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quinta-feira, 3 de setembro de 2015

Vivenciando O Silêncio da Natureza


Tudo está interligado em uma Só Lei, em uma Só Verdade – em Deus, que para Ele “caminhando”, buscando o Real Conhecimento, depara-se com Leis Universais que regem determinados momentos na Manifestação e que expressam aspectos de Verdade, que com eles o homem vai gradualmente se informando, experienciando e se descobrindo cada vez mais como Co-criador.
A natureza não é só a fonte de sobrevivência física do ser humano, mas também o ensina sair da prisão criada pela sua mente.
O ser humano esqueceu-se de “mergulhar” em si mesmo e em silencio perceber no Aqui e Agora onde está o verdadeiro sentido da vida
Ele se perdeu em um complexo labirinto de conflitos, que cotidianamente o deixa sem direção em um mundo de confrontos e desencontros. Ele desaprendeu o que a natureza em sua volta já sabe, simplesmente por existir.
Ele desaprendeu silenciar, esquecendo-se que para se integrar à natureza, ele não deve apenas se calar, continuando em seus pensamentos apenas vendo-a fisicamente – analisando-a ou mesmo admirando-a nas formas e nas cores.
Ele deve ir mais!… Deve percebê-la em seu verdadeiro sentido – sentir o porquê dela.
Deve vivenciar este instante quando se universaliza em intenso repouso, para captar algo que ela lhe transmite e que é também de sua essência – que o unifica com o que é e onde está.
Nesta sua sintonia, integrado a ela, ele deve procurar se perceber inserido no “Todo” alem de sua limitação humana, observando que cada planta e cada animal são completamente eles mesmos e que diferentemente dele (preso em experiências no mundo do dual) não estão divididos em dois, vivendo por meio de imagens mentais de si mesmos e, portanto não precisam preocupar em proteger e reforçar estas imagens.
Todas as coisas que estão postas na natureza, alem de estarem unificadas com elas mesmas, estão em sintonia com “O Todo” sem exigirem uma existência separada orquestrada pelo “ego”, que é um grande criador de conflitos.
O ser humano apenas usa de seu corpo, onde está presente “Uma “Inteligência” que não se deixa interferir pela sua mente. É a mesma “Inteligência Superior”, que sustenta também tudo mais na natureza.
Mas, ele pode se identificar com esta “Inteligência”, quando se torna ainda mais consciente de seu campo eletromagnético corpóreo através de seus centros energéticos – de sua energia interna, percebendo-a como a fonte de sua vida, como a presença mais verdadeira que anima o seu organismo.
Ele deve procurar sentir a natureza em sua plenitude, não só fisicamente constituída – mas percebê-la em sua essência e nela “se inserir” além dos limites de sua condição físico-humana.
A mente através do pensamento reduz a natureza às formas, fazendo-a como fonte de uso e de consumo – como objeto ou como qualquer outro objetivo desejado.
Tudo na natureza está em coerência – em harmonia, quando ela é olhada não mais com os rótulos da mente e, quando então, ela é também sentida em sua incomum dimensão, não alcançada nem mesmo pelo pensamento.
O ser humano precisa aprender o que ensina a natureza, que sem a pressa humana “o tempo” para ela “alonga-se”. Ela também o ajuda conectar à sua “Origem”, mas para isto é necessário que ele entre em outro estado de percepção, ultrapassando o mundo conceitual do pensamento.
Todos são partes completamente interconectadas da Vida Única, que está presente em incontáveis formas em todo o Universo.
Quando o ser humano se percebe “vibrando” na quietude da natureza, ele acrescenta algo nela – em sua beleza e harmonia intrínsecas.
Esta quietude que está alem do pensamento – em sintonia com a Consciência Universal, contem uma dimensão maior de conhecimento. E ela é uma dádiva da natureza para o ser humano, que em contrapartida permite que ela através dele tome consciência de si mesma – ela se enche com a sua consciência como presente que ficou a sua espera durante milhões de anos.
Dentro do processo humano de se informar e de ter conhecimento para alcançar outro nível de consciência, é necessário o pensar. Mas, não se deve esquecer também, que o pensar é apenas mais uma etapa na Evolução.
A natureza existe em uma quietude pura que é anterior à aparição do pensamento. O ser humano deve com ela aprender se aquietar – deve ir alem de seus pensamentos.
