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terça-feira, 14 de julho de 2015

10 alimentos que reduzem a inteligência


Os alimentos com excesso de calorias têm um efeito negativo nas moléculas relacionadas à memória e o aprendizado.

Na realidade, pode-se dizer que são cinco grandes grupos de alimentos, os quais englobam os problemas cerebrais  e de memória. Existem muitos estudos que falam sobre eles, por isso recomendamos evitar:
Açúcares:  segundo a Universidade de Berlin, aquelas pessoas que consomem muitos doces e têm excesso de açúcar no sangue são mais propensas a sofrerem problemas de memória.

Junk food: a pesquisa da Universidade da Califórnia demonstra que a fast food, alimentos com muitas calorias e gorduras saturadas ou trans, possui um efeito negativo nas sinapses do cérebro e nas moléculas relacionadas à memória e à aprendizagem.
  • Carne vermelha: estudo realizado em Boston concluiu que um determinado grupo de pessoas que ingeriu muita carne vermelha teve uma pior função cognitiva, em comparação a vegetarianos, por exemplo.
  • Carboidratos simples: neste grupo, incluem-se os leites não desnatados, as farinhas e os açúcares refinados. Despertam problemas de memória, sobretudo em pacientes com diabetes do tipo II. Também reduzem o rendimento nos estudos.
  • Frutose: está presente em todos os alimentos processados ou que tenha sido adicionado xarope de milho (refrescos, sucos açucarados, frutas enlatadas) e causa lentidão no cérebro e problemas de memória.
Alimentos que afetam a inteligência
Além dos cinco grupos mencionados anteriormente, existem outros que não são bons para o desenvolvimento cerebral e a inteligência. Então, não são recomendados para as crianças, principalmente, e nem para os adultos, uma vez que afetam muito a produtividade a nível profissional. São eles:
Álcool: além de danificar o fígado a longo prazo, provoca uma “neblina cerebral”, ou seja, confusão mental. Afeta desde a capacidade de pensar claramente, o mais habitual de não recordar uma rua ou um nome, até problemas para resolver uma conta simples de matemática. O ÁLCOOL desequilibra o cérebro e isso é irreversível.
Frituras: São todos os alimentos relacionados ao fast food, os quais são preparados no óleo quente ou gordura. Também contêm produtos químicos, aditivos, aromatizantes e corantes artificiais. Afetam o comportamento, causam hiperatividade, destroem o funcionamento cognitivo e as células nervosas do cérebro. O óleo de girassol é o mais perigoso de todos os utilizados para fritar.
  • Alimentos muito salgados: o sal não só afeta a pressão arterial e o coração, como também a função cerebral, prejudicando a capacidade de pensar e raciocinar. Isto é, o sal afeta a inteligência. Por sua vez, provoca sintomas similares a abstinência de drogas.
  • Cereais refinados: o único cereal que não afeta a inteligência é o 100% de grãos inteiros, rico em fibras e usado para prevenir o envelhecimento. Se você consome cereais refinados (como a farinha branca), terá a possibilidade de sofrer confusão mental ou perda de memória.
  • Proteínas processadas: neste grupo estão incluídos os embutidos, sobretudo os industrializados, tais como salsichas e salames. Não isolam o sistema nervoso, mas o elevam. O mesmo ocorre no cérebro, por isso não conseguirá manter a atenção em algo nem responder com eficácia.
  • Gorduras trans: também produzem colesterol, obesidade e problemas cardíacos. O cérebro funciona mais lento, a qualidade das respostas ou reflexos é afetada, por exemplo, ao falar ou conduzir, e aumentam o risco de sofrer um derrame cerebral. Se consumidas durante muito tempo, o cérebro funcionará como se estivesse com o mal de Alzheimer, reduzindo o volume da mente.
  • Adoçantes artificiais: é um erro consumir estes adoçantes, pensando que são melhores que o açúcar, sobretudo nas dietas para emagrecer. Apesar dos adoçantes não possuírem muitas calorias, podem ser prejudiciais ao organismo. Se forem consumidos por um longo período, causam danos cerebrais e interferem na capacidade cognitiva.