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quarta-feira, 18 de março de 2015

OS JOMVIKINGS E OS TEMPLÁRIOS.


Jomsvikings ou Vikings de Jomsborg (Jómsvíkingar, singular Jómsvíking) era uma lendária irmandade de vikings mercenários ou brigantaggios do século X e XI fieis ao culto de divindades como Odin e Thor. Leais ao paganismo nórdico, a sua reputação cruzara a fronteira das crenças, combatendo por qualquer senhor capaz de pagar os seus sumarentos vencimentos que, ocasionalmente, combatiam até ao lado de cristãos.

De acordo com as sagas nórdicas, nomeadamente a saga Jomsvikinga, a saga de Olaf Tryggvason e histórias relatadas no Livro de Flatey - Flateyjarbók - a sua fortaleza Jomsborg está localizada a sul do Mar Báltico, porém a localização exata é ainda contestada pelos historiadores e arqueólogos da modernidade. Vários pesquisadores apontam a colina de Silberberg, a norte da cidade de Wolin na ilha com o mesmo nome. Jomsborg foi identificado como "Jumne", "Julin" e Vineta" mencionadas em registos medievais dinamarqueses e alemães.

A lenda dos Jomsvikings aparece em algumas sagas islandesas dos séculos XII e XIII. A existência de Jomsborg é um assunto de debate nos círculos históricos, principalmente devido à escassez de fontes primárias. Não há fontes contemporâneas que citem os apelidos Jomsvikings e Jomsborg, porém existem três pedras rúnicas e inúmeras composições de estâncias lausavísur referentes às suas batalhas.

Os Templários conhecem a lei cósmica da qual as runas são o alfabeto divino, a simbólica solar, e, como eles não eram de origem oriental, integraram-na em sua escrita sagrada.

Há um fato pouco conhecido e passado sob silêncio. Meio século antes da primeira cruzada, esta havia sido precedida de expedição vikings provenientes dos portos italianos e espanhóis, expedições rebaixadas atualmente ao simples nível de atos de pirataria.

De qualquer modo, quando se levantou São Bernardo, e quando ao seu apelo desceram os escandinavos e os normandos, os da Espanha e de novgord, assiste-se na verdade a um fato histórico e não a uma fábula inventada em todas as suas partes.

Que se teria passado se os normandos e seus aliados não tivessem ocupados a Sicília e a ponta extrema do Mediterrâneo em geral, enquanto o Islã já se arrojava sobre todos esses pontos? A História é feita de tal modo que deseja atualmente ignorar este supremo esforço dos sectários de Thor; ele, entretanto, inspirou a organização interior do Templo.
Os jomvikings, ou guerreiros celibatários, aparecem no Ocidente como precursores da cavalaria templária.
Também conhecidos sob a denominação de Peles De Urso (Ber-Saerk), estes membros de uma associação guerreiros escandinava tiravam, ao que se diz, seu frenesi belicoso de uma bebida alucinógena.
O que é certo é que esta organização escandinava desempenhou um papel importante na implantação viking na Grã-Bretanha e na Normandia.
O movimento templário foi uma reorganização desta associação nórdica.

Na mitologia nórdica, isto é, no esoterismo do mesmo nome, fez-se muitas vezes menção à ferida de Mimir, de que devemos agora dizer algumas palavras.

Trata-se do combate mitológico que teria oposto Thor a Hungnir. Este último, armado de uma pedra de afiar, perde o combate. O Modo pelo qual ele o perde é significativo: o martelo de Thor quebra a sua pedra antes de lhe quebrar o crânio, mas um raio vem se cravar em sua cabeça.

Na imagem desta pedra alojada na fronte de um deus, encontramos este terceiro olho das legendas hindus, tanto quanto a esmeralda caída da fronte de Lúcifer durante a sua queda, esmeralda na qual teria sido talhado o Graal. Estas cabeças de Mimir, que encontramos atualmente na península escandinava, devem também ser assimiladas a Bela de três cabeças das tradições hindus porque esses Mimir escandinavos possuem três faces todas munidas de um olho frontal.

Este símbolo da sabedoria, e principalmente do conhecimento, lembra essas estátuas videntes encontradas na ilha de Rugen (Báltico), centro Jomviking por excelência.

A lembrança dos tempos em que os homens possuíam a clarividência é vista também no mito de Palna-Toke, o fundador da associação jomviking. Mas o que mais particularmente nos interessa, é a explicação relativa ao famoso Baphomet dos Templários, explicação que se esclarece com tais elementos.

Para o Baphomet, bem como para a legenda de Mimir, faz-se menção de uma cabeça, que teria sido conservada por processos à base de ervas e de fragrâncias, apresentando a particularidade de dizer oráculos quando era interrogada.

William Sinclair, o construtor da capela de Rosslyn e criador da maçonaria, era descendente da família normanda que participou da organização das cruzadas e da criação dos Cavaleiros Templários, cujo objetivo era resgatar os documentos e manuscritos enterrados sob o Templo de Jerusalém.
Thule Brasil