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sexta-feira, 10 de abril de 2015

ANÁLISES DE DNA NOS CRÂNIOS ALONGADOS PERUANOS


As análises preliminares feitas nas amostras retiradas dos crânios alongados peruanos, apontam para incríveis resultados.
Paracas é uma região desértica, localizada na Província de Pisco, no sul da costa peruana. Foi neste local que o arqueólogo peruano, Julio Tello, fez uma incrível descoberta em 1928 – muitas centenas de tumbas foram encontradas em área elaboradamente construída para manter os corpos de seres humanoides com as cabeças alongadas de maior volume encontradas, superando as já conhecidas egípcias.
Prontamente, esta descoberta foi chamada de “Os Crânios Alongados de Paracas”. Apenas neste achado de Tello, mais de 300 foram encontradas, o que atualmente já contam como milhares, somadas a outras áreas do Peru, também próximas a costa.
As análises levam a crer que estes “seres” habitaram a região há mais de 3.000 anos atrás. Incrivelmente, autoridades oficiais de todo o mundo se recusaram a examinar e analisar o DNA de múmias e crânios retirados dos sítios; estes exames estão sendo feitos por iniciativa privada, angariada por campanhas de doações individuais, entretanto realizadas e comprovadas por vários institutos, ao mesmo tempo.
É de conhecimento geral que alguns povos primitivos alongavam os crânios de crianças, como encontrado na África, entretanto, este método não aumenta o volume cranial ou altera densidades da ossatura.
Os crânios de Paracas apresentam 25 a 60% maior volume do que o do Homo sapiens, provando que o processo de deformação não os teria feito crescer desta maneira. Outro ponto fundamental é a presença de apenas duas placas cranianas em comparação com as três placas do homem moderno, que conta com duas placas parietais e uma frontal. Outro aspecto é a coloração dos cabelos das múmias, evidenciando a tonalidade ruiva, desde a raiz, distando da coloração castanho escura a preto, típica dos incas e povos pré-incas da região.
As análises feitas até o momento concluem que o DNA Mitocondrial (mtDNA está ligado somente à mãe) contém um grande número de mutações desconhecidas e não presentes no homem atual, não relacionadas com espécies anteriores da escala evolutiva, como os Homo sapiens, Neanderthals e Denisovans.
Baseados nos resultados genéticos preliminares e análises morfológicas, trata-se de uma outra espécie não ligada a escala evolutiva darwiniana.
Alguma ideia do que possam ser?!