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quinta-feira, 19 de fevereiro de 2015

 - Caso da Usina de Marimbondo
Um dos mais interessantes casos de contato imediato ocorridos no Brasil envolveu um vigia da Usina Hidrelétrica de Marimbondo, em São José do Rio Preto (SP), em 6 de dezembro de 1978


A Represa hidroelétrica de Marimbondo fica a 50 quilômetros de Barretos e a 50 quilômetros de São José do Rio Preto, na fronteira norte do Estado de São Paulo. Foi neste local que ocorreu um contato imediato entre Jesus Antunes Moreira e tripulantes de um disco voador. O protagonista havia jantado no acampamento de Furnas por volta das 17 horas de 6 de dezembro de 1978. Por volta das 18 horas ele pegou sua arma, um revolver Taurus, calibre 38, e substituiu o guarda Cristiano Marinho de Araújo na guarda da represa. Naquele diz chovia e Jesus cobriu-se com uma capa de plástico permanecendo na guarita na crista de cimento armado da barragem. Este ponto permitia ampla visão da área da barragem em ambos os lados da represa.
Por volta das 20h 40m algo chamou a atenção do vigia. Ele olhou a norte e observou um objeto luminoso a uns 200 metros de onde estava, e a uns 30 graus acima do horizonte.
O aparelho luminoso aproximava-se do vigia ao mesmo tempo em que diminuía o brilho. Quando o objeto estava a 50 metros Jesus conseguiu definir melhor seu formato: um cone arredondado de aproximadamente 3 metros de diâmetro. O OVNI então mudou de direção deslocando-se paralelamente à crista da barragem ao longo de 300 ou 400 metros à direita da guarita, o que durou perto de 2 a 3 minutos.
Não havia qualquer ruído perceptível, entretanto Jesus acreditou tratar-se de um helicóptero da companhia Furnas com engenheiros ou diretores que tivessem ido checar alguma coisa na represa. O objeto no entanto foi se aproximando do vigia parando a aproximadamente 7 metros deste.
Na parte superior do cone havia uma espécie de porta. No alto desta porta havia uma portinhola que se abriu. Jesus pôde ver uma silhueta humana olhando diretamente para a testemunha. A portinhola de fechou e a nave aproximou-se ainda mais do guarda. Logo abriu-se a porta maior por onde saíram três pessoas que se posicionaram na plataforma que circundava o cone.
Dos três seres uma era mulher pois apresentava seios e cabelos longos. Os outros dois pareciam gêmeos. Todos tinham cabelo preto, pele cor jambo avermelhado, sobrancelhas serradas. Usavam macacões inteiriços, na cor azul metálico. Usavam luvas de cor rosa.
Os seres comunicaram-se entre si em uma língua estranha e se dirigiram à Jesus. Este resolveu chamar alguém para que pudesse se comunicar corretamente com os estranhos e simplesmente falou normalmente para eles que iria telefonar para pedir alguém instruído para que pudesse conversar com eles. um dos seres gesticulou pedindo que não telefonasse e voltasse até ali onde eles estavam. Ele retornou, mas sentiu-se intimidado. Em função disso resolveu dar um tiro para o chão como advertência. Quando puxou o gatilho nada aconteceu, parecendo que a arma estava emperrada.
A tripulante portava um objeto retangular do tamanho de uma caixa de sapatos. Ela elevou a caixa até a altura do ombro esquerdo. Logo em seguida um dos tripulantes falou novamente sendo perfeitamente entendido em português por Jesus. No pequeno diálogo que se seguiu eles disseram à Jesus que ele não deveria ter medo pois eles estavam apenas fazendo pesquisas e que no futuro Jesus poderia participar das pesquisas se quiser. Pouco depois os tripulantes retornaram ao objeto que decolou em seguida.
Logo após Jesus sentiu-se tonto, com náuseas e sentiu sua vista arder. Imediatamente ele ligou para seus superiores avisando do ocorrido. Mais tarde ele foi atendido pelo doutor Sérgio Tadeu F. Bandeira que confirmou que a testemunha estava com hipersensibilidade visual.
Jesus Antunes Moreira, protagonista do caso de Marimbondo
Fotografia da Usina de Marimbondo e representação da trajetória da nave tripulada
Representação do contato

Representação dos tripulantes do objeto