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quarta-feira, 29 de julho de 2015

Caso Colombo


Testemunha do caso Colombo apontando local da marca no solo

Introdução
O Caso Colombo foi inicialmente pesquisado pelo extinto Grupo de Estudos e Pesquisas Ufológicas de Curitiba (GEPUC). A primeira divulgação do caso ocorreu através do site GEPUC On-Line. Com a fusão do GEPUC com o Centro de Investigação e Pesquisa Exobiológica (CIPEX), o site transformou-se no CIPEX On-Line, antecessor de Fenomenum Home-Page. O caso permanece em aberto devido à dificuldades emocionais enfrentadas pela vítima protagonista do caso. Tomei conhecimento do caso a partir de uma vizinha da vítima.
Em 18 de maio de 1997 estive no local apurando e investigando os fatos. Fui até o local, onde supostamente desceu o objeto e constatei uma marca de 1 metro e 50 cm de comprimento por uns 7 cm de largura. Ela seguia em linha reta por quase um metro, ocorrendo um desvio de alguns graus. A marca estava embaixo de galhos de uma laranjeira. Os galhos mais baixos desta árvore estavam a 1,70 m de altura.
Acima fotografia da marca deixada pela sonda. Na imagem abaixo, a mesma marca realçada

Acima fotografia da marca deixada pela sonda. Na imagem abaixo realçamos a marca
No local encontrei dois irmãos que teriam testemunhado o momento em que a estranha marca apareceu no seu quintal. A testemunhas principal, Rafael, com 10 anos de idade na época, afirmou que em 14 de maio de 1997 brincava na varanda de sua casa, de frente para o quintal. Ele e sua irmã estavam sozinhos em casa aguardando o retorno de seus pais que haviam saído.
Por volta das 22 horas Rafael observou que seu quintal iluminou-se. Imaginando tratar-se do automóvel de seus pais ele olhou e o que viu era bem diferente de um veículo terrestre. Tratava-se de um objeto redondo, com aproximadamente 10 cm de diâmetro, que emitia uma forte luz vermelha. O objeto seguia em direção à laranjeira do quintal. Pouco antes do impacto o objeto desceu, quase tocando o solo, para então subir e seguir em direção à casa de Maria, vizinha que morava na casa ao lado. Rafael, assustado, gritou para sua irmã, que assistia televisão na sala. Os dois foram até o local onde o objeto passou e notaram um fogo azulado com uns 10 cm de altura. No local havia um cheiro ruim muito forte. Pouco tempo depois os pais das testemunhas chegaram em casa e viram a marca brigando com os dois irmãos julgando que eles tinham jogado fogo no local. Pouco depois os dois irmão começaram a sentir náuseas, dores de cabeça, tonturas e formigamento pelo corpo. A pele de ambos tornou-se avermelhada e o inchada. A mãe das testemunhas preparou um chá medicinal que não fez efeito. Vendo que as testemunhas continuavam a passar mal eles resolveram levá-los ao hospital Angelina Caron, em Campina Grande do Sul.
Pesquisadores do CIPEX realizando medições na marca deixada pela passagem do objeto
Foram coletadas 2 amostras de grama da marca, parte de uma laranjinha, um pequeno pedaço de PVC, amostras de solo coletadas na marca e amostras de grama distantes da marca, para comparação. Em todas as amostras coletadas foram detectadas anomalias.
Rafael aponta o local onde a sonda deixou sinais de sua passagem.

- Anomalias em Gramíneas
Nas amostras de grama, as diferenças entre as amostras coletadas na marca e aquelas coletadas longe da marca eram bem claras. As amostras eram de mesma espécie, e os locais de coleta distavam 5.5 metros. As amostras coletadas na marca e estavam chamuscadas por fora e bem cozidas por dentro. Este só pode ser produzido por radiação tipo microondas. A grama afetada estava com uma consistência estranha, como se desidratada. Um dos dados mais interessantes relativo a estas gramas afetadas é que elas permaneceram verdes por um ano e três meses após a coleta. Na laranjinha encontrada na marca encontramos novos indícios de radiação tipo microondas. Quando coletei o material escorreu muito suco que estava dentro do material. Ao abrir a casca constatei que todos os gomos estavam destruídos, não havia nenhum intacto. O efeito no material é semelhante ao que ocorreria a um ovo colocado em um forno microondas. Passados três dias da coleta a casca da laranjinha se tornou muito dura. O pedaço de PVC, apresentava-se contorcido e deformado pelo calor. As amostras de terra não apresentavam nenhuma anomalia.
Detalhe do local onde foram encontrados o que restou de uma laranja, amostras de lã e um pedaço de PVC

Fotografia de amostras de grama coletadas no local. Observa-se suas pontas chamuscadas

O Triângulo amarelo delimita a propriedade onde mora a abduzida, nas proximidades da BR-116, sentido São Paulo. A linha laranja representa a trajetória tomada pela sonda

Na imagem acima temos uma visão onde ocorreu o Caso Colombo. Em vermelho, temos assinalado a residência de M e dos irmãos Canalli, onde a sonda deixou vestígios. A seta amarela representa a trajetória de um outro objeto luminoso, desta vez do tamanho aproximado de um automóvel, que passou sobre o Santa Mônica Clube de Campo, alguns meses depois da passagem da sonda. O Clube está situado a 2 Km de distância da casa dos protagonistas.

