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sábado, 31 de janeiro de 2015

 - Caso Antônio Amador de Lima


O Brasil é um dos países, senão o país, com maior intensidade de casos ufológicos. Em nenhum outro país existe uma variedade tão grande de contatos, que variam de simples avistamentos, pousos, seqüestros, captação por radares. Aqui também observa-se uma grande quantidade de casos é de natureza agressiva ou hostil e em alguns casos exótica. Um caso desta natureza ocorreu na pequena e pacata cidade de Santo Antônio, no Rio Grande do Norte. O protagonista deste caso é Antônio Amador de Lima, um agricultor de idade avançada, com muita disposição para o trabalho.
Era uma noite de novembro de 1979 e seu Antônio havia trabalhado o dia inteiro em uma fazenda a oeste da cidade. Por volta das 19 horas, já escuro, Antônio dirigia-se para a casa. Foi então que observou uma luz voando e aproximando-se de onde estava.
“A Luz me assustou porque eu já tinha ouvido falar de disco voador, e quando a vi, comecei a andar na direção de casa. Mas depois de alguns metros, o objeto disparou uma luz azul sobre mim. Eu tinha ouvido dizer que se um disco voador chegar perto, a melhor coisa a fazer é deitar-se no chão. E foi isso que eu fiz, sobre o meu lado esquerdo. A luz chegou bem perto de mim e eu senti que estava sendo puxado do chão uns 50 cm. Agarrei uma planta com a mão esquerda bem firme, para não subir ainda mais, e levantei o braço direito para me proteger da coisa. Me virei e vi uma corda, descendo do disco voador, e tinha quatro ganchos na extremidade. Um deles prendeu minha camisa pelas costas e eu fiquei pendurado no gancho.
Vi uma janela e pessoas sentadas, mexendo as pernas, duas mulheres e um homem. Pareciam com a gente, mas não eram brasileiros. Os rostos das mulheres eram estranhos, feios. O cabelo era curto e preto. Primeiro, eu só vi as pernas do homem, mas depois vi uma barba. As mulheres usavam blusas com tiras e mangas. Seus braços eram amarelos. Eu as vi sentadas e mexendo as pernas. Ouvi uma das mulheres dizer: ‘Aí vem um velho bom que podemos levar conosco para o nosso mundo’, fiquei apavorado.
Fiquei com medo de que se gritasse o objeto me levaria embora. Estava chorando, mas não queria chamar ninguém. O tempo todo não larguei da planta. “Uns 15 minutos depois, minha camisa rasgou e eu caí no chão”.
Em janeiro de 1980, Antônio foi entrevistado pelo ufólogo americano Bob Pratt, autor de Perigo Alienígena no Brasil, relatando sua experiência. Bob percebeu que Antônio ainda estava muito impressionado com a experiência, chorando quando descreveu o momento em que uma das tripulantes comentou que tinham intenção de levá-lo. Ainda na entrevista ele descreveu o objeto como tendo formato de charuto, com o dobro do tamanho de um automóvel. Ele descreveu que ao cair ao chão, o objeto girou três ou quatro vezes e afastou-se. Ele ainda pôde observar que na parte traseira havia um foco de luz vermelha. Com o afastamento do objeto Antonio correu para casa.
“Era uma sensação estranha. Não sentia nada nas pernas e estava com muito medo. Depois, fiquei doente por uma semana. Parei de trabalhar porque não queria voltar para casa à noite”.
Alguns anos depois desta primeira entrevista, Bob Pratt retornou à localidade de Santo Antônio em agosto de 1992 afim de reentrevistar Antônio Amador. Ele então descobriu que o protagonista havia morrido em 1985. Segundo sua neta, Maria Pontes, a vida de Antônio nunca mais foi a mesma.
“Ele nunca mais voltou a trabalhar. Envelheceu rápido e parecia muito mais velho que sua idade. Começou a ter problemas no coração, suas pernas inchavam e mãos tremiam. Era um homem forte e trabalhava muito. Antes daquela história, ele acordava às 3 horas da manhã, ia trabalhar, voltava para casa entre 19 e 20 horas, jantava, assistia um pouco de televisão e ia dormir. Mas depois daquilo não trabalhou nenhum dia mais.
Alguns dias depois, ele entrou num estado de ficar na cama direto. Ficava no quarto, deitado na rede, e só levantava de vez em quando. Nunca saía. Sempre teve bom apetite e comia com vontade antes, mas depois do incidente, passou a comer pouco”.

A experiência de Antônio Amador nos remete ao caso de Hermelindo da Silva, que em um começo de noite em 1976 passou por uma experiência muito semelhante, onde um objeto em forma de sino, também tripulado, tentou capturá-lo com o auxílio de ganchos. Um dos tripulantes desceu do objeto e entrou em luta corporal contra Hermelindo que estava já enganchado nos cabos presos abaixo do objeto. Em ambos os casos os protagonistas eram idosos, com mais de 70 anos, de origem muito humildes, com estudos elementares essenciais ao seu trabalho. Jamais ganharam nada com sua experiência, tendo pelo contrário, ferimentos e traumas posteriores.
Fenomenum