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sexta-feira, 24 de abril de 2015

Contato Imediato em Alexânia


Este é um dos mais importantes casos da Ufologia Brasileira, envolvendo numerosos investigadores e testemunhas. Tudo começou em setembro de 1967. O Sr. Wilson Gusmão, comprou a fazenda Vale do Rio do Ouro, em Alexânia, a 120 km do Distrito Federal. Logo ele começou a notar estranhas ocorrências em sua fazenda. De início era uma luz pequena que se aproximava até cerca de 200 metros da casa, permanecendo ali de dois a três minutos, afastando-se logo em seguida. Logo este tipo de aparição ficou conhecido na região atraindo numerosos curiosos à fazenda.
Em 27 de setembro do mesmo ano, Eunápio Gusmão, irmão de Wilson, saiu para caçar e, no momento em que apontava a arma para um perdiz observou que descia do céu um estranho objeto em formato de prato. Neste momento, já imobilizado observou que do objeto surgiu uma porta de onde três seres o fitaram por alguns segundos. Logo após a a porta se fechou e o disco elevou-se desaparecendo em alta velocidade. Ao recuperar os movimentos Eunápio retornou à fazenda e reuniu os empregados, armando-os de pás e picaretas dirigiram-se até o local onde o objeto tinha aparecido. Ali cavaram na esperança de encontrar ouro ou pedras preciosas conforme lenda folclóricas. No local encontraram apenas cristais de quartzo. Durante o trabalho surgiram várias bolas de fogo que assustaram os empregados que foram abandonando a escavação.
FRAGMENTOS DE LUZ
No dia 18 de fevereiro de 1968, às 20 horas os empregados David e Amadeu observaram um belíssimo objeto no alto do morro e logo chamaram Wilson, que armou-se de um revólver e lanterna e dirigiu-se em sua direção. Do aparelho era projetado um facho de luz que abrangia alcançava aproximadamente 500 metros de distância. Foi então que ocorreu um fenômeno interessante: O objeto apagou-se, mas o facho de luz  permanecia aceso em uma área de 400 metros. Ele simplesmente permaneceu imóvel no ar por aproximadamente 1 minuto sem qualquer ligação com a origem de onde havia sido projetado. Depois disso o objeto acendeu novamente suas luzes projetando novo facho de luz que alcançou o primeiro recolhendo-o como se fosse algo material.
Preocupado com as sucessivas ocorrências Wilson reuniu várias pessoas em sua fazenda com o objetivo de esclarecer o Fenômeno. Deste grupo participaram: professor Walter Rádio; escritor José Roque Martins; jornalistas Volney Milhomem e Luiz Macedo; fotógrafo Luís Albuquerque; médicos Jarbas Rorrezenta e Cláudio Costa; advogado Gutemberg Rodrigues; General do Exército Alfredo Moacir de Mendonça Uchôa; major Jacob Zweiter; dr. Oswaldo França, do Tribunal Eleitoral; dr. Edmar Lins, industrial; dr. Evani Geraldo Viana, Procurador do IBRA.
Foram obtidas várias fotografias e estabelecidos vários contatos com os tripulantes destes aparelhos em várias ocorrências  no local. Em uma destas ocasiões, o General Uchôa estava a postos com sua equipe, na fazenda, quando, aproximadamente às 20 horas, surgiu um aparelho que realizou diversas evoluções aproximando-se a 20 metros do grupo de pesquisadores, aterrissando em seguida a 100 metros do grupo. No grupo estava o fotógrafo Albuquerque que bateu algumas chapas do objeto. Após o pouso, Wilson aproximou-se do objeto. Enquanto observava abriu-se uma porta e por ela surgiu um tripulante que olhou fixamente para Wilson. Logo após acionou um dispositivo preso ao cinto. Logo após isso o ser virou-se de costas e uma luz surgiu no morro. Após isso o tripulante do objeto virou-se novamente. Enquanto isso o grupo de pesquisadores, a 100 metros dali, usava um binóculo para acompanhar o encontro. Havia uma certa algazarra ali pois havia apenas um único binóculo para o grupo. Diante desse fato o tripulante do objeto apenas sorriu . Em seguida ele levou a mão novamente ao cinto e surgiu um halo luminoso ao seu redor. Wilson podia ver o ser perfeitamente dentro do falo de luz, no entanto o grupo, acompanhando por binóculo via apenas uma esfera de luz ao lado da testemunha. Após isso o tripulante despediu-se com um pequeno gesto, entrou no objeto que decolou e desapareceu em seguida.
Segundo Wilson, estes seres tinham entre 1,60m e 1,75m de altura, pele pálida, que lembrava porcelana, cabelos colados à cabeça; vestimenta colante ao corpo de cor cinza; botas com abas metálicas na parte superior. Em  outros casos ocorridos na fazenda houve comunicação entre as testemunhas e os tripulantes do objeto que afirmaram estar interessados em conhecer nosso estágio de evolução, acompanhar o uso da energia nuclear pelos seres humanos que segundo eles poderiam ter repercussões negativas afetando vários povos terrestres e não terrestres.