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terça-feira, 28 de julho de 2015

A ENERGIA IMPLOSIVA E OS ÓVNIS


“Antes da guerra, os sucessos tecnológicos da Alemanha nazista abrangem as primeiras tentativas sérias de TV, com transmissão dos Jogos Olímpicos de 1936 em Berlim. Além disso, o país tinha a indústria farmacêutica mais adiantada do mundo, os automóveis mais velozes, os aviões mais rápidos e de maior alcance. Mas ainda faltava algo que, na realidade, se aproximava da ficção científica. Fundamentados na filosofia ocultista do III Reich, certos cientistas alemães realizaram avanços aeronáuticos e astronáuticos inimagináveis para a época.

Em meados dos anos de 1990, os documentários de televisão sobre “discos voadores” alemães fizeram estremecer as bases da comunidade ufológica internacional. Com o efeito de um movimento telúrico, um dos vídeos, OVNIs: el arma secreta de Hitler, vinculava a existência de assombrosos protótipos discoidais, projetados na Alemanha do entreguerras, às próprias tradições esotéricas que tanto influíram na singular gestão do Terceiro Reich.
Não se está falando de fantasias científicas quando o primeiro tomo da obra “Deustsche flugscheiben und U-Boote uberwarchen die weltmeere”, de O. Bergmann, nos mostra os esquemas dos “discos voadores” alemães.

Mas os aliados que venceram a Segunda Guerra Mundial, sempre negaram a possibilidade de a Alemanha desenvolver aviões circulares dotados de motores antigravitacionais, sobretudo os mais extraordinários, conhecidos em código como ‘Haunebu e Vril’. Isso porque os seus inimigos conseguiam fazer decolar os mais extraordinários aviões à margem da técnica convencional; e essa era uma informação ultra-secreta, pois seria impossível reconhece-la, oficialmente falando...havia rumores, nos anos de 1930, que os alemães buscavam uma ‘nova ciência’, que tivesse uma ‘técnica diferente e renovadora’. De fato, os círculos esotéricos do III Reich consideravam a ciência tradicional destrutiva e afirmavam que ela deveria ser substituída por motores a implosão. Como resultado, chegar-se-ia a um efeito nocivo completamente nulo. Temos o exemplo do cientista alemão Viktor Schauberger, um convicto defensor da ‘implosão em vez de explosão’, pois condenava a destruição provocada pela explosão, baseando-se na hipótese de que a criação divina é sempre construtiva...”
Texto alterado de José Miguel Romaña – “As Armas Secretas de Hitler”, capítulo 2