O cérebro é apenas o inicio de um processo dentro “mecanismo cérebro-mente”, que funcionando como um “computador vivo” permite o ser humano pensar e memorizar, mas também “ter consciência” da necessidade de sua sintonia com a Consciência Universal.
Tudo está interligado. Através da natureza existe uma união profunda do ser humano com o Universo.
A Consciência “não é um fenômeno secundário da matéria. A matéria é que existe como possibilidade dentro da Consciência (Universal) – Amit Goswami.
Ela é que ajuda arquitetar e conduzir o Universo.
Ser consciente deve ser um registro presencial e reflexivo da atividade de cada um, mas procurando perceber que existe uma Evolução Dirigida e Consciente dela mesma e que está por detrás da organização da matéria e da energia em sistemas cada vez mais complexos e destes em “reinos” emergentes uns em relação aos outros.
Ser consciente não é apenas, portanto, buscar informações e conhecimentos dentro do “circuito cérebro-mente” (dos sentidos), mas também extrapolá-los, vivenciando o multivibracional e o multidimensional.
Vivenciar “O Silêncio da Natureza” ajuda proporcionar este momento. O de se capacitar à harmonia necessária à mudança de estado de consciência e alcançar a condição vibratória do estado de sublimação de um Co-criador, que é capaz de transformar todas as energias para a forma vibracional ativa/Energia Taquiônica e alcançar as janelas multivibracionais relacionadas aos mundos paralelos.
No nível de conhecimento e de vibração para exercitar “O Silêncio da Natureza”, o ser humano entra em um momento de sintonia e de interação para que se faça presente a Tela Universal, que através dela além da visão física são percebidas outras realidades, não mais sujeitas às Leis físicas para a terceira dimensão.
Quietando-se, “vibrando” na alegria pura e aprendendo com a natureza, consegue-se também ainda no mundo real “ver” alem do belo convencional – daquele “medido” e admirado através dos sentidos. Consegue-se perceber outro tipo de beleza local aparentemente inexistente, fazendo parte da harmonia universal apenas por estar presente e “entrelaçando” a outros planos de existência.
No Universo não existe a anormalidade, tudo é explicável através de Leis Universais. E nele o ser humano como “Partícula de Deus” é possuidor de Essência Especial – é Co-criador. É mais que uma função cérebro-mente, que dentro de processos físico-químicos (eletroquímicos) é própria à interação entre a terceira e a quarta dimensão – planos de existência mais densos.
Tudo e todos estão inseridos no “Todo”, portanto o corpo humano está comumente “entrelaçado” com o mundo físico-exterior – e alem dele.
O corpo humano é na verdade composto de plasma magnético – especificamente plasma magnético com partículas ainda mais de imensa energia facilitadoras desta inserção – deste “entrelaçamento”.
O ser humano deve procurar se conhecer em sua Verdadeira Realidade, para que já mais “Consciente, Presente e Universal” se capacite interagir melhor com o meio ambiente natural, “adentrar” no mundo do bioplasma e sintonizar com as realidades paralelas como momentos vibratórios mais amplos da Manifestação. Aqueles momentos que em outro nível de vibração, “o integre” cada vez mais com o Sentido de Verdade – “o aproxime mais” de Deus. O sintonize cada vez mais com a Luz Central, que é mencionada pelos parceiros de outras realidades e que alem do pensamento “apenas” Vibra percebida como Luz – como “apenas” É.
O homem é o resultado do que pensa e age e, portanto ele é neste sentido o responsável pelo que cria. Assim, ele precisa aprender se conduzir em relação ao resultado de cada decisão e comportamentos seus – em relação ao que ele vê e cria como “positivo/bom” ou como “negativo/ruim”. Extremos que entre eles comumente vagueia em suas experiências de vida. Ele é um ser emocional, portanto em toda sua conquista está presente a energia emocional – mas, para que ele caminhe para o que realmente almeja e que por ele esperou milhares de anos, ele deve antes saber polarizar (positivamente) as suas emoções.
As Leis Universais são bastante claras, quando sinalizam para o ser humano que ele deve fazer a sublimação de seus pensamentos e a polarização de seus sentimentos em momentos de criatividade, que pode ser considerada como algo novo em um contexto novo ou a descoberta de um novo sentido em um velho contexto.
