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sexta-feira, 31 de julho de 2015

Caso Ezequiel da Silva


1h 40m do dia 12 de março de 1978. O telefone toca na sede da SIFETE - Pesquisa Científica. Do outro lado da linha o Ex-Diretor Técnico da SIFETE faz um comunicado urgente: "Vi um Disco Voador e comigo várias testemunhas". 
Imediatamente peguei o bloco de relatórios e saí. 

Ezequiel fala do objeto 

Ezequiel da Silva, morador da Rua Alcides Nogueira, 153, Jardim Planalto - Campinas, estava testando um holofote no quintal de sua residência, por volta de 1h 20m, quando foi surpreendido pela estranha aparição. 
Ficou indeciso quanto ao que observava e chamou seus irmãos, Efrain e Elias, que ainda chegaram a tempo de observar o estranho fenômeno. 
A aparição, segundo Ezequiel, deu-se exatamente à 1h 23m. "Era algo completamente diferente do que normalmente já tivemos conhecimento. O corpo era grande, maior que três jatos. 
Pelo menos era a impressão que se tinha. Seu formato era ovalado, mais para um charuto. Cor alaranjada e uma cauda amarela, quase branca. Depois, a cauda foi esticando e distanciando-se do 
objeto principal. E duas bolas de luz azuis embaixo foram se afastando com a cauda." 
A descrição acima também foi confirmada por Edson Martins da Silva, morador à Rua João Batista Lisboa, 50 e Paulo Roberto da Silva, morador à Rua José Ferreira de Camargo, 55, Jardim Planalto. Ambos, eufóricos, acompanharam o objeto, enquanto se dirigiam para a casa de Ezequiel. 

Outras testemunhas 

Enquanto ainda colhia os dados da estupenda aparição, três rapazes, interceptados por nós, Também comentavam sobre o fenômeno. Estavam no Chopão (Lanchonete no bairro do Taquaral) quando ocorreu, e segundo eles, todos que estavam no local puderam presenciar o fato. Mais tarde, fizemos ronda no local e ainda pudemos colher comentários esporádicos. 
Os três, José Luís Ferreira, residente à Rua Buarque de Macedo, 312; Avilmar Gozes, mesma rua, n.º 576 e Wilson D`Gennaro, também mesma rua, n.º 1570, prestaram depoimento. 
Segundo José Luís, "era semelhante a um cometa, acompanhado de uma estrela a seu trajeto", a que todos concordaram, "foi no sentido norte-leste. O objeto não emitia som e sua velocidade era bastante grande. Sua forma poderia nos lembrar também um charuto, e tudo isso demorou cerca de 1 minuto." 
A forma charuto nos lembra a chamada "nave-mãe" e os bólidos que dela foram separados, seriam, na verdade, os chamados "discos voadores", que segundo o departamento de Ufologia da SIFETE, seriam usados para reconhecimento ou mesmo combates bélicos. 

Caso confirmado  

Ainda com incansável colaboração de Ezequiel da Silva, entramos em contato com o controle da R.P. cujo PM Antonio Carlos Lambisten não mediu esforços para que nossa cobertura fosse total. 
Segundo ele, os chamados foram inúmeros, solicitando a ajuda da polícia, tendo inclusive várias pessoas ligado para o controle, apavoradas, comunicando que a estranha aparição seria um avião em chamas. 
Soubemos também que a torre de controle do Aeroporto de Viracopos acompanhou todo o trajeto da fenomenal aparição. 
Tentamos em seguida contato com as cidades vizinhas, de onde "ele" surgiu, mas não conseguimos muito através das centrais telefônicas. 
Mais tarde os PMs Rodoviários, Cabo Franco de Oliveira e Nelson Bergamasco, do Posto Rodoviário do Km 99 da Via Anhangüera, confirmaram mais uma vez o ocorrido: ". demorou mais ou menos um minuto e tive tempo, inclusive, de apanhar o binóculo. Era uma bola com um rabo, semelhante a um 
cometa. Depois saiu outra mais à frente, menor, e no espaço entre as duas, pude observar como se fossem fagulhas. A bola de trás era um laranja avermelhado e a da frente, azul. Depois, a luz do poste interrompeu a visão e quando tentei localizá-la novamente, ela já não estava mais lá." 
Outras observações ainda, era de que a cauda atrás se assemelhava ao fogo de um maçarico. 

Conclusão 

É importante notar no caso, que na madrugada de sábado, foi constatada a queda de um objeto não identificado na Serra da Cantareira, em São Paulo, como noticiou o jornal Diário Popular. Pelo que soubemos, a área foi totalmente isolada e nem os repórteres puderam penetrar. Duas equipes do COE (Comando de Operações Especiais) foram mobilizadas e até a rota da aviação comercial foi mudada para que a região não fosse sobrevoada por pessoas não autorizadas. O último informe que recebemos foi o de que nada fora encontrado. Contudo, sabe-se que houve grande explosão e emissão de luz prateada de grande intensidade. 
Depois, na madrugada de Domingo, foi avistado no Rio de Janeiro, idêntico objeto ao que foi visto em Campinas. 
Que "eles" existem é fato. Que "eles" estão aí, não há dúvida. Quem ou o quê são "eles"? Bem., aí então, temos que voltar às pesquisas, e para isso, necessitamos da colaboração das autoridades, que devem preparar o povo para "receber" aquilo que já está entre nós. 

(Relatório N.º 6/1979 - SIFETE)