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terça-feira, 3 de março de 2015

- Caso Hermelindo da Silva

Um interessante caso de tentativa de abdução envolvendo um comerciante de Vargem Grande (MG), em 9 de setembro de 1976



A casuística ufológica brasileira é de longe a mais extraordinária e pitoresca de todo o planeta. Em nenhum outro lugar encontram-se tantos casos fantásticos, por vezes aterrorizantes e traumáticos, com tantos detalhes estranhos que colocam em xeque as mais diversas interpretações sobre o Fenômeno OVNI. A região norte e nordeste e partes da região sudeste parecem concentrar a maior parte destes tipos de casos. Um dos mais extraordinários é o do fazendeiro e comerciante Hermelindo da Silva, do município de Vargem Grande, na região do Vale do Rio das Velhas, em Minas Gerais. O protagonista possuía um bar à beira da estrada, na saída da cidade. Ele morava a 70 metros do bar com a esposa, seis filhos e cunhado.
Por volta das 2 horas da madrugada do dia 9 de setembro de 1976, Hermelindo se dirigia para casa, acompanhado de seu cão que demonstrava estar muito agitado. Ainda próximo do bar acendeu-se um clarão que iluminou todo o local ao mesmo tempo em que era ouvido um estranho zumbido. Acima deles havia um objeto que intensamente iluminado com aproximadamente 4 metros de diâmetro com uma espécie de buraco no fundo. Com o surgimento do objeto o cão de Hermelindo tornou-se extremamente agressivo, latindo sem parar para o objeto até receber algum tipo de choque e fugir aterrorizado.
Hermelindo da Silva, alguns anos após o contato, reproduzindo o momento em que se abrigou à porta de seu comércio em Vargem Grande (MG)
Repentinamente a luz se apagou. Com isso Hermelindo acreditou que ela havia ido embora e correu em direção à porta dos fundos do bar com a intenção de se abrigar algum tempo por lá. Ele estava tão nervoso que não conseguiu destrancá-la. Ainda com medo ele ficou o mais perto que pôde da parede do bar, ao mesmo tempo em que tentava verificar se ainda havia alguma coisa acima do estabelecimento. Foi aí que o objeto acendeu-se novamente assustando a testemunha. Hermelindo apanhou um pedaço de madeira que estava ao seu alcance e jogou na direção do objeto. Hermelindo ouviu o barulho supondo que o mesmo havia atingido alguma superfície. Nesse momento a luz apagou-se novamente. Nesse momento o zumbido cessou e em seu lugar surgiu um silvo semelhante à de uma lamparina à gàs. A seguir ele sentiu uma pancada no ombro que o derrubou. Em pânico ele correu em direção à sua casa. A estranha luz que estava acima do estabelecimento posicionou-se a mais ou menos 8 metros acima dele. Aí aconteceu algo muito estranho.
Do objeto saíram quatro cabos com vários ganchos. Enquanto Hermelindo tentava escapar desses ganchos surgiu um pequeno ser que descia através destes cabos. Ele golpeou o ombro da testemunha que se desequilibrou e caiu. Ao cair Hermelindo reagiu e entrou em luta corporal contra a criatura. Durante uns 15 minutos o estranho ser tentou a todo custo prender o protagonista nos ganchos. Hermelindo além de se defender tentava soltar-se dos ganchos presos à ele. Em dado momento a estranha criatura passou um dos ganchos ao redor do tornozelo esquerdo de Hermelindo e subiu correndo por um dos cabos e rapiramente entrou no OVNI. Os cabos estavam sendo puxados para dentro do objeto fazendo com que a testemunha ficasse de cabeça para baixo. Hermelindo estava sendo içado através dos cabos em direção à abertura existente na parte inferior do objeto. Segundo Hermelindo ao se aproximar da abertura sentiu um calor intenso oriundo dessa abertura.
Durante toda a luta Hermelindo gritava por socorro. Seu cunhado ouviu os gritos e foi até a janela para verificar o que estava acontecendo. Ele viu o objeto subindo lentamente, com vários cabos prendendo Hermelindo ao objeto. Quando chegou à borda do orifício no fundo do OVNI Hermelindo apoiou seu pé direito na parte externa do objeto. Com isso o gancho escapou de seu pé esquerdo e ele caiu de uma altura aproximada de 6 metros sobre uma planta denominada iúca, que possuiu bordas cortantes. Mesmo cansado e machucado Hermelindo livrou-se da planta, correu até a casa abrindo a porta a ponta-pés. Ele tinha cortes por todo o corpo, o pé esquerdo estava inchado e o joelho cheio de hematomas.
Segundo Hermelindo o estranho ser tinha aproximadamente 1 metro de altura e formas humanas. Estava vestindo um uniforme cinza, de aparência dura e polida. O rosto não estava visível. Sua descrição do objeto foi limitada devido ao seu campo de observação. Durante toda a experiência a testemunha viu apenas a parte inferior do objeto. Seu cunhado que acompanhou o final da luta pela janela da casa pôde observar melhor e o descreveu como tendo forma cônica com topo redondo, deixando-o com uma aparência de sino.
Fenomenum