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segunda-feira, 11 de maio de 2015

Donizete


Temos aqui o relato da hipnose de um cliente de Cassyah, vamos chamá-lo pelo codinome Don que apresenta uma surpreendente mistura de contato extraterrestre com uma vida passada em plena Idade Média

O relato começa bastante normal, falando de uma vida vivida na
época medieval, ao que parece, onde Don teria sido o rei de um
pequeno país. Ele foi impedido de desposar uma plebéia e tornou -se uma espécie de ermitão apesar de sua alta posição,buscando o isolamento nas montanhas.
Em um dado momento naquela vida, Don se envolveu com “magia”, ao receber uma bola metálica que pairava no ar (uma sonda extraterrestre?) que curava pessoas.
Ao final desta existência ali revivida, Don viaja para uma dimensão elevada onde seres “nórdicos” de aspecto angelical o levam para um ancoradouro de naves espaciais e mostram diversos pontos do planeta onde as naves mães ficam atracadas.
Infelizmente, o áudio está faltando uma parte e não sabemos
exatamente o que ele disse ao final, embora o que restou seja o
suficiente para percebermos que a relação das inteligências
extraterrestres com o ser humano não é absolutamente uma coisa recente, podendo aparecer de forma explícita e muito
surpreendente em existências, em eras de um passado distante,
onde o homem não chamava tais manifestações de extraterrestres, ufos, etc. O que absolutamente não significa que não estivesse lá.
Chamadas de “magia”, “anjos” ou “demônios”, ou ainda
simplesmente “espíritos”, os extraterrestres já efetuavam várias
ações referentes aos humanos, como no exemplo citado aqui, as
suas incríveis curas, especialmente em épocas onde a medicina
humana era incipiente.
Nesta transcrição, “D” representa Don e “C” representa Cassyah.

