grande guerra islâmica” começaria na Síria para terminar com o controle absoluto de Roma, por volta de 2043. Além disso, declarou que ali seria estabelecido o Califado definitivo e que a Europa “deixaria de existir”, ao se transformar em um continente “quase vazio” e com “áreas desertas desprovidas de qualquer forma de vida”. 

Entre as inúmeras previsões atribuídas a Vanga, há algumas bastante exóticas, como a que diz que alienígenas ajudarão o homem a viver debaixo d’água em 2130, ou uma possível guerra em Marte, em 3005. Por fim, talvez a mais fantástica seja também a mais apocalíptica: ela afirmou que não haverá sobreviventes no planeta Terra por volta de 3797.

Descobrem a causa da 'dança estranha' de um sistema planetário


A peculiaridade da órbita de um planeta faz supor a existência de um outro corpo celeste em sua proximidade.

Um grupo Estadounidense de cientistas descobriu a causa da singularidade de um sistema planetário localizado na constelação de Cetus. (Constelação da Baleia)
A peculiaridade deste planeta descoberto em 2011 que circula em torno da estrela HD 7449 tem uma massa oito vezes maior do que a de Júpiter órbita,  que faz supor que um outro corpo celeste girava ao seu redor. "A pergunta que surgiu foi se era um planeta ou uma anã", disse Timothy RODIGAS, do Instituto Carnegie.
Usando os telescópios Magalhães  para imagens extremamente de alta resolução, os pesquisadores determinaram que é uma estrela anã, que detém 20% da massa do Sol e se encontra a 18 unidades astronômicas -distância média entre Terra-Sol da estrela.
Segundo os cientistas, a gravidade desse planeta anão se influenciam mutuamente por milhões de anos, daí a inclinação orbital peculiar do astro.
A equipe vai continuar a estudar este fenômeno, mas disse que "é difícil prever o que vai acontecer ao longo do tempo, mas você pode dizer que o planeta 'dança' entre as duas estrelas". 

Descubra uma nova espécie humana



Um osso de 14.000 anos encontrado em Red Deer Cave in China confirma a existência de uma espécie semelhante ao Homo habilis, que viveu com os homens contemporâneos.

O estudo de um fêmur que passou 25 anos em um museu chinês sem ser estudado se revelou semelhante ao Homo habilis, extintos há 1,5 milhão de anos atrás. Resto ósseo têm "apenas" 14.000 anos. Ou seja, o proprietário veio a viver com os homens contemporâneos.
Consequentemente, o fêmur é o vestígio de um moderno e diferente Homo sapiens, que nasceu 100.000 anos atrás. O fêmur é muito pequeno, que é a característica comum da espécie humana tais como o Homo habilis. Segundo os pesquisadores, o proprietário do osso curto pesava cerca de 50 quilos. Era muito menor do que o Homo sapiens.
O fêmur foi encontrado entre outros detritos no Red Deer Cave, que está localizado na Região Autônoma Guangxi Zhuang. No entanto, no momento da sua descoberta, ele não chamou muita atenção, ofuscado por outros resultados.
Agora, uma equipe de cientistas australianos e chineses liderados por Darren Curnoe e Ji Xueping destina-se a demonstrar a existência de uma nova espécie com um estudo no fêmur, embora concordando que mais achados de ossos são necessários, relata Eureka Alert.
Em 2012 uma equipe liderada pelos próprios cientistas emitiu a reconstrução de um crânio encontrado na cidade vizinha de Longlin, afirmando que esta era de entre 11.500 e 14.300 anos de idade. Segundo eles, o crânio era de um humano de pequena altura, não parecia ser como um ser humano contemporâneo, assim, poderia ser de alguma espécie desconhecida. Ele logo foi apelidado de 'anão' e 'hobbit' e vários cientistas contestaram a conclusão.

Encontrado "outra Terra" vivendo perto de nosso planeta



É o planeta mais próximo da Terra que poderia ser colonizada pelo homem. O Wolf 1061c  fica a apenas 14 anos-luz do planeta azul, fora do sistema solar.


Uma equipe da Universidade de New South Wales, na Austrália, descobriu  o mais próximo planeta potencialmente habitável da Terra. O 1061c Wolf está fora do sistema solar cerca de 14 anos-luz de distância da Terra. 


O planeta, cuja massa é de quatro vezes a massa da Terra, está na constelação de Ophiuchus, e sua estrela é a 35.ª mais próxima ao Planeta Azul. A "outra Terra" tem uma superfície rochosa e está dentro da zona de Goldilocks, Pode ser possível a existência de água e vida.
Este é um dos três planetas descobertos pela equipe. "É fascinante ver a vastidão do espaço e acho que uma estrela, tão perto de nós, um vizinho próximo pode hospedar um planeta habitável", disse em um comunicado Duncan Wright, chefe da pesquisa.
Wright explicou que os três planetas descobertos são de massa baixa o suficiente para ser potencialmente rochoso com uma superfície sólida, mas apenas 1061c Wolf poderia abrigar vida. 

quarta-feira, 16 de dezembro de 2015

Seríamos alienígenas em nosso próprio planeta?


