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terça-feira, 28 de abril de 2015

CAVALEIROS DE MALTA


Com a conquista de Jerusalém pelos francos em 1099, duas ordens militares foram fundadas para proteger os peregrinos no caminho da Terra Santa. Uma delas foi a Ordem dos Cavaleiros TEMPLÁRIOS. A outra foi a Ordem dos Cavaleiros do Hospital de São João ou Ordem dos Hospitalários. Enquanto os Templários usavam como sede as ruínas do antigo Templo de Salomão, os Hospitalários se alojavam perto da Igreja do Santo Sepulcro. Na Cruzada Albigense (1209-1244), os Hospitalários se alinharam com o VATICANO contra os CÁTAROS, enquanto os Templários ficaram neutros ou apoiaram discretamente os hereges. Em 1314, a Ordem do Templo entrou em confronto com a Igreja e acabou condenada por heresia. Os Hospitalários herdaram várias propriedades da ordem rival e estreitaram ainda mais seus laços com o papado. Em 1530, o imperador Carlos V doou aos Hospitalários a ilha de Malta (que acabaria sendo tomada por Napoleão Bonaparte no século 18). Desde a doação, a organização passou a ser conhecida como Ordem dos Cavaleiros de Malta.
Vários notórios vilões da política mundial eram supostamente Cavaleiros de Malta: Reinhard Gehlen (chefe da Inteligência nazista e agente da CIA na Guerra Fria); Alexander Haig (o homem que definiu a política exterior americana nos governos Nixon e Reagan); Licio Gelli, Roberto Calvi e Michele Sindona (que se envolveram no escândalo do Banco do Vaticano nos anos 1980); William Casey (chefe da CIA durante o escândalo Irã-Contras) e Otto Von Hapsburgo (suposto descendente da DINASTIA MEROVÍNGIA), entre outros. A Ordem também é acusada de envolvimento no hipotético assassinato do Papa JOÃO PAULO I, em 1978. Segundo alguns conspirólogos, o verdadeiro objetivo da MAÇONARIA é combater a influência perniciosa dos Cavaleiros de Malta.