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segunda-feira, 9 de fevereiro de 2015

Parece não haver dúvidas de que o nosso Sol está com os dias contados. A pergunta agora é: como o nosso astro morrerá? Se pudéssemos fazer um desenho disso, como seria? Uma explosão como uma supernova ou hipernova? Uma nova imagem, divulgada pela Agência Espacial Europeia (ESA), sugere uma nova resposta, ou melhor, uma previsão de como o nosso Sol se parecerá daqui 8 bilhões de anos – o tempo de vida que restaria à nossa estrela, de acordo com estimativas científicas.
Pesquisadores da ESA acreditam que, a partir de uma imagem da nebulosa planetária Fantasma de Júpiter, é possível ter uma ideia de como será o Sol em seu ciclo final. A foto combina dados de raio-X obtidos em 2003 pelo telescópio XMM-Newton da ESA com observações do Telescópio Espacial Hubble. Os astrômos crêem, baseados nesta imagem de Fantasma de Júpiter – que, apesar do nome, não possui relação com o planeta - que o Sol sofrerá uma expansão gradual, ao mesmo tempo que suas camadas externas se dissipam no espaço. Ou seja, o astro será uma anã branca no centro de um invólucro de gás e poeira em expansão. O Fantasma de Júpiter fica a 3 mil anos-luz da Terra e está na Constelação de Hidra.
A cor azul da imagem representa emissões de raio-X em uma temperatura de mais de dois milhões de graus. A cores verde e laranja indicam gases mais frios em diferentes temperaturas.
As nebulosas planetárias receberam este nome por conta de sua descoberta no século VXIII, quando os astronômos da época julgavam que sua aparência era similar aos planetas gigantes, mesmo que não tivessem relação qualquer com os planetas.
Fontes:

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