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terça-feira, 26 de janeiro de 2016

VARGINHA


Cidade do interior de Minas, a 320 quilômetros de Belo Horizonte, onde duas criaturas extraterrestres foram supostamente capturadas em 20 de janeiro de 1996 numa operação conjunta da Polícia Militar, Corpo de Bombeiros e Escola de Sargentos das Armas (ESA). 

Um dos alienígenas, muito debilitado, morreu no hospital da cidade. O outro sobreviveu. Na manhã do dia seguinte, um comboio militar teria levado os dois ET’s, o morto e o vivo, até a Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP), onde as criaturas, diz a lenda, ficaram sob os cuidados do médico-legista Fortunato Badan Palhares.

As instituições envolvidas na história – o hospital, a escola de sargentos, a PM, o corpo de bombeiros e a universidade – afirmam que tudo isso é invencionice dos ufólogos brasileiros. Pode ser. Mas alguma coisa esquisita andou por Varginha naquele dia de 1996. Três garotas (Kátia Andrade Xavier, Liliane Fátima da Silva e Valquíria Aparecida da Silva) juram ter visto uma criatura de pele oleosa, cor marrom-esverdeada, com veias salientes no pescoço e grandes olhos vermelhos. Se o bicho era mesmo um alienígena, ninguém sabe.
Ufólogos brasileiros juram que possuem depoimentos gravados que comprovam a captura e a manobra de desinformação realizada pelos militares. Mas eles se recusam a divulgar os documentos, sob a alegação de que isso prejudicaria várias pessoas envolvidas na operação. Varginha é um caso raro de conspiração ao avesso: os denunciantes é que escondem as provas.

 Fonte... Livro Conspirações tudo que não querem que você saiba?