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quarta-feira, 15 de abril de 2015

Tripulantes Atacam em Pirassununga


Luiz Flauzino de Oliveira, lavrador e funcionário do Instituto Zootécnico de Pirassununga (SP) foi testemunha de uma péssima experiência ufológica em 12 de fevereiro de 1969. Na ocasião do contato Luiz morava com sua família na Chácara dos Morais, na mesma cidade. Luiz sempre acordava cedo para trabalhar. No referido dia ele levantou-se às 4:40 da manhã e se dirigiu à sua roça de arroz. Quando estava próximo à plantação ele ouviu, por volta das 5h40 da manhã, um ruído estranho dentro da mata, ao seu lado esquerdo. No momento, ele estava enrolando um cigarrinho de palha, com uma certa dificuldade devido ao embornal com marmita que trazia a tiracolo. Repentinamente ele sentiu-se agarrado pelos flancos sendo puxado rapidamente para trás uns 4 metros. Ele tentou equilibrar-se firmando os pés descalços no chão para não cair. Não conseguiu. Ele foi atirado de encontro ao barranco, depois novamente agarrado por trás e atirado à distância no meio da estrada.
BARBUDINHOS
Então ele pôde ver melhor seus agressores: dois pequenos, de 1,40 m de altura, olhos assimétricos - o esquerdo mais alto que o direito, barba e cabelos negros, muito compridos. Eles usavam calção curto com desenhos variados, blusa branca, de mangas sem botões e pequenas botas pretas. A pele do rosto e da parte visível das pernas era clara, de aparência idêntica à humana.
Ele atracou-se com um deles rolando pelo barranco. Durante a luta eles comunicavam-se entre si em uma linguagem desconhecida. Deram-lhe 3 socos na orelha e ele não conseguiu acertar nenhum. Os baixinhos eram extremamente ágeis e tinham muita força: vendo que não poderia vencê-los "na raça", Luiz Flauzino levantou-se ofegante, e aplicou-lhes uma rasteira derrubando os dois de uma só vez, um sobre o outro. Surpresos os pigmeus se levantaram e disseram em Português:
"- Vamos embora... Com este nós não podemos".
Eles entraram pelo mato, sem muita pressa. Passado o primeiro susto o lavrador dispôs-se a persegui-los.
"- Eu queria pegá-los e amarrá-los um ao outro pelos cabelos".
Mas, ao passo que os dois se distanciavam calmamente, Flauzino não conseguia alcançá-los mesmo correndo, pois os emaranhados de cipós dificultavam a caminhada. No entanto, os baixinhos caminhavam com a maior facilidade e não romperam o cipó uma vez sequer.
NERVOSO FICA NERVOSO
Outro detalhe interessante foi a atitude do cão, chamado Nervoso. Ele era muito inteligente e obediente. Ao aplicar a rasteira nos dois pequenos Luiz gritou ao cachorro que atendeu de imediato e avançou contra os homenzinhos, mas antes de atingir os dois rolou pelo chão uivando e ganindo. Quando os estranhos foram embora, Nervoso continuou a rolar no chão, embora sem ganir e uivar. Só depois que Luiz Flauzino apanhou o embornal, foi que o animal se acalmou ficando em pé dificuldade, como se estivesse tonto. Dava alguns passos e parava. Diante disso, seu dono deixou-o e seguiu caminhando para o trabalho. Dois quilômetros adiante, Nervoso o alcançou, mas ainda demonstrando tontura.
Antes de chegar ao plantio, Luiz encontrou seu chefe, o Sr. Waldir Couto, na estrada. Este o mandou voltar à cidade e dar parte à delegacia de polícia. A meio caminho, foi alcançado pelo Dr. Claude, que já estava inteirado do assunto e convidou-o a subir na perua que dirigia.
Na delegacia ele contou o ocorrido e em companhia do Dr. Claude, e de mais cinco policiais, voltou ao local onde encontraram vestígios de luta. Os policiais não conseguiram entrar no mato mais de 8 metros, tal o emaranhado de cipós.
Um mês depois da ocorrência , Nervoso morreu. Enquanto esteve vivo ele evitou passar pelo local do incidente. Contornava a estrada, por cima ou por baixo quando chegava perto.
D. Maria Vital de Oliveira, esposa do lavrador, ao ser questionada respondeu:
"- Flauzino saiu antes das cinco horas e só voltou para casa à noite, todo amolado, todo nervoso, com a orelha vermelha porque tinha levado uns tapas no ouvido".