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quinta-feira, 12 de março de 2015

Cinco razões para questionar a história formulada pela ciência

Na escola, aprendemos que os dinossauros foram extintos há cerca de 65 milhões de anos, e que pequenos mamíferos sobreviveram e evoluíram a outros mamíferos. Mais tarde, em torno de 250 mil anos atrás, um mamífero semelhante ao macaco evoluiu para o que é hoje o homem moderno, correto?
Artefatos recém descobertos levantam a possibilidade da humanidade já existir muito antes do que pensamos. E provavelmente, esses humanos antigos não tenham vivido uma vida primitiva, como geralmente é suposto.
Talvez esteja na hora de atualizar nossos livros de história antiga e de ciências.
Aqui estão alguns achados pré-históricos que confundem os cientistas sobre nossa história humana:
1. O Mecanismo de Anticítera – Construído há mais de 2 mil anos
O Mecanismo de  Anticítera é um dispositivo mecânico de 2 mil anos de idade, usado para calcular as posições do sol, da lua, dos planetas e até as datas dos Jogos Olímpicos antigos (Wikimedia Commons)
O Mecanismo de Anticítera é um dispositivo mecânico de 2 mil anos de idade, usado para calcular as posições do sol, da lua, dos planetas e até as datas dos Jogos Olímpicos antigos (Wikimedia Commons)
Originalmente achado em 1901, estas intrincadas engrenagens interligadas só foram desvendadas com as modernas ferramentas de verificação do século 21. Construída pelos gregos, este computador antigo pode calcular com precisão as mudanças astronômicas.

2. Pinturas Minerais em Cavernas – pintadas entre 15 mil e 50 mil anos atrás
Pinturas rupestres com 10 mil anos, em Valcamonica, Itália, mostram  pessoas vestindo o que alguns dizem ser trajes espaciais (Wikimedia Commons)
Pinturas rupestres com 10 mil anos, em Valcamonica, Itália, mostram pessoas vestindo o que alguns dizem ser trajes espaciais (Wikimedia Commons)
Em diferentes cavernas ao redor do mundo, há pinturas de sociedades pré-históricas com detalhes gráficos de uma inesperada cultura, como pessoas vestindo camisas, calças, botas e chapéus.

3. O Martelo de Londres – datado entre 110 e 115 milhões de anos atrás, encaixado numa rocha de muitos milhões de anos
Réplica do Martelo de Londres, como apresentado em um slide pelo Dr. Doug Newton, da organização sem fins lucrativos Trinity Creation Studies (Captura de tela / YouTube)
Réplica do Martelo de Londres, como apresentado em um slide pelo Dr. Doug Newton, da organização sem fins lucrativos Trinity Creation Studies (Captura de tela / YouTube)
Um martelo, cuja função exata ainda é desconhecida, foi achado em um riacho por dois andarilhos em Londres, Texas, em 1936. O martelo ficou envolto em calcário após sua descoberta. Além de possuir entre 110 e 115 milhões de anos, ele foi encontrado encaixado dentro de uma rocha de vários milhões de anos.

4. Marca de sapato em um fóssil de trilobite – a marca foi feita entre 200 e 600 milhões de anos atrás
Uma pegada fossilizada pisando em um trilobite, um artrópode marinho já extinto. Os trilobites são conhecidos por terem sido extintos há cerca de 260 milhões de anos.
Uma pegada fossilizada pisando em um trilobite, um artrópode marinho já extinto. Os trilobites são conhecidos por terem sido extintos há cerca de 260 milhões de anos.
Em junho de 1968, uma pegada humana fossilizada, que possui um fóssil de trilobite inserido nela, prova o quase impossível, já que os trilobites foram extintos há cerca de 280 milhões de anos. A pegada fossilizada, que apresenta um sapato tamanho 44, é estimada entre 200 milhões e 600 milhões de anos.

5. Reator nuclear na República do Gabão, na África, com 1,8 bilhões de anos
(República do Gabão / Shutterstock)
(República do Gabão / Shutterstock)
Em 1972, uma fábrica francesa importou minério de urânio de Oklo, Gabão, e descobriu que um isótopo fundamental de urânio tinha sido esgotado. Era como se uma reação nuclear já tivesse ocorrido. Cientistas de todo o mundo passaram a estudar esse fenômeno, e descobriram um reator nuclear subterrâneo. Alguns presumiram que era um reator “natural”, mas outros afirmaram que isso seria muito improvável. Desde então, foi completamente destruído pela mineração, deixando um mistério. Leia mais sobre o fenômeno no artigo O reator nuclear pré-histórico no Gabão, na África.