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quarta-feira, 19 de agosto de 2015

11 DE SETEMBRO DE 2001


Existem várias teorias conspiratórias envolvendo os múltiplos atentados terroristas nos Estados Unidos em 11 de setembro de 2001. Segundo a deputada americana Cynthia McKinney, do Partido Democrata, o presidente George W. Bush sabia antecipadamente dos ataques. Sabia e não fez nada. McKinney diz que a administração Bush precisava lançar os Estados Unidos numa nova guerra para beneficiar um certo Carlyle Group, firma de investimento baseada em Washington. George Bush pai, é um dos conselheiros da empresa, que também conta com vários ex-militares linha dura na mesa diretiva. O Carlyle Group teria investido muita grana na indústria bélica, e uma nova guerra era tudo que eles precisavam para turbinar os lucros. Representantes do Carlyle Group reagiram com bom humor às acusações da deputada: "Ela disse isso em ROSWELL, Novo México?", perguntou o assessor de imprensa Chris Ullman em abril de 2002, quando a denúncia foi feita.
O tom irônico não inibiu o surgimento de várias outras teorias conspiratórias. Uma delas, divulgada pela internet, afirma que o Pentágono não foi atingido por um Boeing 757, mas sim por um carro-bomba. O autor francês THIERRY MEYSSAN foi ainda mais longe no livro L'Effroyable Imposture (Editions Carnot, 2002). Ele diz que os aviões que se chocaram contra o World Trade Center eram pilotados por controle remoto e que o Pentágono foi, na realidade, atingido por um míssil americano. Outra teoria popular é que o vôo 93 da United Airlines, oficialmente derrubado pelos próprios passageiros na Pennsilvânia, foi, na verdade, abatido por caças americanos.