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quarta-feira, 13 de maio de 2015

Laura



Este é o relato de Laura (pseudônimo), uma pessoa que já tinha
sonhos frequentes com os seres da Confederação de Planetas, assim como flashes e imagens nesse sentido.
Em sua sessão de hipnose, Laura adentra imediatamente a quarta e a quinta dimensões. Ela acessa facilmente uma biblioteca da Confederação de Planetas onde ocorre uma reunião de rotina. Isso parece não ser o padrão para a maioria das pessoas, que necessitam fazer uma “viagem”, partindo da vida humana de terceira dimensão, geralmente passando pela fase da “morte”, adentrando assim na quarta dimensão, o plano espiritual e só a partir daí conseguem entrar na quinta dimensão onde habitam Ashtar Sheran e os extraterrestres de Luz. Laura, porém conseguiu ir para a quinta dimensão facilmente, e de modo direto.
O teor da comunicação que os seres fazem à Laura é pessoal,
dizendo-lhe para vibrar positivamente pela Terra, e que este seria seu trabalho no momento. Ela estaria também sendo preparada para funções mais evidentes, como um trabalho com crianças, mas que este lhe seria esclarecido no momento certo.
Em uma passagem particularmente interessante, Laura questiona o mal estar que vem sentindo ao ingerir cerveja. O ser lhe diz que isso faz parte do “contrato” que ela teria assinado no sentido de trabalhar com eles, o que confere novas restrições e obrigações à Laura. Ela reclama disso, dizendo que seu livre arbítrio foi tolhido, mas o ser insiste que este tipo de disciplina é necessária para aqueles que querem desenvolver um trabalho juntamente com a Confederação de Planetas.
Nesta transcrição, Laura é representada por “L”, enquanto Cassyah é representada por “C”. O início do áudio não foi gravado.

L - Eles estão dizendo que sou muito bem vinda, que eles estão aqui para me ajudar.
E para responder perguntas que eu queira fazer, se houver algo que eu não entendi, e se eu realmente sei onde eu estou.
C - Ok, então pergunte para ele onde você está exatamente.
L - Ele fala um nome que eu não estou entendendo.
C - Peça a ele que escreva no ar o nome do local, um dois três...
L - Parece ser algo como Mitari. Posto Mitari. Ele disse que eu já
estive aqui antes e que já colaborei com ele, que ele necessitou do meu conhecimento sobre plantas. E que agora ele vai retribuir, e assim veio me receber.
C - Pergunte a ele agora se você já sabe para onde ir ou se é preciso que eu conduza você.
L - Ele disse que está aqui somente para me acompanhar.
C - Perfeito, então como você disse que está na quinta dimensão (na parte do áudio que não foi gravada), agora quero que você vá até a Confederação Intergaláctica.
L - É uma sala muito grande, parecendo uma grande biblioteca, mas bem moderna, sem livros, mas onde você pode acessar todo o conhecimento que você queira. Ele me pergunta se eu quero ler alguma coisa específica, para demonstrar algo a respeito dos temas que eu gosto. E como eu gosto muito de plantas, se eu quero ler algo assim, a título de demonstração. Existem espécies das quais eu nunca ouvi falar muito raras, e que dentro em breve, vai haver uma reunião ali. E que podemos participar ou ir para outro lugar. Mas que ele sugere que escutemos a reunião.
C - Então vamos para o momento da reunião.
L - Sim, a sala está cheia, a mesa é interessante, é uma mesa como a do rei Arthur, uma távola redonda. A mesa é redonda porque ninguém é superior a ninguém, por isso não tem alguém superior.
Há um líder, mas ele é um líder servidor. Ele não quer ser um líder como os que temos aqui. Eu o vejo, mas não consigo ver o rosto. Ele tem um rosto como o de Saint Germain, olhos doces, muito lindos.
Ele diz que sou bem vinda e que eu posso assistir e que se quiser falar algo, tudo bem.
Eles são muito bonitos, eles são pessoas muitas bonitas, mas com muita doçura. Sabe na nossa dimensão, quando alguém é bonito, essa pessoa nos olha com arrogância, mas por aqui eles não são assim, eles me olham como se eu fosse um deles.
A reunião não tem um assunto específico apenas um resumo do que está acontecendo.
C - Agora, ao final da reunião você me conta o que foi falado.
L - Ela terminou com uma espécie de meditação ou mentalização
pelo planeta Terra, pelo problema da água, pela manipulação da luz pelas águas, para limpar a água.
Perguntei a ele o que poderia fazer efetivamente. Mas no
momento, minha função seria mais mental, meditação para ajudar nas energias. Para trabalhar nesse nível coletivo, para não me prender a coisas individuais. Meu propósito agora é aprender a fazer coletivamente aquilo que eu já sei fazer individualmente. E que se eu puder ajudar, saberei ajudar. Se não puder, devo passar adiante. Porque não é o momento e que não é da minha
competência. Ele disse de modo amoroso que muita coisa está além da minha competência.
Eu também perguntei o porquê de algumas coisas, por exemplo,
quando nós marcamos aqui (a sessão de hipnose), eu não mais tive vontade de comer certas coisas, com a cerveja que agora me faz mal. Ele me disse que é um processo de limpeza, que o mal estar vai passar.
Eu questionei sobre o meu livre arbítrio, eu disse que perdi então
meu livre arbítrio. Mas ele disse que eu me dispus a passar por tudo isso, que eu me dispus a trabalhar, que eu assinei um contrato onde me ofereço a passar por tudo isso.
Ele disse que o mal estar em si vai passar, mas que coisas que eu anteriormente gostava de fazer não serão mais possíveis. Por outro lado, que eu fique tranquila, que tudo vai dar certo.
E que ao passar pela ponte (dimensional), eu passei por uma
limpeza bem profunda. Justamente por isso talvez as náuseas se
agravem um pouco nos próximos dias. Nesse caso, eu devo tomar bastante líquido, muita água, e que não é preciso tomar remédios alopáticos. Ele falou sobre as crianças que eu vi, que eu tenho um trabalho a fazer com crianças, mas que eu ainda não devo me preocupar com isso. E que na hora certa vou saber qual é o trabalho com crianças.
Mas eu disse a ele que não tenho filhos, nem prática com crianças.
Mas ele disse que eu já tenho essa prática.
C - E com relação à Terra, quais são os próximos passos?
L - Ele está falando que eu tenho um pouco de medo das coisas que estão acontecendo, como se tudo estiver acontecendo muito
rápido. Mas que na verdade, tudo está ocorrendo no ritmo certo,
coisas como as oscilações das bolsas de valores, mas que isso não deve me preocupar, que eu faça meu trabalho mundano o melhor possível. E que eu escuto demais o rádio, e que isto está
perturbando meu sono, então que eu escute música, ou palestras
suas (palestras de cunho espiritualista). Para que as notícias não me impressionem mal.
E que eu sou espírita por opção, mas que eu frequento os evangélicos, católicos, etc., e que alguém me criticou por isso,
dizendo que eu preciso escolher uma coisa só. Mas que na verdade isso é muito bom. Que eu devo ir onde quer que haja algo para eu aprender, que eu vá sem culpa ou medo. Que eu não me preocupe com o que os outros acham.

Nota do autor: Neste comentário final, o ser aconselha que Laura
seja universalista e não se prenda aos dogmas desta ou daquela
entidade religiosa, e que busque o saber onde ele estiver, conselho recorrente da parte dos extraterrestres encontrado em muitos depoimentos.

Conversando com os
Extraterrestres
Por
Cassyah Faria