Translate

quarta-feira, 15 de julho de 2015

JIM MORRISON


O líder dos Doors, Jim Morrison, morreu em 3 de julho de 1971, em Paris. Mas:
1. Três dias antes da "morte”, Morrison visitou o próprio túmulo, que ele havia comprado alguns meses antes, no cemitério Père Lachaise.
2. Ninguém viu o corpo. Quando Bill Siddons. empresário do grupo, chegou ao apartamento de Morrison, o caixão já estava lacrado.
3. Pamela Courson, viúva do roqueiro, mostrou uma certidão de óbito assinada por um médico desconhecido. Ela disse que estava muito transtornada para perguntar o nome do médico que, apesar da notoriedade do defunto, preferiu ficar no anonimato. Até hoje.
4. A causa da suposta morte foi ataque cardíaco, mas a polícia não fez autópsia no corpo, prática incomum na França.
5. Quando o bateirista do grupo, John Densmore, visitou o túmulo do colega, não conteve a surpresa: "Mas é pequeno demais”!
6. Testemunhas afirmam que viram Jim Morrison andando tranqüilamente por Paris. Dois anos depois da sua morte. E um certo James Douglas Morrison abriu uma conta no Bank of América, de São Francisco, de onde transferiu grandes somas para a Dinamarca.
Mas por que Jim Morrison teria forjado a própria morte? Simples. O Rei Lagarto se sentia velho demais para O rock'n'roIl, mas novo demais para morrer. Embora fosse um popstar milionário que comia toda a mulherada, ele no fundo, queria ser um escritor pobre que não come ninguém. Preferiu se fingir de morto e tentar a carreira literária numa outra encarnação. Conspirólogos mais doidões dizem que Morrison é o escritor THOMAS PYNCHON, autor de Vineland, O Arco ­Íris da Gravidade e O Leilão do Lote 49. Pynchon não se deixa fotografar nem dá entrevistas. É a prova que faltava.