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sábado, 13 de junho de 2015

Caso Vassouras RJ


A Sra. Irene Granchi, representante no Rio de Janeiro da APRO - Uma Organização Internacional de Pesquisas sobre fenômenos aéreos relacionados a objetos não identificados, com representação em mais de 50 países - contou sua experiência pessoal, ocorrida em 1947, que determinou o início de seu interesse pelo assunto: 

"—Eu estava em minha chácara, em Vassouras, no estado do Rio de Janeiro, eram mais ou menos 15h 30m. Olhava a horta, despreocupada, quando minha vista foi atraída pelo brilho do sol refletido num objeto em forma de disco, com sulcos circulares, de aparência metálica, que percorria a pouca altura o longo dos trilhos da estrada de ferro. 
O vôo do objeto era semelhante ao de uma folha ao vento. Não condizia, absolutamente, com a natureza do material de que ele parecia ser feito. Isto foi o que mais me impressionou." 
Ela disse que calculou em alguns minutos o tempo que o objeto esteve sob sua vista e que lhe ocorreu imediatamente um pensamento nítido: "Nunca mais vou ter sossego enquanto não souber o que é isto." 
"—Mais tarde, através de pesquisas e estudos, cheguei à conclusão de que o objeto devia ser uma sonda, pois era pequeno. Mas na hora vi que era apenas um objeto estranho, diferente de qualquer outro conhecido com o qual pudesse ser confundido à distância." 
A Sra. Granchi ( brasileira naturalizada, de origem inglesa, professora de línguas, moradora em Copacabana) achou importante notar que na época ela não conhecia nada sobre o assunto. 
"—Pouco tempo depois, li uma entrevista sobre objetos não identificados dada pelo Dr. Olavo Fontes - já falecido - que era então médico bastante conhecido e professor da Faculdade de Medicina do Rio. Procurei o Dr. Fontes, contei -lhe meu caso e ele me pôs em contato com as publicações e organizações internacionais ligadas às pesquisas científicas sobre estes estranhos fenômenos." 
"—O nome do Dr. Olavo é conhecido internacionalmente entre os estudiosos da Ufologia por ter sido um dos pioneiros da pesquisa científica em seu país. Houve nos Estados Unidos, um prêmio oferecido pela APRO a uma pesquisa sobre os chamados Discos Voadores." 
Na época, 1973, o representante brasileiro da APRO era o Professor Flávio Pereira que fundou, em São Paulo, o Instituto Brasileiro de Aeronáutica e Ciências Espaciais e a Associação Brasileira de Estudos de Civilizações Extraterrestres.  
Os estudiosos da Ufologia em todo o mundo têm um sério e importante apelo a fazer: é preciso mudar a mentalidade em relação aos estudos de objetos não identificados. Em vez de ser ridicularizado, o assunto deve ser encarado e tratado da maneira mais séria possível para que as investigações sobre os assuntos possam prosseguir e se desenvolver rapidamente. Se tivéssemos uma outra atitude em relação a estes fenômenos talvez já pudéssemos ter estabelecido uma comunicação avançada com tripulantes de discos extraterrenos. Você já pensou nessa possibilidade? 

(Jornal do Brasil - 19/10/1973)