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sexta-feira, 17 de julho de 2015

JOHN WHITESIDE PARSONS


No lado escuro da lua existe uma cratera chamada Parsons, batizada em homenagem ao cientista John Whiteside Parsons (1914-1952), um pioneiro da propulsão de foguetes. Nos anos 1930, ele já era um dos mais inspirados pesquisadores do Califórnia Institute of Technology. Mais tarde, comandaria os Jet Propulsion laboratories, responsáveis pelo desenvolvimento do combustível dos foguetes da Nasa. Werner von Braun afirmou certa vez que Parsons - e não ele - era o verdadeiro pai do programa espacial americano.
O curioso é que, assim como a Lua que ajudou a conquistar, o cientista também tinha um lado imerso nas trevas. Enquanto o Parsons do Bem pesquisava foguetes, o Parsons do Mal praticava magia negra. Ele era um membro atuante da filial californiana da O.T.O. (Ordo Templis Orientis), sociedade secreta fundada por ALEISTER CROWLEY, a famosa Besta do Apocalipse.
Parsons sempre teve interesse pelo ocultismo. Nas suas memórias ele conta que, aos 13 anos, invocou o próprio Satã - um feito e tanto para um adolescente espinhento e cheio de testosterona.
O cientista foi iniciado na O.T.O. em 1938 e assumiu o comando da organização algum tempo depois. Em janeiro de 1946, ele foi para o deserto de Mojave com o escritor L. Hubbard (futuro fundador da Cientologia) e realizou uma série de rituais conhecidos nos círculos ocultistas como OPERAÇÃO BABALON. Ninguém sabe exatamente o que aconteceu, mas alguns conspirólogos doidões suspeitam que Parsons e Hubbard tenham aberto um portal dimensional para uma realidade paralela. Os trabalhos da Operação Babalon foram encerrados em 1947, um ano marcado por uma série de fenômenos bizarros, incluindo a suposta queda de um disco voador em ROSWELL
John Whiteside Parsons morreu numa explosão em 1952, ao pesquisar um novo tipo de explosivo. Mas até sua morte é cercada de controvérsia. Ocultistas garantem que ele tentava criar um ser elemental, ou "homunculus”, mas a experiência deu errado e ele pagou com a vida.