A teoria chamada panspermia continua a levantar questões sobre a origem da vida na Terra.
Esta teoria, que data de século V, declara que a vida pode pular entre planetas, inclusive sistemas estelares, para fertilizá-los com formas de vida.  Então, se a Terra pudesse enviar astronautas para explorar Marte, poderíamos descobrir as origens da vida na Terra, o que seria uma das maiores descobertas científicas, reportou o Business Insider.
Uma vez que a exploração de Marte tivesse êxito para descobrir respostas sobre esta teoria, ela impactaria nossa identidade como espécie na Terra, diz a reportagem.
Isto está em acordo com a crença de que, de acordo com cientistas planetários, Marte uma vez foi morno e úmido. Suas condições planetárias poderiam sustentar a vida, simplesmente através do estudo da atmosfera e da composição de solo daquele planeta.
É por isto que muitos cientistas dizem que uma missão tripulada até Marte é necessária.
Bill Nye disse em seu novo livro, “Unstoppable: Harnessing Science to Change the World” (Incessável: Colhendo a Ciência para Mudar o Mundo – título de trad. livre n3m3) que a descoberta de micróbios em Marte, que sejam claramente relacionados à Terra, mudaria a história humana, adicionou a reportagem.
Mas de acordo com Linda Billings, consultora para os Programas da Nasa de Astrobiologia e Objetos Próximos à Terra, tal descoberta não virá repentinamente.  Billings disse que a descoberta de vida extraterrestre seria um processo prolongado, porque seria sujeita à revisão por pares pela comunidade científica, pois eles irão procurar por mais evidências sobre tal descoberta, reportou o Yahoo News.
Linda Billings explica bem parte da razão da NASA ser tão relutante em declarar que já descobriu vida extraterrestre. 
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'Avatar': Cientista russo propõe colonizar a Lua com um inovador robô



Cientista russo Oleg Saprykin introduziu uma idéia de colonização lunar inovadora com a ajuda de um robô-avatar que representa o corpo humano. O humanóide seria dirigido a partir da Terra ou do espaço.

O chefe de programas tripulados desenvolvidas pela agência espacial russa  Roscosmos, Oleg Saprykin, acredita que no trabalho na superfície lunar poderia ser usado avatares robóticos que seriam geridos por um homem da Terra ou do espaço. Os cientistas poderiam controlar um robô-avatar mecânico através de um exoesqueleto com acoplamento cinemático inverso. O exoesqueleto iria replicar o corpo humano.
"Com a utilização de um robô deste tipo, seria possível viajar através do sistema solar. E na superfície da Lua ele seria muito interessante " diz Saprykin para  RIA Novosti.

O que fará a gestão deste robô na Lua? 

Na verdade, graças a atrasos na comunicação de ida e volta entre o satélite natural da Terra e em tempo real, o robô exercerá todas as ações que indicam a distância com uma diferença de não mais de quatro segundos, de acordo Saprykin que disse durante a conferência de imprensa dedicada à missão espacial tripulada a Marte. Mais cedo, o chefe do Centro de Treinamento de Cosmonautas Yuri Lonchakov, informou que robô russo seria enviado para a Estação Espacial Internacional (ISS).
O robô humanóide russo SAR-401 foi desenvolvido pela Associação de Produção Científica e nomeado "tecnologia Android 'pelo Instituto Central de Engenharia Mecânica. Ele foi apresentado  em novembro de 2013, no Centro de Treinamento de Cosmonautas Yuri Gagarin, em Star City, nos arredores de Moscou. Em seguida, a empresa criou um modelo de teste, capaz de realizar até 50 operações em espaço aberto.


Impressionante: NASA publica fotografia espetacular de Vênus


A imagem foi capturada pelo astronauta japonês Kimiya Yui da ISS, utilizando a sonda  japonesa Akatsuki, que esta semana entrou com sucesso na órbita de Vênus, relata NASA.
Na fotografia, o segundo planeta do sistema solar aparece no topo a brilhar como uma estrela na superfície da Terra, iluminado por milhares de luzes de uma metrópole.

Foto: Revelam como golfinhos vêem os humano



Uma imagem extraordinária, obtidas por cientistas depois de um experimento sob a água, descobriu como um golfinho "vê" um mergulhador usando sua capacidade de ecolocalização.



Durante o experimento, realizado com a ajuda de especialistas britânicos em um aquário de golfinhos em Puerto Aventuras, México, o mergulhador Jim McDonough mergulhou com um cinto de peso, diz relatórios de Daily Mail '.
Um microfone especial pegava os sinais de eco do golfinho, voltadas para o mergulhador, e foram então visualizados com o uso da nova tecnologia CymaScope. O físico britânico John Stuart Reid, que dirige a equipe CymaScope explica que este aparelho converte as vibrações sonoras em flutuações de água.
Como resultado da experiência, os investigadores receberam um vídeo da superfície da água de uma imagem semelhante à da silhueta do homem . Depois de ser processado com o computador, a imagem ficou mais clara, e os cientistas concluíram que corresponde à forma do mergulhador.
Link permanente da imagem incorporada
Assim, a pesquisa mostrou que o uso de ecolocalização dos golfinhos não só são capazes de ver sombras de objetos, mas também os contornos de sua superfície. "Agora você pode dizer com segurança que os golfinhos podem usar a linguagem 'sono-pictórica", ou seja, uma linguagem de imagens que partilham uns com os outros ", diz Jack Kassewitz, diretor do experimento.