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segunda-feira, 16 de março de 2015

Incríveis coincidências indicam reencarnação de piloto nazista

Na esquerda: Carl Edon. Na direita: Piloto Nazista Heinrich Richter (The Weekly World News)


Desde os 3 anos de idade, Carl Edon tem falado sobre uma vida passada como um piloto nazista. Seus pais não acreditaram que ele tinha verdadeiramente lembrado de uma vida anterior. Mas após algumas décadas, as evidências que apareceram os deixaram espantados.
Edon era um sinaleiro ferroviário na cidade de Middlesbrough, que fica no nordeste da Inglaterra. Incrivelmente, ele teve o mesmo fim trágico nas duas vidas. Com 22 anos, ele foi esfaqueado até a morte por seu colega de trabalho, Gary Vinter. Gary foi preso em 1996 pelo assassinato, mas continuou matando outras pessoas, inclusive sua ex-esposa logo após ser solto em 2006 (depois disso foi preso permanentemente).
Quando Edon era criança, ele tinha visões onde era abatido pilotando seu avião nazista. Em 1997, dois anos após o assassinato,  um avião Dornier (nome de um designer de vários modelos de aviões alemães) foi descoberto somente a algumas centenas de metros do local de sua “última” morte. Em 2002, o jornal local chamado “The Gazette” noticiou que um historiador da cidade teria achado uma foto do piloto Nazista chamado Heinrich Richter: que caiu do avião Dornier e morreu.
Richter e Edon tinham aparências incrivelmente similares.
No acidente, a perna do aviador tinha sido gravemente machucada; o ferroviário tinha uma marca de nascença bem visível na perna, bem onde teria sido ferida em sua suposta vida passada. Frequentemente, as marcas de nascença parecem corresponder a lesões descritas por crianças que lembram de suas vidas passadas.
Outro fato: o piloto alemão e Edon, embora com objetivos diferentes, estavam seguindo os trilhos do trem quando foram mortos.
A mãe do ferroviário, chamada Val, começou a se perguntar se seu filho teria sido mesmo a reencarnação do piloto, como costumava falar.
Ela disse ao jornal The Gazette: há muitas coincidências estranhas e eu acho que, se o Carl estivesse aqui, estaria dizendo: “Você acredita em mim agora?”