Como ele é também um ser consciente, é receptivo à sua vontade. Mas, neste caso ele deve levar em conta, que é a maneira como enxerga o que está em seu derredor – julgando-o, que o distancia ou o aproxima de seu almejo e ainda, o conduz ao tipo de vida como projeção real do que pensou.
Aquele que está em constante busca de si mesmo, ele já percebe que a Verdade está alem de todas as verdades que o intelecto pode ter sobre Ela, que vai Se mostrando gradativamente como verdades relativas, – dentro de um longo processo de criatividade interior e de descobertas.
O Universo físico em expansão conduz pela atração, buscando o equilíbrio por meio de forças de atração ainda desconhecidas pela ciência. Mas, o ser humano com as suas experiências (conflitantes) no mundo do dual parece não perceber esta verdade e assim não procurando também “crescer”, desarmonizando-se, não se faz por inteiro e fica através de suas emoções não polarizadas dissociado de seu Corpo Maior.
Tudo que acontece com ele, vindo de seu mundo de experiências acaba por ser revelado em seu corpo físico, que funcionando como caixa de ressonância, faz com que estabeleça a comunicação entre ele e a sua consciência – e desta, com a Consciência Universal.
Ao exercitar “O Silencio da Natureza” o ser humano mais facilmente se encontra. Ele universaliza e pode através da Tela Universal alcançar outras dimensões – e, até interagir com os Deuses da Natureza.
Ele pode vivenciar momentos que vão alem do mundo das partículas fundamentais e mesmo do “universo matemático conhecido”. Nesta freqüência ele já se conduz harmonicamente nos níveis físico, emocional, e mental, para que ficando em equilíbrio energético, a sua energia vibracional ativa (kundalini) “suba” pela sua coluna e irradie de seu frontal na forma de luz.
“A imaginação (percepção/intuição) é mais importante que o conhecimento. A coisa mais perfeita que podemos experimentar é o misterioso. Ele é a fonte de toda arte e de toda ciência verdadeira. Quando recebemos um ensinamento devemos receber como um valioso presente e não como uma dura tarefa. Eis aqui a diferença que transcende” – Albert Einstein.
A Verdade é Uma tanto no mundo pequenino nanométrico quanto no mundo da imensidão astronômica e, além deles. O ser humano é que quase não a percebe como Una – “escondida” nos processos quânticos de entrelaçamento como múltiplas facetas de uma mesma coisa. Tudo está em equilíbrio codificado nas Leis Universais.
O mundo do “ego” é aquele da ilusão ou aquele que comumente ignora “o mundo alem dos cinco sentidos”. É aquele de estar ainda em experiências humano-individuais “dispersas” pelas emoções, que muitas vezes limitadoras interferem no “Sentido de Ser” – de ser na Unicidade.
Aquele que está realmente em busca do Verdadeiro Conhecimento, ele está procurando se tornar “O Senhor” da manipulação das Leis Universais, porque é através delas que ele pode ser também o dono de suas próprias leis em seu “mundo interior”.
Buscar informações para adquirir novos conhecimentos e “vibrar” em outro nível de consciência é almejar também, ir alem do “laboratório” de experiências espaço-tempo. É querer extrapolar a terceira dimensão, onde o homem comumente experiencia, exercitando-se o entendimento (o lógico) através do que fisicamente se mostra.
Portanto, “vibrar” em outro nível de consciência é ainda almejar o conhecimento e a vivência que extrapolam o racional, onde tanto “a leitura” dos cinco sentidos quanto as leis físicas para a terceira dimensão não mais alcançam.
A natureza é fisicamente todas as suas formas de expressão e de vida, especialmente a humano-consciente que “inserida” no mundo do bioplasma se insere também no mundo do plasma universal – e, se percebe na “Unidade”.
O ser humano deve trabalhar para a sua transformação, fazendo revisão de suas emoções e de seus sentimentos.
Ele deve procurar vivenciar a “Somação”.
A separação apenas existe na mente (dual) daquele, que distorcidamente se vendo pequeno sem o necessário padrão evolutivo, incapacita-se em relação às habilidades multivibracionais e não se percebe em sua Consciência Multidimensional.
Não percebe em sua imensa responsabilidade dentro de sua Verdadeira Realidade Vibratória e literalmente de Luz.

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 Texto de Antônio Carlos Tanure