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sexta-feira, 24 de abril de 2015

A Água da Vida


"Uma vez que a estrutura molecular da água é a essência da vida, o homem capaz de controlar essa estrutura no âmbito celular mudará o mundo."
(Dr. Albert Szent-Gyorgy, Ganhador do Premio Nobel de Medicina)
A água é uma força viva, conforme descoberto pelo cientista austríaco Victor Schauberger. Sua energia possui uma vibração específica, mas esse padrão é perdido até chegar em nossas residências.
Para começarmos a entender como a água é uma força vital, armazena e irradia energia, imagine-se sentado na frente de uma cachoeira, ou do mar. Ouça em sua mente o som da água batendo contra as rochas, ou das ondas quebrando na praia. O simples fato de imaginarmos isso nos traz uma onda de tranquilidade e paz. Isso, no entanto, é apenas um aspecto da vitalidade e da vibração da água. Agora imagine o potencial existente no interior das moléculas da água!
O potencial terapêutico da água está presente em vários países e culturas do mundo. Dentre alguns exemplos, pode-se citar o Poço Sagrado de Chalice, localizado em Glastonbury (antiga ilha de Avalon), na Inglaterra, e as águas sagradas de Lourdes, na França. A água dessas fontes possui propriedades medicinais que são constantes objeto de estudo.
Memória da água
Pesquisas têm demonstrado que a água é formada por uma matriz de cristais de hidrogênio (pontes de hidrogênio), sendo que os mesmos constituem estruturas de vários formatos. É por meio dessa combinação das pontes de hidrogênio, que a água armazena informações dos locais e das energias às quais ela foi exposta. Esse processo de memória da água tem sido estudado com maior ênfase nos últimos anos, comprovando cientificamente o que algumas culturas já acreditavam: a água é um elo entre o mundo físico e o energético.
A Homeopatia, por exemplo, é baseada na capacidade que água tem de se unir e transportar freqüências vibracionais de substâncias físicas.
Ao explicar essa capacidade intrínseca da água de reter informações (energias, resíduos químicos, etc), a cientista Johanne Grander disse que a água é semelhante a uma fita cassete. Assim, de acordo com os elementos aos quais ela é exposta, informações são registradas em seu interior. Vale ressaltar que a água poluída também possui essa capacidade e, mesmo após ter sido filtrada, essa propriedade permanece.
O cientista francês Jacques Benveniste é um dos pesquisadores dessa área. Junto com sua equipe, ele demonstrou que uma substância, mesmo tendo sido removida da água fisicamente, ainda possuía registros energéticos em sua constituição. Essa mesma teoria, na verdade, não é recente, uma vez que a Homeopatia parte de um principio semelhante. As descobertas de Benveniste foram documentadas pela Nature Magazine – um dos mais influentes jornais científicos. O fundamento principal de seu estudo é direcionado para a capacidade de cura que a água possui, uma vez que a mesma pode ser programada para esse fim.
No Japão, o cientista Masaru Emoto também reforçou a idéia de que a água é um elemento vivo. Seus estudos conseguiram registrar (em fotografias) os cristais de água (pontes de hidrogênio), que surgem no processo de congelamento da água. Primeiramente, o Dr. Emoto congelou diferentes amostras de água e, após congeladas, foram ampliadas e fotografadas. Foi assim que ele começou a comparar diferentes amostras, recolhidas de várias partes do mundo.
O Dr. Emoto demonstrou que a água possui uma força consciente que reconhece e responde a diferentes estímulos de seu ambiente. Dentre esses estímulos, foi possível identificar os seguintes: música (de diferentes estilos), palavras que proferimos, orações e, até mesmo, pensamentos! Suas descobertas foram publicadas em vários de seus livros, Nos livros existem fotografias de centenas amostras que água que foram submetidas a diferentes situações, conforme citado anteriormente.
As fotos tiradas pelo Dr. Emoto são evidências muito claras de como o homem é vulnerável à influências externas, visto que nosso corpo é constituído por 70% de água! Esses fatos científicos nos chamam a atenção para uma nova forma de pensar e interagir com a natureza e o meio em que vivemos.
Outro cientista que também comprovou essas diferenças na estrutura molecular da água foi o cientista alemão Theodor Schwenk. Ele percebeu que enquanto as amostras de nascentes apresentavam um padrão geométrico semelhante ao de uma rosa, as imagens capturadas de água de torneira revelavam uma estrutura caótica e sem nenhuma harmonia geométrica. Com essas imagens Schwenk foi capaz de ilustrar como as formas naturais da água são afetadas por meio do tratamento e transporte da água até nossas residências.