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quarta-feira, 8 de abril de 2015

Abdução na Vila Operária


O Sr. José Pereira Sacramento, encarregado de serviço no setor de Mineração de Morro Velho, morava na Vila Operária, em Nova Lima (MG). Em 20 de maio de 1969, por volta da 1 hora da madrugada, ele despertou com um ruído que associou-o à sua lambreta, guardada em um cômodo lateral da casa.
Devido à problemas de furtos de galinha em sua propriedade José mantém-se alerta durante a noite e levanta ao menor barulho. Desta vez ele levantou-se apressado e se dirigiu para o lugar onde o veículo estava estacionado., mas verificou que a moto estava lá como ele havia deixado. Ele abriu a porta da rua e não viu ninguém. Em seguida, ouvindo latidos da sua cadelinha Lassie no quintal abriu a porta dos fundos, distinguiu o vulto branco do animal, que estava muito agitado, e, quase simultaneamente, notou no solo, bem perto, um reflexo luminoso, de forma circular, que se movimentava como um foco de lanterna. Olhou para o alto e viu um farol a 500 ou 100 metros de altura. O foco foi aumentando de tamanho e descendo em sua direção, sem qualquer ruído.
DENTRO DA NAVE
Receoso, tentou entrar na casa, mas suas pernas não obedeciam ao seu impulso. Estava imobilizado, olhando e raciocinando. A luz provinha de um enorme objeto que aterrissou bem em frente onde estava e desligou o farol. Imediatamente sentiu-se atraído para uma abertura que surgiu na estranha nave. Tentou gritar, reagir, mas não tinha voz nem movimentos. Sem saber como, viu-se dentro de um estreito cômodo. Era uma espécie de elevador, que o levou à um compartimento circular, abobadado e profusamente iluminado, grande, com uns 14 metros de de diâmetro. Ali, observando-o seis pequenos seres, de uns 80 cm de altura, falando entre si numa linguagem desconhecida composta de sons breves, repetidos e agudos, semelhantes a guinchos de porco.
Cada um deles estava de abdômen para baixo, dentro de uma espécie de tubo ou cilindro, de mais ou menos 1 metro de diâmetro por 40 centímetros de altura, e todos distribuídos em duas fileiras, sendo 3 na frente e 3 atrás. Entre as duas alas havia, no piso, uma passadeira que atravessava a sala pelo meio. Junto a cada cilindro e pouco acima da cabeça de cada homenzinho havia uma placa curva, com uma alavanca na extremidade esquerda.
Os indivíduos eram todos iguais. A parte visível, fora do cilindro, estava totalmente coberta por um material fino, transparente, flexível como plástico, de cor creme clara, bem ajustado ao corpo e ao pescoço e na cabeça grande. Na parte correspondente aos olhos, a cobertura apresentava dois orifícios estreitos como "olhos de japonês". À altura de cada ouvido havia um orifício. Percebia-se a saliência do nariz bem comprido, e a linha da boca, aparentemente normal.


INCONSCIENTE
Transcorridos 4 ou 5 minutos desde que entrara no compartimento, o Sr. José Pereira viu o indivíduo que encabeçava a fileira esquerda levantar um braço, na direção do painel, e manipular uma peça. Imediatamente, a iluminação ambiente foi aumentando de intensidade até que ele não pode mais suportar, perdendo a consciência.
Só recobrou os sentidos às 6 horas da manhã, ao ser acordado em seu leito por sua esposa. Não sabe quanto tempo esteve no aparelho e nem tem a mínima idéia de como voltou para casa e para a cama. Sua esposa viu-o levantar-se, mas não percebeu como ele voltou.
Logo ao acordar, ficou impressionado com a ocorrência, mas ainda ao notar que sentia dores no ombro esquerdo, que estava com os olhos vermelhos, as pálpebras inchadas e que sentia dificuldade em firmar a vista. Os distúrbios visuais persistiram por um mês, mas não procurou médico. Quase um anos depois ainda sentia a cabeça leve, e dificuldade para se concentrar.