D - (Como ele se vê)... Olhos castanhos, olhos claros, eu tenho por volta de trinta anos de idade. Tem tristeza no olhar. Os cabelos são encaracolados, uso uma túnica e estou descalço (portanto, a descrição de si mesmo em outra vida).
C - E o que você vai fazer?
D - Vou para o alto das montanhas. Faço isso quando é preciso.
Agora eu estou sentado em uma pedra e vejo o vilarejo. Este
vilarejo faz parte do reino de meu pai.
E nesse vilarejo existe uma tribo, e nela existe a mais bela menina, mas pelos costumes e pelo meu pai eu não posso tê-la.
Somos uma família harmônica eu e meu irmão e irmã. Minha mãe já faleceu. Meu pai está doente e estou sendo educado para fazer o trabalho dele. Mas eu gostaria de dizer para meu pai que mesmo com tantas responsabilidades, nós poderíamos compartilhar mais com o povo. Ele não é ruim, mas se mantêm mais afastado.
C - Avance dez anos.
Agora meu pai morreu, e eu vim tomar o meu lugar. Eu estava na
montanha quando ele morreu. Eu não quero uma festa de coroação muito suntuosa.
Eu tive um filho com a moça bonita da tribo, mas ela o matou,
porque eu não poderia ficar com ela e depois se matou nos meus
braços. Por conta do meu reinado e por ser de outra tribo. Ela
matou a criança assim que nasceu, afogou-a no rio, e ela se
envenenou. Eu gostava dela demais. Eu não sei se poderia ter feito alguma coisa.
Então eu fui para a montanha e lá fiquei por alguns anos. Depois eu me casei, mais por um acordo. Temos uma vida tranquila. Tudo está em ordem. Hoje eu compreendo meu pai, mas não faria o mesmo com meu filho (impedir a união com a plebéia).
C - Avance mais dez anos.
Estou com um problema na parte inferior do abdome. Meus amigos cuidam de mim. Uma velha senhora me ensinou algumas coisas. Aprendi algumas magias. Eu aplico a magia em mim e em outros...
Eu tenho uma esfera um pouco menor que a minha mão. E ela vai aumentando e ela fica suspensa no ar. Para ali nós dirigimos nossas intenções e ela se faz luz. Faz pessoas se curarem. Muitas pessoas me procuram.
C - Avance mais um pouco no tempo...
D - Sem meus amigos isso não seria possível, eles me dão suporte.
Meu abdome não dói mais. Mas as pernas não funcionam mais.
Tenho mais de sessenta anos. Apenas fraco das pernas.
Por estes dias, alguém me visitou, uma moça acompanhada de dois homens. Eles disseram que logo estaríamos juntos. Está chegando a minha hora. (falecimento).
Ainda vejo meu corpo. Estou fora dele. Vejo flores, perfumes e
incenso. Não houve dor. Tranquilo.
Eu estou bem, fiz o que podia ter feito nesta vida. Missão cumprida.
C - Agora abandone seu corpo. Você vai ser recebido, por um
mestre da luz, um guardião dimensional. Entre na quarta dimensão superior.
D - Vejo um imenso portão.
C - Agora você vai falar com ele. É ele? Ele vai te passar algumas
informações sobre a vida atual, você pode falar com ele, o que você queira saber. Se você não quiser me falar, tudo bem.
D - Ele está me mostrando uma série de coisas. O espaço. Ele diz que o amor que eu procuro não está na Terra. Está se aproximando, parece uma nave. Ele me entrega alguma coisa brilhante. É difícil identificar, algo como...uma chave pequena de um baú. Ele diz que eu saberei para que serve.
C - Agradeça e vamos subir um degrau...veja o guia.
D - É dourado, um imenso portal dourado com arcos cravejados de pedras, a maior delas é transparente, refletindo...
Mas a aparência dela é diferente. Bem mais alta (do guia)...O
vestido é transparente, branco azulado, meio prateado, mas não
mostra...(o corpo do ser). Lá existe um branco azul.
C - Vá com ela.
D - Estamos subindo os degraus. Uma porta se abre. Um corredor, vejo um salão com muita luz dourada. Esse corredor com uma passadeira, de um tom cristalino, por ali a gente vai. Vejo divisões do lado direito e esquerdo, vários assentos, na parte do corredor, da frente e dos lados, portões dourados, separando cada bloco. Já passamos três.
Agora ela está vindo com outros. Seres masculinos e femininos. Ela veio me receber, mas ela me parece maior que os outros.
C - Qual é o nome dela?
D - Shanit, ou algo assim. S-K-CH-I-T... Mas não se pronuncia o K. Isto.
C - Ela está levando você numa nave?
D - Não, é algo como um carrinho. Alguns estão com tons vermelhos e amarelos na roupa, outros com dois tons de azul na roupa mais externa. Mais a frente há um de branco que está chegando. É difícil identificar como masculino ou feminino.
O ser deve ter uns dois metros de altura. O casaco por cima é
branco com detalhes prata, é difícil classificar nas cores como as
conhecemos, o rosto é meio transparente.
Os olhos grandes. Parecendo oriental. Cabelos claros. Eu diria
energia masculina, mas ele vibra as duas, masculino e feminino.
C - Qual é o nome dele?
D - Chfeiie. C-H-F-E-I-I-E.
Está me mostrando uma plataforma. São como o cais, com várias
plataformas. Algumas estão fechadas, umas três ou quatro estão
vazias; à direita, o fim do corredor. Vejo um portal menor, daqueles compridos, algo tipo uma cabine. Ele pede que eu me sente nesta cabine no portal. É a abertura de uma plataforma com três lugares de um lado e três do outro.
Há uma espécie de manual. Aqui há um desenho da chave. Bem na capa, e luzes à frente, verde, vermelho, amarelo, azul, lilás. Formando um círculo. A cabine está se fechando.
C - E agora?
D - No assento a minha frente, está se formando uma pessoa. Esse ser dourado é um instrutor, ele fala de um preparo para um resgate, mas que por enquanto não merecemos datas, mas fala do preparo e de treinamento.
C - Qual é o nome pelo qual te chamam no comando?
D - O nome é E H-EE-I...mas faltam duas letras.
C - O importante é que você sabe que tem um nome e uma missão de resgate.
D - Eles estão passando uns treinamentos. Mas eu vou lembrar. Vem nos sonhos, a informação estelar que eu vi... Uma semana antes do natal, eu tive este sonho com vários pontos marcados no espaço, um deles é um comando central próximo ao Egito. O segundo fica na América do Sul, o terceiro próximo aos Estados Unidos. O quarto, nos Alpes Suíços. Chile. E mais um na região do oriente. São os pontos de atracar as naves. Essas naves são naves mães. Um posto próximo ao Rio de Janeiro...
Fim do áudio.
Conversando com os Extraterrestres
Por Cassyah Faria