- Estudos Posteriores
Estas amostras foram submetidas a testes em laboratórios do Setor de Botânica da Universidade Federal do Paraná (UFPR). Das amostras de grama foram feitas 7 lâminas permanentes para microscópio. Foram utilizados dois métodos para confecções destas. 
No primeiro método foram feitas 3 lâminas.Das amostras coletadas foram retiradas algumas partes para fixação. As amostras foram mergulhadas em água destilada por 24 horas. Depois disto elas passaram por uma solução de hipoclorito de sódio, para despigmentar o material, por 24 horas. Depois disto o material foi hidratado em água destilada por 3 horas, sendo desidratado em uma bateria crescente de solução alcoólica, sendo mergulhado em solução álcool-xilol. Após este processo as as amostras foram fixadas em lâminas permanentes.
Através de uma lupa especial de aumento 40X e de um microscópio ótico marca Nikon, observamos as amostras. Todos os vasos condutores estavam inteiros, sem deformidades. No entanto, nas regiões afetadas, foram observados que as células tinham coloração amarelo-esverdeada. Um perito em corantes da Universidade afirmou que neste processo, o material vegetal perde toda sua pigmentação após ficar duas horas mergulhadas na solução de hipoclorito de sódio. O perito não soube explicar a razão da não despigmentação no material afetado. Um detalhe interessante foi que as células do material afetado apresentam um espaçamento celular maior que o normal. Na Inglaterra, pesquisadores de círculos ingleses fizeram o mesmo tipo de análise em trigos afetados e também foi constatado um espaçamento maior que o normal.
No segundo método de fixação foram montadas quatro lâminas permanentes. As partes retiradas das amostras foram retiradas e mergulhadas por 24 horas em água destilada. Depois disto foram desidratadas em álcool 70° - 90° e 100°, ficando mergulhadas duas horas em cada solução. Após isto as amostras foram mergulhadas em uma solução de álcool absoluto e historresina, na proporção de 1:1, durante 5 horas. Após um processo de polimerização o material é microfonizado (cortado em fatias extremamente finas). O material é colocado em lâmina, onde coloca-se o corante azul de toluidina sendo depois fixado. O corante utilizado realça células, vasos condutores e tecidos. Nas observações, estas lâminas não apresentaram deformidades, as nas regiões afetadas não responderam bem ao processo. Apenas algumas regiões afetadas podê-se observar algo como uma massa disforme e escura. Novamente as amostras apresentavam espaçamento maior que o normal.
Um outro teste foi realizado por mim visando reproduzir os efeitos observados em outras amostras de grama. Coletei amostras do mesmo tipo de grama, em dois horários específicos, 15:30 e 20 horas, submetendo-as a exposições de radiação microondas. Em um forno microondas convencional, coloquei amostras, em exposições de 15 seg, 30seg, 1 mim, 2 mim, 3 mim, 4 mim, 5 mim e 10 mim. As amostras submetidas a 5 minutos de exposição é que mais se assemelhavam às originais. Os testes ainda continuam e assim que tivermos novidades sobre eles os publicaremos aqui.
A amostra de PVC encontrada no local também revelou detalhes interessantes. Observando o material com uma lupa de aumento 40 X, eu descobri pedaços de grama fundidos ao PVC, provando que o mesmo foi aquecido ao ponto de derretimento no local da coleta. No lado oposto da grama, o material está carbonizado.

Abdução em Praia de Leste
Um detalhe interessante, no relato de Rafael, é que o objeto teria seguido em direção à casa da senhora M.. Segundo informações prestadas pelos vizinhos, M. teria entrado em pânico ao saber do aparecimento do objeto. Na semana seguinte, voltamos ao local, desta vez para entrevistar M.. Esta testemunha nos contou que em uma noite do mês de abril estava com seus familiares em na praia de Praia de Leste (PR), jogando cartas, quando surgiu um objeto voador semelhante a um ônibus. O objeto era silencioso e iluminado. M. e sua filha sentiram um estranho e incômodo zumbido no ouvido direito. M. se sentiu compelida a seguir para um lugar que ela não soube precisar. M. caminhou sozinha até uma praia deserta, onde o misterioso objeto desceu. Deste objeto desceram três seres estranhos, que possuíam olhos grandes, vermelhos e fundos, cabeça desproporcional ao corpo. No alto da cabeça haviam duas protuberâncias. Sua pele era muito estranha, parecendo enrugada, de coloração esverdeada. Um dos seres lhe disse telepaticamente: "Você não é feliz aqui! Você não é daqui! Nós vamos levar você conosco!". M. em pânico tentou lutar contra o seres, mas perdeu a consciência. No dia seguinte pela manhã, seu filho a encontrou em uma praia, desacordada. Durante o período em que ficou fora de casa, seus familiares não notaram sua ausência, o que é estranho. A testemunha estava desorientada e confusa. Constamos, mais tarde, a existência de cinco manchas no joelho direito da testemunha. As manchas pareciam-se com hematomas, sendo todas do mesmo formato e tamanho e estavam alinhadas. Depois deste dia, M. passou por períodos de depressão, angústia, ansiedade e nervosismo. Segundo os vizinhos, M. deixou de conversar com vizinhos e se isolou. Notamos nas semanas seguintes que M. começava a beber procurando esquecer o ocorrido. A investigação da abdução continua e em breve poderá ser melhor divulgado.