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sexta-feira, 4 de setembro de 2015

Cinturão de Fótons e a interação com a matéria


O fóton
O fóton, responsável pelo fenômeno eletromagnético, compreende um espectro grande de freqüências que incluem ondas de radio, microondas, infravermelho, luzes visíveis (cores do arco iris que vemos), ultra violeta (UVA, UVB, UVC), raio-X, raio-gama, raios cósmicos.
Exatamente quais as freqüências que compõem o cinturão de fótons, elas são difíceis de dizer, pois desconheço documentação científica ou documentação vinculada na media sobre ele.
Entretanto, existe documentação científica recente sobre a existência de fótons altamente energéticos vindo do centro da galáxia, apenas não fazem qualquer referência sobre o cinturão de fótons.
Dado o conhecimento científico sobre os raios vindo do espaço podemos ter certeza que no cinturão há a presença de fótons de altas freqüências (ou altamente energéticos) acima do campo visível, e provavelmente deve ser rico em freqüências como Raio-X, gama e cósmicos (que são altas freqüências, agressivas e perigosas).
O fóton tem propriedades de partícula e de onda. Como partícula ele transfere energia quando interagindo com matéria. É a idéia da bola de sinuca depois da tacada, ela tem uma energia de movimento (energia cinética) e que, ao se chocar como outra bola, transfere toda ou parte dessa energia, colocando a outra bola em movimento. Como onda ele possui as propriedades das ondas. Ex de propriedade: reflexão. Reflexão é como uma ondinha de água numa banheira, ela se propaga, bate na parede da banheira e volta (reflete).
Sem entrar na propriedade de cada raio, vamos apenas observar o fóton como partícula. Vocês lembram de ver um desenho ou representação de um átomo? Uma bolinha parada no meio com outra bolinha menor circulando em volta dessa bolinha central? (Fig1)

Fig1: Ilustração de um átomo
Com o desenho do átomo em mente imaginem agora o fóton vindo da sua fonte (ex de fonte: equipamento de raio-X, radioterapia, do cosmos…) entra no nosso corpo e em um dado momento, ele pode se chocar com um desses elétrons. Dependendo da energia dele ele pode arrancar o elétron da orbita que ele estava em volta do núcleo (Fig2).
Fig2: Efeito Comptom
Da mesma forma q a bola de sinuca arranca a outra bola da posição parada que ela estava. O nome do fenômeno onde isso ocorre é chamado de Efeito Comptom. Na figura 2 , podemos ver que a freqüência antes do choque (incident quantum) com o elétron é maior do que a freqüência depois do choque (scattered quantum), ou seja, o fóton perdeu energia pois transferiu parte dessa energia ao elétron e conseqüentemente teve um aumento no comprimento de onda (a oscilação ficou mais lenta; ondulações mais espaçadas depois do choque), virou um fóton de mais baixa freqüência ou vibração.
Formação de íons
Quando um elétron se desprende ficamos com um núcleo positivo procurando uma carga negativa para se equilibrar, e com um elétron (negativo) que vai também procurar uma carga positiva para se equilibrar.
Agora imaginem esse mesmo átomo em um contexto maior: ele faz parte, por exemplo, de uma proteína, a P53, conhecida como reguladora celular e supressora de câncer.

Fig3: Proteína P53.
A P53 é composta por inúmeros átomos, e vamos imaginar que um dos elétrons desses átomos foi atingido por um fóton altamente energético como um raio cósmico e que arremessou esse elétron para longe. Agora temos uma proteína que vai querer se equilibrar podendo se juntar com outra proteína por exemplo. É como se “colássemos” com super-bond uma chave na ponta de outra chave. Essas duas chaves coladas não vão mais entrar na fechadura da porta e fazer o trabalho, ou seja abrir a porta. Da mesma forma, uma proteína colada em outra proteína não vai mais conseguir regular a célula e conseqüentemente suprimir o câncer.
Freqüências existentes dentro de nós.
Da mesma forma que a terra está em órbita em relação ao Sol o elétron está girando em torno do núcleo. A terra gira em torno de seu próprio eixo e o elétron também gira em torno de seu próprio eixo. Cada volta em torno do núcleo é um ciclo, cada giro completo em torno de si é um ciclo. Então se temos ciclos por segundo em cada partícula (elétrons, prótons, nêutrons,…) acontecendo dentro de nós, estamos falando de uma freqüência, ou seja, de uma vibração. Tudo isso quer dizer que somos compostos inteiramente de elementos em vibração.
Energia vibracional e a proteção sobre o cinturão de fótons.
Se estamos trabalhando o aumento da energia vibracional, ou seja, estamos aumentando a vibração de nossas partículas, não seria esse o motivo de estarmos mais protegidos contra o cinturão de fótons?
Explico:
Imaginem dois casos: Uma bola de sinuca em movimento – quanto mais forte for a inércia da bola mais difícil é de retirá-la ou desviá-la deste movimento. Chamamos a força da inércia de “momento de Inércia”, que é dada pela equação I = m.v (Inércia é igual a massa vezes velocidade).
Ou seja, não só um corpo pesado e com grande massa tem grande inércia, mas também quanto mais velocidade mais inércia. E quanto mais inércia mais difícil de ser retirada da orbita. Então se aumentarmos a velocidade do movimento dessas partículas estamos aumentando a freqüência delas e conseqüentemente a inércia também.
O que quero dizer é que se conseguirmos comprovar que o aumento de energia vibracional está ligado ao aumento das freqüências citadas acima, poderemos provar que ao aumentarmos nossas energias vibracionais estaremos mais protegidos contra doenças como câncer quando causadas por radiação por fótons.
Para finalizar, quero salientar que sou engenheiro e a mecânica quântica me fascina, mas não é minha especialidade. Agradeço correções, complementos e questões para contribuir com essa minha exposição.
pegasus.portal.
De Sergio campos  (sergio.ossiliere@gmail.com
Este texto foi escrito tomando por base o conhecimento prévio do leitor sobre o que é o Cinturão de Fótons e tem como objetivo focar na interação fóton X matéria. Entretanto, se pudesse resumir em uma frase diria: o cinturão consiste de fótons altamente energéticos cuja origem é o centro de nossa galáxia.